EXPERIMENTS MANUAL Manual de Experimentos Manual de Experimentos 1
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- Therezinha Castelo Figueira
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1 SEMICONDUCTOR III Semiconductor III Semicondutor III M-1105A *Only illustrative image./imagen meramente ilustrativa./imagem meramente ilustrativa. EXPERIMENTS MANUAL Manual de Experimentos Manual de Experimentos 1
2 Conteúdo 1. Objetivos 3 2. Experiência 01: Amplificador Classe A 3 3. Experiência 02: Amplificador Classe B Experiência 03: Amplificador Classe AB Experiência 04: Amplificador Classe C 18 2
3 M-1105A - SEMICONDUTORES III 1. Objetivos Verificar experimentalmente o funcionamento de Amplificadores Transistorizados. 2. Experiência 01: Amplificador Classe A 2.1. Objetivos 1. Verificar o funcionamento do amplificador classe A. 2. Medir as tensões de polarização. 3. Medir o ganho. 4. Verificar a influência do capacitor de desacoplamento no ganho. 5. Verificar a influência dos capacitores de acoplamento no ganho Material Usado 1 Placa M-1105A 1 Maleta 1 Osciloscópio de dois canais 1 Multímetro digital 2.3. Introdução Teórica Os amplificadores transistorizados para efeito de estudo se classificam em amplificadores de pequenos sinais, que compreendem os pré amplificadores e os amplificadores de potência classe, que é o último estágio de um amplificador. No caso mais geral os pré amplificadores são basicamente amplificadores classe A que tem como principais características: - Rendimento de no máximo 25%, ou seja, para cada 1W útil entregue ao alto falante, necessitamos de 4W da fonte de alimentação; - O transistor conduz 360 na presença do sinal; - O ponto quiescente (Q) localiza-se exatamente no meio do gráfico do transistor possibilitando que tanto o semiciclo negativo do sinal quanto o positivo são amplificados igualmente. 3
4 A figura 1 mostra um amplificador classe A com polarização por divisor de tensão na base. Figura 1: Amplificador classe A ( a ) Circuito básico ( b ) Formas de onda 2.4. Procedimento Experimental 1. Monte o circuito da figura 2a e ajuste o potenciômetro de 100k para que a tensão no coletor seja aproximadamente 60% de 12V, isto é, 7,2V. 4
5 Figura 2: Amplificador classe A sem realimentação ajustando a polarização 5
6 2. Anote os valores de tensão de polarização: V E = (tensão de emissor ao terra) V B = (tensão da base ao terra) V CE = (tensão entre coletor e emissor) 3. Ligue o circuito ao gerador de funções em senoidal, 50mVPP, 1kHz (efetue o ajuste de amplitude com o osciloscópio e a frequência com um frequencímetro ou osciloscópio) e anote as formas de onda de entrada (Ve), e saída (Vs), medindo os valores de pico a pico. Vspp= Figura 3: Amplificador classe A sem realimentação formas de onda 6
7 4. Calcule o ganho de tensão experimental por: 5. Com o mesmo sinal de entrada do item 4, ligue a carga de 3k3 (R14) na saída conforme figura 4 e anote as formas de onda de entrada (Ve) e saída (Vs). Figura 4: Amplificador classe A com carga de 3k3 7
8 Vspp= 6. Calcule o ganho de tensão experimental por: 7. Qual foi o efeito no ganho ao se adicionar uma carga? Qual a sua conclusão? R: 8
9 8. Retire o capacitor C5 de 10uF em paralelo com o resistor R10, figura 5. Repita os itens 3 e 4 (medida do ganho de tensão) considerando o sinal senoidal, 1kHz e 1Vpp. Figura 5: Amplificador classe A com carga de 3k3 e realimentação 9
10 Vspp= 9. Calcule o ganho de tensão experimental por: 10. Qual foi o efeito no ganho ao retirar o capacitor? R: 11. Escreva as suas conclusões baseado mas medidas efetuadas e observações. 10
11 3. Experiência 02: Amplificador Classe B 3.1. Objetivos 1. Verificar o funcionamento do amplificador classe B. 2. Medir as tensões de polarização. 3. Medir o ganho. 4. Verificar na prática a distorção por crossover Material Usado 1 Placa M-1105A 1 Maleta 1 Osciloscópio de dois canais 1 Multímetro digital 3.3. Introdução Teórica O segundo tipo de amplificador é o classe B que é caracterizado por: - Rendimento de no máximo 78,5%; - O ponto quiescente (Q) localiza-se na região de corte do transistor, temos então em conseqüência a amplificação de somente um dos semiciclos do sinal de entrada. Desta forma são necessários dois transistores, um para conduzir no semiciclo positivo e outro para conduzir no negativo, figura 2. - O fato de ser polarizado no corte aumenta o rendimento, mas introduz um tipo de distorção chamada de distorção por crossover. 11
12 Figura 1: Amplificador classe B ( a ) Circuito com uma única fonte ( b ) Circuito com fonte simétrica ( c ) Formas de onda Observe na figura 1a que a fonte que polariza o TR2 é a tensão CC armazenada no capacitor CL. 12
13 3.4. Procedimento Experimental 1. Monte o circuito da figura 2a de acordo com layout da figura 2b na placa Ligue os dois canais do osciloscópio conforme indicado. Ajuste o gerador de funções em senoidal, 1kHz/1VPP. Figura 2: Amplificador classe B ( a ) Circuito ( b ) Layout na placa
14 Vepp = Vspp = 2. Calcule o ganho experimental por: 3. O ganho é maior, menor ou igual a 1? Justificar. R: 4. Existe algum tipo de distorção? Caso exista qual o nome? R: 5. Retire a carga de 3k3, e repita os itens 1 e 2 nessas condições (carga infinita). Vepp = Vspp = 6. Escreva as suas conclusões baseado nas medidas e observações. 14
15 4. Experiência 03: Amplificador Classe AB 4.1. Objetivos 1. Verificar o funcionamento do amplificador classe AB. 2. Polarizar os transistores de forma adequada para eliminar a distorção por crossover. 3. Medir o ganho Material Usado 1 Placa M-1105A 1 Maleta 1 Osciloscópio de dois canais 1 Multímetro digital 4.3. Introdução Teórica A distorção por crossover é eliminada se for aplicada uma pré polarização nos transistores, como indicado na figura 3, resultando o amplificador Classe AB e que tem como características um maior rendimento e menor distorção. Figura 1: Amplificador classe AB ( a ) Polarização com divisor de tensão ( b ) Polarização com diodos 15
16 Na figura 1a a tensão em R pol. polariza os transistores um pouco acima do corte, e portanto na presença do sinal, o transistor já conduz quando se iniciar os semiciclos. Na prática deve ser colocado um potenciômetro para ajustar o ponto de polarização. Na figura 1b os diodos além de polarizar, também promovem um ajuste, pois os mesmos tem aproximadamente a mesma queda de tensão que os transistores e a mesma sensibilidade à variação de temperatura Procedimento Experimental 1. Monte o circuito da figura 2 na placa Ligue os dois canais do osciloscópio conforme indicado. Ajuste o gerador de funções em senoidal, 1kHz/1VPP e anote as formas de onda de entrada e saída. Figura 2: Amplificador classe AB Montagem na placa A forma de onda apresenta algum tipo de distorção? R: 3. O circuito apresenta ganho de tensão? R: 4. Experimente alimentar o gerador de funções no pino 3i (depois da resistência R1 de 47k) com uma amplitude menor. 16
17 5. Experimente adicionar em série com a carga de 3k3 outros valores de carga de 3k3 observando o que acontece com a amplitude do sinal de saída. Existe o efeito de carga? É muito forte esse efeito? Justifique. R: 6. Escreva as suas conclusões baseado nas medidas e observações efetuadas. 17
18 5. Experiência 04: Amplificador Classe C 5.1. Objetivos 1. Verificar o funcionamento do amplificador classe C. 2. Medir o ganho na ressonância Material Usado 1 Placa M-1105A 1 Maleta 1 Osciloscópio de dois canais 1 Multímetro digital 5.3. Introdução Teórica Os amplificadores da classe C tem uma forma de operar um pouco diferentes dos anteriores, pois operam com o ganho sintonizado em uma determinada frequência que faz o ganho ser máximo nessa condição. A figura 1 mostra o circuito básico de um amplificador classe C. Figura 1: Amplificador classe C 18
19 5.4. Procedimento Experimental 1. Monte o circuito da figura 2a de acordo com layout da figura 2b. Figura 2: Amplificador classe C ( a ) Circuito ( b ) Layout na placa
20 2. Determine teoricamente a frequência de ressonância do amplificador usando a expressão: Obs: se puder medir os valores da capacitância (C14) e da indutância (L), pois os valores nominal e medido podem diferir, significativamente, principalmente o valor da indutância. 3. Ajuste o gerador de funções em 1kHz, senoidal, ajustando a amplitude para obter um sinal na saída com a menor distorção possível. Meça a amplitude da saída (VS) e da entrada (Ve), em seguida determine o ganho. V E = V S = 4. Aumente a freqüência até próximo do valor da frequência de ressonância teórica. Vá aproximando dela e verifique o que acontece quando você julgar estar na frequência de ressonância (ganho máximo). O que aconteceu com o sinal de saída? Repita esse procedimento mais de uma vez de forma a ter certeza da freqüência onde o ganho é máximo. R: 5. Varie a freqüência do gerador de funções, acima e abaixo da freqüência de ressonância, observando o que acontece com a amplitude do sinal na saída. Desta forma você pode também estimar a freqüência de ressonância. 6. Repita o item 5 usando onda quadrada, observando a saída. Qual a forma de onda de saída? R: 7. Qual o valor da freqüência de ressonância experimental? R: 8. Escreva as suas conclusões baseado nas medidas e observações. Manual sujeito a alterações sem aviso prévio. Revisão: 02 Data da Emissão:
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