Pinos pré-fabricados e núcleos de preenchimento

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Pinos pré-fabricados e núcleos de preenchimento"

Transcrição

1 Capítulo 15

2 Pinos pré-fabricados e núcleos de preenchimento Rodrigo de Castro Albuquerque * Hugo Henriques Alvim A restauração de dentes tratados endodonticamente causa discussões entre clínicos e pesquisadores e caracteriza-se pela falta de um protocolo clínico padronizado. Atualmente, a Odontologia tem se preocupado em definir qual a técnica mais indicada para a restauração dos dentes despolpados. Tais elementos merecem um cuidado especial devido à sua menor resistência mecânica quando comparados a dentes com vitalidade pulpar. Dentes tratados endodonticamente tornam-se enfraquecidos devido à perda de estrutura dentária, principalmente de dentina, decorrente de fraturas coronárias, lesões cariosas, erosão, abfração e tratamento endodôntico 1. A preservação de maior volume de dentina, tecido altamente resiliente e que confere resistência elástica ao elemento dental, deve ser objetivo de todo tratamento. Núcleos metálicos fundidos representam uma forma de reconstrução bastante utilizada e que apresenta vantagens, tais como grande experiência clínica, boa adaptação e elevada rigidez 2. Sua principal desvantagem é o desgaste acentuado de estrutura sadia, que gera uma diminuição da resistência do dente. A reconstrução coronária através de núcleo de preenchimento associado a pinos intrarradiculares constitui uma alternativa aos núcleos fundidos, tendo como principal vantagem a preservação deste remanescente. A utilização de sistemas de pinos intrarradiculares associados a núcleos de preenchimento na restauração de dentes submetidos a tratamento endodôntico é fator que ainda gera discussões. Aos pinos intrarradiculares são atribuídas duas principais indicações. A primeira, aceita de forma universal, é proporcionar retenção ao material restaurador empregado no preenchimento. A segunda indicação está relacionada ao reforço da estrutura dentária remanescente, sendo causa de controvérsias e objeto de várias pesquisas 3,4,5,6.

3 REABILITAÇÃO ORAL previsibilidade e longevidade Estudos têm apresentado resultados controversos em relação aos benefícios proporcionados pelo emprego dos pinos intrarradiculares, sendo encontrados resultados nos quais os pinos aumentam, não interferem ou até mesmo diminuem a resistência das estruturas dentárias remanescentes 7,8,9,10,11,12. Questionamentos sobre o comprimento, o material, o formato, a técnica de cimentação do pino, assim como qual o melhor material de preenchimento também não foram respondidos ainda. O mercado odontológico disponibiliza para os cirurgiões-dentistas vários sistemas de pinos intrarradiculares pré-fabricados, assim como diversos cimentos e materiais de reconstrução coronária. A combinação adequada destes materiais possibilita ao profissional realizar restaurações com desgaste mínimo de estrutura dentária e sucesso clínico. Este capítulo tem por objetivo apresentar ao profissional os sistemas de pinos intrarradiculares disponíveis, assim como cimentos e materiais de reconstrução, salientando as técnicas e os aspectos clínicos referentes à sua utilização. Dentes Tratados Endodonticamente A literatura tem descrito que um dente tratado endodonticamente merece um cuidado especial em sua restauração. Um dente despolpado enfraquece devido a uma alteração biomecânica, pois ele sofreu uma modificação em sua arquitetura e morfologia, tornando-se mais frágil devido à perda de estrutura dental por cáries, fraturas, preparação cavitária, além de acesso e instrumentação do canal radicular 6. Por muitos anos, acreditou-se que a perda da vitalidade pulpar levasse a uma diminuição da umidade dentinária, resultando na alteração da resiliência do dente, tornando-o mais susceptível a fraturas 13. Autores, como Rosen 14, descreveram a dentina destes dentes como ressecada e não elástica, o que os tornaria mais friáveis. Essa afirmativa é questionável, pois trabalhos como o de Helfer 15 mostraram que um dente despolpado perde apenas cerca de 9% de sua umidade quando comparado a um dente polpado, sendo estes trabalhos executados em dentes de cães. Reeh et al. 16 salientaram que o tratamento endodôntico reduziu a resistência de um pré-molar em apenas 5%, sendo que a preparação oclusal resultou na diminuição em torno de 20% e uma cavidade MOD reduziu 63% a resistência do mesmo grupo de dentes. Sedgley e Messer 1 não encontraram diferenças estatisticamente significativas entre dentes polpados e despolpados em relação à resistência a fraturas e ao cisalhamento. Outro motivo que pode contribuir para a elevação da incidência de fraturas em dentes despolpados 393

4 Pinos pré-fabricados e núcleos de preenchimento pode ser justificado por trabalhos como o de Lowenstein e Rathkamp 17, os quais sugerem uma perda do mecanismo de propriocepção, além da pesquisa de Randow e Glant 18, que salienta uma elevação do limiar de dor nesses dentes, o que poderia provocar um descontrole na pressão mastigatória exercida por pacientes sobre esses elementos dentários. Portanto, o mais importante a se levar em consideração na restauração de dentes despolpados não é o fato de o tratamento endodôntico enfraquecer o dente, mas sim a quantidade e a qualidade da estrutura dental remanescente 3,19. É fundamental a preservação da estrutura dental sadia, sendo necessário um cuidado especial na hora de selecionar a conduta restauradora mais eficaz para o tratamento desses dentes. No passado, pinos intrarradiculares eram considerados obrigatórios. Hoje em dia, as pesquisas têm nos apresentado resultados controversos em relação aos benefícios proporcionados pelos retentores intrarradiculares 7,8,9,10,11,12,19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29,30,31,32,33. O que não se questiona é a necessidade de se confeccionar uma restauração que propicie o restabelecimento das funções desse elemento dental. É fundamental ter em mente que nenhum material restaurador substitui o tecido dental com a mesma eficiência, o que nos obriga a selecionar uma técnica que seja, além de tudo, conservadora para a estrutura dental remanescente 19. Núcleos Metálicos Fundidos Não há dúvidas de que a técnica mais popular de construção de núcleos para dentes despolpados tem sido os núcleos metálicos fundidos. Vários pesquisadores como Bex et al. 9, Gelfand et al. 34, Hirschfeld e Stern 12 e Plasmans et al. 27 consideram que essa técnica preenche melhor os objetivos a que se destinam, pois estes núcleos são muito resistentes, versáteis e permitem uma melhor adaptação ao canal radicular. Não podemos também desprezar a larga experiência clínica que se tem com este método de reconstrução, pois desde o desenvolvimento do processo de fundição por meio de pressão pneumática por Taggart 35, em 1907, esses núcleos vêm sendo empregados. Contudo, essa forma de reconstrução apresenta algumas desvantagens, como a necessidade de maior número de sessões clínicas, envolvimento de procedimentos laboratoriais, custo mais elevado e remoção de maior quantidade de estrutura dental, dentre outras. Essa técnica envolve grande remoção de tecido dental sadio, pois, para que não se induza uma grande tensão na entrada do canal radicular, segundo Assif e Gorfil 8, é necessário que a porção coronária do núcleo abrace a raiz, envolvendo pelo menos 2mm da margem do remanescente, proporcionando o chamado efeito férula na tentativa de diminuir a incidência de fratura radicular. 394

5 REABILITAÇÃO ORAL previsibilidade e longevidade Segundo Assif et al. 20, esses núcleos metálicos fundidos não atendem às necessidades dos dentes despolpados, pois são feitos com metais que possuem um alto módulo de elasticidade, podendo induzir, portanto, a um elevado índice de fraturas radiculares, como se pode observar na Figura 01 A,B. Os núcleos fundidos são, e continuarão a ser por muito tempo, uma boa alternativa para a reconstrução dentária. Todavia, não podemos desprezar as inúmeras vantagens que o emprego de pinos pré-fabricados na construção de núcleos de preenchimento pode proporcionar, o que causou a diminuição do uso dos núcleos metálicos fundidos. 01A 01B Fig.01 A,B Incisivo superior fraturado devido ao efeito cunha de um núcleo metálico fundido. 395

6 Pinos pré-fabricados e núcleos de preenchimento Núcleos De Preenchimento Com a evolução das técnicas e dos materiais odontológicos, novas alternativas na reconstrução morfológica têm surgido. Uma técnica promissora tem sido proposta através dos núcleos de preenchimento, os quais são definidos como núcleos confeccionados com materiais restauradores plásticos (amálgama, resina composta ou cimento de ionômero de vidro), que têm como finalidade reconstituir elementos dentais que tiveram perda estrutural por cárie, tratamento endodôntico ou fraturas, podendo estar associados a pinos intradentinários, intrarradiculares, ou mesmo, dependendo do caso, sem auxílio de pinos 19. Essa técnica apresenta como vantagens em relação aos núcleos metálicos fundidos a preservação de maior quantidade de estrutura dental sadia, a economia de tempo para o paciente e o profissional, o baixo custo, a boa resistência, a dispensa de procedimentos laboratoriais e o melhor resultado estético quando empregamos principalmente as resinas compostas no preenchimento. Nas Figuras 02 e 03, podemos verificar um núcleo de preenchimento construído com resina composta, o que possibilitou um bom resultado estético ao receber um coroa total de porcelana pura. Talvez o principal benefício proporcionado pela utilização dos núcleos de preenchimento seja a conservação de tecido dental sadio, pois, como poderemos verificar melhor no decorrer deste capítulo, o desgaste dental se limita à remoção de tecido cariado, restaurações antigas, além do acesso e preparo do canal radicular para posterior cimentação do pino. Em muitos casos, pode ser necessária a indicação de uma forma de retenção adicional para o material empregado na reconstrução da morfologia dental, ou seja, no preenchimento. Essa forma de retenção é bem solucionada através da inserção de pinos pré-fabricados, que podem ser intradentinários ou intrarradiculares. A correta indicação, seleção e emprego dos pinos pré-fabricados, bem como dos materiais restauradores plásticos no preenchimento, são fatores imprescindíveis para o sucesso no emprego deste procedimento Fig.02 Primeiro molar inferior com núcleo de preenchimento de resina composta. Fig.03 Coroa de cerâmica pura cimentada. 396

7 REABILITAÇÃO ORAL previsibilidade e longevidade Pinos Intradentinários Os pinos intradentinários foram introduzidos em 1958 por Markley 36, que indicava a cimentação destes na dentina previamente à confecção de uma restauração complexa com amálgama que poderia, inclusive, segundo o autor, posteriormente servir de base para coroas de ouro ou mesmo como núcleos retentores de prótese fixa. Esse tipo de pino é empregado com sucesso em dentes polpados, mas nos despolpados sua indicação é mais limitada, pois, muitas vezes, a estrutura dental remanescente se encontra fragilizada pela perda de tecido, o que é comum após o tratamento endodôntico 11,37. Shillingburg et al. 6, afirmaram que a correta indicação e inserção desses retentores depende da presença de uma dentina sólida, e que se deve tomar cuidado para reduzir o risco de invadir a polpa ou atingir o ligamento periodontal. Caputo e Standlee 11 salientaram que estes pinos resistem bem às forças mastigatórias, mas não devem ser indicados para dentes tratados endodonticamente, sendo este fato corroborado por Dawson 37, que afirmou que, no caso dentes despolpados, uma retenção intrarradicular é preferível, pois ele vê grandes evidências de que pinos intradentinários induzem a um alto índice de microfraturas na dentina, devido à alta concentração de tensão que estes provocam. Portanto, acreditamos que a indicação destes pinos seja mais oportuna na reconstrução morfológica de dentes polpados, nos quais a presença de estrutura dental sadia é mais concreta. Entretanto, nos casos em que, por um motivo qualquer, a inserção de um pino no canal radicular de dentes sem vitalidade pulpar não seja viável, estes pinos podem ser indicados, mas com o cuidado especial na seleção do local a ser preparado para diminuir os riscos de insucessos. Atualmente, estão disponíveis pinos intradentinários em fibra de vidro para serem cimentados na dentina. Estes pinos apresentam como vantagem a estética, pois não necessitam de corantes ou opacificadores para serem mascarados, e a adesão a estrutura dental e aos materiais de preenchimento, conforme Figuras 04 a

8 Pinos pré-fabricados e núcleos de preenchimento Fig.04 Pinos intradentinários MICROPIN (Angelus). Fig.05 Dente 11 com fratura horizontal e grande perda de estrutura, porém, com vitalidade. Fig.06 Perfurações na dentina utilizando a broca Spiral Drill do kit. Fig.07 Pinos intradentinários de fibra de vidro sendo provados antes da cimentação. Fig.08 Reconstrução morfológica com resina composta. As massas de dentina são capazes de mascarar os pinos intradentinários de fibra de vidro, não sendo necessário o uso de corantes ou opacificadores. Fig.09 Aspecto final da restauração, com excelente resultado de forma, cor e textura superficial. 398

9 REABILITAÇÃO ORAL previsibilidade e longevidade Pinos Intrarradiculares A indicação dos materiais restauradores plásticos na construção de núcleos de preenchimento muitas vezes tem sido feita em associação ao uso de pinos intrarradiculares pré-fabricados. A literatura define duas funções principais para esses pinos: 1. Propiciar retenção para o material de preenchimento que substituirá a estrutura dental sadia; 2. Aumentar a resistência do dente contra fraturas, distribuindo as forças ao longo da raiz (o que gera controvérsias) 4,6,19. Os trabalhos de Albuquerque et al. 19 e Guzy e Nicholls 10 avaliaram a resistência de dentes tratados endodonticamente com ou sem pinos, concluindo que estes não aumentaram a resistência dos dentes. Em um estudo clínico, Ross 38 não encontrou evidências para afirmar que um pino intrarradicular realmente reforça um dente. Trope et al. 32 concluíram que a preparação de um canal para receber um pino enfraquece seriamente a raiz, o que não é recompensado pela introdução deste pino. Plasmans et al. 27 também não encontraram diferença estatística entre núcleos de resina composta com e sem pinos e consideram, ainda, que um pino pode ser necessário para a retenção da resina composta como material de núcleo, mas pode levar a uma fratura dental não passível de ser reparada. Portanto, podemos concluir que os pinos intrarradiculares não eliminam os riscos de uma fratura radicular. Eles podem, em dentes com a porção coronária debilitada, reforçar esta região, conduzindo parte das tensões recebidas pela coroa às raízes destes, diminuindo os riscos de uma fratura coronária. Christian et al. 39 encontraram um aumento de cerca de 15% na resistência de coroas debilitadas após a colocação de um pino intrarradicular, sendo que Kern et al. 40 conseguiram uma elevação de 48% na resistência às forças laterais nesta porção coronária. Por tudo isto, a indicação de um pino intrarradicular deve ser feita com critério, pois temos que analisar a necessidade ou não de sua colocação, por haver riscos envolvidos no preparo de um canal para receber esse pino. Pinos Intrarradiculares Em Dentes Anteriores Outro fator que devemos igualmente levar em conta é a localização do dente no arco dentário. Nos dentes anteriores, incisivos ou caninos, as forças que incidem nas suas coroas são, predomi- 399

10 Pinos pré-fabricados e núcleos de preenchimento nantemente, de cisalhamento 3,8,41. Como já foi comentado anteriormente, apesar de uma série de trabalhos mostrarem que pinos intrarradiculares não reforçam esses dentes contra fraturas, a indicação de um pino nessa região é mais frequente devido à menor presença de estrutura dental, quando comparados aos dentes posteriores, além de possuírem um volume menor de câmara pulpar, que é uma importante estrutura capaz de fornecer retenção ao material de preenchimento. Na maioria dos casos, somente poderemos ter certeza da necessidade ou não da colocação do pino após termos removido todo o tecido cariado ou as restaurações antigas, para então analisarmos a quantidade e a qualidade do remanescente dental, com o intuito de determinar se haverá ou não a necessidade de prover retenção adicional para o material de preenchimento e reforço para a porção coronária deste elemento dental. Outro fator primordial a ser levado em consideração é o tipo de restauração que esse dente receberá. Em muitos casos, nos quais se tem um bom remanescente coronário, a simples restauração com resina composta restaura satisfatoriamente. Entretanto, se indicarmos uma faceta estética ou uma coroa total, haverá a necessidade de remoção de estrutura dental adicional, o que enfraquecerá mais ainda esse dente, nos levando a indicar uma retenção intrarradicular na busca de prover sustentação ao material restaurador. Pinos Intrarradiculares Em Dentes Posteriores Nos dentes posteriores, os critérios na prescrição de pinos são mais claros. Segundo Summitt 41, as cargas que incidem sobre os molares são, na maioria das vezes, de compressão. Como nesses elementos dentários há mais estrutura dental disponível, a indicação desses pinos é menos frequente, inclusive quando da confecção posterior de restaurações indiretas, devido à presença de maior volume de câmara pulpar nestes dentes em relação aos anteriores. No caso de ser necessária a inserção do pino, na maioria das vezes um único pino já seria o bastante. Em molares superiores, também é possível colocar um pino no canal palatino e, em molares inferiores, no conduto distal, por serem estes mais amplos e de mais fácil acesso. Sorensen 30 sempre indica esses pinos quando o dente a ser restaurado servirá de apoio para uma prótese parcial removível, devido ao tipo de carga que a PPR gera nesse elemento dental. Em prémolares, é um pouco mais polêmico o critério utilizado para se indicar ou não um pino. Nesses dentes, o tipo de carga que incide é tanto de compressão como de cisalhamento. Ele possui um colo cervical muito estreito em relação à coroa clínica, além de uma câmara pulpar pouco ampla, o que torna a necessidade de se colocar pinos intrarradiculares mais frequente do que em molares

11 REABILITAÇÃO ORAL previsibilidade e longevidade classificação Dos Pinos Pré-FabricaDos Hoje em dia, encontramos disponíveis uma grande variedade de pinos intrarradiculares préfabricados com as mais diferentes configurações e materiais de confecção. Cada tipo de pino tem sua característica própria, o que torna importante classificá-los para facilitar a sua seleção. Forma anatômica Dos Pinos Um pino intrarradicular pode ser dividido didaticamente em porção coronária e radicular. Certamente, a porção radicular é responsável pela retenção do pino ao conduto radicular e a porção coronária se encarrega de proporcionar interação com o material plástico empregado na reconstrução morfológica. Quando nos referimos à classificação da forma anatômica dos pinos, estamos nos referindo à forma da sua porção radicular. Os pinos podem ser cônicos, de dupla conicidade, cilíndricos, cilíndricos com dois estágios e cilíndricos com extremidade cônica. A escolha por um determinado formato é feita levando-se em consideração a necessidade de retenção e a anatomia do canal radicular. A Figura 10 mostra diferentes pinos, dos mais variados materiais e formas. A B C D E F G H I J K L M Fig.10 Pinos intrarradiculares de diferentes materiais: aço inoxidável (B e F), titânio (A, C, D e E), fibras de vidro (G, I, K e M) e fibras de carbono (H, J e L). Quanto à forma, temos pinos cônicos (G), cilíndricos lisos (H), cilíndricos serrilhados (I e J), cilíndricos de dois estágios (K e L) e cônicos de dois estágios (M). 401

12 Pinos pré-fabricados e núcleos de preenchimento Os pinos cônicos têm na remoção mínima de estrutura dental sua principal vantagem, devido à semelhança anatômica entre o pino e o canal radicular 42. Pequena retenção e o efeito cunha são considerados suas maiores desvantagens. São considerados suas maiores desvantagens a menor retenção e o efeito cunha. A fim de solucionar a questão da retenção, indica-se o emprego de um pino de maior comprimento ou o emprego de técnica de cimentação adesiva. O efeito cunha, devido à concentração de tensão interna gerada quando o elemento dental é colocado em função, é responsável por possíveis fraturas radiculares. Contudo, os pinos cônicos apresentam uma considerável vantagem que é a sua adaptação ao conduto radicular, devido à sua forma anatômica ser mais próxima da maioria dos canais. De acordo com trabalhos de Sorensen 31, quanto mais bem adaptado o pino estiver ao canal radicular, mais resistência ele conferirá à raiz deste dente. Os pinos cilíndricos apresentam maior retenção que os pinos cônicos, porém, na busca de uma melhor adaptação, podem exigir maior desgaste de estrutura dental, com maior risco de perfurações radiculares no terço apical 42. Apesar do maior desgaste de estrutura, eles apresentam menor risco de fratura radicular, uma vez que propiciam uma melhor distribuição de tensões ao longo do canal radicular, segundo Albuquerque 3. No que se refere à facilidade da técnica empregada, os pinos paralelos podem ser considerados ligeiramente mais complexos devido ao risco de remoção excessiva de estrutura dentinária próxima à extremidade apical do pino radicular 42. Pinos paralelos com extremidade cônica foram então desenvolvidos com o objetivo de associar as vantagens das duas formas anteriores, isto é, associar a retenção dos pinos paralelos com a preservação da estrutura inerente à inserção de um pino cônico. O pino cilíndrico de dois estágios foi desenvolvido com o objetivo de proporcionar uma maior preservação da estrutura dentária. Este pino apresenta um diâmetro maior na porção correspondente à região cervical da raiz, e um diâmetro menor na correspondente ao ápice radicular. Configuração Superficial Quanto à configuração de superfície, os pinos podem ser lisos, serrilhados ou rosqueáveis. Os pinos metálicos são disponíveis na configuração serrilhada e rosqueável, enquanto os pinos não metálicos podem ser lisos ou serrilhados. Deve-se dar preferência aos pinos serrilhados devido à sua maior retenção que os lisos. Os pinos passivos não se adaptam à dentina diretamente durante a prova ou inserção, e caracterizam-se por induzir mínima tensão sobre o dente e pela facilidade de inserção. O preparo da superfície do pino para cimentação é indicado para aumentar a rugosidade superficial e, consequentemente, a retenção, podendo ser realizada através de jateamento com óxido de alumínio (50 µm) 43. Os pinos ativos são rosqueados às paredes da dentina do canal radicular, o que determina uma retenção significativamente superior aos pinos passivos. São indicados para restauração de dentes com raízes curtas, espaços reduzidos para pino e nos casos onde é exigida grande retenção radicular 42. Devido ao fato de a tensão ser gerada na dentina, o risco de fratura é aumentado, exigindo cuidados especiais em sua cimentação. Durante a cimentação, indica-se retornar ¼ de volta após o travamento do pino, visando minimizar a tensão residual sobre as estruturas dentinárias. 402

13 REABILITAÇÃO ORAL previsibilidade e longevidade Material De Confecção Dos Pinos Quanto ao material com o qual são confeccionados, os pinos podem ser classificados como metálicos ou não metálicos. Os pinos metálicos podem ser de titânio ou aço inoxidável, enquanto os não metálicos podem ser subclassificados como não estéticos, que são os de fibras de carbono, e em estéticos, que podem ser de fibras de carbono revestidos com fibras de quartzo, fibras de vidro ou de dióxido de zircônio. A tabela 01 mostra os diferentes parâmetros de classificação dos pinos pré-fabricados. Pinos metálicos: estes pinos possuem a vantagem de serem rígidos, de baixo custo, não requerem técnicas e nem cimentos especiais na sua fixação, larga experiência clínica nas várias décadas em que já são empregados pela Odontologia e apresentam uma excelente radiopacidade. Na Figura 11, temos uma radiografia na qual podemos verificar a maior radiopacidade dos pinos de aço inoxidável e titânio sobre os pinos de fibra de carbono e vidro. Como desvantagens destes retentores metálicos, podemos citar a ausência de estética, a possibilidade de sofrerem corrosão, o alto módulo de elasticidade e o fato de não serem adesivos. PARÂMETROS Forma Anatômica Configuração Superficial Material de Confecção CLASSIFICAÇÃO Conicidade única Dupla conicidade Cilíndricos (paralelos) Cilíndricos com dois estágios Cilíndricos com extremidade cônica Lisos Serrilhados Rosqueáveis Titânio Metálicos Aço Inoxidável Não estéticos Não Metálicos Estéticos Fibras de carbono Fibras de vidro ou quartzo Fibras de carbono revestidas de vidro ou quartzo Dióxido de zircônio Tab. 01 Parâmetros de classificação dos pinos pré-fabricados. 403

14 Pinos pré-fabricados e núcleos de preenchimento Um cuidado que pode ser interessante na construção de um núcleo de preenchimento com resina composta ou cimento de ionômero de vidro, empregando estes retentores metálicos, é procurar manter o pino envolvido com o material de preenchimento. Este procedimento visa evitar o contato do pino metálico com a restauração indireta definitiva, o que poderia transferir tensões da coroa para a raiz do dente, possibilitando, no futuro, um risco maior de fratura radicular. Pinos de fibras de carbono: apresentam vantagens quando comparados aos sistemas de pinos metálicos, como adesão à estrutura dentária, módulo de elasticidade próximo ao da dentina, resistência à corrosão e, segundo o fabricante, maior facilidade de serem removidos do canal, quando necessário. Como desvantagens, podemos citar sua coloração escura, que pode comprometer a estética, experiência clínica menor do que os metálicos e sua menor radiopacidade, como podemos verificar na Figura Fig.11 Radiografia dos pinos mostrados na Figura 10, mostrando diferentes radiopacidades dos pinos intrarradiculares. A maior radiopacidade é apresentada pelos pinos de aço inoxidável (B e F), seguidos pelos de titânio (A, C, D e E). Os pinos de fibras apresentam baixa radiopacidade, com exceção do pino Rebilda (M), que apresenta uma radiopacidade intermediária. 404

15 REABILITAÇÃO ORAL previsibilidade e longevidade Apesar de ser bastante divulgado por alguns trabalhos e através de dados fornecidos pelo fabricante de que estes sistemas de pinos possuem um módulo de elasticidade semelhante ao da estrutura dentária, é importante salientarmos que, diferentemente dos pinos de titânio e aço inoxidável, que são isotrópicos, estes pinos, assim como todos aqueles confeccionados em fibras, são anisotrópicos, ou seja, as propriedades do material dependerão do ângulo de aplicação do carregamento. Por exemplo, o módulo de elasticidade da dentina é de 18,6 GPa, enquanto o do pino de fibra de carbono é de cerca de 13,5, quando se emprega uma carga a 45º do longo eixo do pino 2. Já quando se emprega uma carga a 10º em relação ao longo eixo do pino, este módulo de elasticidade pode ser cinco vezes maior, ou seja, chegar a um valor próximo de 75 GPa. Em relação ao fato de serem escuros, o revestimento destes pinos com fibras de quartzo ou de vidro proporciona uma solução, o que conferiu a estes pinos melhores características óticas sem perder suas boas qualidades. Um aspecto importante que tem sido apresentado por alguns testes laboratoriais, podendo ser comprovado através de avaliações clínicas, é a característica de falhas destes sistemas. Quando um pino metálico ou mesmo um núcleo metálico fundido falham, o que se observa é que a raiz normalmente fratura, podendo condenar o dente a uma exodontia. Já quando um núcleo de preenchimento com pino de fibra de carbono falha, o que na maioria das vezes ocorre é a fratura do pino ou do material de preenchimento ou mesmo a soltura deste pino, o que ainda possibilita um reparo ou uma nova restauração 44. Pinos de fibras de vidro ou fibras de quartzo: atualmente são amplamente utilizados por serem estéticos e mais baratos que os pinos de fibras de carbono e pela suposta capacidade de transmissão de luz. No entanto, vale salientar que os pinos de fibras de carbono apresentam uma resistência flexural 50% maior que os pinos de fibras de vidro. Além disso, no trabalho de Morgan et al. 45, nenhum pino de fibra de vidro foi capaz de conduzir a luz de maneira eficiente até a região apical dos mesmos, sendo necessário o uso de sistema adesivo e cimentos de cura química. Pinos de dióxido de zircônio: este sistema de retentores intrarradiculares foi primeiramente apresentado por Luthy em Ele é composto por 94,9% de dióxido de zircônio, com a adição de 5,1% de óxido de ítrio, o que resultou em uma cerâmica parcialmente estabilizada (YPSZ), proporcionando um material com alta resistência à fratura. Como vantagens, citamos a sua excelente estética, radiopacidade, não sofrem corrosão, adesividade, alta rigidez, podendo ser empregados tanto pela forma direta quanto indireta, associados às cerâmicas fundidas e injetadas. Em relação às suas desvantagens, salientamos o seu alto módulo de elasticidade, maior do que pinos metálicos, muito duros de serem cortados ou preparados, difíceis de serem removidos do canal radicular se este procedimento for necessário, alto custo e o fato de não serem passíveis de condicionamento com ácido fluorídrico, o que proporciona uma adesão mais baixa às resinas compostas empregadas no preenchimento. Devido a estes problemas, associados ao alto custo, os pinos de dióxido de zircônio têm caído em desuso pelos profissionais. 405

16 Pinos pré-fabricados e núcleos de preenchimento Procedimentos Clínicos Recomendados Para Seleção e Preparação de um Pino Intrarradicular 1. De posse de uma boa radiografia periapical, selecione o pino de acordo com o diâmetro, comprimento e forma do canal radicular. Alguns kits possuem um gabarito transparente com o perfil dos pinos, que deve ser posicionado sobre a radiografia em um negatoscópio, para permitir a escolha do pino a ser empregado. O pino não deve ficar frouxo no canal, o qual também não deve ser ampliado desnecessariamente para adaptar um pino com diâmetro largo. A retenção desses pinos não depende do seu diâmetro, mas sim do seu comprimento e de sua correta adaptação Os pinos não devem ter o seu diâmetro desgastado para possibilitar o seu assentamento. Escolha um kit que possua a fresa específica para o preparo do canal que receberá o pino selecionado. Este cuidado proporcionará uma melhor adaptação do pino ao conduto radicular. 3. Não introduza a fresa diretamente no canal radicular. Antes, desobstrua o conduto com um instrumento endodôntico aquecido, removendo o material obturador. Esse procedimento diminuirá o risco de perfurações radiculares, pois o próprio canal guiará a fresa durante a preparação. 4. Alguns kits de pinos vêm com uma fresa de preparo inicial, acompanhada de outra que confere a anatomia final ao canal. Não deixe de empregá-las na sequência recomendada. Ao usar os kits que não contêm essas fresas, penetre primeiro com uma de calibre inferior. Isso facilitará a penetração da fresa específica para o preparo do pino selecionado. 5. Na preparação do canal, deixe pelo menos 4mm de material obturador no ápice radicular. Esse cuidado reduzirá a possibilidade de, inadvertidamente, desobturarmos um delta apical, o que poderá induzir a uma alteração periapical. 6. Em dentes multirradiculares, se apenas um pino for necessário, selecione o canal mais amplo e reto, o que facilitará o preparo e a cimentação. 7. No caso de dúvidas durante o preparo do canal, em relação à correta direção que a fresa está caminhando, não hesite em realizar um exame radiográfico para ter segurança de que a raiz não será perfurada. 8. Verifique se o contra-ângulo empregado não está vibrando em excesso, fato que pode alargar desnecessariamente o canal radicular, dificultando uma boa adaptação do pino. 9. No caso de dentes que tenham perdido muito tecido dentário coronário, selecione um kit de pinos adesivos ou pinos metálicos que possuam a sua porção coronária mais ampla. Eles proporcionam uma maior retenção para o material a ser empregado no preenchimento. 10. Faça toda a preparação, de preferência, com isolamento absoluto do campo operatório. O lençol de borracha, além de proporcionar um campo visual mais favorável, afastando língua, bochecha e saliva, dentre outras vantagens, diminui o risco de contaminação do canal, além de acidentes como a aspiração ou a ingestão de algum material, como fresas ou pinos. 406

17 REABILITAÇÃO ORAL previsibilidade e longevidade Cimentação dos Pinos Intrarradiculares Pré-Fabricados Um cuidado especial deve ser dado a uma adequada técnica de cimentação destes pinos. Para a fixação, dispomos dos cimentos de fosfato de zinco, ionômero de vidro e dos cimentos resinosos. Na cimentação de pinos metálicos, desde que estejam bem adaptados ao canal radicular, o cimento de fosfato de zinco ou ionômero de vidro têm sido os materiais mais empregados. O cimento de fosfato de zinco, devido ao seu baixo custo e sua facilidade de manipulação, tem funcionado com alto grau de sucesso ao longo dos anos. Não existe um cimento que preencha todos os requisitos necessários para que seja o ideal em todos os tipos de cimentação. Uma propriedade importante para os cimentos é a sua capacidade de selamento do canal radicular. Segundo Wu 48, o agente cimentante deve ser capaz de promover um selamento comparável ao do material usado na obturação do canal radicular. Os cimentos resinosos têm conquistado muita popularidade nos dias de hoje. Em relação aos pinos não metálicos, nos parece mais acertada a seleção dos cimentos resinosos como agentes de escolha na sua fixação. Entretanto, a literatura ainda não chegou a um consenso em relação à técnica ideal de cimentação quando se empregam cimentos resinosos. Apesar dos enormes benefícios proporcionados pelos procedimentos adesivos, estes têm de ser vistos com alguma ressalva, pois trabalhos apresentam resultados contraditórios em relação ao comportamento das diversas opções de agentes cimentantes. Publicações nem sempre têm conferido os melhores resultados aos cimentos resinosos. Pesquisadores têm relacionado esse comportamento à presença de eugenol residual no interior do canal, advindo do cimento normalmente empregado na obturação do canal radicular. Este eugenol residual remanescente do cimento obturador, cuja remoção muitas vezes não é seguramente completa, prejudica o condicionamento ácido da dentina, além de interferir no grau de polimerização do cimento resinoso. Uma sugestão interessante, no caso de se indicar um tratamento endodôntico em um dente que receberá um pino intrarradicular, é planejar junto ao Endodontista a possibilidade de se empregar um cimento obturador que não tenha esse componente. Como exemplo de marcas comerciais de cimentos obturadores de canais radiculares sem eugenol, podemos citar o MTA FILLAPEX (Angelus), Ah plus (Dentsply), Sealapex (Keer) e Sealer 26 (Dentsply). Outros inconvenientes atribuídos aos cimentos resinosos são a complexidade e a sensibilidade da técnica, pois um número significativo de passos clínicos são necessários. Esses materiais apresentam como um de seus maiores desafios a obtenção de adequada polimerização nos terços médio e apical. Vários trabalhos mostraram que os cimentos classificados como Dual nem sempre apresentam adequada polimerização na ausência de luz. Por isso, nos parece mais seguro a escolha de adesivos dentinários quimicamente polimerizáveis associados a cimentos resinosos igualmente de cura química em detrimento aos mesmos fotopolimerizáveis ou de dupla ativação (cimentos duais). Como exemplo de marcas comerciais de adesivos dentinários que possuem reação de presa química, podemos citar: All Bond II (BISCO), Scoth- Bond Multi Purpose Plus (3M-ESPE), Alloy Bond ou LOK (SDI), Fusion Duralink (Angelus). Em relação aos cimentos resinosos quimicamente polimerizáveis, podemos relacionar: C&B (Bisco), Hi-X (Bisco), Cement Post (Angelus), Multilink Speed 407

18 Pinos pré-fabricados e núcleos de preenchimento e SpeedCEM (Ivoclar Vivadent). Indicam-se os componentes adesivos com reação de presa química devido ao fato de que a luz pode não atingir adequadamente toda a extensão do canal, o que conduz a uma hibridização inadequada de grande parte do conduto, além de uma incompleta conversão dos monômeros, mesmo quando se empregam cimentos duais, que têm na sua composição uma pequena quantidade de monômeros fotossensíveis. Ferrari et al. 49 encontraram uma hibridização mais eficiente nos dois terços coronários do canal e uma presença maior de fendas no terço apical. No estudo de Morgan et al. 45 nenhum pino conseguiu transmitir a luz de maneira satisfatória ao terço apical, não proporcionando a intensidade de energia mínima para a polimerização dos cimentos resinosos. Outro fator que dificulta a obtenção da adesão é a morfologia diferenciada da dentina radicular. O terço cervical se aproxima das características da dentina coronária. À medida que nos aprofundamos para os terços médio e apical, temos uma diminuição das fibras colágenas e da densidade tubular, dificultando os processos de condicionamento ácido e hibridização, conforme as Figuras 12 e 13 A,B. Dentina Terço Cervical Cervical 13A Dentina Terço Médio 12 Dentina Terço Apical Apical 13B Fig.12 Esquema demonstrando a diminuição da densidade tubular à medida que nos aproximamos da região apical da raiz. Fig.13 A,B Microscopia eletrônica de varredura evidenciando as diferenças morfológicas na dentina das regiões cervical e apical da raiz. 408

19 REABILITAÇÃO ORAL previsibilidade e longevidade Por tudo isso, ainda é necessária uma avaliação mais criteriosa em relação aos reais benefícios do emprego dos cimentos resinosos na cimentação de pinos pré-fabricados. Se o pino intrarradicular for selecionado com o comprimento e a adaptação adequada, outros tipos de cimentos podem ser escolhidos com segurança, pois, além do benefício de ser mais fácil e simples de ser empregado, o custo é bem mais baixo. Dentro desta filosofia, o cimento de ionômero de vidro tem sido utilizado com sucesso para a cimentação de pinos de fibras de vidro e carbono. A eventual perda na força de retenção deste cimento é compensada pela facilidade de uso e diminuição das variáveis que dificultam a obtenção da excelência em adesão 50. Atualmente, uma nova categoria de materiais tem se mostrado promissora para a cimentação de pinos intrarradiculares não metálicos: são os cimentos autoadesivos. São cimentos resinosos de cura Dual, que mantêm as boas propriedades, tais como insolubilidade, resistência flexural e maior retenção, porém, sem a necessidade de condicionamento da dentina ou mesmo de aplicação de adesivo. Estas características nos permitem ter a retenção e a resistência dos cimentos resinosos convencionais, com a facilidade de uso e a simplicidade de técnica dos cimentos de ionômero de vidro e fosfato de zinco. As marcas comerciais mais conhecidas são RelyX Unicem e RelyX U-100 (3M- ESPE), Set (SDI) e Bifix SE (VOCO). Como são materiais relativamente novos no mercado, os estudos científicos ainda não foram conclusivos quanto ao seu desempenho ao longo dos anos, porém, os resultados iniciais são animadores. É importante sempre lembrarmos que o cimento empregado não dispensa uma boa adaptação do pino ao conduto radicular. O mais importante do cimento é que ele preencha o espaço entre o pino e a parede do canal, proporcionando uma retenção friccional. Devemos ter em mente que, segundo Summit et al. 41, nenhum cimento atualmente disponível tem a capacidade de corrigir preparo e instalação incorretos de um pino intrarradicular. Outro fator importante a ser lembrado na cimentação é o tratamento da superfície do pino antes de sua fixação. Alguns clínicos têm relatado problemas relacionados à soltura dos pinos de fibras, mesmo após terem sido cimentados de forma adesiva 43. Além de fatores ligados ao tratamento da dentina ou à seleção de um adesivo dentinário, bem como de um cimento resinoso quimicamente polimerizáveis, falhas de adesão à superfície dos pinos também têm sido verificadas. Essas falhas podem ser diminuídas se tivermos o cuidado de asperizarmos a superfície dos pinos de fibras com um leve jato de óxido de alumínio antes da aplicação do sistema adesivo. Esse jateamento deve ser feito com cuidado para não danificar os pinos. 409

20 Pinos pré-fabricados e núcleos de preenchimento Procedimentos Clínicos Recomendados para Cimentação dos Pinos Intrarradiculares 1. A cimentação, tanto a convencional como principalmente a adesiva, deve ser feita preferencialmente sob isolamento absoluto do campo operatório, pois é um meio seguro quanto ao risco de contaminação da superfície pela saliva, que pode interferir de forma negativa, principalmente em procedimentos que envolvem adesão. 2. Após a preparação do canal radicular, teste o pino para não correr o risco deste não assentar adequadamente no momento de sua cimentação. Deve-se decidir se o pino será cortado neste momento ou apenas no final do procedimento. 3. Após o término da preparação do conduto radicular, é interessante realizar uma assepsia do canal radicular previamente à cimentação. Alguns autores têm sugerido o emprego de uma solução de Digluconatode Clorexidina a 2% por dois minutos para produzir a desinfecção do canal, exceto quando utilizarmos os cimentos RelyX Unicem e U100 (3M ESPE), pois a clorexidina inibe a polimerização destes materiais. Quando o cimento a ser empregado é o fosfato de zinco, o emprego do Cavidry é uma boa alternativa, conforme foi apresentado no trabalho de Tanomaru 51, no qual este cimento promoveu uma maior resistência à tração aos núcleos metálicos fundidos. 4. A cimentação adesiva deve ser feita a quatro mãos, pois as aplicações do adesivo e do cimento devem ser feitas ao mesmo tempo para não corrermos o risco de, ao introduzir o pino no interior do conduto, o adesivo estar polimerizado, impedindo a inserção deste pino. 5. A inserção do cimento no interior do canal preparado deve ser feita com uma ponta de agulha da seringa Centrix (Centrix). Apesar de ser contraindicado por muitos fabricantes, nossa experiência clínica demonstrou ser satisfatório o uso de uma ponta espiral do tipo lentulo para permitir que o cimento preencha todo o conduto, diminuindo inclusive a inclusão de bolhas. O possível calor gerado por esta ponta, que poderia acelerar o processo de presa do cimento, é minimizado com a redução da velocidade de contra-ângulo. Além disso, devemos pincelar o cimento no pino para proporcionar um melhor contato entre eles. 6. No caso do emprego de pinos pré-fabricados metálicos rosqueáveis, estes devem ser cimentados no canal radicular de forma passiva, ou seja, após o rosqueamento, ao travar, retorne 1/4 de volta para que o pino não seja cimentado sob tensão, o que pode levar a uma fratura radicular no futuro. 7. Um cuidado especial também deve ser tomado ao se manipular o cimento de fosfato de zinco na cimentação de pinos metálicos. O emprego de uma placa de vidro resfriada, bem como a espatulação envolvendo a maior área desta placa, proporcionará boas propriedades mecânicas ao cimento, além de uma fluidez adequada

21 REABILITAÇÃO ORAL previsibilidade e longevidade 8. O jateamento da superfície dos pinos metálicos e não metálicos pode ser interessante para aumentar a área de superfície destes retentores, o que proporciona um maior embricamento dos pinos aos agentes cimentantes. 9. Um fator igualmente importante a ser salientado a respeito de uma cimentação adesiva é um tratamento correto do substrato dentinário. Devemos respeitar, da mesma forma como fazemos durante uma restauração adesiva convencional, o tempo de condicionamento ácido e da manutenção desta dentina úmida para uma hibridização satisfatória. Para tanto, é necessário o uso, após a lavagem da solução ácida, de um cone de papel absorvente na secagem do conduto radicular, pois apenas a utilização de jatos de ar pode ressecar a dentina coronária, possibilitando ainda o acúmulo de água no interior do canal. 10. Remova os excessos de cimento que cobrem o pino e a superfície dentária. Devemos fazêlo, pois isso prejudica a adesão do material de preenchimento à dentina e a penetração nas reentrâncias do pino, prejudicando a retenção entre eles. É mais fácil remover o excesso de cimento ainda quando este não tomou presa Fig.14 Paciente apresentando o dente 11 com tratamento endodôntico, alteração de cor e restauração inadequada. Fig.15 Após a consulta inicial, a paciente retornou com o dente 11 fraturado. Fig.16 Após realização do retratamento endodôntico, iniciou-se a fase restauradora. Como a paciente apresentava remanescente com mais de 2mm de estrutura, foi indicado o uso de pino pré-fabricado de fibras de vidro. Fig.17 Isolamento absoluto e visualização do conduto radicular. 411

22 Pinos pré-fabricados e núcleos de preenchimento Fig.18 Adequação do canal radicular com broca específica para o pino selecionado. Fig.19 Prova do pino antes da cimentação. Fig.20 Aplicação de adesivo autocondicionante quimicamente ativado (Multilink Ivoclar Vivadent). Fig.21 Pino cimentado com cimento quimicamente ativado ( Multilink Ivoclar Vivadent). Fig.22 Reconstrução morfológica com resina composta opaca, simulando a dentina. Fig.23 Aspecto final do preparo, pronto para cimentação. Fig.24 Condicionamento ácido por 15 segundos. Fig.25 Lavagem do ácido, previamente à aplicação do sistema adesivo. Fig.26 Cimentação de coroa de porcelana pura. Fig.27 Visão frontal do sorriso após cimentação. Fig.28 Visão lateral da coroa e dos dentes naturais. 412

23 REABILITAÇÃO ORAL previsibilidade e longevidade Materiais para Preenchimento Outro componente importante na construção de um núcleo de preenchimento é o material empregado na reconstrução morfológica do dente. Esta reconstrução é importante, não somente no intuito de prover sustentação e retenção para o material restaurador indireto, como também na distribuição das tensões, distribuindo-as mais homogeneamente ao redor do remanescente dentário. O material de preenchimento também isola o pino intrarradicular da coroa, diminuindo a incidência de carga desta coroa para a raiz. Para tanto, é interessante que ao empregar um pino intrarradicular metálico, este esteja coberto com o preenchimento, o que muitas vezes não é possível, principalmente quando empregamos pinos com a sua porção coronária muito ampla. Vários materiais têm se mostrado eficazes na construção de núcleos de preenchimento. Técnicas empregando amálgama, resina composta ou cimento de ionômero de vidro têm sido largamente descritas na literatura 52. Amálgama: o primeiro material a ser empregado foi o amálgama, que apresenta como vantagens boa estabilidade dimensional, menor microinfiltração marginal e boa resistência à tração e à compressão. Outra vantagem do uso do amálgama é o seu contraste em relação à estrutura dentária, o que facilita muito o preparo cavitário. Como desvantagens, registramos a ausência de estética e a falta de adesão à estrutura dental. Ao selecionarmos o amálgama no preenchimento, é importante avaliarmos qual liga odontológica empregaremos na futura restauração metálica fundida, não devemos indicar um metal que não tenha compatibilidade química com esse material de reconstrução. Outro inconveniente do amálgama é que, para que ele tenha uma adequada resistência mecânica, devemos aguardar a sua cristalização, situação que contraindica um preparo cavitário na mesma sessão. Com a grande popularidade alcançada pela odontologia estética, a escolha do amálgama como material de preenchimento tem sido cada vez mais restrita, pois, em alguns casos, ele pode influenciar na coloração dos dentes ou dos materiais restauradores estéticos cimentados sobre ele. Resinas compostas: outro material que ganhou muita popularidade mais recentemente, devido principalmente à evolução dos procedimentos adesivos à dentina, é a resina composta. Como vantagens, podemos relacionar sua fácil manipulação, polimerização imediata, ótima resistência mecânica, além de adesão à estrutura dentária e excelente estética. Por outro lado, as desvantagens estão relacionadas à sua instabilidade dimensional, que possibilita uma contração de polimerização, e ao coeficiente de expansão térmica diferente da estrutura dental. Muitos clínicos têm se queixado de restaurações cimentadas convencionalmente sobre núcleos de resina que se soltaram. O fator que pode interferir na retenção de restaurações indiretas pode ser a absorção de água do cimento de fosfato de zinco ou de ionômero de vidro, muito empregados na cimentação. Este problema está ligado à expansão higroscópica das resinas, que poderia absorver umidade destes cimentos, possibilitando alguma dissolução destes. O ideal, ao se indicar este material, é utilizá-lo para a reconstrução de todo o dente, mantendo-o como restauração provisória. Assim, a resina empregada como preenchimento sofreria contato com a 413

24 Pinos pré-fabricados e núcleos de preenchimento umidade do ambiente bucal, o que possibilitaria pelo menos alguma expansão higroscópica da resina, postergando o preparo cavitário para alguns dias depois. No preenchimento para o qual se escolheu a resina composta, esta pode ser de polimerização química ou física. Em dentes posteriores onde porventura temos dúvidas em relação ao acesso da luz fotoativadora, podem-se empregar resinas quimicamente polimerizáveis nos primeiros incrementos, terminando com resina composta fotopolimerizável nos últimos, o que facilita, inclusive, a escultura final 26. Um cuidado especial deve ser tomado em relação ao término cavo superficial, principalmente na parede gengival da caixa proximal. Muitas vezes, ao se empregar uma resina com a cor semelhante à do dente, fica difícil de distinguir entre esse material restaurador e estrutura dentária. Pode ser interessante empregarmos um compósito com uma cor contrastante em relação ao dente para facilitar o acabamento. O término cavo superficial deve ser em dente, e não em material de preenchimento. Em relação às propriedades mecânicas da resina composta, Albuquerque et al. 19 compararam esta ao amálgama e ao cimento de ionômero de vidro. Ao final do estudo, eles puderam concluir que a resina foi consideravelmente o material mais resistente. Segundo Yagadish e Yogesh 53, nenhum material restaurador proporciona adesão à estrutura como os compósitos. Tjan et al. 54 concluíram que núcleos com estes materiais são mais resistentes e que possuem menor tendência à propagação de trincas do que outros materiais, como o amálgama. Cohen et al. 22 salientam ainda que o amálgama é mais frágil, necessitando de maior volume, e que é enfraquecido pela presença de pinos. Foram lançados recentemente no mercado núcleos préfabricados de resina e fibras de vidro (Refor-Core Angelus). Seu pouco tempo de uso ainda não nos permite verificar sua longevidade, mas é sem dúvida uma opção para casos anteriores e posteriores que necessitem de grandes reconstruções, uma vez que as fibras de vidro dão mais resistência ao material de preenchimento. Cimento de ionômero de vidro: desde o princípio da década de 70, outro material tem sido indicado para reconstrução com núcleos de preenchimento. O cimento de ionômero de vidro foi desenvolvido após estudos de Wilson e Kent 55. Apresenta propriedades interessantes, como adesão à estrutura dental, relativa biocompatibilidade com a polpa, coeficiente de expansão térmica semelhante ao do tecido dental, além da liberação de flúor. Entretanto, alguns artigos têm sido cautelosos na indicação desse material, principalmente em reconstruções maiores, pois ele possui baixas propriedades mecânicas, principalmente no que diz respeito a sua resistência à tração. Por este motivo Huysmans et al. 24 salientam que o seu uso deve ser com critério e Brandal et al. 21 contraindicam o seu uso em dentes anteriores. Portanto, talvez a indicação do cimento de ionômero de vidro se restrinja a dentes posteriores que possuam pelo menos 40% de estrutura dentária sadia, conforme proposto por Phillips

25 REABILITAÇÃO ORAL previsibilidade e longevidade Fig.29 Caso gentilmente cedido pelo Prof. Dr. João Carlos Gomes. Dente 21 fraturado, porém, com mais de 2mm de remanescente dental. Fig.30 Pino de fibras de vidro (Reforpost Angelus) sendo provado no conduto antes da cimentação. Fig.31 Pino Reforpost cimentado com cimento autoadesivo RelyX Unicem (3M ESPE). Fig.32 Cimentação do núcleo de preenchimento pré-fabricado Reforcore (Angelus). Fig.33 Aspecto final do núcleo de preenchimento após repreparo. Fig.34 Coroa de porcelana pura pronta para ser cimentada. 415

26 Pinos pré-fabricados e núcleos de preenchimento Fig.35 Aspecto final do dente restaurado. Fig.36 Dente 46 com tratamento endodôntico e curativo fraturado. Fig.37 Início da desobturação do canal mais largo e reto (distal) com instrumento aquecido. Fig.38 Finalizando a desobturação com broca do kit de pinos Rebilda Post (VOCO). Fig.39 Pino de fibras de vidro Rebilda Post cimentado com cimento autoadesivo Bifix SE (VOCO). Fig.40 Finalização do núcleo de preenchimento com resina composta quimicamente ativada (Rebilda VOCO). O dente agora está pronto para ser preparado para restauração indireta tipo Onlay. 416

27 REABILITAÇÃO ORAL previsibilidade e longevidade Referências 1. Sedgley CM, Messer HH. Are endodontically treated teeth more brittle? J Endod. v.18, p.332-5, Bex RT, et al. Effect of dentinal bonded resin post core preparations on resistance to vertical root fracture. J Prosthet Dent. v.67, p , Albuquerque RC. Estudo da Distribuição de Tensões em um Incisivo Central Superior Reconstruído com Diferentes Pinos Intra-radiculares Analisado pelo Método dos Elementos Finitos. Araraquara, p. Tese (Doutorado em Dentística Restauradora) Faculdadede Odontologia, Universidade Estadual Paulista. 4. Albuquerque RC, Polleto LTA, Fontana RHBTS, Cimini Jr. CA. Two dimensional finite element analysis of post materials and design on stress distribution of supporting structures. J Oral Rehabil. V.30, n.9, p , Albuquerque RC, Dutra RA, Vasconcelos WA. Pinos intra-radiculares de fibras de carbonoem restaurações de dentes tratados endodonticamente. Rev Assoc Paul Cir Dent. v.52, p.441-4, Shillingburg Jr. HT, et al. Fundamentos de Prótese Fixa. 3 ed. São Paulo: Quintessence, p , Yaman SD, Alacam T, Yaman Y. Analysis of stress distribution in a maxillary central incisor subjected to various post and core applications. J Endod. v. 24, p , Assif D, Gorfil C. Biomechanical considerations in restoring endodontically treated teeth. J Prosthet Dent. v. 71, p , Bex RT, et al. Effect of dentinal bonded resin post-core preparations on resistance to vertical root fracture. J Prosthet Dent. v. 67, p , Guzy GE, Nicholls JI. In vitro comparison of intact endodontically treated teeth with and without endo-post reinforcement. J Prosthet Dent, v. 42, p , Caputo AA, Standlee JP. Pins and posts -why, when and how. Dent Clin North Amer. v. 20, p , Hirschfeld Z, Stern N. Post and core: the biomechanical aspect. Aust Dent J. v. 17, p , Fusayama T, Maeda T. Effect of pulpectomy on dentin. J Dent Res. v.48, p , Rosen H. Operative procedures on mutilated endodontically treated teeth. J Prosthet Dent. v.11, p , Helfer AR, Melnick S, Shilder H. Determination of the moisture content of vital and pulpless teeth. Oral Surg. v. 34, p , Reeh ES, Messer HH, Douglas WH. Reduction in tooth stiffness as a result of endodontic and restorative procedures. J Endod. v.15, p.512-6, Lowenstein NR, Rathkamp R. A study on the pressoreceptive sensibility of the tooth. J Dent Res. v. 34, p , Randow K, Glantz PO. On cantilever loading of vital and non-vital teeth. Acta Odontol Scand. v. 44,p , Albuquerque RC. Estudo da resistência à fratura de dentes reconstruídos com núcleos de preenchimento. Efeito de materiais e pinos. Rev Odontol UNESP, v. 25, p , Assif D, et al. Photoelastic analysis of stress transfer by endodontically treated teeth to the supporting structure using different restorative techniques. J Prosthet Dent. v. 61, p , Brandal JL, Nicholls JI, Harrington GW. A comparison of three restorative techniques for endodontically treated anterior teeth. J Prosthet Dent. v.58, p , Cohen BI, et al. Fracture strength of three different core materials in combination with three different endodontic posts. Int J Prosthodont. v.7, p , Gelfand M, Goldman M, Sunderman EJ. Effect of complete veneer crowns on the compressive strength of endodontically treated posterior teeth. J Prosthet Dent. v. 52, p , Huysmans MCDNJM, et al. Failure behavior of fatigue tested post and cores. Int Endod J. v. 26, p , Perel ML, Muroff FI. Clinical criteria for posts and cores. J Prosthet Dent. v.28, p , Plasmans PJ, Welle PR, Vrijhoef MM. In vitro resistance of composite resin dowel and cores. J Endod. v. 14, p , Plasmans PJ, et al. In vitro comparison of dowel and core techniques for endodontically treated molars. J Endod. v.12, p , Robbins JW, Earnest LA, Schumann SD. Fracture resistance of endodontically treated cuspids. Am J Dent. v.6, p , Shillingburg Jr. HT, Kessler JC. Restauração Protética de Dentes Tratados Endodonticamente. 2.ed. São Paulo: Quintessence, p Sorensen JA, Martinoff JT. Endodontically treated teeth as abutments. J Prosthet Dent. v. 53, p ,

28 Pinos pré-fabricados e núcleos de preenchimento 31. Sorensen JA, Engelman MJ. Effect of post adaptation on fracture resistance of endodontically treated teeth. J Prothet Dent. V. 64, p , Trope M, Maltz DO, Tronstad L. Resistance to fracture of restored endodontically treated teeth. Endod Dent Traumatol. v.1., p , Yaman P, Thorsteinsson TS. Effect of core materials on stress distribution of posts. J Prosthet Dent. v.68, p , Gelfand M, Goldman M, Sunderman EJ. Effect of complete veneer crowns on the compressive strength of endodontically treated posterior teeth. J Prosthet Dent. v. 52, p , Taggart WH. A new and accurate method of making gold inlays. Dent Cosmos. v. 49, p , Markley MR. Pin retained and pin reinforced amalgam. J Am Dent Assoc. v.73, p , Dawson PE. Pin retained amalgam. Dent Clin North Am. v.14, p.63-71, Ross IF. Fracture susceptibility of endodontically treated teeth. J Endod. v.6, 560-5, Christian GW. Post core restoration in endodontically treated posterior teeth. J Endod. v. 7, p , Kern SB, Fraunhofer JA, Mueninghoff LA. An in vitro comparison of two dowel and core techniques for endodontically treated molars. J Prosthet Dent. v. 51, p , Summitt JB, Robbins JW, Schwartz RS. Fundamentals of Operative Dentistry. Quintessence, 2.ed, p , Dean JP, Jeansonne BG, Sarkar NS. In vitro evaluation of a carbon fiber post. J Endod. v. 24, p Molinari F, Albuquerque RC. Retenção de pinos de fibra de vidro: influência dos tratamentos de superfície e sistemas adesivos. Clínica Int J Br Dent. 2007; 3(3): Isidor F, Odman P, Brondum K. Intermittent loading of teeth restored using prefabricated carbon fiber posts. Int J Prosthodont. v.9, p , Morgan LFSA, Peixoto RTRC, Albuquerque RC, Corrêa MFS, Poletto LTA, Pinotti MB. Light Transmission through a Translucent Fiber Post. J Endod. 2008, 34(3): Lüthy H, Schärer P, Gauckler L. New materials in dentistry: zirconia posts (abstract IV-2). Presented at the Monte Verita Conference on Biocompatible Materials Systems, Ascona, Switzerland, 11-14, October, Holmes DC, Diaz-Arnold AM, Leary JM. Influence of post dimension on stress distribution in dentin. J Prosthet Dent. v. 75, p , Wu MK, et al. Microleakage along apical root fillings and cemented posts. J Prosthet Dent. v.79, n. 3, p , March, Ferrari M, Vichi A, Grandini S. Standardized adhesive technique to root canal walls: a SEM investigation. Proceedings from the IV International Simposium Adhesion and Reconstruction in Modern Dentistry. S.Margherita Ligure, Italy, 2-9, Bouillaguet S, Troesch S, Wataha JC, Krejci I, Meyer JM, Pashley DH. Microtensile bond strength between adhesive cements and root canal dentin. Dent Mater (3): Tanomaru M, et al. Influência dos meios de limpeza das paredes do canal radicular na retenção de núcleos protéticos cimentados. Rev Odontol UNESP, v. 25 p , Engelman MJ. Core Materials. J Calif Dent Ass. v.16 p. 41-5, Yagadish S, Yogesh BG. Fracture resistance of teeth with class 2 silver amalgam, posterior composite, and glass cermet restorations. Oper Dent. v.15, p. 42-7, Tjan AH, Dunn JR, Lee JK. Fracture resistance of amalgam and composite resin cores retained by various intradentinal retentive features. Quintessence Int. v.24, p.211-7, Wilson AD, Kent BE. The glass ionomer cement, a new translucent dental filling materials. J Appl Chem Biotechnol. v.21, p.313, Phillips RW. Skinner Materiais Dentários. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 1993, p

Classificação dos Núcleos

Classificação dos Núcleos OBJETIVO Núcleos Permitir que o dente obtenha características biomecânicas suficientes para ser retentor de uma prótese parcial fixa. Classificação dos Núcleos Núcleos de Preenchimento Núcleos Fundidos

Leia mais

Pinos intra-radiculares pré-fabricados

Pinos intra-radiculares pré-fabricados 19 Pinos intra-radiculares pré-fabricados RODRIGO DE CASTRO ALBUQUERQUE INTRODUÇÃO A restauração de um dente tratado endodonticamente tem se constituído em um desafio para os clínicos e pesquisadores pois,

Leia mais

IMAGENS DAS ALTERAÇÕES DA COROA DENTAL

IMAGENS DAS ALTERAÇÕES DA COROA DENTAL IMAGENS DAS ALTERAÇÕES DA COROA DENTAL Em um dente íntegro, suas imagens são facilmente identificáveis, pois já conhecemos a escala de radiopacidade. Estudamos as imagens das estruturas anatômicas, suas

Leia mais

Clinical Update Publicação de Atualização Profissional da Dentsply Brasil

Clinical Update Publicação de Atualização Profissional da Dentsply Brasil Enforce - Sistema Multiuso de Cimentação Adesiva, com Flúor Desde que foi lançado no Brasil, o sistema de cimentação adesiva Enforce com Flúor passou a fazer parte do dia-adia dos profissionais que realizam

Leia mais

5 Instrumentos Convencionais Acionados a Motor para Uso Endodôntico

5 Instrumentos Convencionais Acionados a Motor para Uso Endodôntico 5 Instrumentos Convencionais Acionados a Motor para Uso Endodôntico de Jesus Djalma Pécora com a colaboração de Eduardo Luiz Barbin; Júlio César Emboava Spanó; Luis Pascoal Vansan e Ricardo Novak Savioli

Leia mais

Cimentos para cimentação

Cimentos para cimentação Curso de Auxiliar em Saude Bucal - ASB Faculdade de Odontologia - UPF Requisitos de um agente cimentante ideal Cimentos para cimentação Ser adesivo; Ser insolúvel no meio bucal; Permitir bom selamento

Leia mais

SEQUÊNCIA DE POLIMENTO DE CERÔMEROS

SEQUÊNCIA DE POLIMENTO DE CERÔMEROS SEQUÊNCIA DE POLIMENTO DE CERÔMEROS Dr. Alex Antônio Maciel de Oliveira Especialista em Implantodontia Consultor científico do Sistema Friccional de Implantes Kopp Contato: [email protected] Nos

Leia mais

PROCESSO SELETIVO EDITAL 23/2014

PROCESSO SELETIVO EDITAL 23/2014 PROCESSO SELETIVO EDITAL 23/2014 CARGO E UNIDADES: Odontólogo (Unidade Móvel) Atenção: NÃO ABRA este caderno antes do início da prova. Tempo total para resolução desta prova: 3 (três) horas. I N S T R

Leia mais

Marcação dos contatos: Ajuste interno e dos contornos proximais: Carbono líquido ou Base leve silicone e carbono Accufilm;

Marcação dos contatos: Ajuste interno e dos contornos proximais: Carbono líquido ou Base leve silicone e carbono Accufilm; DEFINIÇÃO AJUSTES E CIMENTAÇÃO Desgaste e polimento necessários para o correto assentamento da peça protética sobre o preparo, garantindo o vedamento marginal e um adequado equilíbrio de contatos proximais

Leia mais

27/05/2014. Dentística I. Classe III. Classe I. Classe V. Terapêutica ou protética; Simples, composta ou complexa.

27/05/2014. Dentística I. Classe III. Classe I. Classe V. Terapêutica ou protética; Simples, composta ou complexa. Mauro A Dall Agnol UNOCHAPECÓ [email protected] Classe I Classe II Classe III Classe IV Classe V Classe I Classe II Classe III Classe IV Classe V Dentística I Terapêutica ou protética; Simples, composta

Leia mais

ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DA COROA DENTAL

ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DA COROA DENTAL ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DA COROA DENTAL Analisando-se a imagem de um dente íntegro, todas as suas partes são facilmente identificáveis, pois já conhecemos sua escala de radiopacidade e posição

Leia mais

ODONTOLOGIA ESTÉTICA

ODONTOLOGIA ESTÉTICA ODONTOLOGIA ESTÉTICA O sorriso enaltece os dentes que podem assim como outros elementos da face denunciar a idade cronológica do ser humano por meio de desgastes ou mesmo pela alteração da cor. Nesse contexto,

Leia mais

Lentes de contato dental: construindo um protocolo previsível

Lentes de contato dental: construindo um protocolo previsível Lentes de contato dental: construindo um protocolo previsível Weider Silva Especialista em Dentística. Especialista em Prótese. Especialista em Implantodontia. Professor do Curso de Especialização de Dentística

Leia mais

5 Discussão dos Resultados

5 Discussão dos Resultados 87 5 Discussão dos Resultados No procedimento de análises das imagens gráficas obtidas nas simulações pelo método de elementos finitos, comparou-se a distribuição das tensões nas restaurações com material

Leia mais

ANATOMIA INTERNA DENTAL

ANATOMIA INTERNA DENTAL ANATOMIA INTERNA DENTAL Cavidade Pulpar: Espaço no interior dos dentes onde se aloja a polpa. Esta cavidade reproduz a morfologia externa do dente,podendo se distinguir duas porções: uma coronária e outra

Leia mais

Aprovados sem restrições para cavidades oclusais. Diamond

Aprovados sem restrições para cavidades oclusais. Diamond Grandio SO Heavy Grandio SO Heavy Aprovados sem restrições para cavidades oclusais Com o lançamento do compósito compactável, a VOCO introduziu no mercado um material de restauração semelhante ao dente

Leia mais

Fundamentos essenciais na remoção de pinos pré-fabricados não metálicos: onde a magnificação faz a diferença?

Fundamentos essenciais na remoção de pinos pré-fabricados não metálicos: onde a magnificação faz a diferença? Capítulo15 Fundamentos essenciais na remoção de pinos pré-fabricados não metálicos: onde a magnificação faz a diferença? Patrick Baltieri patrick baltieri Graduado em Odontologia pela FOP- UNICAMP (2003);

Leia mais

INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS PROCEDIMENTO DE INSTALAÇÃO DA CORRENTE

INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS PROCEDIMENTO DE INSTALAÇÃO DA CORRENTE UNP-130408 1 de 6 INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS A vida útil das correntes transportadoras e elevadoras está diretamente ligada aos cuidados com a instalação, lubrificação

Leia mais

ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DO PERIODONTO

ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DO PERIODONTO ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DO PERIODONTO ESTUDAR COM ATENÇÃO AMPLIAR AS IMAGENS PARA OBSERVAR OS DETALHES O periodonto (peri= em redor de; odontos = dente) compreende a gengiva, o ligamento periodontal,

Leia mais

Protemp TM 4. Material Provisório à Base de Bisacril. Restauração provisória. qualidade. com a 3M ESPE

Protemp TM 4. Material Provisório à Base de Bisacril. Restauração provisória. qualidade. com a 3M ESPE Protemp TM 4 Material Provisório à Base de Bisacril Restauração provisória com a qualidade 3M ESPE Protemp TM 4 Com 40 anos de experiência em materiais provisórios e amplo conhecimento em produtos com

Leia mais

Geopolímero para reparo e reabilitação de vigas de concreto armado por P. Balaguru, Professor Stephen Kurtz e Jon Rudolph

Geopolímero para reparo e reabilitação de vigas de concreto armado por P. Balaguru, Professor Stephen Kurtz e Jon Rudolph Geopolímero para reparo e reabilitação de vigas de concreto armado por P. Balaguru, Professor Stephen Kurtz e Jon Rudolph À prova de fogo Reparos externos e reabilitação estrutural para infraestruturas

Leia mais

Mandrilamento. determinado pela operação a ser realizada. A figura a seguir mostra um exemplo de barra de mandrilar, também chamada de mandril.

Mandrilamento. determinado pela operação a ser realizada. A figura a seguir mostra um exemplo de barra de mandrilar, também chamada de mandril. A UU L AL A Mandrilamento Nesta aula, você vai tomar contato com o processo de mandrilamento. Conhecerá os tipos de mandrilamento, as ferramentas de mandrilar e as características e funções das mandriladoras.

Leia mais

As peças a serem usinadas podem ter as

As peças a serem usinadas podem ter as A U A UL LA Fresagem As peças a serem usinadas podem ter as mais variadas formas. Este poderia ser um fator de complicação do processo de usinagem. Porém, graças à máquina fresadora e às suas ferramentas

Leia mais

Como a palavra mesmo sugere, osteointegração é fazer parte de, ou harmônico com os tecidos biológicos.

Como a palavra mesmo sugere, osteointegração é fazer parte de, ou harmônico com os tecidos biológicos. PRINCIPAIS PERGUNTAS SOBRE IMPLANTES DENTÁRIOS. O que são implantes osseointegrados? É uma nova geração de implantes, introduzidos a partir da década de 60, mas que só agora atingem um grau de aceitabilidade

Leia mais

Técnica de impressão em dois tempos Técnica de afastamento com duplo fio

Técnica de impressão em dois tempos Técnica de afastamento com duplo fio ESTÉTICA ESTÉTICA ESTÉTICA ESTÉTICA ESTÉTICA Técnica de impressão em dois tempos Técnica de afastamento com duplo fio Prof. Dr. Glauco Rangel Zanetti Doutor em Clínica Odontológica - Prótese Dental - FOP-Unicamp

Leia mais

PORTAS E JANELAS: A LIGAÇÃO DA CASA COM O MUNDO

PORTAS E JANELAS: A LIGAÇÃO DA CASA COM O MUNDO PORTAS E JANELAS: A LIGAÇÃO DA CASA COM O MUNDO É dito no ditado popular que os olhos de uma pessoa são as janelas de sua alma, trazendo este pensamento para uma residência, podemos entender que as janelas

Leia mais

Qualificação de Procedimentos

Qualificação de Procedimentos Qualificação de Procedimentos Os equipamentos em geral são fabricados por meio de uniões de partes metálicas entre si empregando-se soldas. Há, portanto a necessidade de se garantir, nestas uniões soldadas,

Leia mais

Catálogo Dentística e prótese

Catálogo Dentística e prótese Catálogo Dentística e prótese Pinos e Núcleos Exacto Metal Free Pino intra-radicular cônico em fibra de vidro CURSOR PARA O AJUSTE DE CORTE Apoio de restaurações e coroas protéticas Fibra de vidro: alta

Leia mais

Tutora: Tathiane Lenzi Prof. José Carlos P. Imparato

Tutora: Tathiane Lenzi Prof. José Carlos P. Imparato Tutora: Tathiane Lenzi Prof. José Carlos P. Imparato ... vedar... obliterar... isolar do meio externo SELANTE É: Barreira Física Os selantes oclusais são reconhecidos como uma medida efetiva na PREVENÇÃO

Leia mais

www.dentaladvisor.com Quick Up Editors Choice + + + + +

www.dentaladvisor.com Quick Up Editors Choice + + + + + www.dentaladvisor.com Material autopolimerizável para a fixação de attachments e elementos secundários em próteses Editors Choice + + + + + A SOLUÇÃO EM UM KIT É muito comum as próteses totais apresentarem

Leia mais

PINOS PRÉ-FABRICADOS INTRA-RADICULARES: SISTEMAS E TÉCNICAS 1. INTRODUÇÃO 2. CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE A RESTAURAÇÃO DE DENTES DESPOLPADOS

PINOS PRÉ-FABRICADOS INTRA-RADICULARES: SISTEMAS E TÉCNICAS 1. INTRODUÇÃO 2. CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE A RESTAURAÇÃO DE DENTES DESPOLPADOS PINOS PRÉ-FABRICADOS INTRA-RADICULARES: SISTEMAS E TÉCNICAS RODRIGO DE CASTRO ALBUQUERQUE Especialista, Mestre e Doutor em Dentística Restauradora pela Faculdade de Odontologia de Araraquara UNESP', Professor

Leia mais

Corte e dobra. Nesta aula, você vai ter uma visão geral. Nossa aula. Princípios do corte e da dobra

Corte e dobra. Nesta aula, você vai ter uma visão geral. Nossa aula. Princípios do corte e da dobra A U A UL LA Corte e dobra Introdução Nesta aula, você vai ter uma visão geral de como são os processos de fabricação por conformação, por meio de estampos de corte e dobra. Inicialmente, veremos os princípios

Leia mais

Dr. Felipe Groch CRO 101.353 Especialização em Implantes Dentários

Dr. Felipe Groch CRO 101.353 Especialização em Implantes Dentários Nosso consultório odontológico está equipado para oferecer ao produtor rural todos os tratamentos odontológicos disponíveis na atualidade. Segue abaixo uma discriminação detalhada de cada tratamento oferecido

Leia mais

Adper Easy One. Adesivo Autocondicionante. Um adesivo Um frasco. Muitas vantagens

Adper Easy One. Adesivo Autocondicionante. Um adesivo Um frasco. Muitas vantagens Adper Easy One Adesivo Autocondicionante Um adesivo Um frasco Muitas vantagens Um adesivo. Uma camada. Uma única etapa. Rápido! PRATICIDADE EM UM FRASCO Com o Adper Easy One, você precisa de apenas um

Leia mais

MANUAL PASSO A PASSO DE APLICAÇÃO: GS-SUPER

MANUAL PASSO A PASSO DE APLICAÇÃO: GS-SUPER MANUAL PASSO A PASSO DE APLICAÇÃO: GS-SUPER 1. INTRODUÇÃO Este Manual de Aplicação do GS-Super demonstra passo a passo o procedimento correto para aplicação do material bem como os cuidados necessários

Leia mais

Técnicas radiográficas. Técnicas Radiográficas Intraorais em Odontologia. Técnicas Radiográficas Intraorais. Técnicas Radiográficas

Técnicas radiográficas. Técnicas Radiográficas Intraorais em Odontologia. Técnicas Radiográficas Intraorais. Técnicas Radiográficas Técnicas Radiográficas Intraorais em Odontologia Técnicas radiográficas Divididas em dois grandes grupos: Técnicas Intraorais Profª Paula Christensen Técnicas Radiográficas Técnicas Extraorais Técnicas

Leia mais

1 Introdução. 2 Material

1 Introdução. 2 Material TUTORIAL Criação de Engrenagens em Acrílico Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 18/01/2006 Última versão: 18/12/2006 PdP Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos http://www.maxwellbohr.com.br

Leia mais

Fazendo de seu sorriso nossa obra de arte

Fazendo de seu sorriso nossa obra de arte TRATAMENTO ENDODÔNTICO Fazendo de seu sorriso nossa obra de arte O D O N T O LO G I A E S T É T I C A R E S TAU R A D O R A O que é tratamento endodôntico? É a remoção do tecido mole que se encontra na

Leia mais

Removendo o cavaco. Na aula passada, tratamos das noções gerais. Nossa aula. Como calcular a rpm, o avanço e a profundidade de corte em fresagem

Removendo o cavaco. Na aula passada, tratamos das noções gerais. Nossa aula. Como calcular a rpm, o avanço e a profundidade de corte em fresagem A U A UL LA Removendo o cavaco Na aula passada, tratamos das noções gerais sobre a operação de usinagem feita com máquinas fresadoras. Vimos, de modo geral, como se dá a fresagem e aprendemos um pouco

Leia mais

COMO EVITAR O DESPERDÍCIO

COMO EVITAR O DESPERDÍCIO Economia de Água Um universo de possibilidades ao seu alcance COMO EVITAR O DESPERDÍCIO Nossas casas, edifícios e indústrias desperdiçam água, antes mesmo do seu consumo. Aplicar os princípios do uso racional

Leia mais

Estabilizada de. PdP. Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/02/2006 Última versão: 18/12/2006

Estabilizada de. PdP. Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/02/2006 Última versão: 18/12/2006 TUTORIAL Fonte Estabilizada de 5 Volts Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/02/2006 Última versão: 18/12/2006 PdP Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos http://www.maxwellbohr.com.br

Leia mais

Soldagem de manutenção II

Soldagem de manutenção II A UU L AL A Soldagem de manutenção II A recuperação de falhas por soldagem inclui o conhecimento dos materiais a serem recuperados e o conhecimento dos materiais e equipamentos de soldagem, bem como o

Leia mais

ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DA RAIZ DENTAL. radiográficas da raiz dental. As ocorrências, em sua maioria, são provenientes de

ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DA RAIZ DENTAL. radiográficas da raiz dental. As ocorrências, em sua maioria, são provenientes de ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DA RAIZ DENTAL Neste tópico vamos descrever as principais alterações das imagens radiográficas da raiz dental. As ocorrências, em sua maioria, são provenientes de causas

Leia mais

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS. 21. Segundo Bonachela, os polígonos importantes a serem avaliados na condição de estabilidade da PPR são:

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS. 21. Segundo Bonachela, os polígonos importantes a serem avaliados na condição de estabilidade da PPR são: 2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PROTESE DENTÁRIA 21. Segundo Bonachela, os polígonos importantes a serem avaliados na condição de estabilidade da PPR são: a) Polígonos de Roy e de Kent. b) Polígono

Leia mais

AQUECEDOR SOLAR A VÁCUO

AQUECEDOR SOLAR A VÁCUO AQUECEDOR SOLAR A VÁCUO Aquecedor Solar a vácuo utiliza o que existe de mais avançado em tecnologia de aquecimento solar de água. Esse sistema de aquecimento utiliza a circulação natural da água, também

Leia mais

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS. 21. Quanto ao mecanismo de fratura de um dente, podemos considerar como principal fator determinante:

2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS. 21. Quanto ao mecanismo de fratura de um dente, podemos considerar como principal fator determinante: 2ª. PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PRÓTESE DENTÁRIA 21. Quanto ao mecanismo de fratura de um dente, podemos considerar como principal fator determinante: a) Tratamento endodôntico. b) Perda da estrutura

Leia mais

ASPECTOS DE IMAGEM DAS ALTERAÇÕES DA RAIZ DENTAL

ASPECTOS DE IMAGEM DAS ALTERAÇÕES DA RAIZ DENTAL ASPECTOS DE IMAGEM DAS ALTERAÇÕES DA RAIZ DENTAL Vamos descrever a seguir as principais imagens das alterações da raiz dental. As ocorrências, em sua maioria, são provenientes de causas patológicas. FORMA

Leia mais

CURSO EXTENSIVO DE ENCERAMENTO E CERÂMICA

CURSO EXTENSIVO DE ENCERAMENTO E CERÂMICA Dr. Dario Adolfi Dr. Ivan Ronald Huanca Duração: 6 meses/módulos de 2 dias. Datas: 11 e 12 de março de 2010 8 e 9 de abril de 2010 13 e 14 de maio de 2010 17 e 18 de junho de 2010 15 e 16 de julho de 2010

Leia mais

Obturação dos Canais Radiculares

Obturação dos Canais Radiculares Obturação dos Canais Radiculares EML Rodrigo Del Monaco 2012 É o preenchimento tridimensional, completo e hermético do canal tanto no seu comprimento quanto na sua largura. FINALIDADE DA OBTURAÇÃO Preencher

Leia mais

Hermann Blumenau - Complexo Educacional Curso Técnico em Saúde Bucal. Materiais Dentários. Professora: Patrícia Cé

Hermann Blumenau - Complexo Educacional Curso Técnico em Saúde Bucal. Materiais Dentários. Professora: Patrícia Cé Hermann Blumenau - Complexo Educacional Curso Técnico em Saúde Bucal Materiais Professora: Patrícia Cé Introdução AULA I Vernizes Cimento de hidróxido de Cálcio Cimento de Ionômero de Vidro Cimento de

Leia mais

Quando tratamos das propriedades de um material transformado, segundo muitos pesquisadores, estas dependem de uma reciclagem bem sucedida. Para que isto ocorra, os flocos de PET deverão satisfazer determinados

Leia mais

COTIP Colégio Técnico e Industrial de Piracicaba (Escola de Ensino Médio e Educação Profissional da Fundação Municipal de Ensino de Piracicaba)

COTIP Colégio Técnico e Industrial de Piracicaba (Escola de Ensino Médio e Educação Profissional da Fundação Municipal de Ensino de Piracicaba) 1 MOENDAS 1. Moendas Conjunto de 04 rolos de moenda dispostos de maneira a formar aberturas entre si, sendo que 03 rolos giram no sentido horário e apenas 01 no sentido antihorário. Sua função é forçar

Leia mais

É a etapa inicial do tratamento do canal, consiste em o dentista atingir a polpa dentária (nervinho do dente).

É a etapa inicial do tratamento do canal, consiste em o dentista atingir a polpa dentária (nervinho do dente). É a etapa inicial do tratamento do canal, consiste em o dentista atingir a polpa dentária (nervinho do dente). Consiste na regularização do alvéolo (local onde está inserido o dente), geralmente após a

Leia mais

avaliação dos modos de descolagem e a presença de fraturas no esmalte, após os ensaios mecânicos.

avaliação dos modos de descolagem e a presença de fraturas no esmalte, após os ensaios mecânicos. da resistência ao cisalhamento destes materiais, com e sem condicionamento ácido do esmalte, após 48 horas e 10 dias; verificação da influência do período dos ensaios mecânicos sobre a resistência ao cisalhamento;

Leia mais

Prof. Dr. Ivo Contin [email protected]. Disciplina de Prótese Parcial Fixa da F. O. Universidade de São Paulo

Prof. Dr. Ivo Contin icontin@usp.br. Disciplina de Prótese Parcial Fixa da F. O. Universidade de São Paulo ATENÇÃO O uso deste material didático está autorizado, desde que seja divulgado que ele foi desenvolvido dentro do Departamento de Prótese Dentária da Faculdade de Odontologia da USP - São Paulo RESTAURAÇÃO

Leia mais

REPARO EM PORCELANA. 3M ESPE Adper Single Bond TM 2 Adesivo Fotopolimerizável

REPARO EM PORCELANA. 3M ESPE Adper Single Bond TM 2 Adesivo Fotopolimerizável REPARO EM PORCELANA Preparação: Isole e limpe a superfície. Deixe a superfície metálica rugosa com uma broca ou através da técnica de jateamento. Remova toda porcelana enfraquecida. Bisele as margens.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÃNDIA ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE CURSO TÉCNICO PRÓTESE DENTÁRIA FICHA DA SUBFUNÇÃO/COMPONENTE CURRICULAR

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÃNDIA ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE CURSO TÉCNICO PRÓTESE DENTÁRIA FICHA DA SUBFUNÇÃO/COMPONENTE CURRICULAR UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÃNDIA ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE CURSO TÉCNICO PRÓTESE DENTÁRIA FICHA DA SUBFUNÇÃO/COMPONENTE CURRICULAR FUNÇÃO: Recuperação / Reabilitação SUBFUNÇÃO OU COMPONENTE CURRICULAR:

Leia mais

Brocas para Concreto. Conjuntos de Brocas para Concreto Conjuntos Combinados Brocas para Furar Vidro Brocas SDS Max Brocas SDS Plus - Speedhammer

Brocas para Concreto. Conjuntos de Brocas para Concreto Conjuntos Combinados Brocas para Furar Vidro Brocas SDS Max Brocas SDS Plus - Speedhammer Conjuntos de Brocas para Concreto Conjuntos Combinados Brocas para Furar Vidro Brocas SDS Max Brocas SDS Plus Speedhammer 37 39 41 41 42 Brocas para Concreto Brocas para furação de paredes de concreto,

Leia mais

Acoplamento. Uma pessoa, ao girar o volante de seu automóvel, Conceito. Classificação

Acoplamento. Uma pessoa, ao girar o volante de seu automóvel, Conceito. Classificação A U A UL LA Acoplamento Introdução Uma pessoa, ao girar o volante de seu automóvel, percebeu um estranho ruído na roda. Preocupada, procurou um mecânico. Ao analisar o problema, o mecânico concluiu que

Leia mais

ALL BOND 3 GUIA TÉCNICO DPO IMP. EXP. E COM. DE PRODUTOS ODONTOLÓGICOS LTDA

ALL BOND 3 GUIA TÉCNICO DPO IMP. EXP. E COM. DE PRODUTOS ODONTOLÓGICOS LTDA ALL BOND 3 GUIA TÉCNICO DPO IMP. EXP. E COM. DE PRODUTOS ODONTOLÓGICOS LTDA Rua Itapicuru, 495 Perdizes CEP 05006-000 São Paulo SP Fone (11) 3670-1070 www.oraltech.com.br INFORMAÇÕES GERAIS ALL BOND 3

Leia mais

Tipos de tratamentos utilizados para os pectus: vantagens e desvantagens de cada um

Tipos de tratamentos utilizados para os pectus: vantagens e desvantagens de cada um Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Tipos de tratamentos utilizados para os pectus: vantagens e desvantagens de cada um 1 - Órteses de

Leia mais

- Pisos e revestimentos Industriais (pinturas especiais, autonivelantes, uretânicas, vernizes...);

- Pisos e revestimentos Industriais (pinturas especiais, autonivelantes, uretânicas, vernizes...); A TECNIKA iniciou suas atividades em meados de 2003, impulsionada pela demanda do mercado, sempre preocupada em buscar e oferecer soluções técnicas inovadoras, tendo como focos principais as áreas de impermeabilização

Leia mais

TECNOLOGIA DOS MATERIAIS

TECNOLOGIA DOS MATERIAIS TECNOLOGIA DOS MATERIAIS Aula 7: Tratamentos em Metais Térmicos Termoquímicos CEPEP - Escola Técnica Prof.: Transformações - Curva C Curva TTT Tempo Temperatura Transformação Bainita Quando um aço carbono

Leia mais

Produtos Devcon. Guia do Usuário. Kit Devcon para reparo de vazamentos em transformadores a óieo

Produtos Devcon. Guia do Usuário. Kit Devcon para reparo de vazamentos em transformadores a óieo 1 Produtos Devcon Guia do Usuário Kit Devcon para reparo de vazamentos em transformadores a óieo 2 Guia do Usuário Kit Devcon para reparo de vazamentos em transformadores a óieo Prefácio 3 Preparação da

Leia mais

Elementos de Transmissão Correias

Elementos de Transmissão Correias Elementos de Transmissão Correias Prof. João Paulo Barbosa, M.Sc. Transmissão por polias e correias Transmissão por polias e correias As polias são peças cilíndricas, movimentadas pela rotação do eixo

Leia mais

Capítulo 4 ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS EM CONCRETO ARMADO

Capítulo 4 ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS EM CONCRETO ARMADO Capítulo 4 ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS EM CONCRETO ARMADO Ensaios destrutivos que danificam ou comprometem o desempenho estrutural. Inspeção e diagnóstico do desempenho de estruturas existentes de concreto

Leia mais

Bem- Vindo ao manual de instruções do ECO Editor de COnteúdo.

Bem- Vindo ao manual de instruções do ECO Editor de COnteúdo. Manual de Instruções ECO Editor de Conteúdo Bem- Vindo ao manual de instruções do ECO Editor de COnteúdo. O ECO é um sistema amigável e intui?vo, mas abaixo você pode?rar eventuais dúvidas e aproveitar

Leia mais

Por: Renato Fabricio de Andrade Waldemarin;Guilherme Brião Camacho e Vinícius Marcel Ferst

Por: Renato Fabricio de Andrade Waldemarin;Guilherme Brião Camacho e Vinícius Marcel Ferst Por: Renato Fabricio de Andrade Waldemarin;Guilherme Brião Camacho e Vinícius Marcel Ferst TÉCNICA DIRETA. 1. Radiografia inicial para determinação da possibilidade de confecção de pino/núcleo. 2. O dente

Leia mais

Soldagem de Aço Inox Utilizando Arco Gasoso com Tungstênio (GTAW ou TIG)

Soldagem de Aço Inox Utilizando Arco Gasoso com Tungstênio (GTAW ou TIG) Soldagem de Aço Inox Utilizando Arco Gasoso com Tungstênio (GTAW ou TIG) Este é o processo mais amplamente usado devido a sua versatilidade e alta qualidade bem como a aparência estética do acabamento

Leia mais

Tudo o que você precisa saber antes de fazer um implante 2. Sumário

Tudo o que você precisa saber antes de fazer um implante 2. Sumário IMPLANTE Tudo o que você precisa saber antes de fazer um implante 2 Sumário Introdução...03 Entenda como funciona o implante...04 Qual o melhor modelo de implante...06 O que é carga imediata...07 O que

Leia mais

MANUAL DE ACIONAMENTO DO SISTEMA CONE MORSE FRICCIONAL BATE CONEXÃO

MANUAL DE ACIONAMENTO DO SISTEMA CONE MORSE FRICCIONAL BATE CONEXÃO MANUAL DE ACIONAMENTO DO SISTEMA CONE MORSE FRICCIONAL BATE CONEXÃO O SISTEMA CONE MORSE FRICCIONAL Cursos Gratui tos Sistema Friccio de Implante nal Bio lógico - Cone Morse -L ocking 41 336 Taper - 3

Leia mais

CONDIÇÃO BUCAL DO IDOSO E NUTRIÇÃO: REFLEXÕES DA EXPERIÊNCIA EXTENSIONISTA.

CONDIÇÃO BUCAL DO IDOSO E NUTRIÇÃO: REFLEXÕES DA EXPERIÊNCIA EXTENSIONISTA. CONDIÇÃO BUCAL DO IDOSO E NUTRIÇÃO: REFLEXÕES DA EXPERIÊNCIA EXTENSIONISTA. William Alves de Melo Júnior- [email protected] Ana Lígia Soares Amorim - UFCG - [email protected] Augusto

Leia mais

MÓDULO 9 METODOLOGIAS DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

MÓDULO 9 METODOLOGIAS DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS MÓDULO 9 METODOLOGIAS DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS O termo metodologia não possui uma definição amplamente aceita, sendo entendido na maioria das vezes como um conjunto de passos e procedimentos que

Leia mais

CHECK - LIST - ISO 9001:2000

CHECK - LIST - ISO 9001:2000 REQUISITOS ISO 9001: 2000 SIM NÃO 1.2 APLICAÇÃO A organização identificou as exclusões de itens da norma no seu manual da qualidade? As exclusões são relacionadas somente aos requisitos da sessão 7 da

Leia mais

Modos de Propagação. Tecnologia em Redes de Computadores 5º Período Disciplina: Sistemas e Redes Ópticas Prof. Maria de Fátima F.

Modos de Propagação. Tecnologia em Redes de Computadores 5º Período Disciplina: Sistemas e Redes Ópticas Prof. Maria de Fátima F. Modos de Propagação Tecnologia em Redes de Computadores 5º Período Disciplina: Sistemas e Redes Ópticas Prof. Maria de Fátima F. Bueno Marcílio 1 Modos de Propagação Antes de iniciarmos o estudo dos tipos

Leia mais

Ponto de Contato. Reabilitação Estética Sobre Implante em Função Imediata. Aesthetic rehabilitation with implants in immediate function

Ponto de Contato. Reabilitação Estética Sobre Implante em Função Imediata. Aesthetic rehabilitation with implants in immediate function Ponto de Contato Reabilitação Estética Sobre Implante em Função Imediata Aesthetic rehabilitation with implants in immediate function José Norberto Garcia Nesello* Manoel Martin Junior** Carlos Marcelo

Leia mais

Por: Renato Fabrício de Andrade Waldemarin; Guilherme Brião Camacho e Vinícius Marcel Ferst

Por: Renato Fabrício de Andrade Waldemarin; Guilherme Brião Camacho e Vinícius Marcel Ferst Por: Renato Fabrício de Andrade Waldemarin; Guilherme Brião Camacho e Vinícius Marcel Ferst 1. Anamnese, exame clínico e exames complementares (inclusive radiográfico); 2. Moldagem e Modelagem para estudo

Leia mais

Autorizado pela Portaria no 131, de 13/01/11, publicada no DOU no 11, de17/01/11, seção 1, pág.14

Autorizado pela Portaria no 131, de 13/01/11, publicada no DOU no 11, de17/01/11, seção 1, pág.14 C U R S O O D O N T O L O G I A Autorizado pela Portaria no 131, de 13/01/11, publicada no DOU no 11, de17/01/11, seção 1, pág.14 Componente Curricular: ODONTOLOGIA PRÉ-CLÍNICA II Código: ODO-028 Pré-requisito:

Leia mais

DIMENSIONANDO PROJETOS DE WEB-ENABLING. Uma aplicação da Análise de Pontos de Função. Dimensionando projetos de Web- Enabling

DIMENSIONANDO PROJETOS DE WEB-ENABLING. Uma aplicação da Análise de Pontos de Função. Dimensionando projetos de Web- Enabling DIMENSIONANDO PROJETOS DE WEB-ENABLING Uma aplicação da Análise de Pontos de Função Dimensionando projetos de Web- Enabling Índice INTRODUÇÃO...3 FRONTEIRA DA APLICAÇÃO E TIPO DE CONTAGEM...3 ESCOPO DA

Leia mais

ESTRUTURA METÁLICA Vantagens da Construção em Aço. Maior limpeza de obra: Devido à ausência de entulhos, como escoramento e fôrmas.

ESTRUTURA METÁLICA Vantagens da Construção em Aço. Maior limpeza de obra: Devido à ausência de entulhos, como escoramento e fôrmas. ESTRUTURA METÁLICA Vantagens da Construção em Aço Menor tempo de execução: A estrutura metálica é projetada para fabricação industrial e seriada, de preferência, levando a um menor tempo de fabricação

Leia mais

Cotagens especiais. Você já aprendeu a interpretar cotas básicas

Cotagens especiais. Você já aprendeu a interpretar cotas básicas A UU L AL A Cotagens especiais Você já aprendeu a interpretar cotas básicas e cotas de alguns tipos de elementos em desenhos técnicos de modelos variados. Mas, há alguns casos especiais de cotagem que

Leia mais

Casos Clínicos. Caso Clínico: Importância do Acabamento e Polimento na Obtenção de Excelência Estética com Resina Composta Direta.

Casos Clínicos. Caso Clínico: Importância do Acabamento e Polimento na Obtenção de Excelência Estética com Resina Composta Direta. Autor: Dr. LUIZ RAFAEL CALIXTO ESPECIALISTA EM DENTÍSTICA PELA UNESP- ARARAQUARA/SP MESTRE EM DENTÍSTICA PELA UNESP- ARARAQUARA/SP DOUTORANDO EM DENTÍSTICA PELA UNESP- ARARAQUARA/SP PROFESSOR DOS CURSOS

Leia mais

5 Montagem Circuítos

5 Montagem Circuítos Montagem 5 Circuítos Ambiente de trabalho: Para trabalhar com montagem eletrônica e reparação de equipamentos o técnico precisa de algumas ferramentas, são elas: 1 - Ferro de solda: O ferro de solda consiste

Leia mais

3. Cite o nome e características do ponto mais alto e do ponto mais baixo de uma onda?

3. Cite o nome e características do ponto mais alto e do ponto mais baixo de uma onda? Exercícios: 1. Sobre:Ondas Responda: a. O que é a Natureza de Ondas? b. O que origina as Ondas Mecânicas? c. As Ondas Mecânicas se propagam no vácuo? Explique a sua resposta. d. Quais são os elementos

Leia mais

DIAGNÓSTICO COLETA DE DADOS RACIOCÍNIO E DEDICAÇÃO

DIAGNÓSTICO COLETA DE DADOS RACIOCÍNIO E DEDICAÇÃO EXAME CLÍNICO DA DOENÇA PERIODONTAL DIAGNÓSTICO PERIODONTAL CONSISTE O DIAGNÓSTICO NA ANÁLISE DO PERIODONTAL HISTÓRICO DO CASO, NA AVALIAÇÃO DOS SINAIS CLÍNICOS E SINTOMAS, COMO TAMBÉM DOS RESULTADOS DE

Leia mais

3 Modelo Evolucionário para Sustentabilidade Inteligente

3 Modelo Evolucionário para Sustentabilidade Inteligente 3 Modelo Evolucionário para Sustentabilidade Inteligente Este capítulo introduz um modelo evolucionário para a otimização dos parâmetros de uma construção de modo a minimizar o impacto da mesma sobre os

Leia mais

Avanços na transparência

Avanços na transparência Avanços na transparência A Capes está avançando não apenas na questão dos indicadores, como vimos nas semanas anteriores, mas também na transparência do sistema. Este assunto será explicado aqui, com ênfase

Leia mais

Afiação de ferramentas

Afiação de ferramentas A UU L AL A Afiação de ferramentas Após algum tempo de uso, as ferramentas de corte geralmente se desgastam, apresentando trincas ou deformações na forma e nas propriedades. Devido a este desgaste, as

Leia mais

4ª aula Compressores (complemento) e Sistemas de Tratamento do Ar Comprimido

4ª aula Compressores (complemento) e Sistemas de Tratamento do Ar Comprimido 4ª aula Compressores (complemento) e Sistemas de Tratamento do Ar Comprimido 3ª Aula - complemento - Como especificar um compressor corretamente Ao se estabelecer o tamanho e nº de compressores, deve se

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Processos de Fabricação

Curso de Engenharia de Produção. Processos de Fabricação Curso de Engenharia de Produção Processos de Fabricação Forjamento: O forjamento, um processo de conformação mecânica em que o material é deformado por martelamentoou prensagem, é empregado para a fabricação

Leia mais

Retificação: conceitos e equipamentos

Retificação: conceitos e equipamentos Retificação: conceitos e equipamentos A UU L AL A Até a aula anterior, você estudou várias operações de usinagem executadas em fresadora, furadeira, torno, entre outras. A partir desta aula, vamos estudar

Leia mais

REGULAMENTO ODONTOLÓGICO

REGULAMENTO ODONTOLÓGICO REGULAMENTO ODONTOLÓGICO Regulamento Vigente REGULAMENTO ODONTOLÓGICO ARTIGO 1º - A Associação dos Agentes Fiscais de Rendas do Estado de São Paulo - AFRESP - prestará a seus associados inscritos na Administração

Leia mais

Miguel C. Branchtein, Delegacia Regional do Trabalho no Rio Grande do Sul

Miguel C. Branchtein, Delegacia Regional do Trabalho no Rio Grande do Sul DETERMINAÇÃO DE CONDIÇÃO DE ACIONAMENTO DE FREIO DE EMERGÊNCIA TIPO "VIGA FLUTUANTE" DE ELEVADOR DE OBRAS EM CASO DE QUEDA DA CABINE SEM RUPTURA DO CABO Miguel C. Branchtein, Delegacia Regional do Trabalho

Leia mais

Cotagem de dimensões básicas

Cotagem de dimensões básicas Cotagem de dimensões básicas Introdução Observe as vistas ortográficas a seguir. Com toda certeza, você já sabe interpretar as formas da peça representada neste desenho. E, você já deve ser capaz de imaginar

Leia mais

Como obter resultados com a otimização dos consultórios com os TSB e ASB

Como obter resultados com a otimização dos consultórios com os TSB e ASB Como obter resultados com a otimização dos consultórios com os TSB e ASB 6º SINPLO Simpósio Internacional de Planos Odontológicos Fabiana Car Pernomiam 2011 Ergonomia racionalizar o trabalho, possibilitar

Leia mais

PROTOCOLOS OPERACIONAIS DOS SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS A SEREM SEGUIDOS PELOS PERITOS E PRESTADORES DE SERVIÇO DO SESI/DR/AC

PROTOCOLOS OPERACIONAIS DOS SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS A SEREM SEGUIDOS PELOS PERITOS E PRESTADORES DE SERVIÇO DO SESI/DR/AC PROTOCOLOS OPERACIONAIS DOS SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS A SEREM SEGUIDOS PELOS PERITOS E PRESTADORES DE SERVIÇO DO SESI/DR/AC A) TIPOS DE SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS A.1 Consulta Inicial Entende-se como exame clínico,

Leia mais

Curso de Extensão em Clínica Odontológica Faculdade de Odontologia de Piracicaba - UNICAMP

Curso de Extensão em Clínica Odontológica Faculdade de Odontologia de Piracicaba - UNICAMP Restauração Indireta em Dente Posterior Associando Adesivo e Compósito com Nanopartículas Mario Fernando de Góes Cristiana Azevedo Vinicius Di Hipólito Luís Roberto Martins Cláudio Bragoto Curso de Extensão

Leia mais

Sistema Duplex. Vantagens e Aplicações. Luiza Abdala ([email protected]) Engenheira Química - Desenvolvimento de Mercado

Sistema Duplex. Vantagens e Aplicações. Luiza Abdala (luiza.abdala@vmetais.com.br) Engenheira Química - Desenvolvimento de Mercado Sistema Duplex Vantagens e Aplicações Luiza Abdala ([email protected]) Engenheira Química - Desenvolvimento de Mercado METALURGIA Corrosão Tendência que os materiais têm de retornar ao seu estado

Leia mais

Unidade II - REPRESENTAÇÃO DE ÁREA DE CORTE POR MEIO DE HACHURAS EM DESENHO TÉCNICO - NBR 12298

Unidade II - REPRESENTAÇÃO DE ÁREA DE CORTE POR MEIO DE HACHURAS EM DESENHO TÉCNICO - NBR 12298 Unidade II - REPRESENTAÇÃO DE ÁREA DE CORTE POR MEIO DE HACHURAS EM DESENHO TÉCNICO - NBR 12298 Os cortes são utilizados para representar de modo claro, os detalhes internos das peças ou de conjuntos.

Leia mais