SEMINÁRIO REGIONAL MACEIÓ/AL
|
|
|
- Fátima Sá de Caminha
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 SEMINÁRIO REGIONAL MACEIÓ/AL ISS - OS FATORES QUE ALTERAM A BASE DE CÁLCULO PALESTRANTE: Ricardo Cavalcante Antas Auditor Fiscal SMF Maceió/AL. 07 e 08 de agosto 2012.
2 FATORES QUE ALTERAM A B.C. Imunidade Tributária Exportação de Serviço Retenção na Fonte/Subst. Tributária Deduções Tributação Fixa para Soc. de Profissionais Valor Fixo de ISS Isenção Redução
3 C.F. IMUNIDADE TRIBUTÁRIA Art Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: (...) VI - instituir impostos sobre: a) patrimônio, renda ou serviços, uns dos outros; b) templos de qualquer culto;
4 C.F. IMUNIDADE TRIBUTÁRIA... c) patrimônio, renda ou serviços dos partidos políticos, inclusive suas fundações, das entidades sindicais dos trabalhadores, das instituições de educação e de assistência social, sem fins lucrativos, atendidos os requisitos da lei; d) livros, jornais, periódicos e o papel destinado a sua impressão.
5 Lei 4.486/96 - CTMM 1º do art. 49: O responsável tributário que tome serviços de sujeito passivo alcançado por isenção; por estimativa da base de cálculo, que abranja o fato; pelo disposto no artigo 55 ou imunidade; é obrigado a exigir e anexar a nota fiscal da operação, cópia do documento válido, exarado pela autoridade municipal competente, que reconhece ou concede o benefício fiscal, a fim de, sendo o caso, eximi-lo da obrigatoriedade de retenção;
6 Lei 4.486/96 - CTMM 4º do art. 80: Os prestadores de serviços alcançados por benefício de isenção ou imunidade são obrigados, na prestação de serviços, a fornecerem aos responsáveis tributários, cópia do documento exarado pela autoridade municipal competente, que reconhece ou concede o benefício fiscal.
7 IMUNIDADE TRIBUTÁRIA NO PGDAS Prestação de serviços R$ ,00 Sujeitos ao Anexo III sem retenção/substituição tributária de ISS, com ISS devido ao próprio Município do estabelecimento
8 IMUNIDADE TRIBUTÁRIA NO PGDAS R$50.000,00 Exigibilidade suspensa Imunidade Isenção/Redução Parcela 1 = ,00 Imunidade: ISS Parcela 2 = ,00 B.C ,00 x 2% ISS = 1.000,00
9 EXPORTAÇÃO DE SERVIÇO LC 116/03 Art. 2º. O imposto não incide sobre: I as exportações de serviços para o exterior do País; Parágrafo único. Não se enquadram no disposto no inciso I os serviços desenvolvidos no Brasil, cujo resultado aqui se verifique, ainda que o pagamento seja feito por residente no exterior.
10 EXPORTAÇÃO DE SERVIÇO: PGDAS-D
11 RESPONSÁVEL (LC 116/03) Art. 6º. Os Municípios e o Distrito Federal, mediante lei, poderão atribuir de modo expresso a responsabilidade pelo crédito tributário a terceira pessoa, vinculada ao fato gerador da respectiva obrigação, excluindo a responsabilidade do contribuinte ou atribuindo-a a este em caráter supletivo do cumprimento total ou parcial da referida obrigação, inclusive no que se refere à multa e aos acréscimos legais.
12 RESPONSÁVEL (LC 116/03)... 1º. Os responsáveis a que se refere este artigo estão obrigados ao recolhimento integral do imposto devido, multa e acréscimos legais, independentemente de ter sido efetuada sua retenção na fonte
13 RESPONSÁVEL (LC 116/03)... 2 o Sem prejuízo do disposto no caput e no 1 o deste artigo, são responsáveis: I o tomador ou intermediário de serviço proveniente do exterior do País ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior do País; II a pessoa jurídica, ainda que imune ou isenta, tomadora ou intermediária dos serviços descritos nos subitens 3.05, 7.02, 7.04, 7.05, 7.09, 7.10, 7.12, 7.14, 7.15, 7.16, 7.17, 7.19, 11.02, e da lista anexa. (todos estes subitens estão no art. 3 o )
14 RETENÇÃO NA FONTE/SUBST. TRIBUTÁRIA Art. 18 LC 123/ o No caso dos serviços previstos no 2 o do art. 6 o da LC 116/03, prestados pelas ME e pelas EPP, o tomador do serviço deverá reter o montante correspondente na forma da legislação do município onde estiver localizado, observado o disposto no 4 o do art. 21 desta LC. O tomador efetuará o recolhimento do ISS devido por retenção/substituição Tributária em documento de arrecadação municipal do ISS.
15 RETENÇÃO NA FONTE/SUBST. TRIBUTÁRIA Prestação de serviços Sujeitos ao Anexo III com retenção/substituição tributária de ISS
16 RETENÇÃO NA FONTE/SUBST. TRIBUTÁRIA Receita (R$) ,00 Prestação de serviços sujeitos ao Anexo III com retenção/substituição tributária de ISS. ISS 0,00
17 BASE DE CÁLCULO (LC 116/03) Art. 7 o A base de cálculo do imposto é o preço do serviço (regra geral) 1 o Quando os serviços descritos pelo subitem 3.04 da lista anexa forem prestados no território de mais de um Município, a base de cálculo será proporcional, conforme o caso, à extensão da ferrovia, rodovia, dutos e condutos de qualquer natureza, cabos de qualquer natureza, ou ao número de postes, existentes em cada Município.
18 BASE DE CÁLCULO (LC 116/03)... 2º. Não se incluem na base de cálculo do ISS: I o valor dos materiais fornecidos pelo prestador dos serviços previstos nos itens 7.02 e 7.05 da lista de serviços anexa a esta LC
19 BASE DE CÁLCULO (LC 123/06) Art. 18 (...) 23. Da base de cálculo do ISS será abatido o material fornecido pelo prestador dos serviços previstos nos itens 7.02 e 7.05 da lista de serviços anexa à LC 116/03.
20 BASE DE CÁLCULO (LC 116/03) Não integra a base de cálculo do ISS: O valor das mercadorias produzidas pelo prestador do serviço, fora do local da prestação dos serviços, que fica sujeito ao ICMS, conforme previsto nos subitens 7.02, 7.05 As peças e partes integrantes dos serviços enquadrados nos subitens e O fornecimento de alimentação e bebidas dos serviços enquadrados no subitem 17.11
21 BASE DE CÁLCULO A base de cálculo do ISS não será o preço do serviço quando: Tratar-se de tributação fixa (Art. 9º. do Decreto nº. 406/68)
22 DECRETO Nº. 406/68 Art. 9 o A base de cálculo do imposto é o preço do serviço. 1 o Quando se tratar de prestação de serviços sob a forma de trabalho pessoal do próprio contribuinte, o imposto será calculado, por meio de alíquotas fixas ou variáveis, em função da natureza do serviço ou de outros fatores pertinentes, nestes não compreendida a importância paga a título de remuneração do próprio trabalho....
23 DECRETO Nº. 406/ Quando os serviços a que se referem os itens 1, 4, 8, 25, 52, 88, 89, 90, 91 e 92 da lista anexa forem prestados por sociedades, estas ficarão sujeitas ao imposto na forma do 1, calculado em relação a cada profissional habilitado, sócio, empregado ou não, que preste serviços em nome da sociedade, embora assumindo responsabilidade pessoal, nos termos da lei aplicável.
24 SERVIÇOS CONTÁBEIS Tributação fixa de ISS para sociedade de profissionais O valor do ISS será fixo por profissional O recolhimento do ISS será na forma da legislação municipal, fora do DAS No PGDAS-D o percentual de ISS é desconsiderado
25 SERVIÇOS CONTÁBEIS Sociedades de Profissionais (Serviços Contábeis) NÃO Enquadradas na Tributação fixa Estarão sujeitas ao Anexo III da LC 123/06 O valor do ISS será calculado no PGDAS-D e recolhido em DAS
26 VALORES FIXOS PARA ISS (LC 123/06) Os municípios poderão adotar valores fixos mensais para o recolhimento do ISS em regime de estimativa ou arbitramento para ME que: Tenha auferido receita bruta, no anocalendário anterior, de até R$ ,00 Não possua mais de um estabelecimento Não esteja no ano-calendário de início de atividades O ISS constará no PGDAS e a ME ficará sujeita ao valor fixo durante todo o ano-calendário
27 ISS 0,01 MACEIO-AL VALORES FIXOS - PGDAS ,00 ISS: 0,01
28 ISENÇÃO/REDUÇÃO (LC 123/06) Os municípios poderão conceder isenção ou redução do ISS desde que específicas para as ME ou EPP optantes pelo SN Deverão ser observados os 18, 20 e 20-A do artigo 18 da LC 123/06
29 Conta Corrente ISS (DAS) CNPJ: Básico PA: 07/2009 ISS 365,49
30 Conta Corrente ISS (DAS) Período: Dt. Lanc. Tp. Principal Multa Juros 04/03/10 C 365,49 0,00 0,00 04/03/10 D -365,49-73,09-18,34 Dt. Val. Seq. PA DT. Ref. Nº Pagamento (Nº DAS) 5 20/08/ /03/ /08/
31 AÇÕES DESENVOLVIDAS Baixa da Arrecadação ISS S.N.: Site B.B. DAF 607 SETOR DE ARRECADAÇÃO SISTEMA TRIBUTÁRIO SISTEMA TI SMF ISS web
32 INCONSISTÊNCIAS - BAIXA CONTRIBUINTE NÃO ENCONTRADO PARA O CNPJ INFORMADO; CNPJ COM MAIS DE 01 (UM) CMC; CNPJ COM FILIAL(IS); CNPJ NÃO OPTANTE NO CADASTRO DO SISTEMA. Ano Remessa CNPJ Principal Multa Juros SERPRO Competência Erro
33 INCONSISTÊNCIAS - VERIFICAÇÃO
34 INCONSISTÊNCIAS - BAIXA
35 Se você está no rumo certo, cada passo, por pequeno que seja, o deixa mais próximo do seu objetivo. Obrigado pela atenção!
4º O contribuinte deverá considerar, destacadamente, para fim de pagamento:
Das Alíquotas e Base de Cálculo e dos Créditos Art. 18. O valor devido mensalmente pela microempresa e empresa de pequeno porte, optante do Simples Nacional, será determinado mediante aplicação da tabela
SIMPLES NACIONAL PROF. DR. AMAURY JOSE REZENDE
SIMPLES NACIONAL PROF. DR. AMAURY JOSE REZENDE SIMPLES NACIONAL Tributo federal Lei Complementar 123/2006 e 128/2008 Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas
LEI MUNICIPAL Nº 1106/09, de 29 de dezembro de 2009.
LEI MUNICIPAL Nº 1106/09, de 29 de dezembro de 2009. Altera a Lei Complementar nº 001/06 de 13 de fevereiro de 2006, Código Tributário Municipal de Camocim e determina outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL
NOTA FISCAL DE SERVIÇOS ELETRÔNICA NFS-e
NOTA FISCAL DE SERVIÇOS ELETRÔNICA NFS-e Considera-se Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e), o documento emitido e armazenado eletronicamente em sistema próprio da Prefeitura do Município de São Paulo,
Alíquotas e Partilha do Simples Nacional - Comércio
ANEXO I DA LEI COMPLEMENTAR N o 123, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2006 Alíquotas e Partilha do Simples Nacional - Comércio 1ª Faixa Até 180.000,00 4,00% - 2ª Faixa De 180.000,01 a 360.000,00 7,30% 5.940,00 3ª
Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais SEF/MG. Subsecretaria da Receita Estadual - SRE. Superintendência de Tributação - SUTRI
Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais SEF/MG Subsecretaria da Receita Estadual - SRE Superintendência de Tributação - SUTRI ALTERAÇÕES NO SIMPLES NACIONAL E AS IMPLICAÇÕES NO ÂMBITO ESTADUAL
PREFEITURA MUNICIPAL DE PAULO AFONSO Estado da Bahia. Decreto Nº 5189, de 03 de janeiro de 2017.
PREFEITURA MUNICIPAL DE PAULO AFONSO Estado da Bahia Gabinete do Prefeito Decreto Nº 5189, de 03 de janeiro de 2017. Estabelece o Calendário Fiscal de Tributos do Município de Paulo Afonso para o exercício
DECRETO N.º DE 11 DE MAIO DE 2010.
DECRETO N.º 32.250 DE 11 DE MAIO DE 2010. Dispõe sobre a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica- NFS-e - NOTA CARIOCA - e dá outras providências. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições
DIREITO TRIBUTÁRIO. Simples Nacional JANEIRO Simples Nacional. Simples Nacional
DIREITO TRIBUTÁRIO Simples Nacional JANEIRO 2015 1 Simples Nacional Art. 146, III, d, CF Tratamento diferenciado e favorecido para ME e EPP Regime único de arrecadação opção do contribuinte; Art. 94 do
Prefeitura Municipal de Santo Antônio da Patrulha
SANTO ANTONIO Gestio 2009/2012 LEI N 5.949, DE 9 DE MARÇO DE 2010 Institui a Lei Geral Municipal da Microempresa, Empresa de Pequeno Porte e Microempreendedor Individual. O PREFEITO MUNICIPAL de Santo
PREFEITURA MUNICIPAL DE MIRACEMA 2014 FISCAL DE TRIBUTOS PROVA OBJETIVA
1 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS De acordo com o Código Tributário do Município de Miracema (lei nº 1.453, de 26 de setembro de 2013), responda às questões de números 1 a 6. 1) É de competência do município
Artigo 1º. Passa a Lei Complementar 118, de 21 de novembro de 2002 (Código Tributário Municipal), a viger com as seguintes alterações:
Lei Complementar N.º 185, de 25 de Julho de 2007 ALTERA A LEI COMPLEMENTAR Nº 118, DE 21 DE NOVEMBRO DE 2002 CÓDIGO TRIBUTÁRIO MUNICIPAL RUBENS FURLAN, Prefeito do Município de Barueri, usando das atribuições
COMO ABRIR UMA IGREJA
COMO ABRIR UMA IGREJA Este ebook tem por finalidade proporcionar um esclarecimento sobre como as igrejas são vistas pelo governo, quais tributos ela deve pagar e como deve ser constituída. As igrejas,
+ SIMPLES Nacional. Matriz constitucional: artigo 146, III, d Art Cabe à lei complementar:
+ SIMPLES Nacional Matriz constitucional: artigo 146, III, d Art. 146. Cabe à lei complementar: ( ) d) definição de tratamento diferenciado e favorecido para as microempresas e para as empresas de pequeno
PARECER JURÍDICO ANUIDADE CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA COBRANÇA - ISENÇÃO
PARECER JURÍDICO ANUIDADE CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA COBRANÇA - ISENÇÃO Interessado: COSEMS-MG 1. Relatório Trata-se de consulta realizada por diversos municípios do FORUM REGIONAL acerca da legalidade
Substituição Tributária, Tributação Monofásica
Receitas decorrentes da venda de mercadorias industrializadas NÃO SUJEITAS a substituição tributária, a tributação concentrada em uma única etapa (monofásica) e, com relação ao ICMS, a antecipação tributária
Parecer Consultoria Tributária Segmentos Emissão da Nota Fiscal do Tomador de Serviços (NFTS) Município de São Paulo
Parecer Consultoria Tributária Segmentos Emissão da Nota Fiscal do Tomador de Serviços (NFTS) Município de São Paulo 15/12/2015 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas pelo Cliente...
ISS na Construção Civil
ISS na Construção Civil Cadastro de Obras de Construção Civil & SISCON Sistema Eletrônico da Construção Civil (Emissão de NFS-e com deduções legais na base de cálculo dos serviços de construção civil)
LEI MUNICIPAL Nº 964, de 22 de Dezembro de 2017.
LEI MUNICIPAL Nº 964, de 22 de Dezembro de 2017. Dispõe sobre a regulamentação da Lei Municipal nº 958, de 02 de outubro de 2017, que altera a Lei Municipal nº 596, de 21 de dezembro de 1999 Código Tributário
Resolução CGSN nº 52 (DOU de 23/12/08) Obs.: Ret. DOU de 26/12/08
Resolução CGSN nº 52 (DOU de 23/12/08) Obs.: Ret. DOU de 26/12/08 Dispõe a concessão de benefícios, na forma de isenção, redução ou estabelecimento de valores fixos do ICMS ou do ISS às Microempresas (ME)
SIMPLES NACIONAL. Histórico e Fundamentos Legais. Maio/2008
SIMPLES NACIONAL Histórico e Fundamentos Legais Maio/2008 1 FUNDAMENTOS LEGAIS Dispositivos Constitucionais: Art. 179 Art. 146, III, d e único (redação da EC 42/2003) Art. 94 do ADCT LC 123/2006 - Estatuto
VI SEMINÁRIO DO SIMPLES NACIONAL. Conceitos do Simples Nacional
VI SEMINÁRIO DO SIMPLES NACIONAL Conceitos do Simples Nacional Palestrante: Karin Helena Schappo Secretaria Municipal de Finanças de Curitiba Setembro / 2013 1 Estatuto Nacional da ME e da EPP Lei Complementar
Orientações Consultoria de Segmentos Retenção em baixas parciais de PIS, COFINS e CSLL
28/04/2010 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas pelo Cliente... 3 3. Análise da Consultoria... 3 3.1. Contribuição PIS e COFINS pela Sistemática Não Cumulativa... 4 3.2. Da
Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais(DEFIS)
Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais(DEFIS) Declaração Original Exercício 2016 Ano-Calendário 2015 Período abrangido pela Declaração: 01/01/2015 a 31/12/2015 1 Identificação do Contribuinte
ICMS Vendas Interestaduais para Consumidor Final EC 87/15
ICMS Vendas Interestaduais para Consumidor Final EC 87/15 Palestrante: Márcio Schuch Silveira, Contador, Mestre em Ciências Contábeis, Empresário Contábil, Vice Presidente Técnico do CRCRS e professor
Simples Nacional - Resolução CGSN nº 005, de 30 de maio de 2007
Página 1 de 9 Resolução CGSN nº 005, de 30 de maio de 2007 Dispõe sobre o cálculo e o re impostos e contribuições microempresas e empresas de optantes pelo Regime Especia Arrecadação de Tributos e Contrib
ICMS. Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação
Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação ICMS Profº André Gomes de Oliveira Imposto sobre a Circulação de Mercadorias
Cadastro de Obras e o Sistema Eletrônico de Apuração do ISS na Construção Civil - SISCON
Cadastro de Obras e o Sistema Eletrônico de Apuração do ISS na Construção Civil - SISCON CELSO GIANNASI Auditor Fiscal Tributário do Município de São Paulo MARIA CÉLIA F. SALLES VASCONCELLOS Auditora Fiscal
Orientações Consultoria de Segmentos Orientações Consultoria de Segmentos EFD-REINF Conceito da obrigação
25/05/2017 Sumário 1 Questão... 3 2 Normas Apresentadas pelo Cliente... 3 3 Análise da Consultoria... 3 3.1 Instrução Normativa 1701 de 2017... 3 3.2 Descrição Simplificada dos Eventos... 5 3.3 Sequencia
Agenda de Contribuições, Tributos e Obrigações. Mês de Fevereiro de 2017.
Agenda de Contribuições, Tributos e Obrigações. Mês de Fevereiro de 17. DIAS OBRIGAÇÕES D E S C R I Ç Ã O FUNDAMENTAÇÃO LEGAL 17.01 à 17.03.17 03 06 RAIS SALÁRIOS SECONCI O Ministério do Trabalho e Emprego,
Manual da Nota Fiscal Eletrônica
Manual da Nota Fiscal Eletrônica 1 Índice Dados Pessoais Perfil do usuário-------------------------------------------------------- 3 Dados Cadastrais Configurar Prestador de Serviços ------------------------------
AGENDA TRIBUTÁRIA PAULISTA: FEVEREIRO DE COM. CAT Nº 2, DE 26/01/2017
AGENDA TRIBUTÁRIA PAULISTA: FEVEREIRO DE 2017 - COM. CAT Nº 2, DE 26/01/2017 Declara as datas fixadas para cumprimento das obrigações principais e acessórias do mês de fevereiro de 2017. O Coordenador
Orientações Consultoria de Segmentos ICMS ST para transportadoras de produtos da Petrobrás
10/02/2014 Orientações Consultoria Tributária de Segmentos Título do documento Sumário 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 3 3.1 Decreto Nº 20.686, De 28
SUMÁRIO. Apresentação, xiii
SUMÁRIO Apresentação, xiii 1 A Contabilidade e a Gestão Tributária, 1 1.1 Introdução, 1 1.2 Os objetivos da atividade de gestão tributária, 1 1.3 Características profissionais exigidas para o cargo de
I V S E N A M. ISSQN Serviços Provenientes ou Iniciados no Exterior e o SISCOSERV. Ricardo Almeida Ribeiro da Silva 13 de setembro de 2013
I V S E N A M ISSQN Serviços Provenientes ou Iniciados no Exterior e o SISCOSERV 13 de setembro de 2013 ROTEIRO 1) ISSQN sobre serviços oriundos (do) ou destinados ao exterior. Disciplina na Constituição
Exercícios: Princípios e Imunidades Coordenação do material: Emersom Fernandes TV EXAME DE ORDEM
Exercícios: Princípios e Imunidades Coordenação do material: Emersom Fernandes TV EXAME DE ORDEM 1-Lei catarinense, publicada em 01.12.2008, alterou, de 3% para 4%, a alíquota do IPVA relativo à propriedade
Curso de Ciências Contábeis Disciplina: Contabilidade Tributária I 3ª Fase Professora: Lyss Paula de Oliveira
Curso de Ciências Contábeis Disciplina: Contabilidade Tributária I 3ª Fase Professora: Lyss Paula de Oliveira 1 Assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as afirmativa falsa: (F) O ISS é um tributo
Previdenciária - Estabelecidas as normas sobre restituição, compensação, ressarcimento e reembolso perante a Receita Federal do Brasil
Publicada em 18.07.2017-09:26 Previdenciária - Estabelecidas as normas sobre restituição, compensação, ressarcimento e reembolso perante a Receita Federal do Brasil A Secretaria da Receita Federal do Brasil
Prefeitura Municipal de Resende
DECRETO N.º 1748, DE 02 DE AGOSTO DE 2007. EMENTA: Regulamenta a Lei n.º 2604, de 01 de agosto de 2007, que instituiu a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica NFS-e, e dispõe sobre a geração e utilização de
Prof. Fernando Mattos
Prof. Fernando Mattos 1 Apresentação Prof. MSc. Fernando Mattos Mestre em Ciências Contábeis pela UFRJ. Pós-Graduado em Administração e Contabilidade pela Avec e Especialista em Contabilidade pela Fundação
ANO XXV ª SEMANA DE MAIO DE 2014 BOLETIM INFORMARE Nº 18/2014
ANO XXV - 2014-1ª SEMANA DE MAIO DE 2014 BOLETIM INFORMARE Nº 18/2014 IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA DIPJ 2014 - PESSOAS JURÍDICAS E EQUIPARADAS - DISPOSIÇÕES GERAIS... Pág. 276 SIMPLES NACIONAL DASN-SIMEI
NFTS Nota Fiscal do Tomador de Serviço
Nota Fiscal do Tomador de Serviço O QUE É A é uma declaração dos serviços tomados ou intermediados por PESSOAS JURÍDICAS estabelecidas no município de São Paulo, por ocasião da contratação de serviços
INSTRUÇÃO NORMATIVA N 03/2014/SFM/UFT, de 25 de ju lho de Cadastro Eletrônico de Empresas Não Estabelecidas em Joinville - CENE
INSTRUÇÃO NORMATIVA N 03/2014/SFM/UFT, de 25 de ju lho de 2014. Cadastro Eletrônico de Empresas Não Estabelecidas em Joinville - CENE Dispõe sobre a abertura de inscrição no Cadastro Mobiliário Municipal,
BÔNUS DE ADIMPLÊNCIA FISCAL
BÔNUS DE ADIMPLÊNCIA FISCAL Instituído pela Lei nº 10.637, de 2002 1) CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO (CSLL) * Silvério das Neves * Adherbal Corrêa Bernardes 1.1) Alíquotas O art. 6º da Medida
LEI Nº 391/2010, DE 13 DE OUTUBRO DE 2010.
LEI Nº 391/2010, DE 13 DE OUTUBRO DE 2010. INSTITUI NO ÂMBITO DO MUNICÍPIO DE ITAIÓPOLIS, O REGIME JURÍDICO -TRIBUTÁRIO DIFERENCIADO, FAVORECIDO E SIMPLIFICADO CONCEDIDO ÀS MICROEMPRESAS ME, E ÀS EMPRESAS
Recife, 19 de julho de Armando Moutinho Perin Advogado
Recife, 19 de julho de 2016 Armando Moutinho Perin Advogado Constituição Federal de 1988 Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre: I direito tributário,
1) Em relação a Tributos, é correto afirmar: a) Os Estados, os Municípios e o Distrito Federal poderão instituir contribuição, na forma das
DIREITO TRIBUTÁRIO 1) Em relação a Tributos, é correto afirmar: a) Os Estados, os Municípios e o Distrito Federal poderão instituir contribuição, na forma das respectivas leis, para o custeio do serviço
ANEXO V. Manual de Preenchimento da Nova Guia de ISS
ANEXO V Manual de Preenchimento da Nova Guia de ISS A partir de 01/03/2005, a Nova Guia de Recolhimento do ISS passa a ser a única forma de recolhimento espontâneo do Imposto Sobre Serviços devido por
ICMS FRONTEIRA ANTECIPAÇÃO DO IMPOSTO ASPECTOS FISCAIS INSTRUTOR: MARCELO REOLON
ICMS FRONTEIRA ANTECIPAÇÃO DO IMPOSTO ASPECTOS FISCAIS INSTRUTOR: MARCELO REOLON CONCEITOS ANTECIPAÇÃO E DIFERENCIAL DIFERENCIAL DE ALÍQUOTAS: Art. 4 - Nas operações com mercadorias ou bens considera-se
Emitir Notas (NFS-e) - Fly e-nota
Emitir Notas (NFS-e) - Fly e-nota 1. Como emitir Notas Fiscais no Fly e-nota Para emissão de NFS-e, é necessário que o prestador esteja devidamente autorizado a realizar este processo. Após acessar o módulo
Declaração Anual do Simples Nacional
Declaração Anual do Simples Nacional Declaração Original Exercício 2010 Ano-Calendário 2009 Período abrangido pela Declaração: 01/01/2009 a 31/12/2009 1 Identificação do Contribuinte CNPJ Matriz: 00559582/0001-40
MANUAL DE EMISSÃO DA NOTA FISCAL DE SERVIÇOS ELETRÔNICA NFS-e
MANUAL DE EMISSÃO DA NOTA FISCAL DE SERVIÇOS ELETRÔNICA NFS-e Sumário 1. Introdução... 3 2. Acessando o Sistema... 3 3. Emitindo NFS-e... 4 3.1. Convertendo RPS em NFS-e on line... 5 3.2. Dados do Tomador
Sumário. Parte I SISTEMA TRIBUTÁRIO BRASILEIRO, CONTABILIDADE E CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA Tributo e Sistema Tributário Brasileiro...
Parte I SISTEMA TRIBUTÁRIO BRASILEIRO, CONTABILIDADE E CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA... 1 1 Tributo e Sistema Tributário Brasileiro... 3 1.1 Definição de tributo... 4 1.2 Conceito de Sistema Tributário Brasileiro...
DECRETO Nº 3.699, De 09 de Novembro de 2016
DECRETO Nº 3.699, De 09 de Novembro de 2016 REGULAMENTA A LEI Nº 3.870/2014 E INSTITUI A NOTA FISCAL AVULSA DE SERVIÇOS, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. CONSIDERANDO a instituição da Nota Fiscal de Serviço Eletrônica
CÂMARA JAPONESA. Escrituração Contábil Fiscal (ECF IRPJ) Ricardo Bonfá Novembro 2014
CÂMARA JAPONESA Escrituração Contábil Fiscal (ECF IRPJ) Ricardo Bonfá [email protected] Novembro 2014 Conteúdo Conteúdo O que é a ECF? 4 Fontes de informação 8 Desafios 9 Penalidades 11 2 O que é a ECF?
