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3 Cronologia Fatos e Datas Relevantes Inclusão PND: Decreto 473 de 10/03/1992; Lei n 9.491/97 Programa Nacional de Desestatização; Contrato de Concessão e Arrendamento: 30 anos prorrogável por igual período; Lei nº /01 Criação ANTT; Lei nº /07 Extinção da RFFSA e Transferência dos Bens Operacionais para o DNIT-MT.

4 Objetivos da Privatização Desonerar o Estado; Melhorar a alocação de recursos; Aumentar a eficiência operacional; Fomentar o desenvolvimento do mercado de transportes; e Melhorar a qualidade dos serviços.

5 Resultados das Concessões Ferroviárias de 2011 O Patrimônio Líquido da maioria das malhas concedidas ficou positivo... No processo de desestatização teve forte impacto positivo nas contas públicas: Desoneração aos Cofres Públicos Prejuízos acumulados da RFFSA R$ 2,2 Bilhões R$ 300 milhões por ano (déficits anuais de operação pela RFFSA) Valores apurados nos leilões das Malhas da Extinta RFFSA R$ 1,76 Bilhão

6 Programa Nacional de Desestatização PND: O Estado buscou novos mecanismos para aprimorar a prestação do serviço público: Atividade de regulação e fiscalização, por meio de Agências Reguladoras. Definir prioridades, padrão de qualidade dos serviços e a modicidade das tarifas; Regular e fiscalizar o patrimônio que permanece em poder da União.

7 Concessões das Ferrovias para a Iniciativa Privada Malhas ferroviárias operadas pela iniciativa privada km Transnordestina Logística EFVM-Estrada de Ferro Vitória a Minas EFC-Estrada de Ferro Carajás FCA- Ferrovia Centro - Atlântica ALL - América Latina Logística Malha Paulista ALL- América Latina Logística Malha Norte ALL- América Latina Logística Malha Oeste ALL - América Latina Logística Malha Sul FTC - Ferrovia Tereza Cristina MRS Logística FNS Ferrovia Norte Sul (Tramo Norte) Processo de Desestatização: 1996 a Malhas concedidas àiniciativa privada

8 Malha Ferroviária - Brasil Extensão do Sistema Ferroviário Brasileiro (km) Bitolas Ferrovias Larga Métrica Mista Total MRS Logística S.A Ferrovia Tereza Cristina S.A FTC A LL - A mérica Latina Logística Malha Sul S.A A LL - A mérica Latina Logística Malha Oeste S.A (Novoeste) A LL - A mérica Latina Logística Malha Paulista S.A. (Ferroban) A LL - A mérica Latina Logística Malha Norte S.A. (Ferronorte) Ferrovia Centro-A tlântico S.A FCA EFVM - Estrada de Ferro Vitória a Minas EFC - Estrada de Ferro Carajás Transnordestina Logística S.A (CFN) Ferrovia Norte Sul - FNS(Subconcessão do Tramo Norte de 720 km) Subtotal Ferrovias de Carga - Concessões Privadas FERROESTE - Estrada de Ferro Paraná Oeste Trombetas/Jarí/Corcovado/Supervia/ Campos do Jordão A mapá/cbtu/cptm/trensurb/centra L/METRO - SP RJ Subtotal - Outras Ferrovias TOTAL

9 Resultados das Concessões Ferroviárias As Concessionárias Ferroviárias continuam superando o desafio de aumentar a produção na infraestrutura concedida Melhoria da condição operacional da via permanente, enfocando os aspectos de segurança e transit time; Aquisição de material rodante - locomotivas e vagões e recuperação da frota sucateada herdada da RFFSA; Introdução de novas tecnologias operacionais e gestão, visando o aumento da produtividade, segurança, confiabilidade e a preservação do meio ambiente; Adoção de parcerias com clientes e outros operadores, buscando mercados com maior valor agregado; Capacitação empresarial e aperfeiçoamento profissional, com a implantação de cursos, além de programas de trainee; Ações sociais com campanhas educativas, preventivas e de conscientização das comunidades limítrofes das ferrovias.

10 Resultados das Concessões Ferroviárias de Resultados da Iniciativa Privada Oferta Aumento da produção ferroviária em 112% (de 137,2 para 290,5 bilhões de TKU), obtendo 5,5% de Taxa de Crescimento Médio Anual (CAGR). Crescimento de 88% na movimentação (de 253,3 para 475,1 milhões de TU). Emprega mais de 41,5 mil funcionários diretos e indiretos. Investimentos Investimentos de R$ 28,6 bilhõesna malha e material rodante, incluindo recuperação da frota sucateada herdada da Rede. Setor Ferroviário Arrecadação à União Pagos R$ 15,1 bilhões em concessão e arrendamento; tributos Federais, Estaduais e Municipais. Segurança Redução em torno de 81% no índice de acidentes (de 75,5 para 14,2 acidentes por milhão trens.km) Total da CIDE R$ 893 milhões

11 A Ferrovia Tereza Cristina

12 Ferrovia Tereza Cristina Leilão: 22/11/1996 Bolsa Valores RJ; Constituição da FTC: 30/12/1996; Início da operação: 01/02/1997; Crise Energética Desregulamentação do carvão; Pequena demanda de transporte Receitas inferiores ao ponto de equilíbrio (Receita x Despesa). Estrutura física deteriorada;

13 Ferrovia Tereza Cristina Metas da Concessão Metas estabelecidas pelo Contrato de Concessão: Meta anual de Produção, medida em TKU (175 milhões de TKU); Meta anual de Segurança, medida em acidentes por milhão de trens quilômetro (20 acidentes/milhão de trem km).

14 Ferrovia Tereza Cristina Malha FTC Atuação: 13 municípios/sc. (Siderópolis, Criciúma, Forquilhinha, Içara, Morro da Fumaça, Cocal do Sul, Urussanga, Sangão, Jaguaruna, Tubarão, Capivari de Baixo, Laguna e Imbituba).

15 Ferrovia Tereza Cristina Extensão: 164 Km de linhas férreas. Especialização: Transporte de carvão mineral para o Complexo Termelétrico JL e carga geral conteinerizada com destino ao Porto de Imbituba. Frota: 11 Locomotivas e 466 Vagões. Oficinas: 3 Via Permanente, Locomotivas e Vagões, além de postos de manutenção. Terminais: 1 terminal intermodal em Criciúma (CTI) e 10 terminais de carga e descarga. Colaboradores: 135 Próprios e 153 Terceiros. Passagens em Nível: 214 (27 ativas passivas).

16 Ferrovia Tereza Cristina Faturamento: 458,8 milhões Cargas movimentadas: 39,5 milhões de toneladas Arrecadação: Concessão, arrendamento e tributos = R$ 95,4 milhões Investimentos: R$ 56,2 milhões Redução de 92% indicador de acidentes ferroviários De 172 (RFFSA) para 14 acidentes/milhão.trem.km.

17 Investimentos Foram aplicados R$ 56,2 milhões na melhoria da prestação do serviço, principalmente em: Adequação operacional da via permanente; Recuperação e modernização do material rodante; Sistemas e programas de segurança; Reforma das instalações; Qualificação dos colaboradores; Sistema de gestão; Adequações ambientais e ações sociais Novos negócios.

18 Ferrovia Tereza Cristina Sistema de Gestão Certificação: Transporte ferroviário de cargas na malha Tereza Cristina; Operação de descarga, movimentação e abastecimento de carvão mineral dos silos das unidades do CTJL. NBR ISO 9001:2000 Qualidade NBR ISO 14001:2004 Ambiental OHSAS 18001:2007 Segurança e Saúde Ocupacional

19 Ferrovia Tereza Cristina Meta de Produção TKU Milhão de TKU Produção Realizada Meta Contratual Nota: A meta para o período de 1997 a 2002 era o atendimento do Complexo Termelétrico Jorge Lacerda. Produção Total no Período: 2,9 bilhões de TKU

20 Ferrovia Tereza Cristina Volume Transportado (TU) MIL TONELADAS TU Meta

21 Ferrovia Tereza Cristina Meta de Segurança Acidentes por milhão de Trem.km Acidentes / Milhão Trem.km Indicador FTC Meta Contratual ACIDENTES NÚMERO DE ACIDENTES INDICADOR LIMITE ANTT , ,2 60,2 39,0 36,0 32, INDICADOR FTC 120,6 39,5 22,9 23,2 12,3 13,2 12,9 13,2 10,0 10,2 15,4 10,0 11,5 9,7 14,0

22 Ferrovia Tereza Cristina Transporte Contêineres CONTÊINERES TRANSPORTADOS Quantidade Cheio Vazio

23 Ferrovia Tereza Cristina Carga Geral Transporte Realizado (t) Toneladas Pallets + Contêineres TOTAL: t

24 Ferrovia Tereza Cristina Principais Ações Sociais Ser Eficiente Ressocialização de Detentos Convênio SATC Campanha Carnaval com Mais Saúde Escola Futsal Aulas de Capoeira Aulas de Dança Trem de Natal

25 Ferrovia Tereza Cristina Expansão da Malha para acesso à carga Três trechos: Ramal USITESC (12 km) R$ 13 milhões; Ramal Mina 101 (4,5 km) R$ 7 milhões; Ramal Maracajá (11 km) R$ 15 milhões.

26 INVESTIMENTOS Operação e Manutenção Ferroviária

27 Locomotivas

28 Vagões Plataforma Fechado Gôndola Hopper Fechado

29 Via Permanente

30 Sinalização e Segurança Sinalização Ativa Passagem Inferior Sinalização Passiva

31 Adequações Meio Ambiente e Normas Canaletas Posto de Abastecimento

32 Preservação Patrimonial Galpão Via Permanente Prédio Administração Vedação da Faixa de Domínio

33 Modernização da Frota Computador de Bordo Vagões de Plástico

34

35 Oportunidades de Negócios Porto de Imbituba Capacidade Movimentação de Contêineres: 300 mil contêineres/ano

36 Novos Negócios Criciúma Terminal Intermodal

37 Novos Negócios Transporte de Pallets e Contêineres

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39 Viação Catarinense Projeto de prolongamento da E. F. Thereza Christina A ferrovia idealizada por Oscar de Oliveira Ramos, estender-se-ia de São Francisco do Sul até Porto Alegre, com um ramal até a fronteira com a Argentina.

40 Cronologia Estudos de Viabilidade do Sistema Ferroviário de SC (Ferrovia Litorânea e Leste-Oeste); 2006 Inclusão no PNV da EF-140 Ferrovia Litorânea (Lei Nº , de 9/05/2006); 2008 a 2010 Editais para elaboração e contratação do projeto executivo de engenharia para a implantação do Sistema Ferroviário de Santa Catarina (DNIT).

41 Repartição Modal SC Matriz de Transporte de Produtos Selecionados 1999 Matriz de Transporte de Produtos Selecionados % 32% 68% RODOVIÁRIO 92% FERROVIÁRIO Matriz de Transporte de Produtos Selecionados 2020 MATRIZ FERROVIÁRIA MATRIZ GLOBAL RODOVIÁRIO FERROVIÁRIO Matriz de Transporte de Produtos Selecionados % 35% 66% 65% RODOVIÁRIO FERROVIÁRIO RODOVIÁRIO FERROVIÁRIO

42 Demanda de Transporte (2030) NORTE 98,7 milhões t. Discriminação 10³ t (%) Demanda Total de Transporte ,6 - Fluxos ferroviários alocados ao Stan ,0 35 Ferrovia Litorânea Demanda potencialmente captável ,2 28 Demanda Ferroviária ,0 12 Ferrovia Leste - Oeste Demanda potencialmente captável ,3 17,7 Demanda Ferroviária (Itajaí - Chapecó) ,0 11,6 SUL

43 Principais Corredores Analisados

44 Cenário Ferroviário 2030 Configuração Completa

45 Corredores de Maior Viabilidade Módulo 3 Módulo 1 Módulo 2

46 Avaliação do Sistema Ferroviário de SC O Estudo de Viabilidade aponta para 2030: O mercado de SC terá uma demanda de transporte de aproximadamente 144 milhões de toneladas de cargas para serem movimentadas. Para atender esta demanda, três vezes superior ao volume atual, a duplicação da BR-101 e as rodovias existentes poderão não suportar, considerando também o crescimento dos veículos de passageiros.

47 O Mercado Projeção da Demanda por Transporte Taxa de Crescimento 2030/1999 = 3,64 % a.a. (em milhões de toneladas)

48 Matriz Ferroviária (Em mil toneladas) (Modelo STAN Strategic Transportation Analysis)

49 Participação Modal ,89 Milhão de Toneladas ,03 47,50 100,64 72,47 28,17 109,37 34, , Ferroviário Rodoviário Total

50 Investimentos por módulo do Sistema Ferroviário de SC Discriminação Ferrovia Litorânea Módulo 1 (236 km) Imbituba - Araquari Ferrovia Leste-Oeste Módulo 2 (390 km) Itajaí - H. Oeste Ferrovia Leste-Oeste Módulo 3 (220 km) H.Oeste - Chapecó IMPLANTAÇÃO DA VIA FERROVIÁRIA 441, ,2 441, ,4 Obras Civis 425, ,1 425, ,7 Projeto e Supervisão 15,3 41,1 15,3 71,7 AÇÕES NO MEIO AMBIENTE 6,9 13,6 6,8 27,3 Ações Mitigadoras 4,7 7,9 4,7 17,3 Ações Compensatórias 2,2 5,7 2,1 10,0 TOTAL R$ 10³ TOTAL (846 km) 448, ,8 447, ,7 Fonte: CONSÓRCIO ENEFER/STE. Estudo de Viabilidade do Sistema Ferroviário no Estado de Santa Catarina. Florianópolis, 2003.

51 Benefícios Econômicos e Sociais Efeitos do Investimento Discriminação (Horizonte 30 anos) Ferrovia Litorânea Módulo 1 Ferrovia Leste-Oeste Módulo 2 Ferrovia Leste-Oeste Módulo 3 TOTAL Empregos (pessoas) , , , ,0 Direto 8.665, , , ,0 Indireto 4.527, , , ,0 Efeito-renda , , , ,0 Renda Total (R$ milhões)¹ 2.598, , , ,8 (¹) Valor presente. Fonte: CONSÓRCIO ENEFER/STE. Estudo de Viabilidade do Sistema Ferroviário no Estado de Santa Catarina. Florianópolis, 2003.

52 Benefícios Gerais A ampliação do sistema ferroviário em Santa Catarina, em seu conjunto, apresenta também uma Taxa de Retorno Social elevada, em função da: Redução de encargos das rodovias (manutenção); Redução do consumo de combustíveis; Redução da emissão de poluentes (CO2); Redução do número de acidentes rodoviários, reduzindo vítimas e custos de indenizações; Redução nos custos dos materiais perdidos em acidentes; Redução do roubo de cargas; Redução da evasão fiscal; Geração de empregos.

53 Densidade Ferroviária Sul UF Malha Área Territorial Densidade Densidade Densidade (Km) (Km²) População Hab/Km² Km ferrovia/mil Km² Km ferrovia/mil hab. BR , ,8 3,54 0,16 PR , ,5 11,47 0,22 RS , ,5 11,57 0,31 SC , ,8 7,81 0,12

54 Densidade Rodoviária Sul UF Característica Rodovias Federais Estaduais Municipais Total % % BR Pavimentada , , , ,5 13,5 BR Não Pavimentada , , , ,4 86,5 Total , , , ,9 100,0 Pavimentada 1.757, , , ,6 17,3 100,0 PR Não Pavimentada 88, , , ,0 82,7 Total 1.845, , , ,5 100,0 Pavimentada 5.316, ,0 699, ,0 8,2 7,4 RS Não Pavimentada 366, , , ,0 91,8 Total 5.682, , , ,0 100,0 Pavimentada 2.137, ,0 903, ,1 11,0 9,7 SC Não Pavimentada 29, , , ,2 89,0 Total 2.167, , , ,3 100,0 3,9

55 Densidade Rodoviária de SC

56 Mapa Ferroviário de SC

57 Projeto Ferrovia Litorânea Projeto Executivo de Engenharia Edital nº 101/08-00 Estudos Ambientais Edital nº 223/09-00 Ferrovia: EF 451 (EF 140) Trecho: Imbituba Araquari/SC Distância: 236 Km Investimentos: Projeto Executivo: R$ 14,76 milhões (Consórcio Magna-Astep e Vega-Prosul) Estudos Ambientais: R$ 4,14 milhões (Consórcio STE-OIKOS) Status: Em andamento.

58 Projeto Corredor Ferroviário SC Projeto Básico de Engenharia Edital nº 466/10-00 Estudos Ambientais Edital nº 327/10-00 Ferrovia: EF 280 (EF-487 e EF-499) Trecho: Itajaí Chapecó/SC Distância: 623 Km Investimentos: Projeto Básico de Engenharia: R$ 31,5 milhões Estudos Ambientais: R$ 6,4 milhões Status: Aviso de reabertura das licitações/ em andamento.

59 PNLI O Governo Federal irá lançar, ainda esse ano, um novo plano econômico destinado à infraestrutura de transportes do país. Trata-se do, que terá como objetivo como ferrovias, rodovias e hidrovias -, visando dinamizar o transporte de cargas e reduzir custos logísticos. Estamos conversando há dois meses sobre esse projeto, ou seja, para os acessos terrestres. (José Leônidas de Menezes, ministro-chefe da Secretaria de Portos). Não se pode pensar em transportes de maneira isolada.. E aí, a tendência é que os custos logísticos caiam. (Paulo Sérgio Passos, ministro dos Transportes). Investimentos previstos com base do PNLT e PNLP: R$ 30 bilhões. Fonte: Governo lançará Plano Nacional de Logística Integrada. Revista Ferroviária. Rio de Janeiro. Disponível em: Acesso em: 16 de abr de 2012.

60 Benony Schmitz Filho Diretor-Presidente FIESC 18/04/2012

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