3 A Semiótica das Imagens
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- Maria das Graças Maria Luiza Leveck di Castro
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1 3 A Semiótica das Imagens Palavra dócil Palavra d água Pra qualquer moldura que se acomoda Em balde, em verso, em mágoa Qualquer feição de se manter palavra. Chico Buarque de Holanda Esse capítulo tem por objetivo apresentar brevemente a teoria semiótica de Peirce (1966) e Saussure (1916, 2005), introduzindo a teoria da semiótica social (Kress e van Leeuwen, 2000) adotada para a análise de imagens, e que dá suporte ao presente trabalho na análise das fotografias presentes no livro didático estudado. Pesquisadores como Kress e van Leeuwen (2000), Sturken e Cartwright (2005), Burgin (2005) e Evans (2005) utilizam a teoria semiótica para análise que fazem de imagens, entre elas da imagem fotográfica. Sturken e Cartwright (2001:25) argumentam que os significados da imagem não estão somente nos elementos da imagem mas são adquiridos quando esses elementos são consumidos, vistos e interpretados 31. Sendo assim os significados das fotografias podem ser criados e/ou modificados a cada vez que elas forem vistas, e o contexto sócio-histórico de quem a produz e de quem a vê influenciará na sua interpretação. Quando refletimos sobre o significado de uma imagem fotográfica, ou seja, quando nos perguntamos quando e onde uma determinada fotografia foi tirada, o que ela mostra, qual tipo de evento e de relação as pessoas e objetos estabelecem entre si, estamos na realidade tentando interpretar e entender o que essa imagem significa para nós. Ao fazermos isso, utilizamos recursos da semiótica tanto para entendê-la, como também para fazer significado (Sturken e Cartwright, 2005:21). Burgin, escritor e artista, defende que toda comunicação se dá com base em signos 32 (Burgin, in Evans e Hall, 2005:44). Burgin considera a fotografia um 31 but acquired when they are consumed, viewed, and interpreted. (Sturken e Cartwright, 2001:25) 32 all communication takes place on the base of signs. (Burgin, in Evans e Hall, 2005:44)
2 A Semiótica das Imagens 45 signo, ou melhor, um complexo de signos usados para comunicar uma mensagem 33 (Burgin, in Evans e Hall, 2005:44). Sendo esse trabalho sobre fotografia em livro didático de inglês como segunda língua, e sobre as representações que podem ser encontradas nessas imagens fotográficas, a teoria semiótica se torna um importante suporte para a compreensão do que vem a ser representação, pois problematiza e focaliza seu estudo no processo da representação. Chandler (2002:14) argumenta que o estudo da semiótica faz com que nos tornemos mais atentos ao papel mediador dos signos, e dos papéis que todos exercemos para a construção da realidade social 34. Dessa maneira, a realidade que se forma é relativa, pois é a interpretação que damos a ela que a constroe. O significado não é transmitido, mas criado de acordo com a interação entre o complexo sistema de códigos e as convenções que normalmente ignoramos 35 defende Chandler (2002:15). Ao entendermos o fato de que o mundo ao nosso redor é composto por signos, e que para compreender esse mundo nós só o poderemos fazer através dos signos e códigos que os organizam, devemos ficar atentos então à importância que esses signos exercem na maneira como os construímos e como interpretamos o mundo ao nosso redor. De acordo com Chandler (2002:15) vivendo num mundo cada vez mais repleto de signos visuais, precisamos aprender que mesmo os signos mais realísticos não são aquilo que aparentam ser 36. Mesmo sendo a fotografia considerada como fiel à realidade que representa, ao investigar a maneira como é construída e de que maneira essa realidade nos é apresentada, estamos revelando quais são essas realidades que nos estão sendo mostradas, e quais ideologias podem estar presentes ou sendo suprimidas na suas representações. Burgin (in Evans e Hall, 2005:45) argumenta que sendo alguns fotógrafos melhores comunicadores do que outros, o objetivo do semiólogo acaba sendo o de investigar as razões do sucesso 33 a complex of signs, used to communicate a message. (Burgin, in Evans e Hall, 2005:44) 34 to become more aware of the mediating role of signs and of the roles played by ourselves and others in constructing social realities. (Chandler, 2002:14) 35 meaning is not transmitted to us- we actively create it accordingly to a complex interplay of codes or conventions of which we are normally unaware. (Chandler, 2002:14) 36 living in a world of increasingly visual signs, we need to learn that ever the most realistic signs are not what they appear to be. (Chandler, 2002:15)
3 A Semiótica das Imagens 46 ou fracasso em termos de signo fotográfico 37 desses fotógrafos. O trabalho do semiólogo é feito considerando-se que, se há um domínio da arte fotográfica é por que existe algum tipo de sistema de signos que pode ser aprendido e utilizado com sucesso, ou seja, dominado. A teoria semiótica apresenta duas tradições divergentes: uma proposta por C.S. Peirce (1966), no final do séc. XIX nos EUA, e outra proposta por F. de Saussure (1916) no início do séc. XX, na Europa, e mais tarde retomada por Barthes (1964). Essas teorias se revelam de grande importância para o estudo de imagens a que esse estudo se propõe. Chandler se refere à semiótica contemporânea como um estudo de signos que fazem parte de um sistema maior de signos, e que se preocupa com a maneira como os significados são realizados e como a realidade é representada 38 (2002:2). Para Sturken e Cartwright (2005:28), ao comentarem as idéias de Peirce, o significado reside não apenas na percepção e na ação subseqüente que se segue àquela percepção 39, ou seja, um pensamento só pode ser interpretado após ter sido seguido de outro pensamento que lhe permitiu tal interpretação, exemplificam as autoras. Dentre os semiólogos, chama a atenção os trabalhos de Charles Sanders Pierce, filósofo, matemático e físico norte-americano que trouxe contribuições importantes no campo da semiótica. Para Peirce (1966) linguagem e pensamento são processos de interpretação do signo. Peirce propôs categorias para o signo que se baseiam nas diferentes relações entre significado e significante. Sua preocupação era de que os signos não-lingüísticos podiam ser menos arbitrários do que Saussure propusera em relação aos signos lingüísticos (Evans, in Evans e Hall, 2005:13). Peirce propõe uma análise dos signos considerando-se três partes: a) o representamen que se refere à forma que o signo apresenta, b) interpretante o sentido que o signo tem, e c) o objeto aquilo ao que o signo se refere. Isso 37 their success or failure in terms of the photographic sign itself. (Burgin, in Evans e Hall, 2005:45) 38 meaning-making and representation of reality. (Chandler, 2002:2) 39 resides not in the initial perception of a sign, but in the interpretation of the perception and subsequent action based on that perception. (Sturken e Cartwright, 2001:28)
4 A Semiótica das Imagens 47 seria uma tentativa de se pensar na relação entre signos e referentes 40 (Evans, in Evans e Hall, 2005:13). Enquanto Saussure enfatiza a arbitrariedade do signo, Peirce enfatiza que essa arbitrariedade dos signos é relativa. Kress e van Leeuwen (2000) comentam a utilização de termos e conceitos da semiologia de Peirce como: símbolo, ícone e indicador, para o estudo de imagens. Evans acrescenta ainda que a fotografia: diferentemente dos desenhos de uma imagem originada por computador, está física ou casualmente ligada ao seu referente, sendo o resultado de uma redistribuição óptica de raios de luz emanados de um objeto em direção a materiais sensíveis à luz. 41 (Evans, in Evans e Hall, 2005:13) É justamente essa condição da fotografia de estar diretamente conectada de alguma maneira ao significante, que faz com que a imagem fotográfica se apresente presa ao objeto. O lingüista europeu Ferdinand de Saussure (1916, 2005) concebeu em sua teoria da linguagem a noção de que o significado muda de acordo com o contexto e regras da língua 42 (Sturken e Cartwright, 2001:28). Seu livro de publicação póstuma Tratado de Lingüística Geral deu início ao estruturalismo europeu. Saussure considera a língua como um sistema de signos mais importantes, localizado em nossa mente, e formado por signos, que são arbitrários, frutos de uma convenção. Um signo lingüístico não é um elo entre uma coisa e um nome, mas entre um conceito significado - e uma imagem acústica significante (Saussure, 1983:66). Os conceitos sobre signos apresentados por Peirce e por Saussure, e mais tarde por Barthes (2003), são fundamentais para o estudo de imagens. Esses conceitos, inclusive, são de grande importância na investigação de significados e interpretações da imagem fotográfica. 40 an attempt to think about the relationship between signs and referents. (Evans, in Evans e Hall, 2005:13) 41 unlike a drawing or computer-generated image, is thus physically or causally linked to its referent, being the result of an optical redistribution of light rays emanating from an object on to light-sensitive materials. (Evans, in Evans e Hall, 2005:13) 42 according to context and to the rules of language. (Sturken e Cartwright, 2002:28)
5 A Semiótica das Imagens 48 A abordagem semiótica tem influência, inclusive em outras abordagens de língua e de análise de imagens. Estudiosos como Hasan (1996), Martin (1997) e Kress (1993) apresentam em seus trabalhos abordagens sócio-semióticas utilizando fundamentos da teoria sistêmico-funcional de Michael Halliday (1994). Esses pesquisadores também consideram que o sistema semiótico tem o signo como a noção central (Kress e van Leeuwen, 2000). Para Halliday e Hasan (1989:3), a semiótica é mais do que um estudo de signos, é um estudo do significado dos sistemas de signos, ou seja, um estudo geral do significado 43. A linguagem é um dos diversos sistemas de signos que são usados para a construção de sentido, ou seja, a lingüística é um tipo de semiótica (Hasan,1996). Halliday e Hasan (1989:4) inclusive fazem uso dessa concepção para definir cultura como um conjunto de sistemas semióticos, um conjunto de sistemas de significados, os quais se relacionam entre si 44. Os visuais, assim como a língua, é um dentre um número de sistemas de significados, que juntos constituem a cultura humana 45 completam Halliday e Hasan (1989:4) Kress e van Leeuwen (2000:40) consideram que os visuais também são sistemas semióticos, e como qualquer modo semiótico, devem servir a vários requisitos de comunicação (e de representação) a fim de funcionarem como um sistema completo de comunicação 46. Os signos ao serem criados têm um significado (signified) que querem expressar, e esse significado é expresso através de um modo semiótico, que torna disponível a mais plausível subjetividade, a forma mais apta 47 (Kress e van Leeuwen, 2000:6), ou seja, o significante (signifier). Kress e van Leeuwen vêem o signo como conjunções motivadas de significados e significante. E na semiologia a motivação é definida em termos de uma relação entre significante e significado. Em concordância com essa abordagem, outro pesquisador, Unsworth, confirma a importância da teoria semiótica para a análise de imagens, e comenta 43 general study of signs (Halliday e Hasan, 1989:3) 44 set of semiotic systems, a set of systems of meaning, all of which interrelate (Halliday e Hasan, 1989:4) 45 a number of systems of meaning that, taken all together, constitute human culture. (Halliday e Hasan, 1989:4) 46 all semiotic modes, has to serve communicational (and representational) requirements inorder to function as a full system of communication. (Kress e van Leeuwen, 2000:40) 47 express it through the semiotic mode which makes available the subjectively most plausible, most apt form (Kress e van Leeuwen, 2000:6)
6 A Semiótica das Imagens 49 que Kress e van Leeuwen reconhecem que a coerência entre as imagens e a composição textual se dá em diferentes maneiras, e assim realizam a realidade semiótica 48 (Unsworth, 2001:72). Nesse capítulo, objetivei dar um panorama do que vem a ser a teoria semiótica e de como ela pode ser aplicada ao estudo de imagens fotográficas. Sendo a fotografia um tipo de imagem, todas as vezes que se faz uma interpretação de sua imagem com a finalidade consciente ou não de entendê-la, estamos recorrendo à semiótica. Ao considerarmos que tanto a linguagem quanto os visuais se utilizam da noção do signo para fazer significado, a semiótica passa a ser um recurso importante para o estudo desses diferentes sistemas de comunicação. 48 different ways and so realize semiotic reality. (Unsworth, 2001:72)
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