O SOROBAN E AS QUATRO OPERAÇÕES
|
|
|
- Gabriel Henrique Gil Galvão
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 O SOROBAN E AS QUATRO OPERAÇÕES Francieli Cristina Agostinetto Antunes UNIOESTE - [email protected] André Guilherme Unfried UNIOESTE - [email protected] Lucas Felipe Zanela UNIOESTE - [email protected] Resumo: O Soroban foi criado por volta do século XVI. Adaptado de outros instrumentos de cálculo, foi ganhando adeptos na cultura oriental, onde ainda é amplamente utilizado. Veio para o Brasil bem mais tarde, mas ganhou além de espaço uma aplicação especial, foi adaptado para que deficientes visuais pudessem utilizá-lo para efetuar algumas operações. A proposta desse minicurso é levar as pessoas a conhecerem o instrumento, saber como representar quantidades e também operar, em princípio as quatro operações, adição, subtração, multiplicação e divisão, dentro do conjunto dos Números Naturais, permitindo aos participantes o manuseio do instrumento e a possibilidade de utilizá-lo para efetuar cálculos básicos, desenvolver o raciocínio lógico e, se necessário, ajudar uma pessoa deficiente visual a calcular com esse instrumento. Palavras-chave: Soroban. Quatro operações. Conjunto dos Números Naturais. Soroban O ábaco japonês, denominado por soroban, teve sua origem no século XVI, e vem sendo usado até os dias atuais. Primeiramente apresentava uma disposição de contas 2/5 como uma versão chinesa, o Suan-pan (Figura 1), formado por contas que são colocadas a deslizar ao longo de hastes tradicionalmente feitas de bambu. Cada uma das hastes tem duas contas sobre a barra central representando cinco unidades cada uma e outras cinco contas abaixo da barra central que representam uma unidade cada (disposição 2/5).
2 Figura 1: Suan-Pan Chinês. Fonte: Manual do Ábaco Japonês Soroban. Posteriormente, foi eliminada uma de suas contas superiores, ficando uma disposição 1/5, como mostra a figura: Figura 2: Soroban com 5 contas na base inferior. Fonte: A construção do conceito de número e o pré-soroban. Em princípios do século XX foi retirada uma das contas inferiores, ficando com a atual disposição 1/4 (Figura 3), que é a mais apropriada ao sistema decimal utilizado atualmente. Figura 3: Ábaco Japonês chamado Soroban.
3 Fonte: André Luís. Conforme o Ministério da Educação (BRASIL, 2006a, p. 20), os primeiros sorobans trazidos ao Brasil chegaram por meio de imigrantes japoneses no ano de Esses imigrantes não tinham o intuito de divulgação, utilizavam o instrumento somente em suas atividades pessoais e profissionais. O Soroban trazido pelos japoneses foi percebido pelo brasileiro Joaquim Lima de Moraes como uma possibilidade de instrumento de calcular a ser utilizado pelos deficientes visuais. Ele viu no soroban um instrumento de custo acessível e que poderia facilitar a realização de cálculos por essas pessoas. Porém, as contas deslizavam com muita facilidade e que seria difícil para o deficiente visual manusear o instrumento sem retirar uma conta do lugar. Moraes então adaptou o Soroban, introduzindo uma borracha na parte de trás do instrumento, para que as contas se movessem apenas quando se fizesse o seu manuseio, e pontos salientes ao longo da haste do meio para evidenciar os pontos de referência das ordens numéricas. Estas adaptações possibilitaram o uso do Soroban por deficientes visuais a um custo bem baixo. O uso do Soroban entre nós brasileiros não é muito comum. Muitos de nós conhecemos, sabemos qual a utilidade do instrumento, porém não sabemos fazer cálculos com ele e, consequentemente, não estamos preparados para ajudar alguém a utilizá-lo, seja uma pessoa com visão normal ou alguém com deficiência visual. Levando em consideração essas necessidades, estamos propondo este minicurso, para apresentar e orientar pessoas a efetuarem cálculos no Soroban e, aos que já sabem representar e efetuar cálculos, trabalhar a agilidade e velocidade na resolução destes cálculos. O Soroban hoje O soroban é composto por hastes verticais e uma horizontal. A haste horizontal divide as suas seis contas, em uma na parte superior e quatro contas na parte inferior. A
4 conta que está acima da haste tem valor 5 e as que estão na parte inferior da haste tem valor 1, conforme ilustrado na figura 4: Figura 4: Estrutura do soroban Fonte: André Luis A haste das unidades, independente da classe (unidade, milhar, milhão), será sempre uma haste com um ponto de referência sobre a haste do meio (primeira coluna à esquerda, no soroban adaptado para deficientes visuais). A escolha do ponto de referência a ser usado é livre, dependendo de quantas casas decimais ocupará a resposta (unidade, dezena, centena, milhar etc.). zerado. Se não houver contas encostadas na haste do meio diz-se que o Soroban está Metodologia de Trabalho O minicurso foi planejado para trabalhar com 18 pessoas, pois esse é o número de calculadoras Soroban que temos disponíveis. Os participantes também poderão baixar aplicativos do Soroban em seus smartphones, o que pode aumentar o número de participantes.
5 Atividades Será solicitado aos participantes que representem e/ou operem e posteriormente a atividade será explicada e corrigida pelo ministrante do curso. 1) Represente as quantidades: a) 9 b) 10 c) 19 d) 26 e) 37 f) 89 g) 105 h) 350 i) 1270 j) ) Adição a) = 9 b) = 18 c) = 33 d) = 58 e) = 66 f) = 157 g) = 591 h) = 714 i) = 91 j) = 126 k) = 3934 l) = 5088 m) = n) o) = p) = ) Subtração a) = 15 b) = 53 c) = 109 d) = 292 e) = 47 f) = 21 4) Multiplicação: a) 16 x 4 = 64 b) 82 x 8 = 656 c) 26 x 9 = 225 d) 25 x 32 = 800 e) 79 x 3 = 237 g) = 3111 h) = 1109 i) = j) = k) = f) 954 x 46 = g) 613 x 27 = h) 798 x 897 = i) 643 x 762 = j) 164 x 99 = 16236
6 k) 688 x 123 = l) 636 x 71 = m) 809 x 390 = ) Divisão a) 34 : 2 = 17 b) 248 : 4 = quociente 54 resto 32 c) 38 : 12 = quociente 3 resto 2 d) 186 : 20 = quociente 9 resto 6 e) : 15 = quociente 156 resto 12 f) : 24 = resto 12 quociente 256 g) 726 : 13 = resto 11 quociente 55 h) : 20 = 525
7 Referências BRASIL, Ministério da Educação. A construção do conceito de número e o présoroban. Brasília, DF: MEC/Seesp, 2006a.. Portaria n , de 10 de maio de Institui o uso do Soroban. Brasília, DF: MEC/Seesp, 2006b. LUÍS, A. Soroban Brasil. Disponível em: < /38-tutoriais/67-como-ler-o-soroban>. Acesso em: 6 mai PACHECO, N. H. R., MIRANDA, A. D., PINHEIRO, N. A. M., Contribuições do Soroban e do Multiplano para o Ensino de Matemática aos alunos com deficiência visual: foco na inclusão. In IV Simpósio Nacional de Ensino de Ciências e Tecnologia.2014, Ponta Grossa, Paraná. Disponível em: Acesso em 24/08/2015. SANO, W. T. Soroban - ábaco japonês. Disponível em: < coleitura.shtml>. Acesso em: 18 jul TEJÓN, F. Manual para uso do ábaco japonês soroban. Disponível em: < giocewk. pbworks.com/f/soroban+-+manual+2007.pdf>. Acesso em: 15 jun
Universidade Federal do Rio de Janeiro Danilo Almeida Rosa Evolução da Ciência e da Matemática
Universidade Federal do Rio de Janeiro Danilo Almeida Rosa Evolução da Ciência e da Matemática 1. Origem histórica; 2. Conceito de números; 3. Educação básica; 4. Educação deficientes visuais. O ábaco
PRODUÇÃO TÉCNICA: SOROBAN DOURADO
UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ PROGRAMA DE PÓS GRADUCAÇÃO EM ENSINO E TECNOLOGIA DOUTORADO EM ENSINO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA LÚCIA VIRGINIA MAMCASZ VIGINHESKI PRODUÇÃO TÉCNICA: SOROBAN DOURADO
SOROBAN: UMA FERRAMENTA PEDAGÓGIA PARA O ENSINO DA ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO
SOROBAN: UMA FERRAMENTA PEDAGÓGIA PARA O ENSINO DA ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO Lenaldo de Castro Leitão Universidade do Estado do Rio Grande do Norte UERN/PIBID [email protected] Pedro Henrique Nogueira
APLICAÇÃO DO SOROBAN PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA PARA DEFICIENTES VISUAIS Apresentação: Pôster
1 APLICAÇÃO DO SOROBAN PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA PARA DEFICIENTES VISUAIS Apresentação: Pôster Cleber Cabral de Oliveira 1 ; Antônio Evangelista Ferreira Filho 2 Introdução Existem diversos materiais
O USO DO SOROBAN COMO FERRAMENTA E INSTRUMENTO DE APRENDIZAGEM NO PROCESSO DE INCLUSÃO
Sociedade Brasileira de na Contemporaneidade: desafios e possibilidades O USO DO SOROBAN COMO FERRAMENTA E INSTRUMENTO DE APRENDIZAGEM NO PROCESSO DE INCLUSÃO Fábio Garcia Bernardo 1 IBC Brasil [email protected]
O USO DO SOROBAN COMO FERRAMENTA AUXILIAR AO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE NÚMEROS DECIMAIS
ciedade Brasileira Educação na Contemporaneidade: desafios e possibilidades O USO DO SOROBAN COMO FERRAMENTA AUXILIAR AO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE NÚMEROS DECIMAIS Eliel Constantino da Silva
Anais do Evento PIBID/PR. Foz do Iguaçu 23 e 24 Outubro 2014 ISSN:
II SEMINÁRIO ESTADUAL PIBID DO PARANÁ Anais do Evento PIBID/PR Foz do Iguaçu 23 e 24 Outubro 2014 ISSN: 2316-8285 unioeste Universidade Estadual do Oeste do Paraná PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO Universidade
Roteiro de trabalho para o 4o ano
Roteiro de trabalho para o 4o ano No volume do 4º ano estão assim organizados os conteúdos e as habilidades a serem desenvolvidos no decorrer do ano. LIÇÃO CONTEÚDO OBJETOS 1. Vamos recordar 2. Sistema
A Importância do Ábaco e sua Aplicação no Ensino-Aprendizagem da Aritmética
A Importância do Ábaco e sua Aplicação no Ensino-Aprendizagem da Aritmética Hironori Nishimoto Marco Antonio Pereira da Silva [email protected] [email protected] Licenciatura em Matemática Faculdade
MATEMÁTICA 4º ANO COLEÇÃO INTERAGIR E CRESCER
CONTEÚDOS MATEMÁTICA 4º ANO COLEÇÃO INTERAGIR E CRESCER UNIDADE 1 1. Sistema de numeração decimal - Unidade; - Dezena; - Centena; - Unidade de milhar; - Dezena de milhar; - Centena de milhar; - Milhões.
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL UAB LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO PCC- Ambiente Virtuais de Aprendizagem
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL UAB LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO PCC- Ambiente Virtuais de Aprendizagem ATIVIDADE PRÁTICA DIA 30 DE SETEMBRO DE 2017 EDUCANDOS JHONSON DOUGLAS
Provão. Matemática 4 o ano
Provão Matemática 4 o ano 21 Com base em seus estudos sobre sistema de numeração decimal, marque a alternativa correta para escrevermos por extenso, os números: 1.423 94 195 a) Mil quatrocentos e vinte
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PAREDE
GESTÃO DE CONTEÚDOS Ensino Básico 1.º Ciclo Matemática 3.º Ano Domínios Subdomínios Conteúdos Programáticos Nº Tempos previstos (Horas) 1º Período Geometria Medida naturais Adição e subtração Ler e interpretar
ÁBACO VERTICAL. 1º. Passo: Explicar aos alunos o significado de cada pino do ábaco.
ÁBACO VERTICAL É de extrema importância que os alunos construam os conceitos de número já nas séries iniciais, a fim de que estes evoluam do concreto aos estágios de abstração. Os Parâmetros Curriculares
Oficina Material Dourado. Grupo 4 Componentes: Fernanda Onofre, Taís Brito e Edvânia Menezes.
Oficina Material Dourado Grupo 4 Componentes: Fernanda Onofre, Taís Brito e Edvânia Menezes. O USO DO MATERIAL DOURADO COMO RECURSO DIDÁTICO PARA A COMPREENSÃO DO SISTEMA NUMÉRICO DECIMAL Grupo 4 Componentes:
UMA SEQUÊNCIA DIDÁTICA PARA ENSINAR PESSOAS CEGAS A CALCULAR COM O
UMA SEQUÊNCIA DIDÁTICA PARA ENSINAR PESSOAS CEGAS A CALCULAR COM O Silvânia Cordeiro de Oliveira Eliane Scheid Gazire Amauri Carlos Ferreira 2016 1 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 2 O SOROBAN... 4 REPRESENTAÇÃO
FUNDAMENTOS DA INFORMÁTICA. Sistemas de Numeração
FUNDAMENTOS DA INFORMÁTICA Sistemas de Numeração OBJETIVOS DA AULA Conhecer os sistemas de numeração antigos; Entender, compreender e usar um Sistema de Numeração; Relacionar os Sistemas de Numeração com
O Á BACO. PIÇARRAS 2003/II
UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ Núcleo Permanente de Educação da Univali em Piçarras Curso de Pedagogia Habilitação em Educação Infantil e Séries Iniciais do Ensino Fundamental O Á BACO. Pesquisa apresentada
OPERANDO NÚMEROS INTEIROS COM O ÁBACO. Letícia Ramos Rodrigues 1 Tássia Oliveira de Oliveira 2
OPERANDO NÚMEROS INTEIROS COM O ÁBACO Letícia Ramos Rodrigues 1 Tássia Oliveira de Oliveira 2 Resumo O aprendizado das operações fundamentais, sendo elas a adição, a subtração, a multiplicação e a divisão,
Plano Curricular de Matemática 3.º Ano - Ano Letivo 2016/2017
Plano Curricular de Matemática 3.º Ano - Ano Letivo 2016/2017 1.º Período Conteúdos Programados Previstas Dadas Números e Operações Utilizar corretamente os numerais ordinais até vigésimo. Ler e representar
VERMELHOS E AZUIS TRABALHANDO COM NÚMEROS INTEIROS E EXPRESSÕES LINEARES. TÂNIA SCHMITT UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA
VERMELHOS E AZUIS TRABALHANDO COM NÚMEROS INTEIROS E EXPRESSÕES LINEARES TÂNIA SCHMITT UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA tâ[email protected] CAPÍTULO 1 JOGOS E ATIVIDADES PARA INTRODUÇÃO DE NÚMEROS NEGATIVOS A idéia
Planificação Anual de Matemática 2017 / ºAno
Planificação Anual de Matemática 2017 / 2018 3ºAno NÚMEROS E Aulas Previstas: 1º período: 64 aulas 2º período: 55 aulas 3º período: 52 aulas DOMÍNIOS OBJETIVOS ATIVIDADES Números naturais Utilizar corretamente
NÚMEROS E OPERAÇÕES Números naturais
CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO (Aprovados em Conselho Pedagógico de 16 outubro de 2012) No caso específico da disciplina de MATEMÁTICA, do 3.º ano de escolaridade, a avaliação incidirá ainda ao nível
PLANIFICAÇÃO ANUAL MATEMÁTICA 3º ANO
PLANIFICAÇÃO ANUAL MATEMÁTICA 3º ANO Domínios Subdomínios Objetivos Descritores de Desempenho/ Metas de Aprendizagem NÚMEROS OPERAÇÕES E Números naturais Conhecer os números ordinais Contar até um milhão
Planificação Anual de Matemática 2016 / ºAno
Planificação Anual de Matemática 2016 / 2017 3ºAno NÚMEROS E Aulas Previstas: 1º período: 63 aulas 2º período: 63 aulas 3º período: 45 aulas DOMÍNIOS OBJETIVOS ATIVIDADES Números naturais Conhecer os numerais
Matemática. Elementar II Caderno de Atividades. Autor Leonardo Brodbeck Chaves
Matemática Elementar II Caderno de Atividades Autor Leonardo Brodbeck Chaves 2009 2008 IESDE Brasil S.A. É proibida a reprodução, mesmo parcial, por qualquer processo, sem autorização por escrito dos autores
AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2016/2017 PLANIFICAÇÃO ANUAL
AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2016/2017 PLANIFICAÇÃO ANUAL Documento(s) Orientador(es): Metas Curriculares e Programa de Matemática 1º CICLO MATEMÁTICA 3º ANO TEMAS/DOMÍNIOS CONTEÚDOS
Planificação Matemática
EB/JI José Joaquim Rita Sei Agrupamento de Escolas Alfredo da Silva - Barreiro Ano Letivo 2018/2019 Ano de Escolaridade: 3.º ano Planificação Matemática 1. o PERÍODO Medir o tempo! Ler e interpretar calendários.
Podemos concluir que o surgimento do número fracionário veio da necessidade de representar quantidades menores que inteiros, por exemplo, 1 bolo é um
FRAÇÕES Podemos concluir que o surgimento do número fracionário veio da necessidade de representar quantidades menores que inteiros, por exemplo, 1 bolo é um inteiro, mas se comermos um pedaço, qual seria
Comentários e Exemplos sobre os Temas e seus Descritores da Matriz de Matemática de 4ª Série Fundamental
Comentários e Exemplos sobre os Temas e seus Descritores da Matriz de Matemática de 4ª Série Fundamental TEMA III - NÚMEROS E OPERAÇÕES / ÁLGEBRA E FUNÇÕES Este é o tema de maior prioridade para a Matemática
Matriz Curricular 1º Ciclo / 2016 Ano de Escolaridade: 3.º Ano Matemática
Ano letivo 2015 / 16 Matriz Curricular 1º Ciclo Ano Letivo: 2015 / 2016 Ano de Escolaridade: 3.º Ano Matemática Nº total de dias letivos 164 dias Nº de dias letivos 1º período - 64 dias 2º período - 52
Geometria e Medida. Números e Operações. Domínios/Subdomínios Objetivos gerais Descritores de desempenho Avaliação. - Atenção.
Conselho de Docentes do 3º Ano PLANIFICAÇÃO Anual de Matemática Domínios/Subdomínios Objetivos gerais Descritores de desempenho Avaliação Geometria e Medida Localização e orientação no espaço Coordenadas
Agrupamento de Escolas Eugénio de Castro Critérios de Avaliação. Ano Letivo 2017/18 Disciplina MATEMÁTICA 3.º Ano
Agrupamento de Escolas Eugénio de Castro Critérios de Avaliação Ano Letivo 2017/18 Disciplina MATEMÁTICA 3.º Ano Números e Operações Números naturais Utilizar corretamente os numerais ordinais até centésimo.
PLANIFICAÇÃO MENSAL/ANUAL Matemática 3.ºano
PLANIFICAÇÃO MENSAL/ANUAL Matemática 3.ºano Domínio/ Subdomínio Números Naturais Sistema de numeração decimal Adição e subtração Multiplicação MATEMÁTICA Metas a atingir 3.º ANO DE ESCOLARIDADE Meses do
AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL
AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM 1º CICLO Ano Letivo 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL MATEMÁTICA 3º ANO Documento(s) Orientador(es): Clique aqui para indicar os documentos que serviram de base à
MATEMÁTICA 5º ANO UNIDADE 1. 1 NÚMEROS, PROBLEMAS E SOLUÇÕES Sistema de numeração Operações com números grandes
MATEMÁTICA 5º ANO UNIDADE 1 CAPÍTULOS 1 NÚMEROS, PROBLEMAS E SOLUÇÕES Sistema de numeração Operações com números grandes 2 IMAGENS E FORMAS Ângulos Ponto, retas e planos Polígono Diferenciar o significado
Conteúdos para Avaliação Diagnóstica. 2 º Ano
2 º Ano MATEMÁTICA Sistema de numeração decimal Reconhecer a utilidade dos números em nossa vida; Associar os números às suas quantidades; Identificar, ler, escrever e ordenar os números de 0 a 50; Identificar
Roteiro de trabalho para o 3o ano
Roteiro de trabalho para o 3o ano No volume do 3º ano estão assim organizados os conteúdos e as habilidades a serem desenvolvidos no decorrer do ano. LIÇÃO CONTEÚDO OBJETOS 1. Os números e sua história
DECIMAIS. Definições e operações
DECIMAIS Definições e operações A representação dos números fracionária já era conhecida há quase 3.000 anos, enquanto a forma decimal surgiu no século XVI com o matemático francês François Viète. O uso
Raciocínio Lógico. Números. Professor Edgar Abreu.
Raciocínio Lógico Números Professor Edgar Abreu www.acasadoconcurseiro.com.br Raciocínio Lógico QUESTÕES ENVOLVENDO SEQUÊNCIA DE NÚMEROS É comum aparecer em provas de concurso questões envolvendo sequências
TUTORIAL DE OPERAÇÕES BÁSICAS
TUTORIAL DE OPERAÇÕES BÁSICAS MULTIPLICAÇÃO POR E SEUS MÚLTIPLOS Para multiplicar multiplicar por, 0, 00,... basta deslocar a vírgula para a direita tantas casas quantos forem os zeros.,6,6 (desloca a
Objetivos Gerais Descritores Conteúdos. 1.Utilizar corretamente os números ordinais até "centésimo
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VALE DE MILHAÇOS PLANIFICAÇÃO ANUAL DE MATEMÁTICA 3.º ANO DE ESCOLARIDADE - 2016-2017 Domínio/ Números naturais Objetivos Gerais Descritores Conteúdos 1.Conhecer os números ordinais
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO 1º Ciclo Planificação Anual de Matemática 3º ano Ano Letivo 2015/2016
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO 1º Ciclo Planificação Anual de Matemática 3º ano Ano Letivo 2015/2016 1º Trimestre Domínios Números e Operações Números naturais Numerais ordinais até centésimo;
O uso de materiais manipuláveis e a construção de conceitos matemáticos
Formação Continuada - Matemática O uso de materiais manipuláveis e a construção de conceitos matemáticos Professores - 3º ano 2º Encontro 24/05/2016 Coordenadora Pedagógica: Adriana da Silva Santi MATERIAL
PLANIFICAÇÃO ANUAL 2016/2017 MATEMÁTICA- 3ºANO
Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares Direção de Serviços da Região do Algarve Agrupamento de Escolas José Belchior Viegas (Sede: Escola Secundária José Belchior Viegas) PLANIFICAÇÃO ANUAL 2016/2017
AGRUPAMENTO de ESCOLAS de PEDRÓGÃO GRANDE
Números e Operações ANUAL 164 dias letivos Números naturais Relações numéricas 1. Conhecer os numerais ordinais 1. Utilizar corretamente os numerais ordinais até «centésimo». 2. Contar até um milhão 1.
SISTEMA ANGLO DE ENSINO G A B A R I T O
SISTEMA ANGLO DE ENSINO Prova Anglo P-02 Tipo D4-08/2010 G A B A R I T O 01. B 07. B 13. D 19. D 02. D 08. D 14. C 20. D 03. A 09. C 15. D 21. D 04. C 10. A 16. B 22. B 05. C 11. C 17. C 00 06. D 12. A
Curso destinado à preparação para Concursos Públicos e Aprimoramento Profissional via INTERNET RACIOCÍNIO LÓGICO AULA 05
RACIOCÍNIO LÓGICO AULA 05 NÚMEROS NATURAIS O sistema aceito, universalmente, e utilizado é o sistema decimal, e o registro é o indo-arábico. A contagem que fazemos: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, e assim
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MARTIM DE FREITAS 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MARTIM DE FREITAS 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO PLANO DE TRABALHO ANUAL MATEMÁTICA* 3º Ano de escolaridade Domínios/Subdomínios Objetivos/Descritores de desempenho Meses GEOMERIA E MEDIDA
AGRUPAMENTO de ESCOLAS de PEDRÓGÃO GRANDE CONSELHO de DOCENTES 1.º CEB PLANIFICAÇÃO MENSAL - Matemática 2.º Ano /2016
Domínio: Geometria e Medida - NO2 Localização e orientação no espaço Direções no espaço relativamente a um observador. Voltas inteiras, meias voltas, quartos de volta, viragens à direita e à esquerda.
MÊS DOMÍNIO SUBDOMÍNIO OBJETIVOS GERAIS DESCRITORES DE DESEMPENHO
2017-2018_ Planificação Mensal Português 3 º ano MÊS DOMÍNIO SUBDOMÍNIO OBJETIVOS GERAIS DESCRITORES DE DESEMPENHO setembro outubro História da numeração Numeração romana Recorda a dezena e a centena Números
MATEMÁTICA. Aritmética e Problemas. Sistemas de Numeração e Operações Fundamentais Parte 1. Prof. Renato Oliveira
MATEMÁTICA Aritmética e Problemas Sistemas de Numeração e Operações Fundamentais Parte 1 Prof. Renato Oliveira Números Naturais O conjunto dos números naturais é infinito e denotado por N. N = {0, 1, 2,
4º. ano 1º. VOLUME. Projeto Pedagógico de Matemática 1. AS OPERAÇÕES E AS HABILIDADES DE CALCULAR MENTALMENTE. Números e operações.
4º. ano 1º. VOLUME 1. AS OPERAÇÕES E AS HABILIDADES DE CALCULAR MENTALMENTE Realização de compreendendo seus significados: adição e subtração (com e sem reagrupamento) Multiplicação (como adição de parcelas
Matemática - 2 o Ano. Planejamento Anual. Objetos de conhecimento
www.apoioaaula.com.br Matemática - 2 o Ano Planejamento Anual 1 o Bimestre LINHAS Linha reta, linha curva e linha poligonal Polígonos Identificar figuras geométricas planas, considerando algumas características
AGRUPAMENTO de ESCOLAS Nº1 de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2013/2014 PLANIFICAÇÃO ANUAL
AGRUPAMENTO de ESCOLAS Nº1 de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2013/2014 PLANIFICAÇÃO ANUAL Documento(s) Orientador(es): Programa e Metas Curriculares de Matemática 1º CICLO MATEMÁTICA 4º ANO TEMAS/DOMÍNIOS
Introdução à Organização de Computadores. Conversão de Bases
Introdução à Organização de Computadores Conversão de Bases 1 Sistema de Numeração Para se compreender a conversão de sistemas, teremos que apresentar os sistemas de numeração; Comecemos então pelo já
MATEMÁTICA 4º ANO 1º BIMESTRE EIXO CONTEÚDO HABILIDADE ABORDAGEM
GRNDEZS E MEDDS ESPÇO E FORM NÚMEROS E OPERÇÕES MTEMÁTC 4º NO 1º BMESTRE EXO CONTEÚDO HBLDDE BORDGEM Numerais até 9.999 Representar, contar, realizar a leitura e registro de números até 9.999 ( em algarismos
Regularidades Numéricas- Sequências e Matemática Financeira
Formação Continuada em Matemática Fundação CECIERJ/ Consórcio CEDERJ Matemática 2º Ano 2º Bimestre/ 2013 Plano de Trabalho Regularidades Numéricas- Sequências e Matemática Financeira Tarefa 3 Cursista:
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO 1º Ciclo Planificação Anual de Matemática3º ano Ano Letivo 2016/2017
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO 1º Ciclo Planificação Anual de Matemática3º ano Ano Letivo 2016/2017 1º Período Domínios Números e Operações Números naturais Numerais ordinais até centésimo;
Sinais iguais, soma e conserva o sinal. Sinais diferentes, subtrai e conserva o sinal do maior.
Curso preparatório SEED-PR Data Escolaridade: Nível médio; Possíveis organizadoras: COPS.UEL, NC.UFPR ou PUC.PR Início do curso: 29/01 Término: 03/05 Aulas: Segunda a quinta-feira MATEMÁTICA 1-Sistema
CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO 3º ANO (1º CICLO) MATEMÁTICA
CRTÉRO EPECÍCO DE AVALAÇÃO 3º ANO (1º CCLO) MATEMÁTCA DOMÍNO/ UDOMÍNO Números e Operações Números naturais OJETVO DECRTORE DE DEEMPENHO MENÇÕE 1. Conhecer os numerais ordinais 2. Contar até um milhão 3.
P L A N I F I C A Ç Ã O A N U A L
P L A N I F I C A Ç Ã O A N U A L DEPARTAMENTO: 1.º Ciclo DISCIPLINA: Matemática ANO: 3º ANO LETIVO: 2018/2019 MANUAL: A Grande Aventura avaliação A avaliação dos alunos poderá ser realizada através de:
Disciplina: Matemática. Período: I. Professor (a): Maria Aparecida Holanda Veloso e Liliane Cristina de Oliveira Vieira
COLÉGIO LA SALLE BRASILIA Associação Brasileira de Educadores Lassalistas ABEL SGAS Q. 906 Conj. E C.P. 320 Fone: (061) 3443-7878 CEP: 70390-060 - BRASÍLIA - DISTRITO FEDERAL Disciplina: Matemática Período:
NÚMEROS RACIONAIS OPERAÇÕES
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE EDUCAÇÃO DE ANGRA DOS REIS DISCIPLINA: MATEMÁTICA CONTEÚDO E MÉTODO Período: 2016.2 NÚMEROS RACIONAIS OPERAÇÕES Prof. Adriano Vargas Freitas Noção de número
Sistemas Numéricos - Aritmética. Conversão de Bases. Prof. Celso Candido ADS / REDES / ENGENHARIA
Conversão de Bases 1 NOTAÇÃO POSICIONAL - BASE DECIMAL Desde os primórdios da civilização o homem adota formas e métodos específicos para representar números, para contar objetos e efetuar operações aritméticas.
MATEMÁTICA - 2º ANO. Novo programa de matemática Objetivos específicos
MATEMÁTICA - 2º ANO NÚMEROS E OPERAÇÕES Números naturais Noção de número natural Relações numéricas Sistema de numeração decimal Classificar e ordenar de acordo com um dado critério. Realizar contagens
Equipe de Matemática. Matemática. Divisibilidade
Aluno (a): Série: 3ª Turma: TUTORIAL 1B Ensino Médio Equipe de Matemática Data: Matemática Divisibilidade Divisores de um número natural são todos os números naturais que ao dividirem tal número, resultarão
Máquinas de Calcular Mecânicas
Máquinas de Calcular Mecânicas Seu surgimento e sua evolução Alunos : Érico, Gladson, Marcela Ábaco Chinês Introdução John Napier-Bastões ou Ossos de Napier Willian Oughtred-Réguas de Cáculo Blaise Pascal
P L A N I F I C A Ç Ã O A N U A L
P L A N I F I C A Ç Ã O A N U A L DEPARTAMENTO: 1.º Ciclo DISCIPLINA: Matemática CURSO: Ensino Básico ANO: 3º ANO LETIVO: 2017/2018 MANUAL: A Grande Aventura Unidade Didática/Domínio Geometria e Medida
Agrupamento de Escolas de Eugénio de Castro Ano letivo 2014/2015. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE MATEMÁTICA 2.º ANO 1.º Período
Agrupamento de Escolas de Eugénio de Castro Ano letivo 2014/2015 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE MATEMÁTICA 2.º ANO 1.º Período Conhecer os numerais ordinais Adicionar e subtrair números naturais Reconhecer
S is temas numéricos e a Repres entação Interna dos Dados no Computador
S is temas numéricos e a Repres entação Interna dos Dados no Computador Ricardo Azambuja Silveira INE-CTC-UFSC E-Mail: [email protected] URL: http://www.inf.ufsc.br~silveira Material elaborado pelo
NÚMEROS RACIONAIS. operações
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE EDUCAÇÃO DE ANGRA DOS REIS DISCIPLINA: MATEMÁTICA CONTEÚDO E MÉTODO Período: 2018.2 NÚMEROS RACIONAIS operações Prof. Adriano Vargas Freitas Noção de número
Unidade III ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES. O que quer dizer 14?
Unidade III 6 CIRCUITOS DIGITAIS 6.1 Sistemas de numeração O que quer dizer 14? Sabemos, por força de educação e hábito, que os algarismos 1 e 4 colocados desta forma representam a quantidade catorze.
Diego Aparecido Maronese Matemática. Íria Bonfim Gaviolli Matemática
Edital Pibid n 11 /2012 CAPES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID Plano de Atividades (PIBID/UNESPAR) Tipo do produto: Plano de Aula 1 IDENTIFICAÇÃO SUBPROJETO MATEMÁTICA/FECEA:
COLÉGIO DE APLICAÇÃO DOM HÉLDER CÂMARA EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES I DISCIPLINA : MATEMÁTICA PROFESSOR (A): ALUNO (A) 4º ano
COLÉGIO DE APLICAÇÃO DOM HÉLDER CÂMARA EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES I DISCIPLINA : MATEMÁTICA PROFESSOR (A): ALUNO (A) 4º ano DATA PARA ENTREGA: / /2017 1. Determine os números correspondentes as decomposições
INTEIROS. Luciana Santos da Silva Martino. lulismartino.wordpress.com PROFMAT - Colégio Pedro II. 25 de agosto de 2017
Sumário REPRESENTAÇÃO DOS NÚMEROS INTEIROS Luciana Santos da Silva Martino lulismartino.wordpress.com [email protected] PROFMAT - Colégio Pedro II 25 de agosto de 2017 Sumário 1 Sistemas de Numeração
Capítulo 04 : Sistemas Numéricos
Departamento de Engenharia Elétrica FEIS - UNESP Capítulo 04 : Sistemas Numéricos 1.1 - Representação de Quantidades Numéricas Analógica Digital 1.2 - Sistemas Numéricos 1. 3 1.2 - Sistemas Numéricos 1.2
William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição
William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição Capítulo 9 Aritmética do computador slide 1 Unidade aritmética e lógica Faz os cálculos. Tudo o mais no computador existe para atender
Os números decimais. Centenas Dezenas Unidades, Décimos Centésimos Milésimos. 2 Centenas 4 dezenas 0 unidades, 7 décimos 5 centésimos 1 milésimo
Os números decimais Leitura e escrita de números decimais A fração 6/10 pode ser escrita na forma 0,6, em que 10 é a parte inteira e 6 é a parte decimal. Aqui observamos que este número decimal é menor
araribá matemática Quadro de conteúdos e objetivos Quadro de conteúdos e objetivos Unidade 1 Números inteiros adição e subtração
Unidade 1 Números inteiros adição e subtração 1. Números positivos e números negativos Reconhecer o uso de números negativos e positivos no dia a dia. 2. Conjunto dos números inteiros 3. Módulo ou valor
LEITURA DESCRITORES BIM3/2018 LEITURA 1º ANO
LEITURA Identificar a finalidade de um texto. LEITURA 1º ANO Identificar, em palavras, a representação de unidades sonoras como letras com mais de uma correspondência sonora. Identificar, em palavras,
SISTEMA DECIMAL. No sistema decimal o símbolo 0 (zero) posicionado à direita implica em multiplicar a grandeza pela base, ou seja, por 10 (dez).
SISTEMA DECIMAL 1. Classificação dos números decimais O sistema decimal é um sistema de numeração de posição que utiliza a base dez. Os dez algarismos indo-arábicos - 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 - servem para
Sugestões de materiais e atividades para promover a construção do Sistema de Numeração Decimal pela criança
Sugestões de materiais e atividades para promover a construção do Sistema de Numeração Decimal pela criança Curso Construção de jogos, materiais e atividades de Matemática para as séries iniciais Querido(a)
MATEMÁTICA 5º ANO 1º BIMESTRE EIXO CONTEÚDO HABILIDADE ABORDAGEM
NÚMEROS E OPERÇÕES MTEMÁTIC 5º NO 1º BIMESTRE EIXO CONTEÚDO HBILIDDE BORDGEM Numerais até unidade de milhão Representar, contar, realizar a leitura e registro de números até unidade de milhão (em algarismos
Como se pode atenuar a precisão do resultado de medições?
Medições e incertezas associadas 2ª Parte Adaptado pelo Prof. Luís Perna Como se pode atenuar a precisão do resultado de medições? Média aritmética ou valor mais provável Em termos de probabilidades, o
As habilidades matemáticas que se evidenciam nesse Padrão de Desempenho são elementares para este período de escolarização.
01 Abaixo do Básico até 150 pontos As habilidades matemáticas que se evidenciam nesse Padrão de Desempenho são elementares para este período de escolarização. No Campo Numérico, os estudantes demonstram
CONHECIMENTOS CAPACIDADES OBJETIVOS / METAS CURRICULARES
Escola Secundária 2-3 de Clara de Resende COD. 346 779 Critérios de Avaliação Perfil de Aprendizagens Específicas (Aprovado em Conselho Pedagógico de 18 julho de 2016) AGRU P A M E N T O DE No caso específico
Matemática I. / Venda exclusiva a instituições de ensino e de carácter social
2209.02.4011 ABACO DEZENAS PEQUENO Ábaco de dezenas horizontal. Todo estruturado em madeira. 6 Hastes. Cada com 10 peças em madeira. Dimensões: 15 cm largura, 19 cm altura, Base tem 5 cm de profundidade.
CURRÍCULO DA DISCIPLINA MATEMÁTICA / CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2013/2014 1º Ciclo Matemática 3º Ano Metas / Objetivos Instrumentos de Domínios e
de Avaliação Números e Operações Números Sistema de decimal Adição e subtração Multiplicação Conhecer os numerais ordinais Contar até ao milhão Conhecer a romana Descodificar o sistema de decimal Adicionar
Departamento de Matemática. Didáctica de Matemática III
Departamento de Matemática Didáctica de Matemática III Elementos do Grupo de Estudantes: Alson José Muiambo, António Bejamim Maússe, Carlos Zacarias Chihuho, Euclides Julião Zunguze, Eufrásia Genifa Bila
G A B A R I T O. Prova Anglo P-02 SISTEMA ANGLO DE ENSINO. Tipo D4-05/2016
SISTEMA ANGLO DE ENSINO Prova Anglo P-02 G A B A R I T O Tipo D4-05/2016 01. C 11. A 21. A 31. A 02. B 12. C 22. A 32. C 03. D 13. A 23. D 04. B 14. anulada 24. C 05. C 15. D 25. A 00 06. C 16. B 26. A
