Programa Palavras Escritas

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1 Programa Palavras Escritas Versão 2.0 Agosto 2012

2 Índice 2 Índice... 2 Nota Introdutória... 4 I. INTRODUÇÃO... 5 II. PROMOVER AS COMPETÊNCIAS MOTORAS FINAS... 5 Estabilidade... 5 Actividades para desenvolver as competências perceptivas e a coordenação olho-mão... 6 Cortar... 8 Actividades de fortalecimento dos pulsos e das mãos:... 9 Actividades para melhorar as competências motoras finas: III. PROMOVER AS COMPETÊNCIAS DE ESCRITA Desenvolvimento da pinça Formação das letras e escrever nas linhas Planear a Diferenciação IV. ETAPAS DO PROGRAMA PALAVRAS ESCRITAS Pré-Escrita, Competências Perceptivas e Motoras Inventário de Competências e Recursos A criança põe os lápis de cor na boca ou mastiga papel A criança bate com o lápis no papel A criança segura no lápis - preensão palmar A criança garatuja ao acaso A criança rabisca para cá e para lá A criança garatuja espontaneamente na direcção horizontal A criança garatuja espontaneamente na direcção vertical A criança garatuja espontaneamente na direcção circular A criança desenha uma linha horizontal A criança desenha uma linha vertical A criança desenha uma linha circular A criança desenha uma cruz A criança desenha uma linha diagonal A criança desenha uma escada A criança desenha um quadrado A criança desenha um triângulo A criança faz o desenho de um losango A criança faz o desenho da casa A criança faz o desenho do corpo humano Competências Gráficas e Linguísticas Inventário de Competências e Recursos A criança escreve o seu primeiro nome A criança escreve o seu último nome A criança escreve o seu número de telefone A criança escreve a sua morada Constrói frases simples (baseadas nas suas actividades ou interesses) através da correspondência do cartão/sujeito e do cartão/predicado ao cartão/frase, com apoio da imagem (1) Constrói frases simples (baseadas nas suas actividades ou interesses) através da correspondência dos cartões/palavra ao cartão/frase, com apoio da imagem (2) Constrói frases simples (baseadas nas suas actividades ou interesses) através da utilização de cartões/palavra, com apoio da imagem (3)... 37

3 Constrói frases simples (baseadas nas suas actividades ou interesses), ditadas pelo tutor, com os cartões/palavra (4) Constrói frases com cartões palavras e coloca-os junto da imagem correcta Escolhe o complemento directo correcto para as frases memorizadas Constrói frases simples na 1ª pessoa, ex. "Eu quero","eu gosto", com a ajuda da fotografia personalizada Escreve palavras que fazem parte do seu vocabulário visual Copia letras que fazem parte das palavras do seu vocabulário visual, com modelo Copia palavras de uma folha para outra Escreve letras que fazem parte das palavras do seu vocabulário visual, ouvindo o som da letra Completa palavras escrevendo letras que faltam Completa palavras, escrevendo as sílabas que faltam Escreve palavras que fazem parte do seu vocabulário visual, com sílabas directas Escreve palavras que fazem parte do seu vocabulário visual para formar frases Aprende a traçar as maiúsculas de imprensa de todas as letras do alfabeto Escreve uma pequena história, com modelo, com pistas visuais (imagens) Escreve qualquer palavra que se lhe dite Escreve palavras em que se tenha de pensar: completar frases, fazer perguntas, fazer listas, etc Utiliza a escrita funcionalmente (as palavras são seleccionadas de acordo com os contextos em que a criança se encontra inserida e consoante as suas necessidades de comunicação) Escreve, quer palavras, quer frases, com a sua letra pessoal, proporcionada e legível Traça todas as letras maiúsculas em letra de imprensa ou letra manuscrita Utiliza as maiúsculas de forma adequada Utiliza o ponto final correctamente Competências Ortográficas e Morfosintácticas Inventário de Competências e Recursos Utiliza os sinais de pontuação correctamente Escreve frases de palavras com concordância de género e número Escreve uma frase de forma independente, com alguns erros gramaticais e troca de letras Completa frases ou textos incluídos em cadernos de trabalho ligado a esquemas de leitura Completa frases ou textos no computador ligado a esquemas de leitura Escreve uma carta pessoal curta Escreve pequenas mensagens e notas Escreve uma história curta conhecida ou descreve acontecimentos a partir de imagens Reconta e escreve acontecimentos especiais ou pessoais, com ajuda na construção frásica Escreve pequenas histórias sem apoio das imagens Escreve notícias especiais, experiências ou acontecimentos escolares Utiliza notas, um esquema em aranha para reconstruir pequenas histórias Utiliza competências de "tirar notas" e construção de listas para apoiar a compreensão, a memorização e a Independência Preenche envelopes Escreve cartas Escreve s Escreve lista de compras depois de verificar sozinho "as faltas" Utiliza o teclado e software de forma apropriada para apoiar a escrita V. SITES RECOMENDADOS VI. LEITURA RECOMENDADA VII. FICHA TÉCNICA

4 Nota Introdutória Este manual é disponibilizado apenas em formato digital. Estamos desta forma a contribuir para um equilíbrio ecológico sustentado. 4 Utilize a última versão do programa Acrobat Reader para aceder a todas as funcionalidades deste manual. Active a opção Marcadores através do menu Visualizar Painéis de Navegação para que possa ter acesso ao índice do programa.

5 I. INTRODUÇÃO Os indivíduos com perturbações do desenvolvimento, nomeadamente, as crianças e jovens portadores de Trissomia 21, desenvolvem competências motoras finas segundo o mesmo padrão das crianças com desenvolvimento considerado típico, embora com dificuldade e em atraso em relação às etapas consideradas. 5 O desempenho, ainda que possa melhorar com a prática e ao longo do desenvolvimento da criança, apresenta sempre dificuldades devidas a algumas das seguintes razões: a) competência cognitiva e ao estabelecimento de caminhos neuromotores que permitam um processamento da informação mais rápido e mais eficiente; b) hipotonia do tonús muscular que afecta o desenvolvimento da motricidade global; c) grande flexibilidade das articulações e dos ligamentos, em particular do polegar, que pode causar dificuldade na manipulação de pequenos objectos e no controlo no lápis; d) a mão e os dedos pequenos. O programa estruturado para o ensino da escrita, tem como objectivo, promover as competências perceptivas, grafomotoras, morfossintácticas e linguísticas, necessárias ao desenvolvimento de uma escrita funcional em indivíduos com défice cognitivo. São apresentadas três etapas, definidas segundo objectivos gerais e específicos e com propostas de estratégias, actividades e recursos pedagógicos. II. PROMOVER AS COMPETÊNCIAS MOTORAS FINAS Estabilidade É importante que a criança se sente de maneira a que a sua posição se mantenha estável enquanto escreve ou executa qualquer tarefa de manipulação fina. A cadeira e a mesa devem ter o tamanho adequado para que os joelhos se mantenham alinhados com as ancas e os pés repousem no chão. Se a criança não chegar com os pés ao chão, deve considerar a possibilidade de utilizar um pequeno degrau. Também no caso da mesa, aconselhamos mesas com tampos inclinados. Figura 1. Vários tipos de tampos inclinados que podem ser utilizados para apoiar a escrita.

6 Actividades para desenvolver as competências perceptivas e a coordenação olho-mão É importante que a criança: 6 Aprenda a segurar o instrumento de escrever de um modo adequado para controlar e ver os traços que realiza. Perceba onde deve começar o traço e que trajectória seguir, em todo o tipo de linhas. Controle os movimentos da mão de modo a poder inibir-se a tempo e não ultrapassar os limites assinalados. Adquira uma destreza manipulativa para o traçado que lhe permita ajustar-se às linhas descontínuas dos traços, sem perder o movimento solto. Copie de um modelo diversas linhas e grafismos: vertical, horizontal, cruz, circular, sequências de V s, ondas, etc. Trace a pedido, sem modelo, as linhas e grafismos que lhe são indicados: linha vertical, horizontal, oblíqua, ondulada, a cruz, o círculo, sequências de V s, etc. Compreenda a direcção (esquerda para a direita de cima para baixo). Os primeiros exercícios recomendados são os que têm em conta os objectivos perceptivos e de vocabulário de imagens que a criança conhece. Sugestões de material Figura 3. Colecção Professor Sapinho, volume 1 para treinar o grafismo.

7 7 Figura 3. Colecção Números e Letras, volume 1 para treinar o grafismo como pré-competência para o desenho das letras e dos números. Figura 4. Cartões de Treino das Competências de Pré-Escrita. Figura 5. Letras Marcáveis.

8 8 Cortar Figura 6. Exemplos de material didáctico que pode ser utilizado com o objectivo de treinar a coordenação olho-mão. A actividade do corte com a tesoura exige uma competência elevada que deve ser precocemente promovida. Na rubrica Recursos pode observar o tipo de tesoura que aconselhamos: deve ter uma mola para que depois de a criança a fechar, a tesoura abra automaticamente, auxiliando o movimento. Também tesouras com buracos duplos são uma boa alternativa para crianças com maiores dificuldades, o adulto pode ajudar o movimento por cima da mão da criança. Não deve esquecer que, inicialmente, é mais fácil cortar bocados de papel e que este não deve ser "normal" mas um pouco mais grosso.

9 9 Figura 7. Tesoura com tranca de segurança e com ajuda no movimento de abertura. Disponível em. Actividades de fortalecimento dos pulsos e das mãos: 1. Sentar com as palmas das mãos juntas, dedos esticados. Mantendo os dedos pressionados juntos, colocar os cotovelos para fora, levantar as palmas das mãos. Repetir 5 vezes. 2. Sentar com os dedos entrelaçados. Esticar os braços para a frente do corpo, puxando as palmas das mãos para a frente, para longe do corpo. Repetir 5 vezes. 3. Colocar-se à distância de um braço da parede. Apoiar-se na parede, com as mãos direitas e totalmente encostadas. Mantendo os braços esticados, use os dedos para fazer força para se afastar da parede e ficar numa posição direita em relação à mesma. À medida que a criança se torna mais eficiente movimente-lhe os pés para trás para ficar com um ângulo maior quando se apoia na parede. 4. Saltos de coelho. Agachar no chão, colocar as mãos afastadas à largura de um braço, e bater os pés no ar. 5. Andar de costas, com as mãos e os pés no chão. 6. Ajoelhar entre duas cadeiras, uma mão em cada cadeira. Fazer força com as mãos para levantar o corpo e ficar de pé. 7. Agachar no chão, com a mão que utiliza para escrever no chão, ao lado do corpo. A criança anda à roda da mão estendida. 8. Apertar uma pequena bola de esponja ou uma pequena bola de papel. 10. Atirar a bola ao ar com uma mão e apanhar com uma caneca de plástico na outra mão. 11. Utilizando garrafas de plástico vazias, colocar uma bola de ping pong no gargalo e apertar. 12. As crianças colocam 6 molas da roupa nas costas umas das outras. Depois têm que retirá-las das suas próprias costas. 13. Actividades com a ligadura. a) Deitar uma ligadura ao longo da mesa ou no chão. A criança aperta o fim da ligadura entre o punho da mão que escreve e a ponta da mesa ou chão. Utilizando os dedos, ela vai tentar juntar a ligadura debaixo da mão.

10 b) Colocar a ligadura de lado ao longo da mesa ou chão. A mão que escreve é colocada em cima da ponta da mesa ou chão. Utilizando só os movimentos do polegar, a criança tenta deslizar a ligadura debaixo do polegar A criança tenta movimentar os dedos como se tocasse piano. Deve ser usado o dedo correspondente de cada mão. 15. Colocar um elástico largo e forte à volta dos dedos e polegar da mão que escreve. Abrir e fechar os dedos para esticar a mão. Actividades para melhorar as competências motoras finas: 1. Modelos a 3 dimensões, utilizando barro, plasticina, desperdícios, etc. 2. Lego e outros materiais do género para modelar. 3. Recortar - rectas, curvas, progredindo para geometrias mais complexas. 4. Fazer formas no ar com as mãos e depois com os dedos. 5. Rabiscos. 6. Decalques. 7. Encaixes de formas geométricas e de contextos. 8. Apanhar itens pequenos com berlindes, clipes, etc. 9. Contornar formas geométricas com o dedo e depois com a caneta. 10. Desenhar padrões e formas na areia. 11. Fazer laços, enfiamentos e alinhavar com grandes agulhas. 12. Jogar com peças pequenas, ex. dominós, damas. 13. Apanhar itens pequenos como berlindes, "clipes", etc. 14. Trabalhar com a massa de cores e digitintas. 15. Desapertar/apertar molas grandes (utilizar roupa de bonecas). 16. Apertar molas da roupa (começar, se possível, pelas de madeira). 17. Desabotoar botões grandes (roupa de bonecas, roupa da criança). 18. Virar folhas finas de um livro ou revista. 19. Abrir e fechar o fecho "eclaire". Sugestões de material Figura 8. Professor Crocodilo. Vai ajudar os pequenotes a abrir e fechar um fecho, a manipular o velcro, botões, molas e laços. Da Sigkids.

11 11 Figura 9. Massa de moldar. Disponível em Figura 10. Quadro de fechos e quadro de actividades, para treinar a motricidade fina. Figura 11. Peças grossas para enfiamento e cordel com a ponta em madeira.

12 12 Figura 12. Enfiamentos para treinar a motricidade fina e ao mesmo tempo aprender a contar. Figura 13. Enfiamentos para treinar a motricidade fina. Figura 14. Quadro para promover a manipulação dos atacadores. Ténis em material grosso para treinar os atacadores.

13 13 Figura 15. Enfiamentos de peças grossas Figura 16. Enfiamento num pau de madeira Figura 17. Roscas e porcas Figura 18. Labirinto magnético para treinar a motricidade fina

14 14 Figura 19. Treinar a motricidade fina e aprender as cores. III. PROMOVER AS COMPETÊNCIAS DE ESCRITA Para alunos com dificuldades motoras, como no caso da Trissomia 21, produzir qualquer tipo de trabalho escrito é uma tarefa difícil e complexa. As dificuldades na memória auditiva a curto prazo, na fala e na linguagem, nas competências motoras finas e a perturbação na organização e sequenciação da informação têm um impacto importante na aquisição e no desenvolvimento das competências de escrita. Também as dificuldades de visão: estrabismo, miopia, erros de refracção, devem ser assinalados e corrigidos precocemente para diminuir as suas graves implicações no desenvolvimento e nas aquisições académicas. Desenvolvimento da pinça Inicialmente, as crianças agarram o lápis pela palma da mão - preensão palmar. Aos poucos, os dedos vão esticando e o lápis passa a ser agarrado entre o polegar e os outros dedos de uma maneira desajeitada em que o movimento é feito sobretudo a partir do pulso e do braço - pinça tripoda estática ou "pinça imatura". No estadio final, as crianças seguram o lápis entre a ponta do polegar e dos dois primeiros dedos, fazendo pequenos movimentos com a mão para o controlar - pinça dinâmica tripoda. As crianças com Trissomia 21 persistem na pinça imatura, necessitando de actividades e encorajamento para desenvolver a pinça correcta. Figura 20. Lápis triangulares, adequados para a preensão palmar.

15 15 Figura 21. Pencil Grip em forma de garra. Figura 22. Caneta com peso. Figura 23. Lápis Triangular JUMBO com espessura adequada à preensão de crianças, desde a idade pré-escolar e/ou crianças com necessidades educativas especiais. Disponível em. Figura 24. Fáceis e leves de manipular, ajudam a criança a colocar correctamente os dedos e a formar uma "pinça" adequada. Não necessitam de muita pressão. Disponível em. Figura 25. Lapiseira ideal para ajudar a promover uma preensão correcta. A mina HB grossa similar à de um lápis. Na parte inferior apresenta depressões para colocação correcta dos dedos como se fosse um "pencil grip".

16 16 Figura 26. Este modelo de pencil grip permite colocar os dedos na posição que convém à criança ao mesmo tempo que protege o dedo anelar. Formação das letras e escrever nas linhas Para indivíduos com perturbação do desenvolvimento, é particularmente difícil sequenciar palavras para formar uma frase, sequenciar acontecimentos na ordem correcta ou organizar os pensamentos ou informação importante no papel. As nossas recomendações vão no sentido de planear atempadamente a diferenciação no acesso ao currículo e apresentamos algumas estratégias importantes para ajudar a diminuir e/ou ultrapassar algumas das dificuldades no desenvolvimento de trabalho escrito. Figura 27. Cartões de Treino da Escrita. Disponível em. Figura 28. Formas e Letras de Areia, para traçar com o dedo.

17 Planear a Diferenciação Para que a diferenciação seja conseguida, os professores devem perceber qual o conhecimento e compreensão de cada criança, o seu nível de competências e capacidades e o seu nível de desenvolvimento em cada uma das áreas. Com este conhecimento, devem ser traçados objectivos dentro de cada área de estudo. Estes devem ser divididos em pequenos passos, não esquecendo a importância do equilíbrio entre experiências familiares e novas. 17 Os professores devem identificar, a partir de esquemas de trabalho, quais os objectivos a que a criança pode aceder e conseguir. O facto de a criança com T21 trabalhar a um nível diferente dos pares, não significa que tem que estar a trabalhar num tópico ou tema diferente. De qualquer forma, o programa pode não ser totalmente acessível e então pode ser mais vantajoso poder focar num aspecto particular de um assunto. Ensinar vocabulário e aspectos práticos é mais útil do que generalidades sobre determinado tema. Dentro do mesmo tema, os professores devem determinar objectivos e actividades individualizadas para a criança e não esperar que ela cumpra a totalidade como o resto do grupo. O foco deve ser no que é provável que o aluno aprenda de determinada actividade e o que pode ser mais funcional. Em alguns casos, o nível de compreensão e desempenho pode indicar que devem ser utilizados programas de estudo associados com níveis anteriores. A tarefa deve ser diferenciada de modo a que o desempenho exigido seja o esperado para uma criança mais nova mas num contexto que reflecte a idade e os interesses da criança. São necessários, pensamento criativo e imaginação por parte do professor, senso comum, flexibilidade e disponibilidade de recursos. Tudo isto requer planeamento e ligação entre os professores e professores de apoio especializados, para ajudar a preparar e a diferenciar os materiais. Princípios importantes na diferenciação: 1. Conteúdo: Decidir o que gostaríamos que o aluno aprendesse. Ver as descrições para os objectivos mínimos e os programas de estudo de anos anteriores para tirar ideias. Verificar o conteúdo relacionado com conhecimentos e competências anteriormente adquiridas. Assegurar que são dadas oportunidades para que as competências pessoais do aluno, como a independência e a cooperação com os pares, sejam desenvolvidas. 2. Abordagem e contexto: Assegurar que os objectivos de aprendizagem estão partidos em pequenos passos. Assegurar que são claros, focalizados e curtos.

18 Utilizar material significativo e familiar. Ensinar sempre com repetição e reforço. Escolha contextos apropriados: classe, pequeno grupo, ou parceiro. Escolha tipo apropriado de apoio: professor de apoio, par ou professor. Considere os resultados da aprendizagem ao mesmo tempo que planeia as tarefas Apresentação: As crianças aprendem melhor através de uma abordagem multisensorial: ver, copiar, fazer, sentir. Apresente todo o trabalho visualmente: impresso, diagramas, imagens, símbolos. Assegure-se de que as instruções verbais são reforçadas visualmente. Sempre que possível utilizar material concreto. Utilize linguagem simples e familiar. As instruções devem ser curtas e concisas. Ensine vocabulário temático específico e palavras-chave. 4. Respostas e avaliação: Assegure-se de que os métodos de resposta esperados são realistas e apropriados. Providencie meios alternativos de produção das tarefas: computador, camera digital, imagens, cartões, stickers, carimbos. Providencie listas de palavras dentro do vocabulário visual da criança, incluindo palavras-chave, para ajudar a escrita livre. Decida como é que o progresso vai ser monitorizado e gravado. Sugestões de material Figura 29. Alfabeto colorido em relevo. Disponível em.

19 19 Figura 30. Carimbos de letras. Figura 31. Letras magnéticas com a possibilidade de destacar vogais e casos especiais de leitura. Modificar as folhas de trabalho: Usar material significativo para o aluno, que esteja relacionado com os seus temas de interesse e com a vida quotidiana, para que a informação tenha uma aplicação concreta. Os conceitos novos devem ser introduzidos num contexto familiar. As tarefas devem ter muito suporte visual. As ilustrações devem estar directamente relacionadas com o texto e a tarefa. Verifique a partir do desempenho da criança se a folha de trabalho vai de encontro aos seus objectivos educativos. Experimentar várias versões da mesma folha de trabalho para perceber qual é que funciona melhor para o aluno. Suplemente a folha de trabalho com uma versão gravada das instruções de trabalho, que o aluno pode tocar para reforço. O texto deve estar bem diferenciado das imagens. Os limites à volta das folhas devem ser largos. Utilizar papel para o treino da caligrafia, com linhas duplas. Utilizar o processador de texto ou a máquina de escrever. Sublinhar e explicar palavras-chave e todas as que forem novas. Ilustrar as palavras-chave. Separe texto contínuo. As instruções devem estar destacadas, numa caixa, num determinado tipo de letra ou cor. Utilize subtítulos para partir e estruturar a folha. A folha deve ter poucos elementos para evitar confusão. As folhas de papel devem ter cores diferentes segundo a matéria. Utilize linguagem simples e familiar. As frases devem ser curtas e concisas. Evite palavras ambíguas. Utilize verbos activos e não passivos.

20 20 Figura 32. Folhas com linhas duplas para apoiar a caligrafia. Disponível em e fichas de actividades Papa-Palavras IV. ETAPAS DO PROGRAMA PALAVRAS ESCRITAS Pré-Escrita, Competências Perceptivas e Motoras Nesta fase pretende-se a promoção das capacidades perceptivas e motoras da criança para que esta consiga fazer qualquer traçado que lhe permita posteriormente desenhar letras. Inventário de Competências e Recursos Apresentamos um conjunto de actividades agrupadas por objectivos gerais que não estão numa evolução desenvolvimental rígida. A escolha e a estruturação das actividades dependem das competências, interesses e apoio ambiental de cada criança. Existem de igual modo, várias propostas específicas para cada objectivo. Estas propostas poderão ser acompanhadas por fichas de actividades, imagens, ou outro tipo de materiais, de forma a ilustrar as actividades propostas. A criança põe os lápis de cor na boca ou mastiga papel Esta fase é comum a todos os bébés. Muito antes de conseguir deixar qualquer marca no papel, o bébé necessita de explorar as texturas sendo esperado que, quando colocamos um lápis na sua mão, ele o leve à boca. Nesta fase é essencialmente a boca que traz referências e informação ao bébé. Desta forma, é esperado e é importante que o bébé leve os lápis e o papel à boca, é uma etapa de desenvolvimento normal. A criança bate com o lápis no papel Coloque uma folha de papel branca em cima da mesa e um lápis de cera. Nesta fase, os lápis de cera devem ser curtos e grossos porque o bébé ainda está na fase da preensão palmar. O bébé deve aguentar-se sentado, controlando as costas e a cabeça. Pode estar sentado numa cadeira de braços que encaixam na mesa ou, se tiver espaço, na cadeira onde come habitualmente. O objectivo é que consiga manter a barriga junto da mesa para que seja fácil manipular os lápis e controlar o tronco e o braço.

21 Se o bébé não agarrar o lápis coloque-o na sua mão e permaneça com a sua mão agarrando a do bébé para que não largue o lápis num primeiro tempo. Nesta fase não é necessário que consiga fazer qualquer tipo de garatuja. O objectivo é explorar o lápis e o papel. Não se esqueça de falar sobre o lápis e para que serve, Exemplo: "Vamos fazer um desenho?" É o lápis para fazer um desenho!" e agarre a sua mão e faça rabiscos no papel. Quando a largar não espere que o bébé a consiga imitar. 21 A criança segura no lápis - preensão palmar Na fase seguinte e no mesmo contexto estabelecido no objectivo anterior, esperamos que o bébé segure o lápis através da preensão palmar e consiga aguentar esta preensão. Nesta fase não deve ser necessário o tutor agarrar a mão do bébé para segurar o lápis. A criança garatuja ao acaso Neste estádio, a criança já compreendeu que os lápis deixam marcas no papel. Pode agarrar um lápis de grafiti ou lápis de cor e tenta fazer riscos no papel. Perante o mesmo cenário com a mesa, a folha e o lápis de cera, o bébé já consegue agarrar o lápis de forma a realizar alguns riscos no papel, geralmente sem direcção definida mas concentrados num espaço limitado do papel. Ou pode bater com a ponta do lápis no papel deixando alguns pontos. Figura 33. Lápis de cor hexagonais para mãos pequenas e lápis de cera que não deixam resíduo quando escrevem e que não necessitam de pressão. A criança rabisca para cá e para lá Nesta fase, a criança apresenta maior controlo sobre o braço e consegue realizar rabiscos em várias áreas do papel. Pode também agarrar outros lápis para além do que apresentamos e explorar o papel com rabiscos de várias cores. Nesta fase a criança não levanta o lápis do papel e os rabiscos sobrepõem-se.

22 A criança garatuja espontaneamente na direcção horizontal 22 Nesta fase, a criança controla melhor o pulso e agarra o lápis grosso fazendo riscos na direcção horizontal. Ocasionalmente pode ajudar a criança a desenhar linhas, da esquerda para a direita, levantando o lápis no final do traço e iniciando novas linhas. A criança garatuja espontaneamente na direcção vertical Segundo a nossa experiência, a garatuja espontânea vertical não se verifica naturalmente em crianças com perturbação cognitiva. Não espere que a criança a faça naturalmente, coloque uma folha em cima da mesa e faça primeiro os seus riscos e sons associados motivadores e espere que a criança o imite. Deve estimular os riscos horizontais junto com os riscos verticais. Faça sons ao mesmo tempo que realiza linhas para ajudar a criança a associar esses sons e essa brincadeira às duas direcções. Exemplo: pode fazer um som de um carro enquanto faz linhas horizontais e fazer um som de uma coisa a cair ("põing") para as linhas verticais. A criança garatuja espontaneamente na direcção circular Este movimento circular apresenta dificuldades acrescidas para as crianças com perturbação cognitiva e dificuldades de motricidade fina. No movimento espontâneo a criança levanta o lápis antes de conseguir rodar o movimento, apresentando linhas próximas de semi-círculos. Agarre a mão da criança e faça movimentos circulares com determinado ritmo ao mesmo tempo que pode acrescentar um som ou uma canção com diferentes entoações para promover o movimento. Exemplo:"Varre varre vassourinha, varre varre vassourão!" A criança desenha uma linha horizontal 1. Imitar uma linha horizontal 2. Unir duas figuras passando por cima de linhas tracejadas com um traço horizontal 3.

23 4. Unir duas figuras realizando um traço dentro de duas barras paralelas com um traço horizontal Unir dois pontos de cor vermelha com um traço horizontal 6. Copiar uma linha horizontal 7. Desenhar uma linha horizontal a pedido A criança desenha uma linha vertical 1. Imitar uma linha vertical 2. Unir duas figuras passando por cima de linhas tracejadas com um traço vertical 3. Unir duas figuras realizando um traço dentro de duas barras paralelas com um traço vertical

24 4. Unir dois pontos de cor vermelha com um traço vertical 5. Copiar uma linha vertical 6. Desenhar uma linha vertical a pedido 24 A criança desenha uma linha circular 1. Imitar uma linha circular 2. Realizar um traço circular por cima de uma linha tracejada 3. Realizar um traço dentro de duas barras circulares com um traço 4. Copiar uma linha circular 5. Desenhar uma linha circular a pedido A criança desenha uma cruz 1. Desenhar uma linha vertical e horizontal separadamente 2. Imitar uma cruz 3. Unir quatro figuras, duas a duas, passando por cima de linhas tracejadas de forma a realizar um traço horizontal e um traço vertical de forma sobreposta, executando a cruz

25 25 4. Unir quatro figuras, duas a duas, passando por no meio de barras paralelas, realizando um traço horizontal e um traço vertical de forma sobreposta, concluindo o desenho da cruz 5. Unir quatro pontos de cor vermelha com um traço vertical e horizontal, realizando uma cruz 6. Copia uma cruz 7. Desenhar uma cruz a pedido

26 A criança desenha uma linha diagonal Imitar uma linha diagonal 2. Unir duas figuras passando por cima de linhas tracejadas com um traço diagonal. 3. Unir duas figuras realizando um traço dentro de duas barras paralelas com um traço diagonal. 4. Unir dois pontos de cor vermelha com um traço diagonal. 5. Copiar uma linha diagonal. 6. Desenhar uma linha diagonal a pedido. A criança desenha uma escada 1. Imitar o desenho de uma escada 2. Unir dois pontos passando por cima de linhas tracejadas. 3. Unir dois pontos realizando um traço dentro de duas barras paralelas 4. Unir pontos de cor vermelha de forma a realizar o desenho da escada. 5. Copiar uma escada. 6. Desenhar uma escada a pedido. A criança desenha um quadrado 1. Desenha um quadrado passando por cima de linhas tracejadas 2. Completa um quadrado com 3 lados desenhados 3. Desenha um quadrado passando pelo meio de barras paralelas em forma de quadrado 4. Desenha um quadrado a partir de quatro pontos : :

27 5. Imita o desenho de um quadrado 6. Copia um quadrado 7. Desenha um quadrado a pedido A criança desenha um triângulo Desenha um triângulo passando por cima de linhas tracejadas 2. Completa um triângulo com 2 lados desenhados 3. Desenha um triângulo passando pelo meio de barras paralelas em forma de triângulo 4. Desenha um triângulo a partir de três pontos 5. Imita o desenho de um triângulo 6. Copia um triângulo 7. Desenha um triângulo a pedido A criança faz o desenho de um losango 1. Desenha um losango passando por cima de linhas tracejadas 2. Completa um losango com 3 lados desenhados 3. Desenha um losango passando pelo meio de barras paralelas em forma de losango 4. Desenha um losango a partir de quatro pontos 5. Imita o desenho de um losango 6. Copia um losango 7. Desenha um losango a pedido A criança faz o desenho da casa 1. Executa o desenho da casa (quadrado - base e triângulo - telhado) passando por cima de uma linha a tracejado 2. Imita o desenho da casa (quadrado - base e triângulo - telhado) 3. Copia o desenho da casa (quadrado - base e triângulo - telhado) 4. Desenha a casa (quadrado - base e triângulo - telhado) a pedido 5. Desenha a casa com janelas e porta, copiando 6. Desenha a casa com janelas e porta a pedido

28 7. Desenha a casa com pormenores (chaminé, cortinas...) A criança faz o desenho do corpo humano A criança faz um círculo a pedido (exemplo de instrução: "Vamos fazer uma cara", "Agora vamos fazer os olhos, onde são os olhos?"). Pode considerar que a cara está aceitável quando o aluno conseguiu colocar os olhos, o nariz, a boca e o cabelo. 2. Faz o desenho de um círculo (da cara com cabelo) e desenha dois traços verticais a partir da cabeça para representar o tronco; 3. Desenha o círculo, e traços para representar as pernas e os traços; 4. Desenha o corpo (cabeça com pormenores, tronco e membros) e as extremidades (mãos e pés); 5. Desenha o corpo todo com pormenores (unhas, acessórios...) Competências Gráficas e Linguísticas Nesta etapa promove-se a escrita de todas as letras e a formação de palavras. Posteriormente a criança deve escrever as primeiras frases, sem modelo, considerando algumas regras ortográficas básicas. Inventário de Competências e Recursos Apresentamos um conjunto de actividades agrupadas por objectivos gerais que não estão numa evolução desenvolvimental rígida. A escolha e a estruturação das actividades dependem das competências, interesses e apoio ambiental de cada criança. Existem de igual modo, várias propostas específicas para cada objectivo. Estas propostas poderão ser acompanhadas por fichas de actividades, imagens, ou outro tipo de materiais, de forma a ilustrar as actividades propostas. A criança escreve o seu primeiro nome 1. Corresponde o cartão/nome (cartão com o primeiro nome) ao cartão/modelo (cartão com o primeiro nome).

29 2. Corresponde letras móveis ao cartão/nome Escreve o seu nome, por cima de ponteado, por cópia do cartão/nome modelo. 4. Escreve o seu nome por cima do ponteado, sem modelo e com ajuda verbal. 5. Escreve o seu nome por cima do ponteado, sem ajuda verbal. 6. Escreve o seu nome, copiando-o de um modelo. 7. Escreve o seu nome com a ajuda das caixas/palavra, a partir de um modelo.

30 8. Escreve o seu nome com a ajuda das caixas/letra, a partir do cartão/palavra Escreve o seu primeiro nome, sem modelo, de um modo claro e legível. 10. Procura letras no teclado. 11. Escreve o seu nome utilizando o teclado. A criança escreve o seu último nome 1. Corresponde o cartão/nome (cartão com o último nome) ao cartão/modelo (cartão com o último nome).

31 2. Corresponde letras móveis ao cartão/nome Escreve o seu nome por cima do ponteado, por cópia do cartão/nome modelo. 4. Escreve o seu nome por cima do ponteado, sem modelo e com ajuda verbal. 5. Escreve o seu nome por cima do ponteado, sem ajuda verbal. 6. Escreve o seu nome, copiando-o de um modelo. 7. Escreve o seu nome com a ajuda das caixas/palavra, a partir de um modelo.

32 32 8. Escreve o seu nome com a ajuda das caixas/letra, a partir do cartão/palavra. 9. Escreve o seu último nome, sem modelo, de um modo claro e legível. 10. Procura letras no teclado. 11. Escreve o seu nome utilizando o teclado. A criança escreve o seu número de telefone 1. Corresponde os cartões/dígito ao cartão/modelo (cartão com o número de telefone)

33 2. Corresponde números móveis ao cartão com o número de telefone Desenha cada dígito, por cima de ponteado, por cópia do cartão com o número de telefone 4. Desenha cada dígito, por cima do ponteado, sem modelo e com ajuda verbal 5. Desenha cada dígito, por cima do ponteado, sem ajuda verbal 6. Escreve o seu número de telefone, copiando-o de um modelo 7. Escreve o seu número de telefone com a ajuda das caixas/dígito, a partir de um modelo

34 8. Escreve o seu número de telefone com a ajuda da caixa, a partir do cartão Escreve o seu número de telefone, sem modelo, de um modo claro e legível 10. Procura números no teclado 11. Escreve o seu número de telefone utilizando o teclado A criança escreve a sua morada 1. Corresponde os cartões/palavra (cartões com as componentes da morada) ao cartão/modelo (cartão com a morada completa)

35 2. Escreve a sua morada por cima de ponteado, por cópia do cartão/modelo Escreve a sua morada por cima do ponteado, sem modelo e com ajuda verbal 4. Escreve a sua morada por cima do ponteado, sem ajuda verbal 5. Escreve a sua morada, copiando-o de um modelo 6. Escreve a sua morada com a ajuda das caixas/palavra, a partir de um modelo 7. Escreve a sua morada, sem modelo, de um modo claro e legível 8. Procura caracteres no teclado 9. Escreve a sua morada utilizando o teclado

36 Constrói frases simples (baseadas nas suas actividades ou interesses) através da correspondência do cartão/sujeito e do cartão/predicado ao cartão/frase, com apoio da imagem (1). 36 As frases devem ser construídas em conjunto tutor/aluno. Anteriormente as frases lidas eram apresentadas construídas pelo tutor. O nosso objectivo neste momento é permitir que a criança desenvolva a compreensão e a expressão linguística e tenha uma prestação activa Devem ser utilizadas fotografias com a criança enquanto agente da acção. O cartão/frase deve ser colocado por baixo da imagem. Deve ser entregue à criança o cartão/sujeito e o cartão/predicado para colocar por baixo do cartão/frase modelo. Quando a criança tiver realizado esta actividade com três cartões/frase modelo, pode ter os três cartões/predicado em cima da mesa para permitir que seleccione o correcto. Eu estou a ler um livro Eu estou a ler um livro Constrói frases simples (baseadas nas suas actividades ou interesses) através da correspondência dos cartões/palavra ao cartão/frase, com apoio da imagem (2) O mesmo exercício anteriormente descrito mas utilizamos agora cartões/palavra para construir a frase por cópia do cartão/frase modelo. Preparar 2 cartões/frase iguais. Uma serve de modelo, a outra, depois de ser lida pela criança deve ser recortada à sua frente, separando as palavras mas mantendo os artigos junto dos substantivos. Entregam-se todos os recortes à criança para que os ordene formando uma frase igual ao modelo. Desta forma a criança só tem que fazer a selecção e a associação das palavras iguais. Deve começar pela esquerda e seguir a ordem correcta. Eu estou a ler um livro Eu um a estou ler livro

37 Constrói frases simples (baseadas nas suas actividades ou interesses) através da utilização de cartões/palavra, com apoio da imagem (3) Este objectivo permite à criança construir frases baseadas na sua linguagem mas ainda com apoio na memória visual, através da apresentação da imagem. Evitamos que a actividade não seja realizada por dificuldade na memória a curto-prazo já que a construção da frase em termos de memória sequencial e inteligibilidade é difícil por si só. 37 Coordenando estas tarefas com as que se realizam com os livros pessoais e para manter o objectivo da funcionalidade, preparam-se frases com os verbos que está a aprender, assim como frases de utilização diária que expressam as suas acções ou necessidades. Eu estou a ler um livro Constrói frases simples (baseadas nas suas actividades ou interesses), ditadas pelo tutor, com os cartões/palavra (4) Progressivamente, retiramos o apoio visual e iniciamos a construção de frases a partir dos cartões/palavra. Eu estou a ler um livro

38 Constrói frases com cartões palavras e coloca-os junto da imagem correcta 38 Escolhe o complemento directo correcto para as frases memorizadas Nesta actividade de consolidação, a criança deve escolher o complemento correcto para as frases que memorizou. Eu estou a comer a dormir

39 Constrói frases simples na 1ª pessoa, ex. "Eu quero","eu gosto", com a ajuda da fotografia personalizada Os primeiros cadernos de frases são essencialmente cadernos de comunicação. As frases construídas com as palavras que fazem parte do vocabulário visual vão permitir que a criança consiga efectivamente construir frases de duas e três palavras e utilizá-las na sua comunicação sempre que necessárias. As fotografias devem ser personalizadas. 39 Eu quero comer Eu quero o copo Figura 34. Retirado do Cd de fichas de actividades Aprender a Ler com a Mimocas. Escreve palavras que fazem parte do seu vocabulário visual Escolha palavras de acordo com os interesses da criança e de acordo com as suas necessidades de comunicação. Não escolha a palavra "sopa" se a criança não gosta de sopa ou não come sopa. Por exemplo, pode escolher a palavra "parque" se a criança gosta muito de ir para o parque infantil brincar. Utilize as mesmas estratégias que foram recomendadas para a escrita do primeiro nome: escrever por cima de ponteado, por cópia do cartão/palavra modelo; escrever por cima do ponteado, sem modelo e com ajuda verbal; escrever por cima do ponteado, sem ajuda verbal; escrever a palavra, copiando-a de um modelo; escrever a palavra com a ajuda das caixas/palavra, a partir de um modelo; escrever a palavra com a ajuda das caixas/letra, a partir do cartão/palavra; escreve a palavra, sem modelo, de um modo claro e legível.

40 40 Figura 35. Retirado do Cd de fichas de actividades Papa-Palavras. Copia letras que fazem parte das palavras do seu vocabulário visual, com modelo Comece com o nome da criança. Escreva o primeiro nome da criança numa folha de trabalho. Depois peça para apontar determinada letra (a letra que pretende que a criança escreva). Pode ajudar a criança a desenhar a letra: a) desenhando a letra por ponteado b) desenhando um ponto de partida e dando pistas verbais, como por exemplo, "Para cima, para baixo...".

41 41 Figura 36. Retirado do Cd de fichas de actividades Papa-Palavras. Copia palavras de uma folha para outra A criança deve copiar palavras para a sua folha de trabalho, a partir de uma folha com palavras escritas pelo adulto. As palavras devem fazer parte do seu vocabulário visual. Pode dividir esta tarefa em pequenos passos, conforme a competência da criança. 1. A criança copia palavras que fazem parte do seu vocabulário visual, para uma folha com apoio das imagens e linhas duplas. As palavras podem estar ponteadas. 2. A criança copia palavras que fazem parte do seu vocabulário visual, para uma folha com apoio das imagens e linhas duplas. 3. A criança copia palavras que fazem parte do seu vocabulário visual, para uma folha com linhas duplas. As palavras podem estar ponteadas. 4. A criança copia palavras que fazem parte do seu vocabulário visual, para uma folha com linhas duplas. 5. A criança copia palavras que fazem parte do seu vocabulário visual, para uma folha.

42 42 Escreve letras que fazem parte das palavras do seu vocabulário visual, ouvindo o som da letra Pode utilizar também as letras do nome da criança, mas não utilize apoio visual. A identificação das letras é apoiada no som. Pode pedir ao aluno para desenhar a letra no ar antes de a escrever. Pode também ter as letras móveis que correspondem ao seu nome e pedir que o aluno a identifique pelo som. Quando o aluno identificar a letra pode deixar que a utilize como modelo para apoiar a escrita. Se necessário forneça pistas verbais para apoiar o desenho da letra. Completa palavras escrevendo letras que faltam Comece sempre com palavras que a criança conhece visualmente. Inicialmente pode utilizar o apoio da imagem mas o objectivo final é que a criança se apoie na sua memória visual da palavra para escrever as letras que faltam. Não coloque muitas palavras numa folha e utilize se necessário folhas adaptadas com linhas duplas ou linhas espaçadas.

43 43 Figura 37. Retirado do Cd de fichas de actividades Papa-Palavras. Completa palavras, escrevendo as sílabas que faltam Comece sempre com palavras que a criança conhece visualmente. O objectivo final é que a criança se apoie na sua memória visual da palavra para escrever as sílabas que faltam. Não coloque muitas palavras numa folha e utilize se necessário folhas adaptadas com linhas duplas ou linhas espaçadas. Figura 38. Retirado do Cd de fichas de actividades Aprender a Ler com a Mimocas.

44 Escreve palavras que fazem parte do seu vocabulário visual, com sílabas directas O tutor deve ditar palavras que a criança reconhece visualmente e que tenham sílabas directas. A criança deve escrever as palavras sem modelo e sem ajuda verbal. 44 Apresentamos um exemplo com o máximo de ajudas. Pode progredir no objectivo retirando as ajudas: primeiro as imagens, depois as hipóteses e finalmente as caixas de texto. Figura 39. Retirado do Cd de fichas de actividades Aprender a Ler com a Mimocas. Escreve palavras que fazem parte do seu vocabulário visual para formar frases Nesta fase, a criança deve conseguir escrever palavras que conhece visualmente para formar frases funcionais que possa utilizar na sua conversação. Estas frases devem ser curtas e no presente do indicativo. As primeiras frases devem ser referentes à experiência da criança, as coisas que gosta ou que necessita para poder utilizar na conversação. Exemplos: "Eu quero água", "Eu quero comer sopa". Pode construir um livro de conversação com fotografias da criança a realizar determinadas acções e pedir para que escreva as frases à frente.

45 Aprende a traçar as maiúsculas de imprensa de todas as letras do alfabeto 1. Escreve a letra, por cima de ponteado, por cópia do modelo. 2. Escreve a letra por cima do ponteado, sem modelo e com ajuda verbal. 3. Escreve a letra por cima do ponteado, sem ajuda verbal. 4. Escreve a letra, copiando-o de um modelo. 5. Escreve a letra com a ajuda das caixas/letra, a partir de um modelo. 6. Escreve a letra com a ajuda das caixas/letra, a partir do cartão/letra. 7. Escreve a letra, sem modelo, de um modo claro e legível, numa folha com linhas espaçadas. 8. Procura a letra no teclado. 9. Escreve a letra utilizando o teclado. 45

46 46 Figura 40. Retirado do Cd de fichas de actividades Papa-Palavras. Escreve uma pequena história, com modelo, com pistas visuais (imagens)

47 Escreve qualquer palavra que se lhe dite Nesta fase, é esperado que o aluno domine os sons das letras e as sílabas de forma a escrever qualquer palavra que se lhe dite. As palavras podem ou não fazer parte do seu vocabulário visual mas o aluno deve conhecer o objecto, conceito ou contexto a que se referem. O aluno apresenta melhor desempenho nesta etapa, se anteriormente tiver iniciado e trabalhado o som das letras e o seu grafismo através do Programa de Treino da Consciência Fonológica, disponível no Programa Aprender a Ler para Aprender a Falar 47 Escreve palavras em que se tenha de pensar: completar frases, fazer perguntas, fazer listas, etc. Estas actividades devem ser desenvolvidas no contexto dos textos e dos temas que estão a ser trabalhados com a criança. As adaptações utilizadas são as propostas noutra área deste programa "Promover as competências de escrita". As palavras já não fazem parte do vocabulário visual do aluno mas fazem parte dos temas que estão a ser trabalhados. Nesta fase é importante que o aluno trabalhe a compreensão dos textos e que utilize as palavras de forma a construir e trabalhar os textos que são apresentados em contexto de sala de aula. Utiliza a escrita funcionalmente (as palavras são seleccionadas de acordo com os contextos em que a criança se encontra inserida e consoante as suas necessidades de comunicação) A criança utiliza a escrita de forma espontânea ou a pedido para comunicar as suas necessidades, os seus gostos ou para participar nas actividades escolares e tarefas domésticas (ex: escrever a lista das compras).

48 48 Escreve, quer palavras, quer frases, com a sua letra pessoal, proporcionada e legível A letra pessoal não tem que ser necessariamente minúscula. A criança pode escrever de forma legível com letra maiúscula e adoptar esta como sua letra pessoal. Para trabalha a proporcionalidade da letra, pode sempre introduzir várias ajudas: as caixas de texto, as linhas duplas com diferentes tamanhos (disponível para download no sitio da NASTURTIUM).

49 Traça todas as letras maiúsculas em letra de imprensa ou letra manuscrita Depois de ter efectuado o treino nas etapas anteriores, é esperado que o aluno nesta etapa consiga traçar todas as letras maiúsculas. Se as dificuldades de controlo fino ainda forem consideráveis, aceita-se o tipo imprensa em substituição da manuscrita. 49

50 50 Figura 41. Retirado do Cd de fichas de actividades Papa-Palavras. Utiliza as maiúsculas de forma adequada Utiliza correctamente as letras maiúsculas no nomes próprios ou outros em que a regra se justifique e no início da frase. Utiliza o ponto final correctamente Domina a utiliza o ponto final nas frases de forma adequada e espontânea. Sabe que depois do ponto final se inicia a frase com letra maiúscula.

51 Competências Ortográficas e Morfosintácticas Nesta fase a criança inicia a escrita de texto de uma forma funcional, escrevendo pequenas mensagens. É também nesta etapa que começa a sintetizar a informação sob a forma de tópicos e a expressar a sua opinião, por exemplo, através da escrita de cartas. 51 Inventário de Competências e Recursos Utiliza os sinais de pontuação correctamente A seguir à utilização correcta do ponto final é necessário que a criança aprenda a utilizar o ponto de interrogação. Na leitura a criança já começou a identificar o ponto de interrogação e a sua funcionalidade e sabe que deve dar uma entoação diferente à leitura da frase. Compreende que as frases que são perguntas começam por "Quem", "Como", "Porque", "Onde" e que terminam com o ponto de interrogação. Na escrita, pode começar por apresentar um pequeno texto ou pode construir um pequeno texto ditado pelo aluno sobre um tema ou um acontecimento. Depois pode construir as frases sobre o texto, intercalando frases afirmativas com interrogativas. Peça depois ao aluno para colocar os sinais de pontuação conforme a leitura das mesmas. Pode ainda experimentar o ensino da utilização da vírgula. Este ensino implica que o aluno consiga utilizar a linguagem em discurso interno e consiga organizar as ideias de forma a ordená-las e manter um discurso coerente. O ensino da vírgula deve ser apoiado visualmente. Utilize sequências de imagens para ajudar a ordenar as ideias. A criança deve fazer uma leitura oral das imagens e deve compreender que pode separar as ideias, quando as escreve, com uma vírgula. Aqui também é importante que o aluno compreenda a utilização do "e". Quando a criança escreve ligando duas ideias deve compreender que pode utilizar o "e". Quando são mais que duas ideias, pode utilizar a vírgula mas no fim, na última ligação, deve utilizar o "e". O ensino da vírgula pode ser difícil porque implica a utilização da linguagem interna e que o aluno consiga ordenar as ideias de forma coerente para a transmitir para o papel. É importante que este ensino tenha sempre uma verbalização das ideias antes da escrita e se necessário, com apoio visual, para que o aluno não tenha que se apoiar tanto na memória. Escreve frases de palavras com concordância de género e número Para que o aluno seja capaz de escrever frases com concordância de género e número, é necessário que faça exercícios com apoio visual para compreender a diferença na formação do feminino e do masculino. Para a formação do plural, os exercícios vão depender da competência do aluno. A grande maioria terá dificuldade em compreender a regra de forma a generalizá-la mas o tutor pode tentar a

52 memorização visual das palavras segundo a metodologia proposta. Provavelmente esta será a forma mais fácil e acessível para o aluno memorizar a formação e a utilização do plural nas palavras mais comuns. 52

53 Escreve uma frase de forma independente, com alguns erros gramaticais e troca de letras Nesta fase, o aluno consegue escrever frases simples funcionais, embora possa fazer algumas trocas perceptivas e trocas de ordem das letras na palavra. Pode ainda mostrar dificuldade na formação do plural e na utilização de elementos de ligação. 53 Completa frases ou textos incluídos em cadernos de trabalho ligado a esquemas de leitura Apresentamos alguns exemplos de apresentação das questões. Não esqueça que a inclusão da imagem faz toda a diferença na compreensão do texto e no apoio da memória. As frases para completar ou as perguntas sobre o texto, devem ter, num primeiro tempo, o apoio da imagem para facilitar a compreensão. As perguntas de interpretação, podem ser, primeiro de escolha múltipla e depois de escrita. As perguntas devem utilizar linguagem acessível ao aluno e cingir-se ao essencial do texto: escreva "quem entra na história" ou "a história é sobre quem" em vez de "quem são os personagens principais". A linguagem utilizada nas questões pode evoluir conforme a compreensão do aluno e o domínio do vocabulário utilizado.

54 54 Completa frases ou textos no computador ligado a esquemas de leitura Pode utilizar as propostas anteriores. É importante que utilize a acessibilidade do Windows para facilitar a leitura e a escrita. Escreve uma carta pessoal curta 1. Dita duas ou três frases, associadas a um objectivo, a um tutor. 2. Escreve uma carta com duas ou três frases, ditadas pelo tutor. 3. Escreve uma carta pessoal com um objectivo, verbalizando cada uma das ideias antes de escrever, com ajuda na estrutura e na soletração. 4. Escreve uma carta pessoal, verbalizando o objectivo, ordenando as ideias em discurso interno, com ajuda final na estrutura e na soletração. 5. Escreve uma carta pessoal, verbalizando o objectivo, com ajuda final na estrutura das frases. Escreve pequenas mensagens e notas Nesta fase, o aluno deve conseguir escrever pequenos recados e mensagens. Por exemplo: toma nota de pequenos recados que recebe pelo telefone, escreve pequenas mensagens para colegas e amigos,

55 como convidar para ir ao cinema, escreve pequenas mensagens carinhosas para pessoas de quem gosta. 55 Escreve uma história curta conhecida ou descreve acontecimentos a partir de imagens Inicialmente, apresente uma sequência de fotografias de uma viagem ou de um acontecimento, em que o aluno seja o personagem principal. Cole essas fotografias em sequência numa folha A4 com linhas por baixo de cada fotografia para que o aluno possa descrever os acontecimentos. Não se esqueça que o aluno deve sempre verbalizar as frases antes de as escrever.

56 56 Figura 42. Retirado do Cd de fichas de actividades Papa-Palavras. Reconta e escreve acontecimentos especiais ou pessoais, com ajuda na construção frásica Nesta fase, o aluno escreve sem apoio visual como anteriormente. Pode utilizar os acontecimentos do fim-de-semana para pedir que o aluno reconte as suas experiências. Peça para escrever ajudando com perguntas que apoiem a memória dos acontecimentos e na construção das frases Escreve pequenas histórias sem apoio das imagens O aluno deve escrever uma história conhecida em poucas frases mas de forma a formar um texto coerente e com os acontecimentos na sequência correcta. Não deve fornecer apoio visual mas pode, eventualmente, dar apoio e motivação. Peça para verbalizar a história antes de iniciar a escrita para poder modelar a construção correcta da frase. À medida que o aluno vai escrevendo, peça para verbalizar cada frase antes de a escrever.

57 Escreve notícias especiais, experiências ou acontecimentos escolares Considerando que muitas crianças com perturbação cognitiva apresentam dificuldades na motricidade fina relativamente às competências de escrita, recomendamos que a escrita seja preferencialmente utilizada em contextos reais e motivadores para a criança. Escrever sobre acontecimentos especiais, na escola ou em casa, como festas de aniversário, passeios de estudo, visitas a casa dos avós, as férias escolares ou mesmo uma ida ao médico ou ao hospital, são acontecimentos que podem ficar registados, se possível em fotografia para permitir o apoio da memória na descrição dos factos. 57 Utiliza notas, um esquema em aranha para reconstruir pequenas histórias Após a leitura de um texto, o aluno deve conseguir retirar notas sobre a informação relevante relacionada com as personagens e os acontecimentos. Pode ainda construir um esquema em aranha, sobre os personagens encadeando os acontecimentos até ao fim da história. Deve depois utilizar este apoio para recontar a história só com a informação relevante para a compreensão do enredo. Pode também utilizar diagramas ou listas de palavras para apoiar a memória e a coerência do texto. A partir destas ajudas o aluno consegue organizar o seu discurso interno e passar para a linguagem escrita.

58 58 Utiliza competências de "tirar notas" e construção de listas para apoiar a compreensão, a memorização e a Independência O treino deste tipo de competência reveste-se de particular importância e dificuldade em crianças e jovens com perturbação cognitiva. A nossa recomendação vai no sentido de ler pequenos textos com a criança e pedir para ela ir escrevendo as palavras-chave. Estas palavras devem depois apoiar a reconstrução do texto. Escreve composições Nesta fase, é esperado que o aluno seja capaz de escrever composições sobre os temas propostos na dinâmica escolar. O tutor pode pedir ao aluno que verbalize e escreva primeiro as ideias principais sobre o tema. O aluno pode depois desenvolver a partir das ideias gerais.

59 Preenche envelopes Ajude o aluno a preencher correctamente um envelope. O seu nome no lado esquerdo superior, com a morada por baixo. Dê instruções de forma a que o aluno utilize um tamanho de letra de forma a respeitar o espaço disponível. O aluno deve também compreender que necessita do nome (primeiro e último) da pessoa a quem se dirige a carta e que também aqui a morada se escreve por baixo. Provavelmente a maior dificuldade no preenchimento seja a de respeitar o espaço disponível para o remetente e o destinatário. 59 Escreve cartas Ajude o aluno a orientar-se na utilização da folha. O aluno deve iniciar a carta de forma diferenciada, dependendo do seu conhecimento e relacionamento com a pessoa a que é dirigida. Outro preceito prende-se com o início do texto e que, dependendo da proximidade com o destinatário, o aluno deve apresentar cumprimentos e o assunto. Seguidamente, pode desenvolver o assunto da carta e deve também terminar de maneira diferenciada e assinar. O professor pode apresentar vários modelos de início e término da carta, diferenciando junto com o aluno os possíveis destinatários. Outro tipo de ajuda, seria apresentar uma carta modelo com indicações sobre o local a escrever a data, o início da carta e o término da carta. Escreve s Conforme a competência do aluno, o Word pode ou não apresentar as opções da acessibilidade. Num primeiro tempo, pode abrir o processador e pedir para o aluno escrever a mensagem. Ensine onde deve clicar, o que não deve apresentar problema porque a funcionalidade diz "Enviar". O importante é que o aluno aprenda quais são os passos que deve dar e a sua sequência. Se for necessário pode apresentar uma folha com os passos necessários para ajudar a memória. A folha deve contemplar imagens de cada um dos passos a seguir, se possível com imagens dos ecrans sucessivos que vai encontrar até concluir a actividade. Escreve lista de compras depois de verificar sozinho "as faltas" A pedido, o jovem pode ir à despensa e verificar as "faltas". Pode utilizar uma folha pré-definida e assinalar, escrevendo só o que não está contemplado ou escrever a totalidade das "faltas". Utiliza o teclado e software de forma apropriada para apoiar a escrita É importante que desde o início, a criança e/ou o jovem, possa ter acesso ao processador de texto para produzir texto escrito.

60 60 A utilização do processador, com mais ou menos adaptações permitidas através da acessibilidade do Windows, pode permitir que o indivíduo com perturbação cognitiva ou perturbação do desenvolvimento, possa participar na produção de letras, sílabas e palavras em contexto escolar, já que frequentemente verificamos grandes dificuldades de manipulação fina relacionadas com as actividades de escrita. Pode ainda ser utilizado como ferramenta de comunicação aumentativa ou alternativa, permitindo a participação de crianças e jovens que de outra forma não seja possível. O trabalho com o processador de texto pode necessitar de algumas adaptações no teclado, inicialmente, para permitir uma estruturação de toda a informação que o teclado apresenta. Pode utilizar as nossas recomendações em relação à etiquetagem das teclas que não estão ainda a ser utilizadas e o destaque daquelas que são necessárias. Seja de que maneira for, é importante que os pais e os professores promovam a utilização do computador como fazendo parte do currículo. Deve ser um objectivo a longo prazo com objectivos intermédios, permitindo que a criança possa ganhar autonomia ao mesmo tempo que adquire conhecimento através de software adequado

61 V. SITES RECOMENDADOS LEITORIL PENCIL GRIP LÁPIS GRAFITI 61 TECLADO DE APRENDIZAGEM PARA CRIANÇAS VI. LEITURA RECOMENDADA Bird, Gillian et Buckley, Sue Meeting the Educational Needs of Children with Down's Syndrome, a Handbook for teachers. University of Portsmouth. Bird, Gillian, Beadman, Jean & Buckley, Sue. Reading and writing development for children with Down Syndrome (5-11 years), Down Syndrome Educational Trust, UK. Klein, Marsha Dunn. Pre-writing skills, revised. Communication Skill Builders, Inc. 1990, USA Letra, Carlos. Sucesso na Escola, 1º e 2º anos, Gailivro. Troncoso, Maria V. et del Cerro, M. M. Lectura y escritura de los niños con Síndrome de Down, in J. Flórez y Mª Victoria Troncoso, Síndrome de Down e Educación, Masson Salvat Medicina, 1991, pp Troncoso, Maria V. et del Cerro, M. M. Síndrome de Down: Lectura y escritura, Masson, VII. FICHA TÉCNICA Autores: Luísa Cotrim, Sofia Macedo, Teresa Condeço (Psicólogas) Colaboração: Andreia d'oliveira, Carmo Faria, Fátima Trindade, Sofia Monteiro, Sónia Domingos (Centro de Desenvolvimento Infantil Diferenças) Concepção e Gestão de Conteúdos: Fernando Ferreira Nasturtium de Teresa Condeço. Todos os direitos reservados. Agosto de 2012 Contactos: [email protected]

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