114 Milton Koji Nakata
|
|
|
- Bento Fonseca da Mota
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 114 Milton Koji Nakata
2 INTRODUÇÃO AO ALFABETISMO VISUAL Uma proposta de ensino de desenho para o curso de design através da técnica de pontilhismo Este trabalho é resultado de uma experiência ao longo de um percurso pessoal como ilustrador/designer e educador em desenho de observação para o curso de design num período aproximado de 25 anos. Foi sempre uma preocupação promover aos alunos, uma prática de observação e, consequentemente, do ato de desenhar. A introdução ao alfabetismo visual sempre recai ao domínio do desenho de observação. E para isso é fundamental que a prática da observação seja efetivada na sua plenitude para que o senso perceptivo melhore. (...)
3 116 Para que isso ocorra, a introdução de uma técnica que contemple todos os requisitos necessários para aprimorar este senso de observação, se faz necessário. Neste contexto foi eleito a técnica de pontilhismo por abarcar estes atributos. É uma técnica que possibilita um estímulo para exercitar o hemisfério direito do cérebro, como comprova os aprofundados estudos de Betty Edwards (2003), em seus estudos pelo Desenhando com o lado direito do cérebro. Registro aqui, alguns detalhes colhidos na prática de ensino desta técnica, desenvolvida durante as aulas de desenho de observação para o curso de Design. São questões e constatações colhidas no percurso desenvolvido durante o exercício de pontilhismo. O alfabetismo visual é um componente necessário para formação do designer gráfico. O DESENHO NA FORMAÇÃO DE DESIGNER Saber desenhar é uma condição fundamental para todas as atividades que estão envolvidas com as criações das formas. Isto envolve naturalmente a área de Design, Arquitetura, Artes e outras atividades correlatas. Para expressarmos uma ideia, é necessário que consigamos transferi-la de alguma forma para um suporte afim de que possamos visualizá-la de forma fiel como a concebemos. O desenho é a forma pela qual podemos materializar as manifestações criativas do nosso pensamento. Portanto, para que possamos visualizar e compartilhar as nossas ideias, de modo mais exato às criações, utilizamo-nos das representações pelo desenho. Nota-se cada vez mais, a valorização do processo de criação no design, através de expressão de suas ideias pelo desenho, caracterizadas pelas recentes publicações abordando este tema. Há uma enxurrada de publicações que visam explorar e apresentar estes processos. São livros que apresentam os sketchbooks de designers, ilustradores e de artistas renomados. Este recente interesse a respeito desse assunto se justifica: Passado o período de entusiasmo e adaptação aos recursos digitais para a produção de desenho, verificou-se que começou a aparecer uma lacuna no processo envolvido no ato de desenhar. O desenho pelo processo digital acaba não registrando os estudos que levam a lapidação de uma ideia, omitindo as suas várias etapas. Muitas vezes, o rabisco de uma ideia, ainda na fase do esboço ou do estudo, não fica registrado quando se utiliza o meio digital para produzir um desenho, se valendo de uma prática muito usual nesse processo as teclas control Z.
4 117 Ainda no processo da construção de uma imagem, percebe-se nos exemplos apresentados nestas publicações que, há registros de como são trabalhados os elementos constituintes e de como as formas, proporções e outros elementos são trabalhados. Somado a isto, um outro aspecto refere-se a fase de acabamento do desenho, no qual algumas ações como pinceladas ou efeitos produzidos pelas técnicas e materiais físicos são produzidos de forma espontânea e, muitas vezes, são atos involuntários que produzem efeitos desejáveis, dificilmente conseguidos quando planejados. É difícil vermos numa aula de desenho, a preocupação do professor em transmitir um conceito metodológico para desenvolver uma capacidade de desenhar. No caso específico do curso de Design, da Universidade Estadual Paulista, UNESP, há uma prova específica de habilidades em desenho, juntamente com a Prova Seletiva Vestibular, que acaba filtrando os candidatos com condição mínima de habilidade. Mesmo assim, para que haja um bom aproveitamento nas atividades projetuais e das disciplinas que lidam com a criação de forma, requer aos alunos, o controle sobre a prática de representação, mais especificamente do domínio de desenho. AS PRINCIPAIS TÉCNICAS DE REPRESENTAÇÃO GRÁFICA (ILUSTRAÇÃO, DESENHO DE OBSERVAÇÃO) NO CAMPO DE DESIGN Há várias formas de representação gráfica no campo do Design, como, Rough, Sketch, Concept Art, Ilustração, Layout, Storyboard, e outras denominações específicas da aplicação do desenho no campo do design. E para estas formas de representações, conforme foram evoluindo, vieram também as técnicas e materiais que acabaram incorporando às práxis em produzir os desenhos. As técnicas de representação gráfica sempre tiveram uma íntima relação com a evolução das técnicas de representação em artes visuais. Podemos relacionar as mais usuais: Grafite, lápis carvão, lápis de cor, tinta guache, tinta aquarela, tinta acrílica, tinta óleo, técnicas mistas e outros materiais e técnicas em suportes não-digitais. Atualmente com o surgimento de novas tecnologias digitais, cada vez mais próxima aos materiais e técnicas não-digitais, com suas capacidades de simulações tão reais aos materiais originais e ainda com recursos que proporcionam um desenho muito mais preciso e otimizando o tempo de execução, há uma condição mais favorável a disposição dos designers expressarem as suas ideias.
5 118 Figura 1 Um Domingo na Grande Jatte, Seurat, , Art Institute of Chicago. Seurat desenvolveu a técnica pontilhista de usar pequenos pontos de cor pura. Figura 2 Autor: Kevin Spaulding. Fonte: The Creative Black Book, A Division of Macmillan Information Company, Inc. Figura 3 Autor: Kandy Glass Studio. Fonte: The Creative Black Book, A Division of Macmillan Information Company, Inc. Nos exercícios em sala de aula, procuro apresentar a maior parte destas técnicas para a representação pelo desenho, sempre com o intuito de promover o exercício da observação. Tenho a convicção de que sempre que trabalhamos uma imagem através do desenho para o campo de design, há também uma preocupação em relacionar a técnica que melhor se adequa a cada proposta. Portanto, oferecer aos alunos a multiplicidade de soluções em termo de técnicas à sua disposição, passa a ser uma condição favorável na formação do designer e consequentemente, um repertório para articulações em suas criações. Nesse sentido, há também técnicas e materiais que melhor se adequam ao ensino do desenho. No que se refere a iniciação para o desenho de observação, atribui-se a técnica de pontilhismo como a adequada para esse fim. A TÉCNICA DE PONTILHISMO Os estudos de Edwards, B. (2003) apontam para o fato de que aprender a desenhar é mais ou menos a mesma coisa que aprender a praticar um esporte ou tocar um instrumento musical. Uma vez que você aprende os fundamentos, qualquer avanço no que tange à sua perícia se baseia na prática, prática, e prática. Dominar o controle do desenho, buscando definir a forma, a proporção e o acabamento de forma correta, é aprender os fundamentos do desenho. Quero inserir aqui, a prática do desenho através da técnica do pontilhismo para aprimorar a sensibilidade em percepção visual. Na História da Arte, podemos citar as obras de Georges Seurat ( ), como um dos precursores do Pontilhismo usando seu método quase científico, que consistia em aplicar pontos do tamanho de confetes de cor pura, sem mistura, por toda tela. Seurat teorizava que as cores complementares (ou opostas), colocadas lado a lado, se misturariam no olho do espectador com maior luminosidade do que se misturadas na paleta do pintor. O todo supostamente se fundia, como um mosaico, de uma distância, mas na verdade os pontos individuais nunca se mesclam completamente, dando um efeito granulado, cintilante, à superfície da tela (fig.1) A técnica de pontilhismo que aqui apresento, tem uma proposta mais focada ao princípio da formação da imagem através dos pontos. Em ilustrações para peças gráficas nas décadas de 60 a 80, foram muito utilizadas esta técnica. Foi uma boa alternativa para os vários processos de impressões, nos quais
6 119 eliminariam o uso das retículas para produções de matrizes de impressões, além de obterem um controle técnico maior por parte dos ilustradores sobre as suas obras (fig.2 e 3). Sobre o ponto de vista da evolução tecnológica, parece irrelevante aprofundar num estudo sobre uma técnica que caiu em desuso, mas quero ressaltar os aspectos envolvidos na aplicação dessa técnica e sobretudo os procedimentos envolvidos no desenho de observação pela técnica de pontilhismo. É nos procedimentos que consistem um conjunto de atitudes que são preciosos para se apurar o ato de observar uma referência visual. Desenhar através de pontos é uma tarefa demorada e isso provoca um procedimento com maior atenção para observação ao representar os elementos que constituem uma figura. O desenho feito pela observação, depende sempre de quantos elementos conseguimos registrar visualmente e transferi-los ao desenho, e portanto, a lentidão neste processo irá contribuir para que consigamos fazer uma leitura minuciosa da referência. Em qualquer outra técnica de representação, a observação não é requerida com esse rigor. Podemos ilustrar esta condição adotando como exemplo, o desenho de um retrato. Ao desenharmos um único fio dos cílios deste retrato, em qualquer outra técnica será possível executar através de um único gesto, como uma pincelada ou através de um traço à lápis. Com isso, se o resultado obtivo for de acordo com o observado na referencia, esta ação será concluída aqui. Caso contrário, fara-se os ajustes necessários. Esta experiência é diferente quando se trata da técnica de pontilhismo. Para desenharmos este mesmo fio com a técnica de pontilhismo, o procedimento é muito menos espontâneo e rápido, fazendo com que propicie uma observação mais lenta e detalhada desse fio. Isso contribui para que reparemos alguns detalhes desprezados pela ação rápida de outras técnicas. A lentidão de representar os pequenos detalhes através de pontos, favorece que seja feito um vai-e-vem de observação comparativa entre o desenho e sua referencia visual (fig.4 a 6). Trabalhar um pequeno detalhe através de pontos passa a ser um processo de desconstrução da imagem como um todo. Ao desenharmos este detalhe com rigor no acabamento, transferindo todos os seus elementos e isolando-o do seu contexto, fica difícil associa-lo como parte integrante da figura, a qual se tem como referencia. A possibilidade de desconstruir a figura em vários fragmentos e conseguir observar separadamente todo as suas particularidades de detalhes formais e de texturas, faz com que exercitemos o hemisfério direito do cérebro, já que observamos estes pequenos detalhes desprendidos de seus significados, através da desconstrução. Figura 4 Desenho com acabamento em grafite. Figura 5 Desenho com acabamento em pincel. Figura 6 Desenho com acabamento em pontilhismo.
7 120 A construção se faz a partir da junção desses vários pequenos detalhes desenhados através do pontilhismo. Ao término dessa construção por pequenas partes é que constatamos que foi possível representar a figura como um todo, resgatando fielmente todos os seus elementos constituintes. Creio que a maior contribuição da técnica é aprender a reparar nos pequenos detalhes que provavelmente desprezaríamos em qualquer outra técnica de representação, na fase em que estamos aprimorando o nosso senso perceptível e consequentemente, promovendo a nossa alfabetização visual. Fazer o desenho com a técnica de pontilhismo é compartilhar os mesmos princípios da construção de imagens através das retículas, as quais são utilizadas em vários processos de impressão. Temos como sua definição: Retícula (ed) 1. Rede de pontos geralmente diminutos, ou de traços formando quadrículos, linhas ou quaisquer padrões, regulares, traçada sobre vidro ou película transparente, que se usa em ofsete, autotipia e heliogravura, para reprodução de originais a meio-tom. Colocada entre o original e uma placa sensível, a retícula decompõe a imagem (foto ou desenho) em numerosos pontos de tamanhos variados que, embora impressos com a mesma intensidade de tinta, produzem, por ilusão de óptica, o efeito das tonalidades intermediárias (do claro ao escuro, através de uma escala de grisês). Nas partes onde houver maiores concentrações de pontos e onde estes forem mais grossos, a imagem será mais escura. Os graus de retícula variam geralmente de 20 a 150 linhas por centímetro quadrado e são utilizados de acordo com o papel em que se vai imprimir (retícula mais grossa em papéis ásperos, como os utilizados em jornais, e mais fina quanto mais liso for o papel). V. traço. 2. P.ext., diz-se de qualquer padrão (círculos, pontos, traços, etc), com os mais variados efeitos, utilizado para a obtenção de meios-tons ou como elementos decorativos, ilustrativos, etc. Uma outra relação possível de se estabelecer com a técnica de pontilhismo na construção da imagem é a conformação de imagens via pixels. Um termo comum à partir da era da tecnologia digital. Pixel (inf, tv) Acrônimo de picture cell ou picture element, elemento de imagem. Bloco elementar ou célula para construção de imagens na tela. Ponto. É a menor unidade gráfica a
8 121 partir da qual se forma uma imagem: corresponde a uma interseção entre uma coluna e uma linha na grade que mapeia o vídeo. A menor quantidade de informação exibida na tela do computador, que pode ser acessada individualmente. ENSINO DA TÉCNICA O exercício consiste em desenvolver um desenho tendo como referência uma foto, mais especificamente de um retrato. Uma das condições estabelecidas para fazer a sua seleção é que ela seja de boa definição e com predominância de texturas. A adoção de um retrato como referencia se dá pelas suas qualidades inerentes. No desenho das formas e proporções dos elementos constituintes de um retrato, requer o máximo de fidelidades. A observação destes elementos há de ser a mais fiel possível fixando-se aos pequenos detalhes. Esse exercício potencializa os aspectos relevantes da técnica de pontilhismo, nos procedimentos da observação, como citados anteriormente. Inicialmente, como na maioria das outras técnicas, é elaborado o esboço, utilizando se de grafite. Nesta fase, o objetivo é estruturar o desenho para em seguida, aplicar o pontilhismo dando os detalhes como o acabamento. Não se pretende, portanto desprezar as proporções e as formas dos elementos da figura. É necessário sim que haja observação fiel destes elementos para que seja transferida ao desenho, os componentes que atribuem as suas semelhanças. Um bom esboço irá facilitar o trabalho de pontilhismo, na fase de acabamento, já que ele irá balizar este trabalho desenvolvido através de pequenas partes. O esboço é definido a partir de elementos macros para elementos micros, que já difere na fase do pontilhismo, onde é trabalhado em partes menores e pequenos elementos. A somatória dos pequenos elementos concluídos irá formar o todo. Para ensinar a técnica aos alunos, no sentido de introduzi-los ao alfabetismo visual, procuro estabelecer uma analogia com o alfabetismo verbal. Para ensinar a ler e escrever é aplicado aos alunos uma metodologia, no qual é apresentado o elemento mínimo que é a letra, e na sequência a sílaba, a construção da palavra, a construção da frase e assim, o texto, que vem atribuído de uma mensagem. Não quero caracterizar que o processo de alfabetização seja efetivada de forma tão simples, mas sim, indicar que há uma metodologia, na qual as etapas do aprendizado devam ocorrer numa sequencia e de forma estruturada. Na alfabetização visual, qual seria este elemento mínimo? A técnica do pontilhismo permite-nos indicar o ponto como tal. É através da somatória de pontos que conse-
9 122 guimos construir fragmentos da figura. A somatória destes elementos em fragmentos, assim trabalhados irá obter a figura completa. Esse trabalho configura como o ato de desconstruir a imagem para depois construíla. Trabalhar a construção dos elementos em fragmentos implica em desconstruir a concepção do todo. Observar atentamente um pequeno detalhe desvinculado aos demais, perde ao observador o significado da figura como um todo. Os estudos de EDWARDS, Betty (2003) indica que os olhos coletam informação visual através de uma varredura constante do ambiente. Mas os dados visuais de longe, coletados pela visão, não são o fim da história. Pelo menos uma parte, talvez até a maioria do que vemos, é modificada, interpretada ou conceitualizada de maneiras que dependem da formação da pessoa, da sua disposição mental e experiências passadas. Tendemos a ver o que esperamos ver ou o que resolvemos ter visto. Esta expectativa, ou decisão, entretanto, costuma não ser um processo consciente. Pelo contrário, o cérebro costuma executar a expectativa e a decisão, sem o nosso saber consciente, e depois altera ou rearruma - ou até mesmo descarta os dados crus da visão que atingem a retina. Aprender a perceber através do desenho parece modificar esse processo e permitir um tipo de visão diferente, mais direto. Esta edição cerebral é colocada em estado de espera, permitindo assim que o indivíduo veja mais totalmente e talvez mais realisticamente. No exercício de desenhar um retrato, ao fazer um pequeno detalhe, como a representação de uma textura de pele, requer que o aluno foque neste ponto, no sentido de absorver o máximo de detalhes particulares, para representa-los. Como já dito anteriormente, o processo de pontilhar é lento e isso concede ao aluno, um tempo maior para a observação nestes pequenos detalhes. A construção detalhada destes fragmentos se dá gradativamente, assim como a imagem total e isso acaba favorecendo, na observação em minúcias nos detalhes. ANÁLISE DOS RESULTADOS Nota-se que no processo de aprendizagem em desenho de observação, há um divisor de águas, quando se envolve esta técnica de pontilhismo e outras demais técnicas. Normalmente a prática em desenho se inicia com os materiais mais acessíveis como o grafite, lápis de cor ou lápis carvão, por se tratarem de materiais que os alunos já utilizaram, antes mesmo de se ingressarem ao curso. Após vivenciarem a prática do pontilhis-
10 123 mo, há uma melhora no resultado do desenho, sobretudo, no acabamento (definições de textura, luz e sombra). Nota-se um grande ganho nas percepções destes elementos anteriormente menos valorizados (figs. 7 a 16). O aluno após conseguir realizar com sucesso, um bom desenho, faz a constatação de que rompeu uma barreira no seu processo de evolução. Muitas vezes há um bloqueio por considerar o ato de desenhar bem, uma condição herdada, atribuída somente àqueles que nasceram com esta habilidade, ou seja, nasceram com o dom de desenhar. Mas ao romper esta fase da evolução, o aluno consegue desmistificar a prática de desenhar, atribuindo a ela, uma ação natural e derivada de exercício constante para o seu aprimoramento. O aprendizado da técnica de pontilhismo caracteriza-se como uma das possibilidades de alfabetização visual, por se tratar de uma técnica que apresenta as condições adequadas no seu processo. Com a alfabetização, os alunos terão facilidades maiores para exporem as suas ideias através do desenho. Assim, o desenho torna-se um ferramental necessário e eficiente para a atividade de design. Figura 8 Exercício de pontilhismo. Autor: Elias de Carvalho Figura 7 Exercício de pontilhismo. Autora: Natália Mariê Nakata
11 124 Figura 9 Exercício de pontilhismo. Autor: Daniel Lisboa Sanchez Figura 10 Exercício de pontilhismo. Autora: Kaori Yorado Yamazaki Figura 11 Exercício de pontilhismo. Autora: Jéssica Garcia Figura 12 Exercício de pontilhismo. Autora: Érica Honda
12 125 Figura 13 Exercício de pontilhismo. Autor: Leandro Gazignato Caetano Figura 14 Exercício de pontilhismo. Autora: Gisele M. Z. Pires Figura 15 Exercício de pontilhismo. Autor: Ricardo Bierbaumer Avancini Figura 16 Exercício de pontilhismo. Autora: Karine Moreto Massoca
13 126 BIBLIOGRAFIA EDWARDS, B. Desenhando com o lado direito do cérebro. 5. ed. Rio de Janeiro: Ediouro Publicações S.A p. EDWARDS, B. Exercícios para desenhar com o lado direito do cérebro. 1. ed. Rio de Janeiro: Ediouro Publicações S.A p. MUNARI, B. Artista e o designer. 2. Ed. Lisboa: Editora Presença Ltda. / Livraria Martins Fontes, p. MUNARI, B. Design e Comunicação Visual. 1. Ed. Lisboa: Edições 70 Ltda., p. NAKATA, M. K. A ilustração não-digital e a ilustração digital: um estudo das etapas da produção para otimização da comunicação (tese de doutorado) Bauru: UNESP, NAKATA, M. K. Desenho no Design: Aplicação de uma metodologia no Desenho de Observação para uma instrumentalização em Design Gráfico. In PLÁCIDO, J.C.S et al. Ensaios em Design: arte, ciência e tecnologia. 1.ed. Bauru: Canal 6 Editora p. PORTO, B. Quando a ilustração faz a ponte entre desenho e design: Forma e função aplicados a ilustração, desenho e design. Design Gráfico, v.54, p.46-47, RABAÇA, C. A., BARBOSA, G. G. Dicionário de Comunicação Nova Edição Revista e Atualizada. 2. Ed. Rio de janeiro: Editora Campus Ltda p. SCHIAVINI, R. Técnicas antigas X novas ferramentas. Revista abcdesign. Edição nº 20, Curitiba: Infolio Editorial, p. STRICKLAND, C., BOSWELL, J. Arte Comentada: da pré-história ao pós-moderno. 2.ed. Rio de Janeiro: Ediouro Publicações S.A p.
14 MILTON KOJI NAKATA Possui graduação em Comunicação Visual pelo Fundação Educacional de Bauru (1982), mestrado em Projeto Arte e Sociedade pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1994) e doutorado em Comunicação e Poéticas Visuais pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2003). Atualmente é Professor Assistente Doutor da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Membro de corpo editorial da Coleções FAAC e Revisor de periódico do Educação Gráfica (Bauru). Tem experiência na área de Design, com ênfase em Design Gráfico. Atua principalmente nos seguintes temas: Ilustração, Design Gráfico e Livro Infantil.
Inclui bibliografia ISBN Desenho. 2. Design. I. Nakata, Milton Koji II. Silva, José Carlos Plácido da. III. Título. CDD 741.
Rua Eng. Alpheu José Ribas Sampaio, 3-40 Jd. Infante Dom Henrique CEP 17012-631 Bauru, SP Fone/fax (14) 3313-7968 www.canal6.com.br CONSELHO EDITORIAL Dra. Cássia Letícia Carrara Domiciano Dra. Janira
DESIGN DESENHO DESIGN. José Carlos Plácido da Silva. Milton Koji Nakata
PARA DESENHO DESIGN 01 01 Possui graduação em Comunicação Visual pela Fundação Educacional de Bauru (1982), mestrado em Projeto, Arte e Sociedade pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho
DESIGN DESIGN. Milton Koji Nakata José Carlos Plácido da Silva DESENHO. Milton Koji Nakata / José Carlos Plácido da Silva Milton Koji Nakata
PARA DESENHO DESIGN 01 Possui graduação em Comunicação Visual pela Fundação Educacional de Bauru (1982), mestrado em Projeto Arte e Sociedade pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho
ANEXO I. QUADRO DE OFICINAS INTEGRANTES DOS PROGRAMAS DE FORMAÇÃO ARTÍSTICA DO CUCA (COM EMENTAS) Categoria I
ANEXO I QUADRO DE OFICINAS INTEGRANTES DOS PROGRAMAS DE FORMAÇÃO ARTÍSTICA DO CUCA (COM EMENTAS) Categoria I Desemho básico Desemho intermediário Desemho básico de observação Desenho de observação Fotografia
CURSO DE EXTENSÃO EM PROGRAMAÇÃO VISUAL. Aula I. Prof. Carlos Café Dias
CURSO DE EXTENSÃO EM PROGRAMAÇÃO VISUAL Aula I Prof. Carlos Café Dias APRESENTAÇÃO O CURSO O curso de extensão em Programação visual aborda a teoria e prática da comunicação visual, oportunizando o estudo
Desenho d ObseRvação. Departamento de Expressão Gráfica UFPR Professora: Vaz
Desenho d ObseRvação Departamento de Expressão Gráfica UFPR Professora: Vaz PROPOSTA 02: PADRONAGEM (textura e tonalidade) 1º sem.de 2015 Representação Gráfica para desenho e projeto Desenhar é o processo
B Características sensoriais e mentais que constituem o raciocínio nos processos de expressão gráfica.
PERSPECTIVA PARTE 1 A Função do desenho de perspectiva na apresentação, linguagem gráfica. B Características sensoriais e mentais que constituem o raciocínio nos processos de expressão gráfica. C O traço
Material protegido pelas leis de direito autoral Proibida qualquer tipo de divulgação sem à devida autorização ou citada a fonte de forma correta.
O que é cor? É a percepção visual provocada pela ação de um feixe de fótons sobre as células especializadas da retina, células essas que transmitem informação através do nervo óptico para o sistema nervoso,
DESENHO PARA QUE E COMO?
DESENHO PARA QUE E COMO? de.se.nho sm (lat designu) 1 Arte de representar objetos por meio de linhas e sombras. 2 Objeto desenhado. 3 Delineação dos contornos das figuras. 4 Delineamento ou traçado geral
DESENHO E PINTURA * 2 FASCÍCULOS * PALETA * TINTA ÓLEO PRÓXIMA ENTREGA: FUNDAMENTOS O encaixe: primeiros passos. AGUARELA Noções básicas CURSO DE
CURSO DE PRÓXIMA ENTREGA: * 2 FASCÍCULOS FUNDAMENTOS O encaixe: primeiros passos AGUARELA Noções básicas * PALETA * TINTA ÓLEO 3,95e POR APENAS SEMANALMENTE NAS BANCAS UMA NOVA ENTREGA Constituição da
Copiright de todos artigos, textos, desenhos e lições. A reprodução parcial ou total desta aula só é permitida através de autorização por escrito de
1 Quando desenhamos objetos em perspectiva, eles passam a sofrer uma série de deformações e alterações. Desta maneira, ainda que um objeto possa se apresentar com deformações, ele precisa estar de acordo
A sua obra, maioritariamente em fotografia e vídeo, tem um grande carácter subjetivo e é bastante marcada por referências literárias e históricas.
Prece geral, de Daniel Blaufuks RECURSOS PEDAGÓGICOS O artista Daniel Blaufuks é um artista português, nascido em Lisboa em 1963. A sua obra, maioritariamente em fotografia e vídeo, tem um grande carácter
5 DICAS PARA APRENDER A DESENHAR DO ZERO. Descubra como aprender a desenhar de forma simples e objetiva.
5 DICAS PARA APRENDER A DESENHAR DO ZERO Descubra como aprender a desenhar de forma simples e objetiva. INTRODUÇÃO OLÁ, OLÁ, OLÁ... Eu sou o Ivan Querino, ilustrador, professor e empreendedor, escrevi
Índice 7º ANO 2009/2010 ESCOLA BÁSICA 1, 2, 3 / JI DE ANGRA DO HEROÍSMO PLANIFICAÇÃO DA DISCIPLINA DE EDUCAÇÃO VISUAL
Índice COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS da EDUCAÇÃO ARTÍSTICA Competências Gerais e Específicas da Educação Artística Dimensões das Competências Específicas Competências Especificas do 3º ciclo - Visual Competências
As primeiras noções de mapa e a importância da Geografia nas séries iniciais
As primeiras noções de mapa e a importância da Geografia nas séries iniciais Ler e buscar informações Nas aulas de Geografia, é importante que a criança tenha espaço para desenhar e representar as situações,
Materiais necessários:
Materiais necessários: Tela 30x40; Óleo de Linhaça; Solvente para limpeza dos pincéis; Pincéis Condor: Pincel Referência 456 tamanho 24; Pincel Referência 484 tamanhos: 2 / 8 / 12 / 16/ 20; Pincel Referência
Modelo Espiral. Criação do(s) protótipos(s) Formulação de questões. Teste Avaliação Conclusão
Prototipagem Modelo Cascata Modelo Espiral Modelo Espiral Formulação de questões Criação do(s) protótipos(s) Teste Avaliação Conclusão O que é um protótipo? Modelo em escala menor, por exemplo, um prédio
EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS. Linguagem Oral e Escrita. Matemática OBJETIVOS E CONTEÚDOS
EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS Conhecimento do Mundo Formação Pessoal e Social Movimento Linguagem Oral e Escrita Identidade e Autonomia Música Natureza e Sociedade Artes Visuais Matemática OBJETIVOS
Projeto de Monitoria. para a Disciplina Desenho Artístico. Plano de Trabalho 2012
Projeto de Monitoria para a Disciplina Desenho Artístico Plano de Trabalho 2012 Plano de Trabalho para composição do Projeto de Monitoria do CTRN, em cumprimento às exigências da Convocatória CPE/PRE,
ANEXO III NORMAS COMPLEMENTARES
ANEXO III NORMAS COMPLEMENTARES Normas Complementares, relativas aos perfis dos candidatos, temas e as especificações das Provas Teórico-Práticas dos concursos para Professores Efetivos da Escola de Belas
EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS. Linguagem Oral e Escrita. Matemática OBJETIVOS E CONTEÚDOS
EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS Conhecimento do Mundo Formação Pessoal e Social Movimento Linguagem Oral e Escrita Identidade e Autonomia Música Natureza e Sociedade Artes Visuais Matemática OBJETIVOS
DESENHO E PINTURA COMO INSTRUMENTOS PEDAGÓGICOS NA APRENDIZAGEM DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL. Resumo
ISBN 978-85-7846-516-2 DESENHO E PINTURA COMO INSTRUMENTOS PEDAGÓGICOS NA APRENDIZAGEM DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL Luiza Sella - Londrina/Paraná [email protected] Ana Paula Antunes UFP/Porto-Portugal
Prof.: Diego Santos. Especializações: Design _ FAMAP Comunicação com o Mercado_ ESPM Consumo_ ESPM
Prof.: Diego Santos Especializações: Design _ FAMAP Comunicação com o Mercado_ ESPM Consumo_ ESPM Ementa Estudos elementares dos fundamentos da composição em desenho. Fundamentos básicos da composição.
Aprendizado mais fácil
Endereço da página: https://novaescola.org.br/conteudo/7473/aprendizado-mais-facil Recursos inclusivos Reportagens Publicado em NOVA ESCOLA Edição 25, 12 de Novembro 2016 Aprendizado mais fácil Equipamentos,
IMPRESSIONISMO. As figuras não devem ter contornos nítidos, pois a linha é uma abstração do ser humano para representar imagens.
IMPRESSIONISMO O Impressionismo foi um movimento artístico que revolucionou profundamente a pintura e deu início às grandes tendências da arte do século XX. Havia algumas considerações gerais, muito mais
PLANO DE EXECUÇÃO/LISTA DE MATERIAIS 7º ANO ENSINO FUNDAMENTAL 2017
PLANO DE EXECUÇÃO/LISTA DE MATERIAIS 7º ANO ENSINO FUNDAMENTAL 2017 UNIDADE MATERIAIS QUANTIDADE ATIVIDADE EM QUE SERÁ UTILIZADO Caderno de 10 matérias 01 Será utilizado para todas as disciplinas cursadas.
Georges Seurat nasceu em Paris em 2 de dezembro de Em 1878 começou a estudar na Escola de Belas-Artes com Henri Lehmann, discípulo de Ingres
Seurat, Georges Um dos grandes precursores da arte do século XX, Seurat foi o criador do pontilhismo, técnica neo-impressionista baseada na fragmentação da cor em pontos que, quando tomados em conjunto,
Dominando o ato de desenhar
Capítulo 5 Dominando o ato de desenhar Sejam o lápis e o papel ou o teclado e o mouse, o aspirante à construção de desenhos em perspectiva precisa antes passar por um processo de aprendizagem, pois, apesar
COMPETÊNCIAS TRANSVERSAIS
(grupo 240 e 600) COMPETÊNCIAS TRANSVERSAIS COMPETÊNCIAS TRANSVERSAIS Promoção da educação para a cidadania A língua materna enquanto dimensão transversal Utilização das novas tecnologias de informação
P L A N I F I C A Ç Ã O A N U A L
P L A N I F I C A Ç Ã O A N U A L DEPARTAMENTO: EXPRESSÕES ÁREA DISCIPLINAR: 600 - ARTES VISUAIS DISCIPLINA: DESENHO A NÍVEL DE ENSINO: Secundário CURSO: Artes Visuais ANO: 11.º - ANO LETIVO: 2018/19 MANUAL:
CURSO: ARTE EM AÇÃO - LITERATURA
CURSO: ARTE EM AÇÃO - LITERATURA Docente: Mariana Felix de Oliveira Carga Horária Total do Projeto: 295 hrs Resumo: A oficina de literatura é uma das três vertentes que compõe o projeto Arte em ação. Terá
FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL I CONTEÚDO E HABILIDADES ARTES. Conteúdo: Aula 1: O ponto e a linha Aula 2: Logotipos e símbolos
CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL I Conteúdo: Aula 1: O ponto e a linha Aula 2: Logotipos e símbolos 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA
Prova Prática de Desenho A
EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho Prova Prática de Desenho A 12.º Ano de Escolaridade Prova 706/1.ª Fase 6 Páginas Duração da Prova: 150 minutos. Tolerância: 30
PLANO DE USO DE MATERIAL ESCOLAR
PLANO DE USO DE MATERIAL ESCOLAR MATERNAL III Avental para atividades artísticas aulas de Proteção para o uniforme escolar, durante as Imagem - Arte e Linguagem pintura. Resma de folha A3 branco Bloco
COLORIZAÇÃO COM AQUARELA
ÍNDICE COLORIZAÇÃO COM AQUARELA 03 CRIAÇÃO DE IDENTIDADE VISUAL 04 DESENHO E PROCESSO CRIATIVO 05 FUNDAMENTOS DO DESENHO ARTÍSTICO 06 ILLUSTRATOR 07 PHOTOSHOP 08 INDESIGN 09 STORYTELLING 10 INSCRIÇÕES
DESENHO TÉCNICO ( AULA 01)
1 INTRODUÇÃO DESENHO TÉCNICO ( AULA 01) Transmissão de um recado (mensagem, pensamento) Fala (linguagem), gestos e desenhos. O desenho é a representação gráfica da comunicação Essa representação gráfica
Plano de Ensino. Identificação. Câmpus de Bauru. Curso 2302N - Bacharelado em Design. Ênfase. Disciplina 0003607B - Desenho de Observação I
Curso 2302N - Bacharelado em Design Ênfase Identificação Disciplina 0003607B - Desenho de Observação I Docente(s) Milton Koji Nakata Unidade Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação Departamento Departamento
P L A N I F I C A Ç Ã O A N U A L 1 º A N O
P L A N I F I C A Ç Ã O A N U A L 1 º A N O DEPARTAMENTO: EXPRESSÔES ÁREA DISCIPLINAR: 600 ARTES VISUAIS DISCIPLINA: DESENHO DE COMUNICAÇÃO CURSO PROFISSIONAL: Técnico de Design ANO: 1º ANO LETIVO: 2018/2019
PLANO DE EXECUÇÃO/LISTA DE MATERIAIS 2º ANO ENSINO FUNDAMENTAL 2017
PLANO DE EXECUÇÃO/LISTA DE MATERIAIS 2º ANO ENSINO FUNDAMENTAL 2017 UNIDADE MATERIAIS QUANTIDADE ATIVIDADE EM QUE SERÁ UTILIZADO OBJETIVO PEDAGÓGICO METODOLOGIA ano Agenda 01 Registro das tarefas de casa.
Justificativas para a Lista de Material Pedagógico Berçário 1
JUSTIFICATIVAS PARA O MATERIAL PEDAGÓGICO 2015 Justificativas para a Lista de Material Pedagógico Berçário 1 01-Tela de arte para pintura 30x40: usada no contexto do projeto de artes plásticas. O objetivo
REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA DOCENTE NO ENSINO FUNDAMENTAL II E MÉDIO EM ITAPETINGA-BA: FORMAÇÃO INICIAL EM FÍSICA
REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA DOCENTE NO ENSINO FUNDAMENTAL II E MÉDIO EM ITAPETINGA-BA: FORMAÇÃO INICIAL EM FÍSICA Monyke Hellen dos Santos Fonsêca 1 Dulcinéia da Silva Adorni 2 INTRODUÇÃO O avanço na qualidade
Prof. a Graciela Campos
Blog Design com Poesia [ http://gracicampos.wordpress.com/ ] Facebook GracicamposDesign [www.facebook.com/gracicamposdesign ] Prof. a Graciela Campos Blog Design e Poesia Blog Design com Poesia [ http://gracicampos.wordpress.com/
Introdução ao Processamento de Imagens Digitais Aula 01
Introdução ao Processamento de Imagens Digitais Aula 01 Douglas Farias Cordeiro Universidade Federal de Goiás 06 de julho de 2015 Mini-currículo Professor do curso Gestão da Informação Formação: Graduação
P L A N I F I C A Ç Ã O A N U A L 1 º A N O
P L A N I F I C A Ç Ã O A N U A L 1 º A N O DEPARTAMENTO: EXPRESSÔES ÁREA DISCIPLINAR: 600 ARTES VISUAIS DISCIPLINA: EXPRESSÃO PLÁSTICA CURSO PROFISSIONAL: Técnico de Apoio à Infância ANO: 1º ANO LETIVO:
PLANO DE EXECUÇÃO/LISTA DE MATERIAIS 2º ANO ENSINO FUNDAMENTAL 2019
PLANO DE EXECUÇÃO/LISTA DE MATERIAIS 2º ANO ENSINO FUNDAMENTAL 2019 UNIDADE MATERIAIS QUANTIDADE ATIVIDADE EM QUE SERÁ UTILIZADO OBJETIVO PEDAGÓGICO METODOLOGIA o Classificadores plásticos na cor cristal
desenvolva e utilize seu pleno potencial de modo coerente e convergente com os objetivos estratégicos da organização. Dentro da área de gestão de
Gestão de Pessoas Hoje a sociedade busca desenvolver trabalhos para aprimorar o conhecimento das pessoas em um ambiente de trabalho. A capacitação e o preparo que uma organização deve ter para com os seus
Minhocas no jardim do desenho infantil. Professora: Ms. Maria Cecília Nobrega de Almeida Augusto
Minhocas no jardim do desenho infantil Professora: Ms. Maria Cecília Nobrega de Almeida Augusto Nossa aula: o grafismo infantil; seu desenvolvimento o cultivo do jardim; as intervenções como minhocas;
OS HEMISFÉRIOS CEREBRAIS
OS HEMISFÉRIOS CEREBRAIS UMA COMPARAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS DE CADA HEMISFÉRIO esquerdo Verbal: usa palavras para nomear, descrever e definir; Analítico: decifra as coisas de maneira sequencial e por partes;
A PRÉ-HISTÓRIA DA LINGUAGEM ESCRITA
A PRÉ-HISTÓRIA DA LINGUAGEM ESCRITA Disciplina: Desenvolvimento Psicológico III Profª Ms. Luciene Blumer Pois nisto de criação literária cumpre não esquecer guardada a infinita distância que o mundo também
GESTÃO DE CONTEÚDOS 2017/2018
GESTÃO DE CONTEÚDOS 2017/2018 Ensino Básico 1.º Ciclo EXPRESSÕES ARTÍSTICAS 1.º ANO Domínios Subdomínios Conteúdos programáticos Modelagem e Escultura -Desenvolver a motricidade fina. - Explorar e tirar
VISUALIZAÇÃO. Representação (bidimensional) de Objetos (tridimensionais)
1 VISUALIZAÇÃO Como habitantes de um mundo tridimensional, temos grande facilidade para lidar com o mundo bidimensional da Geometria Plana. Modelos concretos para os objetos com que lidamos na Geometria
EDUCAÇÃO VISUAL 5ºANO
REPRESENTAÇÃO R 5 TECNICA T5 ESCOLA EB 23 LUÍS DE CAMÕES ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 2014/2015 EDUCAÇÃO VISUAL 5ºANO DOMÍNIO Objetivos Gerais METAS CURRICULARES Descritores de desempenho CONTEÚDOS Atividades
EDUCAÇÃO VISUAL - 8º ano
EDUCAÇÃO VISUAL - 8º ano 2016/2017 Rotas de Aprendizagem [email protected] Profª Elisabete Mesquita Projeto 1: ANIMAÇÃO GRÁFICA DA CAPA Objetivo Geral: Reinventar uma foto do aprendente através do
QUE ATUA NA ÁREA DA TEORIA DA FORMA. O DESIGN E AS ARTES UTILIZAM AS LEIS DA GESTALT O TEMPO TODO, MUITAS
GESTALT GESTALT A PSICOLOGIA DA GESTALT É UM MOVIMENTO QUE ATUA NA ÁREA DA TEORIA DA FORMA. O DESIGN E AS ARTES UTILIZAM AS LEIS DA GESTALT O TEMPO TODO, MUITAS VEZES ATÉ DE FORMA INCONSCIENTE. ELE AJUDA
MusiCALcolorida: formas musicais e coloridas para representar e explorar números 1
MusiCALcolorida: formas musicais e coloridas para representar e explorar números 1 Maisa Aparecida Siqueira Rodrigues Lulu Healy Muitos alunos dos Ensinos Fundamental e Médio apresentam dificuldades em
7ª JORNADA ACADÊMICA a 23 de Novembro Unidade Universitária de Santa Helena de Goiás
7ª JORNADA ACADÊMICA 2013 18 a 23 de Novembro Unidade Universitária de Santa Helena de Goiás O JOGO DE XADREZ COMO RECURSO PEDAGÓGICO NO ENSINO FUNDAMENTAL Edivaldo Demésio¹; Ernesto Seiji Matsumoto²;
ESCOLA ADVENTISTA SANTA EFIGÊNIA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL
Disciplina: Arte Prof.: Paula Caroline de Souza Turmas: 61 e 62 ESCOLA ADVENTISTA SANTA EFIGÊNIA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL Rua Prof Guilherme Butler, 792 - Barreirinha - CEP 82.700-000 - Curitiba/PR
UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE PLANO DE ENSINO
PLANO DE ENSINO CÓDIGO 042 CÓD. CURSO CÓD. DISC. 120.3332.4 CRÉDITOS UNIDADE CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS CURSO PROPAGANDA, PUBLICIDADE E CRIAÇÃO DISCIPLINA Design Gráfico em Publicidade ETAPA 3ª Período
Aula lá Fora. Episódio: Artes Plásticas
Aula lá Fora Episódio: Artes Plásticas Resumo A série Aula lá Fora nos apresenta projetos desenvolvidos a partir de aulas-passeio realizadas em escolas da rede pública municipal de Santo André, cidade
O uso de imagens na educação. Comunicação visual
O uso de imagens na educação Liane Tarouco Comunicação visual A comunicação por meio de imagens e elementos visuais relacionados é denominada comunicação visual 1 O uso de imagens O uso da imagem é um
Anexo 5D. Entrevista à professora de educação especial da criança
Entrevista à professora de educação especial da criança Categoria A (tempo de experiência/ trabalho com a criança) A.1. Quantos anos de serviço tem nas suas actuais funções como Professora de Educação
A ILUSTRAÇÃO CIENTÍFICA PARA ENSINAR BOTÂNICA
A ILUSTRAÇÃO CIENTÍFICA PARA ENSINAR BOTÂNICA PREFÁCIO A ilustração científica pode ser uma boa ferramenta para auxiliar professores de Biologia da Educação Básica no ensino de Botânica. Este livro tem
EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS. Linguagem Oral e Escrita. Matemática OBJETIVOS E CONTEÚDOS
EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS Conhecimento do Mundo Formação Pessoal e Social Movimento Linguagem Oral e Escrita Identidade e Autonomia Música Natureza e Sociedade Artes Visuais Matemática OBJETIVOS
DEPARTAMENTO DE EXPRESSÔES. Área Curricular disciplinar de E. V. T.
DEPARTAMENTO DE EXPRESSÔES Área Curricular disciplinar de E. V. T. Estes conteúdos serão leccionados ao longo do 2ºciclo, podendo repetir-se e ser mais ou menos aprofundados conforme as unidades de trabalho
POSSIBILIDADES DO SOFTWARE WINGEOM NO ENSINO DE GEOMETRIA. GT 05 Educação matemática: tecnologias informáticas e educação à distância
POSSIBILIDADES DO SOFTWARE WINGEOM NO ENSINO DE GEOMETRIA GT 05 Educação matemática: tecnologias informáticas e educação à distância Carise Elisane Schmidt, Instituto Federal Catarinense, [email protected]
Educação Visual III ciclo do ensino básico. Professor: José Manuel Pereira Ano lectivo 2013/2014 AULAS METODOLOGIA RECURSOS
EDV 9º Ano Turmas A e B Educação Visual III ciclo do ensino básico TEMA, METAS CURRICULARES, OBJECTIVOS, CONTEÚDOS, METODOLOGIAS E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Estagiária: Andrea Monteiro Vicente Professor:
Plano de Ensino. Identificação. Câmpus de Bauru. Curso 2501/12 - Artes Visuais. Ênfase
Curso 2501/12 - Artes Visuais Ênfase Identificação Disciplina 0003811B - Ateliê - Laboratório de Linguagem Pictórica Docente(s) Eliane Patrícia Grandini Serrano Unidade Faculdade de Arquitetura, Artes
CURSO PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTE E EDUCAÇÃO
OBJETIVOS: Fomentar a produção e circulação de saberes docentes acerca das diferentes manifestações artísticas e expressivas no campo da Educação. Oferecer possibilidades de formação sensível, reflexiva
EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS. Linguagem Oral e Escrita. Matemática OBJETIVOS E CONTEÚDOS
EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS Conhecimento do Mundo Formação Pessoal e Social Movimento Linguagem Oral e Escrita Identidade e Autonomia Música Natureza e Sociedade Artes Visuais Matemática OBJETIVOS
Educador A PROFISSÃO DE TODOS OS FUTUROS. Uma instituição do grupo
Educador A PROFISSÃO DE TODOS OS FUTUROS F U T U R O T E N D Ê N C I A S I N O V A Ç Ã O Uma instituição do grupo CURSO 2 CURSO OBJETIVOS Fomentar a produção e circulação de saberes docentes acerca das
COLORIZAÇÃO COM AQUARELA
ÍNDICE COLORIZAÇÃO COM AQUARELA 03 EMPREENDEDORISMO - IDEIAS NO PAPEL 04 ILLUSTRATOR 05 INDESIGN 06 PHOTOSHOP 07 CRIAÇÃO DE IDENTIDADE VISUAL 08 MINDSET 09 TÉCNICAS DE DESENHO I 10 TÉCNICAS DE DESENHO
Escola Secundária com 3.º CEB Poeta Al Berto Código Sines Ano letivo: 2016/2017 Planificação Anual
Departamento/Grupo disciplinar: 600 Artes Visuais Disciplina: Educação Visual Docentes: Vera Gonçalves e Maria Neves Não existe manual adotado Ano: 7.º.º Período 2.º Período 3.º Período 26 26 4 Apresentação/Avaliação
Prof. a Graciela Campos
Ilustração 2 Blog Design com Poesia [ http://gracicampos.wordpress.com/ ] Facebook GracicamposDesign [www.facebook.com/gracicamposdesign ] Behance [ https://www.behance.net/gracicampos ] Prof. a Graciela
Manual do Professor. Orientação e Supervisão : M. Ligia C. Carvalhal, *Projeto Microtodos, a microbiologia a serviço da cidadania.
MicroLigue - o jogo das associações - Manual do Professor Autores: Roseane de Souza, M. Marta Carvalhal e M. Ligia C. Carvalhal. Ilustração: Daniela C. Velázquez. Orientação e Supervisão : M. Ligia C.
ENGENHARIA DE USABILIDADE E INTERFACES
Unidade III Desenvolvimento de Projetos de IHC Luiz Leão [email protected] http://www.luizleao.com Conteúdo Programático desta Unidade Técnicas de Concepção Técnicas de Modelagem Objetivo Demonstrar técnicas
EDUCAÇÃO VISUAL 9º ano
EDUCAÇÃO VISUAL 9º ano 2016/2017 Projecto 1: IDENTIFICAÇÂO DA CAPA INDIVIDUAL Objetivo Geral: Com o recurso de uma foto do estudante e uma imagem de gosto pessoal através da técnica da colagem resultará
PLANEJAMENTO ANUAL 2018
PLANEJAMENTO ANUAL 2018 EDUCAÇÃO INFANTIL PRÉ-ESCOLA II DIREITOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO (BNCC) Conviver Brincar Participar Explorar Expressar Conhecer-se OBJETIVOS GERAIS: Promover a interação
Manual de Identidade Visual
Manual de Identidade Visual Introdução O manual da marca do Consultório na Rua tem a função de ordenar e padronizar o signo que distingue e diferencia o serviço, compreendendo os padrões e regras de aplicação
A IMPORTÂNCIA DA CARTOGRAFIA ESCOLAR PARA ALUNOS COM DEFICIENCIA VISUAL: o papel da Cartografia Tátil
A IMPORTÂNCIA DA CARTOGRAFIA ESCOLAR PARA ALUNOS COM DEFICIENCIA VISUAL: o papel da Cartografia Tátil Fernanda Taynara de Oliveira Graduando em Geografia Universidade Estadual de Goiás Campus Minaçu Kelytha
Já nos primeiros anos de vida, instala-se a relação da criança com o conhecimento
Materiais didáticos coleção tantos traços Já nos primeiros anos de vida, instala-se a relação da criança com o conhecimento O material Tantos Traços foi elaborado para promover a Educação Infantil de forma
A UTILIZAÇÃO DO GEOPLANO NA CLASSIFICAÇÃO DAS FIGURAS PLANAS
A UTILIZAÇÃO DO GEOPLANO NA CLASSIFICAÇÃO DAS FIGURAS PLANAS SANTOS, Adriano Eusébio dos 1 ;GOMES, Malu Alexandre 2 ; RIBEIRO, Elizete Maria Possamai 3 (1) Acadêmico do Curso de Licenciatura de Matemática,
Diretrizes para produção de Material Impresso
Diretrizes para produção de Material Impresso Diretrizes para produção de Material Impresso Introdução Produção Conteúdo Linguagem Atividades Estrutura Processo de Elaboração Estratégias de criação de
Manual de Identidade Visual. Versão 1.0 / Abr. 2012
Manual de Identidade Visual Versão 1.0 / Abr. 2012 Introdução O manual da marca Melhor em Casa tem a função de ordenar e padronizar o signo que distingue e diferencia o serviço, compreendendo os padrões
Curso Técnico em Eletromecânica
Curso Técnico em Eletromecânica Edição 2009-2 2 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CAMPUS DE ARARANGUÁ
CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN DE MODA. Autorizado pela Portaria MEC nº 433 de , DOU de PLANO DE CURSO
CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN DE MODA Autorizado pela Portaria MEC nº 433 de 21.10.11, DOU de 24.10.11 Componente Curricular: Desenho de Moda II Código: --- CH Total: T 30h P 30h Pré-requisito:
