MODELO LOGÍSTICO: CRESCIMENTO POPULACIONAL DO HAITI
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- Ana Beatriz Gusmão Klettenberg
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1 MODELO LOGÍSTICO: CRESCIMENTO POPULACIONAL DO HAITI BOSI, D. 1 ; GABRIEL, K. 1 ; PILATTI, C. 1 ; ROMIO, T. M. 1 ; BAVARESCO, D. 2 ; STROSCHEIN, S.D. 3 RESUMO Este trabalho apresenta resultados e discussões referentes a modelagem matemática da dinâmica populacional do Haiti entre os anos 2000 e 2015, usando o modelo denominado modelo logístico, na tentativa de avaliar os impactos demográficos da sequência de terremotos que devastou o país em A coleta dos dados foi feita através de pesquisa bibliográfica, nas publicações anuais The World Factbook, e para o ajuste e geração dos gráficos utilizamos o software Scilab. A hipótese inicial era de que houvesse um decrescimento da população pelo aumento das taxas de mortalidade e emigração, diferentemente do que se verificou mediante análise dos dados obtidos. Em suma, foi possível aproximar satisfatoriamente o modelo logístico - com adaptações - aos dados de população do Haiti, permitindo novas análises e previsões para a população daquele país. PALAVRAS-CHAVE: Modelagem Matemática; Equações Diferenciais; Dinâmica Populacional. 1 INTRODUÇÃO O presente trabalho foi elaborado nas disciplinas de Modelagem Matemática e de Equações Diferenciais Ordinárias I do curso de Licenciatura em Matemática do campus Bento Gonçalves do IFRS, na tentativa de modelar o crescimento da população do Haiti entre os anos 2000 e 2015 e avaliar os impactos demográficos da sequência de terremotos que devastou o país em No dia 12 de janeiro de 2010, um terremoto de magnitude 7,0 na escala Richter atingiu o Haiti, provocando um grande número de feridos, desabrigados e mortes. O terremoto ocorreu a cerca de 25 quilômetros de Porto Príncipe. Esse primeiro terremoto antecedeu outros dois de magnitudes 5,9 e 5,5. Esse fato promoveu grande destruição na região da capital haitiana, aproximadamente metade das construções foram destruídas, inclusive o palácio presidencial da capital Porto Príncipe. Estima-se que mais 300 mil pessoas foram mortas e cerca de 1,5 milhão ¹ Estudantes, Curso Licenciatura em Matemática, IFRS Campus Bento Gonçalves, Av. Osvaldo Aranha, 540, CEP , Bento Gonçalves, RS, [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]. 2 Prof. Doutor, IFRS Campus Bento Gonçalves, Av. Osvaldo Aranha, 540, CEP , Bento Gonçalves, RS, [email protected]. 3 Prof. Mestre, IFRS Campus Bento Gonçalves, Av. Osvaldo Aranha, 540, CEP , Bento Gonçalves, RS, [email protected].
2 de habitantes ficaram desabrigados. O terremoto foi avaliado como o pior nesta região nos últimos 200 anos. 2 METODOLOGIA Os dados referentes ao quantitativo populacional de 2000 a 2015 (exceto 2010), foram obtidos em consulta às publicações The World Factbook, preparado pela Central Intelligence Agency (CIA) dos Estados Unidos. Quanto ao ano de 2010, em função da catástrofe, os dados não foram divulgados. Após a resolução analítica da equação diferencial do modelo, a adequação a esse, com base na determinação dos parâmetros, foi realizada por meio de uma rotina computacional elaborada no software Scilab. Os principais parâmetros foram obtidos por meio do ajuste da curva logística aos dados citados, utilizando-se do método dos mínimos quadrados. Tal ajuste realizado para o modelo na forma de equação diferencial é proposto e descrito por Bassanezi (2012). A mesma rotina computacional permitiu a construção de gráficos e simulação para os parâmetros estimados, permitindo a análise da dinâmica populacional e projeções para os próximos anos. 3 MODELO LOGÍSTICO Pierre-François Verhulst ( ) propôs um modelo matemático para dinâmicas populacionais expresso por uma equação diferencial ordinária - EDO - de primeira ordem, nãolinear, conhecida como equação logística (ZILL, 2011). Ele supõe que uma população, vivendo num determinado meio, deverá crescer até um valor limite ou a capacidade de suporte, isto é, ela tende a se estabilizar quando o tempo aumenta. Essa capacidade de suporte traduz, por exemplo, os recursos limitados do meio ambiente, epidemias e catástrofes. Tal modelo é descrito por dt = Pr (1- P K ) (1) em que, P - tamanho da população no instante t, r - taxa de reprodutividade máxima, K - valor limite da população ou capacidade de suporte do meio ambiente. As características fundamentais deste modelo consideram a diminuição da taxa de crescimento de uma população, de forma linear, à medida que a população cresce; a tendência de P é de estabilidade, isto é, P(t) K quando t ; a solução geral para (1), obtida pelo método de separação de variável, é:
3 P(t) = rc 1 r (2) K c 1+e rt Usando a condição inicial P(0) = P 0 (população no instante t = 0), podemos determinar o valor da constante de integração c 1 = P 0 r r. Substituindo esse valor em (2) e simplificando, K P 0 obtemos K P(t) = (3) 1+( K P0 1)e rt 3.1 Modificações da Equação Logística Há muitas variações da equação logística. Num dos casos as equações diferenciais = Pr (1 P ) h e = Pr (1 P ) + h (4) dt K dt K podem servir como modelo de populações humanas que diminuem em decorrência de emigração ou aumentam em decorrência de imigração, respectivamente. Se h > 0 for uma constante, as EDOs em (4) podem ser resolvidas analiticamente por separação de variáveis. A taxa h pode ser ainda uma função do tempo t ou dependente da população. 3.2 Determinação dos parâmetros A Tabela 1 mostra as estimativas da população de 2000 a 2015, exceto 2010 (ano de ocorrência do terremoto): Tabela 1 (Fonte: CIA) - População do Haiti de 2000 a t (ano) P(t) t (ano) P(t) Utilizando a rotina elaborada no software Scilab, realizou-se o ajuste quadrático para os dados coletados (Tabela 1) à equação (4), obtidos os parâmetros: a = 0, , b = 1, e c = Temos, então, dt = 0, P² + 1, P (5) Disso, uma estimativa dos parâmetros do modelo pôde ser feita: b = r = 1, e a = r = 0, K = K O gráfico da solução é mostrado na Figura 1. A Figura 2 mostra essa mesma curva no período de 2000 a 2020, mostrando a tendência do desenvolvimento populacional do país e permitindo fazer previsões para a população nesses anos.
4 P(t) P(t) t t Figura 1: Gráfico da solução, P(t) em função de t. Figura 2: Previsões para a população em 2015 a CONCLUSÕES Apesar das mortes e emigração decorrentes do evento, a população continuou crescendo. Podemos perceber que as taxas de crescimento referentes aos anos após a catástrofe tiveram uma redução, que acredita-se ser causada pelo agravamento dos problemas socioeconômicos do país, já que, na realidade, as taxas não são dependentes apenas da população ou do tempo. Outras variáveis e dessas, algumas não-quantitativas, influem nesses números. Vale mencionar que, se comparados com os animais, os seres humanos, no que diz respeito à obtenção de alimentos, não dependem exclusivamente de recursos do meio, devido à circulação internacional de mercadorias que permite a importação. O termo h da equação (4), que, em nosso modelo representa a emigração e é considerado constante, em situações reais, provavelmente é uma função. Ele altera o valor para o qual a solução tende, não mais sendo a capacidade de suporte. Este estudo permitiu a aplicação de diferentes conceitos estudados nas disciplinas citadas e, desse modo, foi possível aproximar satisfatoriamente o modelo logístico - com adaptações - aos dados de população do Haiti, visto que utilizamos um método para a estimativa dos valores dos parâmetros do modelo. Além disso, o modelo permitiu fazer previsões para a população nos próximos anos. A hipótese inicial era de que houvesse um decrescimento, divergindo do ocorrido, pelo aumento das taxas de mortalidade e emigração, o que também não pudemos assegurar. Alguns fatores não considerados durante o processo de Modelagem Matemática desse fenômeno podem ter influência significativa na dinâmica populacional estudada. Desse modo, abrem-se caminhos para novas investigações e aprofundamentos.
5 5 REFERÊNCIAS BASSANEZI, Rodney C.. Temas & Modelos. Santo André: UFABC, Disponível em: < Acesso em: set CENTRAL INTELLIGENCE AGENCY. The World Factbook Disponível em: < Acesso em: maio FRANCISCO, Wagner De Cerqueria E. O Terremoto no Haiti. Brasil Escola. Disponível em: < Acesso em: jul ZILL, Dennis G. Equações diferenciais com aplicações em modelagem. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011.
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