Mancha Angular das Anacardiáceas
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- Rosa Malheiro Fonseca
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1 49º Congresso Brasileiro de Fitopatologia Maceió, AL Mancha Angular das Anacardiáceas Marco A. S. da Gama Universidade Federal Rural de Pernambuco Programa de Pós-graduação em Fitopatologia LABORATÓRIO DE FITOBACTERIOLOGIA - LAFIBAC
2 Importância socioeconômica das Anacardiáceas
3 Família Anacardiaceae 81 gêneros e mais de 800 espécies - Apresentam distribuição pantropical, com ocorrência de algumas espécies em regiões temperadas. - Presença de fruteiras, espécies utilizadas para ornamentação e plantas para extração de madeira.
4 Mangueira (Mangiferae indicae ) Cajueiro (Anacardium occidentale ) Cajá (Spondias ) Siriguela (Spondias ) Aroeira do sertão (Myracrodruon urundeuva) Aroeira vermelha (Schinus terebinthifolius)
5 Toneladas Principais Países Produtores de Mangas (2014) Países produtores (FAO, 2016)
6 Toneladas Principais Exportadores de Mangas (2013) Países produtores (FAO, 2016)
7 Produção de Mangas toneladas (2014) Produção de mangas por região brasileira IBGE (2016)
8 Toneladas Principais Produtores Mundiais de Castanhas de Caju (2014) Países produtores (FAO, 2016) Geração de empregos da cajucultura: 35 mil no campo e 15 mil na indústria, além de 250 mil empregos indiretos nos dois segmentos. Semiárido nordestino: geração de empregos na entressafra de culturas como milho, feijão e algodão, reduzindo o êxodo rural.
9 Produção de castanhas de caju Brasil = ton; Nordeste = ton 15% Ceará 11% 48% RN Piauí 26% Bahia, Maranhão e Pernambuco Ano 2014; IBGE (2016)
10 Exportações nacionais de castanhas de caju Exportações de castanhas: toneladas em 2013 (FAO, 2016)
11 Mancha Angular das Anacardiáceas Xanthomonas campestris pv. mangiferaeindicae???
12 Mancha Angular: etiologia África do Sul - Ocorrência em mangueiras (Doidge, 1915) - Bacillus mangiferae Doidge (coloração amarela) Índia (Patel et al., 1945) - Pseudomonas mangiferae-indicae Patel et al. (coloração branca) Robbs et al. (1974) - Xanthomonas campestris pv. mangiferaeindicae (Patel et al.) Robbs et al.
13 Reposicionamento taxonômico de X. campestris pv. mangiferaeindicae X. axonopodis pv. spondiae. axonopodis pv. mangiferaeindicae X. axonopodis pv. anacardii Ah-You et al. (2007) & Ah-You et al. (2009) Análise de AFLP
14 Reposicionamento taxonômico de X. campestris pv. mangiferaeindicae Proposição de Ah-You et al. (2007) para nova nomenclatura de Xanthomonas campestris pv. mangiferaeindicae baseada em patogenicidade e AFLP Patovar proposto Patogenicidade / AFLP Hospedeiro Origem Hospedeiros Grupo rep-pcr de X. axonopodis (Rademaker et al., 2005) X. axonopodis pv. Grupo I Velho mangiferaeindicae 1 Mundo Mangueira 9.5 X. axonopodis pv. anacardii Grupo II Brasil Cajueiro 9.6 X. axonopodis pv. spondiae Grupo III Antilhas Francesas Cajarana Cajá Presença de elementos de inserção da família IS 1595.
15 Ah-You et al. (2009) X. axonopodis pv. mangiferaeindicae X. axonopodis pv. anacardii X. axonopodis pv. spondiae Reposicionamento taxonômico de patovares de X. axonopodis Árvore de máxima verossimilhança realizada com os genes atpd, dnak e gyrb
16 Reposicionamento taxonômico de patovares de X. axonopodis Ah-You et al. (2009) - AFLP, MLSA, hibridização DNA-DNA e estabilidade térmica da reassociação do DNA - X. axonopodis pv. mangiferaeindicae X. citri pv. mangiferaeindicae - X. axonopodis pv. anacardii X. citri pv. anacardii - X. axonopodis pv. spondiae? (relacionado aos grupos 9.1 e 9.4)
17 Por que não utilizar o epíteto X. citri? Ausência de validação pelo Comitê para Taxonomia de Bactérias Fitopatogênicas (Committee on the Taxonomy of Plant Pathogenic Bacteria) da Sociedade Internacional de Patologia de Plantas (International Society of Plant Pathology) Não estão de acordo com as normas 17 e 21 do padrão internacional para classificação de patovares de fitobactérias (International Standards for Naming Pathovars of Plant Pathogenic Bacteria) Norma 17: novas combinações devem ser acompanhadas por descrições formais Norma 18: novas combinações devem ser designadas como comb. nov. Bull et al. (2012)
18 Que nomenclatura usar? Xanthomonas axonopodis pv. mangiferaeindicae, agente causal da mancha angular da mangueira Xanthomonas axonopodis pv. anacardii, agente causal da mancha angular do cajueiro Xanthomonas axonopodis pv. spondiae, agente causal da mancha angular em cajás e aroeiras
19 Isolados pigmentados versus apigmentados Ocorrência de isolados pigmentados em mangueiras no Brasil e esporadicamente na África do Sul, Estados Unidos e Ilhas Reunião Ocorrência de isolados pigmentados em tecidos de cajueiro no Brasil a partir de 2003 (Ceará, Minas Gerais, Piauí, São Paulo) Qual o posicionamento taxonômico dos isolados pigmentados?
20 Posicionamento taxonômico de isolados pigmentados UPGMA X. axonopodis pv. spondiae X. axonopodis pv. mangiferaeindicae Isolados pigmentados 60% X. axonopodis pv. anacardii 0,04 0,2 0,36 0,52 0,68 0, SAP C SAP A TAQ 9 TAQ TAQ 10 TAQ 14 CAST 2 TAQ 7 TAQ 34 TAQ 32 TAQ 31 TAQ 30 TAQ 29 TAQ 24 TAQ 23 TAQ 22 TAQ 20 TAQ 19 TAQ 18 TAQ 17 TAQ 16 TAQ 15 TAQ 13 TAQ 12 TAQ 11 TAQ 6 TAQ 5 TAQ 4 TAQ 2 TAQ 1 CCP 76 XCM F2 XCM F1 Jaccard's Coefficient Análise de rep-pcr mostrando as relações entre os isolados pigmentados e X. axonopodis pv. mangiferaeindicae, X. axonopodis pv. anacardii e X. axonopodis pv. spondiae. Gama et al. (2011)
21 Gama et al. (2011) Isolados pigmentados: indução de sintomas Induzem os mesmos sintomas que X. axonopodis pv. anacardii em folhas de cajueiro Comportam-se como patógenos casuais em mangueiras Não foram observados naturalmente em outras Anacardiáceas até o momento, mas causam lesões quando inoculados artificialmente
22 Árvore filogenética construída por meio de inferência Bayesiana (gyrb e rpod; 1363 nt), mostrando o posicionamento dos isolados pigmentados X. axonopodis no grupo 9.6 sensu Rademaker et al. (2005) Gama (2014)
23 Isolados pigmentados versus apigmentados Árvore filogenética construída por meio de inferência Bayesiana (hrpb; 731 nt), mostrando o posicionamento dos isolados pigmentados e Xanthomonas axonopodis pv. anacardii no grupo 9.6 sensu Rademaker et al. (2005)
24 Ocorrência e distribuição da mancha angular em mangueira no mundo Austrália, Brasil, Emirados Árabes Unidos, Filipinas, Estados Unidos, Ilhas Comores, Ilhas Maurício, Ilhas Reunião, Índia, Japão, Malásia, Nova Caledônia, Paquistão, Quênia, Tailândia, Taiwan, Benin, Burkina Faso, Gana, Mianmar e República do Mali Consistentemente presente na maior parte do sul e leste da África e na Ásia
25 Ocorrência e distribuição da mancha angular em mangueira e cajueiro no Brasil - Distrito Federal (ROBBS, 1955): Mancha angular em mangueiras - São Paulo (ROBBS et al., 1974): Obtenção de isolado pigmentado a partir de folhas de mangueiras com manchas angulares (IBSBF873) - Ceará (ROBBS et al., 1978): Mancha angular em mangueira - Região Nordeste (ROBBS et al., 1981): Mancha angular em cajueiro - Mato Grosso do Sul (PAPA et al., 1999): obtenção de isolado apigmentado a partir de folhas de cajueiro com manchas angulares (IBSBF1508) - A partir de 2003 (Gama et al., 2011): Ceará, Minas Gerais, Piauí, São Paulo
26 Mancha Angular em Mangueiras (Xanthomonas axonopodis pv. mangiferaeindicae)
27 Mancha angular em cajuerio: Sintomatologia (Xanthomonas axonopodis pv. anacardii e isolados pigmentados)
28 Mancha angular em cajuerio: Sintomatologia (Isolados pigmentados) Fotos: Viana et al. (2006) Infecção por inoculação artificial de X. axonopodis pv. anacardii (pigmentados e apigmentados) em folhas e frutos de mangueiras
29 Zombre et al. (2016) Lesões provocadas naturalmente por X. axonopodis pv. mangiferaeindicae em folhas, frutos e pseudofrutos de cajueiro em Burkina Faso
30 Inóculo primário: - Material de propagação contaminado - Chuva e vento - Operações de manutenção do pomar Detecção da bactéria em tecidos assintomáticos Epidemiologia da Mancha Angular Desenvolvimento de lesões sobre ferimentos e lenticelas Infecção em tecidos jovens Disseminação : - Chuva, irrigação e vento - Operações de manutenção do pomar Desenvolvimento de lesões em ferimentos e estômatos Sobrevivência: - Em lesões - Nos cancros sobre os ramos - Epifiticamente - Endofiticamente Enfraquecimento e ruptura de ramos após tempestades e ciclones GAGNEVIN & PRUVOST (2001) Queda prematura de frutos Detecção da bactéria em frutos assintomáticos Queda prematura de folhas
31 Controle da Mancha Angular das Anacardiáceas Medidas de controle - Material de propagação sadio - Remoção de ramos infectados - Desinfestação de ferramentas - Quebra ventos - Cúpricos
32 Controle da Mancha Angular das Anacardiáceas Material de propagação sadio
33 Remoção e queima de ramos e folhas com sintomas Desinfestação de ferramentas com sanitizantes
34 Uso de Quebra Vento Disseminação na direção do vento
35 Uso de Quebra Vento
36 Aplicação de fungicidas cúpricos Ação protetora contra a bactéria Época de aplicação: no aparecimento das primeiras flores e após a floração (mangueiras); quinzenalmente até o amadurecimento das castanhas (cajueiros)
37 Detecção & Identificação de Patovares Uso de primers específicos - Amplificação da sequência IS Fragmento de 979 pb Marcadores moleculares - REP (repetitive extragenic palindromic) - Elementos BOX
38 Detecção & Identificação Uso de primers específicos Isolados pigmentados e X. a. pv. anacardii X. a. pv. mangiferaeindicae M X. a. pv. spondiae Análise eletroforética do fragmento entre 950 e 1000 pb da sequência IS1595 de X. citri pv. mangiferaeindicae gerado com os primers IS3F e IS3R Gama et al. (2011)
39 Gama et al. (2011) Detecção & Identificação de Patovares Isolados pigmentados X. axonopodis pv. anacardii M X. a. pv. mangiferaeindicae X. a. pv. spondiae Marcador: BOX
40 Gama et al. (2011) Detecção & Identificação Isolados pigmentados X. axonopodis pv. mangiferaeindicae M X. a. pv. spondiae X. axonopodis pv. anacardii Marcador: REP
41 Considerações Finais Necessidade de novas informações sobre: O relacionamento entre isolados pigmentados e X. axonopodis pv. anacardii Aspectos etiológicos de X. axonopodis pv. spondiae causadores de mancha angular em Spondias sp. Interações entre os isolados de X. axonopodis patogênicos as Anacardiáceas e seus respectivos hospedeiros Novas perspectivas: genomas recentemente sequenciados
42 LAFIBAC UFRPE Marco A. S. da Gama/
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Acre 0,6 121.073,55 262.729,59 0,8 161.431,39 350.306,12 1,0 201.789,24 437.882,66 1,2 242.147,09 525.459,19 1,4 - - 1,6 322.862,79 700.612,25 1,8 363.220,64 788.188,78 2,0 - - 2,2 - - 2,4 - - 2,6 524.652,03
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BACTÉRIAS FITOPATOGÊNICAS Robson Marcelo Di Piero HISTÓRICO - até a 1 a metade do séc. XIX: não se cogitava sobre a existência de doenças de plantas causadas por bactérias; 1 os séculos da Era Cristã:
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OBJETIVOS DE ENSINO Geral. Específicos
DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Nome: MANEJO ECOLÓGICO DE PRAGAS, DOENÇAS E VEGETAÇÃO ESPONTÂNEA Curso: AGROECOLOGIA Carga Horária: 60 HORAS Docente Responsável: LUCIANO PACELLI MEDEIROS DE MACEDO EMENTA
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Localização da citricultura Citricultura em São Paulo 659.000 hectares 348.4 milhões de caixas (40.8kg) Produtividade média: m 25.4 ton./ha 90% propriedades sem irrigação 93% laranjas Porta-enxerto: Pomar:
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