Avaliação da Flexibilidade 02
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- Júlio César João Lucas Bugalho di Castro
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6 Avaliação da Fleibilidade 03 Avaliação da Fleibilidade Manual de Utilização do Fleímetro Sanny. 1º. Edição - Agosto de 2000 Impresso no Brasil Supervisão Editorial Wilson Eduardo Revisão Ortográfica Maria Cristina Revisão Científica Prof. Roberto Fernandes da Costa Modelos Gisele Reginy Bezerra Rodrigo Maciel Andrade Gizele de Assis Monteiro Fábio R. B. Antonio Todos os direitos reservados. A fotocópia de qualquer parte deste livro é ilegal e configura apropriação dos direitos intelectuais e patrimoniais do autor. Lei Federal nº de 19 de Fevereiro de Catalogação na fonte do Departamento Nacional do Livro.
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9 Avaliação da Fleibilidade 06 Avaliação da Fleibilidade Manual de Utilização do Fleímetro Sanny ISBN: Profª. Gizele de Assis Monteiro Mestre em Fisiologia do Eercício pela UNIFESP - EPM Docente da UNI-FMU Docente de Pós-Graduação em personal - EPM Docente de cursos de Pós-Graduação e cursos de Etensão da UNI-FMU Aperfeiçoamento em Fisiologia do Eercício em Cuba
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13 Avaliação da Fleibilidade 10 AGRADECIMENTOS A Ele que nunca posso deiar de agradecer; o meu fôlego de vida, o meu Deus e amigo... Sr. Jesus... Obrigado, isso é para honra e glória do teu nome. Ao meu marido e amigo Prof. Ms. Artur Guerrini Monteiro, o meu obrigado e o meu amor por tudo que tem me ensinado. Ao Prof. Roberto F. Costa pela oportunidade e escolha para a realização deste trabalho. A Sanny, nas pessoas de Wilson Eduardo e Cleuza Eduardo pela confiança, esforço e ajuda em cada fase deste trabalho. A Terrazul Informática na pessoa de Ivan Carbone, pela colaboração na produção deste trabalho. Ao Uni-FMU nas pessoas do Prof. Flavio Delmanto e Doralice Signori, por cederem as instalações para o complemento deste trabalho. Ao Prof. Rodrigo Maciel Andrade, pela competência com que auiliou-me no andamento das fotos e no fechamento do teto deste manual. Aos meus alunos: Gisele Regyni Bezerra pela paciência, dedicação e desempenho em cada foto. Fábio Roberto de Brito Antonio, pela dedicação nos últimos momentos deste trabalho. Obrigado e parabéns aos futuros profissionais que já demonstram o interesse necessário aos bons profissionais da área. Obrigado a todos que direta ou indiretamente fizeram parte deste trabalho. Gizele de Assis Monteiro A G R A D E C I M E N T O S
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15 Avaliação da Fleibilidade 12 APRESENTAÇÃO A Fleibilidade é uma das principais capacidades motoras, pois apresenta relação direta com realização tanto das tarefas mais simples do dia-a-dia quanto dos gestos desportivos mais compleos. Em função disso, seu treinamento é fundamental e, como sabemos, para qualquer programa de treinamento é essencial a realização de rotinas de avaliação física no decorrer do mesmo.tal rotina deve contar com uma avaliação prévia, com o objetivo de diagnosticar a condição inicial do praticante; com avaliações durante o programa, para verificar a assimilação e a eficiência do mesmo; e ao término do período de treinamento com a função de identificar se os objetivos e necessidades do avaliado foram atendidos. Neste conteto, é necessário que tais avaliações sejam realizadas seguindo protocolos adequados e utilizando os padrões referenciais apresentados na literatura científica da área. Além disso, é primordial que se utilize equipamento que atenda as necessidades desses protocolos e que seja utilizado corretamente. O Fleímetro Sanny vem suprir a carência que as áreas de Educação Física e Ciências do Esporte apresentam em relação a equipamentos de qualidade para avaliação desta variável tão importante. E, para acompanhá-lo, a Professora Gizele Assis Monteiro produziu este Manual, que sem dúvida alguma, será de grande utilidade para profissionais e estudantes interessados na avaliação e no treinamento da Fleibilidade. Com descrições altamente didáticas e fotos de grande qualidade, será muito simples para os usuários do equipamento a realização das avaliações. É importante destacar a grande revisão bibliográfica que a Professora Gizele realizou a respeito de padrões referencias desta variável, tanto para a saúde quanto para algumas modalidades esportivas, permitindo uma verdadeira avaliação da Fleibilidade. Em vista da qualidade do equipamento e de seu manual, não tenho a menor dúvida que além de conquistar os profissionais e estudantes de Educação Física, Fisioterapia, Ciências do Esporte e áreas afins, conquistará também pesquisadores interessados no estudo da Fleibiliadade e em breve estará sendo citado em diversas publicações científicas. A P R E S E N T A Ç Ã O Prof. Roberto Fernandes da Costa
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17 Avaliação da Fleibilidade 14 INTRODUÇÃO A grande abertura de mercado que o profissional de Educação Física vem alcançando faz com este tenha que estar atualizado e aberto aos novos conceitos teóricos e práticos. O Personal Training abriu espaço para o Professor de Educação Física na orientação e programação do eercício de forma individualizada e planejada, tornando-se mais eficaz e mais científico. Hoje é comum vermos professores utilizando seus frequencímetros, seus compassos de dobra cutânea, assim como os demais equipamentos. Encontramos também academias e clubes com departamentos de avaliação da aptidão física, importando-se com o aspecto cardiorrespiratório e neuro muscular do seu cliente ou aluno. Nasce então a necessidade de somar ao profissional, um equipamento moderno, prático e confiável para a medição da Fleibilidade. A Fleibilidade durante muito tempo não era incluída nos programas de treinamento, mas hoje tem crescido o número de publicações científicas e o interesse pelos aspectos que envolvem o treinamento dessa capacidade na saúde na reabilitação e no desporto. No lado desportivo é necessário saber mais sobre a especificidade da Fleibilidade em cada modalidade desportiva, tornando o treinamento mais completo e eficaz, assim como também dando a possibilidade do acompanhamento do comportamento da Fleibilidade nas várias faias etárias e fases desse atleta. I N T R O D U Ç Ã O
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19 Avaliação da Fleibilidade 16 ÍNDICE Apresentação. Introdução. Unidade Fleibilidade. O que você precisa saber sobre a fleibilidade? Terminilogias adotadas. Manifestação da fleibilidade. 2. Importância da avaliação da Fleibilidade. Unidade Como podemos medir a Fleibilidade? Testes adimensionais. Testes lineares. Testes angulares. Sistemas de registro da AM - Epressão Numérica. 2. Fleímetro. Vantagens que a utilização do Fleímetro oferece. Procedimentos para a avaliação. Como selecionar os movimentos e articulações a serem Indicação dos movimentos por Vetores. avaliados. Unidade Articulações e movimentos para serem avaliados. Medida da Fleibilidade Ativa e Passiva. 2. Ombro. 3. Cotovelo. 4.Punho e Mão. 5. Quadril. Testes específicos para atletas na avaliação dos movimentos do Quadril. 6. Joelho. 7. Tornozelo e Pé. 8. Coluna Vertebral. Coluna Cervical. Coluna Torácica e Lombar. Unidade Níveis de Fleibilidade para a saúde. Amplitudes de movimentos relacionados a saúde. Amplitude de movimento avaliada com fleômetro de Leighton. Amplitude de movimento avaliada com goniômetro universal. 2. Fleibilidade e idade. 3. Fleibilidade no desporto. Natação. Tênis. Voleibol. Ginástica Olímpica. Ginástica Rítmica. (Desprtiva). Ballet Clássico. Unudade Fichas. Ficha de Anamnese. Ficha de Avaliação
20 Avaliação da Fleibilidade 17 Ficha de Avaliação para movimentos desportivos. Ficha eplicativa do procedimento de avaliação para o aluno. 2. Sugestões de movimentos avaliado para o desporto. Seleção de movimentos para avaliação da fleibilidade de alguns desportos Conclusão. Referências bibliográficas
21 Avaliação da Fleibilidade 18 UNIDADE 1. 1.FLEXIBILIDADE O que você precisa saber sobre a Fleibilidade? A fleibilidade é uma capacidade física que pode ser relacionada à saúde e ao desempenho desportivo e descreve a Amplitude de Movimento (AM) que uma articulação pode realizar. Em 1998, o Colégio Americano de Medicina Esportiva publicou sua recomendação dizendo que, da interação dos princípios do treinamento provém a sobrecarga dos estímulos. Como resultado da especificidade do treinamento e da necessidade de manutenção da força, resistência muscular e fleibilidade dos segmentos corporais, um programa de treinamento bem elaborado inclui eercícios de resistência e fleibilidade. Portanto, tem sido mudada a idéia de incluir em nossos programas somente eercícios para o sistema cardiovascular ou para resistência muscular. Isso dá uma nova importância para o treinamento de fleibilidade através dos eercícios de alongamento, quebrando-se a idéia que através de outras atividades estaríamos treinando a fleibilidade. Isto é, se queremos melhorar essa capacidade, temos que treiná-la, obviamente, conforme a necessidade e objetivo do indivíduo. Em relação ao desporto, os principais estudiosos da área, já têm demonstrado a importância da fleibilidade para o desempenho das outras capacidades físicas, como a força, a velocidade e até mesmo a resistência geral e local, cooperando para um menor gasto energético quando há uma amplitude de movimento adequada do atleta. Terminologias adotadas. Adotaremos neste manual, o termo Fleibilidade para epressar a Capacidade física e um componente da aptidão física, e o termo Amplitude de Movimento (AM ou ADM) para descrever a liberdade de movimento de uma articulação. O termo Alongamento refere-se ao eercício para treinar a fleibilidade, assim como também a ação que está acontecendo na musculatura.
22 Avaliação da Fleibilidade 19 Manifestações da Fleibilidade. A Fleibilidade pode se manifestar de maneira ativa e passiva. Entende-se por: Ativa: a maior amplitude de movimento possível, que o indivíduo pode realizar devido à contração da musculatura agonista. Passiva: a maior amplitude de movimento possível que o indivíduo pode alcançar sob a ação de forças eternas (parceiro, aparelho, ação da gravidade, outros segmentos corporais). Fig Fleibilidade Ativa. Fig Fleibilidade Passiva. Caso o avaliado utilize a medição Passiva, o segmento será levado até a máima amplitude pelo avaliador. A fleibilidade passiva é sempre maior que a ativa. Reserva da Fleibilidade: é a diferença entre a fleibilidade passiva e ativa. Ela eplica a possibilidade de melhora da fleibilidade ativa através do fortalecimento da musculatura agonista e pela maior capacidade de alongamento dos antagonistas. O avaliador pode e deve fazer uso da Fleibilidade Ativa e Passiva em suas avaliações.
23 Avaliação da Fleibilidade IMPORTÂNCIA DA AVALIAÇÃO DA FLEXIBILIDADE A avaliação da fleibilidade é importante para o eame físico, o qual permite ao professor de Educação Física, ou profissional da saúde, avaliar o nível da capacidade física do indivíduo, as disfunções musculares ou articulares, predisposições a patologias do movimento e os avanços no treinamento ou na recuperação funcional (Norkin & White, 1997). Medir a fleibilidade pode contribuir com as implicações das diferentes amplitudes de movimentos para os vários objetivos: desempenho desportivo, saúde e doença (Achour Júnior, 1999). A quantificação da Fleibilidade é relativamente simples, mas estabelecer valores eatos e necessários de AM em cada articulação ainda está para ser resolvido. É insuficiente medir a Fleibilidade; o que se pretende é analisar precisamente os resultados dos testes, a fim de se indicar os efeitos dos eercícios de alongamento em benefício da saúde, do desporto ou da doença. Conforme os resultados da avaliação, é possível que alguns grupos musculares precisem de maiores índices de alongamento (Achour Júnior, 1999). A definição e o perfeito conhecimento dos valores normais da AM nos vários segmentos corporais oferecem algumas vantagens, especialmente a base para comparação durante as várias fases do treinamento, seja no Personal Training, ou no Desporto, ou ainda no acompanhamento na reabilitação ou tratamento de patologias para o fisioterapeuta ou médico.
24 Avaliação da Fleibilidade 21 UNIDADE COMO PODEMOS MEDIR A FLEXIBILIDADE? Os métodos para medida e avaliação da fleibilidade podem ser classificados em função das unidades de mensuração dos resultados em 3 tipos principais: adimensionais, lineares e angulares. Testes Adimensionais: Pode-se definir um teste como adimensional, quando não eiste uma unidade convencional, como ângulo ou centímetros para epressar os resultados obtidos. Eles não dependem de equipamentos, utilizando-se somente de critérios ou mapas de análise preestabelecidos. Temos como eemplos o Fleiteste, modificado por Soares (1986) e o teste utilizado por Bloomfield et al., (1994). Testes Lineares: Caracterizam-se por epressar os resultados em escala de distância, em centímetros ou polegadas, utilizando-se de fitas métricas, réguas ou trenas. Um eemplo clássico e utilizado até hoje, é o teste de Sentar e Alcançar, descrito originalmente por Wells e Dillon (1952). Testes Angulares: Possuem seus resultados epressos em graus. O termo utilizado para a medida em ângulos é goniometria, que é formado por duas palavras: gonia, que significa ângulo, e metria, que significa, medida. Portanto, a goniometria refere-se à medida de ângulos. Os instrumentos que podemos utilizar são os goniômetros, que eistem do mais comum até os eletrônicos. Os mais utilizados são: o goniômetro universal e o goniômetro pendular (ou fleímetro). Especificaremos mais ao pendular, que é o tipo de aparelho semelhante ao nosso. Sistema de Registro da AM - Epressão Numérica A quantidade de movimento de uma articulação é chamada amplitude de movimento (AM), ou como encontrado em algumas literaturas, ADM. Grande parte da literatura adota para definir a AM, a escala de 180 graus. O aparelho que utilizaremos, o Fleímetro, apresenta uma escala de 360 graus, o que nos possibilita medir indivíduos que apresentam grande nível de fleibilidade. O sistema utiliza os 360 graus do círculo completo para os movimentos, descrito por Ashhurst em 1926, e mais tarde defendido pelo menos durante algum tempo, por outros autores (Norkin & White, 1997). Podemos comentar que na população normal, dificilmente encontramos indivíduos que a AM ultrapasse os 180 graus, mas no meio desportivo, principalmente as modalidades em que a fleibilidade é de etrema importância, a AM ultrapassará esses valores. De acordo com o sistema, na postura anatômica ereta, as articulações achamse a zero grau de movimento.nesta posição, os pés estarão em ângulo reto com as pernas, as mãos voltadas para frente (Marques, 1997).
25 Avaliação da Fleibilidade 22 Deacordo com o saistema, na postura anatômica ereta, as articulações acham-se a zero graus de movimento. Nesta posição, os pés estarão em ângulo reto com as pernas, e as mãos voltadas para a frente (Marques,1997). NESTE PONTO O FLEXÍMETRO É AJUSTADO EM ZERO. Eemplo: A AM de fleão do ombro, que começa com o ombro em posição anatômica (0 grau) e termina com a fleão completa. Para a etensão, não é necessário medila desde a fleão completa, até a posição inicial zero, pois esta apresenta o mesmo arco de movimento medido para a fleão. Para então medir a etensão, é preciso medi-la além da posição zero. A notação poderá ser feita de 2 formas: 0º - 180, somente com o valor de fleão 45º - 0, somente com o valor de etensão ou, 45º - 0º - 180, contendo a etensão, posição inicial, mais a fleão. O registro da AM deve indicar seu valor inicial e final para obter informações mais confiáveis e precisas (Marques, 1997).
26 Avaliação da Fleibilidade FLEXÍMETRO O Fleímetro Sanny foi desenvolvido buscando oferecer aos avaliadores da fleibilidade, precisão e praticidade nas mensurações dos movimentos angulares. Com inovador sistema pendular gravitacional o Fleímetro Sanny oferece maior confiabilidade nas leituras das medidas angulares, uma vez que a indicação do ângulo é produzida por efeito da gravidade, minimizando os erros de interpretação do eio longitudinal correspondente. A escala angular foi desenhada com incrementos de 1º (um grau) a 360º (trezentos e sessenta graus), progressivos e regressivos de fácil visualização. O painel giratório permite a sincronização do ponteiro pedular a partir de um ângulo aleatório, possibilitando a mensuração de movimentos parciais amplamente utilizado em fisioterapia. O equipamento não necessita de aferições periódicas ou qualquer tipo de ajuste, construido com material anti-magnético não sofre interferência por ação eletromagnética, podendo ser utilizado em setores com campo magnético intenso. Fleímetro Pendular Sanny
27 Avaliação da Fleibilidade 24 Vantagens que a utilização do Fleímetro oferece. As vantagens da utilização do Fleímetro, segundo Clarkson & Gilewichm (1991), em relação a um goniômetro universal são: não é necessário alinhar o fleímetro com o eio articular; os movimentos rotacionais e a avaliação do tronco são medidos com maior facilidade; ocorre pouca mudança no alinhamento do aparelho através da AM; a AM passiva é feita com mais facilidade, já que o avaliador não precisa segurar o aparelho e pode estabilizar o segmento com a mão e move-lo passivamente. Esta última possibilita ao avaliador grande liberdade para avaliação sendo a medida passiva de grande valor para o treinamento uma vez que dá a AM mais próima ao limite do indivíduo e proporciona dados mais precisos para a prescrição do treinamento. Procedimentos para avaliação. Segundo Norkin & White (1997), o avaliador deve observar alguns procedimentos antes de iniciar uma avaliação: determinar as articulações e os movimentos que devem ser testados; organizar as seqüências de testes por posição corporal; reunir os equipamentos necessários, como o Fleímetro, toalhas, formulário de registro, fichas de anamnese, etc; preparar para o avaliado uma eplicação do procedimento. Alguns passos podem ser seguidos para um bom desempenho de uma avaliação: introdução e eplicação do objetivo; eplicação e demonstração do aparelho; eplicação e demonstração dos pontos anatômicos; eplicação e demonstração das posições recomendadas de teste; eplicação e demonstração dos papéis do avaliador e do avaliado. Posição do avaliador. O avaliador deve estar posicionado de acordo com o movimento a ser realizado pelo avaliado, e a postura de estabilização do mesmo.o avaliador deve movimentar-se comodamente auiliando o avaliado sempre quando necessário na estabilização do movimento eecutado. No momento da leitura do ângulo, no entanto, ele deve estar de frente para o fleímetro para que não ocorra erros. Toda e qualquer avaliação requer cuidados. A avaliação da fleibilidade não é diferente. Recomendamos que antes de qualquer procedimento, seja feita a anamnese do indivíduo. Situações que requerem cuidados especiais. Quando avaliamos a fleibilidade para a saúde, ou para um atleta para uma resposta funcional após uma lesão, quadro cirúrgico, etc., devemos ter cautela com alguns aspectos. Uma avaliação começa com a entrevista e pela revisão de registros, se houver, para obter uma descrição de possíveis sintomas, habilidades funcionais, atividades ocupacionais e recreativas, e/ou história clínica anterior. Patologias como osteoporose, problemas traumáticos, dores nas articulações e na coluna, etc., requerem atenção especial aos cuidados mencionados.
28 Avaliação da Fleibilidade 25 O avaliador nunca deve submeter um indivíduo a um movimento que ele não está apto a eecutar. Como selecionar os movimentos e articulações a serem avaliadas? A seleção dos movimentos e das articulações a serem avaliadas deve ser feita conforme as necessidades e objetivos do avaliador e do indivíduo. Para a saúde eistem algumas articulações e movimentos que são importantes para a manutenção da postura e movimentação músculo-articular: Ombro: fleão e etensão Quadril: fleão com o joelho fleionado, com joelho estendido Tornozelo: fleão e etensão Coluna torácica e lombar: fleão Uma ficha como eemplo encontra-se na unidade 5 a qual denominamos Ficha de Avaliação Básica. Para o desporto, a sugestão de movimentos selecionados estão na Unidade 5. Indicação dos movimentos por vetores. Vetores: são linhas geométricas ilustradas graficamente sobre as fotos dos movimentos eemplificados neste manual, com o objetivo de tornar o mais claro possível a compreensão da realização de um movimento pelo avaliador. Ou seja, os vetores identificam com eatidão o início de um movimento, o sentido e a direção que o mesmo transcreve e permitem ao avaliador visualizar o final do movimento a ser mensurado. Os vetores são formados por linhas, setas e circulos, como demonstrado a seguir: Linha tracejada com círculo, quadrado ou seta: indica posição anatômica inicial do membro a ser avaliado. Linha sólida com círculo, quadrado ou seta: indica posição anatômica final do membro a ser avaliado. Linha circular tracejada: indica sentido ou direção de deslocamento do membro a ser avaliado.
29 Avaliação da Fleibilidade 26 Eemplo de Vetor: Apesar da preocupação em procurar traçar os vetores o mais próimo possível da realidade, eles não epressam o ângulo eato, tendo apenas o caráter ilustrativo.
30 Avaliação da Fleibilidade 27 UNIDADE ARTICULAÇÕES E MOVIMENTOS PARA AVALIAÇÃO Os movimentos demonstrados a seguir, servem como um guia de orientação para o avaliador, sendo utilizado por vários autores. Eistem protocolos diferentes conforme a linha literária que o avaliador selecionar, alguns autores avaliam em posição sentada, outros na maca, etc. Podemos encontrar também a combinação dos movimentos, por eemplo, de fleão e etensão, somando-se as duas amplitudes (Leigthon, 1950). O avaliador escolherá o que melhor se adaptar à sua necessidade. Medição da Fleibilidade Ativa e Passiva Todos os movimentos relacionados nesta unidade podem ser avaliados de maneira ativa e passiva, conforme a manifestação da fleibilidade apresentada na Unidade 1. A escolha da utilização de uma ou de ambas fica a critério do avaliador. Os movimentos são os mesmos, diferenciando-se apenas na sua eecução, pelo indivíduo (ativo), ou pelo avaliador (passivo). Movimento Ativo: o movimento ativo é aquele realizado pela contração muscular do próprio indivíduo. O avaliador apenas acompanhará o movimento, estabilizando o indivíduo aonde for necessário, mas sem influenciar na AM, aumentandoa. O avaliador ajustará o Fleímetro, colocando-o em zero e acompanhará o movimento até a amplitude máima em que o individuo conseguir realizar pela força dos seus músculos. Alcançada esta amplitude, o avaliador observa o valor e faz a anotação. Movimento Passivo: no movimento passivo, o avaliador realiza o movimento no indivíduo. O avaliado não realizará contração alguma. Caso seja necessário, conforme o movimento, utiliza-se um segundo avaliador para estabilização postural, ou auílio na eecução. O avaliador ajusta o Fleímetro, colocando-o em zero e realizará o movimento até a amplitude máima. Alcançada esta amplitude, o avaliador observa o valor e faz sua anotação. A seleção dos movimentos, posturas de avaliação e o indivíduo avaliado são essenciais para a escolha do movimento ativo ou passivo. Por eemplo: o avaliado é muito alto. Não será adequado utilizar a postura em pé, para a avaliação do ombro no movimento passivo, pois o avaliador terá que levar o segmento até a amplitude máima, o que não será fácil.
31 Avaliação da Fleibilidade OMBRO A utilização das posturas a seguir, em decúbito dorsal para avaliar o ombro, são ecelentes para a avaliação da fleibilidade passiva, pois o avaliador poderá movimentar o membro tranqüilamente. Fleão: Decúbito dorsal, com os joelhos fleionados, apoiando a coluna lombar na superfície. O Fleímetro é colocado no braço, acima do cotovelo (posição meso-umeral), com o mostrador voltado para o avaliador. O movimento inicia-se na posição anatômica com o braço ao lado do corpo (palma da mão medialmente) e realiza-se o movimento até a amplitude máima (Norkin & White, 1997). Estabilizar a escápula para evitar a elevação com a etensão da coluna (o ângulo inferior faz pressão contra a caia torácica). Essa estabilização pode ser feita pelo indivíduo, ou pelo avaliador caso o avaliado não esteja conseguindo fazer. Moore (1987) utiliza o mesmo movimento finalizando-o (amplitude máima) com a palma da mão voltada para cima (teto). Fig Posição inicial para Fleão do Ombro. Fig Posição final para Fleão do Ombro.
32 Avaliação da Fleibilidade 29 Posição alternativa para Fleão e Etensão do Ombro O indivíduo pode estar em pé ou sentado para ser avaliado. O tronco deve estar ereto com a postura estabilizada. Conforme demonstrado pela linha tracejada. Fig.2.3. Posição inicial para Fleão e Etensão do Ombro. Fig.2.4. Posição final para Fleão do Ombro. Fig.2.5. Posição final para Etensão do Ombro. Etensão: Decúbito ventral, com a cabeça voltada para o ombro que está sendo testado, sem travesseiro sob a cabeça. O cotovelo pode ficar em leve fleão (para que a tensão da porção longa da cabeça do músculo bíceps não restrinja o movimento), com a palma da mão voltada para o corpo (medialmente). Realiza-se o movimento até a amplitude máima. O Fleímetro é colocado no braço, acima do cotovelo (posição meso-umeral), com o mostrador voltado para o avaliador. Estabiliza-se o tóra para evitar a fleão para diante da coluna vertebral. Marques (1997) comenta que esse movimento pode ser realizado com o cotovelo fletido (Fig. 2.5) ou estendido (Fig.2.7). Fig.2.6. Posição inicial para Etensão do Ombro. Fig.2.7. Posição final para Etensão do Ombro.
33 Avaliação da Fleibilidade 30 Abdução: Decúbito lateral. A palma da mão deve estar voltada para frente, com o polegar apontando para a direção do movimento (para cima). O úmero deve ser rotado eternamente. O cotovelo deve ser estendido, para que a tensão da porção longa da cabeça do tríceps não restrinja o movimento. O Fleímetro é colocado no braço, acima do cotovelo, com o mostrador voltado para o avaliador. Deve-se ter cuidado para que o tronco seja estabilizado não projetando-se para trás. O avaliador pode posicionar-se atrás do avaliado estabilizando o tronco caso necessário. Fig.2.8. Posição inicial para Abdução do Ombro. Fig.2.9. Posição final para Abdução do Ombro.
34 Avaliação da Fleibilidade 31 Posição alternativa para Abdução do Ombro O indivíduo pode estar em pé ou sentado, com as costas voltadas para o avaliador. O polegar deve estar orientado na direção do movimento, com a palma voltada para frente. O posicionamento do Fleímetro é o mesmo relatado anteriormente acima do cotovelo. Fig Posição inicial para Abdução do Ombro. Fig Posição final para Abdução do Ombro. Abdução horizontal: Decúbito dorsal, com os joelhos fleionados, apoiando a coluna lombar na superfície. Os braços devem estar aduzidos, com as palmas das mãos próimas. O Fleímetro é colocado no braço, acima do cotovelo (posição meso-umeral), com o mostrador voltado para o avaliador. O avaliador estabiliza o tronco e a escápula do indivíduo para evitar a elevação com a etensão da coluna (o ângulo inferior faz pressão contra a caia torácica). Fig Posição inicial para Abdução horizontal do Ombro. Fig Posição final para Abdução horizontal do Ombro.
35 Avaliação da Fleibilidade 32 Adução: Em pé, com a palma da mão voltada para trás. O polegar deve estar orientado na direção do movimento. O posicionamento do Fleímetro é o mesmo relatado anteriormente (na abdução), com o mostrador para frente. Fig Posição inicial para Adução do Ombro. Fig Posição final para Adução do Ombro. Rotação Interna (medial) e Eterna (lateral): A posição inicial recomendada para os dois movimentos é a mesma. Decúbito dorsal, com o braço que está sendo testado a 90 graus de abdução do ombro. A palma da mão pode estar voltada para o pé, ou medialmente (para o corpo), conforme demonstrado no próimo movimento. (Fig. 2.19). O úmero fica apoiado numa superfície, sem o apoio do cotovelo. Coloca-se uma toalha sob o úmero, nivelando-o com o acrômio. O Fleímetro é colocado no antebraço, próimo ao cotovelo, com o mostrador voltado para o avaliador. No final da AM, para a rotação interna, deve-se estabilizar a escápula, para evitar sua elevação e balanceio anterior. Na rotação eterna, ao final da AM, estabilizase o tóra para evitar sua etensão. Fig Posição inicial para a Rotação interna e eterna de Ombro. Fig Posição final para a Rotação interna do Ombro. Fig Posição final para a Rotação eterna do Ombro.
36 Avaliação da Fleibilidade 33 Posição alternativa para Rotação Interna e Eterna de Ombro O indivíduo pode estar em pé ou sentado, com as costas apoiadas na parede ou na cadeira. O ombro deve passar a quina da parede para que haja liberdade do movimento. A posição do braço é a mesma do movimento anterior (cotovelo em 90 graus). O Fleímetro é colocado no antebraço, próimo ao cotovelo, com o mostrador voltado para o avaliador. Adaptamos uma postura com os joelhos fleionados e a estabilização da coluna, mantendo-a encostada na parede.. 3.COTOVELO Fig Posição inicial para Rotação interna e eterna do Ombro. Fig Posição final para Rotação eterna. Fleão e Etensão: Decúbito dorsal. Com joelhos fleionados apoiando a coluna lombar na superfície. O braço deve estar ao lado do corpo com a palma da mão voltada para o teto. O Fleímetro é colocado no antebraço, com o mostrador voltado para o avaliador. Colocar uma toalha sob o braço para que haja mais liberdade para o avaliador colocar o aparelho e manusea-lo, ou mesmo para alguma correção do movimento. No entanto, ela não deve modificar a angulação do movimento. O movimento de etensão inicia-se do movimento completo de fleão (volta do segmento até a AM inicial). Fig.3.1. Posição inicial para Fleão do Cotovelo. Fig.3.2. Posição final para Fleão do Cotovelo.
37 Avaliação da Fleibilidade 34 Hiperetensão: Decúbito dorsal. O braço deve estar ao lado do corpo, com a palma da mão voltada para o teto. O Fleímetro é colocado no antebraço, com o mostrador voltado para o avaliador. Colocar toalha sob o braço para que haja mais liberdade para o avaliador colocar o aparelho e manusea-lo, ou mesmo para alguma correção do movimento. No entanto, ela não deve modificar a angulação do movimento. Fig Posição inicial para a Hiperetensão do Cotovello. Fig Posição final para a Hiperetensão do Cotovelo. Outra maneira de se medir é realizar o movimento de etensão, a partir da fleão (Fig. 3.2) realizando-o até a amplitude de hiperetensão e fazendo-se então a subtração com o movimento de fleão. Se o indivíduo tiver uma AM em hiperetensão, poderá ser utilizada a posição alternativa de hiperetensâo recomendada aseguir. Eemplo: Fleão - 145º Etensão (a partir da fleão completa) - 155º Hiperetensão: 10º (155º - 145º) Valor da Etensão menos o valor dafleão e igual a Hipretensão. Posição alternativa para Fleão, Etensão e Hiperetensão do Cotovelo. Os movimentos de fleão e etensão poderão ser realizados em pé ou sentado. O tronco deve estar ereto, com a postura estabilizada. A colocação do Fleímetro será a mesma especificada anteriormente. Fig Posição inicial para Fleão, Etensão e Hiperetensão do Cotovelo. Fig Posição final demonstrando uma Hiperetensão do Cotovelo.
38 Avaliação da Fleibilidade 35 Pronação e Supinação: Colocar o indivíduo sentado, ombro em posição anatômica (braço ao lado do corpo). O cotovelo é fletido em 90 graus, podendo o avaliador sustentar o braço, ou o avaliado apoia-lo em uma cadeira. A mão é posicionada fechada, segurando a cinta elástica do Fleímetro, o qual deverá estar na frente da mão. O polegar deve estar direcionado para o teto. Na pronação: leva-se o polegar para fora, realizando a rotação eterna. O úmero deve ser estabilizado para evitar a abdução do ombro. Na supinação: leva-se o polegar para dentro, realizando a rotação interna. A mesma estabilização do úmero deve acontecer para evitar a adução do ombro. Fig Posição inicial para Pronação e Supinação. Fig Posição final para Pronação. Fig Posição final para Supinação.
39 Avaliação da Fleibilidade 36 4.PUNHO Fleão e Etensão: Sentado em uma cadeira com um suporte para apoio do antebraço. O punho deverá ultrapassar o apoio. A palma da mão é voltada para baio, sendo o Fleímetro preso, com o mostrador voltado para a parte interna. A mão deve ser aberta, pois a mão fechada limitará o movimento de fleão. Observação: Se o movimento com a mão fechada for específico para alguma necessidade do avaliador ou do avaliado, poderá ser utilizada, mas os valores não se enquadram dentro dos demonstrados pelas tabelas. Também não foi observado na literatura o uso desta maneira. Talvez modalidades que utilizem bastante este movimento, o mesmo deverá ser adaptado. Fig Posição inicial para Fleão e Etensão do Punho. Fig Posição final para a Fleão do Punho. Fig Posição final para Etensão do Punho.
40 Avaliação da Fleibilidade 37 Posição alternativa para Fleão e Etensão do Punho. Em pé, posição anatômica, cotovelos fleionados e palma da mão voltada para baio. O avaliador sustenta o antebraço do avaliado. Fig Posição inicial para Fleão e Etensão do Punho. Fig Posição final para Fleão do Punho. Fig Posição final para Etensão do Punho. Desvio Radial (fleão radial) e Desvio Ulnar (fleão ulnar): Sentado em uma cadeira com um suporte para apoio do antebraço. O punho deverá ultrapassar o apoio. A palma da mão é voltada para dentro, sendo o Fleímetro colocado no dorso da mão, com o mostrador voltado para a parte eterna, voltado para o avaliador. Fig Posição inicial para Desvio Radial e Ulnar. Fig Posição final para Desvio Radial. Fig Posição final para Desvio Ulnar.
41 Avaliação da Fleibilidade 38 Posição alternativa para Desvio Radial e Ulnar Em pé, posição anatômica, com o avaliador sustentando o antebraço do avaliado.os procedimentos são os mesmos do movimento anterior. 5.QUADRIL Fig Posição inicial para Desvio Radial e Ulnar. Fig Posição final para Desvio Radial. Fleão: Decúbito dorsal e posição anatômica. O Fleímetro é colocado na face lateral da coa (voltado para fora) com o mostrador voltado para o avaliador. No membro não avaliado o joelho permanece estendido e todo o segmento não perde em nenhum momento da realização do movimento o contato com a maca, pois isso indicará um possível encurtamento do iliopsoas. Estabiliza-se a pelve, evitando a rotação ou o balanceio posterior.. Fig Posição inicial para Fleão do Quadril com joelho fleionado. Fig Posição final para Fleão do Quadril com joelho fleionado.
42 Avaliação da Fleibilidade 39 Fleão com o joelho estendido (teste de elevação do membro estendido passivo ou ativo): Decúbito dorsal, fia-se o joelho do membro que não está sendo avaliado (estendido). O segmento não perde o contato com a maca durante o movimento. O Fleímetro é colocado na face lateral da coa para que não haja alteração no ângulo com alguma movimentação do joelho. O mostrador é voltado para fora (para o avaliador). Estabiliza-se a pelve, evitando a elevação do quadril e a retirada da coluna lombar da superfície. A rotação pélvica posterior (o deslocamento do quadril) começa a partir de 9 graus do início do levantamento da perna no teste de elevação da perna estendida passiva e esse ângulo de rotação aumenta junto com o ângulo da perna elevada (Bohannon et al., 1985). Essa rotação aumenta com um indivíduo muito fleível e a estabilização do quadril é essencial para a validação da medição, a qual poderá comprometer o posicionamento do aparelho, tornando o ângulo errado. Observação: Alter (1999) diz que para minimizar a tensão proveniente do gastrocnêmio, o tornozelo pode fazer uma leve fleão plantar. Fig Posição inicial para Fleão do Quadril com joelho estendido. Fig Posição final para Fleão do Quadril com joelho estendido (ATIVA). Fig Posição final para Fleão do Quadril com joelho estendido (PASSIVO).
43 Avaliação da Fleibilidade 40 Etensão: Decúbito ventral, cabeça voltada lateralmente. O Fleímetro é fiado na face lateral da coa para que não haja alteração da angulação com alguma movimentação do joelho. O mostrador é voltado para fora(mostrador para o avaliador). Estende-se o joelho, pois se este for fletido, a tensão da musculatura anterior poderá restringir o movimento. Estabilize a pelve, evitando a rotação ou balanceio anterior, o qual provocará uma acentuação da lordose lombar. A crista ilíaca deverá permanecer em contato com a maca durante a realização do movimento. Fig Posição inicial para Etensão do Quadril. Fig Posição final para Etensão do Quadril.
44 Avaliação da Fleibilidade 41 Abdução: Em pé, os membros inferiores unidos e estendidos. Pode-se fazer uso de uma maca ou algum outro equipamento para o apoio das mãos e auiliar a estabilização da postura. O Fleímetro pode ser colocado no calcanhar ou na face posterior da coa do avaliado. Afastar lateralmente deslizando os membros para abrir um espacate. Os joelhos devem estar estendidos e os pés permanecerem paralelos. O alinhamento do tronco deve ser mantido, evitando-se a projeção do quadril para trás. Se o individuo for um atléta que já possui a AM até a pelve encostar no solo, a avaliação poderá ser realizada a partir desta AM, conforme demonstrado nas figs e Fig Posição inicial para Abdução do Quadril.. Fig Posição final para Abdução do Quadril.
45 Avaliação da Fleibilidade 42 Adução: Em pé, membros inferiores unidos e estendidos.. Coloca-se o Fleímetro na coa, com o mostrador voltado para a face anterior da coa. Estabiliza-se o tronco e o quadril para se realizar a adução. Recomenda-se um apoio para o avaliado para que sua postura fique estabilizada. Observação: Realizamos uma adaptação para que o avaliador saiba se o tronco está estabilizado ou não. Coloca-se um outro Fleímetro no quadril, e zerase em posição anatômica, pois desta forma qualquer desalinhamento na postura terá o comprometimento na angulação apresentada no Fleímetro localizado nessa região (Fig e 5.13). Fig Posição inicial para Adução do Quadril. Fig Detalhe da utilização de dois fleímetros na estabilização do Quadril e Coluna Vertebral.Posição Inicial. Fig Posição final para Adução do Quadril. Fig Detalhe da utilização de dois fleímetros na estabilização do Quadril e Coluna Vertebral.Posição Final.
46 Avaliação da Fleibilidade 43 Posição alternativa para Adução do Quadril. Deitado em decúbito lateral. O membro avaliado será o membro que esta acima. O Fleímetro é colocado na coa, ou tornozelo, com o mostrador para a parte posterior. Deve ocorrer a estabilização do quadril, para que ele não seja projetado para trás com a realização do movimento. Fig Posição inicial para Adução do Quadril. Fig Posição final para Adução do Quadril. Esta posição não deve ser adotada quando o indivíduo possuir uma grande quantidade de gordura localizada na região do quadril, oque promoveria um erro na medição.
47 Avaliação da Fleibilidade 44 Rotação Interna (medial) e Eterna (lateral): Os dois movimentos utilizam a mesma posição para avaliação. Sentado numa superfície (maca ou mesa), com os joelhos fleionados a 90 graus na borda desta superfície. Pode-se colocar uma toalha enrolada sob a etremidade distal do fêmur. O Fleímetro é colocado próimo ao tornozelo na parte anterior da perna, com o mostrador voltado para o avaliador. Estabilizar a pelve para evitar as rotações e o balanceio lateral. Os ísquios não devem perder o contato com a superfície em nenhum momento. Na rotação eterna, se necessário, fletir o joelho do membro não avaliado para que o que está sendo avaliado possa realizar a AM completa (para isso, o local de medição terá que permitir a movimentação). Estabilizar a etremidade distal do fêmur, evitando a abdução do quadril. Fig Posição inicial para Rotação Interna do Quadril. Fig Posição final para Rotação Interna do Quadril. Fig Posição inicial para Rotação Eterna do Quadril. Fig Posição final para Rotação Eterna do Quadril.
48 Avaliação da Fleibilidade 45 Posições alternativas para a Rotação Interna e Eterna do Quadril. Os movimentos de rotação interna e eterna poderão ser avaliados sentado sobre a maca, com o segmento a ser avaliado estendido sobre a mesma, ou deitado em decúbito dorsal. Na posição sentada o membro que será avaliado deve ser estendido sobre a maca e o outro segmento (não avaliado no momento), deverá ficar fletido ou solto lateralmente na maca (sempre de uma maneira confortável que não prejudique o movimento a ser avaliado ou algum incômodo que o indivíduo tenha). Na posição deitada, o membro avaliado na rotação interna deve ser estendido e o outro segmento (não avaliado), deverá ser fletido para maior liberdade do movimento no seguimento avaliado. O pé do membro avaliado deverá ultrapassar a borda maca para melhor movimentação do avaliador no ajuste do Fleímetro. O Fleímetro ficará na planta do pé, com o mostrador voltado para o avaliador. Fig Posição inicial para Rotação Eterna do Quadril. Fig Posição final para Rotação Iterna do Quadril. Fig Posição final para Rotação Eterna do Quadril.
49 Avaliação da Fleibilidade 46 TESTES ESPECÍFICOS PARA DESPORTO Avaliação da Fleibilidade em atletas - articulação do Quadril. Espacate antero-posterior: A Fig demonstra a avaliação do espacate quando o atleta já atingiu o solo, mas esse movimento pode também ser avaliado desde a posição anatômica para a descida do espacate (o procedimento é o mesmo, apenas a angulação é inferior). Coloca-se o Fleímetro na face lateral da coa, com o mostrador voltado para o avaliador. Realiza-se o movimento de fleão e etensão dos membros alternadamente, deslizando os pés até a pelve encostar ao solo. Registra-se a AM em graus. O membro da frente e de trás tem o mesmo procedimento. Se o atleta já atingiu o nível de AM em que a pelve toca no solo, inicia-se a medição deste ponto, isto é, da pelve encostada no solo para cima, o avaliador elevará o segmento até atingir a AM máima, tanto para fleão, quanto para etensão. A estabilização é essencial, pois nesse nível de amplitude a pelve sairá do solo facilmente. A estabilização é realizada pressionando-se a pelve para baio. Sugerimos 2 avaliadores. Fig Posição inicial para medição do membro da frente do espacate. Fig Posição final (amplitude máima) do membro da frente do espacate. Fig Posição inicial para medição do membro de trás do espacate. Fig Posição final (amplitude máima) do membro de trás do espacate.
50 Avaliação da Fleibilidade 47 Espacate lateral: O movimento é semelhante ao avaliado para abdução do quadril (Figs. 5.8 e 5.9), mas para o espacate acontecerá a rotação coo-femural. A colocação do Fleímetro será na parte anterior da coa. Se o avaliado não conseguir encostar a pelve no solo, o procedimento será semelhante ao espacate ântero-posterior, até que ele consiga encostar a pelve no solo. Se o avaliado já encosta o quadril no solo, tendo o espacate completo realizado, faz-se a medição da AM a partir dessa angulação, da amplitude de restrição até a máima alcançada, elevando-se o segmento, retirando-o do solo, pelo avaliador. Cuidado para que o quadril não projete para trás. Se for necessário, utiliza-se 2 avaliadores. Fig Posição inicial para o espacate lateral. Fig Posição final (amplitude máima) para o espacate lateral. Elevação frontal e lateral (ativa ou passiva) do membro inferior: Frontal: O indivíduo ficará com toda a parte posterior do corpo encostado em um espaldar, desde do tronco até os membros inferiores. O Fleímetro é colocado na face lateral da coa, com o mostrador voltado para o avaliador. Pode-se avaliar a Fleibilidade ativa (Fig ) ou passiva (semelhante a Fig. 5.32, onde o avaliador leva o segmento). A ativa avaliará a amplitude que o atleta consegue alcançar com o nível de força que tem e a passiva avalia a máima amplitude. A posição inicial é a mesma. Se o avaliador optar pela passiva, nesse movimento serão necessários 2 avaliadores. Um para realizar o movimento, e o outro com a leitura da angulação do Fleímetro. A preocupação postural deve ser mantida durante toda a realização do movimento. Fig Posição inicial para Elevação Frontal ativa e passiva. Fig Posição final da Elevação Frontal ativa.
51 Avaliação da Fleibilidade 48 Lateral: O indivíduo ficará com toda a parte posterior do corpo encostado em um espaldar, desde do tronco até os membros inferiores. Faz-se a rotação eterna do quadril. O Fleímetro é colocado na parte interna da coa, com o mostrador voltado para o avaliador. O movimento é realizado com a rotação eterna coo-femural. A estabilização deverá ser realizada para que o quadril não se projete lateralmente, interferindo na angulação do movimento apresentada pela articulação. As mesmas recomendações anteriores são seguidas quanto a seleção da avaliação do movimento ativa e passiva. A posição inicial é a mesma. Fig Posição inicial para Elevação Lateral ativa e passiva. Fig Posiçãofinal para Elevação Lateral passiva.
52 Avaliação da Fleibilidade 49 Reid et al., (1987), realizaram estudo em bailarinas, apresenta uma forma clara de como a sua avaliação pode se tornar específica, na escolha do movimento a ser avaliado, conforme a necessidade e interesse. A etensão de joelho foi avaliada a partir da máima fleão do quadril. Fig Posição inicial para Etensão do joelho, a partir da máima Fleão do Quadril. Fig Posição intermediária para Etensão do joelho, a partir da máima Fleão do Quadril. Fig Posição final para Etensão do joelho, a partir da máima Fleão do Quadril.
53 Avaliação da Fleibilidade 50 6.JOELHO Fleão e Etensão: Decubito ventral, o corpo posiciona-se de forma que os joelhos fiquem apoiados na maca, com os tornozelos para fora. O Fleímetro é colocado com o mostrador voltado para a face lateral do tornozelo, para o avaliador. Fia-se o zero na amplitude anatômica. Estabilizar a pelve para que não se movimente, projetando uma hiperlordose da coluna lombar. Fig Posição inicial para Fleão do joelho. Fig Posição final para Fleão do joelho e Posição inicial para a Etensão do joelho. Para a etensão, o movimento inicia-se na fleão máima, ou como movimento alternativo, pode-se utilizar os movimentos para avaliação da hiperetensão (Figs. 6.3 e 6.4), realizando-se a subtração com os valores da fleão. Esse cálculo ja foi demonstrado para os movimentos do cotovelo, seguindo o mesmo processo. Hiperetensão do Joelho: Decúbito ventral, posição da fleão completa do joelho. O outro segmento (não avaliado), projeta-se para fora da maca, aproimando o joelho da borda da maca (a patela ultrapassa a borda). O Fleímetro é colocado na face lateral do tornozelo, com o mostrador voltado para o avaliador (o mesmo da fleão). Fia-se o zero na amplitude da fleão máima. Estabiliza-se o quadril para que não haja uma acentuação da lordose lombar. Inicia-se o movimento de etensão até a amplitude máima. Registra-se o valor da hiperetensão. Para saber a etensão, subtrai-se do valor da fleão. Com o valor da hiperetensão, você pode e verificar os níveis aceitáveis para a saúde articular na hiperetensão, os quais são de 5º e 10º (Williams & Warwick,1985). Fig Posição inicial para Hiperetensão do joelho. Fig Posição final para Hiperetensão do joelho.
54 Avaliação da Fleibilidade 51 Rotação Interna e Eterna: Quando o joelho está bloqueado em etensão, não se pode realizar a rotação, embora o pé ainda possa girar para dentro e para fora através da rotação das articulações do tornozelo e do quadril. A medida em que o joelho é fleionado, é permitida a rotação interna e eterna (Rasch & Burke, 1977). Não encontramos muitas literaturas que mostrassem a avaliação desse movimento. No entanto, no meio desportivo ela é importante em várias modalidades, assim como também na dança, principalmente na clássica. Decúbito dorsal com a elevação do membro inferior avaliado e fleão do joelho a 90 graus. O melhor é que o segmento tenha um apoio para maior conforto e estabilização, pelos próprios braços, por um banco ou por outro avaliador. O Fleímetro é colocado na planta do pé, com o mostrador voltado para o avaliador, zerando-o. Realiza-se o movimento de rotação com o cuidado para não realizar o movimento do tornozelo, o qual não pode ocorrer. Fig Posição inicial para Rotação Eterna e Interna do joelho. Fig Posição final para Rotação Interna do joelho. Fig Posição final para Rotação Eterna do joelho.
55 Avaliação da Fleibilidade 52 7.TORNOZELO E PÉ. Fleão (dorsifleão): Sentado, os membros deverão estar em suspensão. É aconselhavel que o joelho esteja fletido em pelo menos 30 graus, no entanto, utilizamos o ângulo de 90 graus, que é o mais utilizado na literatura. O Fleímetro é colocado na face lateral do pé, com o mostrador voltado para o avaliador. O avaliador, estabiliza a perna e o pé do avaliado, evitando o movimento do joelho e dando um apoio para que o pé não fique solto alterando a angulação natural. Fig Posição inicial para a Fleão do Tornozelo. Fig Posição final para a Fleão do Tornozelo. Etensão (fleão plantar): O procedimento é o mesmo do movimento anterior (fleão). As posições de teste e alinhamento são os mesmos utilizados na fleão. Fig Posição inicial para a Etensão do Tornozelo. Fig Posição final para a Etensão do Tornozelo.
56 Avaliação da Fleibilidade 53 Inversão e Eversão: Sentado com o joelho fletido à 90º, conforme movimentos anteriores. Para a melhor medição, recomenda-de que o Fleímetro seja colocado no dorso do pé. Para isso, utiliza-se um suporte com o objetivo do correto posicionamento gravitacional do Fleímetro com relação ao movimento avaliado. O avaliador deve estabilizar a perna do avaliado para impedir a rotação e a etensão do joelho. Fig Posição inicial para a Inversão do Tornozelo. Fig Posição final para a Inversão do Tornozelo. Fig Posição inicial da Eversão do Tornozelo. Fig Posição final da Eversão do Tornozelo.
57 Avaliação da Fleibilidade COLUNA VERTEBRAL. Moore (1987), refere que os vários artigos publicados sobre técnicas goniométricas, comentam de forma passageira as determinações da medição para a coluna, sejam na região toracolombar, ou na região cervical. Isto confirma a dificuldade em fazer-se determinações confiáveis nesta região do corpo. Os cientistas têm colocado em dúvida a objetividade nas medições goniométricas na colunaespecialmente na torácica e lombar, apesar de alguns concordarem que com uma boa aplicação, elas poderem ser reprodutíveis e confiáveis. Essas questões complicam-se ainda mais quando relacionamos o movimento da coluna com o desporto, onde precisamos, dependendo da modalidade, de uma medição mais específica e mais detalhista que os testes propostos. COLUNA CERVICAL Os movimentos demonstrados a seguir, poderão ser avaliados na posição sentada, ou em pé. Devem ser observados os cuidados quanto à estabilização e alinhamento da coluna, devendo essa estar ereta. Fleão e Etensão: Em pé, com a coluna torácica e lombar alinhadas. Se for utilizada uma cadeira, a coluna pode ter um apoio, desde que este mantenha a postura ereta (alguns encostos, inclinam-se para trás, não mantendo um ângulo reto, o que poderia prejudicar a medição). O Fleímetro é colocado com a tira ao redor da cabeça, com o mostrador posicionado na face lateral da cabeça, voltado para o avaliador. Estabilizar a cintura escapular, evitando a participação do tronco no movimento. Fig Posição inicial para Fleão e Etensão da Coluna Certical. Fig Posição final para Fleão da Coluna Certical. Fig Posição final para a Etensão da Coluna Certical.
58 Avaliação da Fleibilidade 55 Posição alternativa para Fleão e Etensão da Coluna Cervical Deitado decúbito dorsal. Para a fleão a cabeça fica apoiada sobre a maca e para a etensão a cabeça permanece para fora da maca. O avaliador estabiliza a cabeça, mantendo-a pelo apoio das mãos. O Fleímetro é colocado da mesma maneira anterior, com o mostrador posicionado na face lateral da cabeça, voltado para o avaliador. Fig Posição inicial para Fleão da Coluna Certical. Fig Posição final para Fleão da Coluna Certical. Fig Posição inicial para Etensão da Coluna Certical. Fig Posição final para Etensão da Coluna Certical. Fleão lateral: Em pé, com a coluna torácica e lombar alinhadas. Se for utilizada uma cadeira, a coluna pode ter um apoio, desde que este mantenha a postura ereta (alguns encostos, inclinam-se para trás, não mantendo um ângulo reto, o que poderia prejudicar a medição). O Fleímetro é colocado com a tira ao redor da cabeça, com o mostrador posicionado na face anterior da cabeça (testa), voltado para o avaliador. Estabilizar a cintura escapular, evitando a fleão lateral do tronco. Os ombros devem manter a mesma linha, quando for realizado o movimento da cervical. Outro cuidado é para que o queio esteja posicionado corretamente para frente, o qual evita a rotação da cervical.
59 Avaliação da Fleibilidade 56 Fig Posição inicial para Fleão da lateral da Coluna Certical. Fig Posição final para Fleão da lateral da Coluna Certical. Ligthon (1955), faz a medição deste movimento com o indivíduo sentado em uma cadeira com encosto, colocando o Fleímetro atrás da cabeça, próimo a região da nuca (occpital) passando a fita pelo rosto. Esse procedimento pode tornar a medição desconfortável para o avaliado. Rotação: Decúbito dorsal, joelhos fleionados para que a coluna torácica e lombar fiquem bem apoiadas. O Fleímetro é colocado com a tira passando-se abaio do queio com o mostrador ficando sobre a cabeça. Estabilizar a cintura escapular e o tronco, evitando a rotação do tronco. Fig Posição inicial para Rotação da Coluna Certical. Fig Posição final para Rotação da Coluna Certical.
60 Avaliação da Fleibilidade 57 COLUNA TORÁCICA E LOMBAR Alguns autores avaliam a amplitude das colunas torácica e lombar medindo a soma dos movimentos de fleão e etensão, havendo também a participação da fleão do quadril (Tab.1 e 2). No entanto, não vemos esta posição como a melhor forma de se avaliar o movimento da coluna, o qual deve ser realizado de forma isolada, partindo-se da posição anatômica e sem a participação do quadril. Fleão: Em pé, em posição anatômica, o avaliador estabiliza a pelve do avaliado, evitando a inclinação anterior (pelve para frente), as mãos do avaliado são colocadas no quadril. Quando o indivíduo inclina o tronco para frente, a pelve não participa da movimentação da coluna. O Fleímetro é colocado lateralmente na região torácica, com o mostrador voltado para o avaliador. A Fig demonstra a estabilização que deve ser realizada, onde o quadril não participa do movimento, porém na Fig está demonstrada a posição incorreta, na qual o quadril está realizando o movimento. Queremos deiar claro que vários autores utilizam esta movimentação, mas ela não é específica da movimentação da coluna, não isolando desta forma o movimento do tronco. Quando for necessário um movimento, ou gesto desportivo, em que ela seja específica, ela deve ser realizada. Fig Estabilização pélvica correta para a Fleão do Tronco. Fig Estabilização pélvica incorreta para a Fleão do Tronco. Fig Posição inicial para a Fleão do Tronco. Fig Posição final para a Fleão do Tronco.
61 Avaliação da Fleibilidade 58 Etensão: Decúbito ventral, membros inferiores estendidos e braços ao lado do corpo com o cotovelo em fleão. Estabiliza-se a pelve com uma banda ou com o avaliador para que as cristas ilíacas não percam o contato com a superfície da maca. O Fleímetro é colocado lateralmente na região torácica, com o mostrador voltado para o avaliador. O avaliado fará a etensão do tronco com a ajuda dos braços, até a amplitude máima. O movimento dos braços não deverá comprometer o movimento. Fig Posição inicial para Etensão do Tronco. Fig Posição final para Etensão do Tronco. Posição alternativa I - Etensão da Coluna Torácica e Lombar. Em pé, o avaliado coloca suas mãos na parte posterior do quadril. Quando realiza-se a etensão, o indivíduo não deve deiar ocorrer a projeção da pelve para frente (o quadril não pode movimentar-se para frente) e nem a fleão dos joelhos. O Fleímetro é colocado lateralmente na região torácica, com o mostrador voltado para o avaliador. O avaliador estabiliza o avaliado, evitando a inclinação da pelve, quando o indivíduo faz o movimento. Fig Posição inicial para Etensão do Tronco. Fig Posição final para Etensão do Tronco.
62 Avaliação da Fleibilidade 59 Posição alternativa II - Etensão da Coluna Torácica e Lombar Recomendamos este movimento para atletas ou pessoa com uma boa condição de força e fleibilidade da coluna. Para a avaliação deste movimento, utiliza-se um espaldar ou algum local que dê para o avaliador estabilizar o tronco do avaliado e que não ofereça risco dele se machucar ou cair. Este local deve ter espaço para o encaie dos pés. Utiliza-se também um cinto na cintura prendendo o avaliado ao espaldar ou viga, para que o avaliado possa realizar o movimento com segurança e sem a preocupação de cair. Pode-se realizar o movimento segurando no espaldar (Nível I) ou com as mãos acima da cabeça (Nível II). Em pé, membros inferiores e quadril encostados ao aparelho. Os pés ficam colocados num espaço de encaie. Os braços posicionados conforme o nível de escolha (I ou II). O Fleímetro é colocado lateralmente no tóra voltado para o avaliador. O avaliador pode auiliar ainda estabilizando o quadril. Fig Posição inicial para Etensão do Tronco(Nível l). Fig Posição final para Etensão do Tronco(Nível l). Fig Posição inicial para Etensão do Tronco(Nível ll). Fig Posição final para Etensão do Tronco(Nível ll).
63 Avaliação da Fleibilidade 60 Fleão lateral: Em pé, membros em afastamento até a abertura do quadril. O Fleímetro é colocado na região torácica, com o mostrador voltado para frente, para o avaliador. Realizar-se a inclinação lateral do tronco, estabilizando a pelve para que ela não se movimente lateralmente. A Fig demonstra a estabilização e movimentos incorretos. Fig Posição incorreta como quadril projetado lateralmente. Fig Posição inicial para Fleão lateral do Tronco. Fig Posição final para Fleão lateral do Tronco. Rotação do tronco: Decúbito dorsal, membros inferiores unidos, joelhos fletidos em 90º em direção ao quadril. Um segundo avaliador deve apoiar as mãos nos ombros do avaliado, fazendo a estabilização para que os ombros não saiam da superfície. O Fleímetro é colocado na parte anterior (ou posterior) das duas coas, sendo que o joelho mantém-se unido pelo velcro do aparelho. Realiza-se a movimentação dos membros para a lateral, ocorrendo desta forma a rotação do tronco. Fig Posição inicial para Rotação do Tronco. Fig Posição inicial para Rotação do Tronco.
64 Avaliação da Fleibilidade 61 Unidade 4. 1.NÍVEIS DE FLEXIBILIDADE PARA A SAÚDE Amplitude de movimentos relacionadas a saúde Apresentaremos alguns valores de estudos de referência para os testes angulares. Esses valores (ângulos) têm sido usados para a saúde. Alguns movimentos não seguem o mesmo padrão de eecução apresentado como base neste manual, como foi comentado anteriormente, por se tratar de diferença literária, no entanto esses valores não são desprezados. Como eemplo temos a combinação do movimento de fleão e etensão do ombro apresentado por Leighton (Tabela 1 e 2), as quais apresentam como angulação a soma dos dois movimentos conforme demonstrados nas Fig e Fig Os movimentos que selecionamos para este manual iniciam-se na posição anatômica e a angulação apresentada refere-se somente a um movimento, por eemplo: o valor da fleão e depois com outro movimento o (da etensão), teremos a diferença dos dois movimentos separadamente. Fig Posição inicial para Fleão e Etensão do Ombro (Máima Fleão). Fig Posição final para Fleão e Etensão do Ombro (Máima Fleão).
65 Avaliação da Fleibilidade 62 Tabela 1. Amplitude de movimento (em graus), avaliados com o fleômetro de Leighton em homens. ARTICULAÇÕES E MOVIMENTO BAIXA MODERADAMENTE BAIXA MÉDIA MODERADAMENTE ALTA ALTA COLUNA CERVICAL Fleão/Etensão Fleão Lateral Rotação <107 <74 < >160 >122 >201 OMBRO Fleão/Etensão Adução/Abdução Rotação <207 <158 < >259 >200 >210 COTOVELO Fleão/Etensão < >167 ANTEBRAÇO Supnação/Pronação < >211 PUNHO Fleão/Etensão Desvio Ulnar/Radial <112 < >172 >105 QUADRIL Fleão/Etensão Adução/Abdução Rotação <50 <41 < >106 >71 >119 JOELHO Fleão/Etensão < >167 TORNOZELO Fleão Dorsal/Plantar <48 Inversão/Eversão < >82 >68 TRONCO Fleão/Etensão Fleão Lateral Rotação <48 <74 < >101 >122 >166
66 Avaliação da Fleibilidade 63 Tabela 2. Amplitude de movimento (em graus), avaliado com o fleômetro de Leighton em mulheres. ARTICULAÇÕES E MOVIMENTO BAIXA MODERADAMENTE BAIXA MÉDIA MODERADAMENTE ALTA ALTA COLUNA CERVICAL Fleão/Etensão Fleão Lateral Rotação <125 <84 < >177 >132 >219 OMBRO Fleão/Etensão Adução/Abdução Rotação <226 <167 < >278 >209 >245 COTOVELO Fleão/Etensão < >167 ANTEBRAÇO Supnação/Pronação < >220 PUNHO Fleão/Etensão Desvio Ulnar/Radial <136 < >196 >117 QUADRIL Fleão/Etensão Adução/Abdução Rotação <82 <45 < >138 >75 >150 JOELHO Fleão/Etensão < >168 TORNOZELO Fleão Dorsal/Plantar <56 Inversão/Eversão < >90 >77 TRONCO Fleão/Etensão Fleão Lateral Rotação <30 <104 < >86 >152 >192
67 Avaliação da Fleibilidade 64 AMPLITUDE DE MOVIMENTO AVALIADA COM GONIÔMETRO UNIVERSAL Os valores apresentados adiante são de estudos realizados com goniômetro universal. Tabela 3. Amplitude normal dos ângulos articulares dos membros superiores, segundo The American Academy of Orthopaedic Surgeons (1965). ARTICULAÇÃO OMBRO COTOVELO PUNHO MOVIMENTO Fleão Etensão Adução Abdução Rotação Interna Fleão Etensão Pronação Supinação Fleão Etensão Desvio Ulnar Desvio Radial MOVIMENTO/GRAUS 0-180º 0-45º 0-40º 0-180º 0-90º 0-145º 145-0º 0-90º 0-90º 0-90º 0-70º 0-45º 0-20º Os ângulos de movimento representam o quanto sua articulação deve desempenhar em cada movimento para que seja preservada a funcionabilidade da mesma.
68 Avaliação da Fleibilidade 65 Tabela 4. Amplitude normal dos ângulos articulares dos membros inferiores, segundo The American Academy of Orthopaedic Surgeons (1965). ARTICULAÇÃO QUADRIL JOELHO MOVIMENTO Fleão Etensão Adução Abdução Rotação Interna Rotação Eterna Fleão Etensão MOVIMENTO/GRAUS 0-125º 0-10º 0-15º 0-45º 0-45º 0-45º 0-140º 145-0º TORNOZELO Fleão Etensão Inversão Eversão 0-20º 0-45º 0-20º 0-40º Consideram-se como limites normais para a hiperetensão de joelho, valores de 5 a 10 graus (Williams & Warwick, 1985). Tabela 5. Amplitude de movimento para rotação do joelho, segundo Rasch & Burke (1977). ARTICULAÇÃO JOELHO MOVIMENTO ROTAÇÃO GRAUS DE MOVIMENTO 0-90º Tabela 6. Amplitude normal dos ângulos articulares da coluna vertebral, segundo The American Academy of Orthopaedic Surgeons (1965). MOVIMENTO Fleão Etensão Fleão Lateral Rotação COLUNA CERVICAL 0-65º 0-50º 0-40º 0-55º GRAUS DE MOVIMENTO 0-95º 0-35º 0-40º 0-35º *O movimento de fleão do tronco nesta tabela apresenta a movimentação do quadril. Entendemos como fleão do tronco, apenas a movimentação da coluna, sem a participação do quadril.
69 Avaliação da Fleibilidade 66 FLEXIBILIDADE E IDADE Tabela 1. Efeitos da idade e seo sobre a AM ativa da coluna cervical (Valores médios em graus, adaptado de Youdas et al., 1992). IDADE CERVICAL Etensão Fle. Lat. Esq. Fle. Lat. Dir. Rotação Esq. Rotação Dri Homem 86º 46º 30 45º 20 72º 30 74º Mulher 84º 47º 49º 30 70º 30 75º Homem 77º 10 41º 40 45º 30 69º 20 70º Mulher 86º 43º 20 46º 20 72º 73º Homem 68º 20 41º 20 43º 30 65º 40 67º Mulher 78º 44º 46º 50 66º 30 72º Homen 62º 50 36º 38º 62º 65º Mulher 77º 41º 20 42º 50 64º 70º 20 Tabela 2. Amplitude de movimento da articulação do ombro em homens medidos com goniômetro universal (Boone & Azen, 1979). ARTICULAÇÃO OMBRO MOVIMENTO Fleão Etensão Adução Abdução Rot. Interna Rot. Eterna GRAU DE MOVIMENTO 167º 10 62º º 69º º 10 DP 5º 10 9º 50-7º 5º 8º 50 Tabela 3. Efeitos da idade sobre a AM ativa do quadril em homens e mulheres com idades entre anos (valores médios em graus ± DP, Roach & Miles, 1991). QUADRIL Fleão Etensão Adução Abdução Rot. Interna Rot. Eterna GRAU DE MOVIMENTO ANOS 120º 18º 42º - 31º 32º DP 14º 7º 11º - 8º 8º GRAU DE MOVIMENTO ANOS 118º 17º 39º - 30º 29º DP 13º 8º 12º - 7º 9º Tabela 4. Efeitos da idade sobre a AM do joelho (Boone & Azen, 1979). JOELHO Fleão Etensão Hipertensão GRAU DE MOVIMENTO ANOS 140º 20 40º ANOS 143º 2º -
70 Avaliação da Fleibilidade 67 FLEXIBILIDADE NO DESPORTO As tabelas apresentadas anteriormente, correspondem a valores de AM para a saúde, isto é, quanto um indivíduo deve ter de AM para manter a integridade funcional da sua articulação. Relacionaremos adiante, dados de alguns estudos demonstrando como podem se comportar a fleibilidade (AM) em atletas. Não está claro ainda o nível ideal de fleibilidade para o desporto em geral. Sabe-se em algumas modalidades desportivas, a fleibilidade é fundamental pela própria característica da modalidade. Relacionar isso, nas várias modalidades, isto é, quanto o atleta deveria ter para a articulação do ombro e na articulação do quadril, torna-se mais raro ainda. No geral os trabalhos mostram a AM e uma correlação com algum outro componente. Segue um eemplo do estudo de Beach et al., (1992), em nadadores. NATAÇÃO Este estudo de natação avaliou a fleibilidade correlacionando-se com a dor no ombro, a qual foi registrada baia correlação e não significativa entre as variáveis. Demonstraremos apenas a AM. Tabela 1. Amplitude de movimento na articulação do ombro em nadadores entre 15 e 21 anos de ambos os seos (Beach et al., 1992). MOVIMENTO Fleão Etensão Abdução Rot. Interna Rot. Eterna OMBRO DIREITO 187º 59º 195º 45º 101º OMBRO ESQUERDO 187º 59º 195º 45º 101º
71 Avaliação da Fleibilidade 68 TENIS As comparações realizadas em tenistas foram para obter a diferença entre o ombro dominante (utilizado pelo atleta no gesto desportivo) e o não dominante (não utilizado pelo atleta no gesto desportivo), Ellenbecker et al., (1996). O estudo foi realizado em tenistas de elite dos seos feminino (n=90) e masculino (n=113), entre 11 e 17 anos de idade. Tabela 2. Amplitude de movimento na articulação do ombro em tenistas de elite do seo masculino e feminino (Ellenbecker et al., 1996). MOVIMENTO Rotação Eterna Dominante Não Dominante Rotação Interna Dominante Não Dominante MASCULINO - 104º º - 45º 40 56º 30 FEMININO - 106º º - 52º 20 60º 30 Tabela 3. Amplitude de movimento na articulação do ombro em tenistas de elite do seo masculino e feminino (Chinn et al., 1985). ARTICULAÇÃO E MOVIMENTO OMBRO Rotação Eterna Dominante Não Dominante Rotação Interna Dominante Não Dominante RÁDIO ULNAR Pronação Dominante Não Dominante Supinação Dominante Não Dominante MASCULINO 98º 20 94º 20 52º 10 58º 30 73º 79º 50 81º 10 87º 10 FEMININO 102º º 51º 30 63º 20 79º 50 84º 40 87º 10 90º 30
72 Avaliação da Fleibilidade 69 Tabela 4. Amplitude de movimento ativa em tenistas de elite, categoria Junior (Chandler et al., 1990). ARTICULAÇÃO E MOVIMENTO OMBRO Rotação Eterna Dominante Não Dominante Rotação Interna Dominante Não Dominante QUADRIL Fleão Direita Esquerda JOELHO Fleão Direita Esquerda TORNOZELO Fleão Direito Esquerdo GRAUS 110º 103º 65º 76º 76º 79º 122º 124º 9º 50 11º
73 Avaliação da Fleibilidade 70 VOLEIBOL Tabela 5. Amplitude de movimento ativo e passivo, em jogadores da Equipe do Esporte Clube São Caetano na liga Nacional de Voleibol (Monteiro et al. 1999, não publicado) FLEXÃO OMBRO DIREITO ESQUERDO Média ± DP ATIVA 175º 180º 175º 175º 170º 155º 160º 152º 185º 173º 180º 173º 190º 200º 170º 174º20 ±12º50 PASSIVA 190º 204º 210º 215º 190º 169º 184º 190º 210º 185º 215º 190º 210º 205º 190º 197º 10 ±14º ATIVA 169º 180º 180º 170º 160º 155º 150º 144º 175º 155º 170º 170º 170º 180º 175º 167º20 ±11º40 PASSIVA 195º 205º 215º 200º 195º 174º 180º 190º 200º 180º 200º 185º 190º 205º 190º 194º±11º Tabela 6. Fleibilidade passiva e ativa do quadril em jogadoras da Equipe do Esporte Clube São Caetano na Liga Nacional de Voleibol ( ). FLEXÃO DO QUADRIL Média ± DP ATIVA 80º 95º 95º 95º 95º 75º 85º 88º 110º 95º 105º 120º 105º 110º 85º 96º20 ±12º30 DIREITO PASSIVA 94º 110º 120º 115º 105º 85º 110º 102º 130º 115º 128º 137º 120º 138º 98º 114º20 ±15º50 ATIVA 75º 95º 100º 90º 90º 92º 89º 90º 115º 85º 94º 115º 105º 110º 100º 96º30 ±11º20 ESQUERDO PASSIVA 100º 105º 120º 110º 100º 95º 100º 120º 120º 103º 123º 135º 125º 136º 110º 113º50 ±13º10
74 Avaliação da Fleibilidade 71 Tabela 7. Amplitude de movimento passiva e ativa da coluna em jogadoras da Equipe do Esporte Clube São Caetano na liga Nacional de Voleibol ( ). EXTENSÃO DO TRONCO Média ± DP PASSIVA 50º 35º 50º 55º 25º 35º 47º 40º 35º 33º 48º 43º 37º 40º 38º 41º10 ±8º FUTEBOL Tabela 8. Amplitude de movimento ativa em jogadores de Futebol (Ekstrand et al, 1992). QUADRIL Fleão c/ Joelho Estendido Etensão Abdução JOELHO Fleão PÉ Fleão ATIVA 81º 20 81º 30 33º º 20 21º 40
75 Avaliação da Fleibilidade 72 GINÁSTICA OLÍMPICA. Tabela 9. Amplitude de movimento em atletas femininas de Ginástica Olímpica (Kirby et al., 1981). OMBRO Fleão Abdução Horizontal Etensão DIREITO 162º 30 26º 30 10º ESQUERDO 168º 20 26º 11º 20 GINÁSTICA RÍTMICA (DESPORTIVA). * Os movimentos abaio descritos com os valores de AM, são os mesmos indicados na fig à Tabela 10. Amplitude de movimento passiva medida a partir do espacate em atletas de Ginástica Rítmica Desportiva do Clube Espéria (Monteiro et al., 1999). ESPACATE Média ± DP Fleão Membro Dir. 34º 30º 65º 43º 43º ± 16º Etensão Membro Esq. 9º 18º 57º 51º 34º 10 ± 0º Fleão Membro Esq. 13º 45º 48º 24º 32º 50 ± 17º 20 Etensão Membro Dir. 36º 40º 28º 43º 37º 10 ± 6º 5 BALLET CLÁSSICO. Tabela 11. Amplitude de movimento em bailarinas clássicas de diferentes faias etárias (Reid et al., 1987). QUADRIL Fleão Abdução Rotação Eterna Rotação Interna JOELHO Etensão Anos 162º 51º 76º 45º 164º Anos 166º 55º 89º 49º 180º
76 Avaliação da Fleibilidade 73 Unidade FICHAS FICHA DE ANAMNESE Nome: Seo ( ) Idade: anos. Profissão: Horas trabalhadas por dia: Tempo de profissaõ: Pratica eercícios: Sim ( ) Não ( ) Quais? Frequência: Tempo diário: Treina fleibilidade: Sim ( ) Não ( ) Frequência semanal: Tempo diário: É atleta? Sim ( ) Não ( ) Modalidade desportiva: Há quanto tempo pratica sua modalidade: Hora de treino por semana: Hora de treino por dia: Em que momento da atividade você treina a fleibilidade? Possui alguma lesão atualmente? Sim ( ) Não ( ) Que tipo de lesão? Articular ( ) Muscular ( ) Ligamentar ( ) Possui alguma dor que você desconheça a origem no momento? Há quanto tempo tem essa lesão ou dor? Sente dor após qualquer eercício? Já teve alguma lesão no passado? Que tipo? Apresenta rigidez músculo-articular?
77 Avaliação da Fleibilidade 74 FICHA DE AVALIAÇÃO Nome: Idade: Seo: Atividade Física Praticada: Modalidade Desportiva: DIREITO Ativo Comentários: Passivo OMBRO Fleão Etensão Abdução Adução Rotação Interna Rotação Eterna ESQUERDO Ativo Passivo DIREITO Ativo Passivo Comentários: COTOVELO Fleão Etensão/Hiperetensão Supinação Pronação ESQUERDO Ativo Passivo DIREITO Ativo Passivo Comentários: PUNHO Fleão Etensão Desvio Ulnar Desvio Radial ESQUERDO Ativo Passivo
78 Avaliação da Fleibilidade 75 DIREITO Ativo Comentários: Passivo Quadril Fleão-Joelho Fleionado Fleão-Joelho Estendido Etensão Abdução Adução Rotação Interna Rotação Eterna ESQUERDO Ativo Passivo DIREITO Ativo Passivo Comentários: JOELHO Fleão Etensão Hiperetensão ESQUERDO Ativo Passivo DIREITO Ativo Passivo Comentários: TORNOZELO Dorsifleão Fleão Plantar Inversão Eversão ESQUERDO Ativo Passivo DIREITO Ativo Passivo Comentários: COLUNA CERVICAL Fleão Etensão Fleão Lateral Rotação ESQUERDO Ativo Passivo DIREITO Ativo Passivo Comentários: COLUNA TORACOLOMBAR Fleão Etensão Fleão Lateral Rotação ESQUERDO Ativo Passivo
79 Avaliação da Fleibilidade 76 FICHA DE AVALIAÇÃO PARA MOVIMENTOS ESPECÍFICOS FLEXIBILIDADE ESPECÍFICA Nome: Idade: Modalidade Desportiva: Seo: DIREITO Comentários: ESPACATE ANTERO-POSTERIOR Fleão Etensão ESQUERDO DIREITO ESPACATE LATERO-LATERAL ESQUERDO Comentários: DIREITO ESQUERDO ELEVAÇÃO DO OMBRO INFERIOR Ativa Passiva Ativa Passiva Frontal Lateral Comentários:
80 Avaliação da Fleibilidade 77 FICHA EXPLICATIVA DO PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO PARA O ALUNO A fleibilidade é uma capacidade fisica importante do seu organismo. A avaliação da fleibilidade demonstra como estão os seus movimentos em relação a amplitude que seu membro pode alcançar. O aparelho que será utilizado durante a avaliação é o Fleímetro, o qual demonstra sua fleibilidade em ângulos, isto é, a amplitude de movimento que o seu segmento corporal consegue atingir em graus. O avaliador selecionará quais os movimentos que serão medidos e informará a maneira que você deve eecuta-los, conforme seus objetivos e necessidades. É importante que você tente desempenhar o seu máimo, mas sempre dentro de seu limite. A qualquer sinal de dor, comunique ao seu avaliador. Se o seu avaliador for medir a fleibilidade, conduzindo o seu movimento, nunca permita que ele ultrapasse o seu limite, para isso, é importante você falar quando o seu máimo foi atingido. Departamento de Avaliação.
81 Avaliação da Fleibilidade SUGESTÕES DE MOVIMENTOS PARA AVALIAÇÃO NO DESPORTO No desporto eistem algumas articulações que atuam de maneira determinante no gesto desportivo. O avaliador nem sempre tem tempo ou interesse de saber como estão as outras articulações. O que poderá ser feito é uma seleção daquelas que estiverem sobre foco no gesto desportivo, ou que terá uma participação na questão postural do seu atleta. Para isso selecionamos alguns movimentos, os quais estão envolvidos no gesto e na postura da modalidade, mas mesmo assim o avaliador pode ter a SUA SELEÇÃO. A sugestão de movimentos por modalidade desportiva não significa que as articulações tenham que apresentar AM etrema. Este é um indicativo para que o profissional veja que nível de fleibilidade tem as principais articulações que estão envolvidas no gesto desportivo e, baseado na AM encontrada através da avaliação, o profissional prescreverá o treinamento das capacidades físicas, combinadas com o treinamento da fleibilidade. Matveev (1981), apud Alter (1988) refere-se que a fleibilidade desenvolvida acima do grau necessário para o gesto desportivo, pode predispor o atleta a lesão. Mesmo para o atleta, é necessário que o profissional conheça os valores normais de AM para que possa observar se esse atleta está sujeito a lesões ou desvios posturais pelo desequilíbrio de AM. Observações: Na Ginástica Rítmica (GR) e na Ginástica Olímpica (GO) todas as articulações devem ser avaliadas. Na Natação dependendo do nado, algumas articulações são mais importantes que outras. Importante: Recomendamos que o técnico e/ou preparador programem em algum momento do seu planejamento uma avaliação geral, para um registro de dados para evolução das outras articulações que não estão em destaque, ou ainda para detectar possíveis problemas patológicos.
82 Avaliação da Fleibilidade 79 SELEÇÃO DE MOVIMENTOS PARA AVALIAÇÃO DA FLEXIBILIDADE EM ALGUNS DESPORTOS. MOVIMENTO OMBRO Fleão Etensão Abdução Adução Rotação Interna Rotação Eterna COTOVELO Fleão Etensão Supinação Pronação PUNHO Fleão Etensão Desvio Ulnar Desvio Radial QUADRIL Fl. c/ joelho feionado Fl. c/ joelho estendido Etensão Abdução Adução Rotação Interna Rotação Eterna JOELHO Fleão Etensão Rotação Interna Rotação Eterna TORNOZELO Dorsifleão Fleão Plantar Inversão Eversão COLUNA CERVICAL Fleão Etensão Fleão Lateral Rotação COL. TORACOLOMBAR Fleão Etensão Fleão Lateral Rotação NATAÇÃO / 2 - FUTEBOL / 3 - TÊNIS / 4 - KARATÊ E TAE-KON-DO / 5 - JUDO E JIU-JITSU / 6 - VOLEIBOL / 7 - BASQUETEBOL.
83 Avaliação da Fleibilidade 80 CONCLUSÃO Procuramos demonstrar nas várias unidades anteriores, a importância da utilização de uma metodologia de medição adequada para a AM, isto é a Fleibilidade, assim como também os movimentos e as articulações que envolvem os mesmos. Oferecemos ao leitor e usuário opções de posições para avaliação do movimento que se deseja medir, assim como eemplificamos a melhor localização para fiação do Fleímetro Sanny. A utilização adequada do instrumento de medição e a postura correta de avaliação, fazem parte da fidedignidade e da interpretação correta dos resultados, podendo desta forma compará-los com os valores da referência literária. Os vetores em cada postura de movimento deste manual, tornam mais simples a visualização do inicio, final e sentido do movimento. O avaliador pode estabilizar e tocar o avaliado no momento em que achar necessário, colocando o segmento no trajeto correto do movimento, mas sem interferir na amplitude de movimento, a não ser que seja o movimento passivo. As estabilizações são processos impotantes para obtenção do ângulo real de movimento. Esperamos que seus objetivos sejam atingidos e que as avaliações possam contribuir para o estudo da fleibilidade, tanto na área desportiva, quanto do fitness e da reabilitação. Bons estudos! Gizele de Assis Monteiro.
84 Avaliação da Fleibilidade 81 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ACHOUR Jr., A. Bases para eercícios de alongamento, relacioando com a saúde e no desempenho atlético, Phorte Editora, 2º. edição, ACHOUR Jr. Manual de instruções. Avaliando a fleibilidade. Londrina, ALTER, M.J.: Science of stretching, Human Kinetcs Book, ALTER, M.J.: Ciência da fleibilidade, 2º. ed, Artimed, Porto Alegre,1999. AMERICAN ACADEMY OF ORTHOPAEDIC SURGEONS: Joint motions, Method of measuring and recording. Joint motion method of measuring and recording. Chicago, AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE: The recommended quantity and quality of eercise for developing and maintaining cardiorespiratory and muscular fitnessm and fleibility in healthy adults. Med. Sci. In sports and eercise, 30(6), BASMAJIAN, J.V. Terapêutica por eercícios. 3a ed, São Paulo., Manole, BEACH, M.L. et al., Relationship of shoulder fleibility, strength and endurance to shoulder pain in competitive swimmers. JOSPT, 16(6): 262, BLOOMFIELD, T.R. et al., Applied Anatomy and Biomechanics in Sport. Ed. Blackwell Scientific Publication, BOHANNON, R. Contribuition of pelvic and conser limb motion to increase in the angle of passive straight leg raising, phys. ther., 65(4); 474, BOONE, D.C. and AZEN, S.P. Normal range of motion of joints in male subjects. J.Bone Joint Surg. Am., 61: 756, CARTER, C and WILKINSON, J. Persistent joint laity and conjenital dislocation of the hip. J. of Bone and Joint Surg. 42b(1): 40, CHANDLER, T.J. et al., Fleibility comparisons of junior elite tennis players to other athletes. The Am. J. of Sports Med., 18(2): 134, CHINN, C.J. et al., Upper etremity range of motion, grip strength and girth in higly skilled tennis players. Phys. Ther., 54(5):475, CLARKSON, H.M. and GILEWICHM, G.B. Avaliação músculo-esquelética. Amplitude de movimento articular e força muscular manual. são Paulo, Manole Ltda, ELLENBECKER, T. et al., Glenohumeral joint internal and ternal rotation range of motion in elite junior tennis players. The J. Orth. And Sports Phys. Ther., 24(6):365, EKSTRAND, J. and GILLQUIST, J. The frequency of muscle tightness and injuries in soccer players, The Am. J. of Sports Med., 10(2): 75, 1982.
85 Avaliação da Fleibilidade 82 KAPANDJI, I.A. Fisiologia articular, membro inferior, vol.2, 4a edição, São Paulo, Manole, KIRBY, R.L. et al., Fleibility and musculoskeletal symptomatology in female gymnasts and age-matched controls, The Am. J. of Sports Med., 9(3): 160, LEIGHTON, J.R. Manual of instruction for Leighton fleometer, New York, LEIGHTON, J. Instrument and technic for measurement of renge of joint motion. Arch. Phys. Med. Reab. 36: , 1955 MARQUES, A.P. Manual de goniometria. São Paulo, Manole 1a edição, MONTEIRO, G.A.;SCHONHORST, M.C. and MONTEIRO, A.G. Amplitude de movimento do espacate passivo em atletas juvenis de Ginástica Rítimica do Clube Esperia, 1999(não publicado) MONTEIRO, G.A.; ASCANIO, F.; FIGUEIRA JUNIOR, A.; CRISÒSTOMO, J; ANDRADE, R.M. and MONTEIRO, A.G. Fleibilidade ativa e passiva em jogadores de voleibol da Equipe do Esporte Clube de São Caetano, 1999 (não publicado). MOORE, M.L.: Avaliação clínica dos movimentos articulares. In: BASMATIJAN, J.V. Terapêutica por eercícios, 3º. ed. São Paulo, Manole,1987. NORKIN, C. and WHITE, D.J. Medida do movimento articular. Manual de goniometria. 2º. ed., Porto Alegre, Artes Médicas, RASCH, P.J. and BURKE, R.K. Cinesiologia e anatomia aplicada. 5º. ed., Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, REID, D.C. et al., Lower etremity fleibility patterns in classical ballet dancers and their correlation to lateral hip and knee injuries. The Am. J. of Sports Med., 15(4): 347, ROACH, K.E. and MILES, T.P. Normal hip and knee active range of motion. The relationship to age. Phys. Ther., 71:656, WELLS, K.F. and DILLON, E.K. The sit and reach, a test of back and leg fleibility. Res. Quart. 23: , YUDAS, J. et al., Normal range of motion of the cervical spine: An initial goniometric study. Phys, Ther. 72, 1992.
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