UNIDADE'DE'SAÚDE'FAMILIAR'CONDEIXA'
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- Natan Figueira Sabala
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1 ACES Baixo Mondego ARS Centro, IP UNIDADE'DE'SAÚDE'FAMILIAR'CONDEIXA'!! Relatório!de!Atividades!2013! Março de 2014 Relatório de Atividades
2 Índice Introdução Caracterização da USF Área geográfica da USF População inscrita Recursos humanos Oferta e disponibilidade de serviços Carteira adicional Alargamento de horário Contratualização e resultados Cobertura assistencial Indicadores institucionais Indicadores de acessibilidade Indicadores de desempenho assistencial Indicadores de qualidade percecionada Indicadores de eficiência Indicadores financeiros Situações com impacto nos resultados Ausências prolongadas Médicos prescritores na USF Outras situações para análise Carteira adicional de serviços Alargamento de horário Atividades específicas Relatório de Atividades
3 3. Avaliação do plano de ação Reuniões do Conselho Geral Desenvolvimentos de competências e formação contínua Plano anual de formação contínua Necessidades formativas / Formação externa Formação pré e pós graduada Produção científica e de investigação Plano de acompanhamento interno Descrição do tema Análise da implementação Avaliação Avaliação da satisfação dos profissionais e dos utentes Satisfação dos utentes Satisfação dos profissionais Reclamações e sugestões Reclamações Sugestões Diário de bordo Outras atividades Educação para a saúde Protocolos/articulação com outras Instituições Conclusões Relatório de Atividades
4 Introdução Já se completaram 7 anos sobre o início da actividade da Unidade de Saúde Familiar Condeixa. Mantendo quase intacta a sua formação inicial, poderia arriscar-se a cair numa rotina de métodos e procedimentos que levassem a uma paragem na sua evolução. Para que isso não acontecesse, tem a USF procurado obter formação interna e externa que a enquadre num processo de evolução contínua. São exemplos disso os projectos SUMA e, mais recentemente, o projecto GESQUAL. Foi efectada uma auditoria profissional. De tudo isto, resultou uma renovação completa dos procedimentos em uso na USF, assim como uma diferente arrumação de todos os processos, tendo este desiderato sido concluído durante o ano de Para o ano 2014 propusemo-nos, em termos de PAI, auditar internamente todos os procedimentos da USF. O salto qualitativo para a acreditação está no horizonte. O presente relatório vai ser estruturado a partir da caraterização da USF, nomeadamente da oferta e disponibilidade de serviços, dos recursos humanos e da capacidade existente em equipamentos e instalações. Será analisada a situação atual face às expetativas. Abordaremos de seguida a organização, procedimentos e normas de qualidade. A atividade e eficiência da USF serão analisados nos seus vetores setoriais, nomeadamente nos compromissos assumidos relativamente à acessibilidade, produtividade, qualidade técnico-científica, efetividade e eficiência. Serão ainda apresentados as atividades de formação, produção científica e de investigação, plano de acompanhamento interno e outras atividades. Relatório de Atividades
5 1. Caracterização da USF Condeixa Com a criação das unidades operativas multiprofissionais Unidades de Saúde Familiar (USF), instituídas pelo DL nº 157/99 de 10 de Maio, surgiram em 2006 novas formas de prestação de cuidados de saúde primários, tendo como pressuposto as seguintes premissas: disponibilidade, acessibilidade, produtividade, qualidade técnico-científica, efetividade, eficiência e satisfação. As atividades das USF desenvolvem-se com autonomia organizativa, funcional e técnica, integradas numa lógica de rede com outras unidades funcionais do centro de saúde ou da unidade local de saúde. Têm por missão a prestação de cuidados de saúde personalizados à população de uma determinada área geográfica, garantindo a acessibilidade, a globalidade e a continuidade dos mesmos. Para o seu bom funcionamento, as suas atividades devem ser orientadas por diversos princípios (artigo 5º, DL.18/2007, de 27 de Fevereiro) de modo a conseguir alcançar níveis de excelência em termos de acessibilidade, disponibilidade, eficiência, efetividade e produtividade. Uma mais-valia das USF é a autoavaliação, que, sendo objetiva e permanente, visa a adoção de medidas corretivas de eventuais desvios que possam pôr em causa os objetivos do plano de ação. Na senda da melhoria contínua da qualidade, essa avaliação é feita periodicamente (ex.: auditoria interna). A USF Condeixa integrou-se neste primeiro ensejo de mudança, com o intuito de melhor servir a sua população no que diz respeito aos cuidados prestados. Iniciou a sua atividade a 4 de Setembro de 2006 e foi uma das pioneiras do país neste novo modelo de prestar cuidados de saúde à população. Encontra-se em modelo B desde 1 Julho de A sede do Centro de Saúde, albergando a USF Condeixa e a USF Fernando Namora, fica localizada em Condeixa-a-Nova na Rua D. Ana Laboreiro D Eça e é acessível e de localização central Área geográfica da USF A USF Condeixa encontra-se inserida no Concelho de Condeixa, que se situa na Região Centro de Portugal Continental, integrando-se na sub-região do Baixo Mondego. Relatório de Atividades
6 A área geográfica de atuação da USF Condeixa sobrepõe-se à área geográfica do concelho de Condeixa-a-Nova, abrangendo as freguesias de Anobra, Ega, Furadouro, União das Freguesias de Sebal e Belide, União das Freguesias de Vila Seca e Bendafé União de Freguesias de Condeixa-a-Velha e Condeixa-a-Nova e Zambujal. Tabela I: Área abrangida pela USF Condeixa Freguesia Área (km 2 ) Anobra Belide 0.78 Bendafé 3.77 Condeixa-a-Nova 34.7 Condeixa-a-Velha Ega Furadouro Sebal 12.2 Vila Seca 1.4 Zambujal Total&&&&158,79&Km2& Fonte: Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova Os utentes inscritos na USF são oriundos de todas as freguesias do concelho. Estão também inscritos alguns utentes das franjas dos concelhos limítrofes de Condeixa (Coimbra, Montemor-o-Velho, Penela e Soure) que, por razões de acessibilidade ou preferência pela equipa de saúde, preferem utilizar os serviços postos à sua disposição pela Unidade de Saúde Familiar. Tabela!!: População residente no Conselho de Condeixa, famílias e alojamentos (por freguesia) Freguesias População residente Famílias residentes Alojamentos Anobra Belide Bendafé Condeixa-a-Nova Condeixa-a-Velha Ega Furadouro Sebal Relatório de Atividades
7 Vila Seca Zambujal Total Fonte: Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova 1.2. População inscrita De acordo com os dados disponibilizados pelo SINUS a USF Condeixa contabilizava utentes inscritos no ano 2013, sendo 46,7% do sexo masculino e 53,3% do sexo feminino. Tabela III: utentes inscritos, por grupo etário e género Idade Sexo Feminino Sexo Masculino Total Relatório de Atividades
8 > Total SINUS: Utentes inscritos no ano em análise (2013). A representação gráfica da Pirâmide da USF Condeixa apresenta uma base estreita, o que traduz uma baixa natalidade. Inversamente expõe um alargamento progressivo do meio e topo da pirâmide, demonstrando que a maioria dos utentes se encontra em plena fase de vida adulta ou idosa, como consequência da diminuição da taxa de mortalidade e do aumento da esperança média de vida da população de Condeixa. Relatório de Atividades
9 De acordo com a classificação de Sundbarg, que permite categorizar a fase demográfica em que os países se inserem, a população inscrita na USF Condeixa encontra-se numa fase regressiva, confirmando um acentuado envelhecimento demográfico, típico dos países desenvolvidos. Tabela V: unidades ponderadas por profissional Profissionais Nº de UP Médicos 2368 Enfermeiros 1973 Assist Técnicos 2960 Fonte: SIARS 1.3. Recursos humanos Em 2013, a USF Condeixa contou com 5 médicos especialistas em MGF, 8 médicos internos de MGF, 6 enfermeiras e 4 Assistentes Técnicas. A média de utentes inscritos por médico de família na USF Condeixa é de cerca de 1829 utentes/médico, correspondendo a 2368 unidades ponderadas. A média de utentes por enfermeiro de família é 1524 utentes/enfermeiro, o que corresponde a 1973 UP. Estes dois resultados demonstram uma sobrecarga de utentes por médico e por enfermeiro, o que implica um enorme empenho e dedicação da equipa, de forma a manter os níveis de qualidade exigidos. A USF Condeixa apresenta idoneidade formativa, pelo que está vocacionada para o ensino pré e pós-graduado. Encontram-se em formação neste momento oito médicos internos da especialidade de MGF, bem como 2 médicos internos do ano comum em rotatividade por períodos de 3 meses, perfazendo 8 internos do ano Comum/ano. No que concerne ao ensino pré-graduado, a unidade também dá formação a alunos do 5º e 6º anos da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra. É também dada formação a alunos de Enfermagem do 3º, 4º ano e Enfermeiros a frequentar a Pós- Licenciatura de Especialização em Enfermagem. Relatório de Atividades
10 Tabela VI - listagem dos elementos da USF Condeixa Categoria Nome Médico Médico Médico Médico Médico Enfermeira Enfermeira Enfermeira Enfermeira Enfermeira Enfermeira Assistente Técnica Assistente Técnica Assistente Técnica Assistente Técnica Interno MGF Interno MGF Interno MGF Interno MGF Interno MGF Interno MGF Interno MGF Interno MGF José Miguel de Figueiredo da Conceição Rosália Maria Teixeira Apolónia Baeta Pereira Luis Mendes de Almeida Carla Maria dos Santos Silva Fernando Pais e Pinto Alda Celina dos Reis Veloso Elise Peça Arruda Villas Boas Joana Maria Falcão Ribeiro da Silva Matias Paula Alexandra Verissimo Amaro Sandra Cristina Varino de Figueiredo Caseiro Sandra Maria Ribeiro Rodrigues da Silva Valada Maria Odete P. Almeida Pinto Lopes Licínia Maria M. Roque Torres Simões Maria de Lurdes Dinis Lopes dos Santos Maria de Lurdes Mendes João Félix Morais Ana Carolina Roque Leandro Fabião Ana Luisa Sacramento Liliane Carvalho Ana Cristina Pereira Carolina Aires Rui Moreira Patricia Rita Relatório de Atividades
11 1.4. Oferta e disponibilidade de serviços A USF Condeixa tem um horário de funcionamento todos os dias úteis, das 08:00 às 20:00 horas, sendo o período de atendimento (intervalo de tempo diário durante o qual a USF efetua atendimento ao público) das 08:15 às 19:45 horas. A equipa mantém em execução os programas estabelecidos na Carteira Básica, e que já constavam dos anteriores Planos de Ação da USF. Seguidamente apresentam-se os programas de saúde que fazem parte da Carteira Básica da USF. 1. Programa de Saúde Infantil e Juvenil; 2. Programa de Planeamento Familiar; 3. Programa de Saúde Materna; 4. Programa de Prevenção Oncológica; 5. Programa de Saúde Adulto/Idoso e Cuidados a Doentes Dependentes Crónicos /Patologia Múltipla 6. Programa de Vigilância de Diabéticos 7. Programa de Vigilância de Hipertensos 8. Dependentes 9. Programa de Vacinação; 10. Programa de Cuidados em Situações de Doença Aguda Carteira adicional de serviços Esta USF tem como carteira adicional a Consulta de Desabituação Tabágica Alargamento de horário Não foi contratualizado alargamento de horário. Relatório de Atividades
12 2. Contratualização e resultados O Decreto-Lei e a Portaria 301/2008 estabelecem que as USF em modelo B devem contratualizar anualmente metas para um conjunto de indicadores, com o departamento de contratualização do respetivo ACeS. Os indicadores pertencem a 3 grupos: - Indicadores relacionados com incentivos institucionais - Indicadores relacionados com incentivos financeiros - Atividades específicas Neste contexto apresentam-se, a seguir, os resultados referentes aos indicadores dos incentivos institucionais, financeiros e das actividades específicas contratualizados entre o Departamento de Contratualização do ACeS Baixo Mondego I e a Unidade de Saúde Familiar Condeixa, para o ano de Cobertura assistencial Tabela VII: utentes inscritos Nº Inscritos Inicio 31/12/13 Contratualização Meta Indicadores institucionais Efectuamos a avaliação dos indicadores de acessibilidade, produtividade, qualidade técnico-científica, efetividade e eficiência que foram contratualizados no início de 2013 com o ACeS Baixo Mondego I, e constantes na Carta de Compromisso para Os dados que se apresentam foram obtidos do Sistema de Informação das ARS (SIARS - aplicação Microstrategy), no dia 22 de Fevereiro de Os valores relativos à vacinação aos 2 anos foram extraídos do SINUS. Relatório de Atividades
13 Ano 2013 Indicadores Institucionais Meta Desvio Acessibilidade 3.12 % consultas pelo próprio médico de familia 85% 76% 85% -11% 3.15 Tx utilização global de consultas 73% 73% 76% -4% Tx visitas domiciliárias medicas/1000 inscritos Tx visitas domiciliárias enfermagem/1000 inscritos % % Produtividade v1 5.4M2 5.10M i v v % mulheres c/ colpocitologia actualizada Proporção hipertensos c/ idade <65a, com TA inferior a 150/90mmHg % diab. De 18-75a. com >=2HbA1C reg. últ 12m (2 semestres) % hipert. c/ reg PArterial em cada semestre Proporção de criancas c/pnv actualizado aos 2 anos Proporção inscritos =>14 anos c/ registo hábitos tabágicos % 1as consultas de vida feitas até aos 28 dias 61,70% 63,20% 62,00% 5% ND ND 50,00% 96,84% 93,26% 95,00% -2% 91,88% 92,23% 92,00% 1% 97,70% 95,95% 98,00% -2% ND ND 40,00% 95,89% 95,59% 95,00% 1% 6.9 % 1as cons. grávidas 1º trim (vigiadas) 80,85% 82,93% 90,00% -8% Qualidade Satisfação dos utentes Efectividade 7.6 d4 7.7 d1 Custo Médio medica/ facturados / utilizador (PVP) Custo Médio MCDT facturados / utilizador SNS 153,85 147,35 148,40 36,66 32,80 37,50 Relatório de Atividades
14 Indicadores de acessibilidade Tabela VIII: Indicadores de acesso Número Nome do indicador Numerador Denominador % 3.12 % consultas pelo próprio médico de família ,80% 3.15 Taxa utilização global de consultas ,66% 4.18 Taxa visitas domiciliárias medicas/1000 inscritos 4.30 Taxa visitas domiciliárias enfermagem/1000 inscritos , ,89 Número Nome do indicador Resultado Objectivo % objectivo Pontos 3.12 % consulta pelo próprio médico de família 76% 85% >80<90% 2* 3.15 Taxa utilização global de consultas 73% 76% >90% Taxa visitas domiciliárias medicas/1000 inscritos 4.30 Taxa visitas domiciliárias enfermagem/1000 inscritos >90% 2* >90% 2 SUBTOTAL 8 1 médico ausente durante todo o ano Indicadores de desempenho assistencial Tabela IX: Indicadores de desempenho assistencial Número Nome do Indicador Numerador Denominador % 5.2 % mulheres c/ colpocitologia actualizada ,78% v1 Proporção de hipertensos c/ idade <65a, com TA inferior a 150/90mmHg ND ND 5.4M2 5.10M1 % diabéticos de 18-75a, com >=2 HbA1C reg. últimos 12 m, abrang. 2 semestres % hipertensos c/ registo PA em cada semestre ,98% ,23% Relatório de Atividades
15 Número Nome do Indicador Numerador Denominador % v1 Proporção de crianças c/pnv actualizado aos 2 anos v1 Proporção inscritos =>14 anos com registo de hábitos tabágicos ND ND 6.12 % 1as consultas de vida feitas até aos 28 dias ,59% 6.9M % 1as consultas grávidas 1º trimestre (vigiadas) ,93% Número Nome do Indicador Resultado Objectivo % Objectivo Pontos v1 5.4M2 5.10M v v1 % mulheres c/ colpocitologia actualizada Proporção de hipertensos c/ idade <65a, com TA inferior a 150/90mmHg % diabéticos de 18-75a, com >=2 HbA1C reg. últimos 12 m, abrang. 2 semestres % hipertensos c/ registo PA em cada semestre Proporção de crianças c/pnv actualizado aos 2 anos Proporção inscritos =>14 anos com registo de hábitos tabágicos 63% 62% >90% 2 ND ND 2 93% 95% >90% 2 93% 92% >90% 2 96% 98% >90% 2 ND ND % 1as consultas de vida feitas até aos 96% 95% >90% 2 28 dias 6.9M % 1as consultas grávidas 1º trimestre (vigiadas) 83% 90% >90% 2 SUBTOTAL 16 Relatório de Atividades
16 Indicadores de qualidade percecionada TabelaX: Indicador de satisfação Número Nome do Indicador Resultado Objectivo INDICADORES DE SATISFAÇÃO % Objectivo Pontos Percentagem de utilizadores satisfeitos / muito satisfeitos 2 SUBTOTAL Indicadores de eficiência Tabela XI: Indicadores de eficiência Número Nome do Indicador Numerador Denominador Resultado INDICADORES DE EFICÁCIA 7.6 d4 CM medicamentos faturados por utilizador (PVP) , d1 CM MCDT faturados p/ utilizador ,80 * Dados existentes a , SIARS Número Nome do Indicador Resultado Objectivo INDICADORES DE EFICÁCIA % Objectivo Pontos 7.6 CM medicamentos prescritos por utilizador (PVP) 147,35 148,40-1, CM MCDT prescritos p/ utilizador 32,89 37,50-4,61 2 SUBTOTAL 4 Pontos TOTAL INDICADORES INSTITUCIONAIS 30 Relatório de Atividades
17 2.3. Indicadores financeiros Ano 2013 Indicadores financeiros Meta Desvio Planeamento Familiar 3.22M Taxa consulta Enfermagem em PF (Mulheres 15-49a) 5.2M % mulheres vigiadas PF c/ colpocitologia actualizada Saúde Materna 4.22M % grávidas c/ 6 ou mais consultas enfermagem em saúde materna 6.4 % grávidas c/ revisão puerpério efectuada 4.33 % domicíl. enfermagem realizados a puérperas vigiadas na USF Saúde Infantil 1º ano 6.13 % diagnósticos precoces (THSPKU) até 7dia recémnascido 4.34M % domicíl. enfermagem realizados a recém-nascidos até aos 15d vida 4.9M 1m % crianças c/ =>6 consultas de SI dos 0-11 meses Saúde Infantil 2º ano 4.10M 1m % crianças c/ =>3 consultas de SI no 2º ano vida 5.13M2 % inscritos 2a c/ peso e altura registados nos últimos 12m 6.1 % crianças c/pnv actualizado aos 2 anos Diabetes 6.19M % diabéticos 18-75a c/ consulta de enfermagem v1 % diabéticos com gestão regime terapêutico ineficaz 5.7 % diabéticos c/ registo de exame dos pés no ano Hipertensão 5.10M f % hipertensos c/ registo Pressão Arterial em cada semestre 5.13M1 % hipertensos c/ registo de IMC nos últimos 12 m 6.2M % hipertensão c/ vacina antitetânica actualizada 48,72% 47,85% 50,00% -4% 89,23% 88,99% 92,00% -3% 78,95% 85,00% 86,00% -1% 95,65% 100,00% 90,00% 11% 78,26% 76,19% 82,00% -7% 97,22% 96,92% 99,00% -2% 84,85% 72,31% corr.(100%) 85,00% 18% 96,72% 96,83% 92,00% 5% 91,43% 98,39% 91,00% 8% 98,86% 96,05% 95,00% 1% 97,70% 95,95% 98,00% -2% 99,16% 99,16% 95,00% 4% ND ND 98,03% 98,88% 95,00% 4% 91,88% 92,23% 92,00% 0% 91,05% 92,71% 92,00% 1% 98,98% 99,58% 99,00% 1% Relatório de Atividades
18 Tabela XII: Vigilância em Planeamento Familiar Número Nome do indicador Numerador Denominador % VIGILÂNCIA EM PLANEAMENTO FAMILIAR 3.22M 5.2M Tx consultas enfermagem PF (Mulheres anos) % mulheres vigiadas PF c/ colpocitologia actualizada ,85% ,99% Número Nome do indicador Resultado Objectivo % objectivo Pontos VIGILÂNCIA EM PLANEAMENTO FAMILIAR 3.22M 5.2M Tx consultas enfermagem PF (Mulheres anos) % mulheres Vigiadas PF c/ colpocitologia actualizada 48% 50% >90% 2 89% 92% >90% 2 SUBTOTAL 4 Tabela XIII: Vigilância em Saúde Materna Número Nome do Indicador Numerador Denominador % VIGILÂNCIA EM SAÚDE MATERNA 4.22M % grávidas c/ 6 ou + consultas de enfermagem em S. materna ,00% 6.4 % grávidas c/ revisão puerpério efetuada ,00% 4.33 % domicílios enfermagem a puérperas vigiadas na USF ,19% Número Nome do Indicador Resultado Objectivo VIGILÂNCIA EM SAÚDE MATERNA % Objectivo Pontos 4.22M % grávidas c/ 6 ou + consultas de enfermagem em S. materna 85% 86% >90% 2 Relatório de Atividades
19 Número Nome do Indicador Numerador Denominador % 6.4 % grávidas c/ revisão puerpério efetuada 100% 90% >90% % domicílios enfermagem a puérperas vigiadas na USF 76% 82% >90% 2 SUBTOTAL 6 Tabela XIV: Vigilância da criança 1º ano de vida Número Nome do indicador Numerador Denominador % VIGILÂNCIA DA CRIANÇA 1º ANO DE VIDA 6.13 % diagnósticos precoces (THSPKU) até 7dia recém-nascido ,92% 4.34M % domicílios enfermagem realizadas a recém-nascidos até aos15dias de vida 47 (corrigido- 65)* ,00% 4.9 M % crianças com pelo menos 6 consultas vigilância de SI dos 0 aos 11 M ,83% Número Nome do indicador Resultado Objectivo VIGILÂNCIA DA CRIANÇA 1º ANO DE VIDA % objectivo Pontos M 4.9 M % diagnósticos precoces (THSPKU) até 7dia recém-nascido % domicílios enfermagem realizadas a recém-nascidos até aos15dias de vida % crianças com pelo menos 6 consultas vigilância de SI dos 0 aos 11 M 97% 99% >90% 2 100% 85% >90% 2 97% 85% >90% 2 SUBTOTAL 6 * Em anexo está a listagem dos recém-nascidos residentes fora do Concelho de Condeixa-a-Nova. Tabela XV: Vigilância da criança no 2º ano de vida Número Nome do indicador Numerador Denominador % VIGILÂNCIA DA CRIANÇA 2º ANO DE VIDA 4.10 M % crianças com 3 ou + consultas SI no 2º ano de vida ,39% Relatório de Atividades
20 Número Nome do indicador Numerador Denominador % 5.13M2 % inscritos 2 anos c/ peso e altura registados nos últimos 12 meses ,05% 6.1 % crianças c/pnv actualizado aos 2 anos 95,95% Número Nome do indicador Resultado Objectivo % Pontos VIGILÂNCIA DA CRIANÇA 2º ANO DE VIDA 4.10 M 5.13M2 % crianças com 3 ou + consultas SI no 2º ano de vida % inscritos 2 anos c/ peso e altura registados nos últimos 12 meses 99% 91% >90% 2 96% 95% >90% % crianças c/pnv actualizado aos 2 anos 96% 98% >90% 2 SUBTOTAL 6 Tabela XVI: Vigilância do Diabético Número Nome do indicador Numerador Denominador % VIGILÂNCIA DO DIABÉTICO 6.19M % diabéticos 18-75a c/ consulta enfermagem ,16% 6.16 % diabéticos com gestão regime terapêutico ineficaz 5.7 % diabéticos c/ registo1 exame pés no ano ,88% Número Nome do indicador Resultado Objectivo % Pontos VIGILÂNCIA DO DIABÉTICO 6.19M % diabéticos 18-75a c/ consulta enfermagem 99% 95% >90% % diabéticos com gestão regime terapêutico ineficaz ND ND % diabéticos c/ registo1 exame pés no ano 99% 95% >90% 2 SUBTOTAL 6 Relatório de Atividades
21 Tabela XVII: Vigilância do Hipertenso Número Nome do indicador Numerador Denominador % VIGILÂNCIA DO HIPERTENSO 5.10M f 5.13M1 6.2M % hipertensos c/ registo de Pressão Arterial nos últimos 6 meses % hipertensos c/ registo de IMC nos últimos 12 meses % hipertensos com idade=>25a c/ vacina antitetânica actualizada ,23% ,71% ,58% Número Nome do indicador Resultado Objectivo VIGILÂNCIA DO HIPERTENSO % objectivo Pontos 5.10M f % hipertensos c/ registo de Pressão Arterial nos últimos 6 meses 92% 92% >90% M1 % hipertensos c/ registo de IMC nos últimos 12 meses 93% 92% >90% 2 6.2M % hipertensos com idade=>25a c/ vacina antitetânica actualizada 100% 99% >90% 2 SUBTOTAL 6 Pontos TOTAL INDICADORES FINANCEIROS 34 Relatório de Atividades
22 2.4. Situações com impacto nos resultados No decorrer do ano em análise não se detetaram situações que se pudessem refletir no apuramento dos resultados finais, para além das abaixo descritas. No entanto, em relação ao indicador 4.34M: % de visitas domiciliárias de enfermagem realizadas a recém-nascidos até aos 15 dias de vida: dos recém-nascidos de 2013, 18 residem fora do concelho, logo não pode ser realizada visita domiciliária Ausências prolongadas Durante o ano em apreço esteve ausente do serviço por doença a médica Carla Santos Silva, durante todo o ano. A sua substituição foi efetuada pelos restantes médicos da USF, em regime de intersubstituição Médicos prescritores na USF Durante o ano 2013 a USF Condeixa deu formação a 9 médicos internos da especialidade de MGF. Estes médicos apresentam alguma especificidade na sua prescrição de medicamentos e MCTD que resulta do facto de se encontrarem em treino de aprendizagem. Médicos Internos de Medicina Geral e Familiar na USF Condeixa durante 2013: Ana Carolina Roque Leandro Fabião Patrícia Rita Ana Luísa Sacramento Liliane Carvalho Ana Cristina Pereira Rui Moreira Carolina Aires Dra. Elizabeth Silva Relatório de Atividades
23 Salienta-se ainda o facto de, no SIARS, surgirem como médicos prescritores: Prescritor Indicador Nome Valor Médico desconhecido 7.6 d5 Despesa medicamentos facturados/utilizador PVP d4 Custo medicamentos facturados/utilizador PVP Médico urgência 7.6 d4 Custo medicamentos facturados/utilizador PVP Outras situações para análise Não foram detetadas outras situações com impacto significativo na produção da USF Carteira adicional de serviços (consulta de cessação tabágica) Meta contratualizada: 48 consultas N. Consultas efetuadas 65 consultas Horas gastas 24 horas Pacote negociado 24h / 2h por mês Nas consultas programadas faltaram 7 utentes, (2 faltas à 1ª consulta e 5 faltas às consultas seguintes). Relatório de Atividades
24 Tabela XVIII: Caracterização por Grupo Etário dos Utentes da Consulta de Desabituação Tabágica CARACTERIZAÇÃO DOS UTENTES POR GRUPO ETÁRIO Idades dos Utentes SEXO MASCULINO SEXO FEMININO TOTAL nº de fumadores inscritos nº de fumadores inscritos Total fumadores inscritos (Masc+Fem) 10 a 14 anos 15 a 24 anos 25 a 34 anos a 44 anos a 54 anos a 64 anos a 74 anos anos TOTAL Tabela XIX: Caracterização por Género e Frequência dos Utentes da Consulta de Desabituação Tabágica CARACTERIZAÇÃO POR GÉNERO Frequência dos Utentes SEXO MASCULINO SEXO FEMININO TOTAL 1 vez vezes vezes vezes 3 3 > 5 vezes TOTAL Relatório de Atividades
25 2.6. Alargamento de horário A USF Condeixa não contratualizou alargamento de horário Atividades específicas Tabela XX: Atividades específicas Atividades específicas de vigilância Regra A Regra B Regra C Regra D Regra E Regra F Regra G Regra H Utentes que cumprem UP UC Diabetes ,31 Hipertensão ,51 Planeamento Familiar Crianças 1º ano vida Crianças 2º ano vida Saúde Materna , , , ,47 TOTAL USF ,07 TOTAL POR MÉDICO 19,41 A USF manteve os elevados índices de cumprimento das metas contratualizadas. A pontuação atingida nos indicadores institucionais é de 30 pontos. O valor dos incentivos a atribuir será portanto de 100%. Nos indicadores financeiros a notação atingida é de 34 pontos em 34 possíveis, pelo que o valor dos incentivos financeiros a atribuir é de 100%. Na avaliação das atividades específicas a USF Condeixa mantém o desempenho em relação a 2012, com 19 Unidades Contratualizadas por médico. Relatório de Atividades
26 3. Avaliação do plano de ação Embora estes indicadores não sejam contratualizados e sendo nosso objetivo executar cuidados promotores de saúde e preventivos da doença que promovam o bem-estar e autonomia da criança e da pessoa adulta e idosa, a sua concretização assim como o aumento das taxas de cobertura destes indicadores visam a qualidade dos cuidados prestados na USF. Tabela XXI: Indicadores não contratualizados pela USF Indicador % de inscritos entre os 50 e 74 anos com PSOF ou Colonoscopia atualizada nos últimos 2 anos 38,6% 34,21% Percentagem de crianças com PNV atualizado aos 14 anos 95,24% 91,09% Taxa de utilização de consultas de PF 42,58% 42,24% 4. Reuniões do Conselho Geral Durante o ano de 2013 realizaram-se 9 reuniões do Conselho Geral, procurando manter uma análise e vigilância apurada de todas as situações que pudessem influenciar a prestação de cuidados da USF. Para além das reuniões do Conselho Geral foram levadas a cabo reuniões parcelares para cada um dos estratos profissionais da USF. Apresentamos de seguida os temas e assuntos mais específicos referentes à atividade anual das reuniões em Conselho Geral: 1ª Ata com ponto fixo de análise de reclamações e sugestões/ diário de bordo Análise e aprovação de procedimentos o o PG02-Proc04 PO04-Proc09 Relatório de Atividades
27 o PG02-Proc01 o Rectificação do PO04-Proc02 o PO05-Proc03 o PO03-Proc01 Discussão e aprovação do PA 2013 Escolha do lema da USF Condeixa Apresentação das conclusões do PAI 2012 PAI 2013 Aprovação do guia do formando Análise e aprovação de procedimentos o PG01-Proc1 o PS01-Proc03 o PS01-Proc04 o PS03-Proc01 o PO03-proc02 Eleita Dr.ª Rosália para o CT Discussão e aprovação do Relatório de Atividades Aprovação do PAII USF Condeixa Formação Horários Alteração ao PAII de 2010 Reflexão sobre sugestões e reclamações Diário de bordo Auscultação do candidato à Câmara de Condeixa Nuno Moita Marcação das datas para o GESQUAL Apresentação dos resultados da monitorização dos tempos de espera Jornal da USF que futuro? Indicadores de Março de 2013 Reflexão sobre sugestões e reclamações Diário de bordo Discussão e aprovação do perfil de secretário clínico Discussão e alteração do Procedimento dos EAD s Reflexão sobre sugestões e reclamações Diário de bordo Preparação da visita da ERA Relatório de Atividades
28 Apresentação e aprovação dos horários setoriais Apresentação e aprovação de procedimentos terminados Reflexão sobre sugestões e reclamações Diário de bordo Apresentação dos panfletos da Dra. Ana Sacramento Indicadores: medidas corretivas Secretariado clínico análise da situação Procedimentos a aprovar 5. Desenvolvimento de competências e formação contínua A Formação em Serviço de cada unidade de saúde pode ser um importante instrumento, quer de construção e de atualização de conhecimentos, quer de mudança institucional, pelo que importa fomentar uma dinâmica de participação e cooperação, para que todos os profissionais envolvidos da unidade de saúde se sintam implicados e valorizados. A USF preconiza no seu plano de ação o aumento da efetividade dos serviços, através da monitorização regular dos indicadores chave de forma a alcançar a melhoria da gestão clínica, organizacional e funcional e promover a qualidade dos cuidados prestados. A formação em serviço da USF Condeixa, no sentido de dar resposta ao proposto no plano de ação da mesma, tem como principais objectivos: Permitir aumentar e atualizar os conhecimentos técnico-científicos e de práticas profissionais; Uniformização dos cuidados; Instituir espaços de reflexão e de intervenção que levam a um processo de mudança de conceções e de atitudes. Relatório de Atividades
29 5.1. Plano anual de formação contínua A formação em serviço é uma área que em muitas situações exige uma preparação e uma prática especial, porque envolve não só a transmissão de informação, mas também, a pretensão de suscitar novos comportamentos e atitudes nos profissionais. Aprender é um processo continuado no Ser Humano que envolve processos de maturidade, pensamento, comportamento e mudança, permitindo o desenvolvimento do saber, do saber fazer e do saber ser. E estando a sociedade atual em constante mutação e permanente evolução, torna-se necessário que os profissionais adotem novas estratégias que permitam a renovação contínua dos diversos saberes, inicialmente através da formação de base e que, posteriormente, terá de ser continuada através da formação contínua. O plano de formação é anual e pretende colmatar as necessidades previamente identificadas que consistirá na participação em formação interna e externa. Desta forma foram aferidas as necessidades formativas individuais de todos os elementos da USF, as quais foram obtidas através do preenchimento de uma folha de levantamento de necessidades formativas. Foi realizado o auto-diagnóstico individual e coletivo das nossas necessidades formativas e assim programadas e agendadas as formações. Neste sentido a execução deste programa tornou-se bastante pertinente, na medida em que se pretendia e se verificou uma evolução positiva no crescimento de todos os profissionais envolvidos na equipa de saúde, no sentido destes terem desenvolvido capacidades técnicas e relacionais procurando a melhoria da qualidade dos cuidados e consequentemente a satisfação das pessoas a quem esses cuidados se destinam. Esta melhoria teve a ver essencialmente com a monitorização e uniformização de registos, assim como a utilização de novos sistemas informáticos, pois permitiram um melhor acesso à informação nas diversas áreas e na avaliação de determinados parâmetros até aqui não totalmente valorizados por todos os elementos da equipa da USF Necessidades Formativas / 2013 Em relação ao autodiagnóstico individual e coletivo das necessidades formativas para o ano de 2013, pode-se concluir pelo quadro seguinte que os objetivos a que os profissionais se propuseram foram atingidos. Relatório de Atividades
30 Tabela XXII- Necessidades formativas por médico MÉDICO NECESSIDADE FORMATIVA R NR Pais e Pinto Cessação tabágica, boas práticas nas NOC X (1/2) Rosália Gestão conflitos, boas práticas nas NOC X (1/2) Miguel Conceição Consulta do adolescente x Luís Almeida Rastreios x Carla Silva Erro médico e segurança do doente ausente ausente Legenda - R: realizada; NR: não realizada Tabela XXIII- Necessidades formativas por enfermeiro ENFERMEIRA NECESSIDADE FORMATIVA R NR Celina Controlo da infecção x Elise Pé diabético, aleitamento materno, consulta do adolescente X(1/2) Joana Tratamento de feridas, consulta do adolescente. x Paula Consulta do adolescente, Suporte Documental Normalizado nas USF x Sandra Valada Consulta do adolescente, Tratamento de feridas X (1/2) Sandra Fig. Certificação de qualidade, saúde materna, Legenda - R: realizada; NR: não realizada consulta de adolescentes x Tabela XXIV- Necessidades formativas por assistente técnico ADMINISTRATIVA NECESSIDADE FORMATIVA R NR Odete, Licínia, Lurdes Morais e Lurdes Santos Atendimento ao público x Odete, Licínia, Lurdes Morais Aperfeiçoamento da utilização dos programas, e Lurdes Santos Word e Excel Legenda - R: realizada; NR: não realizada x Relatório de Atividades
31 Tabela XXV - Necessidades formativas da equipa Equipa NECESSIDADE FORMATIVA R NR Infecção hospitalar x Segurança no trabalho x Qualidade atendimento Legenda - R: realizada; NR: não realizada x No que diz respeito às necessidades formativas da equipa pode-se concluir pelo quadro pelo quadro acima apresentado, que a maioria dos objectivos foram atingidos Formação Externa As formações externas realizadas a toda a equipa, em 2013, foram: Tabela XXVI Formação externa geral DATA TEMA FORMADOR Nº Participantes 15 e 16 de Atendimento ao Público Vera Carnapete e 20 Fevereiro Qualidade Sónia Araújo 1 de Junho GESQUAL D. Luís Cardia de Setembro (Acreditação e análise Swar) GESQUAL (Acreditação e análise Swar) D. Luís Cardia 16 A partilha de informação é feita pelos profissionais que pedem comissão gratuita de serviço. Estes elaboram um relatório da formação que assistiram e enviam-no para o e- mail do grupo da USF Condeixa, de forma a todos os profissionais terem acesso à informação. Apresentamos a seguir os temas das formações realizadas fora da USF e os profissionais que frequentaram as mesmas: Relatório de Atividades
32 Tabela XXVII Formação externa dos profissionais PROFISSIONAL FORMAÇÃO RELATÓRIO CERTIFICADO Ana Cristina Carolina Roque Actualização Cardiológica do Norte para MGF Patient Care Carolina Aires Patient Care X Patrícia Rita Patient Care X X Rui Moreira Patient Care X Carolina Aires IX Jornadas de Urologia da Zona Centro em X MGF Patrícia Rita IX Jornadas de Urologia da Zona Centro em X X MGF Ana Cristina XXX Curso de Actualização de Dermatologia e Venereologia Leandro Fabião V Encontro Nacional das USF X Carolina Aires XXX Curso de Actualização de Dermatologia e X X Venereologia Patrícia Rita XXX Curso de Actualização de Dermatologia e X X Venereologia Miguel Conceição V Encontro Nacional das USF X Rosália Pereira V Encontro Nacional das USF X X Joana Falcão Matias V Encontro Nacional das USF X X Paula Veríssimo V Encontro Nacional das USF X X Sandra Figueiredo V Encontro Nacional das USF X X Lurdes Morais V Encontro Nacional das USF X X Licínia Simões V Encontro Nacional das USF X X Ana Sacramento V Encontro Nacional das USF X X Carolina Aires V Encontro Nacional das USF X X Elise Vilas Boas II Jornadas internacionais Feridas: uma X X problemática no contexto actual Relatório de Atividades
33 Sandra Valada II Jornadas internacionais Feridas: uma problemática no contexto actual X X Carolina Aires Curso de Actualização em Pediatria para MGF X Patrícia Rita Curso de Actualização em Pediatria para MGF Elisabeth Silva XI Curso Pós Graduado sobre Envelhecimento Leandro Fabião Curso integrado da diabetes X Leandro Fabião Insulinoterapia na Diabetes Tipo II X Rosália Pereira XXXIV Curso de Reumatologia X X Elisabeth Silva XXXIV Curso de Reumatologia Carolina Aires XXXIV Curso de Reumatologia Leandro Fabião XXXIV Curso de Reumatologia Leandro Fabião Jornadas de Coimbra da APMGF Leandro Fabião Aconselhamento Alimentar em Diabetes X Patrícia Rita Jornadas de Cardiologia do Centro X Elise Vilas Boas 17º Jornadas de Endocrinologia e Diabetologia X X Sandra Valada 17º Jornadas de Endocrinologia e Diabetologia X X Rosália Pereira 17º Jornadas de Endocrinologia e Diabetologia X Patrícia Rita 17º Jornadas de Endocrinologia e Diabetologia X Carolina Aires 17º Jornadas de Endocrinologia e Diabetologia Liliane Carvalho Escola de Outono da APMGF Leandro Fabião Terapêutica na diabetes Tipo II Os Médicos Internos de MGF, partilham informação e experiências, destinadas a médicos e enfermeiros em reuniões semanais, tendo alguns sido apresentados em reuniões científicas ou congressos. Foram temas destas sessões os seguintes: Relatório de Atividades
34 Tabela XXVIII Journal Club DATA JOURNAL CLUB AUTOR Tratamento da Urolitíase - Patient Care. Nov 2012 Ana Luísa Sacramento Apresentação de protocolo de trabalho de Avaliação de Qualidade: Monitorização da Dislipidemia Diversificação alimentar no 1º ano de vida Carolina Aires Abordagem da dor Abdominal Crónica nas Crianças Patrícia Rita Qualidade da monitorização da dislipidémia nos doentes Ana Luísa Sacramento com outros factores de risco CV Agosto-2013 Terapêutica farmacológica na DM2 Apresentação de Leandro Fabião norma da DGS Insulinoterapia Patrícia Rita Iodo e Tiróide: O que o Clínico Deve Saber - Acta Médica Ana Luísa Sacramento Portuguesa Apresentação de orientação clínica correspondente. Nov Abordagem da tromboflebite Nódulo da tiróide. Alergia à penicilina. Prescrição de SU na Liliane Carvalho Rui Moreira Diabetes tipo Relatório sobre formação na APDP e insulinoterapia Leandro Fabião Prescrição de hormonas tiroideias - Apresentação de Patrícia Rita norma da DGS 5.2. Formação pré e pós graduada A USF Condeixa presta formação pós graduada, recebendo anualmente 16 a 20 alunos do 5º ano do Mestrado Integrado em Medicina, 8 a 10 alunos do 6º ano, 6 a 8 médicos do Ano Comum e 15 alunos da Licenciatura em Enfermagem Produção científica e de investigação A USF Condeixa está incluída num estudo observacional multicêntrico a nível nacional denominado SIARA (Impacto da educação sobre a doença e estratégias de referenciação no diagnóstico e referenciação de doentes com Artrite Reumatóide e Espondilite Anquilisante Axial) que se encontra a decorrer. Relatório de Atividades
35 5.4. Plano de acompanhamento interno Tema: Absentismo nas Consultas de Saúde Infantil, Planeamento Familiar, Saúde Materna, Diabetes e Hipertensão Descrição do tema A implementação do Plano de Acompanhamento Interno (PAI) de 2012 revelou melhoria acentuada em praticamente todas as equipas, ou seja do 1º para o 2º semestre verificou-se uma diminuição acentuada do absentismo em todas as consultas de SI, PF e SM. Desta forma, em reunião de Conselho Geral foram definidos os responsáveis pela implementação deste plano e foi pedida colaboração a toda a equipa, para o sucesso da continuidade do mesmo e foi decidido unanimemente que se deveria abranger também às consultas de Diabetes e Hipertensão. Os resultados do PAI 2013 ficaram comprometidos a partir de Fevereiro/Março com o inicio da implementação do RNU, dado que as Assistentes Técnicas, quer por falta de tempo quer por limitação do sistema que não permitia a visualização do telefone caso os utentes ainda não tivessem atualizado o seu RNU, viram a sua actividade comprometida. Deste modo este projeto teve como objetivo geral diminuir o absentismo em 4% e aumentar a Taxa de Utilização nas consultas dos grupos vulneráveis de Saúde Infantil (SI), Saúde Materna (SM) E Planeamento Familiar (PF), Diabetes e Hipertensão em comparação com Este projeto teve como objetivos específicos os seguintes: Fazer Diagnóstico de situação do absentismo nas consultas de Diabetes e Hipertensão do 2ºSemestre de 2012; Fazer Diagnóstico de situação do absentismo nas consultas de SI, SM e PF, Diabetes e Hipertensão durante o primeiro e o segundo trimestre de 2013; Identificar os principais motivos do absentismo às consultas de SI; Implementar medidas corretivas com base nos problemas identificados no 1º e 2º trimestre. Relatório de Atividades
36 Análise da implementação Foi elaborado o diagnóstico de situação do ficheiro da USF Condeixa em relação às consultas de Diabetes e Hipertensão do 2º semestre de 2012 e realizada a monitorização ao longo do 1º e 2º trimestre de 2013 de todas as consultas. Posteriormente iremos comparar os dados do 1º e 2º semestre deste ano e comparar os dados do 2ª semestre de 2012 com os dados do 2º semestre de Dados do 2º semestre de 2012 Diabetes e Hipertensão Em relação à percentagem de absentismo da consulta de Diabetes do 2º semestre de 2012 por ficheiro médico conforme o gráfico abaixo, verificamos que onde ocorreu maior percentagem de faltas foi no ficheiro do Dr. Miguel com 16.4%, sendo a percentagem total de faltas da USF nesse período de 7.9%. %"Faltas"DM ,4 9,3 7,9 6,5 3,3 2 Dr./Miguel Dr./Pinto Dr./Luís Dr.ª/Rosália Dr.ª/Carla USF No que respeita à percentagem de absentismo da consulta de Hipertensão apresentada no seguinte gráfico, também se verificou a maior percentagem de absentismo no ficheiro do Dr. Miguel (18.9%) e no da Dra. Carla (17.9%), sendo a percentagem total de faltas da USF nesse período de 14.5% Relatório de Atividades
37 %"Faltas"HTA ,9 7,1 5,8 10,8 17,9 14,5 0 Dr.-Miguel Dr.-Pinto Dr.-Luís Dr.ª Rosália Dr.ª-Carla USF Concluímos neste ponto que a consulta de Hipertensão apresentou uma percentagem de absentismo muito superior a todas as outras consultas em º Semestre de 2013 (1º e 2º Trimestre) A análise dos dados obtidos através da pesquisa no Programa SINUS, por ficheiro médico, do número de faltas nas consultas de SI, SM, PF, HTA e Diabetes entre 2 de Janeiro a 28 de Junho de 2013, permitiu concluir que a maior taxa de absentismo na vigilância dos grupos vulneráveis era na consulta de planeamento familiar (15,8% no 1ºT e 11,8% no 2ºT), seguindo-se a consulta de Hipertensão. Apresentamos de seguida o gráfico da % total de faltas das consultas da USF por médico no mesmo período. Relatório de Atividades
38 Conforme o gráfico acima verifica-se uma descida do absentismo do 1º para o 2º trimestre, sendo o ficheiro com maior diminuição o do Dr. Miguel seguido do ficheiro do Dr. Pinto. O total de faltas do 1º semestre é de 215 faltas em 2420 consultas programadas, sendo a percentagem total de faltas de 8,7%. 2º Semestre 2013 A análise dos dados obtidos através da pesquisa no Programa SINUS, por ficheiro médico, do número de faltas nas consultas de SI, SM, PF, HTA e Diabetes no 2º semestre, permitiu concluir que a maior taxa de absentismo na vigilância dos grupos vulneráveis era na consulta de planeamento familiar (15,4), seguindo-se a consulta de Hipertensão (12,8%) e da consulta de SI (8,7%). Apresentamos de seguida o gráfico da % total de faltas das consultas da USF por médico no mesmo período. Através da análise deste gráfico verificamos que o ficheiro com maior número de faltas é o Dr. Miguel seguido do ficheiro da Dra. Carla. O total de faltas do 2º semestre é de 248 faltas em 2406 consultas programadas, sendo a percentagem total de faltas de 10,3%. Variação das faltas referentes ao 1º e 2º semestre Apresentamos de seguida os gráficos da variação (%) do 1º para o 2º semestre, por ficheiro do absentismo nas consultas de PF, SI, SM, HTA e Diabetes. Relatório de Atividades
39 Consulta de Planeamento Familiar Da análise do gráfico verificamos que o ficheiro onde ocorreu maior variação no absentismo foi o do Dr. Luís (de 7.7% %) ou seja uma variação de 5,9%. Em relação ao total dos ficheiros foi de 13.3% para 15,4%, portanto uma variação no absentismo de 2,1%. Consulta de Saúde Materna Da análise do gráfico verificou-se uma diminuição do absentismo em todos os ficheiros com excepção para o do Dr. Pinto. Em relação ao total dos ficheiros a variação foi de 6,2% para 6,1%, portanto uma variação no absentismo de -0,1%. Relatório de Atividades
40 Consulta de Diabetes Da análise do gráfico verificamos que o ficheiro onde ocorreu maior variação no absentismo foi o do Dr. Luís (de 3,2% - 8,7%) ou seja uma variação de 5,5%. Em relação ao total dos ficheiros foi de 6,1% para 6,6%, portanto uma variação no absentismo de 0,5%. Consulta de Hipertensão Da análise do gráfico verificamos que o ficheiro onde ocorreu maior variação no absentismo foi o do Dr. Miguel (de 10,7% - 15,1%) ou seja uma variação de 4,4%. Não se incluiu na análise o ficheiro do Dr. Pinto uma vez que não existiu uma codificação correta da consulta. Em relação ao total dos ficheiros a variação foi de 13% para 12,8%, portanto uma variação no absentismo de -0,2%. Relatório de Atividades
41 Saúde Infantil Da análise do gráfico verificamos que o ficheiro onde ocorreu maior variação no absentismo foi o do Dr. Miguel (de 5,4% - 10,1%) ou seja uma variação de 4,7%. Em relação ao total dos ficheiros a variação foi de 5,3% para 8,7%, portanto uma variação no absentismo de 3,4%. Avaliação 2013 Da análise do gráfico da variação total das consultas, verificamos que o ficheiro onde ocorreu maior variação no absentismo foi o do Dr. Luis (de 4,7% - 9,3%) ou seja uma variação de 4,6%. Em relação ao total dos ficheiros a variação foi de 8,7% para 10,3%, portanto uma variação no absentismo de 1,6%. Relatório de Atividades
42 Avaliação Após toda a análise dos gráficos, pode-se concluir que no ano de 2013 houve um aumento do absentismo do 1º para o 2º semestre. A principal causa poderá ter sido como já acima referido o facto de se ter deixado de realizar o telefonema na semana anterior à consulta devido à falta de disponibilidade das assistentes técnicas. Esta deveu-se ao RNU e à ausência de uma das assistentes durante o 2º semestre de Pelo cálculo do indicador de impacto que avalia a variação do absentismo às consultas programadas de do 2º semestre de 2013 em relação ao 2º semestre de 2012, verificouse uma variação de %. Significa este valor que o absentismo de 2013 em relação a 2012 foi praticamente o mesmo. A principal razão para esta variação (0) prende-se com os motivos acima referido, ou seja à falta de disponibilidade das assistentes técnicas (ausência de telefonemas). Em relação ao principal motivo de faltas foi tal como no ano anterior o esquecimento. Não foram implementadas medidas corretivas pois o PAI pelos motivos acima referidos não foi desenvolvido. 6. Avaliação da satisfação dos profissionais e utentes 6.1. Satisfação dos utentes No ano de 2013, foi realizado um questionário de satisfação dos utentes pelo Gabinete do Cidadão do ACeS Baixo Mondego. Foi distribuído um questionário estruturado de auto-resposta (anónimo) a todos os utentes com idade igual ou superior a 18 anos, que recorreram às US do ACES BM. Os resultados foram recentemente disponibilizados à USF, que está a preparar o layout para a sua divulgação aos utentes Satisfação dos profissionais Realizado em Fevereiro foram apresentados os resultados em reunião do CG e feita a divulgação aos utentes. Relatório de Atividades
43 Tanto os questionários aplicados aos profissionais como os resultados obtidos na avaliação de satisfação de profissionais e utentes ficam arquivados em pasta própria no gabinete do conselho técnico Reclamações e sugestões Durante o ano de 2013 verificou-se registo de reclamações e sugestões por parte dos utentes e ocorrências registadas em Diário de Bordo pelos profissionais. Apresentamos de seguida os principais motivos Reclamações Diagnóstico incorrecto por parte do médico a utente recorreu à USF a e foi medicada para IU, mas a filha reclamou porque a mãe estava com uma pneumonia. No entanto entre o diagnóstico de IU (USF) e Pneumonia (CHC) passaram 4 dias. A utente foi atendida no gabinete administrativo para efectivação de consulta mas houve um erro e foi outra utente que ficou activa. Só ao fim de 2h se deu pelo erro houve um lapso pela parte da assistente técnica. Não atendimento de uma situação aguda, quando esteve na fila cerca de 1h a quando chegou a sua vez ás 19h25 já não havia consulta para esse dia. Utente que queria consulta não urgente no próprio dia e não aceitou a oferta para o dia seguinte está afixado que a USF possibilita marcação de consulta programada em 5 dias. Foram cumpridos os procedimentos. Falta de resposta a uma utente para dar resultado de análises à urina que segundo a utente estariam alteradas mas segundo avaliação médica estariam normais. Não atendimento de uma situação aguda no próprio dia a ser atendido seria na USF Fernando Namora (era utente esporádica que estava em casa da neta que pertence a essa USF) ou então deveria deslocar-se ao CS de origem. Foram cumpridos os procedimentos. Médica ter respondido que a Sra. não deveria ser atendida neste CS, conversa esta no corredor em tom alto e arrogante. Relatório de Atividades
44 Enfermeira ter atendido utentes que chegaram depois do utente em questão Informado que o atendimento não é por hora de chegada mas sim por ordem de marcação e como o utente veio mais cedo e os outros chegaram na sua hora, foram atendidos primeiro. Foram cumpridos os procedimentos. Não marcação de consulta para o mesmo dia quando chegou à USF às 18,50h. Cumpridos os procedimentos Utente de Souselas que queria uma consulta de urgência na USF devido a uma dor no olho Nestas situações deve dirigir-se ao CS da sua área de residência, pois é um concelho vizinho. Foram cumpridos os procedimentos. Ausência de telefonista no Centro de Saúde A telefonista reformou-se e irá ser substituída por uma assistente operacional do CS de Condeixa. Não atendimento em consulta alargada de um doente que procurou consulta às 19h e queria consulta no próprio dia. Foi oferecida consulta no dia seguinte que recusou. Foram cumpridos os procedimentos. Não marcação de consulta para o próprio dia de consulta para o seu médico de família, não sendo situação aguda. Foram cumpridos os procedimentos Sugestões Filas de espera para atendimento administrativo. Está afixada a informação da demora devido ao RNU. Sistema de senhas para o atendimento administrativo A USF já solicitou a aquisição de um quiosque electrónico com as verbas dos Incentivos Institucionais. Que não seja permitido estacionar debaixo da pala da entrada do antigo SAP. Já foi pedido sinalética para ordenação do estacionamento em todo o parque de estacionamento mas também é preciso que todos colaborem. Ausência de telefonista no Centro de Saúde A telefonista reformou-se e irá ser substituída por uma assistente operacional do CS de Condeixa. Ausência de telefonista no Centro de Saúde A telefonista reformou-se e irá ser substituída por uma assistente operacional do CS de Condeixa. Relatório de Atividades
45 Deve ser colocado sabão para lavagem das mãos nas casas de banho dos utentes. Uma vez que dizem às pessoas para telefonar o telefone deveria ser atendido para assim evitar deslocações à USF. Como está uma assistente técnica de atestado e como por vezes só estão 2 a atender nem sempre é possível atender o telefone. Arranjo da porta de entrada do antigo SAP, para facilitar o acesso de cidadãos com mobilidade reduzida e carros de bebé. Já foram tomadas providências para a sua reparação. Desde Outubro do corrente ano, ficou decidido em reunião de Conselho Geral que seriam divulgadas as medidas corretivas respeitantes às reclamações e sugestões, conforme anexo 2 Diário de Bordo Enf. Celina referiu a falta de Kit s para avaliação de HBA1C, ficaram de entregar mas não chegaram à USF. Enf. Paula fez pedido à USF Fernando Namora para uma reunião com os coordenadores e conselhos técnicos para elaboração do Manual de Articulação. Dra. Rosália referiu que com os atrasos devido ao RNU as consultas programadas estão a ter problemas. Dra. Rosália referiu que devido ao RNU não estão a ser feito os contactos telefónicos para as consultas dos grupos vulneráveis. Dra. Rosália refere que o absentismo às consultas aumentou desde que se iniciou o RNU assim como aumentou o tempo de espera em sala de espera. A Enf. Sandra Valada pede para que quem for buscar Klean-Prep verificar se ficam menos de 5 e se isso acontecer devem informá-la para que seja pedido mais a Coimbra. Se não o fizerem não exijam requisição para ontem. Requisição extraordinária de Tetravac Enf. Sandra refere que D. Andrea ficou de saber se existem vacinas disponíveis noutros CS. Relatório de Atividades
46 Enf. Sandra refere que não teve qualquer resposta por parte da D. Andrea relativamente à vacina Tetravac. Enf. Sandra Figueiredo informou que ao passar os dados das temperaturas do frigorífico para o TGrupo os mesmos desapareceram, mas estavam dentro dos valores normais. Enf. Joana manifestou que não há paciência para as queixas das administrativas pois queixaram-se que houve mais barulho na sala devido a uma sessão de educação para a Saúde feita pelos alunos de enfermagem. Acabe-se com a formação, acabe-se com o gosto em intervir na comunidade e dar visibilidade do trabalho da USF dirigido aos utentes. É lamentável, temos que decidir o que queremos ser, fazer e mostrar. Enf. Sandra refere que foi pedido à D. Andrea fitas Micral-Test e vacinas Tetravac. Enf. Paula referiu que os Kits de RCCR estão fora de validade. Feito contacto com a Dra. Patrícia que pediu para se passar pela Saúde Pública, na Av. Afonso Henriques para levantar os que ela lá tem e para mandarmos os que estão fora de validade. Pediu que depois fosse mandado a pedir mais Kits conforme as necessidades do serviço. Dado conhecimento à D. Fernanda Brás que terá que ir um motorista hoje à tarde tratar deste assunto. Enf. Paula referiu que veio à USF uma Sra. do CAT com uma criança, que refere ter 2 meses, para ser vacinada. Acontece que a criança não tem qualquer registo, não está inscrita, embora já tenha sido observada pelo Dr. Pinto. Já foi pedido um documento ao Tribunal mas até agora nada foi entregue ao CAT. Quem garante que a criança tem mesmo 2 meses? Explicada a situação à acompanhante da criança que referiu ir falar à responsável pelo CAT para conseguir o documento do tribunal com os dados da criança, para se poder inscrever no ficheiro do Dr. Pinto. Enf. Paula refere que no dia anterior estando de serviço até às 20h os dois médicos que também estariam de serviço até às 20h se ausentaram do serviço um às 19h30 e o outro às 19h40m. Se neste período surgisse uma situação aguda como fazíamos? Não estava nenhum médico na USF. Relatório de Atividades
47 A Enf. Elise refere que já foram enviados vários s ao Dr. Eduardo a pedir a reposição do material do carro de emergência mas não houve qualquer resposta. Sendo assim o carro encontra-se inoperacional. A Enf. Sandra Valada solicitou à D. Andrea o aumento de dotação de alguns produtos no cabaz de material e medicação mas ela respondeu que irá decorrer uma reunião para esse efeito. A Enf. Elise refere que continua sem resposta para o carro de emergência que continua inoperacional. A Enf. Sandra Valada enviou mais uma vez um á D. Andrea a pedir pás para o monitor desfibrilhador e botija de oxigénio pertencentes ao carro de emergência, pelo facto de não fazer parte do cabaz. Pediu uma resposta de Coimbra por escrito. O Dr. Miguel refere que o procedimento do Atendimento telefónico não está a ser cumprido pois não só não se atende o telefone como o telemóvel do serviço está desligado. A Enf. Sandra Valada enviou requisição extraordinária a pedir 8 anéis vaginais. A Enf. Paula refere que na mesma tarde, às 14,10h e às 14,20h surgiram duas pessoas com traumatismos a necessitarem de tratamento médico, mas não se encontrava nenhum médico da USF de serviço. A Enf. Sandra Valada refere que fez os pedidos de material mas muitos deles não foram assumidos pelo sistema. Contactou a D. Andrea que lhe pediu que enviasse um com os produtos em falta e que depois a contactaria para irem buscar o material. A Enf. Elise refere que se continua sem resposta para o material para o carro de emergência. A Enf. Sandra Valada refere que passados 3 dias depois de enviar o com o material em falta a D. Andrea continua sem responder. A Enf. Sandra Valada refere que por indicação do Dr. Miguel pediu ao Sr. Luís para ir buscar o material a Coimbra mas o mesmo não estava pronto, tendo sido dada indicação ao Sr. Luís para voltar na 2ª feira. Relatório de Atividades
48 A Enf. Sandra Valada refere que a D. Andrea mandou para se ir buscar o material mas nada foi entregue ao Sr. Luís. A Enf. Sandra Figueiredo refere que há 4 semanas que aguarda pelo fornecimento de pilhas para o monitor digital de tensão arterial. A Enf. Joana escreveu ao Pai Natal para lhe contar a falta de harmonia que vai na USF. Refere que todos devemos seguir o mesmo caminho e que não devem ser postas em questão as decisões tomadas e aprovadas em CG por quem não esteve presente na reunião. 7. Outras actividades 7.1. Educação para a Saúde No âmbito da educação para a saúde os médicos internos de MGF,com a colaboração da equipa de enfermagem e alunos da licenciatura de enfermagem apresentaram temas na rádio regional centro que referimos no quadro seguinte. Tabela XXIX - Programas na Rádio Regional do Centro 2013 Mês da emissão Temas Entrevistado(s) Janeiro Vacinação Dr.ª Ana Cristina Pereira Fevereiro Doenças sexualmente transmissíveis Dr.ª Patrícia Rita Março Violência Doméstica Dr.ª Carolina Aires Abril Saúde no Feminino Dr.ª Carolina Roque (2 progr) e Dr.ª. Ana Sacramento (2 progr) Maio Rastreios Oncológicos Dr. Rui Moreira Junho Artrite Reumatóide Dr. André Teófilo Julho Segurança Rodoviária Alunas Enfermagem 4º ano Agosto A Mente, o cérebro e as Perturbações mentais Dr. Leandro Fabião Setembro Saúde Infantil: Dúvidas e mitos dos pais Dr.ª Ana Cristina Pereira Outubro Conselhos para gravidez e cuidados RN Dr.ª Liliane Carvalho Novembro Lombalgia Dr.ª Carolina Aires Dezembro Adições: Álcool Dr.ª Patrícia Rita Relatório de Atividades
49 Foram também realizadas sessões de educação para a saúde pelos alunos de enfermagem cujos temas passamos a apresentar: Tabela XXX Sessões de Educação Para a Saúde com alunos de Enfermagem Data Temas Formadores Destinatários Local 11/01/2013 Brincadeiras Asseadas 18/01/2013 Brincadeiras Asseadas Alunos do 4º ano ESEnfC Alunos do 4º ano ESEnfC 02/2013 Futuras Mamãs Alunos do 4º ano ESEnfC 05/2013 Delicia, delicia assim a sua cozinha me mata 02/06/2013 Comemoração do dia Internacional Família 12/06/2013 Dia mundial de luta contra a obesidade: Aprenda a comer bem para viver melhor 27/06/2013 Caminhada: Mobilidade Sénior e Santos Populares 06/2013 Programa Rádio: Promoção da Segurança Infantil 16/10/2013 Comemoração do Dia Mundial da Alimentação: Livro de receitas Alunas do 8ª Semestre da ESEnfC Alunas do 8ª Semestre da ESEnfC Alunas do 8ª Semestre da ESEnfC Alunas do 8ª Semestre da ESEnfC Alunas do 8ª Semestre da ESEnfC Alunos do 4º ano ESEnfC Alunos e pais da Pré-Escola Ega Alunos do 3º e 4º ano da E.B. 1 Condeixa Grávidas do 3º Trimestre Funcionárias da cozinha das Escolas C+S de Condeixa Todos os visitantes da feira Utentes da USF Condeixa Utentes da USF Condeixa Ouvintes da Rádio 96.2 FM Alunos do 4º ano ESEnfC Pré Ega E.B. 1 Condeixa USF Escola Fernando Namora Parque das águas Romanas de Condeixa USF USF USF Posters realizados Cartaz da Amamentação Enxoval do bebé Cancro do Colo do Útero Pediculose Higiene Oral Higiene Corporal Relatório de Atividades
50 Slides e Educação para a Saúde Futuras Mamãs: Amamentação na gravidez (2 sessões) Higiene Corporal/Pediculose e Higiene Oral Alimentação Saudável Panfletos Amamentação Como conservar o leite materno Amar e alimentar Higiene Pediculose Hiperuricemia Apanhar sol, com conta peso e medida Segurança infantil em casa Segurança infantil no carro Gripe a Higiene Oral Como vai a sua Próstata? E você? Sabe as regras da Segurança Rodoviária? Prevenção rodoviária Banho do RN Enxoval do Bebé e da mãe Fase final da gravidez e trabalho de parto Transporte de crianças em automóveis Teste do pezinho ou Teste Guthrie Cuidados à pessoa com sonda nasogástrica Livros de receitas saudáveis Outras Atividades 27/06/2013- Caminhada dirigida à população com idade sénior tendo como principal objetivo de incentivar à prática de exercício físico, Relatório de Atividades
51 2/06/2013- Dia Internacional da família, onde foram abordados vários temas: prevenção de acidentes no domicilio, no âmbito da segurança infantil; intervenção do enfermeiro de família na USF; promoção da segurança rodoviária infantil. As nossas intervenções foram feitas com recurso a jogos interativos, Distribuição de garrafas de água com mensagens importantes relativamente ao consumo de água Protocolos/Articulação com outras instituições A USF Condeixa tem um protocolo com a Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, aceitando participar na formação pré e pós graduada de estudantes e profissionais de Enfermagem e com a Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra. Durante o ano 2013 deu-se continuidade ao programa radiofónico de educação para a saúde, em parceria com a Rádio Regional do Centro FM. Articula-se com a Unidade de Saúde Familiar Fernando Namora conforme consta do Manual de Articulação. Tem também protocolo de articulação com a URAP no que respeita às Assistentes Operacionais, Psicólogo, Assistente Social, Fisioterapeuta e Técnica de Saúde Ambiental. Conclusões 1. A USF Condeixa, na sua actividade durante o ano de 2013, atingiu 30 pontos no score dos indicadores institucionais pelo que terá direito a 100% dos incentivos previstos (no valor de euros). 2. No respeitante aos indicadores financeiros foram atingidos 34 pontos, pelo que as enfermeiras e as assistentes técnicas têm direito a 100% dos incentivos financeiros (no valor de e euros, respectivamente). 3. Quanto às actividades específicas, a USF Condeixa atinge 19 UC para cada médico no ano em análise. O Dec.Lei 298/2007 impõe como tecto máximo 20 UC por médico, com um limite de 9 UC relacionadas com a lista de utentes (nº 3 do art. 30º) pelo que os Relatório de Atividades
52 médicos da USF Condeixa deverão passar a receber as UC especificadas na tabela seguinte. Nº Ordem Médicos Nome do Médico UC /lista utentes UC /actividades específicas TOTAL Rosália Pereira 6 19 (25) J. Miguel Conceição 5 19 (24) Pais e Pinto 9 19 (28) Luís de Almeida 9 19 (28) Carla S. Silva 4 19 (23) - 20 Condeixa, Março de 2014 Relatório de Atividades
UNIDADE DE SAÚDE FAMILIAR CONDEIXA
ACES Baixo Mondego ARS Centro, IP UNIDADE DE SAÚDE FAMILIAR CONDEIXA Relatório de Atividades 2012 Fevereiro de 2013 Relatório de Atividades 2012 1 Índice Introdução... 4 1. Caracterização da USF. 5 1.1.
Unidades de Saúde Familiar
Unidades de Saúde Familiar Actividade Realizada em 2009 Alexandre Lourenço, Ana Bicó, Ana Sofia Ferreira e Magda Reis www.acss.min-saude.pt Objectivos A análise efectuada decorre da informação relativa
Objetivos. Eixo Nacional. Eixo Regional. Eixo Local. (3 anos) ACES USF/UCSP. 12 Indicadores comuns a todas as UCSP/USF, definidos pela ACSS
Objetivos (3 anos) Eixo Nacional Eixo Regional Eixo Local 12 Indicadores comuns a todas as UCSP/USF, definidos pela ACSS 4 Indicadores selecionados pela ARS ACES 2 Indicadores selecionados pelo ACES/ULS
CONTRATUALIZAÇÃO INTERNA RELATÓRIO
UNIDADE LOCAL DE SAÚDE DO BAIXO ALENTEJO, EPE DEPARTAMENTO DO AGRUPAMENTO DE CENTROS DE SAÚDE UNIDADE DE SAÚDE FAMILIAR ALFA-BEJA CONTRATUALIZAÇÃO INTERNA RELATÓRIO 2014 Índice Índice... 2 Introdução...
REUNIÃO DE CONTRATUALIZAÇÃO. Data 22/07/2008 Hora de início: 18,00 h Hora de fim: 20,00 h
REUNIÃO DE CONTRATUALIZAÇÃO ACTA Nº1/2008 ADENDA Data 22/07/2008 Hora de início: 18,00 h Hora de fim: 20,00 h Participantes: Conselho Directivo Enf. Isabel Oliveira Depart. Contratualização: Dr.ª Manuela
- Unidade de Saúde Familiar João Semana Modelo B
CARTA DE COMPROMISSO - Unidade de Saúde Familiar João Semana Modelo B O Agrupamento dos Centros de Saúde (ACES) Baixo Vouga III, representado pelo seu Director Executivo, Dr. Manuel Sebe e a Unidade de
Responsável. USF Monte Caparica Américo Varela. Data Início Actividade CS Costa de Caparica Luís Marquês. ACES Almada
Responsável Monte Caparica Américo Varela Data Início Actividade 01-05-2008 CS Costa de Caparica Luís Marquês ACES Almada Data Início Modelo B 01-05-2008 ARS Lisboa e Vale do Tejo Rui Portugal Utentes
INDICADORES DE GESTÃO EM ENFERMAGEM
Fernando Roques 21 Novembro 2014 Évora CCDR Alentejo URAP CARACTERIZAÇÃO DO ACES ALENTEJO CENTRAL O ACES Alentejo Central é um serviço desconcentrado da Administração Regional de Saúde do Alentejo, IP
GUIA ACOLHIMENTO DO FORMANDO DA USF CONDEIXA
GUIA ACOLHIMENTO DO FORMANDO DA USF CONDEIXA MAIO, 2012-1 - Caro Formando/a, É com muito gosto que toda a equipa o recebe na Unidade de Saúde Familiar Condeixa, e desde já muito obrigado pela sua escolha.
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CARTA DE COMPROMISSO
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USF Condeixa RELATÓRIO DE ACTIVIDADES 2014
USF Condeixa RELATÓRIO DE ACTIVIDADES 204 Abril de 205 RELATÓRIO DE ACTIVIDADES 204 Índice INTRODUÇÃO...2 - Caracterização da USF Condeixa...3.- Área geográfica da USF... 4.2- População inscrita...5.3-
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CARTA DE COMPROMISSO - Unidade de Saúde Familiar S. João de Ovar Modelo A O Agrupamento dos Centros de Saúde (ACES) Baixo Vouga III, representado pelo seu Director Executivo, Dr. Manuel Sebe e a Unidade
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MAIO DE 2016 SIGLAS ACES Agrupamento de Centros de Saúde UCSP Unidade de Cuidados Personalizados de Saúde USF Unidade de Saúde Familiar UCC Unidade de Cuidados na Comunidade USP Unidade de Saúde Pública
Pretende-se prestar um melhor serviço com eficácia e eficiência a todos os utentes nela inscritos.
A carta da qualidade da USF Famalicão I pretende dar a conhecer aos seus utentes, todos os serviços prestados, os seus padrões de qualidade, assim como os mecanismos de sugestões e reclamações. A USF Famalicão
SIARS ACES LINHA DIRECTA N. 2
Questões da Semana 1 Indicadores solicitados no âmbito do Relatório Anual de Acesso a Cuidados de Saúde Relatórios SIARS a utilizar para o preenchimento do quadro pág.12 Com o objectivo de responder às
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