APRESENTAÇÃO DO CONSELEITE-MS 15º ENCONTRO TÉCNICO DO LEITE
|
|
|
- Manoela Damásio Cordeiro
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 APRESENTAÇÃO DO CONSELEITE-MS 15º ENCONTRO TÉCNICO DO LEITE
2 SISTEMA CONSELEITE Modelo de autogestão para a determinação de valores de referência para a matériaprima leite
3 Composição do Conseleite-MS Conselho com participação paritária Representantes do produtores rurais (FAMASUL) Representantes das indústrias (SILEMS) Câmara Técnica com participação paritária Representantes dos produtores rurais Representantes das indústrias Instituição independente Auto gestão É uma associação civil regida por estatuto e regulamentos próprios, definidos em comum acordo entre as partes
4 Objetivo do Conseleite-MS Divulgar valores de referência para a matériaprima leite segundo parâmetros de qualidade e volume Como? A partir dos preços de comercialização dos derivados, praticados pelas empresas participantes do Conselho
5 Fundamentos básicos do sistema Livre adesão O valor de referência: Conseleite Não é um preço mínimo Não é um preço máximo Pretende servir de base para a livre negociação entre as partes Varia no mesmo sentido dos preços dos derivados Varia de acordo com a qualidade e o volume entregue a indústria Transparência nas regras e na metodologia Decisões são paritárias e com base técnica
6 RESOLUÇÃO TABELA 2 VALORES DE REFERÊNCIA PARA A MATÉRIA-PRIMA (LEITE) NO MS VALORES PROJETADOS PARA O LEITE A SER ENTREGUE NO MÊS DE ABRIL DE 2012 Estratos de volume entregue Classificação do leite pela qualidade pelos produtores Leite abaixo do Leite acima do Leite padrão (Média mensal em litros/dia) padrão padrão ATÉ 100 0,6392 0,6711 0,7383 DE 101 A 200 0,6516 0,6846 0,7517 DE 201 A 300 0,6645 0,6980 0,7651 DE 301 A 400 0,6779 0,7114 0,7785 DE 401 A 500 0,6913 0,7248 0,7919 DE 501 A 600 0,7047 0,7383 0,8054 DE 601 A 700 0,7114 0,7450 0,8121 DE 701 A 800 0,7181 0,7517 0,8188 DE 801 A 900 0,7248 0,7584 0,8255 DE 901 A ,7315 0,7651 0,8322 ACIMA DE ,7383 0,7718 0,8389 Observações: Todos os valores de referência (R$/litro) apresentados são Posto Propriedade o que significa o leite entregue na propriedade rural (o valor do frete não deve ser descontado do produtor) Nos valores está inclusa a CESSR (Ex-Funrural) (2,3%), a ser descontada do produtor rural.
7 Estrutura do modelo Produtos (derivados) Preço médio de venda (P i ) R$/kg ou R$/l Participação da matéria prima (k i ) em % Rendimento industrial (R i ) em l/kg ou l/l Valor de referência do leite por produto final (PM i ) em R$/litro Mix CONSELEITE- MS (X i ) em % do volume comercializado em equivalente leite Produto A P a k a R a VR a X a Produto B P b k b R b VR b X b Produto N P n k n R n VR n X n Média ponderada PREÇO DE REFERÊNCIA
8 Informações necessárias PARÂMETROS a) Participação da matéria-prima em cada derivado b) Rendimento industrial para cada derivado c) Escala de ágios e deságios em termos de qualidade e volume VARIÁVEIS 1) Preços de comercialização dos derivados de leite pelas indústrias participantes 2) Mix de comercialização dos derivados expresso em equivalente leite
9 Participação da matéria-prima Custo do derivado = custo de produção do leite + custo industrial (fabricação e comercialização) Partic. da matéria-prima no custo do derivado = custo de produção do leite custo do derivado
10
11 Custo de produção do leite Se refere ao custo operacional (mesma metodologia do custo industrial) Discussão na Câmara Técnica e aprovação no Conselho Diferentes sistemas de produção; Participação dos sistemas no leite recebido pelas empresas participantes;
12 VOLUME DE PRODUÇÃO E RELEVÂNCIA DOS SISTEMAS ITENS Produção média de leite (litros/dia) Particip. % do número de produtores Particip. % no leite entregue a indústria Sistema 1 Sistema 2 Sistema 3 Sistema 4 Sistema 5 Sistema 6 Sistema ,8% 13,7% 19,9% 4,0% 2,9% 0,4% 0,2% 22,0% 10,9% 29,9% 12,9% 16,3% 3,9% 4,1%
13 REBANHO LEITEIRO E ÍNDICES ZOOTÉCNICOS ITENS Vacas em lactação (cabeças) Produtividade (litros/vaca/dia/ano) Sistema 1 Sistema 2 Sistema 3 Sistema 4 Sistema 5 Sistema 6 Sistema ,0 4,3 2,7 4,3 2,7 7,4 9,6 Período de lactação (dias/ano) Produtividade (litros/vaca/dia de lactação) 4,0 6,5 5,0 6,5 5,0 10,0 13,0 Intervalo entre partos (em meses) S = Período seco (em meses) L = Período de lactação (em meses) Percentual de vacas em lactação (%) 43% 57% 46% 57% 46% 64% 64% Vacas secas (cabeças) Total do rebanho (cabeças)
14 CUSTOS INDUSTRIAIS Definição dos derivados Produto comercializado por mais de uma empresa Os custos são calculados pela instituição independente Custo médio de fabricação e de comercialização ponderado pela participação de cada empresa na produção e comercialização do produto Sigilo das informações individuais
15 RELAÇÃO DE DERIVADOS Bebida láctea Creme de leite Creme de leite industrial Leite consumidor (UHT + pasteurizado) Leite cru resfriado (spot) Manteiga Queijo Minas Queijo Mussarela Queijo Provolone Queijo Prato Requeijão
16 RENDIMENTOS INDUSTRIAIS Definição de um leite padrão Parâmetros de qualidade (gordura, proteína, estrato seco desengordurado, CCS e CBT) Estimativa do rendimento industrial deste leite para cada derivado
17 CARACTERÍSTICAS DO LEITE PADRÃO Teor de gordura: entre 3,31 e 3,40%; Teor de proteína: entre 2,90 e 2,92%; Teor de ESD: entre 8,40 e 8,50%; Contagem de Células Somáticas: entre 551 e 600 mil; Contagem Bacteriana Total: entre 651 e 700 mil; Volume entregue: média diária de até 100 litros/dia Parâmetros para descarte/condenação do leite: crioscopia (>-530⁰H), Alizarol (estável a 76% v/v), resíduos de antibióticos e redutores (ausência) e exames de Brucelose e Tuberculose (realizados) e outros critérios da IN 51.
18 CÁLCULO DO RENDIMENTO INDUSTRIAL DO MUSSARELA FÓRMULA DE VAN SLYKE PARA RENDIMENTO DE QUEIJOS R MUSSARELA = {( 0,73 x F) + ( C - 0,53)} 100 W x 1,22 onde: 0,73 = recuperação de gordura F = percentual de gordura do leite = 3,355 C = percentual de caseína do leite = 2,4415 sendo que: C = percentual de proteína do leite x 0,839 (Andrew ) C = 2,91 x 0,839 0,53 = perda de caseína durante a produção do queijo 1,22 = constante para adição permitida de sal e sólidos do soro W = percentual de umidade do queijo = 44
19 CÁLCULO DO RENDIMENTO INDUSTRIAL DO MUSSARELA R MUSSARELA = {( 0,73 x 3,355) + ((2,91x 0,839) - 0,53)} x 1,22 R MUSSARELA = 0, R MUSSARELA = = 0,0950 x 1,03 10,2198 Ou R Mussarela = 10,2198 litros de leite padrão/kg de mussarela
20 PREÇOS DOS DERIVADOS Pesquisa semanal (censo da comercialização), realizada pela instituição independente, junto às empresas participantes, sob cláusula de sigilo das informações individuais Médias ponderadas das vendas realizadas pelas empresas participantes O fator de ponderação é o volume associado a cada informação de preço Preço posto cliente
21 MIX DE COMERCIALIZAÇÃO
22 MIX DE COMERCIALIZAÇÃO O volume de cada produto é expresso em equivalente leite fluido por meio do rendimento industrial Relação percentual entre o volume de vendas de cada derivado e o volume total comercializado pelas empresas em equivalente leite
23 VALORES DE REFERÊNCIA
24 Valores de referência para o leite padrão projetado x realizado
25 ESCALA DE ÁGIOS E DESÁGIOS Definição das variáveis para ágio e deságio Qualidade Volume Definição dos parâmetros para o valor de cada matéria-prima Pontuações e percentuais de ágios e deságios em relação ao leite padrão (pontuação zero)
26 ESCALAS DE ÁGIOS E DESÁGIOS PARÂMETROS DE QUALIDADE E VOLUME DO LEITE ÁGIOS DE PREÇOS EM % DESÁGIOS DE PREÇOS EM % GORDURA ATÉ 2,0% ATÉ 1,5% PROTEÍNA ATÉ 1,0% SEM DESÁGIO ESTRATO SECO DESENGORDURADO ATÉ 2,5% SEM DESÁGIO CÉLULAS SOMÁTICAS ATÉ 2,0% ATÉ 1,0% CONTAGEM BACTERIANA ATÉ 2,5% ATÉ 2,5% VOLUME MÉDIO DIÁRIO DE LEITE ENTREGUE ATÉ 15% SEM DESÁGIO
27 ESTRATOS DE VOLUME (Média mensal em litros/dia) ESTRATOS DE VOLUME ADICIONAL DE PREÇOS (EM %) PONTUAÇÃO ATÉ 100 0,00% 0 DE 101 A 200 2,00% 2 DE 201 A 300 4,00% 4 DE 301 A 400 6,00% 6 DE 401 A 500 8,00% 8 DE 501 A ,00% 10 DE 601 A ,00% 11 DE 701 A ,00% 12 DE 801 A ,00% 13 DE 901 A ,00% 14 ACIMA DE ,00% 15
28 RESOLUÇÃO TABELA 2 VALORES DE REFERÊNCIA PARA A MATÉRIA-PRIMA (LEITE) NO MS VALORES PROJETADOS PARA O LEITE A SER ENTREGUE NO MÊS DE ABRIL DE 2012 Estratos de volume entregue Classificação do leite pela qualidade pelos produtores Leite abaixo do Leite acima do Leite padrão (Média mensal em litros/dia) padrão padrão ATÉ 100 0,6392 0,6711 0,7383 DE 101 A 200 0,6516 0,6846 0,7517 DE 201 A 300 0,6645 0,6980 0,7651 DE 301 A 400 0,6779 0,7114 0,7785 DE 401 A 500 0,6913 0,7248 0,7919 DE 501 A 600 0,7047 0,7383 0,8054 DE 601 A 700 0,7114 0,7450 0,8121 DE 701 A 800 0,7181 0,7517 0,8188 DE 801 A 900 0,7248 0,7584 0,8255 DE 901 A ,7315 0,7651 0,8322 ACIMA DE ,7383 0,7718 0,8389 Observações: Todos os valores de referência (R$/litro) apresentados são Posto Propriedade o que significa o leite entregue na propriedade rural (o valor do frete não deve ser descontado do produtor) Nos valores está inclusa a CESSR (Ex-Funrural) (2,3%), a ser descontada do produtor rural.
29 Evolução dos valores de referência da matéria-prima, Março/2011 a Abril/2012
30 Comparativo dos valores de referência para o leite padrão Conseleites MS, PR, SC e RS OBS: MS e PR: Posto Propriedade; SC: Posto propriedade a partir de jun/11 e RS: Posto Plataforma
31 RESOLUÇÕES DO CONSELEITE-MS Locais de publicação Sítios eletrônicos Famasul, Silems, Rio de Leite entre outros Imprensa Boletins e revistas do setor Data da divulgação Na primeira quinzena do mês
32 Titulares MEMBROS DO CONSELHO BANCADA RURAL Dario Alves de Souza (presidente) Albenah Garcia Neto Aristeu Pereira Nantes Denis Afonso Vilela Paulo H. Tognini Wilson Igi Suplentes Eduardo Correa Riedel Adão Roberto M. Bileco Adauto Pelle Aurora Real Cezar Augusto Dias João Borges dos Santos Junior
33 EMPRESAS PARTICIPANTES Alvorada Laticínios Ltda - Camapuã Buritama Indústria e Comércio de Laticínios Ltda Nova Alvorada do Sul Coopavil Cooperativa Agroindustrial Vale do Ivinhema Laborges Indústria e Comércio de Laticínios Ltda - Cassilândia Imbaúba Laticínios Ltda Água Clara e Bandeirantes LBR Lácteos Brasil Campo Grande e São Gabriel D Oeste Laticínios Camby Ltda - Dourados Laticínios Tradicional Campo Grande Indústria e Comércio de Laticínios Anhanduí Ltda Campo Grande, Distrito de Anhanduí Vencedor Indústria e Comércio de Produtos Lácteos Ltda Rio Brilhante e Deodápolis
34 Titulares MEMBROS DO CONSELHO BANCADA INDUSTRIAL Edgar Rodrigues Pereira (vice-presidente) Milene de Oliveira Nantes Pedro Guerbas Filho Eduardo Zunta Thomazella Paulo Fernando Pereira Barbosa Suplentes Aloisio Miranda Neivock Antonio Luiz Nogueira Hernandes Ortiz Luiz Antônio Borges Guilherme Paulo Arantes Gonçalves Sebastião Augusto José
35 MEMBROS DA CÂMARA TÉCNICA BANCADA RURAL Álvaro Antonio Kessler Kessler Consultoria Matheus Vieira Senar/MS Rejane Figueiró Senar/MS Richard James Walter Robertson Sindicato Rural de Rio Verde BANCADA INDUSTRIAL Helder Israel Bom Gosto João Gilberto Marques Caldeira - Coopavil Juliana Lopes - Anhanduí Ordenel Rodrigues Monteiro - Imbaúba
36 PROFESSORES José Roberto Canziani - UFPR Vania Di Addario Guimarães - UFPR André Rosemberg Peixoto Simões - UEMS Marcus Vinicius Moraes de Oliveira - UEMS SECRETARIA EXECUTIVA Adriana Mascarenhas - FAMASUL
37 CONSIDERAÇÕES FINAIS
38 Produtos do Conseleite - MS Resoluções mensais com os valores de referência para o leite desde fevereiro/2011 Conselho paritário produtor rural / indústria reunindo-se mensalmente. Produtos em desenvolvimento: Aplicativos para uso individual Software de cálculo de custo do leite com uma coluna denominada seu sistema Software de cálculo da pontuação do leite de cada produtor e seu valor correspondente comparativo ao valor de referência do leite padrão Desafios Adesão de novas empresas Maior divulgação
39 Comparativo de preços do leite (posto propriedade) Conseleite-MS e CEPEA
Mudanças no Cálculo do Preço Referência do Conseleite-PR: uma notícia positiva para a implantação da IN 62
Análises e Indicadores do Agronegócio ISSN 1980-0711 Mudanças no Cálculo do Preço Referência do Conseleite-PR: uma notícia positiva para a implantação da IN 62 O Conseleite foi criado originalmente em
LEITE : PAGAMENTO POR QUALIDADE
LEITE : PAGAMENTO POR QUALIDADE A EXPERIÊNCIA DO POOL LEITE ABC Arnaldo Bandeira Mestrado em Produção Animal - UFSM Mestrado em Administração de Empresas - ESADE Pós Graduação em Agribusiness - FAE MBA
Cadeia Produtiva do Leite. Médio Integrado em Agroindústria
Médio Integrado em Agroindústria A importância da cadeia do leite A cadeia do leite e de seus derivados desempenha papel relevante no suprimento de alimentos e na geração de emprego e renda, se igualando
Pool Leite. SIMPÓSIO REGIONAL DE BOVINOCULTURA DE LEITE GUARAPUAVA, PR 08/outubro/2015 Henrique Costales Junqueira [email protected].
Pool Leite SIMPÓSIO REGIONAL DE BOVINOCULTURA DE LEITE GUARAPUAVA, PR 08/outubro/2015 Henrique Costales Junqueira [email protected] Palestrante Granja Primavera, Juiz de Fora, Minas Gerais,
TURMA 10 H. CURSO PROFISSIONAL DE: Técnico de Multimédia RELAÇÃO DE ALUNOS
Técnico de Multimédia 10 H 7536 Alberto Filipe Cardoso Pinto 7566 Ana Isabel Lomar Antunes 7567 Andreia Carine Ferreira Quintela 7537 Bruno Manuel Martins Castro 7538 Bruno Miguel Ferreira Bogas 5859 Bruno
Comunicado Técnico 02
Comunicado Técnico 02 Controle da Qualidade do Leite Instruções Técnicas para redução da Contagem de Células Somáticas (CCS) e Contagem Bacteriana Total (CBT). Responsável: Juliana Jorge Paschoal Zootecnista;
PODER JUDICIÁRIO DA UNIÃO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO 18ª REGIÃO
PODER JUDICIÁRIO DA UNIÃO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO 18ª REGIÃO SECRETARIA DO TRIBUNAL PLENO PAUTA DE JULGAMENTOS Nº 2/2010 DATA: 1º/03/2010 (SEGUNDA-FEIRA) INÍCIO: 14h SESSÃO ORDINÁRIA RITO ORDINÁRIO
Material e Métodos Perspectivas e avanços da qualidade do leite no Brasil
1 SITUAÇÃO ATUAL DA QUALIDADE DO LEITE EM SANTA CATARINA Laboratório Estadual Da Qualidade do Leite De Santa Catarina Companhia Integrada De Desenvolvimento Agrícola De Santa Catarina CIDASC/ Universidade
REGULAMENTO DA INSPEÇÃO INDUSTRIAL E SANITÁRIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL TÍTULO II CLASSIFICAÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS
5 REGULAMENTO DA INSPEÇÃO INDUSTRIAL E SANITÁRIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL TÍTULO II CLASSIFICAÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS Art. 20 - A classificação dos estabelecimentos de produtos de origem animal abrange:
COMÉRCIO INTERNACIONAL CURSO DE ECONOMIA
COMÉRCIO INTERNACIONAL CURSO DE ECONOMIA CLASSIFICAÇÕES DO SEGUNDO TESTE E DA AVALIAÇÃO CONTINUA Classificações Classificação Final Alex Santos Teixeira 13 13 Alexandre Prata da Cruz 10 11 Aleydita Barreto
MELHORIA NA QUALIDADE DO LEITE JUNTO À COOPERATIVA AGROLEITE NO SUL DO BRASIL, COMO INSTRUMENTO DE INCLUSÃO SOCIAL.
MELHORIA NA QUALIDADE DO LEITE JUNTO À COOPERATIVA AGROLEITE NO SUL DO BRASIL, COMO INSTRUMENTO DE INCLUSÃO SOCIAL. Área temática: Políticas públicas para a promoção e inclusão social. Resumo: A agricultura
Universidade Comunitária da Região de Chapecó Área de Ciências Exatas e Ambientais Curso de Agronomia Disciplina: Bovinocultura de Leite
Universidade Comunitária da Região de Chapecó Área de Ciências Exatas e Ambientais Curso de Agronomia Disciplina: Bovinocultura de Leite Introdução a Pecuária Leiteira Valdirene Zabot Zootecnista [email protected]
AVALIAÇÃO DOS ÍNDICES ZOOTÉCNICOS DE MÉDIAS PROPRIEDADES LEITEIRAS
www.ueg.br www.prp.ueg.br AVALIAÇÃO DOS ÍNDICES ZOOTÉCNICOS DE MÉDIAS PROPRIEDADES LEITEIRAS André Luiz de Lima Filho 1 ; Reinaldo Cunha de Oliveira Junior 2 ; Daiane Aparecida Fausto 3 ; Juliano José
PANORAMA DA PRODUÇÃO DE LEITE EM PASTAGENS NO BRASIL
PANORAMA DA PRODUÇÃO DE LEITE EM PASTAGENS NO BRASIL ALICE: Gato, qual o caminho correto? GATO: Depende Alice... Para onde você quer ir? ALICE: Não sei, estou perdida. GATO: Para quem não sabe onde quer
EQUIPE TÉCNICA SAF/ATER 120/2010. Projeto ATER - DESENVOLVIMENTO Rural Inclusivo e Sustentável Região da Grande Dourados, MS
EQUIPE TÉCNICA SAF/ATER 120/2010 Projeto ATER - DESENVOLVIMENTO Rural Inclusivo e Sustentável Região da Grande Dourados, MS Resultado Aumento na renda UPF 15% 15 grupos processando leite Mais 2 canais
Pecuária. Resfriamento do Leite e Coleta a Granel
1 de 5 10/17/aaaa 08:32 Pecuária Resfriamento do Leite e Coleta a Granel Resfriamento do Leite e Nome Coleta a Granel Produto Informação Tecnológica Data Abril - 2000 Preço - Linha Pecuária Informações
UTILIZAÇÃO DOS RESULTADOS DE ANÁLISE DE LEITE: O SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA CLÍNICA DO LEITE-ESALQ/USP
UTILIZAÇÃO DOS RESULTADOS DE ANÁLISE DE LEITE: O SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA CLÍNICA DO LEITE-ESALQ/USP Laerte Dagher Cassoli 1, Paulo F. Machado 2 Clínica do Leite ESALQ /USP Piracicaba, SP 1 Eng. Agrônomo,
O que esperar do mercado de leite no Brasil e no mundo
O que esperar Desenvolver do do mercado de de leite no no e fortalecer Brasil e o e no agronegócio no mundo O que esperar do mercado de leite no Rafael Ribeiro de Lima Filho zootecnista Scot Consultoria
Fortalecimento da cadeia produtiva do leite Elizabeth Nogueira Fernandes Chefe Adjunto de Transferência de Tecnologia
Audiência Pública Comissão de Agricultura e Reforma Agrária Fortalecimento da cadeia produtiva do leite Elizabeth Nogueira Fernandes Chefe Adjunto de Transferência de Tecnologia Cadeia produtiva do leite
Características do Leite
Características do Leite Katiani Silva Venturini 1 (e-mail: [email protected]) Miryelle Freire Sarcinelli 1 (e-mail: [email protected]) Luís César da Silva 2 (website: www.agais.com) 1. INTRODUÇÃO
Fonte: USDA (2014) *Previsão para 2014 (Fonte: FAO)
1 Fonte: USDA (2014) *Previsão para 2014 (Fonte: FAO) 2 Produtividade de leite Países selecionados (litros/vaca/dia) Produtividade em 2011 (litros/vaca/dia) 27,7 25,9 24,1 Aumento de Produtividade 2011-2014
Legislação Sanitária (sistema SUASA SISBI) FFA Suzane Bittencourt
Legislação Sanitária (sistema SUASA SISBI) FFA Suzane Bittencourt SUASA DISPÕE SOBRE A POLITICA AGRICOLA Fixa os fundamentos, define os objetivos e as competências institucionais, prevê os recursos e estabelece
Programa Leite das Crianças
Programa Leite das Crianças COMISSÃO ESTADUAL DA QUALIDADE DO LEITE CEQL Curitiba 2014 Decreto nº 5659 de 20.08.2012 Dispõe sobre o Programa Leite das Crianças contempla no Art.9º a instituição da Comissão
SERVIDORES DO CCA. Alberto Luis da Silva Pinto Cargo: Assistente em Administração e-mail: [email protected] Setor: Secretaria Administrativa
SERVIDORES DO CCA Alberto Luis da Silva Pinto e-mail: [email protected] Setor: Secretaria Administrativa Amilton Gonçalves da Silva Cargo: Auxiliar Operacional Aminthas Floriano Filho Cargo: Técnico
INTERPRETAÇÃO DAS PROVAS DE REPRODUTORES LEITEIROS
AZ042 Bovinocultura de Leite Aula 14 INTERPRETAÇÃO DAS PROVAS DE REPRODUTORES LEITEIROS Prof. Rodrigo de Almeida Entendendo as Provas de Touros Canadenses Informações de Produção Provas de produção Baseado
Dados do Censo Agropecuário Confirmam Concentração da Atividade Leiteira no Brasil
Dados do Censo Agropecuário Confirmam Concentração da Atividade Leiteira no Brasil Ézio José Gomes Os dados do último Censo Agropecuário do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, de 2006
Dispõe sobre a Licença Sanitária de Pequenas Fábricas Rurais de Laticínios e dá outras providências.
Lei nº 15607 DE 06/10/2015 Norma Estadual - Pernambuco Publicado no DOE em 07 out 2015 Dispõe sobre a Licença Sanitária de Pequenas Fábricas Rurais de Laticínios e dá outras providências. O Presidente
ANEXO II. FORMAÇÃO DO P REÇO DA CANA DE AÇÚCAR E FORMA DE P AGAMENTO
ANEXO II. FORMAÇÃO DO P REÇO DA CANA DE AÇÚCAR E FORMA DE P AGAMENTO TI TULO I DA METODOLOGI A DE FORMAÇÃO DO P REÇO FI NAL DA CANA DE AÇÚCAR Art. 1º O preço da cana de açúcar será calculado utilizando
TERCEIRA CHAMADA PARA CURSOS SUPERIORES DO 1º VESTIBULAR DE 2015 DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS IFMG
TERCEIRA CHAMADA PARA CURSOS SUPERIORES DO 1º VESTIBULAR DE 2015 DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS IFMG O INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS
Christiano Rehbein HAGEMEYER. [email protected] Universidade Estadual do Centro Oeste- UNICENTRO
QUALIDADE DO LEITE: FATORES QUE INTERFEREM E A IMPORT ツ NCIA DA A ヌテ O DOS PRODUTORES Autor: Izamara de oliveira FERREIRA. [email protected] Co-autores: Luiz Fernando Rizzardi SILVESTRI. [email protected]
PASTEURIZAÇÃO DO LEITE LAN 1444 PROF. ERNANI
PASTEURIZAÇÃO DO LEITE LAN 1444 PROF. ERNANI PASTEURIZAÇÃO Obrigatória no Brasil para todo o leite Todos os derivados devem ser fabricados a partir de leite pasteurizado Tecnologia obrigatória em todo
PAGAMENTO DO LEITE POR QUALIDADE
PAGAMENTO DO LEITE POR QUALIDADE Paulo Fernando Machado Professor Titular em Bovinocultura de Leite Clínica do Leite Departamento de Zootecnia ESALQ-USP O Programa Nacional de Melhoria da Qualidade do
Coletiva de imprensa ESTIMATIVA DA SAFRA 2013/2014
Coletiva de imprensa ESTIMATIVA DA SAFRA 2013/2014 São Paulo, 29 de abril de 2013 ROTEIRO I. Safra 2012/2013 na região Centro-Sul: dados finais Moagem e produção Mercados de etanol e de açúcar Preços e
LEITE E DERIVADOS JULHO / 2013 /2009
LEITE E DERIVADOS JULHO / 2013 /2009 1. Mercado nacional: preços pagos ao produtor e produção histórica e estimada no Mercosul Os preços nominais médios brutos 1 pagos ao produtor em julho, ponderados
Estimativas dos custos de produção da atividade leiteira nos municípios assistidos pelo Programa Mais Leite.
Estimativas dos custos de produção da atividade leiteira nos municípios assistidos pelo Programa Mais Leite. Jéssica Samara Leão SIMÕES¹; André da Mata CARVALHO²; Marlon MARTINS Moraes ²; Joiciane Maria
CATÁLOGO DE PRODUTOS 2014/01
CATÁLOGO DE PRODUTOS 2014/01 2 A Lacticínios Tirol foi fundada em 1974, na maior colônia austríaca do país Treze Tílias (SC), com industrialização, na época, de 200 litros de leite por dia. Hoje, 40 anos
DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos LEITE E DERIVADOS NOVEMBRO DE 2015
DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos LEITE E DERIVADOS NOVEMBRO DE 2015 PRODUTOS 0,5% Exportação 46% Leite 41% Leite Condensado e Creme de Leite 55% Venezuela 11% Argélia Leite Fluido 34
Coletiva de imprensa ESTIMATIVA DA SAFRA 2014/2015
Coletiva de imprensa ESTIMATIVA DA SAFRA 2014/2015 São Paulo, 23 de abril de 2014 ROTEIRO I. Safra 2013/2014 na região Centro-Sul: dados finais Condições climáticas e agronômicas Moagem e produção Mercados
C e r t i f i c a d o
Aline Nogueira Lima André Alves Ferreira André Luiz Antônio de Ancês Leão A. Neto Arthur Dos Reis Sousa Artur Peixoto dos Santos Athos Murilo Bernardo Gelenske Brendon Soares De Carvalho Rodrigues Breno
O PAS-LEITE Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Leite e Derivados
O PAS-LEITE Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Leite e Derivados Brasília - DF, 21 de Fevereiro de 2013. Paschoal G. Robbs Consultor SEBRAE Grande Aliança MANTENEDORES SENA (Colombia) SINDIRAÇÕES ABIMA
CONCURSO PUBLICO DA PREFEITURA MUNICIPAL DE ACARÁ CPMA-001/2012
I N F O R M E Esta lista consta 103 (CENTO E TRÊS ) nomes candidatos aprovados para o cargo TÉCNICO EM RADIOLOGIA MÉDICA no, realizado no dia 15/9/2013, listados por orm scresente rendimento obtido no
EXPERIÊNCIA DE UM LATICÍNIO DE PEQUENO PORTE COMO OPÇÃO DE COMERCIALIZAÇÃO. Flávia Miranda Caldas
EXPERIÊNCIA DE UM LATICÍNIO DE PEQUENO PORTE COMO OPÇÃO DE COMERCIALIZAÇÃO Flávia Miranda Caldas Até 1987, o serviço de inspeção das indústrias era apenas responsabilidade da União. Após a Constituição
PROGRAMA DE ANÁLISE DE REBANHOS LEITEIROS DO PARANÁ QUALIDADE DO LEITE ANALISADO NO LABORATÓRIO DO PARANÁ IN51/2002
PROGRAMA DE ANÁLISE DE REBANHOS LEITEIROS DO PARANÁ JOSÉ AUGUSTO HORST [email protected] Gerente PARLPR ALTAIR ANTONIO VALLOTO [email protected] Superintendente APCBRH QUALIDADE DO
*Silvia Benedetti Edna Regina Amante Luis Fernando Wentz Brum Luis Carlos de Oliveira Jr. São Paulo 2009
Universidade Federal de Santa Catarina Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Alimentos REAPROVEITAMENTO DE ÁGUA DE PROCESSO E RESÍDUOS DE INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS *Silvia Benedetti Edna Regina Amante
COPA SECOVI DE FUTEBOL SOÇAYTE CONDOMINIOS HORIZONTAIS 2010. ATUALIZAÇÕES DE SUMULAS E BOLETINS OFICIAIS.
COPA SECOVI DE FUTEBOL SOÇAYTE CONDOMINIOS HORIZONTAIS 2010. ATUALIZAÇÕES DE SUMULAS E BOLETINS OFICIAIS. CARTÕES EQUIPE ATLETAS CATEGORIA Nº DE CARTOES C. A C. V MONTE VERDE FLAVIO AGENOR JUNQUEIRA MASTER
para controle da mastite e melhora da qualidade do leite
Björn Qvarfordt Técnico habilitado realizando manutenção preventiva no equipamento de ordenha Medidas práticas para controle da mastite e melhora da qualidade do leite Por: Renata Travaglini Gonçalves
SECRETARIA DE ESTADO DA RECEITA CONSELHO DE CONTRIBUINTES FAZENDA ESTADUAL CONSELHEIRO JOSÉ TORÓS
Processo nº: E04/110.630/00 Data: 29.03.00 Fls. SECRETARIA DE ESTADO DA RECEITA CONSELHO DE CONTRIBUINTES Sessão de 05 de novembro de 2003 CONSELHO PLENO RECURSO N.º 19.163 ACÓRDÃO 4.450 I.E. Nº 81.964.262
Ovinocultura de Leite. Uma alternativa de renda às famílias rurais.
Ovinocultura de Leite Uma alternativa de renda às famílias rurais. Área de abragência Oeste, Meio Oeste, Alto Uruguai e Extremo Oeste Catarinense. 53% dos estabelecimentos rurais e 67% da área total rural.
ANEXO I - DOS CENTROS TECNOLÓGICOS, UNIDADES TEMÁTICAS, CARGA-HORÁRIA, NÚMERO DE VAGAS, CURSOS, REQUISITOS MÍNIMOS E TEMAS.
ERRATA 001 - EDITAL 013/2013/ITEP/OS Onde lê-se: ANEXO I - DOS CENTROS TECNOLÓGICOS, UNIDADES TEMÁTICAS, CARGA-HORÁRIA, NÚMERO DE VAGAS, CURSOS, REQUISITOS MÍNIMOS E TEMAS. CT CURSO DISCIPLINA CH VAGAS
Departamento de Ciências Econômicas DCECO. Tel.: +55 32 3379-2537 E-mail: [email protected]
2013 InfoVer São João del-rei, fevereiro de 2013 InFover InfoVer Informativo sobre o Mercado de Leite de Vaca do Campo Uma publicação do DCECO- UFSJ Ano VI Nº 55 Agosto de 2013 Universidade Federal de
XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010
OTIMIZAÇÃO DA EFETIVIDADE DE HEDGE NA COMPRA DE MILHO POR MEIO DE CONTRATOS FUTUROS PARA PRODUÇÃO DE BOVINOS DE CORTE RESUMO GUSTAVO DE SOUZA CAMPOS BADARÓ 1, RENATO ELIAS FONTES 2 ; TARCISIO GONÇALVES
Campanha Rumo a Londres
Campanha Rumo a Londres Vivo Proteção Celular 1 Cronograma Maratona Março Abril Mai Semana 1 10-12 Semana 2 13-19 Semana 3 20-26 Semana 4 27-02 Semana 5 03-09 Semana 6 10-16 Semana 7 17-23 Semana 8 24-30
LEGENDA: A - Alimentar; C- Comum; A/P/I - Alimentar Preferencial Idade; A/P/D - Alimentar Preferencial Doença; CPL - Complementar
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE 1 Nº ORDEM Processo Entidade Devedora CNPJ Beneficiário CPF Valor Orç. Natureza 1 2007.036175-8 2 2006.008663-7 MUNICIPIO DE CORONEL SAPUCAIA MUNICIPIO DE NOVO HORIZONTE DO SUL 01.988.914/0001-75
Candidato Curso Turno Classificação Status Análise Data da Agenda Hora ANA CLAUDIA DE SOUSA. Em processo de análise diurno 1 INFORMAÇÃO
Candidato Curso Turno Classificação Status Análise Data da Agenda Hora ANA CLAUDIA DE SOUSA GABRIEL FERNANDES CYRINO GISNEI RIBEIRO CAMPOS GUILHERME MAGALHÃES SOMMERFELD JOÃO EDUARDO MACHADO JOYCE LORENA
FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE TIRO COM ARMAS DE CAÇA. FOSSO UNIVERSAL CAMPEONATO REGIONAL NORTE - 2007 2ª. CONTAGEM - 24 e 25 de Março
GERAL 1 1 129 00817 Herculano Lopes do Nascimento 8 C.C. Matosinhos S 25 24 25 25 1 99 2 113 00540 Rodrigo Dourado Fernandes 10 C.T. S. Pedro de Rates S 25 25 24 25 0 99 3 88 00588 Carlos Augusto Torres
A PRODUCAO LEITEIRA NOS
A PRODUCAO LEITEIRA NOS ESTADOS UNIDOS Estatisticas A produção leiteira durante Janeiro de 2012 superou os 7 bilhões de kg, 3.7% acima de Janeiro de 2011. A produção por vaca foi em media 842 kg em Janeiro,
Gestão de Comunicação e Marketing. Jogo de Empresas AULA 1. Prof. Ms. Leandro Key Higuchi Yanaze [email protected]
Gestão de Comunicação e Marketing Jogo de Empresas AULA 1 Prof. Ms. Leandro Key Higuchi Yanaze [email protected] 2014 As regras do jogo Criar as empresas de consultoria em marketing e comunicação Ler a CARTA-CONVITE
MANUAL DE OPERAÇÕES DE CAMPO COLETA DE AMOSTRAS
ASSOCIAÇÃO PARANAENSE DE CRIADORES DE BOVINOS DA RAÇA HOLANDESA PROGRAMA DE ANÁLISE DE REBANHOS LEITEIROS DO PARANÁ Laboratório de Análise de Leite MANUAL DE OPERAÇÕES DE CAMPO COLETA DE AMOSTRAS Versão:.01/2012
Controle Leiteiro como Ferramenta de Melhoria na Qualidade do Leite e na Gestão da Propriedade
Controle Leiteiro como Ferramenta de Melhoria na Qualidade do Leite e na Gestão da Propriedade Altair Antonio Valloto, Superintendente APCBRH, Méd.Vet.Especialista em Bovinocultura Leiteira. Mestrando
PROJETO TÉCNICO SAF/ATER 120/2010. PROJETO ATER - DESENVOLVIMENTO Rural Inclusivo e Sustentável Região da Grande Dourados, MS
PROJETO TÉCNICO SAF/ATER 120/2010 PROJETO ATER - DESENVOLVIMENTO Rural Inclusivo e Sustentável Região da Grande Dourados, MS Propósito da Coopaer Identificar problemas oriundos da Cadeia produtiva leite;
Oportunidade para o setor do leite: Melhoria da qualidade do leite. Marcos Veiga dos Santos QualiLeite Lab. Pesquisa em Qualidade do Leite FMVZ-USP
Oportunidade para o setor do leite: Melhoria da qualidade do leite Marcos Veiga dos Santos QualiLeite Lab. Pesquisa em Qualidade do Leite FMVZ-USP Agenda 1. Situação atual da qualidade do leite 2. Conceitos
A MESA DIRETORA Deputado RICARDO MOTTA PRESIDENTE
A MESA DIRETORA Deputado RICARDO MOTTA PRESIDENTE Deputado GUSTAVO CARVALHO 1 VICE-PRESIDENTE Deputado 1 SECRETÁRIO Deputado VIVALDO COSTA 3 SECRETÁRIO Deputado LEONARDO NOGUEIRA 2 VICE-PRESIDENTE Deputado
PROGRAMA NACIONAL DE MELHORIA DA QUALIDADE DO LEITE NO BRASIL. Ralf Augusto Silva Marins SISA/SFA/RJ
PROGRAMA NACIONAL DE MELHORIA DA QUALIDADE DO LEITE NO BRASIL Ralf Augusto Silva Marins SISA/SFA/RJ PROGRAMA NACIONAL DE MELHORIA DA QUALIDADE DO LEITE - PNQL HISTÓRICO: Surgiu em 1996 na EMBRAPA Gado
Senhor Pregoeiro, Art. 43. A licitação será processada e julgada com observância dos seguintes procedimentos:
Senhor Pregoeiro, Em referência ao Pregão Eletrônico nº 04/2015 e com fulcro no 3º do Art. 43 da Lei nº 8.666/93 e Acórdãos do TCU, transcritos abaixo, solicitamos que as s detentoras da melhor proposta
Leite de qualidade LEGISLAÇÃO DO LEITE NO BRASIL. Leite de Qualidade. Histórico 30/06/ Portaria 56. Produção Identidade Qualidade
Leite de Qualidade Leite de qualidade Histórico LEGISLAÇÃO DO LEITE NO BRASIL Getúlio Vargas 29 de março de 1952 RIISPOA Decreto nº 30.691 Brasil Mercosul (Anos 90) Ministério da Agricultura 1998 Grupo
CONCURSO PÚBLICO EDITAL N 001/2011 RESULTADO FINAL - ORDEM CLASSIFICAÇÃO
135 CARLUCIA MADALENA DE OLIVEIRA 484.124.365 92,50 HABILITADO 1 HABILITADO 138 CARMEM LUCIA VIEIRA LIETE NOGUEIRA 206.656.658 87,50 HABILITADO 2 HABILITADO 176 CRISTIAN SAMUEL E SILVA MIKALAUSKA 214.491.596
Processo Seletivo Público Apex-Brasil ASII-07. Comunicado 04 Resultado Final 1ª Etapa - Análise Curricular 15/05/2014
Processo Seletivo Público Apex-Brasil ASII-07 Comunicado 04 Resultado Final 1ª Etapa - Análise Curricular 15/05/2014 INFORMAÇÕES IMPORTANTES: 1ª ETAPA: de caráter eliminatório e classificatório A análise
FEDERAÇÃO CEARENSE DE FUTEBOL DE SALÃO - FUTSAL
2º FASE 09:00 121 DOMITILIA ASSUNÇÃO X MARINA FERREIRA 1º DO GRUPO A 09:30 122 MARIA LUIZA 2º DO GRUPO A 10:00 123 LUZIA GADELHA 3º DO GRUPO A 10:30 124 MARIA JOSÉ 4º DO GRUPO A 11:00 125 DOMITILIA ASSUNÇÃO
1ª OLIMPIADA DO LEITE
1ª OLIMPIADA DO LEITE Justificativa : Como o avanço e o aparecimento de novas tecnologias é de fundamental importância que o produtor rural, assim como em qualquer atividade que demande tecnologia, venha
PRODUÇÃO E PERPECTIVAS DA CADEIA DO LEITE NA AGRICULTURA FAMILIAR. Eng. Agr. Breno Kirchof
PRODUÇÃO E PERPECTIVAS DA CADEIA DO LEITE NA AGRICULTURA FAMILIAR Eng. Agr. Breno Kirchof SITUAÇÃO MUNDIAL PRODUÇÃO MUNDIAL LEITE VACA - 599,6 bilhões de litros leite/ano CRESCIMENTO PRODUÇÃO - 1% a 2%
Valores em US$FOB/litro (leite UHT) e US$FOB/kg (leite em pó) LEITE UHT INTEGRAL LEITE UHT DESNATADO
CIRCULAR Nº 17/99. A SECRETÁRIA DE COMÉRCIO EXTERIOR, DO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR, nos termos do Acordo sobre a Implementação do Artigo VI do Acordo Geral sobre Tarifas
Poder Judiciário Página 1 of 6 Justiça Federal - 2a Região Seção Judiciária do RJ
Poder Judiciário Página 1 of 6 Justiça Federal - 2a Região Seção Judiciária do RJ ATA DA 7ª SESSÃO DE JULGAMENTO DO ANO DE 2015 DA 05ªTR, REALIZADA NO DIA 30/06/2015 ÀS 14:00 h QUANDO PUBLICADAS AS DECISÕES,
UniRV Universidade de Rio Verde Faculdade de Ciências Contábeis. Relatório de Gestão Exercício 2009-2013
UniRV Universidade de Rio Verde Relatório de Gestão Exercício 2009-2013 Dezembro/2013 Atividades de Ensino e Pesquisa - agosto/2009 criação do primeiro preparatório para o Enade - Outubro/2009 introdução
GAZETA DO OESTE ATOS OFICIAIS
Ano VII Nº 1605 Rua Folk Rocha, Nº103- Sala 01 - Sandra Regina (Centro) - Barreiras/Ba Tel.: 77 3612.7476 21 de fevereiro de 2013 Em cumprimento ao princípio constitucional e a Lei Nº 101/2000, estão publicados
