Capítulo 9 Estratégia em Portugal
|
|
|
- Wagner Santos Neves
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 ESTRATÉGIA EMPRESARIAL Capítulo 9 Estratégia em Portugal João Pedro Couto ESTRATÉGIA EMPRESARIAL Pensamento Estratégico Formulação da Estratégia Análise do Meio Envolvente Missão, Objectivos e Estratégia Produtos-Mercados Análise da Empresa Análise Estratégica Integração Vertical Desenvolvimento Empresarial Diversificação Internacionalização Organização e Implementação Estrutura Organizacional Política de Gestão Estratégia em Portugal 1.1
2 Vantagem competitiva das nações O país de origem afecta o desempenho das empresas e a evolução das empresas influencia a competitividade do país. Segundo o modelo do diamante nacional, quatro factores determinam a competitividade de um país num dado sector. Acaso Governo Vantagem competitiva das nações A gestão dos quatro factores genéricos do modelo do diamante deve privilegiar o reforço dinâmico da competitividade. Condições dos factores As noções fomentam a competitividade das suas indústrias desenvolvendo factores especializados e avançados de suporte aos sectores Condições da procura Os clientes influenciam a competitividade das indústrias nacionais através das suas escolhas, da dimensão e crescimento e da afirmação internacional Indústrias relacionadas e de suporte A competitividade de uma nação depende também do nível de qualidade e eficiência das indústrias a montante, a jusante relacionadas Es traté gi a, estrutura e rivalidade empresariais Estratégias, estruturas e estilos de rivalidade que promovem o investimento e a inovação reforça a competitividade de uma nação Geralmente, a competitividade internacional advém do aproveitamento da boa posição inicial em poucos factores e no desenvolvimento gradual dos restantes factores.
3 Vantagem competitivas de Portugal Para determinar a competitividade das indústrias nacionais é necessário analisar primeiro o diamante em Portugal e avaliar depois o seu estado em sectores específicos. Clusters sectoriais Um cluster sectorial é uma fileira de indústrias relacionadas entre si através de laços verticais ou horizontais, resultantes de acordos de fornecimento e compra ou de diversificação. Um mapa de clusters está dividido em três categorias.
4 Clusters regionais Com frequência, os clusters competitivos de um país apresentam uma localização geográfica concentrada, devido a: - As empresas poderem partilhar informação e recursos - Ser mais fácil a adaptação conjunta ao meio envolvente - Ser possível reduzir os custos de transporte - A rivalidade tender a ser mais intensa - A criação de infra-estruturas de suporte ser viabilizada Em contrapartida, se o diamante numa dada região estiver incompleto, a competitividade de todo o cluster regional é afectada! Perante a crescente abertura e integração económica à escala continental, os factores de âmbito nacional têm vindo a perder importância para os factores de âmbito regional Actualmente existem mesmo clusters regionais que abrangem zonas específicas de diferentes países. Clusters regionais em Portugal O subdesenvolvimento dos clusters nacionais deriva também da sua excessiva dispersão geográfica, que limita o potencial de cooperação.
5 Estrutura dual em Portugal Em Portugal existem, por um lado, várias empresas bem geridas e com uma elevada competitividade internacional, e, por outro lado, muitas empresas pouco competitivas. Na prática, esta estrutura dual do tecido empresarial português inviabiliza o rápido crescimento da competitividade nacional. É importante que as lições de sucesso das melhores organizações nacionais sejam transplantadas para as empresas menos competitivas! Em última análise, o bom desempenho a longo prazo de qualquer organização resulta da consistência da sua actuação em todas as três vertentes da estratégia empresarial: - Análise estratégica - Formulação da estratégia - Organização e implementação da estratégia Efeitos da Tecnologia
6 Diagnóstico Estratégico de Portugal Diagnóstico Estratégico de Portugal
7 Perspectivas para o futuro Tipicamente, as nações atravessam quatro fases distintas de desenvolvimento ao longo do tempo. A generalidade dos clusters portugueses está a transitar da fase orientada para os factores para a fase orientada para o investimento. Os sectores nacionais dos bens de equipamento, electrónica e tecnologias de informação, automóvel e papel estão já a entrar na fase de inovação. O desenvolvimento de Portugal assentará no reforço da competitividade nos clusters tradicionais e na penetração acrescida em novos clusters com maior valor acrescentado. Nova visão estratégica para Portugal Dadas as fraquezas e forças relativas de Portugal, os competidores nacionais tenderão a ser mais bem sucedidos se se especializarem em nichos de negócios bem definidos. Assim, a competitividade de Portugal resulta da escolha dos clusters onde a nação deve investir e da natureza das estratégias adoptadas em cada cluster. Em síntese, são os empresários e gestores que, através das suas decisões estratégicas, determinam o sucesso das empresas, indústrias, clusters e, por consequência, nações. A visão estratégica para um novo Portugal tem pois de nascer nos esforços concertados dos empresários e gestores nacionais
8 Diagnóstico competitivo de Portugal A competitividade de um país pode ser apurada em função da sua capacidade para aumentar a riqueza nacional. De acordo com a análise do IMD, o índice de competitividade de Portugal não é muito elevado. Factores de competitividade A posição relativa e a evolução da competitividade de Portugal varia consoante os factores em análise. Assim, as áreas que mais necessitam de ser reforçadas são a gestão e a ciência e tecnologia. Compete agora aos dirigentes empresariais e governamentais a responsabilidade pela formulação e implementação das iniciativas de reforço da competitividade de Portugal.
9 Diagnóstico Estratégico de Portugal Diagnóstico Estratégico de Portugal
10 Diagnóstico Estratégico de Portugal Diagnóstico Estratégico de Portugal
11 Diagnóstico Estratégico de Portugal Diagnóstico Estratégico de Portugal
12 Diagnóstico Estratégico de Portugal Fi Diagnóstico Estratégico de Portugal
Capítulo 8 Desenvolvimento Empresarial
ESTRATÉGIA EMPRESARIAL Capítulo 8 Empresarial João Pedro Couto ESTRATÉGIA EMPRESARIAL Pensamento Estratégico Formulação da Estratégia Análise do Meio Envolvente Missão, Objectivos e Estratégia Produtos-Mercados
eficiência energética estratégia iniciativa inovação mat
ambiente competência competitividade construção s eficiência energética estratégia iniciativa inovação sinergias sustentabilidade tecnologias transformação sustentável desenvolvimento diferenciação dinamism
PLANO DE ACÇÃO REGIONAL ALENTEJO 2020
FORUM REGIONAL ALENTEJO 2020 DESAFIOS E OPORTUNIDADES PLANO DE ACÇÃO REGIONAL ALENTEJO 2020 COMISSÃO DE COORDENAÇÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL DO ALENTEJO Joaquim Fialho [email protected] Vendas
Manual de Ecodesign InEDIC
Manual de Ecodesign InEDIC Ferramenta 4: A ferramenta da análise do mercado fornece uma abordagem prática aos conceitos teóricos explicados no capítulo 5. Com o objetivo de determinar o potencial do mercado
Estratégia e Marketing. EGI ISEC Denise Lila Lisboa Gil Abril 2008
Estratégia e Marketing EGI ISEC Denise Lila Lisboa Gil Abril 2008 A Estrutura Organizacional é o que vai servir como ponte de ligação entre a Formulação e a Implementação da Estratégia para que a empresa
Sistemas de Incentivos do QREN
Sistemas de Incentivos do QREN Sistemas de Incentivos do QREN 1. Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME 2. Sistema de Incentivos à Inovação 3. Sistema de Incentivos à Investigação
Define as orientações fundamentais para a utilização nacional dos fundos comunitários para o período de
QREN: Uma oportunidade para potenciar a inovação nas empresas O que é o QREN? Define as orientações fundamentais para a utilização nacional dos fundos comunitários para o período de 2007-2013. As suas
MEIO ENVOLVENTE TRANSACCIONAL. O meio envolvente transaccional é constituído pelos elementos que interagem directamente com a indústria.
MEIO ENVOLVENTE TRANSACCIONAL O meio envolvente transaccional é constituído pelos elementos que interagem directamente com a indústria. Clientes: consumidores actuais e potenciais dos bens e serviços oferecidos
Ambiente externo e interno. Prof. Doutora Maria José Sousa
Ambiente externo e interno 1 Prof. Doutora Maria José Sousa Ambiente Externo e Interno A estratégia global de uma empresa deve ponderar a interacção entre a envolvente externa (macro-ambiente e ambiente
Índice CONCEITOS E FUNDAMENTOS. Parte I. Capítulo 1 A natureza do problema estratégico 21
Índice Introdução 15 Parte I CONCEITOS E FUNDAMENTOS Capítulo 1 A natureza do problema estratégico 21 1. Introdução 21 2. A estratégia deve assegurar a satisfação equilibrada das diversas legitimidades
Ciência e Inovação Realizar Portugal
Programa Operacional Ciência e Inovação Realizar Portugal União Europeia Fundos Estruturais Programa Operacional Ciência e Inovação 2010 No dia 24 de Dezembro de 2004 foi aprovado, por decisão (5706/2004)
Anexo A Estratégia Desenvolvimento Local Base Comunitária Costeiro do Sotavento do Algarve
Anexo A Estratégia Desenvolvimento Local Base Comunitária Costeiro do Sotavento do Algarve DOCUMENTO SÍNTESE EDLBC Costeiro do Sotavento do Algarve A EDLBC do Sotavento do Algarve identifica um conjunto
Agenda Factores de Competitividade
QREN Agenda Factores de Competitividade 12 Novembro 07 1 Objectivos desenvolvimento de uma economia baseada no conhecimento e na inovação; incremento da produção transaccionável e de uma maior orientação
OPORTUNIDADES DE FINANCIAMENTO
OTUNIDADES DE FINANCIAMENTO 2014-2020 Instituto de Investigação e Formação Avançada UNIVERSIDADE DE ÉVORA, 19.02.2014 Programa Operacional Regional do Alentejo Domínios Temáticos Competitividade e Internacionalização
Estratégia Empresarial Análise Estratégica
Estratégia Empresarial Análise Estratégica Análise do Meio Envolvente (análise externa): Análise do meio envolvente contextual; Análise do meio envolvente transaccional; Análise da atractividade e estrutura
INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO DE GAZA
INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO DE GAZA DIRECÇÃO DOS SERVIÇOS ESTUDANTÍS E REGISTO ACADÉMICO COMISSÃO DE TRABALHOS DE CULMINAÇÃO DE CURSO Ficha de Avaliação de Trabalho Escrito de Culminação de Curso Usando
Quadro de Avaliação e Responsabilização
ANO: Ministério da Educação e Ciência Fundação para a Ciência e Tecnologia, I.P. MISSÃO: A FCT tem por missão apoiar, financiar e avaliar o Sistema Nacional de Investigação e Inovação, desenvolver a cooperação
Introdução. Sucesso organizacional + Ambiente de Mudança. Adotar uma ESTRATÉGIA. Criar vantagem competitiva sustentada
Introdução Sucesso organizacional + Ambiente de Mudança Adotar uma ESTRATÉGIA Criar vantagem competitiva sustentada Elemento unificador que dá coerência e direcção às decisões individuais da empresa Introdução
SISTEMAS DE INCENTIVOS PORTUGAL 2020
SISTEMAS DE INCENTIVOS PORTUGAL 2020 Qualificação PME Esta candidatura consiste num plano de apoio financeiro a projetos que visam ações de qualificação de PME em domínios imateriais com o objetivo de
PROJECTO ÂNCORA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO NO SECTOR DAS TICE
Pólo de Competitividade das Tecnologias de Informação, Comunicação e Electrónica TICE.PT PROJECTO ÂNCORA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO NO SECTOR DAS TICE Qualificação e Certificação em Gestão da Investigação,
4º ENCONTRO REDE PME INOVAÇÃO COTEC
4º ENCONTRO REDE PME INOVAÇÃO COTEC CONTRIBUTO DAS GRANDES EMPRESAS PARA O CRESCIMENTO DAS PME ORADOR CARLOS BARBOT PRESIDENTE DO GRUPO BARBOT Lisboa, 09 de Novembro de 2010 Cooperação empresarial um caminho
Vantagem competitiva e valor acrescentado
Vantagem competitiva e valor acrescentado Vantagem competitiva: estratégias genéricas e valências desenvolvimento de uma estratégia de empresa integração adicionando valor Sistemas de informação estratégicos
SISTEMA DE APOIO A AÇÕES COLETIVAS (SIAC)
AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS Nº 02 / SIAC / 2012 SISTEMA DE APOIO A AÇÕES COLETIVAS (SIAC) Nos termos do regulamento do SIAC, a apresentação de candidaturas processa-se, em regra, através de
Quadro de Avaliação e Responsabilização
ANO:2018 Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P. MISSÃO: A FCT tem por missão desenvolver, financiar e avaliar o Sistema Nacional de Investigação
NOVOS DESAFIOS PARA A CADEIA DE VALOR DO HABITAT
NOVOS DESAFIOS PARA A CADEIA DE VALOR DO HABITAT OBJETIVO O Congresso de Inovação na Construção Sustentável (CINCOS 16), é um evento organizado para o Cluster Habitat Sustentável em Portugal. Este evento
EEC Clusters. O Processo em Portugal
EEC Clusters O Processo em Portugal Processo de Reconhecimento das EEC - Clusters Estratégia de Eficiência Colectiva (EEC) Entende-se por EEC o conjunto coerente e estrategicamente justificado de iniciativas,
Sumário resumido. As origens da competição e do pensamento estratégico. Aplicação dos fundamentos da estratégia. Gestão competitiva do conhecimento
Sumário resumido Fundamentos da Estratégia e da Competição CAPÍTULO 1 EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ESTRATÉGICO As origens da competição e do pensamento estratégico PROCESSO DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Aplicação
Análise de Portfólio. Siga-nos em PONTOS DE INTERESSE: Conceito. Matriz BCG. Matriz GE/ McKinsey
P U B L I C A Ç Ã O N º 2 1 2 2 S E T E M B R O 2 0 1 0 Análise de Portfólio PONTOS DE INTERESSE: Conceito Matriz BCG Matriz GE/ McKinsey Análise de Portfólio é a análise do conjunto de negócios de uma
Escola ES/3 Dos Carvalhos Março 2007 Geografia A - 10
Análise da notícia Lisboa mais pobre Trabalho Realizado por: Ana Luísa nº2 Maria Elisa nº16 Mariana nº18 Marta Daniela nº19 10ºD 1 Título da Notícia Lisboa mais pobre Data de edição da notícia Setembro
PROPOSTA DE PILARES PARA O PRÓXIMO PROGRAMA DE APOIO AS POLÍTICAS (PSI) APRESENTAÇÃO AO SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DO FMI E PERSPECTIVAS
PROPOSTA DE PILARES PARA O PRÓXIMO PROGRAMA DE APOIO AS POLÍTICAS (PSI) APRESENTAÇÃO AO SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DO FMI E PERSPECTIVAS MAPUTO, 11 DE MARÇO DE 2013 ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO
INOVAR PARA CRESCER A MAIA NO CENTRO DA CRIAÇÃO DE EMPREGO
INOVAR PARA CRESCER A MAIA NO CENTRO DA CRIAÇÃO DE EMPREGO 1- O Mundo Global e os fenómenos de inserção colectiva O processo de globalização competitiva, o terrorismo religioso, a escassez do petróleo
O Kit da Produtividade componente de valorização da oferta nacional prevista no projecto promovido pela AEP designado Compro o que é Nosso"
A elaboração do Kit da Produtividade é uma iniciativa da AEP, em co-produção com o IAPMEI, visando o desenvolvimento de uma campanha de melhoria da competitividade das empresas portuguesas O Kit da Produtividade
Estratégia Empresarial. Capítulo 2 Análise da Envolvente
Estratégia Empresarial Capítulo 2 Análise da Envolvente João Pedro Couto ESTRATÉGIA EMPRESARIAL Pensamento Estratégico Análise do Meio Envolvente Missão, Objectivos e Estratégia Produtos-Mercados Análise
Local e Data: A GESTÃO DA INOVAÇÃO
A GESTÃO DA INOVAÇÃO Enquadramento: O ambiente no qual hoje actuam as empresas mudou radicalmente: imprevisibilidade, turbulência, mudança, rapidez,..., são constantes do processo de decisão. Num mundo
As redes como instrumentos de alavancagem do posicionamento competitivo dos destinos turísticos. Maria João Carneiro Carlos Costa Zélia Breda
As redes como instrumentos de alavancagem do posicionamento competitivo dos destinos turísticos Maria João Carneiro Carlos Costa Zélia Breda Relevância geral das redes Conceito e tipologia de redes e parcerias
ESTRATÉGIA NACIONAL DE INVESTIGAÇÃO E INOVAÇÃO PARA UMA ESPECIALIZAÇÃO INTELIGENTE
ESTRATÉGIA NACIONAL DE INVESTIGAÇÃO E INOVAÇÃO PARA UMA ESPECIALIZAÇÃO INTELIGENTE 2 1. INTRODUÇÃO A Comissão Europeia determina que no período 2014-2020 as autoridades nacionais e regionais dos Estados-Membros
Duarte Rodrigues. Sintra, 21 de Setembro 2009
Duarte Rodrigues Coordenador adjunto do Observatório do QREN Sintra, 21 de Setembro 2009 O desafio da cooperação institucional As respostas Clusterização (EEC) Os factores críticos de sucesso Parcerias
QUADRO DE AVALIAÇÃO E RESPONSABILIZAÇÃO
Ministério da Economia IAPMEI - Agência para a Competitividade e Inovação, I.P. MISSÃO: Promover a inovação e executar políticas de estímulo ao desenvolvimento empresarial, visando o reforço da competitividade
MESTRADO EM ECONOMIA DA EMPRESA E DA CONCORRÊNCIA PROGRAMAS DAS UNIDADES CURRICULARES
MESTRADO EM ECONOMIA DA EMPRESA E DA CONCORRÊNCIA PROGRAMAS DAS UNIDADES CURRICULARES UNIDADES CURRICULARES OBRIGATÓRIAS Análise Macroeconómica 1. Introdução à Macroeconomia 2. Medição da Actividade Económica
SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO (SI INOVAÇÃO)
AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS Nº 11 / SI / 2009 SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO (SI INOVAÇÃO) INOVAÇÃO PRODUTIVA Nos termos do Regulamento do SI inovação, a apresentação de candidaturas processa-se
POCI 2020 PROGRAMA O PERACIONAL
POCI 2020 PROGRAMA O PERACIONAL PARA A COMP ETITIVIDADE E INTERNACIO NALIZAÇÃO Aveiro, maio de 2014 Prestação de Serviços de Consultoria Empresarial e Formação POCI PROGRAMA OPERACIONAL PARA A COMPETITIVIDADE
