QUADRO DE AVALIAÇÃO E RESPONSABILIZAÇÃO
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- Gonçalo Quintanilha de Oliveira
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1 Ministério da Economia IAPMEI - Agência para a Competitividade e Inovação, I.P. MISSÃO: Promover a inovação e executar políticas de estímulo ao desenvolvimento empresarial, visando o reforço da competitividade e da produtividade das empresas, em especial das de pequena e média dimensão, que exerçam a sua atividade nas áreas sob tutela do ME, com exceção do setor do turismo. VISÃO: Ser o parceiro estratégico para a inovação e crescimento das empresas, empresários e empreendedores. Objetivos Estratégicos OE1. Estimular o empreendedorismo qualificado, inovador e de elevado valor acrescentado. OE2. Promover estratégias de crescimento, transmissão e revitalização empresariais. OE3. Apoiar o desenvolvimento de capacidades empresariais para a inovação, internacionalização e competitividade. OE4. Reforçar a afirmação do IAPMEI como o parceiro estratégico das empresas e das entidades da envolvente empresarial, intensificando a atuação em proximidade e como agente facilitador. OE5. Gerir de forma competente os recursos materiais e imateriais da organização. Objetivos Operacionais Eficácia O1. Promover a apresentação de ideias e de projetos de negócios, e facilitar a sua transformação em iniciativas empresariais (OE 1.) Ponderação 50,00% Ind. 1 - Pareceres emitidos sobre ideias e projetos de negócio, na sequência da participação em júris de concursos de ideias e no âmbito de protocolos e projetos FINICIA % 0% O2. Promover estratégias de crescimento através do reconhecimento público e da promoção da notoriedade conferida pelo estatuto PME Líder e PME Excelência (OE2.) Ind. 2 - Empresas com facilitação no acesso a financiamento através da atribuição do estatuto PME Líder % 0% O3. Aumentar a eficácia dos sistemas de incentivo ao investimento empresarial qualificado (OE2.) Ind. 3 - Grau de execução financeira dos sistemas de incentivos. 100% 10% 125% 100% 0% O4. Promover a realização de negócios e a procura de produtos nacionais, através da dinamização de redes de fornecedores (OE3.) Ind. 4 - Ações realizadas em empresas importadoras com média de 10 empresas fornecedoras nacionais % 0% O5. Promover e monitorizar dinâmicas de eficiência coletiva, redes colaborativas e transferência de tecnologia, conduzidas no contexto do ecossistema de inovação e empreendedorismo (OE3.) Ind. 5 - Execução do plano de implementação do sistema de monitorização e acompanhamento de dinâmicas de eficiência coletiva e de gestão de redes (clusters). 80% 10% 100% 100% 0% O6. Estimular a cooperação internacional, a inovação empresarial e a gestão da inovação, através da disponibilização de serviços e ferramentas específicos a empresas e entidades da envolvente (OE3.) Ind. 6 - Empresas e entidades do SI&I utilizadoras dos serviços específicos de apoio do Projeto EEN Portugal % 0% O7. Exercer as competências legalmente previstas no âmbito do novo Sistema da Indústria Responsável (coordenação, monitorização e aplicação do SIR) (OE3.) Ind. 7 - Vistorias de conformidade no âmbito do SIR % 0% O8. Reforçar a proximidade regional dos serviços de assistência empresarial (OE4.) Ind. 8 - Visitas de assistência empresarial % 0% 1
2 Eficiência O9. Aumentar a eficiência no processamento e controlo do incentivo ao investimento empresarial qualificado (OE2.) Ponderação 25,00% Peso 30,00% Ind. 9 - Cumprimento dos prazos de análise. 85% 5% 100% 50% 0% Ind Cumprimento dos prazos de pagamento. O10. Maximizar a recuperação de créditos em contencioso (OE2.) 85% 5% 100% 50% 0% Peso 20,00% Ind Créditos em contencioso recuperados no ano (M ) ,5 100% 0% O11. Promover o controlo dos projetos apoiados no âmbito da medida Comércio Investe (OE2.) Peso 30,00% Ind Proporção da despesa controlada nos relatórios de auditoria do Comércio Investe. 8% 8% 1% 10% 100% 0% O12. Garantir uma adequada gestão dos recursos financeiros do IAPMEI (OE5.) Peso 20,00% Ind Execução do contributo do IAPMEI para o défice público. 95,8% 97,5% 2,5% 122% 100% 0% Qualidade Ponderação 25,00% O13. Promover a capacitação empresarial de empreendedores e empreendedoras e de quadros técnicos das empresas (OE3.) Peso 12,5% Ind Empresas participantes no Programa de formação-ação (POCI) % 0% O14. Promover a capacitação das empresas no âmbito da utilização da Certificação PME (OE4.) Peso 25% Ind Execução do plano de ações formativas e informativas às e aos utilizadores internos e externos da Certificação PME. 85% 10% 100% 100% 0% O15. Promover a capacitação das empresas em matéria de acesso e utilização do Portugal 2020 (OE4.) Peso 25% Ind Execução do plano de sensibilização e de capacitação das empresas no âmbito do Portugal % 10% 100% 100% 0% O16. Facilitar a compreensão, interpretação e harmonização técnica e tecnológica do novo quadro regulamentar para o setor da indústria (novo Sistema de Indústria Responsável) (OE4.) Peso 25% Ind Sessões de trabalho para capacitação de empresas e de agentes no âmbito do SIR. O17. Qualificar as capacidades e competências dos recursos humanos do IAPMEI (OE5.) % 0% Peso 12,5% Ind Proporção de trabalhadoras e trabalhadores do IAPMEI abrangidos por ações de formação. 87% 84% 75% 5% 94% 100% 0% Objetivos Relevantes: O2; O3; O5; O7; O9; O11; O14; O15; O16 2
3 JUSTIFICAÇÃO DO VALOR CRÍTICO Ind. 1 - Não existindo referencial de excelência para o indicador, nem histórico que permita comparações diretas, considera-se como valor crítico o valor que, por convenção, corresponde à taxa de realização de 125%. Ind. 2 - Não existindo referencial de excelência para o indicador, nem histórico que permita comparações diretas, considera-se como valor crítico o valor que, por convenção, corresponde à taxa de realização de 125%. Ind. 3 - Não existindo referencial de excelência para o indicador, nem histórico que permita comparações diretas, considera-se como valor crítico o valor que, por convenção, corresponde à taxa de realização de 125%. Ind. 4 - Não existindo referencial de excelência para o indicador, nem histórico que permita comparações diretas, considera-se como valor crítico o valor que, por convenção, corresponde à taxa de realização de 125%. Ind. 5 - Não existindo referencial de excelência para o indicador, nem histórico que permita comparações diretas, considera-se como valor crítico o valor que, por convenção, corresponde à taxa de realização de 125%. Ind. 6 - Não existindo referencial de excelência para o indicador, nem histórico que permita comparações diretas, considera-se como valor crítico o valor que, por convenção, corresponde à taxa de realização de 125%. Ind. 7 -Não existindo referencial de excelência para o indicador, nem histórico que permita comparações diretas, considera-se como valor crítico o valor que, por convenção, corresponde à taxa de realização de 125%. Ind. 8 - Não existindo referencial de excelência para o indicador, nem histórico que permita comparações diretas, considera-se como valor crítico o valor que, por convenção, corresponde à taxa de realização de 125%. Ind. 9 - Não existindo referencial de excelência para o indicador, nem histórico que permita comparações diretas, considerou-se como valor crítico o valor que, por convenção, corresponderia à taxa de realização de 125%. Contudo, como esse valor ultrapassa os 100% e como se trata de indicador que, pela sua natureza, não admite uma taxa de realização superior a 100%, o valor crítico é definido como sendo o valor máximo passível de ser atingido (todas as análises no prazo). Ind Não existindo referencial de excelência para o indicador, nem histórico que permita comparações diretas, considerou-se como valor crítico o valor que, por convenção, corresponderia à taxa de realização de 125%. Contudo, como esse valor ultrapassa os 100% e como se trata de indicador que, pela sua natureza, não admite uma taxa de realização superior a 100%, o valor crítico é definido como sendo o valor máximo passível de ser atingido (todos os pagamentos no prazo). Ind Não existindo referencial de excelência para o indicador, nem histórico que permita comparações diretas, considera-se como valor crítico o valor que, por convenção, corresponde à taxa de realização de 125%. Ind Não existindo referencial de excelência para o indicador, nem histórico que permita comparações diretas, considera-se como valor crítico o valor que, por convenção, corresponde à taxa de realização de 125%. Ind. 13 -Não existindo referencial de excelência para o indicador, nem histórico que permita comparações diretas, considera-se como valor crítico o valor que, por convenção, corresponde à taxa de realização de 125%. Ind Não existindo referencial de excelência para o indicador, nem histórico que permita comparações diretas, considera-se como valor crítico o valor que, por convenção, corresponde à taxa de realização de 125%. Ind Não existindo referencial de excelência para o indicador, nem histórico que permita comparações diretas, considerou-se como valor crítico o valor que, por convenção, corresponderia à taxa de realização de 125%. Contudo, como esse valor ultrapassa os 100% e como se trata de indicador que, pela sua natureza, não admite uma taxa de realização superior a 100%, o valor crítico é definido como sendo o valor máximo passível de ser atingido (plano executado na íntegra). Ind Não existindo referencial de excelência para o indicador, nem histórico que permita comparações diretas, considerou-se como valor crítico o valor que, por convenção, corresponderia à taxa de realização de 125%. Contudo, como esse valor ultrapassa os 100% e como se trata de indicador que, pela sua natureza, não admite uma taxa de realização superior a 100%, o valor crítico é definido como sendo o valor máximo passível de ser atingido (plano executado na íntegra). Ind Não existindo referencial de excelência para o indicador, nem histórico que permita comparações diretas, considera-se como valor crítico o valor que, por convenção, corresponde à taxa de realização de 125%. Ind Não existindo referencial de excelência para o indicador, nem histórico que permita comparações diretas, considera-se como valor crítico o valor que, por convenção, corresponde à taxa de realização de 125%. 3
4 Recursos Humanos DESIGNAÇÃO PONTUAÇÃO EFECTIVOS PLANEADOS PONTOS PLANEADOS PONTOS EXECUTADOS DESVIO Dirigentes - Direção Superior Dirigentes - Direção intermédia e chefes de equipa Técnico/a Superior (inclui especialistas de informática) Coordenador/a Técnico/a (inclui chefes de secção) Assistente Técnico/a (inclui técnicos de informática) Assistente operacional Total Obs: Recursos Financeiros DESIGNAÇÃO PLANEADOS AJUSTADOS EXECUTADOS DESVIO Funcionamento Despesas próprias Despesas com pessoal Aquisições de bens e serviços Transferências correntes Outras despesas correntes Medidas de apoio a empresas Medidas de apoio à envolvente Investimento Despesas próprias Aquisições de Bens e Serviços Transferências correntes Medidas de apoio a empresas Medidas de apoio à envolvente Total (Funcionamento e Investimento) Parâmetros AVALIAÇÃO FINAL Eficácia Eficiência Qualidade 0% 0% 0% 0% 4
5 Indicadores Ind. 1 - Pareceres emitidos sobre ideias e projetos de negócio, na sequência da participação em júris de concursos de ideias e no âmbito de protocolos e projetos FINICIA. Ind. 2 - Empresas com facilitação no acesso a financiamento através da atribuição do estatuto PME Líder. Relatórios com pareceres, atas e informações. Fontes de Verificação Base de dados da PME Líder; Lista de empresas; Plataforma Geslíder. Ind. 3 - Grau de execução financeira dos sistemas de incentivos. Sistema de Informação de Gestão de Incentivos (SIGI). Ind. 4 - Ações realizadas em empresas importadoras com média de 10 empresas fornecedoras nacionais. Ind. 5 - Execução do plano de implementação do sistema de monitorização e acompanhamento de dinâmicas de eficiência coletiva e de gestão de redes (clusters). Ind. 6 - Empresas e entidades do SI&I utilizadoras dos serviços específicos de apoio do Projeto EEN Portugal. Ind. 7 - Vistorias de conformidade no âmbito do SIR. Atas e folhas de presenças das sessões (base de dados do DPAE) Relatórios e mapas de ponto de situação; notas, relatórios e outros registos associados à concretização das ações. Customer Relationship Management (CRM) do Knowledge Management System (KMS) da EEN- PORTUGAL; PES - Performance Enhancing System; reportes; s. Smartdocs. Ind. 8 - Visitas de assistência empresarial. Relatórios de visita; Smartdocs. Ind. 9 - Cumprimento dos prazos de análise. Sistema de Informação de Gestão de Incentivos (SIGI). Ind Cumprimento dos prazos de pagamento. Sistema de Informação de Gestão de Incentivos (SIGI). Ind Créditos em contencioso recuperados no ano (M ). Ind Proporção da despesa controlada nos relatórios de auditoria do Comércio Investe. Ind Execução do contributo do IAPMEI para o défice público. Decisões judiciais, deliberações do CD, acordos de reembolso e garantias bancárias. Sistema de Informação de Gestão de Incentivos (SIGI). Aplicação Informática do DpFC/Base dados excel. Quadro de Indicadores do DpFC - "Lista de Projetos". Sistema de Contabilidade do IAPMEI. Ind Empresas participantes no Programa de formação-ação (POCI). Ind Execução do plano de ações formativas e informativas às e aos utilizadores internos e externos da Certificação PME. Ind Execução do plano de sensibilização e de capacitação das empresas no âmbito do Portugal Lista de empresas participantes no programa de formação-ação; Registos Compete. Plano de ações; Manuais ou outros documentos de apoio às ações; Suportes de divulgação das ações (ações externas); Listas de presenças (ações internas). Plano de ações; Manuais ou outros documentos de apoio às ações; Suportes de divulgação das ações. Ind Sessões de trabalho para capacitação de empresas e de agentes no âmbito do SIR. Aplicação Ações Externas; Registos Execução (Pasta Rede DPR). Ind Proporção de trabalhadoras e trabalhadores do IAPMEI abrangidos por ações de formação. Lista de presenças nas ações; Certificados de formação. 5
6 JUSTIFICAÇÃO DOS DESVIOS Ind. 1 - Ind. 2 - Ind. 3 - Ind. 4 - Ind. 5 - Ind. 6 - Ind. 7 - Ind. 8 - Ind. 9 - Ind Ind Ind Ind Ind Ind Ind Ind Ind. 18-6
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