Noções Básicas Sobre Estimulação Cardíaca Artificial
|
|
|
- Fátima Correia Alcântara
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Noções Básicas Sobre Estimulação Cardíaca Artificial Dr. Joubert Ariel Pereira Mosquéra Hospital do Coração do Brasil
2 Indicações da ECA Sintomas associados à bradicardia ou pausas. Síncope, tonturas, dispnéia, cansaço, etc. Doença do nó-sinusal. Bloqueios átrio-ventriculares. Indicações ampliadas aos pacientes com ICC e arritmias ventriculares malignas.
3 Histórico Um dos primeiros pacientes a receber estimulação cardíaca artificial por via endocárdica. Temas de Marcapasso, Melo CS.
4 Histórico Sistema de estimulação externo com eletrodo endocárdico por V. cefálica, Junho de 1959.
5
6 Histórico - Rune Elmqvist desenvolveu 1º. MP - Implantado pelo Dr. Åke Senning, em FC constante de bpm. - Bateria de Níquel Cádmio - Resina de epóxi
7 Histórico Marcapasso Atômico: - VOO - Bateria de plutônio - Fabricado em 1974
8 Histórico Baterias de Hg, NiCad lítio-iodo Revestimento dos eletrodos eugelol silicone e poliuretano Cápsulas do MP epóxi e plástico titânio e aço inoxidável Comando fixo (assíncrono) demanda Frequência fixa programação de frequência Fixação passiva ativa Eletrodos com corticóides MP Unicamerais Dupla câmara MP multissítio Cardiodesfibriladores Parâmetros multiprogramáveis
9 Histórico Redução do volume Novas tecnologias
10 Eletrodos Unipolares e Bipolares Unipolar: Apenas um pólo em contato com o miocárdio. O pólo positivo é o próprio gerador. Cuidado na troca risco de assistolia. Cuidado na programação risco de assistolia. Vetor grande espícula visível. Vetor grande maior chance de interferências. Eletrodos antigos. Bipolar: Dois pólos em contato com o miocárdio (anel e ponta). Espícula às vezes não visualizada. Pouca interferência. Eletrodos novos dupla polaridade.
11 ECG e Marcapasso Sinal característico espícula Tamanho depende da polaridade da estimulação. QRS alargado despolarização ventricular pela musculatura cardíaca. Tipicamente padrão de BRE Lembrar: Ressincronizadores Estímulo septal Estímulo de VE
12 Implante em ponta VD 180 ms Implante Septal 140 ms
13 In Melo, CS
14
15 In Melo, CS
16 Eletrodos de Fixação Ativa e Passiva
17 Freqüência Magnética Todo MP tem sua FC magnética própria. Varia de acordo com o fabricante e o modelo. MP fica assíncrono. Útil em cirurgias com eletrocautério em pacientes dependentes do MP 3 funções principais: Verificar funcionamento do sistema; Verificar status da bateria; Reversão de taquiarritmias. Obs: cuidado com CDI e Ressincronizador
18 IMÃ
19 Marcapassos Temporários Transvenosos Transcutâneos Epicárdicos Definitivos Endocárdicos Epicárdicos
20 Marcapasso Transcutâneo
21 Marcapasso Transcutâneo Placas adesivas sobre o precórdio Geradores produzem pulsos de alta tensão capazes de comandar o coração sem contato direto Mal tolerado necessário sedação Situações de extrema urgência ponte para o transvenoso Reserva de estimulação em situações de risco (cirurgias, EEF, reversão de taquiarritmias)
22 Marcapasso Epicárdico Utilizado em toda cirurgia cardíaca. Finos eletrodos transfixados no epicárdio ventricular (ocasionalmente nos átrios também). Polo + pode ser suturado no subcutâneo. Usado gerador temporário específico. Normalmente retirados no 4 PO por tração direta.
23 Marcapasso Transvenoso Forma útil e segura de estimulação temporária. Colocado através de punções ou dissecções venosas. Indicado em situações de emergência ou de forma profilática em algumas condições.
24 MP Transvenoso - Indicações Controle de emergência de qualquer bradicardia sintomática; Como profilaxia em: IAM com bradicardia ou IAM anterior com bloqueio de ramo recente ou BAV avançado; CATE direito em portador de BRE; Grandes cirurgias gerais em portadores de distúrbios do sistema excito-condutor do coração; Testes farmacológicos. Disfunção de MP definitivo em paciente dependente; Procedimentos diagnósticos (EEF).
25 Marcapasso Transvenoso - Implante Guiado por radioscopia; Guiado pelo ECG; Às cegas.
26 Marcapasso Transvenoso - Implante Guiado pela radioscopia:
27 Marcapasso Transvenoso - Implante Guiados pelo ECG: Alto Médio Baixo Átrio direito Ventrículo direito Entrada/Ponta Impactado VSVD
28 Marcapasso Transvenoso - Complicações Pneumotórax Hemotórax Hematoma Perfuração miocárdica Tamponamento cardíaco Infecção Inibição do foco de escape Deslocamento
29 Marcapasso Definitivo Técnica Endocárdica Incisão no sulco delto-peitoral. Dissecção até V. cefálica ou punção da V. subclávia. Eletrodos posicionados no AD e VD sob radioscopia direta. Gerador colocado no tecido subcutâneo.
30 Técnica Endocárdica
31 Marcapasso Definitivo Técnica Epicárdica Toracotomia. Eletrodo posicionado no epicárdio. Mais comum em crianças. Em adultos mais usado durante ressincronização cardíaca. Gerador colocado no tecido subcutâneo subclavicular (algumas vezes no abdome).
32 Tipos de Marcapasso Unicamerais Atriais Ventriculares Bicamerais Átrio-ventriculares Ressincronizadores (estimulação multissítio) Biatriais Bifocais Biventriculares Cardiodesfibriladores (CDI) Uni e bicamerais, com e sem ressincronizador
33 Cuidados pós-operatórios Repouso do membro superior Curativo compressivo por 48 h ECG e radiografia de tórax no dia seguinte Antibioticoprofilaxia pode ser usada Após a alta hospitalar: Repouso relativo por uma semana Evitar esforços com o membro por um mês Retirada dos pontos se necessário Avaliação eletrônica em um mês
34 Conceitos Básicos Sobre Estimulação Cardíaca Artificial Limiar de comando: Mínima energia suficiente para despolarizar (comandar) o coração. Quanto menor melhor. Limiar de sensibilidade: Máxima amplitude dos sinais elétricos do coração detectada pelo MP. Quanto maior melhor.
35 Limiar de Comando - Aumento da frequência básica de estimulação para comandar o coração. - Redução lenta e gradual da energia de estimulação. 4 V 3 V 2 V 1 V 0,5 V 0,5 V 1 V 3 V Limiar de comando = 1 V
36 Limiar de Sensibilidade Redução da freqüência básica de estimulação até o surgimento do ritmo próprio do coração. Aumento lento e gradual da sensibilidade. 1 mv 2 mv 3 mv 4 mv 5 mv 6 mv Limiar de sensibilidade = 5 mv
37 Limiar de Sensibilidade Quanto menor o valor numérico, mais sensível está o marcapasso: - Risco de interferências. Quanto maior o valor numérico, menos sensível está o marcapasso: - Risco de não reconhecimento dos sinais próprios do coração. - Risco de arritmias.
38 Parâmetros Programáveis FC Basic rate Upper rate Night program / Rest rate Intervalo AV (PV) Histerese, PVARP, etc Modo de Estimulação
39 Frequência Cardíaca Frequência básica (lower rate): FC mínima de estimulação do MP. FC espontânea acima da FB o MP se inibe. Normalmente 60 bpm. Frequência máxima (upper rate): FC máxima de seguimento do MP nos modos deflagrados (DDD, VDD, VVT). FC máxima do sensor. Night program: Redução da FB durante a madrugada. Economia de bateria. Permitir maior incidência de ritmo próprio. Rest rate: Redução da FB durante período de repouso.
40 Conceitos Básicos Nomenclatura Primeira letra: Representa a câmara estimulada: A (átrio), V (ventrículo), D (átrio e ventrículo) e O (nenhuma). Segunda letra: Identifica a câmara sentida: A, V, D e O (idem) Terceira letra: Indica a resposta do MP à detecção de um sinal natural: T (deflagração), I (inibição), D (deflagração e inibição) e O (sem resposta). Quarta letra: Capacidades de programabilidade, se apresenta telemetria ou resposta de freqüência: P (programável), M (multiprogramável), R (com resposta de freqüência), C (telemetria) e O (nenhuma). Quinta letra: Identifica a presença ou não de funções antitaquicardia: P (pacing), S (shock), D (pacing e Shock) e O (nenhuma)
41 VVI: Modos de Estimulação Estimula o ventrículo, sente-o inibe-se na presença de um sinal ventricular próprio.
42 VVI
43 Modos de Estimulação AAI: Estimula o átrio, sente-o e inibe-se na presença de um sinal atrial espontâneo.
44 Modos de Estimulação DDD: Estimula A e V, sente as duas câmaras, deflagra em V quando sente o A e inibe o estímulo atrial e ventricular quando sente o V. MP fisiológico.
45
46 Síndrome do Marcapasso Transmissão da despolarização ventricular aos átrios através da via normal ou de um feixe anômalo, provocando despolarização sincrônica destas câmaras. Pode manifestar-se clinicamente por: Sintomas de baixo fluxo cerebral e sistêmico, Desconforto cervical, Cansaço, Indisposição, Palpitações. Correção: MP dupla câmara.
47 Onda P retrógrada
48 Arritmias e Marcapasso Arritmias induzidas pelo marcapasso Arritmias conduzidas pelo marcapasso Arritmias mediadas pelo marcapasso
49 Arritmias Induzidas Pelo Marcapasso Perda de Sensibildade Espícula sobre T
50 Arritmias Conduzidas Pelo Marcapasso Início de Fibrilação Atrial MP estimulando na FC máx programada. RR pode ser irregular (sensibildade variada das ondas f)
51 Arritmias Mediadas Pelo Marcapasso TMP ou PMT. Paciente com condução VA: Nó AV com condução retrógrada (±30% dos BAVT s). Feixe anômalo. Normalmente iniciada por ESV ou perda de captura atrial. P retrógrada detectada no canal atrial desencadeia uma resposta ventricular que estimula retrogradamente o átrio e assim sucessivamente. Pode ocorrer por oversensing atrial: detecção de onda T.
52 ESV P retrógrada IAV longo P retrógrada
53 Oversensing de T
54
55 Marcapasso na Insuficiência Cardíaca
56 Insuficiência Cardíaca Pachón, JCM
57 Insuficiência Cardíaca Ressincronização: Sincronização das paredes ventriculares durante a sístole para melhorar a performance cardíaca. Associada a melhor qualidade de vida e com redução da mortalidade na IC.
58 Insuficiência Cardíaca Estimulação Bifocal direita: Estímulo de VSVD e ponta do VD. Usa MP e eletrodos convencionais ( custo). Poucos estudos.
59 Insuficiência Cardíaca
60 Insuficiência Cardíaca Pachón, JCM
61 Insuficiência Cardíaca Estimulação Biventricular: Eletrodos em ponta VD e região póstero lateral VE por veia cardíaca. Estimulação epicárdica. Alto custo. Maiores dificuldades técnicas. Às vezes necessária toracotomia. Entretanto benefícios comprovados ( capacidade funcional, qualidade de vida, sobrevida).
62 Estimulação Biventricular Venografia Eletrodos posicionados
63
64 Antes ressincronização Após ressincronização
65 Cardiodesfibriladores Implantáveis CDI
66 Cardiodesfibriladores Implantáveis Detecção e reversão de arritmias ventriculares Underdrive e overdrive Choque Melhora a sobrevida Reduz risco de morte súbita cardíaca Função marcapasso Associados ou não aos ressincronizadores
67
68 Reversão de Arritmias Underdrive: Overdrive:
69 Overdrive
70 CDI
71 Cardioversão TV RS 20 J
72 Morte súbita
73 Desfibrilação
Bradicardias. Dr. Joubert Ariel Pereira Mosquéra. Departamento de Estimulação Cardíaca Artificial Hospital do Coração do Brasil
Bradicardias Dr. Joubert Ariel Pereira Mosquéra Departamento de Estimulação Cardíaca Artificial Hospital do Coração do Brasil Bradicardias Absoluta Frequência cardíaca < 60 bpm (
Jorge Yussef Afiune Divisão de Cardiologia Pediátrica.
Diagnóstico e tratamento das principais arritmias na criança Jorge Yussef Afiune [email protected] Divisão de Cardiologia Pediátrica www.paulomargotto.com.br Sistema elétrico do coração
BRADIARRITMIAS E BLOQUEIOS ATRIOVENTRICULARES
Página: 1 de 8 1. Diagnóstico - História clínica + exame físico - FC
ELETROCARDIOGRAFIA. Profª Enfª Luzia Bonfim
ELETROCARDIOGRAFIA Profª Enfª Luzia Bonfim O CORAÇÃO É um órgão muscular oco que se localiza no meio do peito, sob o osso esterno, ligeiramente deslocado para a esquerda. Apresenta 4 cavidades: 2 superiores,
BRADIARRITMIAS. Aula 5 Imersão em Arritmias Cardíacas. Dr. Bruno Andrea
BRADIARRITMIAS Aula 5 Imersão em Arritmias Cardíacas Dr. Bruno Andrea COMO LIDAR COM BRADIARRITMIAS BRUNO RUSTUM ANDREA [email protected] IAC RJ 2017 O QUE É UMA BRADIARRITMIA? É SOMENTE UMA FC BAIXA?
Monitorização Eletrocardiográfica Ambulatorial. Helcio Garcia Nascimento
Monitorização Eletrocardiográfica Ambulatorial Helcio Garcia Nascimento Norman Jefferis Holter 1914-1983 Helena Montana EUA Norman Jefferis Holter (desenvolvimento) 1947 até 1965 JAMA Detection of phantom
Pacemaker sem eléctrodo
Pacemaker sem eléctrodo Indicações e resultados João R. Agostinho Contexto histórico 1932 1º Sistema de pacing externo Alber S. Hyman 1958 1º Pacemaker epicárdico Rune Elmqvist e Åke Senning 1958 1º Elétrodo
INTERPRETAÇÃO DO ECG resolução de exercícios
INTERPRETAÇÃO DO ECG resolução de exercícios Taquicardia sinusal Taquicardia em geral com QRS estreito, precedidas por ondas P e FC acima de 100 BPM e em geral abaixo de 200 BPM em repouso. Causas: aumento
Disciplina de Enfermagem em Centro de Terapia Intensiva
Disciplina de Enfermagem em Centro de Terapia Intensiva ARRITMIAS CARDÍACAS Prof. Fernando Ramos-Msc 1 Arritmias Cardíacas Uma arritmia cardíaca é uma anormalidade na freqüência, regularidade ou na origem
Documento Referente à Criação da. Área de Atuação em Estimulação Cardíaca Artificial
São Paulo, 31 de março de 2016. Documento Referente à Criação da Área de Atuação em Estimulação Cardíaca Artificial À Associação Médica Brasileira Prezados Senhores, A estimulação cardíaca artificial (ECA)
Glossário. 118 Vol XV N o 2
118 Vol XV N o 2 9 Glossário Abaixo são descritos os principais termos empregados em estimulação cardíaca artificial. Sempre que foi possível aplicamos o termo em português, mas alguns são consagrados
Estimulação Cardíaca Artificial Marcapasso. Sammylle Gomes de Castro
Estimulação Cardíaca Artificial Marcapasso Sammylle Gomes de Castro Catharina Serafin e Hugo von Ziemssen 1950 primeiros marcapassos móveis com fonte de energia elétrica Auxilio dos experimentos com hipotermia
Aprimoramento em Eletrofisiologia e Estimulação Cardíaca Artificial
Aprimoramento em Eletrofisiologia e Estimulação Cardíaca Artificial COORDENADORES: Drs. Dalmo Antonio Moreira e Paulo de Tarso Jorge VICE-COORDENADORES: Dr. Ricardo GarbeHabib Dra. Cecília Boya Barcellos
Principios básicos da estimulação cardíaca artificial
57 Artigo de Revisão 1 Principios básicos da estimulação cardíaca artificial José Carlos B M Ribeiro Hospital da Lagoa / Hospital Pró-Cardíaco Histórico Todas as publicações sobre a história do marcapasso
Indicações atuais de implante de marcapasso definitivo
84 Vol XV N o 2 4 Artigo de Revisão Indicações atuais de implante de marcapasso definitivo Márcio Luiz Alves Fagundes 1, Fernando Eugênio S. Cruz Filho 1, Roberto M. Sá 2, Carlos Arthur F.B. dos Santos
Taquiarritmias. Fernanda Queiroz
Taquiarritmias Fernanda Queiroz 2015.2 Definição Alteração do ritmo cardíaco caracterizado por frequencia cardiaca alta (FC>100bpm) na presença de pulso. Pode ser Causa (FC>150bpm) Consequencia (FC
PROTO COLO CLÍNICO ABORDAGEM INICIAL DAS BRADICARDIAS EM SERVIÇOS DE EMERGÊNCIA. Vinício Elia Soares Coordenador Executivo da Rede de Cardiologia
PROTO COLO CLÍNICO ABORDAGEM INICIAL DAS BRADICARDIAS EM SERVIÇOS DE EMERGÊNCIA Vinício Elia Soares Coordenador Executivo da Rede de Cardiologia Versão 2017 2 Objetivos Sistematização, de maneira objetiva,
Curso Preparatório para Residência de Enfermagem-2012 Arritmias Cardíacas
Curso Preparatório para Residência de Enfermagem-2012 Arritmias Cardíacas Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc Objetivos. Identificar no ECG as arritmias mais comuns;. Associar o traçado eletrocardiográfico
Cardiologia do Esporte Aula 2. Profa. Dra. Bruna Oneda
Cardiologia do Esporte Aula 2 Profa. Dra. Bruna Oneda Eletrocardiograma O registro gráfico da atividade elétrica do coração é denominado eletrocardiograma. Onda P: despolarização dos átrios (contração
Cuidando do cliente com agravos cardiovasculares em Urgência e Emergência. Profº. Enf.º Diógenes Trevizan Especialização em urgência e Emergência
Cuidando do cliente com agravos cardiovasculares em Urgência e Emergência Profº. Enf.º Diógenes Trevizan Especialização em urgência e Emergência Arritmias cardíacas As arritmias são distúrbios na geração,
Curso de capacitação em interpretação de Eletrocardiograma (ECG) Prof Dr Pedro Marcos Carneiro da Cunha Filho
Curso de capacitação em interpretação de Eletrocardiograma (ECG) Prof Dr Pedro Marcos Carneiro da Cunha Filho Anatomia cardíaca Coração Anatomia cardíaca Coração Coração Coração Nó Sinoatrial Coração elétrico
Bradiarritimias. Revista Qualidade HC. Autores e Afiliação: Área: Objetivos: Definição / Quadro Clínico: Diagnóstico:
Bradiarritimias Autores e Afiliação: José Belúcio Neto. Médico residente em Clínica Médica HCFMRP-USP; Maria Lícia Ribeiro Cury Pavão. Médica assistente da UE- HCFMRP- USP; Carlos Henrique Miranda. Médico
Diagnóstico e tratamento das arritmias em crianças e pacientes e com Cardiopatia Congênita. Dr. Bráulio Pinna
Diagnóstico e tratamento das arritmias em crianças e pacientes e com Cardiopatia Congênita Taquicardias Dr. Bráulio Pinna Declaro que não tenho conflitos de interesse Classificação de arritmias Taquicardia
CONDUTAS NO IAM COM INSTABILIDADE ELÉTRICA. Sérgio Luiz Zimmermann
CONDUTAS NO IAM COM INSTABILIDADE ELÉTRICA Sérgio Luiz Zimmermann Mecanismos das Arritmias Necrose e isquemia teciduais Ativação do sistema nervoso autônomo Distúrbios eletrolíticos ticos Distúrbios ácido
Taquicardia Mediada por Marcapasso ou por Reentrada Eletrônica - Uma Revisão
Relampa 2010 23(1):37-42. Artigo de Revisão Taquicardia Mediada por Marcapasso ou por Reentrada Eletrônica - Uma Revisão Milena Alonso Egea GEREZ 1 Fabrícia Bigesca COUTINHO 1 Leandro Fusco RUIZ 1 Márcio
ARRITMIAS CARDÍACAS. Dr. Vinício Elia Soares
ARRITMIAS CARDÍACAS Dr. Vinício Elia Soares Arritmias cardíacas classificações freqüência cardíaca sítio anatômico mecanismo fisiopatológico da gênese ocorrência em surtos duração do evento 1 CONDIÇÕES
O ECG nas síndromes coronárias isquêmicas
O ECG nas síndromes coronárias isquêmicas Prof. Dr. Paulo Jorge Moffa Importância do ECG na Estratificação de Risco no Infarto Agudo do Miocárdio ECG no Diagnóstico do Infarto Agudo do Miocárdio Papel
Atlas das Arritmias Cardíacas
Ary L. Goldberger Os eletrocardiogramas neste atlas suplementam aqueles ilustrados nos Caps. 232 e 233. As interpretações buscam enfatizar os achados específicos que tenham valor pedagógico. Todas as figuras
Arritmias Cardíacas CLASSIFICAÇÃO. Taquiarritmias. Bradiarritmias. Supraventriculares. Ventriculares
Arritmias Cardíacas CLASSIFICAÇÃO Bradiarritmias Taquiarritmias Supraventriculares Ventriculares Sinusal Atrial Juncional Fibrilação Atrial Flutter Atrial Paroxística Supraventricular Ventricular (Torsades
PROTO COLO CLÍNICO ABORDAGEM INICIAL DAS TAQUICARDIAS EM SERVIÇOS DE EMERGÊNCIA. Vinício Elia Soares Coordenador Executivo da Rede de Cardiologia
PROTO COLO CLÍNICO ABORDAGEM INICIAL DAS TAQUICARDIAS EM SERVIÇOS DE EMERGÊNCIA Vinício Elia Soares Coordenador Executivo da Rede de Cardiologia Versão 2017 2 Objetivos Sistematização, de maneira objetiva,
DÚVIDAS FREQUENTES NO EXAME CARDIOLÓGICO NO EXAME DE APTIDÃO FÍSICA E MENTAL
DÚVIDAS FREQUENTES NO EXAME CARDIOLÓGICO NO EXAME DE APTIDÃO FÍSICA E MENTAL XI JORNADA DE MEDICINA DO TRÁFEGO Belo Horizonte, 18-19 julho 2014 AMMETRA- ASSOCIAÇÃO MINEIRA DE MEDICINA DO TRÁFEGO AMMETRA
Serve como um valioso instrumento para o diagnóstico de várias patologias cardíacas e distúrbios hidroeletrolítico.
ECG ECG É o registro dos fenômenos elétricos do coração registrado por um aparelho chamado eletrocardiográfo. Impulso elétrico passa pelo coração onde e se propaga para tecidos adjacentes que circundam
Reconhecimento do ritmo cardíaco sinusal. Profa Dra Rita de Cassia Gengo e Silva Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica - EEUSP
Reconhecimento do ritmo cardíaco sinusal Profa Dra Rita de Cassia Gengo e Silva Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica - EEUSP Objetivos da aula Ao final da aula, o estudante deverá ser capaz de Descrever
ENFERMAGEM FUNDAMENTOS E PROCEDIMENTOS DE ENFERMAGEM. SINAIS VITAIS Aula 11. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM FUNDAMENTOS E PROCEDIMENTOS DE ENFERMAGEM Aula 11 Profª. Tatiane da Silva Campos BRADICARDIA SINUSAL: Freqüências inferiores a 60bpm com presença da onda P numa relação 1:1 com complexos QRS.
ECG - ELETROCARDIOGRAFIA
ECG - ELETROCARDIOGRAFIA AVANçADA (MAR 2017) - LISBOA O Eletrocardiograma (ECG) regista a atividade elétrica do coração. Por ser não-invasivo, com baixos custos de execução e cujos resultados são obtidos
SIMPÓSIO DE ELETROCARDIOGRAMA
SIMPÓSIO DE ELETROCARDIOGRAMA www.gerenciamentoetreinamento.com Treinamentos Corporativos Contato: XX 12 9190 0182 E mail: [email protected] SIMPÓSIO DE ELETROCARDIOGRAMA Márcio
Critérios Diagnósticos das Taquicardias de QRS Estreito
Critérios Diagnósticos das Taquicardias de QRS Estreito Taquicardias Supraventriculares Taquicardia Sinusal / TRS Taquicardia Atrial 1:1, 2:1, condução variável, TAM Fibrilação Atrial Flutter Atrial (comum/incomum/atípico)
INTERPRETAÇÃO DE ECG LUCAS SILVEIRA DO NASCIMENTO
INTERPRETAÇÃO DE ECG LUCAS SILVEIRA DO NASCIMENTO ANAMNESE + EXAME FÍSICO Paciente masculino de 50 anos com queixa de palpitações taquicárdicas há 2 anos, com frequência aproximada de 1 episódio semanal
O Processo de Enfermagem aplicado ao Sistema Cardiovascular
Curso preparatório para Concursos - ENFERMEIRO - 2012 O Processo de Enfermagem aplicado ao Sistema Cardiovascular Prof. Fernando Ramos - Msc 1 Eletrofisiologia e Eletrocardiografia cardíaca O Eletrocardiograma
Displasia arritmogênica de VD
Displasia arritmogênica de VD Rogério Braga Andalaft Médico do Setor de Eletrofisiologia do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia Médico do Centro de Arritmias do Hospital Israelita Albert Einstein
BLOQUEIO ATRIOVENTRICULAR TOTAL (BAVT): RELATO DE CASO
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde AUTORES: Alexandre Ricardo Abdel Fattah Martini, Augusto Riedel Abrahão, Carolina Ando Matsuno, Lucas Deperon Toldo
Atualização Rápida CardioAula 2019
CRONOGRAMA Atualização Rápida CardioAula 2019 ABRIL A SETEMBRO. 350 horas/aulas. EM 25 SEMANAS ENVIO DA APOSTILA VOLUME 01 (SEMIOLOGIA E FISIOLOGIA) ENVIO DA APOSTILA VOLUME 02 (HAS E DISLIPIDEMIAS) ENVIO
JANEIRO A SETEMBRO PROVA: SETEMBRO 257 AULAS E PROVAS EM 34 SEMANAS CRONOGRAMA CARDIOAULA TEC 2018 EXTENSIVO
JANEIRO A SETEMBRO PROVA: SETEMBRO 257 AULAS E PROVAS EM 34 SEMANAS CRONOGRAMA CARDIOAULA TEC 2018 EXTENSIVO 22/01 Aula Inaugural CardioAula 2018 e apresentação dos Professores! Como assistir suas aulas
CARDIOVIDA On Line Holter de 24 horas em 3 canais, digital Dr. Dário Sobral
Dr. Dário Sobral Relatório de Holter - Dados do Exame Nº do Exame Data do Exame: 8//5 :4 Protocolo: Holter de canais Convênio: - Dados do Paciente Nome: José Felix da Silva Idade: 7 Sexo: M Altura: Peso:
Curso de Electrocardiografia Básica TAQUIARRITMIAS. Miryan Cassandra. Serviço de Cardiologia CHUC - H. Geral 16 de Outubro de 2014
Curso de Electrocardiografia Básica TAQUIARRITMIAS Miryan Cassandra Serviço de Cardiologia CHUC - H. Geral 16 de Outubro de 2014 TAQUIARRITMIAS Introdução Conceitos básicos de arritmias Avaliação sistematizada
SEMIOLOGIA E FISIOLOGIA
SEMIOLOGIA E FISIOLOGIA APOSTILA VOLUME 01 (SEMIOLOGIA E FISIOLOGIA) Aula Inaugural CardioAula 2018 e apresentação dos Professores! Como assistir suas aulas e provas no seu PC ou Notebook Semiologia -
Bloqueios Atrioventriculares
Bloqueio AV de primeiro grau Bloqueio AV de segundo grau tipo 1 Bloqueio AV de segundo grau tipo 2 Bloqueio AV de terceiro grau Bloqueio AV de primeiro grau Bloqueio AV de primeiro grau Reflete atraso
AVALIAÇÃO DOS PARÂMETROS DE MARCAPASSOS EXTERNOS SEGUNDO A NORMA ABNT NBR IEC :1998
AVALIAÇÃO DOS PARÂMETROS DE MARCAPASSOS EXTERNOS SEGUNDO A NORMA ABNT NBR IEC 60601--31:1998 Miguel Rosa Nunes 1, José Carlos Teixeira de Barros Moraes 1 DEC-LEB/EPUSP, São Paulo, Brasil, [email protected]
CRONOGRAMA CARDIOAULA TEC 2019 INTENSIVO. ABRIL A SETEMBRO. PROVA: OUTUBRO. 360 horas/aulas. EM 25 SEMANAS
CRONOGRAMA CARDIOAULA TEC 2019 INTENSIVO ABRIL A SETEMBRO. PROVA: OUTUBRO. 360 horas/aulas. EM 25 SEMANAS ENVIO DA APOSTILA VOLUME 01 (SEMIOLOGIA E FISIOLOGIA) Semiologia - Aula 10 - Sopros Especiais /
julho A SETEMBRO. PROVA: OUTUBRO. 360 horas/aulas. EM 14 SEMANAS
julho A SETEMBRO. PROVA: OUTUBRO. 360 horas/aulas. EM 14 SEMANAS ENVIO DA APOSTILA VOLUME 01 (SEMIOLOGIA E FISIOLOGIA) ENVIO DA APOSTILA VOLUME 02 (HAS E DISLIPIDEMIAS) Semiologia - Aula 1 - Introdução
CRONOGRAMA CARDIOAULA TEC 2018 INTENSIVO ABRIL A SETEMBRO PROVA: SETEMBRO 257 AULAS E PROVAS
CRONOGRAMA CARDIOAULA TEC 2018 INTENSIVO ABRIL A SETEMBRO PROVA: SETEMBRO 257 AULAS E PROVAS ENVIO DA APOSTILA VOLUME 01 (SEMIOLOGIA E FISIOLOGIA) 09/04 Aula Inaugural CardioAula 2018 e apresentação dos
Arritmias Cardíacas e Morte Súbita
Arritmias Cardíacas e Morte Súbita SOBRAC Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas www.sobrac.org (Marco Paulo Tomaz Barbosa) Qual o órgão mais importante do corpo humano? Claro que EU sou o mais Importante!!!
URGÊNCIA E EMERGÊNCIA. Prof. Adélia Dalva
URGÊNCIA E EMERGÊNCIA Prof. Adélia Dalva 1. O tratamento emergencial da hipovolemia grave, em uma unidade de pronto atendimento, causada por choque hemorrágico, compreende as seguintes condutas terapêuticas,
FISIOLOGIA DO SISTEMA CIRCULATÓRIO. Prof. Ms. Carolina Vicentini
FISIOLOGIA DO SISTEMA CIRCULATÓRIO Prof. Ms. Carolina Vicentini SISTEMA CARDIOVASCULAR CORAÇÃO: LOCALIZAÇÃO: MEDIASTINO MÉDIO 5 º ESPAÇO INTERCOSTAL ENVOLTÓRIOS DO CORAÇÃO PERICÁRDIO: SACO FIBRO SEROSO
Interpretação do eletrocardiograma. Prof.: Aguinaldo Alves Deão
Interpretação do eletrocardiograma Prof.: Aguinaldo Alves Deão Interpretação do eletrocardiograma Sumário 1. Revisão anatomofisiológica do coração. 2. Sistema de condução elétrica do coração. 3. A formação
2
2 4 TAQUICARDIAS SUPRAVENTRICULARES I COM QRS ESTREITOS Ao analisarmos um exame de eletrocardiografia dinâmica devemos, sempre que possível, identificar características eletrocardiográficas que devem
Fibrilação Atrial. Revista Qualidade HC. Autores e Afiliação: Área: Objetivos: Definição / Quadro Clínico: Diagnóstico: Exames Complementares:
Fibrilação Atrial Autores e Afiliação: José Fernandes Neto, Henrique Turin Moreira, Carlos Henrique Miranda; Divisão de Emergência Clínicas do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. Área: Unidade de
Taquiarritmias na Sala de Urgência
Taquiarritmias na Sala de Urgência Autores e Afiliação: João Reynaldo Abbud Chierice. Médico residente da divisão de Cardiologia do Departamento de Clínica Médica - FMRP - USP; Maria Lícia Ribeiro Cury
XVI. Eventos Noturnos: Descrição e Importância no Holter
XVI. Eventos Noturnos: Descrição e Importância no Holter EVENTOS NOTURNOS Período noturno Desde crianças, fomos ninados com canções tenebrosas:...nana nenê que a Kuka vem pegar... é o melhor exemplo.
Cardiodesfibrilador implantável Terapia de ressincronização cardíaca Marcapasso
Cardiodesfibrilador implantável Terapia de ressincronização cardíaca Marcapasso Camila Stasiak e Amanda Gomes Fonseca Prof Dr. Mario Augusto Cray da Costa Cardiodesfibrilador implantável Indicações! Secundária:
Noções básicas de eletrocardiografia e principais aplicações na toxicologia
Programa de Formação Complementar: Fundamentos de Toxicologia para a Prática Clínica Léo Augusto da Silva Vinci R4 Cardiologia - UEL 1 2 Introdução Introdução - + 3 Introdução - + 60 Introdução Histórico
Distúrbio do Ritmo Cardíaco em Pediatria
Distúrbio do Ritmo Cardíaco em Pediatria Eduardo Hecht PEDIATRIA HMIB/SES/DF Agosto 2010 www.paulomargotto.com.br Brasília, 11 de julho de 2012 OBJETIVOS Reconhecer as alterações do ritmo cardíaco com
Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde PORTARIA Nº 505, DE 28 DE SETEMBRO DE 2010
Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde PORTARIA Nº 505, DE 28 DE SETEMBRO DE 2010 O Secretário de Atenção à Saúde, no uso de suas atribuições, Considerando a Portaria nº 2.848/GM, de 06 de novembro
Curso Nacional de Reciclagem em Cardiologia Região Sul 20 a 24 de setembro de 2006 ACM - Florianópolis
Curso Nacional de Reciclagem em Cardiologia Região Sul 20 a 24 de setembro de 2006 ACM - Florianópolis Dr. José Carlos Moura Jorge Laboratório de Eletrofisiologia de Curitiba Bradicardia Sinusal. Doença
Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde PORTARIA Nº 505, DE 28 DE SETEMBRO DE 2010
ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde PORTARIA Nº 505, DE 28 DE SETEMBRO DE 2010 O Secretário de Atenção à Saúde,
C A R D I O V I D A On Line
HOLTER de 4 horas Dr. Dário Sobral Relatório de Holter - Dados do Exame Nº do Exame Data do Exame: 6//5 9: Protocolo: Holter de canais Convênio: - Dados do Paciente Nome: Severino Pereira da Silva Idade:
CURSO DE ODONTOLOGIA. Aline Maske INTERFERÊNCIAS DE APARELHOS ODONTOLÓGICOS EM DISPOSITIVOS CARDÍACOS ELETRÔNICOS IMPLANTÁVEIS
CURSO DE ODONTOLOGIA Aline Maske INTERFERÊNCIAS DE APARELHOS ODONTOLÓGICOS EM DISPOSITIVOS CARDÍACOS ELETRÔNICOS IMPLANTÁVEIS Santa Cruz do Sul 2016 1 Aline Maske INTERFERÊNCIAS DE APARELHOS ODONTOLÓGICOS
Prof. Adjunto Paulo do Nascimento Junior Departamento de Anestesiologia da Faculdade de Medicina de Botucatu
Eletrofisiolog gia Cardíaca Prof. Adjunto Paulo do Nascimento Junior Departamento de Anestesiologia da Faculdade de Medicina de Botucatu Eletrofisiologi ia Cardíaca eventos elétricos contração cardíaca
MARCAPASSO PARA TERAPIA DE RESSINCRONIZAÇÃO CARDÍACA Valitude, Valitude X4, Visionist e Visionist X4
As informações aqui apresentadas são de caráter declaratório, podendo o texto final ter formatação diferente. MARCAPASSO PARA TERAPIA DE RESSINCRONIZAÇÃO CARDÍACA Valitude, Valitude X4, Visionist e Visionist
C A R D I O V I D A On Line HOLTER de 24 horas Dr. Dário Sobral Fone: (81)
Dr. Dário Sobral [email protected] Fone: (8) 9-545 Relatório de Holter - Dados do Exame Nº do Exame Data do Exame: /5/6 :5 Protocolo: Holter de canais - Dados do Paciente Nome: Luiz Idalino de Sousa
Dispositivos Cardíacos Eletrônicos Implantáveis
Orientações para portadores de Dispositivos Cardíacos Eletrônicos Implantáveis Serviço de Enfermagem Cardiovascular, Nefrologia e Imagem Serviço de Cirurgia Cardíaca Serviço de Cardiologia Este manual
MANUAL TÉCNICO DO MÉDICO INGENIO MRI MARCAPASSO REF K185, K186, K187
MANUAL TÉCNICO DO MÉDICO INGENIO MRI MARCAPASSO REF K185, K186, K187 Índice Descrição do Dispositivo... 1 Informações Relacionadas... 3 Indicações e Uso... 3 Contraindicações... 4 Avisos... 5 Precauções...
Universidade Estadual de Santa Cruz (DCB)
Biofísica da circulação Profª Bianca Mendes Maciel Universidade Estadual de Santa Cruz (DCB) SISTEMA CARDIOVASCULAR É um sistema aberto, porém com circuito fechado!!! Coração (bomba cardíaca) Vasos sanguíneos
Orientações ao Portador de Marcapasso Cardíaco.
Orientações ao Portador de Marcapasso Cardíaco. Rt: Dr. José Sobral Neto - CRM/DF 2374 No dia 23 de setembro, estimulistas de todo o Brasil promovem o Dia do Portador de Marcapasso, uma campanha nacional
Terapia do ritmo cardíaco. Manual do paciente. O que você precisa saber sobre o seu. marcapasso
Terapia do ritmo cardíaco Manual do paciente O que você precisa saber sobre o seu marcapasso O que você precisa saber sobre o seu marcapasso www.biotronik.com Conteúdo Introdução O coração e os distúrbios
Coração Vasos sanguíneos: artérias veias capilares Sangue: plasma elementos figurados: Hemácias Leucócitos plaquetas
Coração Vasos sanguíneos: artérias veias capilares Sangue: plasma elementos figurados: Hemácias Leucócitos plaquetas Localização Localizado no tórax na região do mediastino limitado pelos pulmões nas laterais
ABLAÇÃO EM PACIENTES PEDIÁTRICOS SEM DOENÇA ESTRUTURAL E COM CARDIOPATIA CONGÊNITA
ABLAÇÃO EM PACIENTES PEDIÁTRICOS SEM DOENÇA ESTRUTURAL E COM CARDIOPATIA CONGÊNITA QUANDO INDICAR? 29º Congresso de Cardiologia do Estado da Bahia Christian Moreno Luize EPIDEMIOLOGIA Verdadeira incidência?
Ciclo cardíaco. Biomorfofuncional I Problema 3 Módulo I Sistemas Cardiovascular e Respiratório. Profa. Dra. Juliana Vasconcelos
Ciclo cardíaco Biomorfofuncional I Problema 3 Módulo I Sistemas Cardiovascular e Respiratório Profa. Dra. Juliana Vasconcelos Objetivos Caracterizar as câmaras cardíacas e o sistema de valvas, relacionando-as
Arritmias não dependentes de doença estrutural. Rogério Andalaft
Arritmias não dependentes de doença estrutural Rogério Andalaft Arritmias e Morte Súbita Arritmias e Morte Súbita As doenças eletrogenéticas Síndromes eletrogenéticas Brugada QT longo TV catecolaminérgica
RESIDÊNCIA MÉDICA 2016
Recursos de estudo na Área do Aluno Site SJT Educação Médica Aula À La Carte Simulados Presenciais e on-line Cursos Extras Antibioticoterapia Prático SJT Diagnóstico por imagem Eletrocardiografia Revisão
