Royalties do Setor Mineral. Fernando Facury Scaff
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- Eric Pinto de Santarém
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1 Royalties do Setor Mineral Fernando Facury Scaff
2 Exposição em Partes: 1) Aspectos Constitucionais 2) Natureza Jurídica 3) Aspectos Legais: Alíquota Base de Cálculo Decadência 4) Proposta de Fundo do bem
3 1a. Parte: Aspectos Constitucionais
4 CF, Art. 20. São bens da União: IX - os recursos minerais, inclusive os do subsolo;
5 CF, Art As jazidas, em lavra ou não, e demais recursos minerais e os potenciais de energia hidráulica constituem propriedade distinta da do solo, para efeito de exploração ou aproveitamento, e pertencem à União, garantida ao concessionário a propriedade do produto da lavra.
6 CF, art. 20, parág. único: É assegurada, nos termos da lei, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, bem como a órgãos da administração direta da União, participação no resultado da exploração de petróleo ou gás natural, de recursos hídricos para fins de geração de energia elétrica e de outros recursos minerais no respectivo território, plataforma continental, mar territorial ou zona econômica exclusiva, OU compensação financeira por essa exploração.
7 2ª. Parte: Natureza Jurídica
8 NATUREZA JURÍDICA: 1) Compensação Ambiental ou 2) Receitas Derivadas/Tributárias ou 3) Receitas Originárias/Patrimoniais
9 Compensação Ambiental Princípio do Poluidor Pagador? Princípio da Prevenção?
10 1) Receitas Originárias/Patrimoniais ou 2) Receitas Derivadas/Tributárias
11 STF RE , Ministro SEPÚLVEDA PERTENCE Bens da União: (recursos minerais e potenciais hídricos de energia elétrica): participação dos entes federados no produto ou compensação financeira por sua exploração (CF, art. 20, e 1º): natureza jurídica: constitucionalidade da legislação de regência (L /89, arts. 1º e 6º e L /90). 1. O tratar-se de prestação pecuniária compulsória instituída por lei não faz necessariamente um tributo da participação nos resultados ou da compensação financeira previstas no art. 20, 1º, CF, que configuram receita patrimonial.
12 2. A obrigação instituída na L /89, sob o título de "compensação financeira pela exploração de recursos minerais" (CFEM) não corresponde ao modelo constitucional respectivo, que não comportaria, como tal, a sua incidência sobre o faturamento da empresa; não obstante, é constitucional, por amoldar-se à alternativa de "participação no produto da exploração" dos aludidos recursos minerais, igualmente prevista no art. 20, 1º, da Constituição.
13 Para a União (DNPM) é uma Receita Originária; Para os Estados e Municípios é uma Receita Transferida: Receita transferida é aquela que é arrecadada por um ente da Federação e repassada a outro, seja esta arrecadação de origem tributária ou não. Rateio Federativo: 23% para os Estados e o Distrito Federal; 65% para os Municípios; 12% para a União (DNPM 10%; FNDCT 2%)
14 Transferências Diretas: P. ex.: IPVA, onde os Estados devem repassar aos Municípios onde os veículos forem licenciados 50% da arrecadação Transferência através de Fundos: P.ex.: FPE Fundo de Participação dos Estados 21,5% da arrecadação do IR+IPI para os Estados conforme normas de distribuição previstas pelo TCU
15 Esta caracterização traz diferença em questões como: Fiscalização Decadência e Prescrição Fundos com redirecionamento Porém, a CFEM, para as empresas, é custo.
16 3a. Parte: Aspectos Legais: Alíquota Base de Cálculo Decadência
17 Lei 7790/89 - Regulamentou a CFEM de forma imprecisa, em face de vetos presidenciais Lei 8001/90 Regulamentou com maior precisão preenchendo as lacunas deixadas pela norma anterior e permitindo sua efetiva cobrança
18 Aspectos Legais: ALÍQUOTA
19 Alíquotas: Lei 8001/ : (Seletividade) I - minério de alumínio, manganês, sal-gema e potássio: 3%; II - ferro, fertilizante, carvão e demais substâncias minerais: 2%; III - pedras preciosas, pedras coradas lapidáveis, carbonados e metais nobres: 0,2%; IV - ouro: 1% quando extraído por empresas mineradoras, isentos os garimpeiros.
20 Aspectos Legais: BASE DE CÁLCULO
21 Base de Cálculo: Lei 8001/ : Art. 2º Para efeito do cálculo de compensação financeira (...) entendese por faturamento líquido o total das receitas de vendas, excluídos os tributos incidentes sobre a comercialização do produto mineral, as despesas de transporte e as de seguros.
22 Base de Cálculo: Lei 7990/89: Art. 6º A compensação financeira pela exploração de recursos minerais, para fins de aproveitamento econômico, será de até 3% (três por cento) sobre o valor do faturamento líquido resultante da venda do produto mineral, obtido após a última etapa do processo de beneficiamento adotado e antes de sua transformação industrial.
23 Exclusão da Base de Cálculo: os tributos incidentes sobre a comercialização do produto mineral Tributos sobre o faturamento: ICMS, PIS, Cofins, IOF- ouro? Outros também (IR, CSLL)? E os incentivos fiscais concedidos para o ICMS? E quando não há destaque do ICMS na NF? E quando ocorre simples remessa?
24 Exclusões da Base de Cálculo Despesas de transporte E o transporte dentro da mina? Só é excluído o frete pago? E o transporte próprio? Qual o valor? E o transporte que não se configura frete? A lei não distingue.
25 O que se deve entender por: valor do faturamento líquido resultante da venda do produto mineral obtido após a última etapa do processo de beneficiamento adotado e antes de sua transformação industrial?
26 Aspectos Legais: DECADÊNCIA E PRESCRIÇÃO
27 Decadência e Prescrição: qual a regra aplicável? Lei nº , de 2004: Art. 47. O crédito originado de receita patrimonial será submetido aos seguintes prazos: I - decadencial de dez anos para sua constituição, mediante lançamento; e II - prescricional de cinco anos para sua exigência, contados do lançamento.
28 1 o O prazo de decadência de que trata o caput conta-se do instante em que o respectivo crédito poderia ser constituído, a partir do conhecimento por iniciativa da União ou por solicitação do interessado das circunstâncias e fatos que caracterizam a hipótese de incidência da receita patrimonial, ficando limitada a cinco anos a cobrança de créditos relativos a período anterior ao conhecimento. 2 o Os débitos cujos créditos foram alcançados pela prescrição serão considerados apenas para o efeito da caracterização da ocorrência de caducidade de que trata o parágrafo único do art. 101 do Decreto-Lei n o 9.760, de 1946 (O não-pagamento do foro durante três anos consecutivos, ou quatro anos intercalados, importará a caducidade do aforamento)
29 A norma mencionada, de 2004, se aplica às situações pretéritas ou em curso? CF, Art. 5: Princípio da Irretroatividade das Leis: XXXVI - a lei não prejudicará o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada;
30 Qual o prazo decadencial das situações anteriores a 2004? Não se trata de uma relação tributária. Não existia norma de direito público que regulasse a matéria. Por ser receita pública originária, tornase inaplicável o Código Civil que rege as relações de direito privado.
31 Princípio da Simetria: Decreto /1932: Art. 1º - As dividas passivas da União, dos Estados e dos Municípios, bem assim todo e qualquer direito ou ação contra a Fazenda Federal, Estadual ou Municipal, seja qual for a sua natureza, prescrevem em cinco anos contados da data do ato ou fato do qual se originarem.
32 STJ: Ministro José Delgado: 3. De fato, embora destituídas de natureza tributária, as multas impostas, inegavelmente, estão revestidas de natureza pública, e não privada, uma vez que previstas, aplicadas e exigidas pela Administração Pública, que se conduz no regular exercício de sua função estatal, afigurando-se inteiramente legal, razoável e isonômico que o mesmo prazo de prescrição - qüinqüenal - seja empregado quando a Fazenda Pública seja autora (caso dos autos) ou quando seja ré em ação de cobrança (hipótese estrita prevista no Decreto ). Precedentes: Resp PE, DJ , Rel. Min. Humberto Martins; Resp MG, DJ , Rel. Min. Francisco Falcão; Resp SC, DJ , Rel. Min. Denise Arruda.
33 4a. Parte: Proposta de Fundo do bem
34 Origem e escopo preliminar: Discussões sobre alterações na CFEM Minerária. Grupo de trabalho no MME Foco: Dádiva ou Maldição? Maria Amélia Enriquez Escopo preliminar: Partilhar a arrecadação da CFEM também entre os Municípios afetados pela mineração, embora não mineradores. Direcionar a receita para atividades sociais.
35 CF, art. 20, parág. único: É assegurada, nos termos da lei, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, bem como a órgãos da administração direta da União, participação no resultado da exploração de petróleo ou gás natural, de recursos hídricos para fins de geração de energia elétrica e de outros recursos minerais no respectivo território, plataforma continental, mar territorial ou zona econômica exclusiva, ou compensação financeira por essa exploração.
36 Espécie de direcionamento já existente Lei 7990/89: Art. 8º O pagamento das compensações financeiras previstas nesta Lei, (...) será efetuado, mensalmente(...) vedada a aplicação dos recursos em pagamento de dívida e no quadro permanente de pessoal.
37 Nada obsta que a lei adote este tipo de procedimento, seja através de recursos dirigidos aos demais Municípios, seja carimbando-os. O importante papel do Ministério Público A prudência recomenda que não se aumente a carga fiscal da CFEM em função desse argumento.
38 Obrigado pela atenção Fernando Facury Scaff: Professor da Universidade de São Paulo USP Professor da Universidade Federal do Pará UFPA (licenciado) Advogado - Sócio do escritório Silveira, Athias, Soriano de Mello, Guimarães, Pinheiro & Scaff Advogados. Doutor em Direito pela USP [email protected]
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