PESQUISA E RECUPERAÇÃO
|
|
|
- Mikaela Nunes Bandeira
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Programas de Cursos e Especializações Confédération Mondiale des Activités Subaquatiques World Underwater Federation Confederação Mundial de Actividades Subaquáticas PESQUISA E RECUPERAÇÃO
2 COMISSÃO TÉCNICA DE MERGULHO DESPORTIVO CURSO DE PESQUISA E RECUPERAÇÃO 1 - CLASSIFICAÇÃO DO CURSO O Curso de Pesquisa e Recuperação é considerado uma Especialidade obrigatória para o acesso ao curso CMAS P3, no esquema de progressões da CMAS. Com a atribuição desta qualificação, ser-lhe-á atribuído o cartão e o diploma CMAS da especialidade Recherche et Recuperation. 2 OBJECTIVOS GERAIS Motivar e preparar os mergulhadores duma forma segura e competente para o planeamento e execução de mergulhos de pesquisa e recuperação debaixo de supervisão restrita. Familiarizar os mergulhadores com as técnicas e os possíveis problemas deste tipo de mergulho. Servir como pré-requisito para o Curso de Especialização de Salvamento. 3 - OBJECTIVOS ESPECÍFICOS 1. Conhecer os vários aspectos relativos ao funcionamento do curso. 2. Conhecer os objectivos e a organização da Escola e sua integração a nível nacional e internacional. 3. Compreender a importância da pesquisa e da recuperação. 4. Compreender a importância do planeamento de qualquer acção de pesquisa e de recuperação 5. Saber executar o planeamento correcto da acção de pesquisa e de recuperação subaquática, a sua preparação e técnica. 6. Saber executar os trabalhos relativos à acção de pesquisa e de recuperação (nós e os vários métodos de ligação dos balões de recuperação aos objectos localizados, etc.). 7. Conhecer a importância dos problemas e perigos associados com as técnicas de recuperação. 8. Saber evitar os possíveis problemas e perigos associados com as técnicas de recuperação. 9. Saber a utilidade do equipamento específico das operações de pesquisa e recuperação, incluindo os balões de recuperação. 10. Saber manipular o equipamento específico das operações de pesquisa e recuperação, incluindo os balões de recuperação. 11. Saber executar um levantamento de um determinado objecto do fundo para a superfície incluindo o seu reboque para terra. 12. Conhecer os cuidados a ter na conservação do equipamento utilizado na navegação subaquática. 13. Demonstrar perfeito entendimento com o companheiro de mergulho, na aplicação das
3 técnicas deste tipo de actividade. 14. Executar sem esforço todos os exercícios demonstrando, nas várias formas de avaliação, os conhecimentos adquiridos. 15. Obter bom aproveitamento no exame teórico. 4 - CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS TEORIA PRT1 -objectivos do curso(15min) apresentação detalhes administrativos relativos ao horário, locais das aulas, documentação e equipamento a ser fornecido ou que o aluno deverá trazer, manuais a utilizar, etc. objectivos do Curso e da organização Escola/Clube finalidade do programa de treino e a sua integração no Sistema Nacional de Qualificação de Mergulhadores (Legislação Nacional) relação entre a Escola/Clube/Federação e a base do Sistema Internacional de Certificados de Mergulho PRT2 -introdução ao mergulho de pesquisa e recuperação (30min) introdução equipamento flutuação (princípio de Arquimedes; exercícios de aplicação) diferentes métodos de transporte dos objectos para a superfície cabos; nós métodos simples de amarração limpeza e preservação dos objectos recuperados (madeira, metal, outros materiais) PRT3 planeamento e preparação dum mergulho (90min) recolha de dados segurança condições duma pesquisa com sucesso mergulho a dois (companheiro de mergulho) problemas imprevistos plano de emergência prevenção e controlo do acidente escolha do local para mergulhar em água aberta PRT4 -métodos e modelos de pesquisa (60min) método do rumo longitudinal método da grade linha de mergulhadores em área restrita
4 rocega com cabo lastrado circular em pêndulo ou semicircular; pendular pesquisa com mergulhador rebocado pesquisa por linhas batimétricas PRT5 sinais de comunicação e legislação(15min) mergulhador-superfície mergulhador-mergulhador legislação sobre achados outra legislação existente PRÁTICA PR P1 -(mar em meio protegido) (3:00horas) localização e avaliação do local saída de terra escolha dos acessos para os alunos e material (eventualmente viaturas) verificação da possibilidade de entrada/saída da praia análise do estado do mar; ausência de corrente; balizamento do local saída de barco análise do estado mar embarque e saída para o local do mergulho chegada ao local; verificação de ausência de corrente; balizamento do local reunião inicial, explicação prévia da sessão escolha do companheiro de mergulho, (uma boa relação entre companheiros de mergulho, ajuda a prevenir ou a resolver uma situação de stresse) apresentação e análise do plano de mergulho montagem do equipamento; sua verificação pelo companheiro de mergulho ; verificação final feita pelo Monitor objectivos a atingir durante o mergulho familiarização com o equipamento comunicação e sinais; em imersão; à superfície prática na execução de alguns nós; amarrações prática de alguns métodos de pesquisa localização e marcação de objectos afundados coordenação e técnica com o companheiro de mergulho análise do mergulho efectuado revisão das condições em que se efectuou o mergulho e das observações efectuadas
5 discussão dos problemas ocorridos e da sua resolução arrumação do equipamento registos na Caderneta de Qualificação e na Caderneta de Imersão informação sobre o próximo local de mergulho (se não for o mesmo) e do material necessário. PR P2-(mar) (3:00horas) localização e avaliação do local saída de terra escolha dos acessos para os alunos e material (eventualmente viaturas) verificação da possibilidade de entrada/saída da praia análise do estado do mar; ausência de corrente; balizamento do local; referências luminosas para as saídas e entradas saída de barco análise do estado mar embarque e saída para o local do mergulho chegada ao local; verificação de ausência de corrente; balizamento do local; referências luminosas para o percurso reunião inicial, explicação prévia da sessão escolha do companheiro de mergulho, (uma boa relação entre companheiros de mergulho, ajuda a prevenir ou a resolver uma situação de stresse) apresentação e análise do plano de mergulho montagem do equipamento; sua verificação pelo companheiro de mergulho ; verificação da iluminação individual; verificação final feita pelo Monitor objectivos a atingir durante o mergulho ganho de confiança e á vontade no mar aumento da confiança e do sentimento de execução das tarefas prática na execução de alguns nós; amarrações (repetição) prática de alguns métodos de pesquisa (repetição) localização e marcação de objectos afundados (repetição) familiarização com o equipamento de recuperação (balões de recuperação, etc.) primeiros exercícios de levantamento (diferentes métodos e equipamentos) comunicação e sinais; em imersão; à superfície coordenação e técnica com o companheiro de mergulho análise do mergulho efectuado revisão das condições em que se efectuou o mergulho e das observações efectuadas discussão dos problemas ocorridos e da sua resolução arrumação do equipamento registos na Caderneta de Qualificação e na Caderneta de Imersão
6 PR P3-(mar) (3:00horas) localização e avaliação do local saída de terra escolha dos acessos para os alunos e material (eventualmente viaturas) verificação da possibilidade de entrada/saída da praia análise do estado do mar; ausência de corrente; balizamento do local; referências luminosas para as saídas e entradas saída de barco análise do estado mar embarque e saída para o local do mergulho chegada ao local; verificação de ausência de corrente; balizamento do local; referências luminosas para o percurso reunião inicial, explicação prévia da sessão escolha do companheiro de mergulho, (uma boa relação entre companheiros de mergulho, ajuda a prevenir ou a resolver uma situação de stresse) apresentação e análise do plano de mergulho montagem do equipamento; sua verificação pelo companheiro de mergulho ; verificação da iluminação individual; verificação final feita pelo Monitor objectivos a atingir durante o mergulho aumento da confiança e do sentimento de execução das tarefas prática na execução de alguns nós; amarrações (continuação) prática de alguns métodos de pesquisa (continuação) familiarização com o equipamento de recuperação (balões de recuperação, etc.) (continuação) exercícios de levantamento (diferentes métodos e equipamentos) reboque dum objecto à/ou perto da superfície (diferentes métodos) afundamento do objecto noutro local a uma determinada distância (para o próximo grupo recuperar) aplicação das técnicas de orientação com o companheiro de mergulho na procura do objecto utilizando dois métodos distintos análise do mergulho efectuado revisão das condições em que se efectuou o mergulho e das observações efectuadas discussão dos problemas ocorridos e da sua resolução arrumação do equipamento registos na Caderneta de Qualificação e na Caderneta de Imersão
NAVEGAÇÃO SUBAQUÁTICA
Programas de Cursos e Especializações Confédération Mondiale des Activités Subaquatiques World Underwater Federation Confederação Mundial de Actividades Subaquáticas NAVEGAÇÃO SUBAQUÁTICA COMISSÃO TÉCNICA
Animação Turística Unipessoal, Lª Alvará nº 11/2006 DGT. Programas de Cursos e Especializações. Federação Portuguesa de Actividades Subaquáticas
Programas de Cursos e Especializações Federação Portuguesa de Actividades Subaquáticas CURSO DE SALVAMENTO COMISSÃO TÉCNICA DE MERGULHO DESPORTIVO CURSO DE SALVAMENTO 1 - CLASSIFICAÇÃO DO CURSO O Curso
Animação Turística Unipessoal, Lª Alvará nº 11/2006 DGT. Programas de Cursos e Especializações
Programas de Cursos e Especializações Confédération Mondiale des Activités Subaquatiques World Underwater Federation Confederação Mundial de Actividades Subaquáticas CURSO CMAS P2 MERGULHADOR CMAS P2 A
Animação Turística Unipessoal, Lª Alvará nº 11/2006 DGT. Programas de Cursos e Especializações
Programas de Cursos e Especializações Confédération Mondiale des Activités Subaquatiques World Underwater Federation Confederação Mundial de Actividades Subaquáticas CURSO CMAS P3 COMISSÃO TÉCNICA DE MERGULHO
O empregador deve assegurar ao trabalhador condições de segurança e de saúde em todos os aspectos do seu trabalho.
Guia de Segurança do Operador PORTUGAL: Lei n.º 102/2009 de 10 de Setembro Regime Jurídico da Promoção da Segurança e Saúde no Trabalho O empregador deve assegurar ao trabalhador condições de segurança
Referencial do Curso de Técnico de Equipamento e Sistemas de Segurança Contra- Incêndios (Extintores e SADI) 1. MÓDULOS:
Referencial do Curso Técnico de Equipamento e Sistemas de Segurança Contra-Incêndios (Extintores e SADI) [2011] 1. MÓDULOS: Unidade 1 - Introdução e enquadramento da actividade de Técnico de Equipamento
TÍTULO: Sinalização de Segurança e Saúde. AUTORIA: Factor Segurança, Lda. PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 143 (Novembro/Dezembro de 2002) 1.
TÍTULO: Sinalização de Segurança e Saúde AUTORIA: Factor Segurança, Lda PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 143 (Novembro/Dezembro de 2002) 1. INTRODUÇÃO A sinalização de segurança tem por objectivo chamar a atenção
ACIF CCIM. Associação Comercial e Industrial do Funchal Câmara de Comércio e Indústria da Madeira
ACIF CCIM Associação Comercial e Industrial do Funchal Câmara de Comércio e Indústria da Madeira Objectivos Apoiar os estabelecimentos na implementação dos seus Sistemas de Segurança Alimentar, baseados
C I R C U L A R D E I N F O R M A Ç Ã O A E R O N Á U T I C A PORTUGAL
C I R C U L A R D E I N F O R M A Ç Ã O A E R O N Á U T I C A PORTUGAL INFORMAÇÃO AERONÁUTICA Aeroporto da Portela / 1749-034 Lisboa Telefone.: 21 842 35 02 / Fax: 21 841 06 12 E-mail: [email protected] Telex:
PROGRAMA DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO
PROGRAMA DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO A preencher pela entidade formadora Entidade Acção Distribuição, Comercialização e Aplicação de Produtos Fitofarmacêuticos Nº Local Duração 9 horas Data a Laboral Pós-Laboral
Anexo IV Conhecimento específico Responsável Técnico. Estrutura Curricular do Curso para Responsável Técnico 125h/a
Anexo IV Conhecimento específico Responsável Técnico. Estrutura Curricular do Curso para Responsável Técnico 125h/a Módulo I Conhecimentos Básicos do Setor de Transporte de Cargas O Transporte Rodoviário
CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL DE TÉCNICO DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO
CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL DE TÉCNICO DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO 1/19 Programa do curso Módulo Designação Duração (h) Componente Sócio-Cultural 1 Legislação, regulamentos e normas de segurança,
Tipos de Cargas e Veículos - 10h/a
Conhecer a evolução do Transporte no mundo, relacionando as características econômicas, sociais e culturais. Compreender a função social do transporte e o papel da circulação de bens e pessoas. Conhecer
Mergulho em Altitude. Mergulho a partir de Embarcação
Mergulho em Altitude Se mergulha num corpo de água a 3000 metros acima do nível do mar, chamamos a isto de Mergulho em Altitude (Altitude Diving). A maioria dos algoritmos foram designados para planear
COMISSAO DISTRITAL DE GESTAO DE RISCO DE CALAMIDADES (CD-GRC)
COMISSAO DISTRITAL DE GESTAO DE RISCO DE CALAMIDADES (CD-GRC) Conceito CD-GRC... Estrutura permanente Integração e coordenação Aplica metodologías participativas Obrigatoria ...Conceito CD-GRC Executa
FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS. Operações de verificação e ensaios de contadores para baixa e média tensão.
PP. 1/5 FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS 1 TAREFA TRABALHO NO LABORATÓRIO ENSAIO DE CONTADORES 2 DESCRIÇÃO Operações de verificação e ensaios de contadores para baixa e média tensão. 3 ACTIVIDADES
ANEXO 7 FORMAÇÃO PROFISSIONAL
ANEXO 7 FORMAÇÃO PROFISSIONAL A profissionalização dos membros da Organização, enquanto factor determinante da sua eficácia na prevenção e no combate aos incêndios florestais, requer a criação de um programa
Distribuição e Venda de Produtos Fitofarmacêuticos
IMPLEMENTAÇÂO DO DECRETO LEI 173/2005 Distribuição e Venda de Produtos Fitofarmacêuticos Algumas orientações para a construção e beneficiação das instalações bem como para o armazenamento de produtos fitofarmacêuticos
PROCEDIMENTO. Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho
PÁG. 1 DE 5 1. - OBJECTIVO Pretende-se definir: princípios básicos de adequados às actividades desenvolvidas pelas empresas do Grupo Santos e Vale visando prevenir os riscos profissionais e promover a
Empreendedorismo e Organização da Empresa. Público-Alvo
Empreendedorismo e Organização da Empresa Público-Alvo Formandos que pretendam adquirir um conjunto de conhecimentos e competências na área empresarial, que lhes permita alargar a sua compreensão e posterior
AUDITORIA DE DIAGNÓSTICO
1.1 POLíTICA AMBIENTAL 1.1 - Política Ambiental - Como está estabelecida e documentada a política e os objetivos e metas ambientais dentro da organização? - A política é apropriada à natureza e impactos
CURSO DE INTEGRAÇÃO EMPRESARIAL DE QUADROS (CIEQ)
INTEGRAÇÃO PROFISSIONAL DE TÉCNICOS SUPERIORES BACHARÉIS, LICENCIADOS E MESTRES CURSO DE INTEGRAÇÃO EMPRESARIAL DE QUADROS (CIEQ) GUIA DE CURSO ÍNDICE 1 - Objectivo do curso 2 - Destinatários 3 - Pré-requisitos
Curso Requisitos da ISO 14001 - Introdução à Implementação da Norma
Curso Requisitos da ISO 14001 - Introdução à Implementação da Norma Referencial do Curso Objectivos Objectivos Gerais Dar a conhecer os requisitos da ISO 14001 e metodologias de resposta aos mesmos. Objectivos
FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS
PP. 1/5 FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS 1 TAREFA REBOQUE DE GERADORES E SUPORTES DE BOBINAS DE CABOS 2 DESCRIÇÃO Durante os trabalhos diários de exploração e conservação das redes de distribuição
Qualificação e capacitação dos trabalhadores em Segurança do Trabalho na Indústria da Construção. 17 de agosto de 2012
Qualificação e capacitação dos trabalhadores em Segurança do Trabalho na Indústria da Construção 17 de agosto de 2012 Capacitação Habilitação O que é previsto nas normas e requisitos de segurança no trabalho
C O M P E T Ê N C I A S A D E S E N V O L V E R :
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOÃO DA SILVA CORREIA ANO LETIVO 2015-2016 CURSO PROFISSIONAL DE NÍVEL SECUNDÁRIO TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE DISCIPLINA: HIGIENE, SEGURANÇA E CUIDADOS GERAIS 11º ANO TURMA F DOCENTE:
Gestão por Processos ISO 9001: 2000
Gestão por Processos 1 2 Existem três tipos de empresas: - as que fazem as coisas acontecer; - as que vêem as coisas acontecer; - as que não fazem ideia do que está a acontecer (Kotler) 3 Para o Sucesso
GESTÃO de PROJECTOS. Gestor de Projectos Informáticos. Luís Manuel Borges Gouveia 1
GESTÃO de PROJECTOS Gestor de Projectos Informáticos Luís Manuel Borges Gouveia 1 Iniciar o projecto estabelecer objectivos definir alvos estabelecer a estratégia conceber a estrutura de base do trabalho
PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO
PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a de Segurança e Higiene no Trabalho Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/7 ÁREA DE ACTIVIDADE OBJECTIVO
Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 300 ÍNDICE
Directriz de Revisão/Auditoria 300 PLANEAMENTO Junho de 1999 ÍNDICE Parágrafos Introdução 1-4 Planeamento do Trabalho 5-8 Plano Global de Revisão / Auditoria 9-10 Programa de Revisão / Auditoria 11-12
AS AUDITORIAS INTERNAS
AS AUDITORIAS INTERNAS Objectivos Gerais Reconhecer o papel das auditorias internas Objectivos Específicos Reconhecer os diferentes tipos de Auditorias Identificar os intervenientes Auditor e Auditado
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA BANCA E SEGUROS
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA BANCA E SEGUROS ÁREA DE FORMAÇÃO Finanças, Banca e Seguros PERFIL PROFISSIONAL Técnico Especialistas em banca e Seguros LEGISLAÇÃO APLICÁVEL Decreto-lei nº 88/2006,
TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO (NÍVEL 6)
TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO (NÍVEL 6) Objectivos do Curso No final da acção, os formandos deverão ser capazes de: Colaborar na definição da política geral da empresa relativa à
Nível Secundário e Nível 3 de Formação (S 3 ) Regimento Interno. Curso de Educação e Formação de Adultos E.F.A.
Regimento Interno Curso de Educação e Formação de Adultos E.F.A. Artigo 1º Assiduidade 1. A assiduidade dos formandos dos cursos E.F.A. obedece ao estipulado no artigo 22.º, da Portaria 230/2008 de 7 de
Curso Combate a Incêndios
Curso Combate a Incêndios Referencial do Curso Objectivos Objectivos Gerais Dotar os participantes de conhecimentos básicos sobre o combate a incêndios e colocar em prática os conteúdos teóricos abordados.
Referencial do Curso Condução Económica e Segurança Rodoviária
Referencial do Curso Condução Económica e Segurança Rodoviária [2010] 1. DATA DE INICIO: De acordo com o Plano de Formação. 2. DATA DE FIM: De acordo com o Plano de Formação. 3. MÓDULOS: Modulo 1 - Condução
NND 09.10. Desminagem
NND 09.10 Normas Nacionais de Desminagem Desminagem Instituto Nacional de Desminagem (IND) Maputo, Moçambique Telefone: +258 1 418577/8; +258 82 3023650; 258 82 3023470 Fax: +258 1 418577 Email: [email protected]
Função : Operação, Monitoramento e Controle de Processos 1. Registrar anormalidades de equipamentos e instrumentos.
I. 3 PROCESSOS INDUSTRIAIS I 1. Selecionar e identificar técnicas adequadas e procedimentos de inspeção de equipamentos, de instrumentos e de acessórios de sistemas 2. Identificar técnicas de calibração
CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO
CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS: Módulo I - Noções de Estatística e Fiabilidade (30 Horas)! Obtenção, análise e classificação de amostras;! Tratamento
REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA
REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA DA FACULDADE ANGLO-AMERICANO CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO Art. 1º Este Regulamento disciplina as atividades do Estágio Curricular Supervisionado,
Formação em informática aplicada à agricultura
www.agrogestao.com 1 ACADEMIA AGROGESTÃO Formação em informática aplicada à agricultura A G R O G E S T Ã O - M ó d u l o d e C o n t r o l o d e G e s t ã o 2 www.agrogestao.com 1 Material de apoio Cada
ARQUIVO DIGITAL e Gestão de Documentos
ARQUIVO DIGITAL e Gestão de Documentos TECNOLOGIA INOVAÇÃO SOFTWARE SERVIÇOS A MISTER DOC foi constituída com o objectivo de se tornar uma referência no mercado de fornecimento de soluções de gestão de
PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO(A) DE APROVISIONAMENTO E VENDA DE PEÇAS DE VEÍCULOS AUTOMÓVEIS
TÉCNICO(A) DE APROVISIONAMENTO E VENDA DE PEÇAS DE VEÍCULOS AUTOMÓVEIS CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/7 ÁREA DE ACTIVIDADE - AUTOMÓVEL OBJECTIVO GLOBAL - Planear, organizar, acompanhar e efectuar
REGULAMENTO DO XLV CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR
REGULAMENTO DO XLV CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR 1. Introdução O Curso de Especialização em Administração Hospitalar (CEAH) da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) da Universidade
PLANO DE SINALIZAÇÃO TEMPORÁRIA
PST. PLANO DE SINALIZAÇÃO TEMPORÁRIA (Descrição da Obra) Empreitada: descrição da empreitada Dono da Obra: identificação do dono da obra Edição / Revisão / Código: PST. Entidade Executante/Construtor:
SEGURANÇA, HIGIENE E SAÚDE NO TRABALHO PROGRAMA DE FORMAÇÃO
FORMAÇÃO SEGURANÇA, HIGIENE E SAÚDE NO TRABALHO PROGRAMA DE FORMAÇÃO 1 Introdução No actual quadro legislativo (35/2004) é bem claro que a responsabilidade pelas condições de Segurança, Higiene e Saúde
FICHA TÉCNICA DO CURSO FOTOGRAFIA DIGITAL E PÓS-PRODUÇÃO DE IMAGEM EDIÇÃO Nº 01/2012
FICHA TÉCNICA DO CURSO FOTOGRAFIA DIGITAL E PÓS-PRODUÇÃO DE IMAGEM EDIÇÃO Nº 01/2012 1. DESIGNAÇÃO DO CURSO Fotografia Digital e Pós-produção de imagem. 2. COMPETÊNCIAS A DESENVOLVER O "Curso de Fotografia
Certificação da Qualidade dos Serviços Sociais. Procedimentos
Certificação da Qualidade dos Serviços Sociais EQUASS Assurance Procedimentos 2008 - European Quality in Social Services (EQUASS) Reservados todos os direitos. É proibida a reprodução total ou parcial
REFERENCIAL DO CURSO DE COORDENAÇÃO
REFERENCIAL DO CURSO DE COORDENAÇÃO DE Área de Formação 862 Segurança e Higiene no Trabalho Formação Profissional Contínua/de Especialização ÍNDICE 1- ENQUADRAMENTO... 3 2- OBJECTIVO GERAL... 4 3- OBJECTIVOS
NPT 031 SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO PARA HELIPONTO E HELIPORTO
Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 031 Segurança Contra Incêndio para Heliponto e Heliporto CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 5 páginas SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação
CHEFE DE COZINHA (M/F)
PERFIL PROFISSIONAL CHEFE DE COZINHA (M/F) ÁREA DE ACTIVIDADE OBJECTIVO GLOBAL - HOTELARIA, RESTAURAÇÃO E TURISMO - Organizar, coordenar e controlar o funcionamento do serviço de cozinha em estabelecimentos
Regulamento 2010/2011. Cursos de Treinadores de Futebol. Distrital (Nível I)
Regulamento 2010/2011 Cursos de Treinadores de Futebol (Nível I) 1.- ORGANIZAÇÃO A responsabilidade dos Cursos de Treinadores é da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), através do seu (SF), a quem compete
Portaria n.º 827/2005, de 14 de Setembro Estabelece as condições de venda de medicamentos não sujeitos a receita médica (MNSRM)
Estabelece as condições de venda de medicamentos não sujeitos a receita médica (MNSRM) O Decreto-Lei n.º 134/2005, de 16 de Agosto, que permite a venda de medicamentos não sujeitos a receita médica (MNSRM)
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DETALHADO FORMAÇÃO DE ESPECIALISTA EM SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO
PARTE 1 ESTRUTURA DO SGI Módulo SGI-1.0 - Introdução (04 horas) Apresentação da metodologia do Programa de Formação Manual do Aluno Critérios de aprovação e reposição de módulos Uso da plataforma do Ambiente
ÍNDICE CAPÍTULO 1 PROTEÇÃO COLETIVA ÍNDICE DE SIGLAS E ABREVIATURAS 15 INTRODUÇÃO 17
ÍNDICE ÍNDICE DE SIGLAS E ABREVIATURAS 15 INTRODUÇÃO 17 CAPÍTULO 1 PROTEÇÃO COLETIVA 1. EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS EM ALTURA 23 1.1. Introdução 23 1.2. Guarda-corpos 25 1.3. Redes de segurança
MINI-MBA de Especialização em Relações Públicas, Protocolo Empresarial e Eventos
MINI-MBA de Especialização em Relações Públicas, Protocolo Empresarial e Eventos Índice Duração Total... 2 Destinatários... 2 Perfil de saída... 2 Pré-Requisitos... 2 Objetivo Geral... 2 Objetivos Específicos...
TEXTO INTEGRAL. Artigo 1. Objecto e âmbito
DATA: 14 de Junho de 1995 EMISSOR: MINISTÉRIO DO EMPREGO E DA SEGURANÇA SOCIAL DIPLOMA/ACTO: Decreto-Lei n.º 141/95 SUMÁRIO: Transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 92/58/CEE, do Conselho,
Comité Local de Gestão de Risco de Calamidades CL-GRC
Comité Local de Gestão de Risco de Calamidades CL-GRC Comité Local de Gestão de Risco de Calamidades... É um grupo de pessoas voluntárias da mesma comunidade, que pode assumir e desenvolver as acções orientadas
Ministério dos Petróleos
Ministério dos Petróleos Decreto executivo nº. 80/04 de 27 de Julho Havendo necessidade de estabelecer as condições a que devem obedecer os meios de transporte aéreo de produtos petrolíferos; Sendo necessário
Escola Secundária/3 da Maia Cursos em funcionamento 2009-2010. Técnico de Electrónica, Automação e Comando
Ensino Secundário Diurno Cursos Profissionais Técnico de Electrónica, Automação e Comando PERFIL DE DESEMPENHO À SAÍDA DO CURSO O Técnico de Electrónica, Automação e Comando é o profissional qualificado
Documento de preparação do Trabalho Prático de Grupo
Curso de Óptica Aplicada TE 4 O laser e fibras ópticas Documento de preparação do Trabalho Prático de Grupo TE4 O laser e fibras ópticas Finalidade A finalidade deste documento é contribuir para que todos
Oswaldo Antônio Biltoveni INSTITUTO OPUS SOBRATEMA
Rigger Oswaldo Antônio Biltoveni INSTITUTO OPUS SOBRATEMA NOSSA FROTA TERÁ UM AUMENTO INCRÍVEL 70.000 NOVOS EQUIPAMENTOS POR ANO AS ESTATÍSTICAS DEMONSTRAM QUE EM MAIS DE 90% DOS ACIDENTES COM GUINDASTES
Identificação de Perigos, Avaliação e Controlo de Riscos. Câmara Municipal de Mora
Pág.1/5 Identificação de Perigos, Avaliação e Controlo de Riscos Câmara Municipal de Mora Pág.2/5 Identificação da Entidade Informação da Visita Documento Entidade: Câmara Municipal de Mora Entidade: Segurévora
Trabalhadores designados pelas empresas (microempresas e PME S).
Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho Público-Alvo Trabalhadores designados pelas empresas (microempresas e PME S). OBJECTIVOS Formação direccionada para cumprimento da legislação em matéria de higiene,
DIRECÇÃO-GERAL DE GEOLOGIA E ENERGIA PERFIL PROFISSIONAL DE TÉCNICO INSTALADOR DE SISTEMAS SOLARES TÉRMICOS
DIRECÇÃO-GERAL DE GEOLOGIA E ENERGIA PERFIL PROFISSIONAL DE TÉCNICO INSTALADOR DE SISTEMAS SOLARES TÉRMICOS CÓDIGO - ERG-OO4 ÁREA DE ACTIVIDADE ENERGIA OBJECTIVO GLOBAL - Programar, organizar, coordenar
CURSO: TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA NO TRABALHO CARGA HORÁRIA: 540 Horas (420 h em sala + 120 h em contexto de trabalho)
Destinatários/Público-alvo: Activos com qualificação de nível superior (Licenciatura ou Bacharelato), que tenham interesse e motivação pelas actividades de Segurança e Higiene do Trabalho, considerando-se,
AULA 04 - TABELA DE TEMPORALIDADE
AULA 04 - TABELA DE TEMPORALIDADE 4.1 - Tabela de Temporalidade Como é cediço todos os arquivos possuem um ciclo vital, composto pelas fases corrente, intermediária e permanente. Mas como saber quando
REGULAMENTO DOS DIPLOMAS DE ESPECIALIZAÇÃO
REGULAMENTO DOS DIPLOMAS DE ESPECIALIZAÇÃO Aprovado em reunião da Comissão Coordenadora do Conselho Científico em 22/11/2006 Aprovado em reunião de Plenário do Conselho Directivo em 13/12/2006 PREÂMBULO
NCE/11/01851 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos
NCE/11/01851 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Fedrave - Fundação Para O Estudo E
Perguntas mais frequentes
Estas informações, elaboradas conforme os documentos do Plano de Financiamento para Actividades Estudantis, servem de referência e como informações complementares. Para qualquer consulta, é favor contactar
INFORMAÇÃO GERAL. Auto-controlo baseado no sistema de HACCP na restauração
Título: Descrição: Palavras-chave: Disciplina: Tema/s: Etapa educativa: INFORMAÇÃO GERAL Auto-controlo baseado no sistema de HACCP na restauração Através de um contexto virtual, que representa o processo
II Curso de E-learning
Associação Portuguesa dos Técnicos de Natação Complexo de Piscinas Municipais de Rio Maior Estradas das Marinhas 2040 Rio Maior II Curso de E-learning O Técnico de Manutenção de Piscinas de Uso Colectivo
Parecer Consultoria Tributária Segmentos Obrigatoriedade de capacitação e autorização para trabalhos em altura e com eletricidade
Obrigatoriedade de capacitação e autorização para trabalhos em altura e com eletricidade 08/05/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação...
FICHA TÉCNICA DO CURSO ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE PROJECTOS NÍVEL 1 EDIÇÃO Nº 01/2013
FICHA TÉCNICA DO CURSO ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE PROJECTOS NÍVEL 1 EDIÇÃO Nº 01/2013 1. DESIGNAÇÃO DO CURSO Especialização em Gestão de Projectos Nível 1 2. COMPETÊNCIAS A DESENVOLVER Este curso constitui
PUBLICAÇÕES:TECNOMETAL n.º 139 (Março/Abril de 2002) KÉRAMICA n.º 249 (Julho/Agosto de 2002)
TÍTULO: Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde do Trabalho AUTORIA: Paula Mendes PUBLICAÇÕES:TECNOMETAL n.º 139 (Março/Abril de 2002) KÉRAMICA n.º 249 (Julho/Agosto de 2002) FUNDAMENTOS A nível dos países
Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico. Qualificação: Auxiliar de Farmácia
Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código:136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM
PERFIL PROFISSIONAL OPERADOR(A) DE ELECTRÓNICA. PERFIL PROFISSIONAL Operador/a de Electrónica Nível 2 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/16
PERFIL PROFISSIONAL OPERADOR(A) DE ELECTRÓNICA PERFIL PROFISSIONAL Operador/a de Electrónica Nível 2 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/16 ÁREA DE ACTIVIDADE - ELECTRÓNICA E AUTOMAÇÃO OBJECTIVO GLOBAL
Língua espanhola - documentação comercial (STAAE ZC/CEFOSAP)
Língua espanhola - documentação comercial (STAAE ZC/CEFOSAP) Curso Co-Financiado Código UFCD 6232 População Alvo Nível: 3.Escolaridade mínima 9ºano, até 12º ano Duração: 50 horas Início: 2015-02-09 Fim:
Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo
Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo Formação Inicial e Continuada de Trabalhadores (Resolução CNE/CEB 5154/04) PLANO DE CURSO Área Tecnológica: Metalmecânica
FBD.01TP.35. CE-CTET-GERAL AAP+AECOPS GER 00X / 01TP.11.--.--.
IV. NORMATIVA DE CUMPRIMENTO OBRIGATÓRIO FBD.01TP.35. CE-CTET-GERAL AAP+AECOPS GER 00X / 01TP.11.-- TÍTULO01TP TRABALHOS PREPARATÓRIOS CAPÍTULO.1-. PROTECÇÕES SUB.CAPº.11. PROTECÇÃO E SEGURANÇA DA OBRA
PROJECTO DE EXPANSÃO E MODERNIZAÇÃO DO PORTO DA PRAIA.
PROJECTO DE EXPANSÃO E MODERNIZAÇÃO DO PORTO DA PRAIA. Objecto Geral do projecto: Este projecto insere-se no âmbito do "Projecto Infra-estrutura" do MCA-CV (Millennium Challenge Account Cabo Verde) e tem
Limpeza e Pequena Conservação em Tensão de PT
1 CARACTERIZAÇÃO RESUMIDA 1.1 Objectivos No final da acção os participantes deverão ser capazes de: - Conhecer as condições de execução de trabalhos, processos operatórios, fichas técnicas correspondentes
Segurança Operacional em Máquinas e Equipamentos
Segurança Operacional em Máquinas e Equipamentos Manfred Peter Johann Gerente de Vendas da WEG Automação A crescente conscientização da necessidade de avaliação dos riscos na operação de uma máquina ou
No final do curso os formandos deverão realizar a gestão de uma IPSS, promovendo a sustentabilidade da instituição.
1. OBJETIVOS GERAIS No final do curso os formandos deverão realizar a gestão de uma IPSS, promovendo a sustentabilidade da instituição. 2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Descrever a orgânica das Instituições Sociais;
811 Hotelaria e Restauração
811 Hotelaria e Restauração Empregado/a de Restaurante/Bar Destinatários Pessoas que pretendam adquirir conhecimentos na área de empregados de Restaurante e/ou Bar. Não existentes. Formação Continua. Requisitos
Estúdio de Fotografia sala 47
Manual de Procedimentos: Estúdio de Fotografia sala 47 Descrição: O estúdio de fotografia é um espaço comum, onde poderão desenvolver trabalhos todos os alunos e docentes da ESAD.CR que pretendam fotografar
Prezado colega, você sabia:
Prezado colega, você sabia: 1) Que, de maneira geral, as Normas Regulamentadoras (NRs), do MTE - Ministério do Trabalho e Emprego, estabelecem requisitos mínimos legais e condições com objetivo de implementar
GESTÃO DE ARQUIVOS E DEPÓSITOS. Regulamento
GESTÃO DE ARQUIVOS E DEPÓSITOS Regulamento 1. Enquadramento A necessidade de arquivos e depósitos no Pavilhão de Civil é partilhada pelas várias unidades funcionais instaladas. Em particular, este documento
Treinamento: FSSC 22000 / Versão 3 Formação de auditores internos
Treinamento: FSSC 22000 / Versão 3 Formação de auditores internos 1. Interpretar os requisitos das normas ISO 22000:2005; ISO TS 22002-1:2012 e requisitos adicionais da FSSC 22000. Fornecer diretrizes
PLANO DE EMERGÊNCIA: FASES DE ELABORAÇÃO
PLANO DE EMERGÊNCIA: FASES DE ELABORAÇÃO www.zonaverde.pt Página 1 de 10 INTRODUÇÃO Os acidentes nas organizações/estabelecimentos são sempre eventos inesperados, em que a falta de conhecimentos/formação,
Direcção Regional de Educação do Centro. Agrupamento de Escolas de Canas de Senhorim. Escola EB 2.3/S Eng. Dionísio Augusto Cunha.
Direcção Regional de Educação do Centro Agrupamento de Escolas de Canas de Senhorim Escola EB 2.3/S Eng. Dionísio Augusto Cunha Regulamento Da PAP (Prova de Aptidão Profissional) Cursos Profissionais (Portaria
