Política de Hedge Financeiro da Eletrobras
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- Artur Braga Moreira
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1 Política de Hedge Financeiro da Eletrobras outubro 2009
2 Política de Hedge Financeiro da Eletrobras
3 Sumário 1. Escopo e Objetivos 2. Premissas 3. Diretrizes 4. Atribuições 5. Considerações Finais
4 Política de Hedge Financeiro da Eletrobras 7 Escopo e Objetivos A Eletrobras é uma empresa de natureza não-financeira e majoritariamente de controle estatal, tendo como objeto social a atuação nos segmentos de geração, transmissão, comercialização e distribuição de energia elétrica. Dessa forma, a companhia deve adotar postura conservadora em situações que envolvam variáveis de natureza financeira, tais como moedas, taxas de juros, preços de commodities e índices diversos, pelo impacto que estas causam em sua programação financeira e em suas demonstrações de resultados. O objetivo da Política de Hedge Financeiro da Eletrobras, portanto, deverá ser o de perseguir a mitigação da exposição a variáveis de mercado que impactem ativos e passivos da companhia e de suas controladas, reduzindo assim os efeitos de flutuações indesejáveis dessas variáveis em suas demonstrações financeiras. Com isso, a referida política visa a que os resultados da companhia reflitam fielmente o seu real desempenho operacional e a que o seu fluxo de caixa projetado apresente menor volatilidade. Uma política de hedge transparente está em linha com as melhores práticas de governança corporativa e de gestão de riscos. Sendo a companhia uma empresa de capital aberto, e dado que a volatilidade de seus resultados impacta negativamente seus acionistas, a adoção de práticas mitigadoras de riscos é bem vista por stakeholders em geral, agregando valor às suas ações.
5 8 Premissas Desequilíbrios entre ativos e passivos que apresentem alguma forma de indexação deverão ser compensados, preferencialmente, com ações de cunho estrutural, que contemplem o balanceamento natural das posições expostas; Também poderão ser analisadas operações com outros tipos de instrumentos financeiros ou trocas diretas de ativos e passivos com empresas de risco semelhante ao da companhia e que apresentem situações de desequilíbrio de natureza complementar, desde que respeitadas as condições originais de rentabilidade, prazo e risco de tais ativos e passivos; Para as exposições residuais consideradas relevantes, poderão ser efetuadas operações com instrumentos financeiros derivativos, respeitadas as diretrizes estabelecidas a seguir. Diretrizes As operações com derivativos financeiros deverão ser feitas com o intuito exclusivo de proteger ativos e passivos indexados da companhia e de suas controladas que apresentem algum descasamento, não podendo caracterizar alavancagem financeira ou operação de concessão de crédito a terceiros; Também poderão ser passíveis de proteção, por meio de operações com derivativos, itens orçamentários que apresentem indexação a variáveis de mercado que possam levar, com sua flutuação, ao comprometimento de metas anteriormente estabelecidas de custos e/ou rentabilidade;
6 Política de Hedge Financeiro da Eletrobras 9 A utilização de instrumentos derivativos deverá refletir o perfil de risco da companhia, privilegiando-se a utilização de estruturas que não agreguem risco adicional às posições; As instituições financeiras que participarão das operações com derivativos deverão estar enquadradas nos critérios de credenciamento definidos pela companhia, atendendo também aos limites de crédito por esta calculados; Deverão ser privilegiadas as operações com derivativos que não impliquem em desembolsos periódicos de caixa, de modo a não trazer volatilidade ao caixa da companhia; Nas operações com derivativos que implicarem em desembolsos, estes deverão respeitar os limites estabelecidos pelo Comitê de Hedge Financeiro, tomando com base o valor de referência de cada operação (valor nocional); As operações com derivativos deverão ser adequadas às premissas utilizadas nas projeções orçamentárias da companhia. Atribuições Caberá ao Conselho de Administração da Eletrobras: Aprovar a presente Política de Hedge Financeiro; Aprovar os programas de operações com derivativos, no que se refere a prazos e montantes, encaminhados pela Diretoria Executiva da Eletrobras; Aprovar as delegações de atribuições seguintes para as diversas instâncias da companhia.
7 10 Caberá à Diretoria Executiva da Eletrobras: Aprovar os programas de operações com derivativos, no que se refere a prazos e montantes, submetendo-os à deliberação do Conselho de Administração; Aprovar os critérios de seleção das instituições financeiras que participarão das operações com derivativos. Caberá ao Comitê de Hedge Financeiro: Aprovar estratégias e instrumentos propostos pelo Departamento de Desenvolvimento de Negócios (DFN) para as operações de hedge; Avaliar a adequação das estratégias e dos instrumentos propostos aos padrões de risco definidos pelo Departamento de Gestão de Riscos (PGA); Aprovar os detalhes das operações com derivativos (volumes, cotações-alvo e vencimentos, dentre outras variáveis relevantes) propostos pelo DFN; Acompanhar os resultados das operações, verificando sua aderência aos mandatos definidos pela Diretoria Executiva. Caberá ao Departamento de Desenvolvimento de Negócios (DFN): Elaborar estratégias e definir instrumentos para as operações de hedge; Definir os detalhes das operações com derivativos (volumes, cotações-alvo e vencimentos, dentre outras variáveis relevantes);
8 Política de Hedge Financeiro da Eletrobras 11 Administrar a carteira de instrumentos derivativos, calculando preços justos, procedendo com os lançamentos contábeis competentes e acompanhando seus indicadores de risco; Definir metodologias para limites de crédito das instituições financeiras. Caberá ao Departamento de Gestão de Riscos (PGA): Identificar, em conjunto com a Diretoria Financeira, os riscos financeiros relevantes aos quais a companhia e suas controladas estão expostas, avaliando sua probabilidade de ocorrência e seu poder de impacto; Definir, em conjunto com a Diretoria Financeira, ações para mitigar os riscos financeiros, sugerindo metodologias e planos de ação para o seu tratamento; Monitorar a execução das operações com derivativos, definindo métricas que garantam a aderência dos resultados à presente política; Monitorar a gestão dos riscos ligados à carteira de instrumentos derivativos; Consolidar as informações e encaminhá-las ao Comitê de Riscos da companhia.
9 12 Considerações Finais A presente política deverá se coadunar com as demais políticas relacionadas da companhia, tais como captação de recursos, concessão de empréstimos e financiamentos e gestão de riscos corporativos; Os casos omissos ou excepcionais deverão ser avaliados pela Diretoria Executiva da Eletrobras, a qual poderá solicitar deliberação adicional do Conselho de Administração.
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