GOVERNO MUNICIPAL DE GUIMARÂNIA GESTÃO
|
|
|
- Derek Chaplin Borba
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 LEI Nº 759, DE 16 DE SETEMBRO DE 1999 DISPÕE SOBRE O PARCELAMENTO DO SOLO URBANO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O Prefeito Municipal de Guimarânia no uso de suas atribuições que lhe são conferidas por Lei, faz saber que: A Câmara Municipal aprovou e ele sanciona a seguinte Lei: Art. 1º - O parcelamento do solo para fins urbanos no Município será regido por esta Lei e, em especial a Lei Federal Nº 6.766, de 19 de dezembro de 1979 com a redação que lhe deu a Lei 9.785, de 29 de janeiro de Art. 2º - Para efeito desta Lei adotam-se as seguintes definições e conceitos: 1º - O parcelamento do solo urbano far-se-á por loteamento ou desmembramento, observadas sempre as disposições desta Lei bem como as da legislação estadual aplicável, sem prejuízo da norma federal. 2º - Considera-se loteamento a subdivisão de gleba em lotes destinados a edificação, com abertura de novas vias de circulação, de logradouros públicos ou prolongamento, modificação ou ampliação das vias existentes. 3º - Por desmembramento a subdivisão de gleba em lotes destinados a edificação, com aproveitamento do sistema viário existente, desde que não implique na abertura de novas vias logradouros públicos, prolongamento, modificação ou ampliação das vias existentes. 4º - Considera-se lote o terreno fisicamente demarcado, servido de infraestrutura básica e cujas dimensões atendam aos índices urbanísticos definidos pelo Plano Diretor ou lei municipal para a zona em que se situe. 5º - Por Quadra compreende-se a área de terreno delimitada por logradouros públicos, subdividida ou não em lotes para construção, classificando-se em Quadra Normal quando se caracteriza por dimensões tais que permita a dupla fila de lotes justapostos de profundidade padrão. 6º - Área Urbana a que abrange as edificações contínuas da Cidade ou Vilas e suas partes adjacentes, como determinadas em ato da Administração Municipal. 7º - Área de Expansão Urbana é a delimitada por ato da Administração Municipal para a projetada edificação contínua da Cidade e de Vilas, independentemente de limitação temporal. 8º - Infra-estrutura básica são os equipamentos urbanos de escoamento das águas pluviais, iluminação pública, de esgotamento sanitário, de abastecimento de água
2 potável, de energia elétrica pública, de telefonia, de distribuição de gás canalizado e as vias de circulação pavimentadas ou não. 9º - Por Área de Uso Institucional compreende-se o espaço físico necessário à implantação de atividades específicas de utilidade pública como: educação, saúde, administração, cultura, lazer, recreação e culto a Deus, independentemente de credo religioso Designação Cadastral a nomenclatura fiscal-tributária atribuída pela Prefeitura a cada lote no Cadastro Imobiliário, para efeito de aplicação da Planta Genérica de Valores, constituída de numeração identificadora para Setor, Quadra e Lote. Art. 3º - Somente será admitido o parcelamento do solo para fins urbanos em zonas urbanas, de expansão urbana ou de urbanização específica, aprovadas por Lei Municipal. Parágrafo Único - Não será permitido parcelamento do solo: I - em terrenos alagadiços e sujeitos a inundações, antes de tomadas as providências para assegurar o escoamento das águas; II - em terrenos que tenham sido aterrados com material nocivo à saúde pública, sem que sejam previamente saneados; III - em terreno com declividade igual ou superior a 30% (trinta por cento), salvo se atendidas exigências específicas das autoridades competentes; IV - em terrenos onde as condições geológicas não aconselham a edificação; V - em áreas de preservação ecológica ou naquelas onde a poluição impeça a adoção de condições sanitárias suportáveis. Art. 4º - Os loteamentos deverão atender, pelo menos, aos seguintes requisitos: I - a áreas destinadas a sistemas de circulação, a implantação de equipamento urbano e comunitário, bem como a espaços livres de uso público, serão proporcionais à densidade de ocupação prevista pelo Plano Diretor ou lei municipal especifica, aprovada para cada zona em que se situem; II - ao longo das águas correntes e dormentes e das faixas de domínio público das rodovias, ferrovias e dutos, será obrigatória a reserva de uma faixa non aedificandi de 15 (quinze) metros de cada lado, salvo maiores exigências da legislação específica; III - as vias de loteamento deverão articular-se com as vias adjacentes oficiais, existentes ou projetadas, e harmonizar-se com a topografia local. Parágrafo Único Para atendimento do disposto nos incisos deste artigo o promovente do loteamento ou desmembramento destinará ao Poder Público área nunca inferior a 30% (trinta por cento) do total da área parcelada, sendo portando nula de pleno direito as aprovações formalizadas em desacordo com este preceito, independentemente das sanções penais cabíveis. Art. 5º - Nos Loteamentos denominados populares ou de interesse social declarados por lei, promovidos pelo poder público municipal, ficam desde já estabelecidos as seguintes normas, sem prejuízo do disposto no Parágrafo único do artigo anterior: I - área total máxima de cada lote, 225,00 m²;
3 II largura mínima para cada rua, 8,00 m; III - frente mínima de 5,00m com área mínima para cada lote de 125,00 m², respectivamente. Parágrafo Único A infra-estrutura básica dos parcelamentos situados nas zonas habitacionais declaradas por lei como de interesse social consistirá, no mínimo, de vias de circulação, de escoamento das águas pluviais, de rede de abastecimento de água potável, de rede de esgotamento sanitário e de soluções para iluminação pública e distribuição de energia elétrica domiciliar. Art. 6º - Os Loteamentos normais ou comuns, promovidos pelo proprietário da gleba, pessoa física ou jurídica, além do disposto no parágrafo único do Art. 4º observarão, rigorosamente, os seguintes parâmetros: I largura mínima para ruas, alamedas ou travessas, de 12,00 m; II - frente mínima de 5,00m e área mínima de 125,00 m² para cada lote respectivamente, limitados estes ao número máximo de 5% ( cinco por cento ) dos lotes do empreendimento. Art. 7º - O Município poderá, complementarmente exigir, por ato do Chefe do Executivo, para cada loteamento, a reserva de faixa non aedificandi destinada a garantir o uso ou a implantação de infra-estrutura básica como definida no 8º do Art. 2º desta Lei. Art. 8º - Antes da elaboração do projeto de loteamento, o interessado deverá solicitar à Prefeitura que defina as diretrizes para: I - o uso do solo, traçado dos lotes; II - do sistema viário; III - dos espaços livres e das áreas reservadas para equipamento urbano e comunitário. Parágrafo Único Para cumprimento do disposto no artigo, o interessado apresentará requerimento instruído com planta do imóvel contendo, pelo menos: a) - as divisas da gleba a ser loteada; b) - as curvas de nível a distância adequada; c) - as indicações da localização dos cursos d água, bosques e construções existentes; d) - a indicação dos arruamentos contíguos a todo o perímetro, a localização das vias de comunicação, das áreas livres, dos equipamentos urbanos e comunitários, existentes no local ou em suas adjacências, com as respectivas distâncias da área a ser loteada; e) - o tipo de uso predominante a que o loteamento se destina; f) - as características, dimensões e localização dos lotes e das zonas de uso contíguas. Art. 9º - A Prefeitura indicará, nas plantas apresentadas junto com o requerimento pelo parcelador: I - as ruas ou estradas existentes ou projetadas, que compõem o sistema viário da cidade e do Município relacionadas com o loteamento pretendido e a serem respeitadas; II - o traçado básico do sistema viário principal; III - a localização aproximada dos terrenos destinados a equipamentos urbano e comunitário e das áreas livres de uso público; IV - as faixas sanitárias do terreno necessárias ao escoamento das águas pluviais e as faixas não edificáveis; V - a zona ou zonas de uso predominante da área, com indicação dos usos compatíveis.
4 quatro anos. Parágrafo Único - As diretrizes expedidas vigorarão pelo prazo máximo de Art. 10 Por ser a atual população do Município inferior a habitantes, enquanto não for instituído o seu Plano Diretor Urbanístico, os promoventes de parcelamento de solo urbano ficam dispensados da fase de fixação de diretrizes previstas nos Arts 8º e 9º desta Lei. Parágrafo Único - O disposto no artigo não isenta o parcelador do cumprimento do disposto nos Arts. 4º, 5º e 6º desta Lei. Art Orientado pelo traçado e diretrizes oficiais, ou outra manifestação oficial da Prefeitura, o projeto de parcelamento a ser submetido a deliberação do poder público municipal, constituir-se-á de: I - dos desenhos e plantas; II - do memorial descritivo; III - do cronograma de execução das obras com duração máxima de quatro anos; IV - de certidão atualizada da Matricula do imóvel, expedida pela Circunscrição Imobiliária competente e da certidão negativa de débito de tributos municipais; V - do instrumento de garantia para execução do empreendimento devidamente formalizado, mediante fiança bancária ou caução de lotes. 1º - Os desenhos conterão pelo menos: I - a subdivisão das quadras em lotes, com as respectivas dimensões e numeração; II - o sistema de vias com a respectiva hierarquia; III - as dimensões lineares e angulares do projeto, com raios, cordas, arcos, ponto de tangência e ângulos centrais das vias; IV - os perfis longitudinais, e transversais de todas as vias de circulação e praças; V - a indicação dos marcos de alinhamento e nivelamento localizados nos ângulos de curvas e vias projetadas; VI - a indicação em planta e perfis de todas as linhas de escoamento das águas pluviais. 2º - O memorial descritivo deverá conter, obrigatoriamente, pelo menos: I - a discrição sucinta do loteamento, com as suas principais características topográficas e a fixação da zona ou zonas de uso predominante; II - as condições urbanísticas do loteamento e as limitações que incidem sobre os lotes e suas construções, além daquelas constantes das diretrizes fixadas; III - a descrição pormenorizada das áreas que passarão ao domínio do Município no ato de registro do loteamento; IV - a enumeração dos equipamentos urbanos, comunitários e dos serviços públicos ou de utilidade pública, já existentes no loteamento e adjacências. 3º - Caso se constate, a qualquer tempo, que a certidão da Matrícula Imobiliária apresentada como atual não tem mais correspondência com os registros e averbações constantes da Circunscrição Imobiliária do tempo de sua apresentação, além das conseqüências penais cabíveis, serão consideradas insubsistentes, tanto as diretrizes expedidas anteriormente, quanto as aprovações conseqüentes. Art Para a aprovação de projeto de desmembramento, o interessado apresentará requerimento à Prefeitura, acompanhado de certidão atualizada da Matrícula do
5 imóvel objeto de desmembramento, expedida pela Circunscrição Imobiliária competente, ressalvado o disposto no 4º do Art. 18 da Lei Federal nº 9.785, de 29/01/99, e de planta do imóvel a ser desmembrado contendo: I - a indicação das vias existentes e dos loteamentos próximos; II - a indicação do tipo de uso predominante no local; III - a indicação da divisão de lotes pretendidos na área. Art Aplicam-se ao desmembramento, no que couber, as disposições urbanísticas vigentes para as regiões em que se situem ou, na ausência destas, as disposições urbanísticas para os loteamentos. Parágrafo Único - O Município fixará os requisitos exigíveis para a aprovação de desmembramento de lotes decorrentes do loteamento cuja destinação da área pública tenha sido inferior à máxima prevista nos Arts. 4º, 5º e 6º, desta Lei. Art O projeto de loteamento e desmembramento deverá ser aprovado pela Prefeitura, a quem compete também a fixação das diretrizes a que aludem os artigos 8º e 9º desta Lei, salvo a exceção prevista no artigo seguinte. Parágrafo único - O projeto aprovado deverá ser executado no prazo constante do cronograma de execução, sob pena de caducidade da aprovação. Art Apresentado o Projeto de Parcelamento do Solo Urbano a Prefeitura se manifestará conclusivamente sobre o mesmo no prazo improrrogável de 15 (quinze) dias úteis. Parágrafo Único - Transcorridos os prazos sem a manifestação do Poder Público, o projeto será considerado rejeitado ou as obras recusadas, assegurada a indenização por eventuais danos derivados desta omissão. Art. 16 A Prefeitura concederá desdobramento de imóvel até o máximo de 25 (vinte e cinco) lotes por unidade fracionada, mediante a expedição da competente Certidão de Desdobro, desde que: I - integralmente preservado esteja o sistema viário vigente; II não tenha havido indenização de qualquer espécie em favor do promovente, decorrente da abertura ou alargamento de logradouro público na área de abrangência do desdobramento. Art. 17 Revogam-se as disposições em contrário. Art Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Guimarânia, 16 de setembro de João Batista Bernardes Prefeito
LEI MUNICIPAL Nº 169/91, DE 25 DE JULHO DE 1991.
LEI MUNICIPAL Nº 169/91, DE 25 DE JULHO DE 1991. Dispõe sobre o parcelamento do solo urbano e dá outras providências. O Prefeito Municipal de Taquaruçu do Sul, Estado do Rio Grande do Sul, usando as atribuições
PREFEITURA MUNICIPAL DE INDIANÓPOLIS ESTADO DE MINAS GERAIS. Lei Municipal nº 1.195, de 30 de junho de 1997
PREFEITURA MUNICIPAL DE INDIANÓPOLIS ESTADO DE MINAS GERAIS Lei Municipal nº 1.195, de 30 de junho de 1997 Dispõe sobre o parcelamento do solo rural do Município de Indianópolis. O PREFEITO MUNICIPAL Faço
DISPÕE SOBRE O PARCELAMENTO DO SOLO URBANO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
LEI COMPLEMENTAR Nº 7, DE 23 DE SETEMBRO DE 1991. (Revigorada e ratificada pela Lei Complementar nº 87/2003) DISPÕE SOBRE O PARCELAMENTO DO SOLO URBANO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O Povo do Município de
SECRETARIA DE PLANEJAMENTO DO MUNICÍPIO DE CONDE Coordenadoria de Controle Urbano DOCUMENTAÇÃO PARA PROTOCOLO DE PROCESSOS ALVARÁ PARA CONSTRUÇÃO
SECRETARIA DE PLANEJAMENTO DO MUNICÍPIO DE CONDE Coordenadoria de Controle Urbano DOCUMENTAÇÃO PARA PROTOCOLO DE PROCESSOS ALVARÁ PARA CONSTRUÇÃO especiais e cópia de seu documento de identificação oficial
CÂMARA MUNICIPAL DE ARMAÇÃO DOS BÚZIOS Estado do Rio de Janeiro. Capítulo V Da Aprovação do Projeto de Loteamento e Desmembramento
1 CÂMARA MUNICIPAL DE ARMAÇÃO DOS BÚZIOS Estado do Rio de Janeiro LEI DE PARCELAMENTO DO SOLO DO MUNICÍPIO DE ARMAÇÃO DOS BÚZIOS SUMÁRIO Capítulo I Disposições Preliminares Capítulo II Requisitos Técnicos
PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 208, DE 2015
PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 208, DE 2015 Altera a Lei nº 6.766, de 10 de dezembro de 1979, que dispõe sobre o parcelamento do solo urbano e dá outras providências, e a Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de
MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA APROVAÇÃO DE PROJETOS HABITACIONAIS SECRETARIA DE ESTADO DA HABITAÇÃO
MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA APROVAÇÃO DE PROJETOS HABITACIONAIS SECRETARIA DE ESTADO DA HABITAÇÃO 1 1. APROPRIAÇÃO FÍSICA DE GLEBAS URBANAS: 1.1. PARCELAMENTO DO SOLO (Lei Federal nº 6.766/79, alterada pela
PRINCIPAIS ALTERAÇÕES NA LEI ESTADUAL DE PARCELAMENTO DO SOLO. Lei nº , de 22 de janeiro de 2018, revogou a Lei Estadual n 6.
PRINCIPAIS ALTERAÇÕES NA LEI ESTADUAL DE PARCELAMENTO DO SOLO Lei nº 17.492, de 22 de janeiro de 2018, revogou a Lei Estadual n 6.063/82 Lei n 6.063/82 - Dispõe sobre o parcelamento do Solo Urbano e dá
PARCELAMENTO DO SOLO URBANO E RURAL
PARCELAMENTO DO SOLO URBANO E RURAL 2014 Divisão de Áreas 1 Para a realização de um loteamento, o primeiro passo é o levantamento topográfico do terreno. Depois, a elaboração do projeto arquitetônico,
PARCELAMENTO DO SOLO URBANO - LOTEAMENTO E DESMEMBRAMENTO - LEI 6.766/79
PARCELAMENTO DO SOLO URBANO - LOTEAMENTO E DESMEMBRAMENTO - LEI 6.766/79 A lei 6.766/79, em seu artigo 2º define: "O parcelamento do solo urbano poderá ser feito mediante loteamento ou desmembramento,
PREFEITURA MUNICIPAL NOVA VENEZA
ANTEPROJETO - PARCELAMENTO DO SOLO ALTERA A LEI MUNICIPAL Nº 1.705, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2004, QUE DISPÕE SOBRE O PARCELAMENTO DE OCUPAÇÃO E USO DO SOLO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O PREFEITO MUNICIPAL
Definição constante do Projeto de Lei de 2000 que dispõe sobre o parcelamento do solo para fins urbanos em substituição a lei 6766/79.
O Parcelamento do Solo para Fins Urbanos A atividade de parcelamento do solo urbano é regulada, em todo o território nacional, pela Lei Nacional n. 6766/79 também conhecida como Lei Lehmann. Os parcelamentos
Aula 01 (Prof. Igor Maciel)
Livro Eletrônico Direito Urbanístico e Legislação Ambiental p/ CODHAB (Analista - Arquitetura e Urbanismo) Pós-Edital Professores: Sumário Sumário... 1 Considerações Iniciais... Erro! Indicador não definido.
PREFEITURA MUNICIPAL DE URUAÇU ESTADO DE GOIÁS PODER EXECUTIVO SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO CNPJ /
Lei nº 1.589/2010 Regulamenta a implantação de CONDOMÍNIO RESIDENCIAL HORIZONTAL e CONDOMÍNIO RESIDENCIAL VERTICAL e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE URUAÇU, no uso das atribuições que lhe
IT 1819 R.4 - INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE PARCELAMENTO DO SOLO
IT 1819 R.4 - INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE PARCELAMENTO DO SOLO Notas: Aprovada pela Deliberação CECA nº 872 de 08 de maio de 1986. Publicada no DOERJ de 17 de junho de 1986. 1. OBJETIVO
LEI N.º 743/92 DE 20 DE OUTUBRO DE 1992. os habitantes deste município, que a Câmara de Vereadores aprova e Ele sanciona a seguinte Lei.
LEI N.º 743/92 DE 20 DE OUTUBRO DE 1992 DISPÕE SOBRE AS NORMAS DE APROVAÇÃO DE LOTEAMENTOS, DESMEMBRAMENTOS E ARRUAMENTOS DO MUNICÍPIO DE RIO DO OESTE E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS GENTIL BÉRTOLI, Prefeito
Estado de Rondônia Município de Ji-Paraná Gabinete do Prefeito
Estado de Rondônia Município de Ji-Paraná Gabinete do Prefeito LEI N. 129 DE 1º DE SETEMBRO DE 1987 AUTORIA DO PODER EXECUTIVO Dispõe sobre o parcelamento do solo urbano e dá outras providências. ROBERTO
Estado do Rio Grande do Sul PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA SANTA RITA Gabinete da Prefeita. LEI 1123/13 De 12 de junho de 2013
LEI 1123/13 De 12 de junho de 2013 ESTABELECE A INSTITUIÇÃO DE CONDOMÍNIO HORIZONTAL DE LOTES PARA FINS LOGÍSTICOS. A PREFEITA MUNICIPAL DE NOVA SANTA RITA, Estado do Rio Grande do Sul. FAÇO SABER, em
Art. 1º Esta Lei Complementar dispõe sobre os Projetos Urbanísticos com Diretrizes Especiais para Unidades Autônomas PDEU.
LEI COMPLEMENTAR Nº 710, DE 06 DE SETEMBRO DE 2005 DODF DE 08.09.2005 (VIDE - Decreto nº 26.660, de 21 de março de 2006) Dispõe sobre os Projetos Urbanísticos com Diretrizes Especiais para Unidades Autônomas
Aula 5. Parcelamento do solo urbano, afastamento e alinhamento.
Página1 Curso/Disciplina: Direito Urbanístico Aula: Direito Urbanístico - 05 Professor (a): Luiz Jungstedt Monitor (a): Caroline Gama Aula 5 Parcelamento do solo urbano, afastamento e alinhamento. 1. Introdução
Lei Complementar Nº 24/2009
Lei Complementar Nº 24/2009 Altera as Leis Complementares n. 11/2006, que dispõe sobre o Plano Diretor Municipal; nº. 12/2006, que dispõe sobre o Código de Obras e Edificações; nº. 13/2006, que dispõe
DECISÃO NORMATIVA Nº 47, DE 16 DE DEZEMBRO DE 1992.
DECISÃO NORMATIVA Nº 47, DE 16 DE DEZEMBRO DE 1992. Dispõe sobre as atividades de Parcelamento do Solo Urbano, as competências para executá-las e dá outras providências. O Plenário do Conselho Federal
Deliberação Normativa COPAM nº., de XX de janeiro de 2010
Deliberação Normativa COPAM nº., de XX de janeiro de 2010 Disciplina o procedimento para regularização ambiental e supressão de vegetação em empreendimentos de parcelamento de solo, inclusive dentro dos
AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 82, DE 13 DE SETEMBRO DE 2004
AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 82, DE 13 DE SETEMBRO DE 2004 Estabelece as condições para atendimento com redes de energia elétrica nos lotes situados em loteamentos
PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE LONDRINA
ANTEPROJETO DE LEI SÚMULA: Dispõe sobre a implantação da Outorga Onerosa do Direito de Construir na modalidade aquisição onerosa por compra no Município de Londrina e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL
ESTADO DA BAHIA PREFEITURA MUNICIPAL DE IBIASSUCÊ GABINETE DO PREFEITO
DECRETO Nº 38 DE 18 DE DEZEMBRO DE 2012. Dispõe sobre a aprovação do loteamento denominado Jardim Anália Franco, localizado na propriedade Pedrinhas, em perímetro urbano do Município de Ibiassucê BA. O
CF/88. Art. 25. Os Estados organizam-se e regem-se pelas Constituições e leis que adotarem, observados os princípios desta Constituição.
CF/88 Art. 25. Os Estados organizam-se e regem-se pelas Constituições e leis que adotarem, observados os princípios desta Constituição. 1º - São reservadas aos Estados as competências que não lhes sejam
PARCELAMENTO DO SOLO URBANO - LOTEAMENTO E DESMEMBRAMENTO - LEI 6.766/79
PARCELAMENTO DO SOLO URBANO - LOTEAMENTO E DESMEMBRAMENTO - LEI 6.766/79 A lei 6.766/79, em seu artigo 2º define: "O parcelamento do solo urbano poderá ser feito mediante loteamento ou desmembramento,
DIÁRIO OFICIAL ELETRÔNICO
fevereiro de 2016 a 04 de março de 2016. PALÁCIO RIO BRANCO, 22 de fevereiro de 2016. Ailton Cardozo de Araujo : Presidente Poder Executivo PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA - PMC DECRETO Nº 140 Regulamenta
LOTEAMENTO - DEFINIÇÃO
LOTEAMENTO - DEFINIÇÃO É a divisão de glebas em lotes destinados à edificação, com aberturas de novas vias de circulação, de logradouros públicos ou prolongamento, modificação ou ampliação das vias já
PARCELAMENTO DO SOLO. Decreto Lei nº. 4857/39 (sistema registral), anterior ao decreto Lei nº. 58/37. Decreto Lei nº. 58/37. Lei nº. 6.
Prof. Marcus Vinicius Kikunaga TURMAS 14 e 04 (on-line) 23/08/2018 PARCELAMENTO DO SOLO. Decreto Lei nº. 4857/39 (sistema registral), anterior ao decreto Lei nº. 58/37. Parcelamento do solo Decreto Lei
PREFEITURA MUNICIPAL DE ARTUR NOGUEIRA
DECRETO N.º 199/2012 Aprova o projeto do Loteamento RESIDENCIAL DA TORRE e dá outras providências. MARCELO CAPELINI, Prefeito do Município de Artur Nogueira, comarca de Moji-Mirim, estado de São Paulo,
A regularização fundiária urbana e o novo marco legal
A regularização fundiária urbana e o novo marco legal 1 O processo para aprovação de parcelamentos PROJETO DE PARCELAMENTO APROVAÇÃO NA PREFEITURA E ÓRGÃOS AMBIENTAIS REGISTRO NO CARTÓRIO COMERCIALIZAÇÃO
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA CONFEA ANEXO DA DECISÃO NORMATIVA Nº 104, DE 29 DE OUTUBRO DE 2014
ANEXO DA DECISÃO NORMATIVA Nº 104, DE 29 DE OUTUBRO DE 2014 Nº Atividas Profissional 1 1 - Laudos técnicos para atenr o disposto na Lei nº 6.766/79, Art. 3º, parágrafo único; 1.1 Laudo finindo se o terreno,
PREFEITURA MUNICIPAL DE MUCURI ESTADO DA BAHIA CNPJ /
LEI COMPLEMENTAR Nº 034/2010 DE 05 DE JULHO DE 2010 REGULAMENTA O PARCELAMENTO DO SOLO URBANO NO MUNICÍPIO DE MUCURI/BA Este documento foi assinado digitalmente por AC SERASA SRF ICP-BRASIL. SUMÁRIO CAPÍTULO
REGISTRO DE LOTEAMENTO / DESMEMBRAMENTO
REGISTRO DE LOTEAMENTO / DESMEMBRAMENTO (Lei 6.766/79 alterada pela Lei 9.785/99 e Lei Estadual 7.943/2004) Lei 6.766/1979 - Art. 2º.: 1º - Considera-se loteamento a subdivisão de gleba em lotes destinados
Prefeitura Municipal de Nova Viçosa publica:
Prefeitura Municipal de Nova Viçosa 1 Segunda-feira Ano IX Nº 1089 Prefeitura Municipal de Nova Viçosa publica: Decreto nº. 4.159/2015 - Aprova o loteamento denominado loteamento Granville e dá outras
LEI 1755/2018. A Câmara Municipal de Pinhalão, Estado do Paraná, aprovou e eu, Sérgio Inácio Rodrigues, Prefeito Municipal sanciono a seguinte Lei:
LEI 1755/2018 Súmula: DISPÕE SOBRE O PARCELAMENTO DO SOLO RURAL E O RECONHECIMENTO DESTE COMO ÁREA DE EXPANSÃO URBANA OU ZONA DE URBANIZAÇÃO ESPECÍFICA, CONFORME O CASO, PARA EFEITO DE REGULARIZAÇÃO DE
PREFEITURA MUNICIPAL DE TRÊS LAGOAS ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL
PREFEITURA MUNICIPAL DE TRÊS LAGOAS ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL LEI N. 2.738, DE 16 DE JULHO DE 2013. "DISPÕE SOBRE A INSTITUIÇÃO DO PROGRAMA "IMÓVEL LEGAL" E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS." MARCIA MOURA, Prefeita
Lei Municipal nº 544, de 04 de dezembro de 2006.
Lei Municipal nº 544, de 04 de dezembro de 2006. Dispões sobre o parcelamento do solo, loteamento urbanos, criação de recreio de condomínios fechados e dá outras providências. O Senhor Juarez Falone de
LEI MUNICIPAL N.º 1.973, DE 29 DE DEZEMBRO DE Dispõe sobre o parcelamento do solo, e dá outras providências
LEI MUNICIPAL N.º 1.973, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2016 Dispõe sobre o parcelamento do solo, e dá outras providências O Prefeito do Município de Nova Xavantina, Estado de Mato Grosso, no uso de suas de atribuições
Data: 14 de novembro de A Câmara Municipal de Guaratuba, Estado do Paraná, aprovou e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte lei:
LEI Nº 1. 1 7 2 Data: 14 de novembro de 2005. Súmula: Dispõe sobre a Transferência do Direito de Construir e dá outras providências. A Câmara Municipal de Guaratuba, Estado do Paraná, aprovou e eu, Prefeito
CÂMARA MUNICIPAL DE ARAXÁ - ESTADO DE MINAS GERAIS LEI Nº DE 12 DE ABRIL DE 2006
CÂMARA MUNICIPAL DE ARAXÁ - ESTADO DE MINAS GERAIS LEI Nº 4.875 - DE 12 DE ABRIL DE 2006 Dispõe sobre o parcelamento do solo urbano no Município de Araxá, e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE
LOTEAMENTO. O requerimento foi firmado pelos proprietários, com firma reconhecida por autenticidade?
LOTEAMENTO DOCUMENTOS O requerimento foi firmado pelos proprietários, com firma reconhecida por autenticidade? Se ambos os cônjuges não assinarem o requerimento, deverá ser apresentada declaração de anuência
PREFEITURA MUNICIPAL DE JACAREÍ PALÁCIO PRESIDENTE CASTELO BRANCO JACAREÍ ESTADO DE SÃO PAULO GABINETE DO PREFEITO
DECRETO N.º 018/2005 Estabelece diretrizes para obtenção da Licença Urbanística, Certificado de Mudança de Uso e 'Habite-se', e dá outras disposições. das atribuições que lhe são conferidas por Lei, O
Anexo A.07 MUNICÍPIO DE ATIBAIA LEI COMPLEMENTAR Nº /, de de de ORDENAMENTO DO USO E OCUPAÇÃO DO SOLO CRITÉRIOS INDEPENDENTES DE
Anexo A.07 MUNICÍPIO DE ATIBAIA LEI COMPLEMENTAR Nº /, de de de ORDENAMENTO DO USO E OCUPAÇÃO DO SOLO CRITÉRIOS INDEPENDENTES DE LOCALIZAÇÃO A.07-1 Nº Cód. Critérios Aplicáveis a CIL.I INTERVENÇÕES ( E.1
DECRETO Nº , DE 24 DE ABRIL DE 2014.
DECRETO Nº 18.624, DE 24 DE ABRIL DE 2014. Institui, na internet o sítio eletrônico www2.portoalegre.rs.gov.br/dm/, dispõe sobre a Declaração Municipal prevista no art. 94-A, parágrafo único e art. 96,
A Prefeitura Municipal de Itaparica publica Lei do Parcelamento e Uso do Solo
1 Prefeitura Municipal de Itaparica www.diariooficialdosmunicipios.org/prefeitura/itaparica Suplemento Especial Diário Oficial dos Municípios N o 18.738 A Prefeitura Municipal de Itaparica publica Lei
LOTEAMENTO ROTA DAS FLORES
LOTEAMENTO ROTA DAS FLORES Proprietária: Rota das Flores Empreendimentos Imobiliários Ltda. Local: Estrada Municipal ATN 050, Imóvel Denominado Campos Salles. Município: Artur Nogueira SP. Comarca: Mogi
DECRETO Nº , DE 4 DE MAIO DE 2004 Regulamenta a outorga onerosa de potencial construtivo adicional, nos termos dos artigos 209 a 216 da Lei nº
1 DECRETO Nº 44.703, DE 4 DE MAIO DE 2004 Regulamenta a outorga onerosa de potencial construtivo adicional, nos termos dos artigos 209 a 216 da Lei nº 13.430, de 13 de setembro de 2002, que aprovou o Plano
