AQUI TEM PRÁTICAS AMBIENTAIS
|
|
|
- Jorge Escobar Bennert
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1
2 AQUI TEM PRÁTICAS AMBIENTAIS Em busca de implantar constantes melhorias, a Maxion preocupa-se com a preservação ambiental, usando de recursos de forma inteligente. A empresa atua na fabricação de baterias recicladas, incentivando a preservação dos recursos naturais. Consciente da responsabilidade de retribuir à sociedade os benefícios adquiridos e de colaborar para o bem estar social, a empresa vê na sustentabilidade uma forma de garantir a continuidade da indústria. A Maxion Baterias investe na conscientização, na tecnologia, na reciclagem e na autossuficiência da empresa, além de tratar e dar destino correto a todos os fluentes resultantes no processo produtivo. Desta forma, o compromisso com o meio ambiente é estendido em todo o processo de fabricação dos produtos Maxion.
3 PROCESSO DE FUSÃO DE CHUMBO A carga formulada alimenta o forno rotatório, iniciando assim o processo de fusão por um processo piro metalúrgico, no qual o chumbo na forma sulfatada e oxido é convertido em chumbo limpo, caracterizado como chumbo secundário. Os gases provenientes do processo de fusão são expelidos em alta velocidade para um sistema de exaustão e filtragem em filtros de mangas de alta tecnologia, garantindo que o ar filtrado e suas emissões através da chaminé tenham um rigoroso controle seguindo as normas e legislações em vigor.
4 LOGÍSTICA REVERSA Outro grande avanço para a disposição ambientalmente adequada de baterias foi a elaboração da Lei /10, que impõe aos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes à estruturar e implementar sistemas de logística reversa, mediante retorno dos produtos após o uso pelo consumidor, de forma independente do serviço público de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos.
5 MANUSEIO E ESTOCAGEM Após o esgotamento energético (final de vida útil) da bateria, o usuário deve entregá-la ao fabricante de forma direta para aplicação dos procedimentos de destinação adequada, conforme resolução CONAMA A bateria deve ser manuseada com cuidado ao ser retirada do veículo, para evitar acidentes ou contaminação do local; 2. O armazenamento deve ser em local coberto e com piso, para evitar contato com água da chuva e com o solo; 3. A bateria deve ser guardada com as rolhas sempre para cima, evitando vazamentos; 4. A bateria nunca deve ser drenada de forma que a solução vá para o esgoto ou solo sem tratamento prévio (neutralização do ácido e filtragem do chumbo).
6 COLETA E COMERCIALIZAÇÃO DA SUCATA DE BATERIA Usar veículos com carroceria apropriada (fundo chapeado, emborrachado ou resinado); Quando o veículo não for fechado, cobrir as baterias com lona; O veículo deve estar preparado para o transporte de carga perigosa, de acordo com a norma brasileira NBR-7500 e demais legislações pertinentes; O motorista deve ter o certificado MOPP, que o habilita a transportar cargas perigosas; Durante carga e descarga de sucata de bateria, utilizar máscara semifacial e óculos de proteção.
7 MONITORAMENTO AMBIENTAL Coleta de ar Análise dos efluentes líquidos Resíduos sólidos Emissões atmosféricas
8 MONITORAMENTO BIOLÓGICO Estes exames acontecem semestralmente: Exame Plumbemia Exame Urinário Hemograma Completo
9 MAIS AÇÕES PROGRAMA 5'S Com este programa obtém-se como resultado: Maior produtividade pela redução de perda de tempo procurando por objetos. Só ficam no ambiente os objetos necessários e ao alcance da mão; Redução de despesas e melhor aproveitamento de materiais, o acúmulo excessivo de materiais tende à degeneração; Melhoria da qualidade de produtos e serviços; Menos acidentes do trabalho; Maior satisfação das pessoas com o trabalho.
10 MAIS AÇÕES PROCESSO DE EDUCAÇÃO CONTINUADA Acontece por meio de reuniões semanais onde trabalham-se temas diversos tais como: Higiene Pessoal Alimentação saudável Cultura Maxion Qualidade do produto Educação Ambiental Organização do Trabalho
11 MAIS AÇÕES RECUPERAÇÃO de área degradada. PLANTIO de aproximadamente mudas de árvores nativas na área do Forno, no município de Modelo / Santa Catarina. REUTILIZAÇÃO de todo efluente gerado no processo produtivo.
12
POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS
POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS Lei 12.305 de 2 de agosto de 2010 - dispõe sobre: - princípios, objetivos e instrumentos; - diretrizes relativas à gestão integrada e ao gerenciamento de resíduos
As Políticas Públicas Ambientais de Pernambuco e Resíduos Sólidos
As Políticas Públicas Ambientais de Pernambuco e Resíduos Sólidos Densidade populacional na Zona Costeira AP 2 hab.km -2 MA 29 hab.km -2 CE 252 hab.km -2 PB 373 hab.km -2 PE 913 hab.km -2 BA 96 hab.km
SÍNTESE DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS (LEI , DE 02 DE AGOSTO DE 2010) NA PERSPECTIVA DAS CENTRAIS DE ABASTECIMENTO BRASILEIRAS
SÍNTESE DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS (LEI 12.305, DE 02 DE AGOSTO DE 2010) NA PERSPECTIVA DAS CENTRAIS DE ABASTECIMENTO BRASILEIRAS O QUE SÃO OS RESÍDUOS SÓLIDOS? Art. 3º, item XVI - material,
Sementes Tratadas não Comercializadas e suas Embalagens. Proposta de Destinação Ambientalmente Adequada
Sementes Tratadas não Comercializadas e suas Embalagens Proposta de Destinação Ambientalmente Adequada Edivandro Seron Foz do Iguaçu, 09 de agosto de 2017 Tratamento Industrial de Sementes O tratamento
PNRS e a Logística Reversa. Free Powerpoint Templates Page 1
PNRS e a Logística Reversa Page 1 História Roma de Júlio Cesar e Augusto Page 2 História Geena Fogo eterno Page 3 História Cambridge 1338 São Paulo 1722 Rio de Janeiro 1850 Page 4 Novidades da PNRS Bloco
Recolhimento e Destinação de Embalagens de Sementes Tratadas Edivandro Seron
Recolhimento e Destinação de Embalagens de Sementes Tratadas Edivandro Seron Foz do Iguaçu, 20 de junho de 2017 Política Nacional de Resíduos Sólidos - PNRS Lei nº 12.305/10 e Decreto nº 7.404/10 De acordo
PROJETO DE LEI Nº 183/2013
PROJETO DE LEI Nº 183/2013 Dispõe sobre diretrizes para instituição do Programa de Coleta Seletiva Contínua de Resíduos Eletrônicos e Tecnológicos e dá outras providências. Art. 1º Esta lei dispõe sobre
Hsa GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS. Resíduos Sólidos. PROFa. WANDA R. GÜNTHER Departamento Saúde Ambiental FSP/USP
Hsa 109 - GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS Resíduos Sólidos PROFa. WANDA R. GÜNTHER Departamento Saúde Ambiental FSP/USP E-mail: [email protected] Resíduos Sólidos Interrelação: Ambiente Saúde HOMEM MEIO AMBIENTE
TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DESCARTE DE CELULARES
TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DESCARTE DE CELULARES ''UM LINK ENTRE O CIDADÃO E OS PONTOS DE COLETA''. TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS ENGENHARIA UNIVESP SÁBADO MANHÃ GRUPO F INTEGRANTES: CREUSA GABRIELY
Administração e Gestão Farmacêutica. Josiane, Mônica, Tamara Agosto 2014
Administração e Gestão Farmacêutica Josiane, Mônica, Tamara Agosto 2014 Responsabilidade dos geradores pelo gerenciamento dos resíduos até a disposição final; A exigência de se fazer a segregação na fonte;
Gestão de Resíduos Sólidos no Brasil: Situação e Perspectivas. Carlos R V Silva Filho ABRELPE
Gestão de Resíduos Sólidos no Brasil: Situação e Perspectivas Carlos R V Silva Filho ABRELPE maio/2010 Introdução A ABRELPE ABRELPE: Associação Nacional, sem fins lucrativos, fundada em 1976 e a partir
Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis FORUM
Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis HISTÓRICO DA ANIP Década de 20 Começo das atividades da indústria de pneumáticos no Brasil. 1960 Fundação da ANIP, entidade sem fins lucrativos cujo objetivo é
Plano de Gestão Ambiental
Plano de Gestão Ambiental Abril/2017 O Plano de Gestão Ambiental (PGA) apresenta o conjunto de atividades e ferramentas de gerenciamento e monitoramento, adotadas com a finalidade de embasar decisões empresariais
Itens mínimos de um Plano de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos PGIRS
Itens mínimos de um Plano de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos PGIRS 1. Dados gerais 1.1 do empreendedor Razão social Nome fantasia CNPJ Alvará Tipo de atividade Número de licença ambiental (se
RECEPÇÃO DE CALOUROS COLETA SELETIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS UFES Campus ALEGRE
RECEPÇÃO DE CALOUROS 2017-1 COLETA SELETIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS UFES Campus ALEGRE RECEPÇÃO DE CALOUROS 2017-1 Dr. Anderson Lopes Peçanha Professor da Universidade Federal do Espírito Santo Departamento
Prefeitura do Recife - EMLURB
Prefeitura do Recife - EMLURB Gerência de Coleta Seletiva/ EMLURB - Recife Agenda: A Política Nacional de Resíduos Sólidos. Ações da Prefeitura Objetivos Lei 12.305 de 02 de agosto de 2010 Três pontos
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Zilda Maria Faria Veloso
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE MMA Zilda Maria Faria Veloso Diretora de Ambiente Urbano Secretaria de Recursos Hídricos e Meio Urbano POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS PNRS POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS
Resíduos eletro-eletrônicos. Identificação de Gargalos e Oportunidades na Gestão Adequada
Resíduos eletro-eletrônicos Identificação de Gargalos e Oportunidades na Gestão Adequada Junho de 2009 Alguns Modelos utilizados no mundo: Modelo Responsabilidade ampliada do Produtor - responsabiliza
Como elaborar um MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO (7ª PARTE)
Como elaborar um MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO (7ª PARTE) Passo a passo para a elaboração do manual de BPF - Condições ambientais Manejo de resíduos Observação: Em Observação: algumas empresas
O QUE MUDA NA PRÁTICA COM A LOGÍSTICA REVERSA DE LÂMPADAS?
O QUE MUDA NA PRÁTICA COM A LOGÍSTICA REVERSA DE LÂMPADAS? Sesc Senac O que é a Logística Reversa de Lâmpadas? 1 2 3 Sou consumidor e tenho lâmpadas inservíveis, o que devo fazer com elas? veja o fluxo
3º. A excepcionalidade prevista no 1º deste artigo não se aplica aos resíduos orgânicos industriais.
RESOLUÇÃO CONAMA Nº 481, de 03/10/2017 Estabelece critérios e procedimentos para garantir o controle e a qualidade ambiental do processo de compostagem de resíduos orgânicos, e dá outras providências.
Escola Santi. Professora Adriana Gallão do Rego 8º ano A São Paulo, 14 de maio de 2012
Escola Santi Trabalho de Geografia: Desenvolvimento Sustentável Respeito ao Meio Ambiente Qualidade de Vida Professora Adriana Gallão do Rego 8º ano A São Paulo, 14 de maio de 2012 Alunos: Felipe Barbosa
Política Nacional de Resíduos Sólidos
Política Nacional de Resíduos Sólidos Acordo Setorial de Lâmpadas POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS ACORDO SETORIAL DE LÂMPADAS 1 BASE LEGAL Lei Federal 12.305/2010 e Decreto 7.404/2010 O QUE SÃO RESÍDUOS
LEI MUNICIPAL Nº 687 DE 09 DE SETEMBRO DE 2013 LEI:
LEI MUNICIPAL Nº 687 DE 09 DE SETEMBRO DE 2013 INSTITUI A POLÍTICA MUNICIPAL DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS DO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE FIGUEIREDO-AM. O PREFEITO MUNICIPAL DE PRESIDENTE FIGUEIREDO,
Logística Reversa no Brasil Cenário atual e futuro
Logística Reversa no Brasil Cenário atual e futuro M.Sc. Elcio Herbst SENAI - IST em Meio Ambiente e Química Política Nacional de Resíduos Sólidos Art. 33º - São obrigados a estruturar e implementar sistemas
PLATAFORMA ITUIUTABA LIXO ZERO
PLATAFORMA ITUIUTABA LIXO ZERO Humberto Minéu IFTM/Câmpus Ituiutaba Doutorando em Geografia/UFU [email protected] Ituiutaba, 08 de maio de 2014. EMMAV CAIC 2 Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS)
A EMPRESA VISÃO MISSÃO VALORES
AMBIENTAL AMBIENTAL A EMPRESA A KAZZ AMBIENTAL é uma empresa de engenharia que surgiu com uma proposta diferenciada de trabalhar usando exclusivamente profissionais experientes e comprometidos com o sucesso
Módulo 2. Requisitos Legais Identificação da Legislação Aplicável Requisito da norma ISO Exercícios.
Módulo 2 Requisitos Legais 2.1. Identificação da Legislação Aplicável. 2.2. Requisito 4.3.1. da norma ISO 14001. Exercícios. 2.1. Identificação da Legislação Aplicável Aspectos e Impactos Ambientais Identificação
Resolução SMA 45/2015 Logística reversa estadual. Câmara Ambiental da Indústria Paulista (CAIP/Fiesp) Julho de 2015
Resolução SMA 45/2015 Logística reversa estadual Câmara Ambiental da Indústria Paulista (CAIP/Fiesp) Julho de 2015 RESOLUÇÃO SMA Nº 45, DE 23 DE JUNHO DE 2015 Define as diretrizes para implementação e
Visão Geral sobre a Tecnologia Aterro Industrial. Essencis Regional Sul François André Martinot
Visão Geral sobre a Tecnologia Aterro Industrial Essencis Regional Sul François André Martinot 1 Algumas Tecnologias da Essencis Soluções Ambientais Aterros Industriais Incineração Tratamento de Efluentes
A LO L GÍS Í T S I T C I A R EV E E V R E SA
A LOGÍSTICA REVERSA NOS DIAS ATUAIS 21/11/2016 APRESENTAÇÃO Quais são os motivos que tornam a logística reversa um assunto tão relevante nos dias atuais? - a redução do ciclo de vida mercadológica dos
EDITAL DE CHAMAMENTO Nº 01/2012. Convoca os setores empresariais a apresentar propostas de LOGÍSTICA REVERSA conforme Lei /10 e Decreto 7404/10
EDITAL DE CHAMAMENTO Nº 01/2012 Convoca os setores empresariais a apresentar propostas de LOGÍSTICA REVERSA conforme Lei 12.305/10 e Decreto 7404/10 A SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS
DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS
UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOS GLOSSÁRIO Danilo José P. da Silva Série Sistema de Gestão Ambiental Viçosa-MG/Janeiro/2011 Glossário
Lei / PNRS. São Paulo, 30 de Agosto de 2010
Lei 12.305/2010 - PNRS São Paulo, 30 de Agosto de 2010 PNRS Histórico: 1989: Senado Federal (PLS 354/89) 2006: Aprovação do substitutivo em Comissão Especial (Dep. Ivo José) 2007: Apresentação de Proposta
POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS : PNRS - A Visão da Indústria no Estado de São Paulo
POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS : PNRS - A Visão da Indústria no Estado de São Paulo 15.10.2013 Implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos Base Legal: Lei Federal nº 12305, de 02.08.2010
ESTADO DE RONDÔNIA MUNICÍPIO DE PRIMAVERA DE RONDÔNIA GABINETE DO PREFEITO GESTÃO 2013/2016
DECRETO N 1184/GP/2014. DESATIVA O LIXÃO MUNICIPAL E INSTITUI A POLÍTICA MUNICIPAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS DO MUNICÍPIO DE PRIMAVERA DE RONDÔNIA/RO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O Prefeito Municipal de Primavera
ESCOLA SENAI CELSO CHARURI CFP 5.12 PROGRAMA DE REDUÇÃO DO VOLUME E DESTINAÇÃO CORRETA DE RESÍDUOS PERIGOSOS GERADOS
ESCOLA SENAI CELSO CHARURI CFP 5.12 PROGRAMA DE REDUÇÃO DO VOLUME E DESTINAÇÃO CORRETA DE RESÍDUOS PERIGOSOS GERADOS PROGRAMA Nº 04/2015 SENAI-SP. Projeto desenvolvido pelo CFP 5.12 Escola SENAI Celso
PROGRAMA RECEBE PILHAS CARTILHA INFORMATIVA
PROGRAMA RECEBE PILHAS CARTILHA INFORMATIVA 1 Sobre o Programa ABINEE Recebe Pilhas Em 2010, foi publicada pelo Governo Federal, a Política Nacional de Resíduos Sólidos, na qual consta, entre outros objetivos,
Política Nacional de Resíduos Sólidos Breves Considerações Núcleo de Meio Ambiente CIESP Regional Jaú/SP
Política Nacional de Resíduos Sólidos Breves Considerações Pedro Paulo Grizzo Serignolli Advogado Especializado em Direito Ambiental Coordenador Adjunto do Núcleo de Meio Ambiente [email protected]
Política Nacional de Resíduos Sólidos Responsabilidades Fabricantes, Importadores e Comerciantes (Lei /2010 e Decreto 7.
Política Nacional de Resíduos Sólidos Responsabilidades Fabricantes, Importadores e Comerciantes (Lei 12.305/2010 e Decreto 7.404/2010) 3 Esferas de Responsabilidade: Plano de Gerenciamento Fabricação
#SUSTENT #SUSTEN A T BILIDA ABILID DE ADE
1 #SUSTENTABILIDADE Um compromisso de todos O Plano de Gestão Ambiental (PGA) apresenta um conjunto de atividades e ferramentas de gerenciamento e monitoramento, adotadas pela Usina em certos casos, voluntariamente,
FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO BATERIA ELÉTRICA ÚMIDA CONTENDO SOLUÇÃO ÁCIDA ABSORVIDA
F0LHA: 1 de 5 1 Identificação do Produto e da Empresa: Nome do Produto: Acumulador elétrico regulado a válvula Marca do Produto: GET POWER Nome da Empresa: Powersafe Importação e Exportação Ltda. Endereço:
Belo Horizonte, novembro de 2010
POLÍTICAS ESTADUAL E NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS José Cláudio Junqueira Ribeiro Belo Horizonte, novembro de 2010 Resíduos sólidos Resíduos nos estados sólido e semi-sólido, que resultam de atividades
HOSPITAL PUC-CAMPINAS PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS COM IMPACTO AMBIENTAL E FINANCEIRO EM SERVIÇOS DE SAÚDE
HOSPITAL PUC-CAMPINAS PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS COM IMPACTO AMBIENTAL E FINANCEIRO EM SERVIÇOS DE SAÚDE Cláudio Roberto Sanches Telefone: 19-33438458 e-mail: [email protected]
RESÍDUOS SÓLIDOS. Introdução
RESÍDUOS SÓLIDOS Planejamento e Gestão de Resíduos unesp UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE ENGENHARIA DE BAURU Introdução Resíduos sólidos urbanos (lixo) são gerados há tanto tempo quanto os
Programa de Gestão Ambiental (PGA) SF 2017/18 e SF 2018/19. Unidade Barra Grande
Programa de Gestão Ambiental (PGA) SF 2017/18 e SF 2018/19 Unidade Barra Grande Sumário 1. Introdução 2. Objetivo 3. Filosofia Empresarial 4. Diretrizes de Sustentabilidade 5. Protocolo Etanol Mais Verde
FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO E SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS. MPQ Higiene e Limpeza
Página 1 de 7 FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO E SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome Produto: PneumacPlus Razão Social: Endereço: Rua Braz Wanka, 90 Vila Nova Blumenau/SC
Logística Reversa para Óleos Lubrificantes Usados ou Contaminados
Logística Reversa para Óleos Lubrificantes Usados ou Contaminados Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Superintendência de Fiscalização do Abastecimento (SFI) São Paulo, 18/05/2017
Tratamento Térmico de Resíduos. Uma Opção para a Destinação do Resíduo: Tratamento Térmico
Uma Opção para a Destinação do Resíduo: Tratamento Térmico Florianópolis, 21 de outubro de 2013 Assuntos: Plano de Consultoria do Teste de Queima; Diagnóstico Inicial; Plano do Teste de Queima; Plano de
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Lei Nº / Decreto Nº 7.404/2010
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS Lei Nº 12.305/2010 - Decreto Nº 7.404/2010 OS DOIS COMITÊS COMITÊ INTERMINISTERIAL C I (DECRETO Nº 7.404/2010) COMITÊ INTERMINISTERIAL
Seção III. Do Saneamento Básico
Seção III Do Saneamento Básico Art. 1º - Saneamento básico é o conjunto de serviços que compreende o abastecimento de água potável, o esgoto sanitário, a limpeza urbana, o manejo de resíduos sólidos, drenagem
A POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS
A POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS Carmen Rachel Scavazzini Marcondes Faria 1 Há duas décadas, a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92) adotou um programa de
Brasil terá que investir R$15,59 bi em tratamento de resíduos
Brasil terá que investir R$15,59 bi em tratamento de resíduos Comunicação Ietec A sustentabilidade ambiental é um desafio mundial e, por isso, a produção, coleta e destinação dos resíduos tornaram-se tema
GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DO AMBIENTE INSTITUTO ESTADUAL DO AMBIENTE DELIBERAÇÃO INEA Nº 15 DE 27 DE SETEMBRO DE 2010
GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DO AMBIENTE INSTITUTO ESTADUAL DO AMBIENTE DELIBERAÇÃO INEA Nº 15 DE 27 DE SETEMBRO DE 2010 ESTABELECE O GERENCIAMENTO DE EMBALAGENS USADAS DE ÓLEO
Seminário Internacional de Eficiência Energética - SIEFE
Geração de Energia Elétrica a partir de Fonte Renovável em Comunidades Isoladas da Região Amazônica com o uso de Sistemas de Gaseificação de Biomassa de Leito Fixo de Pequena Escala. Sandra M. Apolinario
Manual de Conduta Ambiental. Elaborado pelo Comitê Ambiental da Tramontina, para alinhar a conduta da Gestão Ambiental das unidades da empresa.
Manual de Conduta Ambiental Elaborado pelo Comitê Ambiental da Tramontina, para alinhar a conduta da Gestão Ambiental das unidades da empresa. A responsabilidade socioambiental é um dos valores que marcam
FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO. RIBOFLAVINA VITAMINA B2 Cosmoquimica Indústria e Comércio Ltda
F0LHA...: 1 / 5 1 Identificação do Produto e da Empresa: Nome do Produto: Nome da Empresa: Endereço: Av. Gupê, 10497 Telefone: 55 11 4772 4900 / 4772-4949 VITAMINA B2 Cosmoquimica Indústria e Comércio
Política Nacional de Resíduos Sólidos. Sistema de Logística Reversa de Embalagens. Fabricio Soler
Política Nacional de Resíduos Sólidos Sistema de Logística Reversa de Embalagens Fabricio Soler [email protected] Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) Lei Federal 12.305/2010, regulamentada
[DESTINAÇÃO FINAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS]
ATERROS SANITÁRIOS [DESTINAÇÃO FINAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS] 2013 O QUE SÃO OS RESÍDUOS SÓLIDOS? É O LIXO QUE PRODUZIMOS. NOSSO LIXO DE TODOS OS DIAS. E ESSES RESÍDUOS OU LIXO PODEM SER CLASSIFICADOS COMO:
Logística Reversa de Embalagens. Gabriel Pedreira de Lima
Logística Reversa de Embalagens Gabriel Pedreira de Lima QUALIFICAÇÃO E EXPERIÊNCIA A Empresa A CGA geo é uma empresa de consultoria ambiental com sólida experiência em projetos voltados ao Gerenciamento
MÓDULO 2. Prof. Dr. Valdir Schalch
RESÍDUOS SÓLIDOSS MÓDULO 2 Prof. Dr. Valdir Schalch RESÍDUOS SÓLIDOS S - DEFINIÇÃO... aqueles nos estados sólidos e semi-sólidos, que resultam de atividades da comunidade de origem: industrial, doméstica,
Consumo sustentável e a implantação da logística reversa de embalagens em geral. XI SEMINÁRIO ABES Brasília, agosto de 2014 Patrícia Iglecias
Consumo sustentável e a implantação da logística reversa de embalagens em geral XI SEMINÁRIO ABES Brasília, agosto de 2014 Patrícia Iglecias Direito ao Meio Ambiente e Proteção do Consumidor Parâmetro
FISPQ - Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos em acordo com a NBR Cartacoat AP1 liq 0050 Página 1
Cartacoat AP1 liq 0050 Página 1 1. Identificação do produto e da empresa Nome comercial: Cartacoat AP1 liq 0050 nº Material: 236023 nº Material:236023 Código Interno de Produto : 000000362404 Identificação
