Considerações finais
|
|
|
- Cláudia Anjos Martini
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 5 Considerações finais A coparentalidade é uma dimensão do relacionamento familiar que só pode ser pensada e compreendida a partir de uma contextualização da sociedade e seus principais valores na contemporaneidade. A ideia central desse conceito, de que as responsabilidades e funções familiares são partilhadas por ambos os pais, encontra um fértil terreno na forma como a sociedade atual vê os papéis familiares. Desde a década de 60, grandes mudanças sociais e importantes acontecimentos históricos, como o declínio do poder patriarcal e a luta por direito à igualdade entre homens e mulheres, contribuíram para que as concepções sobre maternidade, paternidade e relacionamento entre pais e filhos fossem sensivelmente alteradas. Observa-se, na atualidade, uma tendência à maior flexibilidade e indefinição dos papéis familiares, anteriormente determinados com rigidez e hierarquia. Homens e mulheres transitam mais livremente entre o mercado de trabalho e o ambiente doméstico, e há, na sociedade contemporânea, a expectativa de que ambos possam se ocupar tanto das questões financeiras quanto das responsabilidades parentais. Cabe ressaltar que esse modelo de funcionamento familiar ainda não reflete uma homogeneidade das práticas vivenciadas na maioria dos lares. Coexistem, nos dias de hoje, famílias que se aproximam de um modo de relacionamento igualitário e outras que ainda se constituem baseadas em padrões mais tradicionais. A partir das entrevistas realizadas, pode-se observar que esses valores de igualdade e flexibilidade de papéis encontram-se presentes nas famílias de todos os participantes. Independentemente da forma como cada casal estabelece a divisão das despesas e das tarefas domésticas, predomina uma mentalidade a favor da diminuição das diferenças entre homens e mulheres no contexto familiar. Todos
2 99 defendem a participação de ambos os pais na rotina dos filhos e reconhecem os benefícios dessa parceria para a criação das crianças. Pode ser observada uma grande mudança na percepção e nas expectativas sobre a atuação do pai na família. A figura do pai distante, limitado às funções de provimento financeiro e disciplina, já não reflete mais a realidade e o desejo dos homens contemporâneos. Esses se mostram mais envolvidos no cotidiano dos filhos, mais afetivos e preocupados com o bem-estar das crianças. Tanto os homens quanto as mulheres participantes enfatizaram que em suas famílias há um intenso envolvimento dos pais na criação dos filhos e ressaltaram os aspectos positivos dessa interação. As mães falam com orgulho e contentamento do interesse de seus maridos em compartilhar as questões e tarefas parentais, apontando os benefícios dessa participação masculina tanto para elas quanto para toda a família. O maior envolvimento paterno, segundo essas mulheres, evita a sobrecarga feminina e promove para as crianças a percepção de parceria dos pais e de uma maior coesão da família. Os pais entrevistados também demostram grande satisfação ao descrever seu relacionamento com os filhos. Buscam proximidade física e emocional com as crianças, demonstram claramente sua afetividade e preocupam-se com os aspectos práticos da educação e do desenvolvimento dos filhos. Há relatos de homens que, quando crianças, vivenciaram a ausência de seus próprios pais e, por identificarem a falta que essa presença fez em suas vidas, buscam fazer diferente com seus filhos. As decisões relacionadas aos filhos passam a ser, na atualidade, questões relativas a ambos os pais. Os casais costumam debater os assuntos relacionados à educação, valores, rotina e regras das crianças e as decisões importantes são tomadas em conjunto. Porém o mesmo não pode ser dito em relação à divisão das tarefas práticas relacionadas às crianças. Embora tanto homens quanto mulheres reconheçam que, de alguma forma, os homens da atualidade estão mais participativos no cotidiano dos filhos do que aqueles pertencentes às gerações anteriores, não pôde ser observado neste estudo um predomínio de uma divisão igualitária nas tarefas do cuidado infantil. Apenas uma pequena parte dos entrevistados afirma viver na prática uma partilha equivalente com o parceiro dos afazeres relacionados aos filhos, na maioria dos casos as mulheres ainda assumem a maior parte dessas funções. Questões biológicas e culturais são apontadas como
3 100 as responsáveis pelo maior predomínio feminino nos cuidados parentais e o trabalho fora de casa é visto pelas mulheres como uma possibilidade de cobrar dos homens uma divisão mais equilibrada. Cabe ressaltar que esse predomínio feminino nas funções parentais nem sempre se reflete em insatisfação. Embora a partilha de tarefas relacionadas aos filhos esteja fortemente ligada à dimensão coparental da relação, os cônjuges não necessitam dividir a parentalidade igualmente para ter um alto nível de satisfação na relação coparental. Mais importante do que a divisão por igual das tarefas em si seria a percepção satisfatória de como essa partilha é feita. Há relatos de mulheres que concordam com esse arranjo entre o casal e não se sentem sobrecarregadas ou injustiçadas por assumirem a maior parte dos cuidados com os filhos. A insatisfação acontece quando a divisão prática dessas funções não está de acordo com as expectativas de ambos os cônjuges ou com aquilo que foi previamente acordado entre os parceiros. Outro aspecto importante desse aumento da presença masculina na criação dos filhos também está presente nos resultados deste estudo. O fato de ambos os pais serem interessados e ativos nas tarefas e responsabilidades com as crianças também torna mais frequente o aparecimento de diferenças na forma de pensar e agir dos membros do casal. Embora seja óbvia a relação entre o maior envolvimento paterno e um maior suporte no comportamento coparental, o aumento das discordâncias entre o casal também deve ser considerado como um importante efeito dessa participação masculina mais ativa percebida na atualidade. As mulheres, particularmente, dão grande ênfase às dificuldades encontradas nas tentativas de negociação com o parceiro sobre as questões relacionadas aos filhos e falam mais abertamente das discussões geradas a partir dessas divergências. O trabalho de articulação das diferenças presentes no casal em relação à forma como cada membro percebe e atua na criação e educação dos filhos é considerada uma complexa tarefa para os casais contemporâneos. Os entrevistados reconhecem a importância de um relacionamento harmônico e coeso e buscam estratégias para solucionar e conciliar as divergências do casal. Há uma percepção de que o aparecimento das diferenças diante dos filhos pode ser extremamente prejudicial para a autoridade dos pais e para o cumprimento das regras estabelecidas na família. Eles compreendem que o casal deve funcionar como uma equipe
4 101 harmônica, passando para as crianças uma maior estabilidade e unidade familiar. Parece claro para os pais e mães entrevistados que uma coparentalidade funcional requer uma parceria na divisão de tarefas, apoio à parentalidade do parceiro, reconhecimento da autoridade e das contribuições do cônjuge e respeito quanto às decisões de cada um em relação aos filhos. Uma das causas relacionadas à presença dessas diferenças da forma de pensar e atuar com os filhos são as influências das famílias de origem de ambos os cônjuges. Parece claro para todos os participantes que as diferenças na criação e nas experiências que cada um viveu com seus próprios pais tornam-se presentes no momento em que os parceiros se unem para formar uma nova família. Por outro lado, a semelhança entre as vivências familiares anteriores dos cônjuges parece facilitar a construção de uma prática educativa comum na relação com os filhos. Embora as diferenças entre os pais pareçam estar sempre presentes na família, nem sempre estas são sinônimos de desentendimentos e brigas. Alguns entrevistados apontam uma menor frequência e intensidade de conflitos nas questões relacionadas à parentalidade e esse fato parece estar relacionado ao temperamento de um ou ambos os integrantes do casal. A capacidade de levar em consideração o ponto de vista do outro e ceder, abrindo mão algumas vezes da sua opinião em determinada questão, foi apontada como uma ferramenta eficiente para minimizar as brigas entre os membros do casal. Foi percebida uma forte tendência a evitar conflitos e discussões hostis entre os cônjuges, tidos como prejudiciais para a harmonia familiar. O diálogo é a ferramenta mais utilizada por homens e mulheres para tentar negociar e articular as diferenças do casal. Parece claro para os pais e mães participantes deste estudo que as discussões em torno das regras e questões educativas devem ser evitadas ao máximo, principalmente diante dos filhos, sob pena de enfraquecer a autoridade da díade parental. Porém, todos reconhecem a dificuldade em manter essa postura coerente com o cônjuge todo o tempo e parece haver uma cobrança em torno desse funcionamento harmônico idealizado. Quando o entendimento e a construção de uma forma comum de educar os filhos não parece possível, os cônjuges acabam adotando medidas e regras educativas distintas, coerentes com as concepções de educação de cada um. Porém,
5 102 nem sempre isso é percebido como um problema a ser resolvido. Em algumas famílias há um acordo em manter essas diferenças irreconciliáveis e cada um dos pais atua com o filho da forma como considera mais correta, sem a interferência do parceiro, em prol da evitação de brigas e um desgaste entre os membros do casal. Importante destacar que, na tentativa de minimizar os conflitos coparentais e seus efeitos na harmonia familiar, algumas vezes os pais optam por estratégias educativas não consensuais pai e mãe adotam estratégias diferentes entre si e até mesmo contraditórias. Essa divergência das posturas de pai e mãe pode contribuir para a inconsistência das práticas educativas e consequentemente para o enfraquecimento da autoridade da díade parental. Diante dessas e de outras dificuldades encontradas na educação dos filhos, o suporte do parceiro torna-se uma dimensão ainda mais importante do funcionamento coparental. Há um reconhecimento da necessidade de apoio mútuo entre os membros do casal para o exercício de uma parentalidade satisfatória. Esse suporte é percebido pelos participantes deste estudo através de diferentes aspectos do relacionamento coparental, como a partilha de tarefas de cuidado dos filhos, o apoio às decisões e à autoridade do parceiro, a busca de estratégias conjuntas de educação, o apoio mútuo em situações de maior desgaste e reconhecimento do outro enquanto pai/mãe. O desmerecimento ou enfraquecimento da relação coparental pode estar presente em forma de críticas, cobranças, comunicação hostil entre os parceiros e tem como efeito um prejuízo no exercício da parentalidade do outro. Os participantes dessa pesquisa não mencionaram muitos episódios de enfraquecimento da coparentalidade, porém quando citados surgem juntamente com um sentimento de insegurança em relação ao próprio desempenho enquanto pai/mãe. Considera-se a possibilidade de que essa insegurança esteja associada, dentre outros aspectos, a uma cobrança de si mesmo em busca de um desempenho parental idealizado. Dessa forma, a crítica ou exigência do parceiro tende a ser muito mais valorizada e a criar grandes desentendimentos no casal. A criação dos filhos na atualidade é considerada como um dos importantes aspectos de realização pessoal dos adultos. Os pais mostram-se muito preocupados em realizar a função parental da melhor forma possível e, para isso, buscam informações e orientações sobre como fazê-lo. Os resultados dessa pesquisa
6 103 apontam para a busca pela harmonia e minimização dos conflitos coparentais, devido ao entendimento dos pais dos possíveis efeitos de um exercício da coparentalidade não satisfatória pode gerar nas relações familiares e no desenvolvimento dos filhos. Os entrevistados demonstram grande conhecimento sobre concepções contemporâneas de educação e desenvolvimento infantil, fato que pode estar relacionado ao recorte feito na escolha dos participantes desse estudo. Todos pertencem à camada média da população de um grande centro urbano e, portanto, são pessoas com altos níveis de escolarização e acesso à informação. A interferência cada vez mais comum dos especialistas e suas teorias sobre infância e educação, pode contribuir para uma idealização excessiva da parentalidade e da coparentalidade e consequente perda da autenticidade dos pais no exercício de seus papéis. A busca frequente dos pais por mais informações para se sentirem mais seguros na educação de seus filhos também vem acompanhada por cobranças e inseguranças geradas pelo excesso de idealização que esse conhecimento traz aos casais. Novos estudos devem ser realizados a fim de investigar aspectos relacionados a essa coparentalidade idealizada e seus efeitos nos relacionamentos familiares da contemporaneidade. A coparentalidade, segundo Margolin (2001), consiste na experiência mais significativa que dois adultos podem compartilhar. Trata-se de uma complexa tarefa, pois é por meio dela que os pais negociam seus respectivos papéis, responsabilidades e contribuições para seus filhos. No caso de pais que coabitam, a coparentalidade se estende para além da divisão de tarefas, incluindo outras áreas adicionais da relação, tais como o apoio mútuo nas responsabilidades parentais, o suporte à autoridade do outro e a criação de uma atmosfera de respeito e afetividade mútuos. A importância do desenvolvimento de estudos sobre a coparentalidade reside no fato de o relacionamento coparental ocupar uma posição central na vida familiar. Sua compreensão amplia o olhar sobre a família para além das díades mãefilho e pai-filho, evidenciando a interligação entre seus membros e trazendo à tona uma complexa rede de influências entre os diversos sistemas familiares. Compreender que a coparentalidade torna-se uma tarefa ainda mais desafiadora diante das exigências da contemporaneidade pode auxiliar na desconstrução desse padrão de funcionamento coparental idealizado que parece
7 104 estar presente nos casais da atualidade. A criação de um ambiente familiar consistente e seguro não está relacionada à ausência de conflitos, à simetria dos estilos parentais, a uma divisão de tarefas absolutamente equivalente ou a uma distribuição igual do tempo de cada um dos pais com as crianças. Por se tratar de uma análise qualitativa, realizada com um pequeno número de participantes, os resultados obtidos neste estudo refletem a realidade de uma parcela limitada da população. Novos estudos nessa área devem ser promovidos a fim de desenvolver um entendimento mais amplo e claro acerca dos aspectos presentes na interação coparental. Os conhecimentos derivados de pesquisas podem contribuir para dar suporte aos pais na construção de uma coparentalidade emocionalmente saudável para todos os integrantes da família.
Considerações Finais
98 Considerações Finais A mulher contemporânea foi construída a partir de rupturas com o silêncio, com a invisibilidade e submissão, que definiram o feminino ao longo dos séculos. Apesar de a maioria dos
O IDOSO COMO CUIDADOR: UMA NOVA PERSPECTIVA DE CUIDADO DOMICILIAR
O IDOSO COMO CUIDADOR: UMA NOVA PERSPECTIVA DE CUIDADO DOMICILIAR João Paulo Fernandes Macedo (UFC [email protected]) INTRODUÇÃO:As famílias brasileiras estão passando por mudanças estruturais, sociais
Coparentalidade: desafios para o casamento contemporâneo
Mabel Pereira Romero Coparentalidade: desafios para o casamento contemporâneo Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica da PUC-Rio como requisito
Conhecimento Específico
Conhecimento Específico Trabalho em Equipe Professor Rafael Ravazolo www.acasadoconcurseiro.com.br Conhecimento Específico TRABALHO EM EQUIPE Grupo é um conjunto de pessoas que podem ou não ter objetivos
GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS INFÂNCIA, LINGUAGEM E EDUCAÇÃO - GEPILE
GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS INFÂNCIA, LINGUAGEM E EDUCAÇÃO - GEPILE Maria Nazaré da Cruz Universidade Metodista de Piracicaba O Grupo de Estudos e Pesquisas Infância, Linguagem e Educação é um grupo novo,
Apresentação de. O PODER NAS RELAÇÕES CONJUGAIS: Uma Investigação Fenomenológica sobre as Relações de Poder no Casamento 1
Apresentação de O PODER NAS RELAÇÕES CONJUGAIS: Uma Investigação Fenomenológica sobre as Relações de Poder no Casamento 1 de ÁLVARO REBOUÇAS FERNANDES 2 Como é vivenciado o poder entre homens e mulheres
PRINCÍPIO 1 AMOR INCONDICIONAL
PRINCÍPIO 1 AMOR INCONDICIONAL AMOR INCONDICIONAL Ame seu filho e não o seu comportamento: - A gente consegue amar incondicionalmente quando separa a pessoa do comportamento. Fortaleça a capacidade de
7 GERAL DA RELAÇÃO Duas cartas que representam a essência da relação, a energia envolvida no relacionamento de ambas as partes.
ANTÔNIO LEITURA PARA RELACIONAMENTO MÉTODO TEMPLO DE AFRODITE CASAS 1 E 2 MENTAL ELA E ELE Estas casas se referem a tudo que é pensamento racional, o que cada um pensa do outro e da relação, seus medos,
PSICOLOGIA JURÍDICA: RELAÇÃO COM O DIREITO DE FAMÍLIA
PSICOLOGIA JURÍDICA: RELAÇÃO COM O DIREITO DE FAMÍLIA Prof. Thiago Gomes 1. CONTEXTUALIZAÇÃO O QUE É A FAMÍLIA? E O CASAMENTO? Poema: PROMESSAS MATRIMONIAIS (Martha Medeiros) Promete se deixar conhecer?
CAPÍTULO 6 RELAÇÕES AFETIVAS
PAG64 CAPÍTULO 6 RELAÇÕES AFETIVAS 104 CONSTRUÇÃO DAS RELAÇÕES DE AMIZADE A adolescência é um período marcado pela aproximação aos pares e, de acordo com a psicologia, construir relações de amizade saudáveis
AMOR PROVADO Ninho Bagunçado (Décimo primeiro ao décimo nono ano)
AMOR PROVADO Ninho Bagunçado (Décimo primeiro ao décimo nono ano) a) Manter uma identidade pessoal e uma identidade para o casamento > Dependência exagerada - A identidade do cônjuge é um reflexo do seu
GESTÃO ESCOLAR. Profª Sandra Santos Aula 1
GESTÃO ESCOLAR Profª Sandra Santos Aula 1 Segundo Libâneo o estudo da escola como organização de trabalho não é novo, há toda uma pesquisa sobre administração escolar que remonta aos pioneiros da educação
Administração. Gestão de Conflitos. Professor Rafael Ravazolo.
Administração Gestão de Conflitos Professor Rafael Ravazolo www.acasadoconcurseiro.com.br Administração Aula XX GESTÃO DE CONFLITOS Sempre que existir uma diferença de prioridades ou objetivos, existirá
Cuidado e desmedicalização na atenção básica
Rio de Janeiro, agosto de 2012 Cuidado e desmedicalização na atenção básica Laura Camargo Macruz Feuerwerker Profa. Associada FSP-USP Medicalização e a disputa pela vida Movimento de compreender todos
O GÉNERO NA LIDERANÇA ESCOLAR ESTUDO DE CASO NUMA ESCOLA DO 1.º CICLO DO ENSINO BÁSICO
UNIVERSIDADE DA MADEIRA Centro de Competências de Ciências Sociais Departamento de Ciências da Educação O GÉNERO NA LIDERANÇA ESCOLAR ESTUDO DE CASO NUMA ESCOLA DO 1.º CICLO DO ENSINO BÁSICO Mestrado em
PRIMEIRA INFÂNCIA - CRECHE -
PRIMEIRA INFÂNCIA - CRECHE - Apresentação dos principais resultados da pesquisa Ana Lúcia Lima NECESSIDADES E INTERESSES DE FAMÍLIAS E CRIANÇAS PESQUISA PRIMEIRÍSSIMA INFÂNCIA - CRECHE - Realização: Fundação
FAMÍLIA E CASAL: ARRANJOS E DEMANDAS CONTEMPORÂNEAS
FAMÍLIA E CASAL: ARRANJOS E DEMANDAS CONTEMPORÂNEAS Marcela Cruz de Castro Decourt Mestre em teoria psicanalítica - PPGTP/UFRJ Doutora em teoria psicanalítica - PPGTP/UFRJ Coordenadora do projeto de psicanálise
Mostra de Iniciação Científica EFEITOS NA SUBJETIVIDADE DAS CRIANÇAS DE PAIS SEPARADOS EM RELAÇÃO À ALIENAÇÃO PARENTAL
Mostra de Iniciação Científica EFEITOS NA SUBJETIVIDADE DAS CRIANÇAS DE PAIS SEPARADOS EM RELAÇÃO À ALIENAÇÃO PARENTAL Vanderlei Camini 1 Magda Medianeira de Mello 2 Resumo: Este artigo trata dos principais
Gestão de Pessoas. Curso de Pós-Graduação em Gestão Escolar Prof. Joelma Kremer, Dra.
Gestão de Pessoas Curso de Pós-Graduação em Gestão Escolar Prof. Joelma Kremer, Dra. Aula 6 Conflito e negociação Os objetivos desta aula são: Definir conflito. Diferenciar as visões tradicional, interacionista
Agradecimentos. Ao meu orientador, Prof. Doutor José António Espírito Santo, pela confiança que depositou no meu trabalho. e nas minhas capacidades,
Agradecimentos Ao meu orientador, Prof. Doutor José António Espírito Santo, pela confiança que depositou no meu trabalho e nas minhas capacidades, pelo apoio incansável nos momentos mais aflitivos, pelas
O novo papel da família
conceito O termo família é derivado do latim famulus, que significa escravo doméstico. Este termo foi criado na Roma Antiga para designar um novo grupo social que surgiu entre as tribos latinas, ao serem
Culturas de Participação: Jovens e suas percepções e praticas de cidadania. Aluno: Roberta Silva de Abreu Orientador: Irene Rizzini
Culturas de Participação: Jovens e suas percepções e praticas de cidadania Aluno: Roberta Silva de Abreu Orientador: Irene Rizzini Introdução Este relatório tem por objetivo relatar as atividades desenvolvidas
Segredos da Primeira Infância
QUEM SOU... Olá... Sou Fabricia, tenho 42 anos de idade e dois meninos: um de 8 e o outro de 5 anos. Sou educadora fazem 17 anos. Iniciei meu trabalho na educação escolar em 2001 e como mãe, há 8 anos.
A SUSTENTABILIDADE DOS AFETOS
A SUSTENTABILIDADE DOS AFETOS Manuel Muacho 1 1 RESUMO A sustentabilidade dos afetos, a fomentar no seio das famílias, reforçando laços já existentes, agilizando e pluralizando personalidades e formas
INDICADORES DE ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA
INDICADORES DE ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA Martha Marandino Pós-Graduação/FEUSP Educação Não Formal e Divulgação em Ciências: a alfabetização científica nos diferentes espaços sociais de educação Indicadores
A DISCIPLINA DE DIDÁTICA NO CURSO DE PEDAGOGIA: SEU PAPEL NA FORMAÇÃO DOCENTE INICIAL
A DISCIPLINA DE DIDÁTICA NO CURSO DE PEDAGOGIA: SEU PAPEL NA FORMAÇÃO DOCENTE INICIAL Kelen dos Santos Junges - UNESPAR/Campus de União da Vitória Mariane de Freitas - UNESPAR/Campus de União da Vitória
O que é clima organizacional?
O que é clima organizacional? Introdução: Para Champion (1994): Clima organizacional são as impressões gerais, as percepções dos colaboradores em relação ao seu ambiente de trabalho, embora nem todos os
ATENDIMENTO DE CASAIS
ATENDIMENTO DE CASAIS ÁREA DA INTERVENÇÃO PSICOTERÁPICA PROPOSTA DE AJUDA A PERCEIROS NO ENFRENTAMENTO DOS PROBLEMAS DE RELACIONAMENTO ENTRE ELES E SUAS DIFICULDADES PESSOAIS NECESSÁRIO EXAMINAR TODA SUA
DESENVOLVIMENTO AFETIVO
FACULDADE DE MEDICINA USP DEPARTAMENTO DE NEUROCIÊNCIAS E CIÊNCIAS DO COMPORTAMENTO DESENVOLVIMENTO AFETIVO Profa Dra Maria Beatriz Martins Linhares Professora Associada Faculdade de Medicina de Ribeirão
ÁREA DE AÇÕES ESTRATÉGICAS - CEERJ GESTÃO DE CONFLITOS
ÁREA DE AÇÕES ESTRATÉGICAS - CEERJ GESTÃO DE CONFLITOS O HOMEM É UM ANIMAL SOCIAL Aristóteles Deus fez o homem para viver em sociedade. Livro dos Espíritos p.766 O homem deve progredir. Sozinho, ele não
Cristina almeida. Psicóloga escolar
Cristina almeida Psicóloga escolar 1. Desenvolvimento infantil-aula 1 e 2. 2. Limites-regras. 3. Desenvolvimento emocional. Pensar e sentir: ações ligadas entre si. Dimensão emocional. Dimensão social.
ATA Assistente Técnico Administrativo Trabalho em Equipe Gestão Pública Keyvila Menezes
ATA Assistente Técnico Administrativo Trabalho em Equipe Gestão Pública Keyvila Menezes 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Evolução do trabalho em equipe Grupos
ÉTICA NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA. PROFa. DRA. CARLA GIANI MARTELLI UNESP- FCL- ARARAQUARA
ÉTICA NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA PROFa. DRA. CARLA GIANI MARTELLI UNESP- FCL- ARARAQUARA VALORIZAÇÃO DA ÉTICA Clamor social por mais ética Padrões éticos e morais mais rigorosos no mundo todo Poderia existir
Relações Interpessoais
RELAÇÕES HUMANAS Profª: Andréia Ribas Email: [email protected] 1. A Proximidade física entre as pessoas pressupõe a interação social, que prescinde da troca de influências entre essas pessoas.
KARINA VOLPATO KENIA VOLPATO CAMILO A MEDIAÇÃO E O DIVÓRCIO
KARINA VOLPATO KENIA VOLPATO CAMILO A MEDIAÇÃO E O DIVÓRCIO ESTOU ME SEPARANDO. E AGORA? Para a maioria, o fim de um casamento ou união estável "é um momento delicado". É raro encontrar pessoas preparadas
FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DOS CENTROS ESTADUAIS DE TEMPO INTEGRAL CLIMA ESCOLAR. Professora: Mª da Conceição C. Branco Leite
FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DOS CENTROS ESTADUAIS DE TEMPO INTEGRAL CLIMA ESCOLAR Professora: Mª da Conceição C. Branco Leite 06.02.2018 É na escola que se aprende a conviver e, um dos lugares onde
Motivação Página 1. Motivação
Motivação Página 1 Objetivo: Entender o processo de motivação; descrever as teorias da motivação mais antigas e explicar como as teorias contemporâneas sobre motivação se completam mutuamente. Referências:
Auto avaliação dos Estudantes de Graduação
Auto avaliação dos Estudantes de Graduação Ano: 2009 DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE MINAS UFG / CAC Subdividimos os questionário em tópicos: Didática e Obrigações dos Professores perguntas 1 a 12; Monitoria
carreiras especial: 44 vol.7 nº1 jan/fev > 2008
especial: carreiras 44 vol.7 nº1 jan/fev 2008 Profissionais modernos, empresas arcaicas? As empresas exigem de seus profissionais o desenvolvimento de competências cada vez mais complexas, mas, na prática,
COMO O CLIMA ORGANIZACIONAL VAI ATRAIR OS MELHORES TALENTOS PARA A SUA EMPRESA
COMO O CLIMA ORGANIZACIONAL VAI ATRAIR OS MELHORES TALENTOS PARA A SUA EMPRESA COMO O CLIMA ORGANIZACIONAL VAI ATRAIR OS MELHORES TALENTOS PARA A SUA EMPRESA Com a retração do mercado de trabalho e o aumento
Relatório de Avaliação Grau de Satisfação - Colaboradores CRIT
Relatório de Avaliação Grau de Satisfação - Colaboradores CRIT - 2010 Grau de Satisfação para Colaboradores sobre a Satisfação Global Nº de inquéritos recebidos 90 P1. Imagem global da organização. 0 2
5 Conclusão e considerações finais
5 Conclusão e considerações finais O presente estudo teve como principal objetivo compreender quais as expectativas de carreira dos jovens entrantes no mercado de trabalho, a denominada geração Y. A partir
Patrícia Poppe XIII Encontro Luso-Brasileiro e XV Congresso Nacional da SPGPAG O Grupo: Espelho de Afetos; Construção de vínculos Lisboa,
O Grupo de Pais na Escola Mudanças e Enriquecimento de Vínculos Patrícia Poppe XIII Encontro Luso-Brasileiro e XV Congresso Nacional da SPGPAG O Grupo: Espelho de Afetos; Construção de vínculos Lisboa,
CRIAR SIGINFICADO PARA O TRABALHO DAS PESSOAS:
CRIAR SIGINFICADO PARA O TRABALHO DAS PESSOAS: Importância das Soft Skills João Bilhim CAPP ISCSP/UTL 15-04-2010 CONSTRUIR CATEDRAIS 1 A Iron Cage de Weber A rigidez Burocrática O mecanicismo O império
DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL: QUALIDADE E CLIMA ORGANIZACIONAL NO TRABALHO EM UM RESTAURANTE DA CIDADE DE JOÃO PESSOA
DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL: QUALIDADE E CLIMA ORGANIZACIONAL NO TRABALHO EM UM RESTAURANTE DA CIDADE DE JOÃO PESSOA Erick Araújo Silva Sayomara Silva Meireles Thales Batista de Lima RESUMO: Atualmente,
Quais práticas podem contribuir para o desenvolvimento do turismo de base local nas comunidades do entorno da Lagoa do Cajueiro?
1 INTRODUÇÃO As exigências da demanda atual em relação à prática do turismo têm influenciado diretamente na maneira como os municípios piauienses apresentam a sua oferta turística. Alguns governos, agentes
Escrito por Administrator Qua, 11 de Junho de :12 - Última atualização Qui, 12 de Junho de :41
Escorpião com Áries Este é um relacionamento de cautela. Escorpião necessita de estabilidade emocional unido ao desafio da conquista. Áries tem interesse e muita curiosidade em desvendar os mistérios de
RISCOS DE ADOECIMENTO NO TRABALHO: estudo entre profissionais de uma instituição federal de educação
RISCOS DE ADOECIMENTO NO TRABALHO: estudo entre profissionais de uma instituição federal de educação Heidi. J. FERREIRA 1 ; Alex R. CARVALHO 2 ; Fernanda M. TAVARES 3 ; Nádia N. ALMEIDA 4 RESUMO Diante
Administração de Recursos Humanos II
ADMINISTRAÇÃO Administração de Recursos Humanos II Questões Resolvidas QUESTÕES RETIRADAS DE PROVAS OFICIAIS JÁ REALIZADAS Produzido por Exatas Concursos www.exatas.com.br rev.1a Índice de Questões Prova:
Contexto escolar: a influência de professores, pares e pais sobre o comportamento de crianças
Contexto escolar: a influência de professores, pares e pais sobre o comportamento de crianças Ana Priscila Batista 1 Caroline Guisantes De Salvo Toni 2 Gisele Regina Stasiak 3 Os pais e a escola, que além
GUARDA COMPARTILHADA GERALDO, M. L.
GUARDA COMPARTILHADA GERALDO, M. L. GERALDO, Maria Luisa Guarda Compartilhada. Trabalho de Curso de Graduação em Direito da Faculdade de Apucarana. Apucarana-Pr. 2012. RESUMO Esse trabalho estuda a guarda
CULTURA E CLIMA ORGANIZACIONAL
CULTURA E CLIMA ORGANIZACIONAL PLANO DE AULA Contexto e Mudanças no Ambiente de Trabalho Conceito de Clima Organizacional Conceito de Cultura Organizacional Clima e Cultura Organizacional Indicadores de
ISBN QUALIDADE NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA: E SUAS RELAÇÕES COM A PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE
ISBN 978-85-7846-516-2 QUALIDADE NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA: E SUAS RELAÇÕES COM A PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE Laiany Marques Bezerra UEL Email: [email protected] Eixo 3: Temas contemporâneos na Educação.
O PLURALISMO FAMILIAR E A LIBERDADE DE CONSTITUIÇÃO DE UMA COMUNHÃO DA VIDA FAMILIAR
O PLURALISMO FAMILIAR E A LIBERDADE DE CONSTITUIÇÃO DE UMA COMUNHÃO DA VIDA FAMILIAR 104 Ana Paula de Araujo Carina Ana de Oliveira Elieser Leal Germano Tatiane Alves Salles dos Santos. INTRODUÇÃO O presente
A AUTORIDADE DOS PAIS NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS
1 A AUTORIDADE DOS PAIS NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS Tatiana Ertel Dulce Grasel Zacharias Universidade de Santa Cruz do Sul Resumo Este trabalho tem como objetivo investigar as dificuldades dos pais de exercerem
[A presença das normas sociais nos documentos orientadores da prática pedagógica]
[Percurso profissional] ( ) Estou no décimo terceiro ano de serviço ( ) tenho trabalhado com várias faixas etárias, desde a creche, dois, três, quatro, cinco anos de idade. Fiz uma interrupção de apenas
Grupo de Estudos - Gestão de RH no Varejo. Resolução de Conflitos
Grupo de Estudos - Gestão de RH no Varejo Resolução de Conflitos 15/10/2014 Gestão de Conflitos Somos o resultado de experiências positivas e negativas provenientes das relações inter-pessoais e circunstanciais
Início, identificar uma necessidade ou oportunidade, o problema e sua solução, e a estimativa inicial dos custos e prazos;
O projeto Os projetos estão sempre vinculados às organizações, são de caráter transitório e seu objetivo é satisfazer ou exceder as expectativas dos mercados ou das partes interessadas (stakeholders).
Identificação. F03 Duração da entrevista 18:12 Data da entrevista Ano de nascimento (Idade) 1974 (36) Local de nascimento/residência
1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 Identificação F03 Duração da entrevista 18:12 Data da entrevista 4-5-2011 Ano de nascimento (Idade) 1974 (36) Local de
PARTE I ENQUADRAMENTO TEÓRICO
PARTE I ENQUADRAMENTO TEÓRICO CAPÍTULO 1 ESTILOS EDUCATIVOS PARENTAIS Ao longo deste capítulo serão apresentadas breves definições sobre o conceito de família, tendo em atenção diferentes autores que contribuíram
Artigo: Pedagogia de Projetos
Artigo: Pedagogia de Projetos Autora: Lúcia Helena Alvarez Leite Mestre em Educação pela FAE/ UFMG, Coordenadora Pedagógica da Escola Balão Vermelho e Assessora do Projeto Escola Plural da SME/ HB. A discussão
PRÁTICAS DE MEDIAÇÃO DA INFORMAÇÃO EM BIBLIOTECA ESCOLAR: um estudo realizado na biblioteca Madre Paula do Colégio Santa Teresa de Jesus
Powered by TCPDF (www.tcpdf.org) PRÁTICAS DE MEDIAÇÃO DA INFORMAÇÃO EM BIBLIOTECA ESCOLAR: um estudo realizado na biblioteca Madre Paula do Colégio Santa Teresa de Jesus Antonia Janiele Moreira da Silva
POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 03. Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua
POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 03 Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua Coalizões de Defesa Questão inicial indivíduos têm objetivos, enquanto uma coletividade não. Problema: Como encontrar algum conceito de objetivo
GAE do Departamento de Matemática e Estatística (DME) da Unirio.
Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas Diretoria de Desenvolvimento de Pessoas Divisão de Acompanhamento Funcional e Formação Permanente Setor de Acompanhamento
RELAÇÃO FAMILIA E ESCOLA: CONSTRUÍNDO A GESTÃO DEMOCRÁTICA PARTICIPATIVA
RELAÇÃO FAMILIA E ESCOLA: CONSTRUÍNDO A GESTÃO DEMOCRÁTICA PARTICIPATIVA Edilanne Bezerra da Rocha Graduanda em Pedagogia pelo PARFOR da Universidade Federal do Piauí E-mail: [email protected]
Para ler. A força do não
Para ler A força do não 08 14 Dói dizer e ouvir não! Devemos dizer não aos filhos, Não se pode dar tudo aquilo que os filhos querem, essas frases são constantemente ditas e a maioria concorda com isso.
EAD Fundamentos das Ciências Sociais
EAD - 620 Fundamentos das Ciências Sociais Prof. Dr. André Luiz Fischer Revisão sobre problema social e fato social 1. Problema social 2. Grupo social 3. Fenômeno ou fato social O PROBLEMA SOCIAL Fenômeno
3 Metodologia A estratégia de investigação adotada
3 Metodologia Este capítulo descreve os princípios da metodologia adotados no presente estudo, através da apresentação da estratégia de investigação adotada, do objeto de estudo, do papel da investigadora,
NOVAS FAMÍLIAS A MONOPARENTALIDADE E A ADOPÇÃO
NOVAS FAMÍLIAS A MONOPARENTALIDADE E A ADOPÇÃO Monografia de Final de Curso 2003/2004 Liliana Fonte Licenciada em Psicologia no Instituto Superior da Maia, Portugal Email: [email protected] RESUMO Neste
FIB Uma nova medida para o progresso 22-NOV-2008
FIB Uma nova medida para o progresso 22-NOV-2008 Por Cristina Tavelin, para a revista Idéia Socioambiental Com o abalo causado pela crise econômica mundial, decorrente de um modelo de crescimento explorado
ATITUDES ÉTICAS: a escola e as influências sobre o comportamento do adolescente 1
ATITUDES ÉTICAS: a escola e as influências sobre o comportamento do adolescente 1 Renata Cleiton Piacesi Corrêa 2 ; Larissa Alves da Silva 3 INTRODUÇÃO Como devemos agir? Quais atitudes devem ser realizadas?
