Resenha. Marcos Branda Lacerda
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- Heloísa do Amaral de Paiva
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1 Resenha Tiago de Oliveira Pinto. Capoeira, Samba, Candomblé. Afro-brasilianische Musik im Recôncavo, Bahia. 1991, Berlin: Staatliche Museen Preussischer Kulturbesitz. 264 páginas. ISBN Compact Disc 11 Capoeira, Samba, Candomblé/Bahia, Brasil." Museum Collection Berlin. CD 16.ISBN Marcos Branda Lacerda Tiago de Oliveira Pinto, musicólogo brasileiro residente em Berlirn, tomou para si a difícil tarefa de em uma única publicação abordar três gêneros musicais que, somados, compõem parte expressiva da ascendência africana na cultura brasileira. O trabalho resulta da apreciação de duas fontes complementares de conhecimento etnográfico: uma impecável leitura principalmente das inúmeras publicações referentes à cultura baiana e afro-brasileira e a avaliação de uma minuciosa visita ao recõncavo baiano, realizada certamente em sucessivas viagens. Intenção expressa do autor não foi a de estabelecer um corpus musical ("Liedsammlung") acrescido de comentários analíticos, mas sim fazer uma abordagem de parte essencial das atividades musicais no Recõncavo Baiano com base em questões históricas, sociológicas, lingüísticas e psicológicas. Simultaneamente à publicação do trabalho, o autor editou um CD com gravações de parte das músicas referidas. Nele se encon-
2 208 Revista Música, São Paulo, v.a n novo1992 tram registrados exemplos expressivos de execuções originais da música do recóncavo, divididos equilibradamente pelos três gêneros abordados no livro. A obra divide-se em seis partes. A primeira delas apresenta a região do recôncavo segundo sua participação em fatos marcantes da história e da cultura brasileira: o ciclo da cana-de-açúcar, a escravidão e a formação lingüística cotn base na diversificação de línguas africanas. O autor não vacila em se referir a trabalhos diversos que tenham se detido especificamente nos respectivos campos de estudo. O que interessa aí é, com efeito, acentuar a diversidade da origem de elementos africanos, indevidamente massificados na concepção predominante da cultura popular brasileira. Tal quadro é especialmente fornecido no exemplo da assimilação brasileira de elementos lingüísticos bantus, de um lado, e, de outro, as línguas K wa, que inc Iuem o Iorubá, o Ewe etc. De especial significação nesta parte são as referências aos trabalhos da lingüista Iêda Pessoa de Castro. Encerrando a primeira parte, o autor apresenta as relações sócio-políticas da Ilha do Dendê, no município de Santo Amaro da Purificação que, apesar de sua semelhança aos qui lombos dos séculos XVII e XVllI, tomou-se um exemplo de desenvolvimento cultural desfavorável à continuidade afro-baiana. A segunda parte é dedicada a aspectos gerais da música e à maneira como ela foi abordada dentro das possibilidades oferecidas pela etnografia musicológica. Nela, o autor discute as razões-o que o levaram a isolar Samba, Candomblé e Capoeira (e Maculelê, no caso de Santo Amaro) de outros gêneros musicais praticados no Recóncavo baiano por descendentes africanos de outra orientação cultural. Tais gêneros são representados pela música de banda e dos coros católicos, protestantes e pentecostais. Além disso, são excluídos também gêneros mais diversificados como o choro, o bolero, o afoxé, além das chamadas danças dramáticas da região (marujada e burrinha). O autor sustenta que é no "triângulo" sagrado-profano-jogo que se dá a identificação cultural da -população do Recôncavo.
3 Revista Música, São Paulo, v.3, n novo Brevemente, neste capítulo, sào discutidas as relações entre os gêneros estudados. O Maculelê de Santo Amaro serve de preparação para a prática da Capoeira. Uma das três nações de Candomblé, o Candomblé de Caboclo, é vista, mais adiante, como a origem do Samba, que se toma o elemento de maior difusão entre a população, logrando, inclusive, a união entre homens e mulheres, ausentes nas outras manifestações. As três partes subseqüentes são dedicadas, respectivamente, ao estudo em separado destes gêneros. A discussão é semelhante em todas elas. O autor procura abordar os elementos de estilo musical e dança em sua íntegra. A história é reconstituída com base em estudos existentes e confronto com as observações de campo. Fatos e conceitos, até então esparsos na farta literatura sobre folclore brasileiro ou na incipiente literatura musicológica sobre estes assuntos, são sistematicamente levantados e organizados. O agente cultural é expressamente participante da elaboração do livro quando aí são inseridas entrevistas e narrações sobre assuntos imediatamente inacessíveis ao discurso musicológico (Mestre Vavá sobre Capoeira) ou etnográficos (Sacrifício da Mãe Mariana). Uma das características da publicação é o confronto de elementos brasileiros com os correspondentes eventualmente conhecidos da África. Neste caso, é particularmente feliz a relação feita pelo autor entre características organológicas do berimbau com os modelos instrumentais similares de Angola, descritos especialmente nas publicações de Kubik. Precipitada, no entanto, é a discussão sobre a fundamentação rítmica do samba de viola fora de um contexto teórico mais abrangente e diferenciado, assumindo posições extraídas do estudo de estilos africanos específicos (v. pg. 130). Neste caso, me pareceria mais pertinente operar-se abertamente com conceitos ocidentais, já que, em muitos casos, sobretudo na linha melódica e no uso da viola ou machete, o apoio na tradição européia (portuguesa) é inquestionável. No Recóncavo, o samba se apresenta, em um âmbito cultural mais amplo, ligado ao candomblé e à capoeira, podendo ter sua
4 210 Revista Música, São Paulo, v.3, n novo 1992 origem nesta constelação, e, mais particularmente, nos toques do Candomblé de Caboclo. Fica por demonstrar, no entanto, de que maneira este relacionamento se processa de fato no nível musical. A parte dedicada ao candomblé é carregada de observações sobre a realidade etnográfica. O autor observa, com razão, que estudos sobre o culto aos Orixás na Bahia se detiveram sempre na realidade da cidade de Salvador e mais precisamente nas nações Ketu e Jeje. O Candomblé de Caboclo e a ramificação Congo-Angola foram relegados a um nível secundário,já que neles elementos africanos, como a, língua, não foram absorvidos com a mesma intensidade. O prestígio dado às nações Ketu e Jeje alcançou finalmente o Recóncavo, aonde predominavam as outras nações. No entanto, lá não se verifica uma suposta incompatibilidade entre as ramificações, prevalecente hoje em Salvador até por atuação ideológica de intelectuais. Mesmo assim, o autor repassa os conceitos religiosos fundamentais do Candomblé com base nos escritos etnográficos conhecidos, sem pretender cotejar suas próprias observações no Recôncavo com o misticismo africano (v. pg. 168). O grande mérito desta parte é a apresentação ordenada dos "toques" executados em escrita musical, parcialmente convencional. Conhecidos na literatura musicológica até então eram praticamente apenas os nomes e classificações dos ritmos segundo sua função ou destinação. É discutida também a procedência dos atabaques não apenas referindo-se genericamente à África, mas sim, diferenciadamente, à tradição Fon e Ewe. A suspeita de Iêda Pessoa de Castro, de que etimologicamente os tambores Rum, Rumpi e Le tenham origem entre os Fon, confirma-se, já que para estes tambores lá se usa o afixo Hun para os dois tambores graves (Hunda Ho e Zoli Hun) e o nome Alekle para o tambor agudo. Além disso, a designação Gan do Recôncavo para o Agogô (do Iorubá) coincide igualmente com a língua Fon. Especulativarnente, o autor aponta talvez a música Ewe como tendo prevalecido no estilo de Candomblé. A suspeita é legítima, mas vale a ressalva de que a formação do conjunto de percussão Fon equivale à dos Anlo-Ewe. Restaria estudar a con-
5 Revista Música, São Paulo, v.3, n novo cepção musical Fon, Ewe, Iorubá e do Candomblé comparativamente, para então detectar-se a origem deste último, ou pelo menos de algumas de suas nações, de maneira inequívoca. Quase finalizando a parte dedicada ao Candomblé, o autor apresenta extensivamente uma discussão sobre o Ebó (sacrifício). Partindo de uma transcrição minuciosa do diálogo de uma Mãe de Santo com a entidade sobrenatural, busca-se uma narração integrada dos símbolos, nos quais se inclui todo um desenvolvimento musical. Nesse ponto, o autor se coloca ao nível do antropólogo que busca na música a confirmação de preceitos místicos revelados no quadro de uma liturgia ampla. Em seguida, o autor sustenta a existência de três modalidades na música afro-brasileira, cada qual com suas respectivas características. Haveria um repertório religioso restrito aos cultos de Candomblé Jeje e Nagó; um segundo repertório, religioso ou não (Candomblé de Caboclo, Umbanda), que apresenta características mais comuns à música popular tradicional brasileira, embora o elemento africano possa prevalecer; e, finalmente, um terceiro repertório, altamente nacionalizado (Mário de Andrade), regularmente ausente de cultos religiosos. Concluindo a obra, Tiago de Oliveira Pinto apresenta exemplos de atividades infantis ligadas ao aprendizado e à prática musicais. Sem dúvida alguma, o trabalho é uma das mais importantes contribuições ao estudo da música no Brasil. Um mérito inquestionável da obra é o de tentar trazer para a discussão musical a complexidade conceitual gerada pela confluência de estilos diversificados já no plano africano junto a um super-, sub- ou adstrato português, ainda que na quase ideal arnbientação do Recóncavo Baiano. Dadas estas características heterogénas, o caminho da abordagem sociológica, antropológica e mesmo política em alguns momentos (v. discussão sobre a Ilha do Dendê) é, no mínimo, necessária. Mas a análise musical específica continua sendo requerida e poderá se valer das observações e reflexões do autor. Ela muito
6 212 Revista Música, dão Paulo, v.3, n novo1992 auxiliará, igualmente, na determinação de relações musicais e extramusicais postuladas nesta obra. A referência teórica é restrita praticamente a manifestações determinadas da música africana, cujo estudo gera polêmica e imprecisões devido ao receio fundamentado de transpor modelos ocidentais para a explicação de estruturas exclusivas. As transcrições de solos (improvisações) de berimbau, por exemplo, incorrem em problemas já vistos parcialmente em trabalhos correspondentes sobre a rítmica africana. Trata-se de características da notação musical adotada que, a meu ver, excluem o estilo descrito da possibilidade de representação em um quadro cognitivo mais amplo. Da mesma forma, a transcrição "datilográfica" dos "time tine patterns" (por exemplo x.. x.. x. = ) coexiste contraditoriamente com a transcrição rítmica convencional de outras partes instrumentais. A discussão sobre tais problemas passa a ser relevante, no entanto, na medida em que outros trabalhos sucedam a esta publicação, que certamente se tomará referência e estímulo a abordagens teóricas multifacetadas de uma música de várias origens. Marcos Branda Lacerda é Musicólogo e Professor do Departamento de Música da ECA-USP.
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