Agrupamento de Escolas da Senhora da Hora
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- Margarida Coradelli Gesser
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1 Agrupamento de Escolas da Senhora da Hora Curso Profissional de Técnico de Multimédia Informação Prova da Disciplina de Física - Módulo: 1 Forças e Movimentos; Estática Modalidade da Prova: Escrita Ano Letivo 2015/16 Conteúdos Competências Específicas Estrutura da Prova (tipo de questão) Cotação Critérios de Classificação Material A Física estuda A prova integra itens de A ausência de O aluno interações entre Compreender que dois corpos A e B estão tipologia diversificada, resposta ou resposta apenas pode corpos em interacção se o estado de movimento ou que pretendem avaliar totalmente incorreta usar, como Lei das de repouso de um depende da existência do competências nos 4 terá cotação zero. material de interações outro. diferentes domínios, de Em todas as escrita, caneta recíprocas Compreender que, entre dois corpos A e B acordo com os objetivos respostas o aluno ou que interagem, a força exercida pelo corpo A de aprendizagem, e que deve demonstrar que esferográfica no corpo B é simétrica da força exercida se encontram conhece o de tinta pelo corpo B no corpo A (Lei das acções estruturados em torno de vocabulário específico indelével, azul recíprocas). informações que podem da disciplina. ou preta. Identificar pares acção-reacção em ser fornecidas sob a O raciocínio deve ser Os alunos situações de interacções de contacto e à distância, conhecidas do dia-a-dia do aluno. forma de pequenos textos, figuras, gráficos ou tabelas. expresso de forma clara e organizada. devem portadores material ser de de Escolha múltipla, desenho e de associação ou medida (lápis, correspondência, valor borracha e Movimento Verificar que a descrição do movimento lógico e completamento. Cálculo de uma ou mais 43 régua graduada) e de unidimensional unidimensional de um corpo exige apenas grandezas. calculadora. com velocidade um eixo de referência orientado com uma Resposta curta. Não é
2 constante origem. Resposta aberta. permitido o uso Características Identificar, neste tipo de movimento, a Dados que são de corretor. do movimento posição em cada instante com o valor, imprescindíveis à unidimensional positivo, nulo ou negativo, da coordenada da resolução de cada posição no eixo de referência. questão estão indicados Calcular deslocamentos entre dois instantes no respetivo enunciado. t1 e t2 através da diferença das suas coordenadas de posição, nesses dois instantes: Concluir que o valor do deslocamento, para qualquer movimento unidimensional, pode ser positivo ou negativo. Distinguir, utilizando situações reais, entre o conceito de deslocamento entre dois instantes e o conceito de espaço percorrido no mesmo intervalo de tempo. Compreender que a posição em função do tempo, no movimento unidimensional, pode ser representada num sistema de dois eixos, correspondendo o das ordenadas à coordenada de posição e o das abcissas aos instantes de tempo. Inferir que, no movimento unidimensional, o valor da velocidade média entre dois instantes t2 e t1 é Concluir que, como consequência desta definição, o valor da velocidade média pode
3 ser positivo ou negativo e interpretar o respectivo significado físico. Compreender que, num movimento unidimensional, a velocidade instantânea é uma grandeza igual à velocidade média calculada para qualquer intervalo de tempo se a velocidade média for constante. Concluir que o sentido do movimento, num determinado instante, é o da velocidade instantânea nesse mesmo instante. Reconhecer que a velocidade é uma grandeza vectorial que, apenas no movimento unidireccional pode ser expressa por um valor algébrico seguido da respectiva unidade. Movimento uniforme Verificar que a coordenada de posição x 2 num instante t2 é dada por x 2 = x 1 + v(t 2 t 1 ), em que x 1 é a coordenada de posição no instante t1. Esta é a equação do movimento unidimensional uniforme, isto é, com velocidade constante. Simplificar a equação do movimento com velocidade constante, fazendo t 1 = 0, x 2 = x e x 1 = x 0, o que corresponde a denominar por x 0 a coordenada de posição no instante t 3
4 = 0, o que permite obter: x = x 0 + vt. Identificar, na representação gráfica da expressão x = x 0 + vt, com v = const., a velocidade média (que coincide com a velocidade instantânea) entre dois instantes com o declive da recta x = f (t ). Lei da inércia Reconhecer que, do ponto de vista do estudo da Mecânica, um corpo pode ser considerado um ponto com massa quando as suas dimensões são desprezáveis em relação às dimensões do ambiente que o influencia. Compreender a importância de se poder estudar o movimento de translação de um corpo, estudando o movimento de um qualquer ponto do corpo. Reconhecer que o repouso ou movimento de um corpo se enquadra num determinado sistema de referência. Identificar a força como responsável pela variação da velocidade de um corpo. Compreender que um corpo permanecerá em repouso ou em movimento unidimensional (rectilíneo) com velocidade constante enquanto for nula a resultante das forças que sobre ele actuam (Lei da Inércia). Aplicar a Lei da Inércia a diferentes situações, conhecidas do aluno, e interpretá- 14
5 las com base nela. Distinguir entre referenciais inerciais e referenciais não inerciais. Definir massa inercial como sendo uma propriedade inerente a um corpo, que mede a sua inércia, independente quer da existência de corpos vizinhos, quer do método de medida. Reconhecer que a massa inercial de um corpo e o seu peso são grandezas distintas. Compreender que um corpo permanecerá em repouso ou em movimento unidimensional (rectilíneo) com velocidade constante enquanto for nula a resultante das forças que sobre ele actuam (Lei da Inércia). Aplicar a Lei da Inércia a diferentes situações, conhecidas do aluno, e interpretálas com base nela. Distinguir entre referenciais inerciais e referenciais não inerciais. Definir massa inercial como sendo uma propriedade inerente a um corpo, que mede a sua inércia, independente quer da existência de corpos vizinhos, quer do método de medida. Reconhecer que a massa inercial de um corpo e o seu peso são grandezas distintas.
6 Movimento unidimensional com aceleração constante Movimento uniformemente variado Inferir da representação gráfica x = f (t ) que, se a velocidade média variar com o tempo, o gráfico obtido deixa de ser uma recta. Identificar a velocidade instantânea, num determinado instante, com o declive da recta tangente, nesse instante, à curva x = f (t ). Compreender que, no movimento unidimensional, a aceleração média entre dois instantes t2 e t1 é 47 em que v 1 e v 2 são os valores da velocidade instantânea nos instantes t1 e t2, respectivamente. Compreender que a aceleração instantânea é uma grandeza igual à aceleração média calculada para qualquer intervalo de tempo se, num movimento unidimensional, a aceleração média for constante. Verificar que a representação gráfica da velocidade em função do tempo para o movimento unidimensional com aceleração constante tem como resultado uma recta. Verificar que a representação gráfica da posição em função do tempo para o movimento unidimensional com aceleração constante tem como resultado uma curva. Reconhecer que a aceleração é uma grandeza vectorial que, apenas no
7 movimento unidireccional pode ser expressa por um valor algébrico seguido da respectiva unidade. Lei fundamental da Dinâmica Verificar que a aceleração adquirida por um corpo é directamente proporcional à resultante das forças que sobre ele actuam e inversamente proporcional à sua massa (Lei fundamental da Dinâmica). Compreender que a direcção e o sentido da aceleração coincidem sempre com a direcção e o sentido da resultante das forças, então. Decompor um vector em duas componentes perpendiculares entre si. Aplicar a Lei fundamental da Dinâmica e a Lei das interacções recíprocas às seguintes situações: Um corpo assente numa superfície polida, horizontal, actuado por forças constantes cuja direcção pode ser paralela, ou não, à superfície. Dois corpos em contacto, assentes numa mesa polida, horizontal, actuados por forças constantes cuja direcção pode ser paralela ou não à direcção da superfície da mesa. Interpretar a origem da força de atrito com 49
8 base na rugosidade das superfícies em contacto. Verificar que o módulo da força de atrito estático entre um corpo e o plano sobre o qual se encontra é F μ e Rn, em que Rn é o módulo da força exercida pelo plano no corpo. Reconhecer em que situações é útil a existência de força de atrito. Aplicar a Lei fundamental da Dinâmica e a Lei das interacções recíprocas às seguintes situações em que existe atrito entre os materiais das superfícies em contacto: Um corpo assente numa superfície horizontal, actuado por forças constantes cuja direcção pode ser paralela, ou não, à superfície. Dois corpos em contacto, assentes numa mesa horizontal, actuados por forças constantes cuja direcção pode ser paralela ou não à direcção da superfície da mesa. Reconhecer que a força de atrito depende da força normal entre as superfícies e que esta não é sempre numericamente igual ao peso de um dos corpos. Sistemas partículas Definição de e
9 características de centro de massa de um sistema de partículas Resultante das forças internas de um sistema Considerar um sistema de partículas como um conjunto de partículas com massas iguais ou diferentes que podem mover-se umas em relação às outras. Reconhecer o centro de massa de um sistema de partículas como um ponto com características especiais. Definir a coordenada posição do centro de massa de um sistema de duas partículas, situado na linha que as une:, em que x 1 (x 2 ) é a coordenada da posição da partícula de massa m 1 (m 2 ) ao longo dessa linha. Definir matematicamente a posição de centro de massa de um sistema de N partículas em relação a um determinado referencial: em que é a posição, em relação ao referencial considerado da partícula de massa m i. Concluir, a partir da definição de centro de massa, que se um corpo rígido possui um elemento de simetria, o centro de massa está sobre esse elemento de simetria. Concluir que a velocidade e aceleração do centro de massa, em relação a um
10 determinado referencial, são dadas pelas expressões: e em que e são, respectivamente a velocidade e aceleração da partícula de massa mi em relação ao referencial considerado. Deduzir da lei das acções recíprocas que a resultante das forças internas de um sistema de partículas é nula. Concluir que a resultante das forças aplicadas a um sistema de partículas é igual à resultante das forças exteriores que actuam no sistema. Corpo rígido Caracterização de corpo rígido como modelo ideal Movimento de translação de um corpo rígido. Forças Definir um corpo rígido como um sistema de partículas cujas distâncias mútuas se mantêm constantes no tempo. Compreender que esta definição é um modelo da situação real. Concluir que as forças não se poderiam propagar ao longo de um corpo rígido se as ligações entre as partículas fossem rígidas. Definir movimento de translação pura de um corpo rígido como aquele em que os vectores deslocamento entre dois intervalos
11 exteriores de tempo de todas as partículas são iguais. Deduzir da segunda lei da dinâmica aplicada ao corpo rígido que a resultante das forças exteriores aplicadas ao corpo é igual à massa total do sistema vezes a aceleração do centro de massa: Inferir que um corpo rígido pode ser considerado, no que respeita ao movimento de translação pura, como uma partícula na posição do centro de massa, em que está concentrada toda a massa do sistema. Concluir que quando a resultante das forças exteriores que actuam num corpo rígido é nula, o movimento do corpo rígido é de translação pura com velocidade constante. Determinação da posição do centro de massa. Definir centro de gravidade de um corpo rígido como o ponto em se pode considerar aplicada a força de gravidade. Identificar o centro de gravidade de um corpo rígido num campo gravítico uniforme como sendo coincidente com o centro de massa. 10 Movimento de rotação de um Definir movimento de rotação pura de um
12 corpo rígido. Momento de forças exteriores corpo rígido em torno de um eixo fixo como aquele em que todas as partículas do corpo efectuam movimento circular em torno de pontos desse eixo fixo, mantendo inalteradas as distâncias mútuas. Compreender que uma força que actua num corpo rígido pode fazê-lo rodar em torno de um eixo fixo, se a sua linha de acção não passa por esse eixo, e que esse movimento não ocorre quando a linha de acção da força passa pelo eixo. Definir momento de uma força que actua num ponto P, em relação a um ponto O, como um vector com as seguintes características: Módulo igual ao produto, em que θ é o ângulo que o vector. faz com o vector Direcção perpendicular ao plano definido por e. Sentido tal que, e estão entre si como os eixos Ox, Oy e Oz, num referencial com origem em O. Concluir, a partir da lei das acções recíprocas, que a resultante dos momentos de todas as forças interiores que actuam
13 num sistema de partículas, em relação a um ponto, é nula. Inferir que o movimento de rotação de um corpo rígido em relação a um eixo é determinado pela resultante dos momentos das forças exteriores em relação a esse eixo. Estática Definição de Definir equilíbrio estático de uma partícula 30 equilíbrio de um num referencial como uma situação em que corpo rígido a partícula está em repouso nesse Aplicações referencial sujeita às forças que nela actuam. Concluir, a partir da segunda lei da dinâmica, que, numa situação de equilíbrio estático, a resultante das forças que actuam sobre a partícula é nula. Generalizar a definição de equilíbrio estático de uma partícula à definição de equilíbrio de translação de um corpo rígido: um corpo rígido não efectua movimento de translação se a resultante de todas as forças exteriores que nele actuam for nula. Deduzir que, numa situação de equilíbrio estático de translação num determinado referencial, o centro de massa do corpo rígido está em repouso nesse referencial. Verificar que um corpo rígido em equilíbrio estático de translação pode efectuar
14 movimento de rotação em torno do seu centro de massa. Enunciar as duas condições de equilíbrio estático de um corpo rígido: a resultante de todas as forças exteriores que nele actuam é nula e é também nula; a resultante dos momentos de todas as forças exteriores que nele actuam em relação a um ponto qualquer de um referencial fixo é também nula. Estudar as condições de equilíbrio estático em diferentes situações reais.
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