Relação saúde doença
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- João Lucas das Neves Campos
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1 Relação saúde doença Aula 5 Profª Betânia Lara Engenharia Ambiental out 2015
2 A melhora das condições de vida do homem durante o século XX contribuiu para transformações da estrutura demográfica e para mudança dos padrões de morbimortalidade. Até o final do século XIX, as doenças infecciosas faziam parte dos principais problemas de saúde pública, sendo responsáveis por elevadas taxas de mortalidade infantil e baixa expectativa de vida das populações humanas. Tais problemas estão relacionados à falta de saneamento, habitações inadequadas, condições de trabalho insalubres propiciando doenças por diarréia, cólera, tuberculose, etc.
3 A evolução tecnológica e científica baseada no conhecimento biomédico deu grandes saltos e contribuiu à atenção e ao controle dos riscos de doença. É o caso da estratégia das vacinas na erradicação de doenças como varíola e poliomielite no Brasil. O aumento da morbi-mortalidade por causas externas tem atingido jovens e a população em idade produtiva sejam em acidentes de trânsito, nos conflitos, nos homicídios, ou suicídio; há predomínio das doenças não transmissíveis como causa de morte sem que o instrumental tecnológico científico seja suficiente para resolvê-las.
4 O Brasil vive a transição epidemiológica que marca a diminuição da mortalidade por doenças infecciosas e o aumento da mortalidade proporcional por doenças crônicas não transmissíveis
5 Doença infecciosa: doença causada por um agente infeccioso ou suas toxinas através da transmissão deste agente ou seus produtos, do reservatório ou de uma pessoa infectada ao hospedeiro suscetível, quer diretamente através de uma pessoa ou animal infectado, quer indiretamente através de um hospedeiro intermediário vegetal ou animal, por meio de um vetor, ou através do meio ambiente inanimado.
6 O Processo Saúde-Doença Em termos de sua determinação causal, o processo saúde-doença representa o conjunto de relações e variáveis que produzem e condicionam o estado de saúde e doença de uma população que variam em diversos momentos históricos e do desenvolvimento científico da humanidade. Está diretamente associado à forma como o ser humano foi se apropriando da natureza para transformá-la, buscando o atendimento às suas necessidades (GUALDA e BERGAMASCO, 2004).
7 Muito se tem escrito sobre o Processo Saúde-Doença, mas um novo instrumento intelectual para a apreensão da saúde e da doença deve levar em conta a distinção entre a doença, tal como definida pelo sistema da assistência à saúde. E a saúde tal como percebida pelos indivíduos.
8 Segundo CANGUILHEM (1978), até o século XIX, as formas de representação da doença eram sintetizados em duas vertentes fundadas na UNICAUSALIDADE: a ontológica e a dinâmica. A concepção ontológica atribuía à enfermidade um estatuto de causa única e de entidade externa ao ser humano. O corpo humano é tomado como receptáculo de um elemento natural que, invadindo-o, produz a doença sem haver qualquer participação ou controle desse organismo no processo de causação.
9 Na concepção dinâmica a doença era vista como o produto da desarmonia ou desequilíbrio entre os princípios básicos da vida, porém comprometia também a busca do reequilíbrio. Há uma naturalização da doença em que o ser humano deixa de ter papel passivo, podendo ativamente buscar diferentes meios terapêuticos para a restauração de suas forças vitais.
10 Causa doença - um evento, uma condição, uma característica ou uma combinação de fatores desempenhando papel fundamental na determinação da doença. Causa suficiente conjunto de condições que, interagindo, produzem a doença; essas condições são as causas componentes.
11 Exemplo: O cólera: precisa de uma série de condições para ocorrer em um determinado lugar: A presença do vibrião colérico (causa necessária); Más condições de saneamento (causas componentes); Em conjunto resultam na causa suficiente para início da transmissão do cólera Uma causa necessária é sempre componente de uma causa suficiente
12 Pesquisadores identificam na atualidade o predomínio do modelo da determinação MULTICAUSAL, que atribui a gênese da doença a múltiplos fatores interrelacionados em redes de causalidade. Na prática a multicausalidade está frequentemente reduzida à unicausalidade por insuficiência dos instrumentos de intervenção. Dentre os modelos de unicausalidade operados na prática tem-se: - Teoria do germe - Teoria ambiental - Teoria dos estilos de vida - Teoria genética
13 - Teoria do germe: programas de vacinação e terapêuticas antibacterianas; - Teoria dos estilos de vida: a doença está associada ao modo de vida das pessoas, hábitos e comportamentos de risco como estresse, vida sedentária, alimentação inadequada, drogadição e determinadas práticas sexuais (AIDS e DST). Consequência: interesses voltados para medidas individuais. Programas de educação são alternativas importantes de intervenção; - Teoria ambiental: o meio ambiente é desencadeador da doença, principalmente por processos de industrialização, com alternativas de proteção individual; - Teoria genética: as explicações para o adoecimento estariam adormecidas nos códigos genéticos individuais;
14 A alternativa para superação dos modelos causais clássicos centrados em ações individuais (métodos de diagnóstico terapêuticos, vacinação), é privilegiar a dimensão coletiva do fenômeno saúdedoença através de modelos interativos que incorporassem ações individuais e coletivas. Em consequência, uma proporção dos recursos das sociedades é gasta em assistência à saúde. Isto reflete numa concepção disseminada de que seu uso é fundamental para a saúde dos indivíduos e das populações. Ex: assistência para tabagistas e alcóolatras por meio do SUS.
15 Uma política de promoção da saúde deve contribuir para o aprofundamento das promessas da reforma sanitária brasileira. Além da cobertura SUS, apontam transformação das práticas sanitárias com a superação no sentido da universalização, na busca da equidade, na integridade do cuidado e no respeito à cidadania.
16 O Ministério da Saúde, através da Secretaria de Políticas da Saúde, promove o Projeto Promoção da Saúde. Disponível em : bvsms.saude.gov.br
17 A FUNASA contribui com programas de política sanitária social. - Promoção das melhorias sanitárias domiciliares, cooperação técnica, estudos e pesquisas e ações de saneamento rural; - Ações de saneamento para o atendimento a municípios com população inferior a habitantes e em comunidades quilombolas e de assentamentos; - Fomenta o desenvolvimento de ações de Educação em Saúde Ambiental visando à inclusão social, a promoção e proteção da saúde.
18 PHILLIPI JR., A., editor. Saneamento, saúde e ambiente: fundamento para um desenvolvimento sustentável. Barueri, SP: Manole, BARROS, R.T.V.; CHERNICHARO, C.A.; HELLER, L.; VON SPERLING, M. Manual de Saneamento e Proteção Ambiental para os Municípios. Vol II. Belo Horizonte: Escola de Engenharia da UFMG CARVALHO, A.R.; OLIVEIRA, M.V.C. Princípios Básicos do Saneamento do Meio. 10 ª ed. São Paulo: Editora Senac OLIVEIRA, M.A.C.; EGRY, E. Y. Historicidade das teorias interpretativas do processo saúde doença. Revista Esc. Enf. USP, v. 34, n.1, FRANCO, L.J.; PASSOS, A.F.C., organizadores. Fundamentos de Epidemiologia. 2ª edição. Barueri, SP : Manole, 2011.
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