FORMIGAS BIOLOGIA E CONTROLE
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- Luiz Felipe Almada Dias
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1 FORMIGAS BIOLOGIA E CONTROLE Ana Eugênia de Carvalho Campos Instituto Biológico Unidade Laboratorial de Referência em Pragas Urbanas [email protected]
2 Formigas Urbanas 20 a 30 espécies de Formigas Urbanas
3 Formigas Urbanas 20 a 30 espécies de Formigas Urbanas
4 Formigas Urbanas incômodo ferroam Infestam equipamentos Contaminam o ambiente e alimentos
5 Acidentes Ferroadas Alergia local Choque anafilático
6 Cortam plantas
7 Por que tanta infestação? Áreas Naturais Mirmecofauna em equilíbrio
8 Urbanização Crescente
9 Características biológicas
10 A. Wild Insetos Eusociais Sobreposição de Gerações Cuidado com a prole Divisão de Tarefas
11 Insetos Eusociais Todas as espécies de formigas Algumas famílias de abelhas Algumas famílias de vespas
12 Antena Geniculada
13 Cintura com um ou dois nós Presença da glândula metapleural
14 Organização da Sociedade As colônias Operárias (fêmeas estéreis) Crias (ovos, larvas e pupas) Rainha Reprodutores (em determinadas épocas do ano)
15 Operárias Fêmeas estéreis Monomórficas Polimórficas Trabalho dentro e fora da colônia Podem viver de dois a três meses
16 Rainhas Responsáveis pela postura dos ovos São os maiores indivíduos da colônia Asas por um período temporário Têm vida longa As colônias podem ser monogínicas ou poligínicas
17 Machos Alados Menores que as rainhas Função: Reprodutiva Têm vida curta
18 Desenvolvimento Ovo Larva (de 3 a 5 ínstares) Pupa Adulto
19 Ninhos A maioria no chão Monodômicos ou polidômicos Ninhos satélites Populações unicoloniais
20 Estabelecimento de novas colônias Fêmea alada Cópula operárias Procura de um local para nidificação Postura dos ovos Perda das asas
21 Modos de Fundação das Colônias Voo Nupcial Fragmentação (Sociotomia) * a fundação de novas colônias geralmente ocorre quando a colônia mãe apresenta uma alta densidade populacional
22 Comunicação Feromônios Trilha Alarme Recrutamento Reconhecimento Atração sexual
23 TROFALAXIA Ato de regurgitar alimento líquido para os outros membros da colônia, incluindo as larvas
24 ALIMENTAÇÃO Dieta variada Larvas: Dieta rica em proteína Adultos: Dieta rica em carboidratos Ovos Tróficos
25 Espécies de formigas urbanas
26 Espécies invasoras Formigas lava-pés Gênero Solenopsis
27 Espécies invasoras Formiga argentina Linepithema humile
28 Espécies invasoras Pixixica Wasmannia auropunctata
29 Espécies invasoras Brachymymex patagonicus
30 Espécies invasoras Formiga cuiabana Nylanderia fulva
31 Espécies invasoras Formiga louca Paratrechina longicornis
32 Espécies invasoras Monomorium floricola Formiga faraó Monomorium pharaonis
33 Espécies invasoras Formiga cabeçuda Pheidole megacephala
34 Espécies invasoras Formiga fantasma Tapinoma melanocephalum
35 Espécies invasoras Formiga carpinteira Gênero Camponotus
36
37 Introduções Comércio Mudança de ninhos
38 Consequências Empobrecimento da mirmecofauna nativa e de outros inimigos naturais. Espécies adaptadas ao ambiente perturbado. A diversidade e abundância de espécies nas estruturas humanas no Brasil são muito altas. Vinte e três espécies de formigas foram encontradas em um único ambiente hospitalar.
39 Características das formigas urbanas Tamanho pequeno das operárias
40 Poliginia Características das formigas urbanas
41 Características das formigas urbanas Ninhos polidômicos
42 Sociotomia Características das formigas urbanas
43 Características das formigas urbanas Mudança de local do ninho Baixa agressividade intraespecífica Alta agressividade interespecífica
44 Características das formigas urbanas Tamanho pequeno das operárias Poliginia Ninhos polidômicos Sociotomia Mudança de local do ninho Baixa agressividade intraespecífica Alta agressividade interespecífica SUCESSO
45 O que fazer? Deve-se conhecer a BIOLOGIA da espécie-alvo: identificar a espécie hábito alimentar nidificação outras características da espécie*
46 O que fazer? Inspecionar o local com iscas não tóxicas Identificar a espécie Conhecer os locais onde ocorrem os ninhos
47 Para monitorar Utilizar iscas para atrair as diferentes espécies Montar uma planilha como no exemplo
48 Planilha de monitoramento Anote : N= sem formigas FF= formigas fora da isca FI= formigas na isca V= vazio Ponto 12/9/ /9/2016 3/10/ /10/ N N N N 2 FF N N N 3 FI FF N N 4 V FI FI N 5 FI FI FI N 6 N FI N N...
49 Índice de infestação Número de Pontos com formigas Índice de Infestação = x 100 Número de Pontos com iscas Ex.: 150 pontos com iscas 95 pontos com formigas 95 / 150 = 0,63 0,63 x 100 = 63% de infestação
50 Controle Controle convencional Resultado???? Pulverizações podem fragmentar as colônias Poucas formigas saem do ninho cerca de 10 a 30%
51 Controle Iscas Tóxicas ácido bórico, hidrametilnona, sulfluramida, Tiametoxam, fipronil Algumas espécies carregam formulações em gel (Camponotus, Tapinoma melanocephalum, Nylanderia fulva, Paratrechina longicornis) Outras espécies preferem iscas microgranuladas Pheidole, Solenopsis
52 Controle Manejo do ambiente Correção de frestas, vazamentos, alimento disponível.
53 Formigas Cortadeiras 13 espécies de saúvas 29 espécies de quenquéns
54 Foto: Zorzenon, FJ ESPINHOS SAÚVA
55 Içá e Bitu Içá (rainha) Foto: Zorzenon, FJ Bitu (macho)
56 Foto: Zorzenon, FJ MURUNDU
57 Foto: Zorzenon, FJ Olheiro
58 Foto: Zorzenon, FJ Trilha
59 Foto: Zorzenon, FJ Jardineiras e fungo
60 ESPINHOS Foto: Zorzenon, FJ QUENQUÉM
61 Foto: Zorzenon, FJ Ninho de quenquém NINHOS
62 Prevenção de danos Dispositivos anti-formigas (barreiras físicas) Escolha de plantas menos suscetíveis Observação das espécies existentes no local, antes do plantio
63 Cone invertido
64 Controle Controle mecânico (eliminação de ninhos pequenos e/ou jovens) Controle químico: Iscas peletizadas Termonebulização Insuflação de pós secos
65 Iscas Devem ser colocadas em porta iscas apropriados Sem contato manual Aplicação em tempo seco Doses adequadas ao tamanho do formigueiro Colocação junto aos carreiros e/ou olheiros ativos
66 Princípios ativos Sulfluramida Fipronil
67 Isca peletizada
68 Esquema para a determinação da área de um formigueiro de saúvas da área do formigueiro
69 Termonebulização Consiste na introdução de um inseticida líquido diretamente nos olheiros, por meio de aparelhos próprios que produzem fumaça tóxica (Sistema Fog). O princípio ativo deve ter ação rápida e agir por contato e fumigação. i.a. Todas formulações CE (ciflutrina, cipermetrina, etc.)
70 Inseticidas (Pós secos) Insuflação de pós secos Pós a base de piretróides (Deltametrina, etc.)
71 Polvilhadeiras ou Insufladores de pó
72 OBRIGADA!
Os machos também são alados e consideravelmente menores que as rainhas. Tem vida curta e morrem após o acasalamento.
Há no Brasil cerca de 2 mil espécies de formigas, das quais entre 20 a 30 são consideradas pragas urbanas por invadirem alimentos armazenados, plantas e materiais domésticos. A maioria alimenta-se de sucos
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