CONTROLE DE FORMIGAS CORTADEIRAS (suplemento de informações)
|
|
|
- Natan Damásio Sacramento
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 CONTROLE DE FORMIGAS CORTADEIRAS (suplemento de informações) 1 - PERGUNTAS IMPORTANTES: - Por que devemos controlar formigas cortadeiras? - De onde as formigas vieram? - Por que causam tantos danos? - O que é correto e o que é errado fazer? - As formigas servem para alguma coisa? DADOS GERAIS SOBRE AS FORMIGAS CORTADEIRAS Existem sobre a face da Terra: 100 milhões de anos Seres humanos: 2 milhões São seres altamente evoluídos: semelhante a abelhas e cupins Tem divisão de tarefas Trabalham de forma muito eficiente Tem organização social (classes) Entre outros aspectos No Brasil: existem relatos antigos de ataques Existem mais de espécies conhecidas (pode ser mais de 20 mil) Tem hábito de cortar material vegetal e carregar para dentro do ninho Material serve de alimento para o fungo: Leucocoprinus gongylophorus Ordem: Hymenoptera Subordem : Apocrita Superfamília : Formicoidea Família: Formicidae Sub-família: Myrmicinae Tribo : Attini Gêneros: Atta, Acromyrmex, Sericomyrmex, Trachymyrmex, Micoceporus
2 2 No Brasil, existem basicamente 2 gêneros de formigas cortadeiras Saúvas (Gênero Atta) Quem-quens (Gênero Acromyrmex) Função biológica: (o que a formiga cortadeira faz de bom???) Presença de formigueiros faz raízes crescerem até 50 vezes mais em áreas degradadas, afirmam biólogos do Pará Por que isso acontece? Isso auxilia na recuperação de uma área degradada? Qual influência faz na condição química e física do solo? Classificação taxonômica Reino: Animal Filo: Arthropoda Classe: Insecta Ordem: Hymenoptera Família: Formicidae Sub-família: Myrmicinae Gêneros: Atta (saúvas) e Acromyrmex (quenquéns) OCORRÊNCIA DE FORMIGAS CORTADEIRAS: - Do Norte da Argentina ao Sul dos EUA QUAIS SÃO AS DIFERENÇAS ENTRE SAÚVAS E QUENQUÉNS? Saúvas: As operárias exibem 3 pares de espinhos dorsais e abdômen com pêlos; Quenquém: As operárias têm 4 a 5 pares de espinhos e abdômen rugoso ou liso e brilhante; QUEM-QUÉM (Acromyrmex sp.) SAÚVA (Atta sp.)
3 3 Saúvas As colônias são maiores e bem visíveis, com várias panelas com galerias de até 400 m de comprimento e poços de até 18m, chegando até o lençol freático; Ninho de saúva (esquerda) e diagrama mostrando a estrutura interna (dentro do solo) (direita) de um sauveiro adulto. Possuem apenas 1 rainha; Em geral, as panelas atingem a profundidade de 8,0 metros, adultas; Não mudam de lugar; 12 espécies ocorrem no Brasil; Outros nomes populares: cabeçuda, caiapó, carregadeira, cortadeira, formiga-cabeçuda, formiga-caiapó, formiga-carregadeira, formiga-cortadeira, formiga-da-roça, formiga-de-mandioca, formiga-de-roça, formiga-saúva, lavradeira, manhuara, maniuara, picadeira e roceira. Quenquéns: Tem de 3 a 4 rainhas por ninho; As colônias são menores, difíceis de visualizar, com poucas panelas; As panelas são pouco profundas, podendo atingir de 1,0 a 1,5 metros; Ocorrem mudanças de lugar a cada 3-5 meses; Podem se dividir, se o controle for mal feito (iscas) ou manejo de solo;
4 São mais comuns no Sul do Brasil (Ex: ocorrem 10 espécies no Rio Grande do Sul). Ninhos sem monte de terra solta aparente 4 Fig. 5: Crescimento do formigueiro, que se aprofunda no solo. São várias as panelas e mais canais que as ligam à superfície. Fig. 6: Com mais de 3 anos, formigueiro tem vários olheiros ativos e se aprofunda no solo bem drenado. 25 cm Entrada do ninho de quenquém Ninho jovem de quenquém com fungo Ninho de quenquém disfarçado, com a terra solta coberta por folhas secas.
5 Ocorrência das espécies Saúva limão - Atta sexdens rubropilosa (PR, SP, MG, RJ, ES, MT, GO) Saúva parda Atta capiguara (PR para Norte) Saúva cabeça de vidro Atta laevigatta (PR para cima, em quase todo o Brasil) Saúva mata pasto Atta bisphaerica (só corta gramíneas, ocorre em pastagens, quase todo o Brasil, de forma exparsa) Saúva limão sulina - Atta sexdens piriventris (SP, PR, SC, RS) 5 Saúva - Atta vollenweideri (ocorre em pequena área do RS Parque do Espinilho) Quenquéns: 19 espécies e 8 sub-espécies de ocorrência em todo o Brasil Organização do formigueiro Externamente tem um monte de terra solta (sede aparente) Na sua superfície abrem-se numerosos orifícios (olheiros) Distâncias: 10 até 50 m, podendo ser maiores Sob a terra solta: câmaras ou panelas, interligadas por galerias. Fora da terra solta: olheiros de ventilação e de alimentação Panelas vivas: contém a cultura do fungo. Panelas de lixo: reservadas para despejo de lixo.
6 PERMANENTES Ápteros sexuados CASTAS 6 TEMPORÁRIAS (Alados sexuados) FÉRTEIS ESTÉREIS FÊMEAS Içá ou Tanajura MACHOS Bitús RAINHA Põe os ovos e mantém a colônia organizada OPERÁRIAS JARDINEIRAS Cultivam o fungo CORTADEIRAS Cuidam da prole, cortam e transportam o alimento e constroem o ninho SOLDADOS Defendem a colônia e auxiliam as cortadeiras LEMBRETE IMPORTANTE A chefe do formigueiro é a Rainha. Para eliminar um formigueiro não resolve matar formigas, mas sim eliminar a rainha! BIOLOGIA DO FORMIGUEIRO Revoada ou vôo nupcial Ocorre nos formigueiros com mais de 3 anos de idade Repete-se nos anos subseqüentes Ocorre geralmente nas primeiras horas da tarde Acontece no início da primavera De cada 6 mil içás apenas 3 (0,05%) dão origem a novos formigueiros E as outras??? Inimigos naturais
7 7 Ciclo de Desenvolvimento: Primeira panela 48 hs Biologia das formigas Regurgitação do fungo Primeiros ovos 30 dias 6 a 10 hs Primeira revoada 3 o olheiro 5 dias Primeiras larvas 52 dias 12 o olheiro 3 anos 2 o olheiro 20 meses 17 meses 22 meses Primeira pupa 62 dias Primeiro adulto 2 anos 1 os soldados Abertura do 1 o olheiro 3 meses Fases de formação de um sauveiro após o vôo nupcial Fase Tempo (após vôo nupcial) - Penetração da içá no solo e formação da panela inicial - 10 horas - Regurgitação do fungo - 48 horas - 1º ovo - 5 dias - Incubação dos ovos (1ª larva) - 30 dias - Período larval (1ª pupa) - 52 dias - Abertura do 1º olheiro - 90 dias - Abertura do 2º olheiro - 17 meses - Abertura do 3º ao 10º olheiro - 20 meses - Aparecimento dos soldados - 22 meses = 1 ano - Abertura do 120º olheiro - 24 meses = 2 anos - Abertura do 1.000º olheiro - 36 meses = 3 anos - 1ª revoada - 38 meses
8 8 Seleção do material de acordo com a espécie de formiga - Não usar material de plantas tóxicas às formigas e ao fungo - Escolha de materiais que são de mais fácil digestão pelo fungo - Preferência por material mais rico em nutrientes (jovem) - Propriedades mecânicas das plantas dificuldade de corte - Teor de umidade na massa vegetal Corte do material vegetal selecionado Transporte até o ninho - Trilhas químicas (marcação com feromônio) - Trilhas físicas bem demarcadas Panela de fungo Lembrete importante: As formigas cortadeiras não se alimentam de folhas, mas sim do fungo que cultivam nas folhas.
9 9 Danos ou prejuízos As formigas possuem: alta capacidade de adaptação organização social avançada vasta distribuição geográfica rápida proliferação elevado número de colônias por área elevado número de indivíduos por colônia enorme voracidade e difícil controle. CAPACIDADE DE DANO Em florestamento: perdas de 14% da produção (pode chegar a 50%) Após 3 cortes totais sucessivos, uma árvore corre risco de morrer; 10 milhões de formigas (1 sauveiro adulto) cortam kg de folhas verdes/ano (= 1 tonelada = 86 árvores adultas de eucaliptos); A formiga marca e corta as mesmas plantas a cada 15 dias; Em reflorestamentos: A. crassispinus é a mais comum (1 formigueiro pode destruir 6,5 ha de Pinus) Além desta pode ocorrer A. heyeri e A.aspersus; Na agricultura: maior dano ocorre quando atacam as mudas e botões florais; Plantas como milho, algodoeiro, arroz, feijão, amendoim, cana de açúcar, soja, entre outras, são preferidas; Campos e pastagens: formigas de rodeio (Acromyrmex), saúvas pardas que são especializadas no corte de folha estreita, competem com o gado pelo capim, reduzindo a capacidade de pasto em até 50%.
10 Sauveiro adulto (70m 2 de área): corta até 2,5 kg de forragem/dia (perda chega a 7% da área), reduzindo a capacidade suporte dos pastos em pelo menos 1,2 cabeças/ha; Atacam viveiros de mudas, área citrícolas e outras frutíferas, diminuindo sua capacidade de produção; Podem provocar a queda de máquinas e animais em buracos formados pelo colapso de aterra sobre formigueiros antigos; Em São Paulo: perdas de 2 milhões de toneladas de cana, o equivalente a 3 milhões de sacas de 60 kg de açúcar; Nos canaviais: redução de 5% na produtividade, ultrapassando a 3 ton/ha/ano de quebra na produção; No trigo: perda de 5% da produção, equivalente a 298 kg/ha. 200 formigueiros de quenquém/ha = 30% perdas rebrota de eucalipto 10 Espécies e grupos de plantas preferências Nome comum Nome científico Plantas preferências saúva limão Atta sexdens rubropilosa mono e dicotiledôneas saúva parda Atta capiguara gramíneas saúva cabeça de vidro Atta laevigatta mono e dicotiledôneas saúva mata pasto Atta bisphaerica gramíneas Saúva da mandioca Atta sexdens sexdens mono e dicotiledôneas saúva preta Atta robusta citrus quenquém-de-cisco Acromyrmex crassispinus florestas nativas e plantadas (dicot.) quenquém-de-cisco ou caiapó Acromyrmex subterraneus Eucalipto quenquém-mineira Acromyrmex niger Hortaliças e frutíferas quenquém-mirim Acromyrmex disciger Campo (sujo) formiga-de-rodeio Acromyrmex striatus Pastagens e plantas anuais Acromyrmex striatus
11 11 MÉTODOS DE CONTROLE Estratégia de controle As formigas se comunicam por cheiro (feromônios) Tudo é marcado previamente (carreiros, árvores escolhidas). A estratégia de controle varia com o tipo de cultivo e a atividade econômica desenvolvida As formigas são especializadas em tipos diferentes de vegetação: folhas largas e folhas estreitas A estratégia de controle depende: Dificuldade de localização das colônias; Níveis diferentes de infestação; Invasão de formigas de colônias de áreas vizinhas; Estágios diferenciados da cultura; Condições climáticas; Espécies de formigas. LEMBRETE IMPORTANTE O principal objetivo dos métodos de controle é ter o máximo de eficiência com menores custos e sem riscos para o homem e meio ambiente. CUIDADOS GERAIS NO CONTROLE Fatores importantes: Qualificação da mão de obra, Uso de equipamentos de proteção - EPIs, Cuidado no transporte e armazenamento,
12 Uso de quantidades adequadas, Época de aplicação, Horário de aplicação, Combate nas áreas adjacentes e propriedades vizinhas, Repasse constante. 12 CONTROLE NATURAL Falta de inimigos naturais causou grande disseminação Inimigos naturais das içás: Gaviões, anus pretos, rabos de palhas, quero-queros, sabiá, pardal, bem-te-vi, peru, galinha, galinha d Angola, etc.; Sapos e lagartos Besouros (Canthon sp., fam. Scarabaeidae): levam as içás para alimentar suas larvas Inimigos naturais dos formigueiros novos: Tamanduás, tatus, galinhas de angola, Outras espécies de formigas - cuiabana (Paratrechina fulva): ataca ninhos de saúvas - lava-pé Solenopsis spp. invadem formigueiros pequenos para roubar ovos, larvas e pupas - bandeirante (Nomamyrmex esenbecki): destrói formigueiros pequenos - correição (Nomamyrmex hartigi) destrói pequenos formigueiros Mosquinhas da família Phoridae parasitam operárias Inicio da formação da primeira panela Condições climáticas adversas (chuvas excessivas e seca) O controle natural não é suficiente para evitar os prejuízos causados
13 CONTROLE BIOLÓGICO Muito usado na área florestal para muitas pragas, inclusive formigas cortadeiras As tecnologias de uso estão permitindo a aplicação em áreas maiores Não se corre o risco de eliminar os inimigos naturais Métodos: 13 Fungo da laranja (Penicilium) Funciona em pequenos viveiros e em épocas úmidas Não funciona no inverno (demora muito) O ideal é em épocas de calor e umidade. Fungos do gênero Beauveria bassiana (mais eficientes) e Metarhizium anisopliae. Os testes comprovaram a eficiência em: A. crassispinus, A. aspersus, A. lundi e A. laticeps. Nos 7 primeiros dias aparece o fungo. Seus efeitos ocorrem inicialmente nas articulações do inseto, que morrem em 21 dias após a infestação, dizimando o formigueiro. Contudo, não acaba com patógenos e parasitas. Apresenta 80% de eficiência em relação ao formicida químico. Existe ainda uma série de organismos (fungos, nematóides, etc.) que estão sendo testados, com eficiência, no controle de formigas cortadeiras, mas os produtos comerciais com base nesses organismos ainda são poucos e mais caros. Com uso de plantas: Cinamomo: no início da brotação é tóxico para formigas, mas depois não. Pode provocar estímulo no crescimento de formigueiros de A. heyeri.
14 14 Gergelim (Sesamum indicum): é eficiente, atrai formigas Atta e Acromyrmex plantar uma faixa na beira da lavoura, para Acromyrmex ainda está em análise, parece que só atinge formigas grandes. A eficiência já foi comprovada para saúvas 1 As formigas morrem por ingestão da seiva (compostos tóxicos) 2 Ou por ingestão do fungo contaminado Efeitos: regressão no tamanho das esponjas do fungo, no número de formigas, aumento na umidade das câmaras, mudança de comportamento das operárias Estão sendo realizadas pesquisas desde 1979 sobre gergelim, extratos de folha de batata-doce, extratos de folha de mamona, entre outras espécies. PRODUTORES AGROECOLÓGICOS TEM FEITO BOM USO DO GERGELIM NO CONTROLE DE FORMIGAS CORTADEIRAS Mamona e mandioca - plantas com uso restrito: não levam a mamona e tiram do formigueiro caso seja introduzida; já a mandioca brava tem cianureto na folha e é fatal quando exposta ao sol - a formiga corta, deixa 2 dias fora do carreiro, o princípio ativo volatiliza e ela carrega. Hortelã e pimenta - não funcionam bem as cultivadas e com seleção genética, além disso, a A. laticeps pode cortar a hortelã; Tanto o timbó, como o pessegueiro-bravo possuem substâncias tóxicas ao fungo e às formigas, por isso não a levam para o formigueiro. Com produtos e técnicas caseiras: Garrafa Pet envolvendo a muda com graxa na ponta; - Obs: já existe material industrializado para esta técnica
15 15 Plástico de saco de uréia cortar uma tira, enrolar na planta e passar graxa sobre a fita, pode repelir até 45 dias; Lã de ovelha - excelente repelente, mas não resiste à chuva; Formiga de monte - detergente biodegradável, não causa toxicidade (medida 100ml em 10 litros de água) - não pode aplicar em sementeiras; Qualquer pó provoca distúrbio no formigueiro, mas, não o elimina (cinza, calcário, pó de serra); Areia e cinza misturada ao feijão armazenado são utilizados popularmente - rompem a carapaça dos insetos; Tratamento de sementes: usar sabonete diluído em água para tratar semente de hortaliça Barreiras físicas: proteger árvores e mudas, usar cones invertidos de lata, plástico, folha metálica. Busca-se impedir que formigas cheguem às folhas. Pneus e caneletas de água também funcionam, mas são criatórios de mosquitos Plantas atraentes ou pasto alternativo: leucena, mandioca, cana-deaçúcar e o gergelim preto. Devemos manter estas plantas na área, sendo geralmente mais atraentes que as culturas.
16 16 Cuidado: sabão em pó e óleo diesel são tóxicos para as plantas; CONTROLE CULTURAL Práticas mecânicas de revolvimento do solo (subsolagem). É eficiente para sauveiros novos ( dias após a revoada), com a rainha em até 50 cm de profundidade. A prática do plantio direto na palha favoreceu a eliminação da erosão dos solos. Mas pode auxiliar na proliferação das formigas cortadeiras. Usar enxadões e picaretas para encontrar e matar a rainha e eliminar o formigueiro. Compactação: quando os formigueiros são novos ou superficiais. Não mata, apenas perturba e, se repetido, pode fazer o ninho mudar de lugar Provocar o desabamento das panelas e danificar as formigas e seu ninho A atividade de corte pode até parar por dois meses. Químicos caseiros: sal, cinza, vinagre, cal e calcário. O sal e o vinagre não podem ser usados em terra de plantio, mas sim em calçadas, muros, estradas, pois inibirá o crescimento das plantas. Criação ou manutenção de inimigos naturais: galinha d Angola, etc Manter o solo sempre coberto: as içás precisam solo limpo para pousar e iniciar o novo ninho - plantio direto - aumento da matéria orgânica do solo Plantio de culturas consorciadas: culturas de interesse plantadas junto com culturas repelentes Aplicar água fervente: funciona para formigueiros pequenos Água corrente: se houver disponibilidade, fazer a água entrar dentro do formigueiro até encher, por canal ou mangueira Fumaça do escapamento de motores: direcionar a fumaça (manga) até o olheiro, ir tapando os olheiros onde começa a sair fumaça (mata por intoxicação e asfixia). - o uso contínuo da técnica pode prejudicar o motor
17 17 Formicida Natural Ingredientes: 50 litros de água, 10 kg de esterco fresco, 1 kg de melado ou açúcar mascavo Modo de preparar: misturar bem todos os produtos, depois deixar fermentar durante uma semana. Modo de usar: coar com um pano e aplicar dentro do formigueiro na proporção 1:10, ou seja, 1 litro de produto para cada 10 litros de água, até inundar o formigueiro. CONTROLE QUÍMICO Tabela. Tipos de formicidas, modo de ação e forma de aplicação em áreas florestais. Tipo de inseticida Ação Forma de aplicação Pó seco contato localizado Termo-nebulização contato localizado Pós secos Isca granulada Lenta, por ingestão Localizado ou sistemático Aplicados com o uso de polvilhadeiras manuais e motorizados Usar com clima seco e com baixa umidade relativa do ar. Recomenda-se seu uso somente em sauveiros jovens e em quenquenzeiros de monte. Principal limitação: pouca eficiência do uso de bombas manuais e a profundidade que funciona: até 2,5 m. Os formicidas em pó deve ser bombeados de 5-10 x em cada olheiro Podem causar problemas de refluxo pela bucha de formigas que entopem os canais Mata as formigas por contato.
18 18 Controle químico com polvilhadeira (Foto: Brun). Motomecanizado: Foram desenvolvidos equipamentos que se acoplam: - a motoserra; - ao cano de descarga de tratores. Seu uso não é muito intenso, já que causa problemas aos equipamentos. Líquido Termonebulização Bastante sucesso em locais com muita saúva Sua ação é imediata, paralisando o formigueiro Os custos, rendimento e eficiência do controle são variáveis Deve-se observar: O grau de infestação O sistema operacional Os produtos utilizados Usa-se uma máquina motorizada Transforma-se o produto inseticida em fumaça A aplicação ocorre através de uma corrente de ar produzida também pela máquina, até a saturação do formigueiro. Mata a formiga por contato.
19 19 É viável somente para saúva. Formigas de monte - quenquéns não seguram o veneno e os formigueiros de mineiras não tem saída, o veneno volta para o operador. É um método de alto custo É viável economicamente a partir de 200 sauveiros. Pode ser usado nas grandes empresas reflorestadoras, com liberação ocasional do órgão certificador. O operador do equipamento deve ter muito cuidado. Evitar o contato e a inalação do produto. Produtos repelentes Defensivos líquidos ou pó solúvel São utilizadas com mais freqüências em mudas recém plantadas. Somente repelem, evitando o ataque das formigas cortadeiras. Garantem até 30 dias de repelência. Pode-se fazer até 4 aplicações: plantio, 30 dias, 60 e 90 dias. Se houver excesso de chuvas, abreviar o tempo de aplicação. Termonebulizador tipo pulsfog
20 20 Gel adesivo repelente Termonebulizador tipo multifog É um gel adesivo repelente, (Princípio ativo: poliisobutileno (80%)). Recomendação: uso em mudas com o caule já lenhoso, rustificado Deve-se colocar uma cinta ao redor do caule da árvore. Sobre esta aplicar o gel adesivo usando mini-espátula ou o aplicador para cartucho (silicone), a uma altura aproximada de 10 cm do chão. É mais utilizado em mudas e árvores frutíferas e ornamentais. Isca granulada O método possui alta eficiência, alto rendimento operacional. Pode ser aplicado de forma sistemática São de baixa toxicidade, causando menor dano ao meio ambiente. Agem exclusivamente por ingestão. A distribuição do formicida dentro da colônia é feita pelas próprias formigas Após 48 horas do carregamento da isca: 50% da população da colônia estará contaminada.
21 As iscas granuladas contêm um princípio ativo (clorpirifós, sulfluramida, fipronil, deltametrina, fenthium, fenitrothion e bifentrin) E um produto atrativo: mistura de polpa cítrica, óleo de soja e inseticida. São altamente atrativas para as formigas cortadeiras. 21 PASSOS DA CONTAMINAÇÃO DA COLÔNIA: As iscas são procuradas e transportadas pelas cortadeiras/carregadeiras e distribuídas por toda a colônia. As jardineiras fragmentam e incorporam ao fungo alimentar. Contaminam-se com o agente tóxico Contaminam outras formigas e morrem. O fungo deixa de ser cultivado e fica impróprio para a alimentação. Sem o alimento, as outras formigas e a rainha morrem de fome. É o fim do formigueiro. LEMBRETE IMPORTANTE Produtos contendo brometo de metila e arsênico não devem ser usados, pois são altamente tóxicos, e comprometem o meio ambiente. MIPIS micro porta isca Pequeno envelope de papel encerado contendo 10 g de isca granulada Tem um atrativo no envolto. Tem validade até 6 meses; Atratividade por estratos vegetais colocados sobre o papel; Biodegradável na natureza. Uso dirigido. Recipientes para aplicação de formicida granulado Recipientes caseiros: canudo de taquara, garrafas pets, copinhos; Portas iscas próprios desenvolvidos para tal fim. Seu uso evita temporariamente a absorção de umidade pelas iscas.
22 22 Inicialmente, as cevas são feitas para atrair as formigas Usa-se somente material atrativo. Coloca-se dentro dos recipientes (Dosagem: 1/3 deste) Distribuí-se sistematicamente de 20 em 20 metros. Repasse no 4º dia subseqüente, com nova aplicação de atrativo. No 2º repasse, aplicar as isca granulada (50 g/recipiente) Isso somente onde as formigas carregaram o atrativo. DICAS IMPORTANTES Leia atentamente o rótulo das embalagens e o receituário. Estratégias de controle e combate sistemático eficiente ATENÇÂO: Para se ter sucesso no controle das formigas cortadeiras, deve-se iniciar o combate três meses antes do plantio das mudas. Período ou época mais apropriada Início do controle: de janeiro a março. Verão e outono: período de intenso trabalho das cortadeiras, preparando-se para o inverno e para a reprodução. Dicas importantes: É muito temeroso, fazer o combate alguns dias antes do plantio. Muito pior, após o plantio. Isto é perda na certa! Lembre-se: Matar formigas não elimina um formigueiro. Temos que matar a rainha.
23 23 Aplicação em sauveiros - Sauveiros: Os formigueiros apresentam centenas de câmaras subterrâneas São ligadas entre si e com a superfície do solo, por meio de galerias Na parte externa há um monte de terra solta (murundu) e olheiros. Nas câmaras subterrâneas (panelas), as formigas cultivam o fungo Zona morta ou sede aparente: panelas de lixo e panelas vazias Zona viva ou sede real: panelas de fungos, ovos, larvas e a rainha Ocorre intensa atividade de operárias. Em média: 75% das câmaras encontram-se entre 1-3 m de profund. Tabela: Número médio de câmaras, área média de terra solta do ninho de duas espécies de saúvas e freqüência dos diferentes tipos de câmaras. Botucatu, SP. Saúva-limão Saúva-cabeça-de-vidro Área média de terra solta 84,4 m 2 28,7 m 2 N câmaras Câmaras de fungo 86,8% 90,9% Câmaras vazias 5,7% 8,3% Câmaras de terra 5,3% 0,6% Câmaras de lixo 9,8% 0% Fonte: Pretto, 1996; Moreira, 1996 Tabela: Freqüência de câmaras de colônias em diferentes profundidades. Botucatu, SP. Profundidade Saúva-limão Cabeça-de-vidro 0 a 1 m 22,1% 13% 1 a 2 m 51,5% 38,7% 2 a 3 m 26% 35,4% 3 a 4 m 0,3% 12,9% 4 a 5 m 0% 0,4% Área média de terra solta 84,4 m² 28,7 m²
24 24 - Localizar o formigueiro - Fazer a medição da área do formigueiro - Calcular a dosagem - Onde e como aplicar Aplicar a quantidade de isca necessária; Diretamente da embalagem, sem contato manual Ao lado dos carreiros com maior movimentação de formigas Próximo dos olheiros ativos, ao redor dos formigueiros. Nunca aplicar dentro dos carreiros ou dos olheiros. Usar a dose necessária em uma única aplicação Distribuir igualmente em todos os olheiros de entrada de forragem
25 25 - Horário de aplicação Nas primeiras horas de trabalho das formigas Há diferença entre as estações do ano (inverno e verão) No inverno: das 10:00 h manhã até 16:00 h da tarde. No verão: das 8:00 h até 11:00 h. Repouso devido ao calor, voltando as 16:00 h, até 20:00 h Evitar a formação de formigueiros amoados Dicas importantes O uso de equipamentos de proteção individual EPI, como luvas, botas, macacão, máscaras e chapéus são extremamente importantes ao aplicador. Evita-se a contaminação! Aplicação em quenquenzeiros - Quenquenzeiros: Os formigueiros são pequenos (geralmente: uma só panela) Os quenquenzeiros podem ser do tipo: Monte: Rodeio: Mineiro: Meia-lua:
26 26 - Localização do formigueiro - Período - Horário de aplicação - Dosagem - Onde e como aplicar ARMAZENAGEM DO PRODUTO Locais adequados Cuidados Outros produtos no mesmo local Animais INEFICÁCIA DE ISCAS FORMICIDAS GRANULADAS Principais causas da ineficácia: Relacionadas ao produto: - Matéria prima contaminada; - Contaminação no transporte e armazenagem na fábrica; - Deterioração durante o armazenamento nas revendas: - pela ação da umidade; - pela ação da luz solar e calor; - pelo tempo de armazenamento; - pelo armazenamento com outros agrotóxicos e combustíveis. Relacionadas à propriedade rural: - Durante o transporte da isca para sua aplicação; - Na manipulação da isca; - Na dosagem aplicada; - No desconhecimento da espécie de formiga e seus hábitos; - No período e horário de aplicação; - Nas condições climáticas;
27 27 - Na colocação da isca. Relacionadas a assistência técnica: - Falta de repasse de informações técnicas: princípio ativo, biologia das formigas, forma e estratégia de aplicação, produtos comerciais; - Falta de conscientização e desconhecimento sobre o real dano da praga. Relacionadas às autoridades: - Inexistência de fiscalização sobre os fabricantes; - Poucas informações sobre dados e monitoramento da incidência e danos causados pelas formigas cortadeiras; - Falta de uma campanha institucional permanente de controle das formigas cortadeiras a nível municipal e estadual; - Inexistência de legislação específica sobre o assunto. Recomendações e observações Muito cuidado ao utilizar iscas em áreas com animais domésticos, especialmente gado de leite. O MIPIS-micro porta isca não é recomendado. Formigueiro amoado : usou-se uma sub-dosagem do formicida granulado e as formigas não carregam mais o produto, pois o identificam como algo que trouxe dano a família. Isca contaminada: iscas que absorveram outros cheiros como combustíveis, agro-químicos. Elas não serão mais carregadas por formigas. Ninho de cobra : A cobra jararaca costuma colocar seus ovos nos formigueiros de monte quenquenzeiros. Muito cuidado quando revolver os ninhos com a própria mão.
28 Uso de outros produtos: gasolina, óleo queimado, querosene, água quente, gás de cozinha. Estes produtos matam as formigas e não a rainha. Se esta não for eliminada, o formigueiro continuará vivo. Apenas, poderá mudar de local ENTENDERAM PESSOAL? - ALGUMA DÚVIDA?
Controle de Formigas Cortadeiras
10ª. Reunião de Atualização em Eucaliptocultura Controle de Formigas Cortadeiras Eng o. João Carlos T. Mendes [email protected] Estações Experimentais Dezembro/2009 CONTROLE DE FORMIGAS: ASPECTOS BIOLÓGICOS
Controle de Formigas Cortadeiras em Florestas Plantadas
8º. Curso de Atualização em Eucaliptocultura Controle de Formigas Cortadeiras em Florestas Plantadas Eng o. João Carlos T. Mendes [email protected] Departamento de Ciências Florestais Estação Experimental
MANEJO DE FORMIGAS CORTADEIRAS COM USO DE TERMONEBULIZADOR
MANEJO DE FORMIGAS CORTADEIRAS COM USO DE TERMONEBULIZADOR Ivan Dibelli Balestra 1 ; Wilson Itamar Maruyama 2 1Estudante do Curso de Agronomia da UEMS, Unidade Universitária de Cassilândia; E-mail: [email protected]
CONTROLE DE FORMIGAS CORTADEIRAS EM PROJETOS DE RAD: INDICADORES AMBIENTAIS OU PRAGA?
CONTROLE DE FORMIGAS CORTADEIRAS EM PROJETOS DE RAD: INDICADORES AMBIENTAIS OU PRAGA? Moisés Pedreira de Souza Engº Florestal Professor M.Sc. Entomologia 1 Introdução As formigas cortadeiras exercem o
O que fazer com as CORTADEIRAS?
A GRANJA Edição 751 7/2011 O que fazer com as CORTADEIRAS? As formigas cortadeiras são apontadas como as principais pragas de ecossistemas agrícolas e florestais. Elas atacam as plantas em qualquer fase
FORMIGAS CORTADEIRAS
13ª. REUNIÃO TÉCNICA PROTEF ATUALIZAÇÃO EM PROTEÇÃO FLORESTAL NA BAHIA FORMIGAS CORTADEIRAS Aldenise Alves Moreira UESB UESB Vitória da Conquista - BA INTRODUÇÃO Brasil aproximadamente 6 milhões de hectares
FORMIGAS BIOLOGIA E CONTROLE
FORMIGAS BIOLOGIA E CONTROLE Ana Eugênia de Carvalho Campos Instituto Biológico Unidade Laboratorial de Referência em Pragas Urbanas E-mail: [email protected] Formigas Urbanas 20 a 30 espécies
O Inseto de corpo achatado e mede 3 mm de comprimento.
Percevejo Bronzeado Espécie: Thaumastocoris peregrinus O Inseto de corpo achatado e mede 3 mm de comprimento. Ciclo de vida aproximadamente 35 dias (ovo adulto) Potencial reprodutivo: 60 0v0s/fêmea Alta
Manejo de formigas cortadeiras
Manejo de formigas cortadeiras MANEJO DE FORMIGAS CORTADEIRAS Maria Fernanda Simões [email protected] História Dinagro Fundada em 1968 Maior produtora mundial de sulfluramida Trading na China Prêmio
Universidade Federal de Minas Gerais. Instituto de Ciências Agrárias. Insetário G.W.G. de Moraes
Universidade Federal de Minas Gerais Instituto de Ciências Agrárias Insetário G.W.G. de Moraes Formigas cortadeiras Germano Leão Demolin Leite Aline Fonseca do Nascimento Oi pessoal! Nesta aula nós vamos
MANEJO DE FORMIGAS CORTADEIRAS NO MUNICÍPIO DE CASSILÂNDIA
MANEJO DE FORMIGAS CORTADEIRAS NO MUNICÍPIO DE CASSILÂNDIA Eric Fabiano Seraguzi 1 ; Wilson Itamar Maruyma 2 1 Estudante do Curso de Agronomia da UEMS, Unidade Universitária de Cassilândia; E-mail: [email protected]
Derroga da sulfluramida e o manejo de formigas cortadeiras no Brasil
UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE ENTOMOLOGIA Derroga da sulfluramida e o manejo de formigas cortadeiras no Brasil José Cola Zanuncio CERTIFICAÇÃO FLORESTAL Meio de assegurar que florestas
Comunicado. Recomendações para o controle químico de formigas cortadeiras em plantios de Pinus e Eucalyptus
Comunicado Técnico Agosto, 354 ISSN 1980-3982 Colombo, PR 2015 Recomendações para o controle químico de formigas cortadeiras em plantios de Pinus e Eucalyptus Fotos: Wilson Reis Filho Wilson Reis Filho
Recursos Florestais em Propriedades Agrícolas
LCF1581 2010 Recursos Florestais em Propriedades Agrícolas TÓPICOS EM SILVICULTURA Implantação de Florestas Tópico: Silvicultura Importância das florestas plantadas Seleção de espécies e procedências para
PREJUÍZOS E CONTROLE DE FORMIGAS CORTADEIRAS. Engenheiro Agrônomo: Sérgio Noguchi Engenheiro Beltrão PR
PREJUÍZOS E CONTROLE DE FORMIGAS CORTADEIRAS Engenheiro Agrônomo: Sérgio Noguchi Engenheiro Beltrão PR PREJUIZOS Prejuízos somam a todas as culturas atacadas Prejuizos diretos: Redução da área foliar Diminuição
Ciclo de Vida do Cupim
Geralmente ao entardecer dos dias quentes em algumas épocas do ano, podemos observar as revoadas de cupins ao redor de um ponto luminoso, as formas aladas dos cupins se mostram nos ambientes formando grandes
Monitoramento e controle mecanizado de formigas cortadeiras na Duratex
Monitoramento e controle mecanizado de formigas cortadeiras na Duratex 5º Workshop de Formigas Cortadeiras Jonas F. Salvador Coordenador de Proteção Florestal Piracicaba - SP 21 e 22/03/2013 Nossa conversa
Os machos também são alados e consideravelmente menores que as rainhas. Tem vida curta e morrem após o acasalamento.
Há no Brasil cerca de 2 mil espécies de formigas, das quais entre 20 a 30 são consideradas pragas urbanas por invadirem alimentos armazenados, plantas e materiais domésticos. A maioria alimenta-se de sucos
A infestação mostrada na foto à esquerda, causou os danos que se observa na foto a direita.
As formigas cortadeiras são insetos sociais que atacam uma grande variedade de plantas, em qualquer fase de seu desenvolvimento. Elas cortam folhas, flores, ramos macios, brotos e frutos durante o ano
Tocandira Subfamília: Paraponerinae. Família Formicidae. Subfamílias Subfamília Aenictinae CAÇADORAS SUBFAMÍLIA ECITONINAE
Família Formicidae Subfamílias Subfamília Aenictinae Subfamília Heteroponerinae Subfamília Aenictogitoninae Subfamília Leptanillinae Subfamília Agroecomyrmecinae Subfamília Leptanilloidinae Subfamília
COMBATE À FORMIGA ATTAERA COMBATE À FORMIGAS CORTADEIRAS EM POVOAMENTOS FLORESTAIS. Departamento Técnico E-mail: [email protected].
COMBATE À FORMIGAS CORTADEIRAS EM POVOAMENTOS FLORESTAIS Departamento Técnico E-mail: [email protected] Histórico das formigas, porém, só aparecem dignas de menção as que estragam as árvores; as chamadas
CALDA DE NEEM. Manual de Capacitação
CALDA DE NEEM Manual de Capacitação 1 O que é ` É um produto agrícola feito na propriedade rural, fácil de ser feito, atóxico para seres humanos e animais, líquido, protetor da planta contra doenças e
Método Mecânico de Controlo de Rato de Campo
DIRECÇÃO NACIONAL DE AGRICULTURA E SILVICULTURA Método Mecânico de Controlo de Rato de Campo Transferência de Tecnologia, 30 de Novembro e 1 de Dezembro de 2015 1 1. Introdução 2. Descrição da experiência
A SOLUÇÃO ECONÔMICA PARA EXTERMINAR FORMIGUEIROS
O CONTROLE ESTÁ EM SUAS MÃOS A SOLUÇÃO ECONÔMICA PARA EXTERMINAR FORMIGUEIROS As formigas cortadeiras são insetos sociais que atacam uma grande variedade de plantas em qualquer fase de seu desenvolvimento.
Introdução aos Sistemas Agroflorestais
Introdução aos Sistemas Agroflorestais A floresta é um sistema em equilíbrio. Isto porque o próprio sistema se alimenta. Ninguém aduba a floresta, ela própria é responsável por isso. O solo da floresta
DominiSolo. Empresa. A importância dos aminoácidos na agricultura. Matérias-primas DominiSolo para os fabricantes de fertilizantes
DominiSolo Empresa A DominiSolo é uma empresa dedicada à pesquisa, industrialização e comercialização de inovações no mercado de fertilizantes. Está localizada no norte do Estado do Paraná, no município
Desafios da Pesquisa em Controle Biológico na Agricultura no Estado de São Paulo
Desafios da Pesquisa em Controle Biológico na Agricultura no Estado de São Paulo Controle biológico com fungos em cana-de-açúcar Antonio Batista Filho [email protected] Desafio Produção de alimentos
Monitoramento e controle do bicudo da cana-de-açúcar, Sphenophorus levis Luiz Carlos de Almeida Erich Stingel Enrico De Beni Arrigoni
Monitoramento e controle do bicudo da cana-de-açúcar, Sphenophorus levis Luiz Carlos de Almeida Erich Stingel Enrico De Beni Arrigoni Introdução - Sphenophorus levis, conhecido como bicudo da cana, é uma
Os agrotóxicos podem ser classificados de acordo com a finalidade de uso. O quadro abaixo mostra exemplos das principais classes de uso:
Os agrotóxicos são produtos químicos destinados a controlar as pragas e as doenças que causam danos à produção agrícola. São também consideradas agrotóxicos as substâncias empregadas como desfolhantes,
PRAGAS POLÍFAGAS GERAIS
PRAGAS DE FRUTÍFERAS PRAGAS POLÍFAGAS GERAIS 1 Pragas polífagas mosca-das-frutas DIPTERA, TEPHRITIDAE MOSCA-DAS-FRUTAS Anastrepha spp. Ceratitis capitata Bactrocera carambolae Rhagoletis sp. 2 CICLO DE
MANEJO BIOLÓGICO DE PRAGAS DE SOLO
4º TECNOBIO PRAGAS MANEJO BIOLÓGICO DE PRAGAS DE SOLO Enrico De Beni Arrigoni ENRICO ARRIGONI SOLUÇÕES EM MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS LTDA. (019) 97128-6262 17 DE AGOSTO DE 2016 Importância econômica das
Uso de Adubos Verdes na Agricultura Familiar. Semestre 2018/1 Professor: - Fernando Domingo Zinger
Uso de Adubos Verdes na Agricultura Familiar Semestre 2018/1 Professor: - Fernando Domingo Zinger Adubação Verde Utilização dos Adubos Verdes - Em pré-cultivo ou rotação de culturas: quando são utilizadas
Adubos verdes para Cultivo orgânico
Adubos verdes para Cultivo orgânico Introdução A técnica conhecida como adubação verde é a utilização de plantas com finalidades específicas para melhorar o solo. A principal diferença da adubação verde
Governo do Estado da Bahia Governador Jaques Wagner
Governo do Estado da Bahia Governador Jaques Wagner Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos SEMARH Secretário Juliano Matos Chefe de Gabinete Adolpho Ribeiro Netto Diretor Geral Wesley Faustino
5.9 Controle de Pragas e Doenças
5.9 Controle de Pragas e Doenças 1 5.9.1 Medidas gerais de controle de pragas 2 a) Métodos Legislativos -Realizado pelo serviço de vigilância sanitária; - Consiste na fiscalização de portos, aeroportos,
Manejo. Broca. Rizoma. Manejo. Bananeira. da broca do rizoma da
Manejo Manejo da broca do rizoma da Bananeira Broca Rizoma Broca-do-rizoma Adulto e Larvas Broca-do-rizoma Cosmopolites sordidus (Germ.) (Coleoptera: Curculionidae) Foto: Nilton F. Sanches Adulto: besouro
1. Escolhendo o local certo para o plantio.
Além de ser uma atitude que contribui com o meio ambiente, plantar uma árvore requer alguns cuidados. Assim, para que o plantio ocorra da maneira correta é preciso pensar no espaço disponível, no tamanho
RDC , BPF, HACCP, ISO 14001, ISO
Descupinização A BIOMAX é especializada no Controle Integrado de Vetores e Pragas Urbanas em indústrias de alimentos, medicamentos e embalagens, centros comerciais (shoppings), em redes hoteleiras e hospitalares
Universidade Federal de Minas Gerais Instituto de Ciências Agrárias Insetário G.W.G. de Moraes Cupins de Ninhos Expostos
Universidade Federal de Minas Gerais Instituto de Ciências Agrárias Insetário G.W.G. de Moraes Cupins de Ninhos Expostos Germano Leão Demolin Leite Amanda Fialho Amigos, hoje nós vamos aproveitar o dia
BAN 160 Entomologia Geral Insetos e Microrganismos. Sam Elliot
BAN 160 Entomologia Geral Insetos e Microrganismos Sam Elliot Insetos e Microrganismos Tipos de Microrganismos Contexto para Considerar Interações Inseto-Microrganismo Fenótipo Extendido e Teias Alimentares
BROCA GIGANTE. Como controlar esta praga? Telchin licus licus (Lepidoptera, Castniidae) José de Souza Santos Consultor
BROCA GIGANTE Telchin licus licus (Lepidoptera, Castniidae) Como controlar esta praga? José de Souza Santos Consultor IMPORTÂNCIA ECONÔMICA CONSIDERADA UMA DAS MAIS IMPORTANTES PRAGAS DA CANA NO NORDESTE
MONITORAMENTO E CONTROLE DO BICUDO DA CANA-DE-AÇÚCAR, Sphenophorus levis.
MONITORAMENTO E CONTROLE DO BICUDO DA CANA-DE-AÇÚCAR, Sphenophorus levis. Eng.Agrº. Luiz Carlos de Almeida Eng.Agrº. Luís Gustavo de Almeida [email protected] Especialista em Tecnologia Agroindustrial
Cigarrinhas em Pastagens
Cigarrinhas em Pastagens Introdução Com a chegada do período chuvoso começam os ataques das cigarrinhas das pastagens, insetos sugadores que causam prejuízos às pastagens e às culturas de cana-de-açúcar,
Foto: George Amaro PRODUÇÃO DE COMPOSTO ORGÂNICO COM RESÍDUOS DA CULTURA
Foto: George Amaro PRODUÇÃO DE COMPOSTO ORGÂNICO COM RESÍDUOS DA CULTURA Produção de Composto Orgânico com Resíduos da Cultura Edmilson E. Silva Hyanameyka E. Lima-Primo Ezequiel S. Queiroz José Alberto
Percursos 27 e 28 Expedições Geográficas - 6ºano Profª Bruna Andrade
AGRICULTURA E PECUÁRIA Percursos 27 e 28 Expedições Geográficas - 6ºano Profª Bruna Andrade AGRICULTURA CONDIÇÕES NATURAIS: Apesar do grande desenvolvimento técnico e científico ela ainda depende do solo,
Local Ideal Para Uma Criação de Galinha Caipira
GALINHA CAIPIRA GALINHA CAIPIRA A criação de galinha caipira, apesar de ser relativamente mais simples do que as de galinhas de granja, especialmente por elas serem mais resistentes a doenças e menos sensíveis
S U M Á R I O. 1 O que são Pragas? 2 Métodos de Controle das Pragas? 3 Receitas Caseiras para o Controle das Pragas? 4 Referências.
AGRONOMIA MÉTODOS ALTERNATIVOS PARA O CONTROLE DE PRAGAS EM HORTALIÇAS POR PROFESSORA DRª CRISTINA SILVEIRA GRAVINA S U M Á R I O 1 O que são Pragas? 2 Métodos de Controle das Pragas? 3 Receitas Caseiras
Ficha Individual de Segurança de Produto Químico FISPQ NBR 14725
Ficha Individual de Segurança de Produto Químico FISPQ NBR 14725 Produto Elaborado Revisado DETERGENTE ARCHOTE 15/10/2008 15/10/2008 1. Identificação do produto e da empresa Nome do produto: Detergente
A Cultura da Cana-de-Açúcar
A Cultura da Cana-de-Açúcar Saul Carvalho 85 espécies no Brasil pragas importantes (nacional/regional) Variável com fenologia e região Manejo ecológico: Controle biológico Controle cultural Cultivares
7. Manejo de pragas. compreende as principais causadoras de danos na citricultura do Rio Grande do Sul. Mosca-das-frutas sul-americana
Tecnologias para Produção de Citros na Propriedade de Base Familiar 63 7. Manejo de pragas Dori Edson Nava A cultura dos citros possui no Brasil mais de 50 espécies de artrópodes-praga, das quais pelo
FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) SAPÓLIO RADIUM LIMPA INOX
Página 1 de 6 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Produto: Sapólio Radium Limpa Inox Códigos Internos: 14036 (12/300ml) Empresa: BOMBRIL S/A Telefone de Emergência: 0800 014 8110 2 - COMPOSIÇÃO E
PERCURSO 27 A agricultura. Prof. Gabriel Rocha 6º ano - EBS
PERCURSO 27 A agricultura. Prof. Gabriel Rocha 6º ano - EBS Agricultura 1 A agricultura e as condições naturais Embora a agricultura possa, atualmente, beneficiar-se do grande desenvolvimento técnico e
SEMEADORA-ADUBADORA. Prof. Dr. Carlos Eduardo Angeli Furlani
SEMEADORA-ADUBADORA 1 Qual a cultura? Qual o adubo? 2 Qual o tamanho/formato da semente? Qual a quantidade de sementes/hectare? Qual a quantidade de plantas/hectare? Quando? 3 revolvimento mínimo do solo
BIOLOGIA DE Dirphia rosacordis WALKER, 1855 (LEPIDOPTERA - SATURNIIDAE) EM PEQUIZEI- RO (Caryiocar brasiliensis CAMBESS)
153 BIOLOGIA DE Dirphia rosacordis WALKER, 1855 (LEPIDOPTERA - SATURNIIDAE) EM PEQUIZEI- RO (Caryiocar brasiliensis CAMBESS) ANTONIO HENRIQUE GARCIA * INTRODUÇÃO Quanto ao valor econômico, a espécie C.
MONITORAMENTO DE FORMIGAS CORTADEIRAS NA CENIBRA
Pesquisa e Desenvolvimento Florestal () 15ª Reunião Técnica do PROTEF Campinas 22/04/2010 MONITORAMENTO DE FORMIGAS CORTADEIRAS NA CENIBRA Produção de Celulose R.01 - SL.2 Produto : Celulose Branqueada
DEMONSTRATIVO DA DESPESA CATEGORIA ECONÔMICA, GRUPOS DE NATUREZA E MODALIDADE DE APLICAÇÃO
DEMONSTRATIVO DA DESPESA CATEGORIA ECONÔMICA, GRUPOS DE NATUREZA E MODALIDADE Sub-função EXTENSÃO RURAL 606 Atividade Manutenção do Departamento de Extensão Rural 2030 AÇÕES 040101 - MANUTENÇÃO DO DEPARTAMENTO
FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) ÓLEO PARA MÓVEIS Q BRILHO
Página 1 de 5 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: ÓLEO PARA MÓVEIS Q BRILHO Códigos internos: 12/200 ml: 7570 Aplicação: Proteger, dar brilho e revitalizar a madeira. Empresa: BOMBRIL
O ESPAÇO AGROPECUÁRIO BRASILEIRO
O ESPAÇO AGROPECUÁRIO BRASILEIRO ATIVIDADES AGRÁRIAS OU PRIMÁRIAS AGRICULTURA: PRODUÇÃO DE GRÃOS E HORTIFRUTIGRANJEIROS. 2 PECUÁRIA CRIAÇÃO DE REBANHOS PARA PRODUÇÃO DE CARNE, OVOS, LEITE E SEUS DERIVADOS
- FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) SAPÓLIO RADIUM CLORO (PÓ) Elaboração: P&D Solange Hernandes
Página 1 de 6 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Sapólio Radium Cloro (Pó) Código Interno: 14003 / 14016 Empresa: BOMBRIL S/A Telefone de Emergência: 0800 014 8110 2 - COMPOSIÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE
COMPOSTAGEM DE BOVINOS INTEIROS Marcelo Henrique Otenio Foz do Iguaçu PR 08/05/2017
apoio promoção COMPOSTAGEM DE BOVINOS INTEIROS Marcelo Henrique Otenio Foz do Iguaçu PR 08/05/2017 ESTUDO DE CASO DESTINAÇÃO DE CARCAÇAS DE BOVINOS EM PROPRIEDADES RURAIS Projeto TECDAM: Atividade: 02.13.10.005.00.04.002
FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos)
Página 1 de 5 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA: Nome: Sabão de Coco em Pó Mon Bijou (500g) Códigos interno: 16002 Empresa: BOMBRIL S/A Telefone de Emergência: 0800 014 8110 2 - COMPOSIÇÃO E INFORMAÇÕES
Importância dos organismos do solo para a sustentabilidade da produção de soja
Importância dos organismos do solo para a sustentabilidade da produção de soja Amarildo Pasini Agrônomo Professor de Entomologia Agricola Depto Agronomia UEL Hipótese: os ouvintes têm muito conhecimento
COMPOUND ADESIVO GEL
Produto COMPOUND ADESIVO GEL é um adesivo estrutural de base epóxi que apresenta altíssimas resistências em baixas idades, alta fluidez, possibilitando a aplicação até mesmo em locais de difícil acesso.
Importância do Manejo de Solos
CENTRO UNIVERSITÁRIO DO TRIÂNGULO IMPORTÂNCIA DO SOLO O seu uso adequado, além de garantir o suprimento de água para Importância do Manejo de Solos as culturas, criações e comunidades; previne a erosão
COMPOUND ADESIVO. -colagem de concreto, ferro, madeira, azulejo, cerâmica, pedra, fibrocimento, vidro e plásticos; -reparos em concreto;
Produto COMPOUND ADESIVO é um adesivo estrutural de base epóxi que apresenta altas resistências em baixas idades, média fluidez, possibilitando grande facilidade para manuseio. Proporciona alto rendimento
PROGRAMA DE PROTEÇÃO FLORESTAL PROTEF / IPEF EFICIÊNCIA DA TERRA DIATOMÁCEA NO CONTROLE DE FORMIGAS CORTADEIRAS EM FLORESTAS DE EUCALIPTO
PROGRAMA DE PROTEÇÃO FLORESTAL PROTEF / IPEF 13ª. REUNIÃO TÉCNICA PROTEF ATUALIZAÇÃO EM PROTEÇÃO FLORESTAL NA BAHIA EFICIÊNCIA DA TERRA DIATOMÁCEA NO CONTROLE DE FORMIGAS CORTADEIRAS EM FLORESTAS DE EUCALIPTO
CIRCULAR TÉCNICA N o 76 NOVEMBRO/79 COMBATE À FORMIGA NA CAF *
IPEF: FILOSOFIA DE TRABALHO DE UMA ELITE DE EMPRESAS FLORESTAIS BRASILEIRAS ISSN 0100-3453 CIRCULAR TÉCNICA N o 76 NOVEMBRO/79 PBP/1.13.1. COMBATE À FORMIGA NA CAF * 1. INTRODUÇÃO José Maria de A. Mendes
O reino animal. Ao redor da boca existem peças bucais, que ajudam na alimentação do animal e variam muito entre os insetos.
Ao redor da boca existem peças bucais, que ajudam na alimentação do animal e variam muito entre os insetos. gafanhoto borboleta Palpos: seguram as folhas. Mandíbula de quitina: corta as folhas. mosquito
FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) SAPÓLIO RADIUM CREMOSO (Bouquet, Clássico, Laranja, Lavanda, Limão e Pinho)
Página 1 de 6 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Produto: Sapólio Radium Cremoso Códigos Internos: Bouquet 14015 (24/300ml) Clássico 14007 (24/300ml) Laranja 14025 (12/300ml) Lavanda 14014 (24/300ml)
O que é o Bicho-Furão. Prejuízos
O que é o Bicho-Furão Uma praga cuja lagarta ataca os frutos das plantas cítricas, provocando queda e apodrecimento, tornando-os impróprios tanto para o consumo in natura quanto para o processamento pela
FUNDO SOCIAL APOSTILA PRÁTICA
FUNDO SOCIAL APOSTILA PRÁTICA Controle natural de insetos e doenças (caldas) GUARULHOS 2011 1- Introdução: A presente apostila foi desenvolvida por técnicos da Universidade Federal de São Carlos UFSCAR
VII Workshop Tecnológico sobre Pragas da Cana-de-Açúcar
VII Workshop Tecnológico sobre Pragas da Cana-de-Açúcar Projeto Programa de Pesquisa em Políticas Públicas Sessão 1: Pragas de solo Palestrante: Enrico De Beni Arrigoni Centro de Tecnologia Canavieira
PRÁTICAS DE PÓS COLHEITA PARA PRODUÇÃO DE SEMENTES DE ALTA QUALIDADE. Prof. Francisco Villela
PRÁTICAS DE PÓS COLHEITA PARA PRODUÇÃO DE SEMENTES DE ALTA QUALIDADE Prof. Francisco Villela [email protected] CUIDADOS DA SEMEADURA ATÉ A COLHEITA DIAS APÓS O FLORESCIMENTO MATURAÇÃO FISIOLÓGICA
FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) SABÃO DE COCO PASTOSO LIMPOL
Página 1 de 5 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome: Sabão de Coco Pastoso Limpol Códigos internos: 15602 (500g) / 15605 (200g) Empresa: BOMBRIL S/A TELEFONE DE EMERGÊNCIA: 0800 014 8110 Aplicação:
FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) NO AR ODORIZANTE DE AMBIENTES (PINK e LE LIS)
Página 1 de 6 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Códigos internos: Le Lis (12/300ml): 9025 Pink (12/300ml): 9026 Aplicação: Odorizar ambientes e tecidos. Empresa: BOMBRIL S/A TELEFONE
Alguns processos erosivos que contribuem para o empobrecimento do solo
SOLO CONSERVAÇÃO Erosão Alguns processos erosivos que contribuem para o empobrecimento do solo Assoreamento: Depósito de acúmulo de sedimentos nos cursos d água, geralmente provocada, principalmente, pela
Controle de pragas - formigas
Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Dois Vizinhos Engenharia Florestal Tratos e Métodos Silviculturais Controle de pragas - formigas Eng. Ftal. Dr. Prof. Eleandro José Brun Dois Vizinhos
PREGÃO PRESENCIAL (CAP) N.º 17/0005 PG ANEXO III. MEMORIAL DE MANUTENÇÃO DE JARDIM Centro de Atividades de Poconé (CAP)
PREGÃO PRESENCIAL (CAP) N.º 17/0005 PG ANEXO III MEMORIAL DE MANUTENÇÃO DE JARDIM Centro de Atividades de Poconé (CAP) Este memorial é parte integrante do Projeto de Paisagismo para auxiliar nos serviços
Insetos e Microrganismos. BAN 160 Entomologia Geral Insetos e Microrganismos. Sam Elliot. Insetos e Microrganismos TIPOS DE MICRORGANISMOS
BAN 160 Entomologia Geral Fenótipo Extendido e Teias Alimentares Exemplos Sam Elliot Vírus TIPOS DE MICRORGANISMOS Bactérias Protozoários 1 Vírus Eucariota (ex. Protozoário, Levedura) Fungos (incl. Leveduras)
FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) ECOBRIL LAVA LOUÇAS CONCENTRADO (Maracujá com Alecrim e Laranja com Gengibre)
Página 1 de 5 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome: Ecobril Lava Louças Concentrado Códigos internos: Maracujá e Alecrim frasco (24/500ml): 13003 Maracujá e Alecrim refil (24/500ml): 13004 Laranja
RUI MANGIERI A AGROPECUÁRIA NO MUNDO
RUI MANGIERI A AGROPECUÁRIA NO MUNDO A agropecuária na América Anglo- Saxônica I- Os norte-americanos são os principais representantes da agropecuária comercial no mundo,com cultivos e criações intensamente
FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) LUSTRA MÓVEIS Q BRILHO
Página 1 de 6 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: LUSTRA MÓVEIS Q BRILHO Códigos internos: Flor de Lavanda 12/200 ml: 7560 12/500 ml: 7561 Flor de Laranjeira 12/200 ml: 7564 12/500
COMPACTAÇÃO E ADENSAMENTO DO SOLO OCORRÊNCIA, ORIGEM, CARACTERIZAÇÃO, RISCOS, DANOS, SOLUÇÕES E PREVENÇÃO
COMPACTAÇÃO E ADENSAMENTO DO SOLO OCORRÊNCIA, ORIGEM, CARACTERIZAÇÃO, RISCOS, DANOS, SOLUÇÕES E PREVENÇÃO José Eloir Denardin e Jorge Lemainski Embrapa Trigo OBJETIVOS Tratar a compactação e o adensamento
FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) MON BIJOU CONCENTRADO (Clássico, Noite de Sonhos, Pôr-do-Sol e Dia de Frescor)
Página 1 de 6 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Códigos internos: Clássico (12/500ml): 4060 Pôr-do-Sol (12/500ml): 4061 Noite de Sonhos (12/500ml): 4062 Dia de Frescor (12/500ml):
Cigarrinha das raízes Mahanarva fimbriolata Monitoramento e manejo
Cigarrinha das raízes Mahanarva fimbriolata Monitoramento e manejo Rafael Divino Alves da Silva Entomologia/Biotecnologia/Melhoramento Genético Entomotestes materiais Bt / Manejo de pragas CTC Email: [email protected]
A compostagem é um processo de decomposição de matéria. orgânica, na presença de oxigénio, feita através de micro
A compostagem é um processo de decomposição de matéria orgânica, na presença de oxigénio, feita através de micro organismos (fungos e bactérias). Esta decomposição é feita num compostor, (recipiente apropriado
