PSICOPATOLOGIA E NOVOS PARADIGMAS
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- Maria das Neves Beppler Melgaço
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1 AULA INAGURAL: MESTRADO / DOUTORADO EM PSICÁNALISE, FAMÍLIA E COMUNIDADE PSICOPATOLOGIA E NOVOS PARADIGMAS Dra.Blanca de Souza V.Morales [email protected]
2 PSICOPATOLOGIA O termo é de origem grega psiché, alma e patologia. Traduzido em sentido literal significa patologia do espírito. Tratando do sofrimento (pathos) psíquico, não há um único saber e sim múltiplos discursos. A patologia o doença mental acontece quando a pessoa perde a capacidade de escolher e agir de acordo com a sua vontade.
3 Modernidade A psicologia como instituição tem sua prática associada a dispositivos de podersaber que controlam os sentidos sobre saúde,doença, normalidade e patologia. A prática psiquiátrica está regida por relações de poder,desqualifica ao doente mental. Este não fala, é falado. As figuras ligadas à anormalidade, no discurso da modernidade:os loucos.
4 Pós-modernidade Lyon (1998) enfoca a pós-modernidade como um conjunto de mudanças sociais no final do século XX e destaca:o abandono da ciência construída sobre bases firmes e o colapso das hierarquias do conhecimento. Os modelos presentes na psicopatogia da pósmodernidade: as neurociências, o cognitivismo e os modelos sistêmicos (pesquisa em comunicação patológica no ambiente familiar).
5 Pós-estruturalismo novos referenciais, a busca de um novo olhar para o sujeito, longe de um determinismo causal do inconsciente e distante do sujeito cartesiano, considerado onipotente e sem alteridade. mudança na dicotomia observador e sistema observado e a idéia de uma co-construção do conhecimento numa ação colaborativa entre disciplinas (abordagem sistêmica).
6 Abordagem sistêmica Um novo referencial, herdado do colapso estrutural e nascido das teorias do paradoxo, descobertas nos estudos acerca da comunicação esquizofrênica e herdeira da antipsiquiatria. A sua segunda versão, decorrente da chamada segunda cibernética, prega o status de novo paradigma. (Esteves de Vasconcelos, 2002).
7 Abordagem sistêmica a busca da complexidade através de uma incessante contextualização da situação do doente; a exploração da instabilidade dos sistemas familiares; e a noção de um espaço de intersubjetividade, caracterizado pela impossibilidade de equivalência entre representação e verdade.
8 Novo paradigma Se o que é pensado não pode ser, de forma alguma, uma representação da verdade, temos implicações: a divergência e a não concordância de opiniões vira uma "regra" em busca de um espaço solidário de consenso. o conhecimento passa a ser "co-construído" numa ação colaborativa entre clínicospesquisadores.
9 Última e importante implicação: Na clínica, a hipótese psicopatológica seria co-construída ao longo do processo terapêutico,perdendo o clínico seu status de expertise, e sua onipotência como detentor da verdade.
10 Concepção pós-estruturalista de psicopatologia nela quando dizemos, que determinado paciente "é" obsessivo podemos estar querendo dizer que ele : "está" obsessivo no sistema familiar, ou seja, sua dinâmica depende da família e nesta ele só sobrevive atuando obsessivamente. tem um grave conflito na fase anal, que o leva a agir assim devido a forças inconscientes ou; optou agir assim para suportar sua existência.
11 Pós-modernidade Ao analisar as relações secretas que fundam a psicopatologia da pósmodernidade, Birman cita as depressões, as toxicomanias e a síndrome de pânico como as patologias da atualidade. Existe uma cultura da exaltação desmesurada do eu
12 Os doentes da pós-modernidade O sujeito precisa ser um cidadão da sociedade do espetáculo situação para a qual os deprimidos e aqueles que sofrem da síndrome do pânico não servem. Nessa cultura, são valorizados aqueles que sabem utilizar os meios de se exibir e capturar o olhar dos outros. Para aqueles que não se adaptam a essa sociedade, uma solução é a química.
13 Terapia Comunitária Integrativa Na TCI os sofrimentos provocados pelas descobertas da impotência dos homens os levam a resgatar seus valores culturais,crenças, reaprender a resgatar o afeto, a humanidade do outro, do diferente, construir redes de solidariedade. Leva aos profissionais a ultrapassar as fronteiras conceituais de esquemas préfabricados, a abrir-se a outras teorias e culturas.
14 Referências Birman, J. (1999). A psicopatologia na pós-modernidade: As alquimias no mal-estar da atualidade. Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental, 2 (1), Debord, G. (1997). A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto. (Originalmente publicado em 1969). De Souza,B.(2002). A dependência de drogas no discurso do psicólogo:efeitos de Sentido.Porto Alegre.UFRGS.Tese de Doutorado. Esteves de Vasconcelos, M. J. (2002). O pensamento sistêmico: O novo paradigma da ciência. Campinas, SP: Papirus
15 Fedida, P. (1998). De uma psicopatologia geral a uma psicopatologia fundamental: Notas sobre a noção de paradigma. Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental, 1 (3), Kaplan, E. (Org.). (1993). O mal-estar no pósmodernismo: Teorias e práticas. Rio de Janeiro: J. Zahar. Lyon, D. (1998). Pós-modernidade. São Paulo: Paulus.
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