Empresas e as mudanças climáticas
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- Adelino Peralta Amaral
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2 Empresas e as mudanças climáticas O setor empresarial brasileiro, por meio de empresas inovadoras, vem se movimentando rumo à economia de baixo carbono, avaliando seus riscos e oportunidades e discutindo coletivamente soluções práticas e contribuições ao marco legal no país. Estas empresas se antecipam às exigências da nova economia e ganham competitividade, destacando-se como líderes no combate às mudanças climáticas globais em seus setores. Principais motivações para a movimentação corporativa rumo à economia de baixo carbono O GVces propõe duas grandes iniciativas integradas com o objetivo de auxiliar empresas brasileiras na liderança rumo à economia de baixo carbono: o Programa Brasileiro GHG Protocol e a Plataforma Empresas Pelo Clima. Baixo carbono é a expressão de ordem para a economia do século XXI e significa inovar processos produtivos e soluções tecnológicas que resultam em menor impacto das empresas sobre o clima do planeta, com destaque para a busca de eficiência e alternativas energéticas, redução de emissões e gestão em sustentabilidade. Preparação para futuros marcos regulatórios Transparência Redução de custos Competitividade internacional MADE IN WORLD
3 ETAPAS DE UM MESMO PROCESSO Ao elaborar seu inventário de GEE, uma instituição passa a conhecer o perfil de suas emissões e dá o primeiro passo para integrar a economia do baixo carbono e combater a mudança do clima. O passo seguinte é estabelecer estratégias, planos e metas para gestão de emissões que ajudarão a chegar no terceiro passo, a redução dos gases de efeito estufa emitidos pela empresa. Gestão de emissões Elaboração de políticas corporativas Proposição de políticas públicas O caminho para a economia de baixo carbono Treinamento metodologia intersetorial Apoio técnico Publicação de inventários de GEE Economia X Carbono Pesquisa & desenvolvimento de novas metodologias e padrões de cálculo e reporte de emissões Mensuração Gestão Redução Economia X Carbono
4 GHG Protocol Entre as diferentes metodologias para inventários de GEE, a mais utilizada mundialmente por empresas e governos para entender, quantificar e gerenciar suas emissões é o GHG Protocol. Foi desenvolvido pelo World Resources Institute (WRI) em associação com o World Business Council for Sustainable Development (WBCSD) e organizações conveniadas a essas instituições, como empresas, ONGs, governos etc. A metodologia do GHG Protocol é compatível com as normas da International Organization for Standardization (ISO) e com as metodologias de quantificação do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC). No Brasil, é aplicado pelo Programa Brasileiro GHG Protocol de modo adaptado ao contexto nacional. Lançado em 1998 e revisado em 2004, o GHG Protocol é uma abreviação para The Greenhouse Gas Protocol A Corporate Accounting and Reporting Standard Lançado em 2008, o Programa brasileiro foi implementado pelo GVces e o WRI, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável e o WBCSD. A iniciativa trabalha desde o início na adaptação do GHG Protocol para o contexto nacional em colaboração com as 27 empresas que formam o grupo de membros-fundadores. Atualmente, mais de 70 corporações fazem parte do Programa. O Programa Brasileiro GHG Protocol estimula a cultura corporativa do inventário de emissões de GEE, proporcionando aos participantes acesso a instrumentos e padrões de qualidade internacional para contabilização das emissões e publicação dos inventários. Estrutura também uma plataforma nacional eletrônica para publicação de inventários corporativos e organizacionais, o Registro Público de Emissões. de GEE, pioneiro no país. O Registro foi lançado em 2010 juntamente com a publicação Especificações do Programa Brasileiro GHG Protocol, que auxiliam as empresas a desenvolver seus inventários.
5 Benefícios do Programa Os principais benefícios do Programa aos participantes são: Vantagem competitiva Calcular, participar de benchmarkings e gerenciar as emissões de GEE podem garantir a sustentabilidade dos negócios e a melhoria de eficiência; Melhoria nas relações com públicos de interesse (stakeholders) Publicar informações segundo os critérios do Carbon Disclosure Project (CDP), do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) BM&F Bovespa, da Global Reporting Initiative (GRI), entre outros de interesse para financiadores, consumidores e a sociedade civil; Registro histórico de dados Adotar, a partir de um registro histórico de emissões de GEE, medidas voluntárias de melhoria dos processos da organização que poderão ser consideradas sob legislação ou regulamentos futuros; Condições para participar nos mercados de carbono Identificar, a partir da publicação de inventários, oportunidades para redução de emissões e realizar projetos para obtenção de créditos comercializáveis no mercado de carbono.
6 Inventário Corporativo Processo de elaboração do inventário de GEE Um inventário de emissões deve ser estabelecido como um processo contínuo, que permita identificar a evolução dos esforços de mitigação de uma instituição e aprimorar essas medidas progressivamente. Para que o inventário seja bem sucedido, sua elaboração deve seguir os cinco princípios que fazem parte do padrão GHG Protocol Corporate Standard e da norma ISO : relevância, integralidade, consistência, transparência e exatidão. Além disso, para a realização dos inventários corporativos, o GHG Protocol estabelece seis passos básicos: Definir os limites organizacionais Definir or limites operacionais Selecionar a metodologia de cálculo e fatores de emissão Coletar dados Calcular as emissões Elaborar o relatório de emissões de GEE Gases de efeito estufa a serem inventariados Os participantes do Programa Brasileiro GHG Protocol devem incluir em seu inventário de emissões todos os gases internacionalmente reconhecidos como de efeito estufa regulados pelo Protocolo de Kyoto, a saber: - Dióxido de carbono (CO2) - Metano (CH4) - Óxido nitroso (N2O) - Hexafluoreto de enxofre (SF6) - Hidrofluorcarbonos (HFCs) - Perfluorcarbonos (PFCs)
7 Gestão das Emissões de GEE A disposição de uma parcela do empresariado brasileiro em estimular a economia de baixo carbono ficou ainda mais patente com o lançamento, em 8 de outubro de 2009, da Plataforma Empresas pelo Clima (EPC). O EPC reúne atualmente 27 organizações, entre membros fundadores do Programa Brasileiro GHG Protocol e outras empresas de diferentes segmentos, com o objetivo de discutir soluções práticas para a redução de emissões corporativas de GEE, gestão de riscos e oportunidades em mudanças climáticas e contribuições ao marco legal no País. Considerado uma evolução do Programa Brasileiro GHG Protocol, o EPC é uma iniciativa ainda mais robusta rumo à economia de baixo carbono, que apoia as empresas a avançarem do contexto de. mapeamento de suas emissões nas seguintes frentes: Formação contínua em Mudanças Climáticas Capacitação em mudanças climáticas e economia de baixo carbono para as empresas desenvolverem políticas e sistemas de gestão de emissões de GEE, reforçando seu compromisso e ação contínua no combate ao problema climático global, bem como o aproveitamento das melhores oportunidades existentes no mercado.» Fase I (16h): Programa Brasileiro GHG Protocol» Fase II (72h): Formação de lideranças em mudanças climáticas com foco na gestão sustentável e na. redução de emissões de GEE. Intercâmbio de experiências e de boas práticas entre os membros Os espaços de debate e discussão criados pelo EPC põem as empresas em contato com soluções práticas de problemas cotidianos enfrentados pelas organizações que realizam a gestão de emissões - uma inédita rede de colaboração e construção de melhores práticas.» Rede de colaboração entre os membros do EPC;» Banco de melhores práticas;» Promoção de debates com especialistas e policy makers;» Divulgação de experiências e soluções práticas.
8 . Pesquisa, discussão e elaboração de policy papers Produção de estudos e promoção de diálogos, com a participação de especialistas, em mesas redondas sobre agronegócio, energia, florestas, indústria, serviços e transportes, com vistas à elaboração de policy papers; Subsídio a políticas públicas e ao arcabouço regulatório para fundamentar a economia de baixo carbono no Brasil e garantir a competitividade dos processos de produção de baixa emissão:» Construção coletiva de uma proposta representativa do setor empresarial;» Criação de incentivos com foco na produção e consumo, além de uma agenda positiva para o. estabelecimento de uma economia de baixo carbono no Brasil;» Proposição de instrumentos econômicos, financeiros ou de mercado. Mobilização e qualificação para participação nas negociações internacionais Posicionamento e mobilização do setor empresarial em torno das negociações internacionais. Proposição aos negociadores internacionais de sugestões e demandas do setor empresarial sobre mudanças climáticas no contexto regulatório internacional. O EPC conta com a parceria e faz parte da rede internacional do Corporate Leaders Group (CLG), da. Universidade de Cambridge, na Inglaterra, liderado pelo Príncipe de Gales. Comunicação e divulgação das atividades Estratégia de comunicação, disseminação do conhecimento e divulgação das atividades do EPC e de seus membros:» Website e newsletter;» Clipping de notícias sobre o tema;» Banco de dados de melhores práticas;» Eventos e publicações;» Seminários internacionais.
9 EMPRESAS PARTICIPANTES
10 EMPRESAS PARTICIPANTES Apoio Institucional Apoio Financeiro Membros Fundadores GHG Grupo II
11 Quer saber mais detalhes sobre os programas? Visite nossos websites Programa Brasileiro GHG Protocol : Plataforma Empresas Pelo Clima: Como Participar Entre em contato através do [email protected] ou ligue no (11) entre às 14h e 17h para mais informações a respeito da participação do EPC ou GHG.
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