MUDANÇAS CLIMÁTICAS, PROGRAMA DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS DO ESP - PROCLIMA
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- Isabella Paranhos Festas
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1 MUDANÇAS CLIMÁTICAS, PROGRAMA DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS DO ESP - PROCLIMA Josilene Ticianelli Vannuzini Ferrer PROCLIMA - CETESB, 2010
2 SP, a Agenda Climática e a CETESB 40 milhões de habitantes 18 milhões de habitantes RMSP 645 cidades 5 cidades mais de 1 milhão de habitantes CETESB, Companhia Ambiental do ESP 1968: inicia suas atividades no âmbito estadual 1995: inicia a Agenda Climática do Estado Programa Estadual de Mudanças Climáticas - PROCLIMA Programa Estadual de Prevenção à Destruição da Camada de Ozônio - PROZONESP Programa Estadual de Recuperação Energética do BIOGÁS BIOGÁS 2008: Iniciado projeto Inventário de Gases de Efeito Estufa do Estado de São Paulo 2009: LEI Política Estadual sobre Mudanças Climáticas do ESP 2010: DECRETO Regulamenta Lei 13798
3 COMPROMISSOS PEMC LEI 13798/ DECRETO 55947/ Nov Nov 2 anos Nov 5 anos Nov Sanção do Projeto de Lei cronograma cumprimento de prazos Metodologia para Registro de Emissões Comitê de Mudanças Climáticas Conselho Estadual de Mudanças Climáticas Elaboração da Comunicação Registro Público de Emissões Plano de Transporte Sustentável Modelo de Licitação Pública Sustentável Inventário Fixação Emissões de Metas GEE Setoriais Proposição Metas Setoriasi REDUÇÃO Plano de GLOBAL DE Adaptação às 20% DE Mudanças EMISSÕES Climáticas DE CO2 (ano base 2005)
4 CONSELHO DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS Artigo 29 -O Poder Executivo criará, em prazo não superior a 6 (seis) meses, contados da publicação desta lei, o Conselho Estadual de Mudanças Climáticas, com a finalidade de acompanhar a implantação e fiscalizar a execução da Política Estadual de Mudanças Climáticas Parágrafo único -O Conselho Estadual de Mudanças Climáticas terácaráter consultivoe composição tripartite, sendo integrado por representantes do Governo do Estado, dos municípios e da sociedade civil.
5 COMUNICAÇÃO ESTADUAL Inventário de emissõesde gases estufa por setores (energia, uso do solo, resíduos, indústrias, agropecuária, mudança no uso do solo etc.) Vulnerabilidade e adaptação Plano de açãoespecífico (prevenção, mitigação e adaptação) Sob a coordenação do PROCLIMA (art.7 )
6 Comunicação Nacional Inicial do Brasil àconvenção-quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima Emissões de metano na pecuária Emissões de metano do cultivo de arroz Emissões de gases de efeito estufa na queima de resíduos agrícolas Emissões de óxido nitroso provenientes de solos agrícolas Emissões de dióxido de carbono por queima de combustíveis: abordagem top-down Emissões de gases de efeito estufa por queima de combustíveis: abordagem bottom-up Emissões fugitivas da mineração e do tratamento de carvão mineral Emissões de dióxido de carbono e de metano pelos reservatórios hidrelétricos brasileiro Emissões e remoções de dióxido de carbono por mudanças nos estoques de florestas plantadas Emissões de gases de efeito estufa nos processos industriais e por uso de solventes Emissões de gases de efeito estufa da queima de biomassa no cerrado não-antrópico utilizando dados orbitais Emissões de gases de efeito estufa no setor energético por fontes móveis Emissões e remoção de dióxido de carbono pelos solos por mudanças de uso da terra e calagem Emissões e remoções de dióxido de carbono por conversão de florestas e abandono e terras cultivadas
7 Contribuições: Associações do área Industrial do ESP Resíduos: Cetesb Florestas: Funcate/Inpe Solventes, Indústriais: Inst. ITM +Ind.+CA CETESB Inventário Estadual: Rede (formação técnica da rede, exemplo) Queima de resíduo agrícola: Embrapa Contribuições: Câmaras Ambientais Cetesb Fontes Móveis: Instituto Mauá+CETESB Energia: Botton up Consultoria+SE+ind. Energia Top down Consult.+SE+Petrobrás Ind. Cimento,etc Mineração Consult+ind. Trat. Efluentes: Cetesb, apoio SABESP Cadeia do Gás: Petrobrás Reservatórios Gestão Proclima/Cetesb Gases P.Montreal: Insti. Mauá Refinarias: Petrobrás Pecuária: Embrapa Arroz: Embrapa Emissões dos solos : Embrapa
8 CESTAS DE GASES DE 2 PROTOCOLOS KYOTO Y MONTREAL Protocolo de Kyoto Gases de Efeito Estufa -GEE: Dióxido de carbono (CO2) Metano (CH4) Óxido nitroso (N2O) Hidrofluorocarbonos (HFCs) Protocolo de Montreal Gases que destroem a camada de ozônio e são GEE: Clorofluorocarbonos (CFC) Hidroclorofluorocarbonos(HCFC) & outros (mas não afetam o clima) Perfluorocarbonos (PFCs) Hexafluoruro de enxofre (SF6)
9 CONSULTA PÚBLICA iniciada 22/10/10
10 REGISTRO PÚBLICO DE EMISSÕES Inventários de emissões das corporações Adoção de critérios mensuráveis e transparentes Auxílio na definição de estratégias para aumento de eficiência e produtividade Proteção da linha de base de emissões Adesão voluntária
11 META DO ESTADO DE SP DE REDUÇÃO DE GEE 20% de REDUÇÃO DE GASES DE EFEITO ESTUFA GEE EM 31/12/2020 ANO BASE: 2005
12 META DO ESTADO DE SP DE REDUÇÃO DE GEE Disposições Finais Artigo 32 -O Poder Executivo, por intermédio da Secretaria do Meio Ambiente, deveráfinalizar e comunicar, atédezembro de 2010, o inventário das emissões por atividades antrópicas dos gases de efeito estufa que definirão as bases para o estabelecimento de metas pelo Estado. 1º-O Estado teráa meta de redução global de 20% (vinte por cento) das emissões de dióxido de carbono (CO2), relativas a 2005, em º-Ao Poder Executivo seráfacultado, a cada 5 (cinco) anos, fixar metas indicativas intermediárias, globais ou setoriais, antes de 2020.
13 METAS COMPARADAS SÃO PAULO Milhões de ton CO Linha Tendência com 2020 com meta de Tendência Cenário 1 40% redução Tendência Cenário 2 Meta redução 20% 98 Slide utilizado pelo Secretário SMA Xico Graziano 9/11/2009 Palácio dos Bandeirantes
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15 DECRETO de 2010 REGULAMENTA ASPECTOS IMPORTANTES PARA OINÍCIODO PROCESSO DE DEFINIÇÃO DO REGIME ESTADUAL DO CLIMA NO ESTADO DE SÃO PAULO
16 PERGUNTAS COMO SERÁCUMPRIDA A META DE 20% -BASE 2005? QUAIS OS PRINCIPAIS DESAFIOS DO CUMPRIMENTO DESTA META? SITUAÇÃO DA ADICIONALIDADE DO MDL EM 2020? [SITUAÇÃO DO MDL EM 2020?] EMISSÃO DE GEE E GESTÃO NO ESP APÓS 2020?
17 LISTA ELETRÔNICA MSc Josilene T.V. Ferrer
18 Muito grata - [email protected]
19 LEI DE 2009 POLÍTICA MUNICIPAL SP CUMPRIMENTO DA LEI: UTILIZAÇÃO ENERGÉTICA DO ATERRO BANDEIRANTES UTILIZAÇÃO ENERGÉTICA DO ATERRO SÃO JOÃO ENTRE OUTRAS POSSIBILIDADES.
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