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2 IOB Guia Prático de Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas

3 Sumário Parte I I.1. Normas Aplicáveis à Contabilidade I.1.1. Código Civil I.1.2. Lei das S.A I.1.3. Contabilidade para pequenas e médias empresas - NBC TG 1000 (PME) I.1.4. Adoção plena do PME I.1.5. Diferença entre NBC TG 1000 e ITG I.2. Pequenas e Médias Empresas - Alcance do PME I.2.1. Entidades com obrigação pública de prestar contas - Procedimentos I.2.2. Empresas enquadradas como de grande porte pela Lei nº / I.2.3. Ativos em condição fiduciária I.3. Objetivo das Demonstrações Contábeis de Pequenas e Médias Empresas I.4. Tratamento Fiscal - RTT x Lei nº / I.4.1. Saldos do RTT em ou Parte II II.1. Formalidades da escrituração contábil II.1.1. Atribuição e responsabilidade profissional II.1.2. Responsabilidade pelo registro público de livros II.1.3. Requisitos gerais de escrituração II.1.4. Uso de códigos ou abreviaturas II.1.5. Nível de detalhamento II.1.6. Fórmulas (ou modalidades) de lançamento... 33

4 6 Equipe Técnica IOB II.1.7. Lançamento de retificação, estorno ou transferência II.1.8. Livro Diário, livro Razão e Registros Auxiliares II Escrituração resumida do Diário II Escrituração em forma digital II Transcrição das demonstrações no livro Diário - Obrigatoriedade II.1.9. Escrituração contábil de filial II Documentação contábil II.2. Princípios de Contabilidade (PC) II.2.1. Princípio da entidade II.2.2. Princípio da continuidade II.2.3. Princípio da oportunidade II.2.4. Princípio do registro pelo valor original II.2.5. Princípio da competência II.2.6. Princípio da prudência II.2.7. Não observância dos princípios de contabilidade - Penalidades impostas aos contabilistas II.3. Características Qualitativas de Informações em Demonstrações Contábeis II.3.1. Compreensibilidade II.3.2. Relevância II.3.3. Materialidade II.3.4. Confiabilidade II.3.5. Primazia da essência sobre a forma II.3.6. Prudência II.3.7. Integralidade II.3.8. Comparabilidade II.3.9. Tempestividade II Equilíbrio entre custo e benefício II.4. Características do Balanço Patrimonial II.4.1. Ativo II.4.2. Passivo II.4.3. Patrimônio líquido II.5. Desempenho e Resultado II.6. Receita II.7. Despesa II.8. Ganhos e Perdas II.9. Reconhecimento e Mensuração II.9.1. O que é o reconhecimento de ativo, passivo, receita e despesa?... 50

5 Sumário 7 II.9.2. Como é usado o conceito de probabilidade de benefícios econômicos futuros para fins contábeis? II.9.3. Confiabilidade na mensuração (custo/valor) II.9.4. O que é mensuração de ativo, passivo, receita e despesa? II.9.5. Exigências para o reconhecimento, mensuração e o poder do julgamento II.9.6. Regime de competência II.9.7. Reconhecimento nas demonstrações contábeis II Reconhecimento de ativo e passivo II Reconhecimento de ativo contingente e passivo contingente II Reconhecimento de receita II Reconhecimento de despesa II.9.8. Mensuração no reconhecimento inicial II.9.9. Mensuração subsequente II Ativos e passivos financeiros II Ativos não financeiros II Passivos não financeiros II Compensação de saldos II.10. Plano de Contas II Como elaborar o Plano de Contas II O uso de dois planos II A codificação II Autorização para abertura de conta nova II O maior e o melhor companheiro do Plano de Contas: o Manual de Contas. 62 II O atendimento aos demais usuários: publicação, Fisco, etc II Erros que precisam ser evitados II Modelo de Plano de Contas II Contas de compensação - Sistema extrapatrimonial II.11. Balanço de Abertura II Exemplo de levantamento patrimonial II Regras específicas a serem observadas para o exemplo apresentado II Contabilizações dos valores apurados II Registro do Balanço de Abertura II Empresa que manteve escrituração contábil regular Parte III III.1. Adoção Inicial do PME III.1.1. Primeira demonstração contábil com base no PME - Regras gerais III.1.2. Demonstrações contábeis na data de transição - Procedimentos III.1.3. O que não deve ser alterado na adoção inicial?... 92

6 8 Equipe Técnica IOB III.1.4. Isenções III.1.5. Divulgação III.1.6. Conciliação e exemplo III.2. Arrendamento Mercantil III.2.1. Introdução III.2.2. Norma legal III.2.3. Arrendamento mercantil III Definição III Partes envolvidas III Classificação III Terrenos e edifícios III Leasing financeiro III Leasing operacional III.2.4. Aspectos contábeis III Arrendatário III Arrendador III.2.5. Transação de venda e leaseback III Definição III Tratamento contábil III.3. Atividades Especializadas (Agricultura, Extração e Concessão de Serviços) III.3.1. Agricultura III.3.2. Reconhecimento III.3.3. Mensuração - Método do valor justo III.3.4. Divulgação - Método do valor justo III.3.5. Mensuração - Método do custo III.3.6. Divulgações - Método do custo III.3.7. Atividades de extração III.3.8. Acordos de concessão de serviços III.3.9. Exemplo de ativo biológico III.4. Ativo Imobilizado III.4.1. Como deve ser reconhecido o ativo imobilizado? III Peças de reposição III Substituição de partes do ativo III Tratamento de inspeções regulares III Terrenos e edifícios III.4.2. Mensuração na data do reconhecimento e mensuração do custo III Elementos do custo III Gastos que não se enquadram no custo III Troca de ativos (permutas) III Custo atribuído - Adoção inicial do PME

7 Sumário 9 III.4.3. Mensuração depois do reconhecimento inicial III.4.4. Depreciação III Valor depreciável e período III Método de depreciação III Taxas de depreciação fiscal x contábil III.4.5. Redução ao valor recuperável (impairment) III.4.6. Indenização para redução ao valor recuperável III.4.7. Ativo imobilizado mantido para venda III.4.8. Baixa III.4.9. Divulgação III.5. Ativos Intangíveis III.5.1. Não são ativos intangíveis III.5.2. Como reconhecer o ativo intangível? III.5.3. Aquisição como parte de combinação de negócios III.5.4. Mensuração inicial III.5.5. Gastos com ativos intangíveis criados internamente III Despesas pré-operacionais ou pré-industriais III.5.6. Mensuração subsequente III.5.7. Determinação da vida útil e amortizações III Período e método de amortização III Valor residual III Exemplo de aquisição de ativo intangível e respectiva amortização III.5.8. Revisão do período e método de amortização III.5.9. Recuperabilidade do valor contábil - Perda por desvalorização (impairment) III Baixa, alienação e divulgações III.6. Balanço Patrimonial III.6.1. Classificação das contas no Balanço III Classificação das contas nos grupos do Ativo III Classificação das contas nos grupos do Passivo III.6.2. Informação que deve ser apresentada no balanço patrimonial III.6.3. Distinção entre circulante e não circulante III Ativo circulante III Passivo circulante III.6.4. Ordem e formato dos itens no balanço patrimonial III.6.5. Informação a ser apresentada no balanço patrimonial ou em notas explicativas III.6.6. Patrimônio líquido negativo III.6.7. Adiantamento para Futuro Aumento de Capital (AFAC) III.7. Benefícios a Empregados III.7.1. O que são benefícios a empregados?

8 10 Equipe Técnica IOB III.7.2. Reconhecimento para todos os benefícios a empregados III.7.3. Exemplos de benefícios a empregados de curto prazo III.7.4. Mensuração de benefícios de curto prazo em geral III.7.5. Licenças remuneradas de curto prazo - Reconhecimento e mensuração III.7.6. Planos de participação nos lucros e bônus - Reconhecimento III.7.7. Benefícios pós-emprego: distinção entre planos de contribuição definida e planos de benefício definido III.7.8. Planos multiempregadores e planos de previdência social III.7.9. Benefícios sob proteção de seguro III Benefícios pós-emprego: planos de contribuição definida - Reconhecimento e mensuração. 150 III Benefícios pós-emprego: planos de benefício definido - Reconhecimento III Mensuração do passivo de benefício definido III Inclusão de benefícios adquiridos ou não adquiridos pelos empregados III Desconto III Método de avaliação atuarial III Introduções, alterações, reduções e liquidações de planos III Ativo de plano de benefício definido III Custo de um plano de benefício definido III Reconhecimento - Escolha de prática contábil III Reembolso III Outros benefícios de longo prazo a empregados III Benefícios por desligamento III Divulgação III.8. Combinação de Negócios e Ágio por Expectativa de Rentabilidade Futura (Goodwill) III.8.1. Definição de combinação de negócios III.8.2. Contabilização III.8.3. Adquirente III.8.4. Custo de combinação de negócios III.8.5. Ajustes no custo de combinação de negócios dependentes de eventos futuros III.8.6. Alocação do custo de combinação de negócios para os ativos adquiridos, passivos e passivos contingentes assumidos III.8.7. Passivo contingente III.8.8. Ágio por expectativa de rentabilidade futura III.8.9. Excesso do valor justo líquido dos ativos, passivos e passivos contingentes identificáveis da entidade adquirida sobre o custo da participação ( deságio ou ganho por compra vantajosa) III Divulgação III.9. Custos de Empréstimos III.9.1. Reconhecimento III.9.2. Divulgação

9 Sumário 11 III.10. Demonstrações Contábeis - Critérios de Apresentação III Apresentação III Agrupamento de contas III Adequação ao PME - Declaração de conformidade III Continuidade III Frequência de divulgação das demonstrações contábeis III Uniformidade de apresentação III Informação comparativa III Materialidade e agregação III Conjunto completo de demonstrações contábeis III Identificação das demonstrações contábeis III Apresentação de informação não exigida pelo PME III.11. Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido III Finalidade da DMPL III Conteúdo da DMPL III Exemplo de DMPL III.12. Demonstração de Lucros e Prejuízos Acumulados III Finalidade da DLPA III Conteúdo da DLPA III Exemplo de DLPA III.13. Demonstração do Resultado do Exercício III Previsão da DRE pela Lei das S.A III Previsão da DRE pela NBC TG 26 - Apresentação das Demonstrações Contábeis III Previsão da DRE pela NBC TG Pequenas e Médias Empresas (PME) III Regras gerais III Análise da despesa III Orientações do CPC sobre a eliminação das receitas e despesas não operacionais III Atividade continuada e não continuada III Modelo de DRE III Previsão da DRE pela ITG Modelo contábil para a Microempresa e Empresa de Pequeno Porte III Definição de ME e EPP III Elaboração da DRE III.14. Demonstração do Resultado Abrangente (DRA) III Conteúdo da DRA III Itens de divulgação obrigatória III Inclusão de outras rubricas III Divulgação

10 12 Equipe Técnica IOB III Reclassificação de resultados abrangentes para o resultado do período III Modelo de DRA III.15. Demonstração dos Fluxos de Caixa III Equivalentes de caixa III O que são atividades operacionais? III O que são atividades de investimento? III O que são atividades de financiamento? III Fluxos de caixa das atividades operacionais - Métodos III Divulgação dos fluxos de caixa das atividades de investimento e financiamento III Fluxos de caixa em moeda estrangeira III Juros e dividendos III Tributos sobre o lucro III Transação que não envolve caixa III Conciliação e outras divulgações III DFC - Métodos direto e indireto - Exemplos III Método indireto III Método direto III.16. Demonstrações Consolidadas e Separadas III Demonstrações Contábeis III Demonstrações Consolidadas III Definição III Obrigatoriedade III Dispensa de consolidação III Sociedade de Propósito Específico (SPE) III Procedimentos na consolidação III Exemplo prático III Demonstrações Contábeis Separadas III Definição III Motivos que levam as empresas a elaborar demonstrações separadas III Práticas contábeis III Forma de apresentação III Divulgação III Demonstrações Contábeis de Propósito Geral III Demonstrações Contábeis Combinadas III Definição III Ajustes necessários III Data de elaboração III Divulgação III Demonstrações contábeis intermediárias

11 Sumário 13 III.17. Divulgação sobre Partes Relacionadas III Não são necessariamente partes relacionadas III Divulgação entre controladora e controladas III Divulgação sobre a remuneração dos administradores-chave III Divulgação de transações com partes relacionadas III Exemplos de transações que devem ser divulgadas III Transações cumulativas com partes independentes III Divulgação de forma agregada III.18. Efeitos das Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão das Demonstrações Contábeis III Moeda funcional III Divulgação de transações em moeda estrangeira na moeda funcional - Reconhecimento inicial III Divulgação ao final dos períodos de divulgação subsequentes III Investimento líquido em uma operação no exterior III Mudança na moeda funcional III Utilização de moeda de apresentação que não é a moeda funcional III Conversão para a moeda de apresentação III Variações cambiais - Moeda de apresentação x moeda funcional III Economia hiperinflacionária III Conversão de operação no exterior para a moeda de apresentação do investidor III Divulgação III.19. Estoques III Avaliação e momento da contabilização das aquisições III Composição do subgrupo do estoque III Exemplo de contabilização de compra III Compras em trânsito III Transposição de estoques III Mensuração de estoques: custo x preço de venda estimado III Valor realizável líquido: por que adotar e como se faz? III Exemplo de valor realizável líquido III Custo de estoques III Custos excluídos dos estoques III Custos de estoques de prestador de serviços III Custo de produção agrícola colhida proveniente de ativos biológicos III Técnicas para avaliar custo, tal como custo-padrão, método de varejo e preço de compra mais recente III Exemplos de apuração do custo do estoque III Redução ao valor recuperável de estoques - Considerações III Perdas de estoques III Reconhecimento como despesa III Divulgação - Notas explicativas - Estoques

12 14 Equipe Técnica IOB III.20. Evento Subsequente III Reconhecimento e mensuração - Eventos que geram ajuste depois do encerramento do período contábil III Reconhecimento e mensuração - Eventos que não geram ajuste depois do encerramento do período contábil III Distribuição de lucros III Divulgação III.21. Hiperinflação III.22. Instrumentos Financeiros Básicos III Escolha da prática contábil III Método do custo amortizado III Instrumentos financeiros básicos III Outros exemplos de instrumentos financeiros III Reconhecimento inicial de ativos e passivos financeiros e mensuração III Custo amortizado e o método da taxa efetiva de juros III Exemplo de reconhecimento de aplicação financeira III Registro de duplicatas descontadas em conta de passivo III Valor recuperável de instrumentos financeiros, mensurado com base no custo ou custo amortizado - reconhecimento, mensuração e reversão III Valor justo III Técnica de avaliação III Mercado não ativo: instrumentos patrimoniais III Desreconhecimento (baixa) de ativo financeiro III Desreconhecimento de passivo financeiro III Divulgação III.23. Instrumentos Financeiros - Outros Tópicos III Escolha de prática contábil III Reconhecimento inicial de ativos e passivos financeiros III Mensuração inicial e subsequente III Valor justo III Redução ao valor recuperável e desreconhecimento - Regras a serem observadas III Critérios para contabilidade de hedge - Hedge accounting III Hedge de risco de taxa fixa de instrumento financeiro reconhecido ou risco de preço de mercado de mercadoria possuída III Hedge de risco III Divulgação III.24. Investimento em Controlada e em Coligada III Definição de entidade coligada III Mensuração - Escolha da prática contábil III Método do custo

13 Sumário 15 III Método da equivalência patrimonial III Método do valor justo III Apresentação das demonstrações contábeis III Divulgação III Recomendação de análise da Interpretação Técnica ICPC 09 (R1) III.25. Investimento em Empreendimento Controlado em Conjunto III Empreendimento controlado em conjunto III Operação controlada em conjunto III O que é e como tratar um ativo controlado em conjunto? III O que é entidade controlada em conjunto? III Mensuração - Escolha de política contábil III Transação entre empreendedor e empreendimento controlado em conjunto III Investidor sem controle conjunto III Divulgação III.26. Mudança nas Estimativas Contábeis III Divulgação de mudança na estimativa III.27. Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis III Estrutura das notas explicativas III Ordem das notas explicativas III Divulgação das práticas contábeis III Informação sobre julgamento III Informação sobre as principais fontes de incerteza das estimativas III.28. Pagamento Baseado em Ações III Reconhecimento III Reconhecimento quando existirem condições de aquisição III Mensuração de transação de pagamento baseado em ações liquidadas pela entrega de títulos patrimoniais III Ações III Opções de ações e direitos sobre a valorização de ações liquidadas pela entrega de títulos patrimoniais III Modificação nos termos e condições sob os quais os títulos patrimoniais foram concedidos III Cancelamento e liquidação III Transação de pagamento baseado em ações liquidadas em dinheiro III Transação de pagamento baseado em ações com alternativa de liquidação em dinheiro. 284 III Planos de grupo III Plano autorizado pelo governo III Divulgação

14 16 Equipe Técnica IOB III.29. Passivo e Patrimônio Líquido III Classificação de instrumento como passivo ou patrimônio líquido III Exemplos de instrumentos classificados como passivos ao invés de patrimônio líquido III Ações de membros de cooperativas e instrumentos similares III Emissão original de ações ou outros títulos patrimoniais III Venda de opção, direito de subscrição e warrant III Capitalização ou bonificação em ações e desdobramento de ações III Dívida conversível ou instrumentos financeiros compostos similares III Exemplo de tratamento contábil para o emissor de instrumento de dívida conversível III Ações ou quotas em tesouraria III Reservas utilizáveis III Contabilização da aquisição de ações próprias III Contabilização da alienação das ações em tesouraria III Distribuição para os proprietários III Participação dos não controladores e transações com ações de controlada consolidada. 296 III.30. Políticas Contábeis III Consistência das políticas contábeis III Mudança nas políticas contábeis III Não constituem mudanças nas práticas contábeis III Aplicando mudanças nas políticas contábeis III Aplicação retrospectiva III Divulgação de mudança na prática contábil III.31. Propriedade para Investimento III Definição e reconhecimento inicial de propriedade para investimento III Diferenciação entre ativo imobilizado e propriedade para investimento III Mensuração no reconhecimento inicial III Custo de propriedade para investimento construída III Propriedade para investimento mantida em arrendamento III Mensuração depois do reconhecimento inicial III Transferência III Divulgação III.32. Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes III Provisões - Reconhecimento inicial de provisões III Obrigação na data das demonstrações contábeis, como resultado de evento passado III Mensuração inicial da provisão III Valor presente III Reembolso

15 Sumário 17 III Diferença entre provisão e passivo derivado de apropriação por competência, exemplo: férias III Mensuração subsequente III Divulgação sobre provisões III Passivo contingente III Tabela de provisão e passivo contingente III Ativo contingente III Exemplos III Contabilização da proposta de pagamento de dividendos - Regras gerais - Interpretação Técnica ICPC 08 (R1) III.33. Receitas III Introdução III Definição de receita III Reconhecimento - Regra geral III Mensuração III Mensuração da receita III Vendas a prazo - AVP III Troca de produtos ou serviços III Venda de produtos III Reconhecimento de receita de vendas III Deduções de vendas III Prestação de serviços III Contrato de construção III Divulgação III Exemplos de reconhecimento de receita III.34. Redução ao Valor Recuperável de Ativos (Teste de Recuperabilidade) III Estoques III Outros ativos, exceto estoques - Princípios gerais III Indicadores de desvalorização III Mensuração do valor recuperável III Valor justo menos despesa para vender (valor líquido de venda) III Valor em uso III Reconhecimento e mensuração de perda por desvalorização para unidade geradora de caixa III Exigências adicionais para a redução ao valor recuperável do ágio por expectativa de rentabilidade futura (goodwill) III Reversão de perda por desvalorização III Reversão quando o valor recuperável for estimado para ativo individual desvalorizado III Reversão quando o valor recuperável for estimado para unidade geradora de caixa

16 18 Equipe Técnica IOB III Divulgação III Exemplo III.35. Retificação de Erros de Exercícios Anteriores III Conceito de ajuste de exercício anterior III Divulgação de erros de exercício anterior III.36. Subvenção governamental III Reconhecimento e mensuração III Divulgações III.37. Tributos sobre o Lucro (Ativo e Passivo Fiscal Diferidos) III Contabilização dos tributos sobre o lucro III Reconhecimento e mensuração de tributo corrente III Reconhecimento de tributo diferido III Ativos e passivos cuja recuperação ou liquidação não afeta o lucro tributável III Base fiscal III Diferenças temporárias III Ativos fiscais diferidos e passivos fiscais diferidos III Prejuízos fiscais e créditos fiscais III Mensuração de tributo diferido - Alíquotas fiscais III Provisão para realização III Mensuração do tributo corrente e do tributo diferido III Tributo retido na fonte sobre dividendos ou outras distribuições do lucro III Apresentação - Alocação na demonstração do resultado e no patrimônio líquido III Divulgação III.38. Glossário Parte IV IV.1. Contabilidade para Micro e Pequenas Empresas - ITG IV.2. Modelo Simplificado de Escrituração ITG IV.3. Não Adoção da ITG IV.4. Carta de Responsabilidade IV.5. Escrituração IV.5.1. Livro Diário IV.5.2. Custos e estoques IV.5.3. Imobilizado e depreciação IV.5.4. Teste de recuperabilidade (impairment)

17 Sumário 19 IV.5.5. Receitas IV.5.6. Clientes IV.6. Demonstrações contábeis IV.6.1. Balanço Patrimonial IV.6.2. Demonstração do Resultado IV.6.3. Notas explicativas IV.7. Plano de Contas Simplificado Bibliografia

18 Parte I I.1. Normas Aplicáveis à Contabilidade I.1.1. Código Civil Dispõe o Código Civil (Lei nº /2002) que o empresário e a sociedade empresária são obrigados a seguir um sistema de contabilidade, mecanizado ou não, com base na escrituração uniforme de seus livros, em correspondência com a documentação respectiva, e a levantar anualmente o balanço patrimonial e o de resultado econômico, sendo ainda indispensável a elaboração do livro Diário. Essa exigência é dispensada somente ao pequeno empresário, assim definido como o empresário individual que tenha auferido receita bruta, no ano-calendário anterior, de até R$ ,00 e exerça tão somente as atividades permitidas a esse sistema. É o chamado Microempreendedor Individual. Para os demais empresários e sociedades, não há a dispensa da elaboração da contabilidade. Também é oportuno lembrar que os administradores são obrigados a prestar aos sócios as contas justificadas de sua administração, e apresentar-lhes o inventário anualmente, bem como o balanço patrimonial e o de resultado econômico. I.1.2. Lei das S.A. A Lei das S.A. (Lei nº 6.404/1976) prescreve que a escrituração da companhia será mantida em registros permanentes, com obediência aos preceitos legais e aos princípios de contabilidade geralmente aceitos, devendo observar métodos ou critérios contábeis uniformes no tempo e registrar as mutações patrimoniais segundo o regime de competência. I.1.3. Essa lei também traz a estrutura das demonstrações contábeis. Contabilidade para pequenas e médias empresas - NBC TG 1000 (PME) Desde as Leis n os , de 2007 e , de 2009, têm-se vivido grandes mudanças na área contábil.

19 22 Equipe Técnica IOB Dentre as principais novidades destacam-se a harmonização da contabilidade brasileira às normas internacionais de contabilidade editadas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e a apresentação de uma nova estrutura conceitual para elaboração e apresentação das demonstrações contábeis, objetivando uma nova cultura contábil. Para tanto, foi criado o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), formado por diversas entidades de classe como o Conselho Federal de Contabilidade, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), o Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon), dentre outros. O CPC foi idealizado tendo como objetivo o estudo, o preparo e a emissão de Pronunciamentos Técnicos sobre procedimentos de Contabilidade e a divulgação de informações dessa natureza, para permitir a emissão de normas pela entidade reguladora brasileira, visando à centralização e uniformização do seu processo de produção, levando sempre em conta a convergência da Contabilidade Brasileira aos padrões internacionais. São produtos do CPC: Pronunciamentos Técnicos; Orientações; e Interpretações. As Normas Brasileiras de Contabilidade, sejam elas Profissionais ou Técnicas, estabelecem preceitos de conduta profissional e padrões e procedimentos técnicos necessários para o adequado exercício profissional. As Normas Brasileiras de Contabilidade Técnicas Geral (NBC TG) são as normas brasileiras de contabilidade convergentes com as normas internacionais emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), recepcionadas pelo Conselho Federal de Contabilidade. As NBC TG são segregadas em: a) normas completas que compreendem as normas editadas pelo CFC a partir dos documentos emitidos pelo CPC que estão convergentes com as normas do IASB, numeradas de 00 a 999; b) normas simplificadas para PME que compreendem a norma de PME editada pelo CFC a partir do documento emitido pelo IASB, bem como as Interpretações Técnicas e os Comunicados Técnicos editados pelo CFC sobre o assunto, numerados de 1000 a 1999; c) normas específicas que compreendem as Interpretações Técnicas e os Comunicados Técnicos editados pelo CFC sobre entidades, atividades e assuntos específicos, numerados de 2000 a Tendo como base Pronunciamento Técnico CPC sem número (apenas denominado PME - Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas ), do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), o Conselho Federal de Contabilidade (CFC) aprovou, pela Resolução CFC nº 1.255/2009, a NBC TG 1.000, que trata da contabilidade para pequenas e médias empresas, com vigência desde 1º Posteriormente, pela Resolução CFC nº 1.285/2010, o CFC incluiu o Apêndice Glossário de Termos à mencionada NBC TG

20 Parte I 23 Nota As Normas Brasileiras de Contabilidade editadas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC) devem seguir os mesmos padrões de elaboração e estilo utilizados nas normas internacionais e compreendem as Normas propriamente ditas, as Interpretações Técnicas e os Comunicados Técnicos. Em se tratando de companhias abertas, reguladas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), das sociedades de grande porte, como definido na Lei nº /2007 e as sociedades reguladas pelo Banco Central do Brasil, pela Superintendência de Seguros Privados e outras sociedades cuja prática contábil é ditada pelo correspondente órgão regulador com poder legal, são aplicados os pronunciamentos contábeis na íntegra. Em resumo, vejamos a aplicabilidade das Normas Brasileiras de Contabilidade: S.A. de capital aberto e sociedades limitadas de grande porte PME (Pequenas e Médias Empresas) Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (LC n o 123/2006) Normas contábeis completas Versão simplificada das normas contábeis completas NBC TG 1000 PME Adoção opcional da ITG 1000 que é uma versão simplificada da NBC TG 1000 Para todas, aplicam-se os Princípios de Contabilidade (PC). I.1.4. Adoção plena do PME É permitido às entidades que ainda não conseguiram atender plenamente a todos os requisitos da NBC TG 1000 (PME) que a sua adoção plena ocorra nos exercícios iniciados a partir de 1º de janeiro de Essa possibilidade foi exposta no Comunicado Técnico CFC nº 1.000, de Definem-se como entidades que ainda não adotaram plenamente o PME aquelas que: a) não apresentaram demonstrações contábeis em períodos anteriores, em conformidade com a norma (PME); b) apresentaram demonstrações contábeis anteriores mais recentes em atendimento a outras exigências que não são consistentes com o PME; ou c) apresentaram demonstrações contábeis anteriores mais recentes em conformidade com o PME, porém, de forma parcial.

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