Romeu e Julieta PARTE I. Texto 1. A peça
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- Gilberto Graça Vidal
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1 Romeu e Julieta PARTE I Texto 1 A peça Romeu e Julieta deve ter sido escrita entre 1595 e A primeira vez que apareceu impressa foi em 1597, e uma versão mais completa saiu em Shakespeare baseou sua peça num longo poema, A trágica história de Romeu e Julieta, uma tradução do francês feita por Arthur Brooke, em 1562, dessa já conhecida história italiana. O dramaturgo fez várias mudanças e adaptações para fazer do poema, cuja linguagem era monótona e árida, um texto dramático, isto é, para ser encenado. Para se ter uma ideia, o poema cobre um período de pouco mais de nove meses, e os heróis vivem juntos durante algumas semanas antes do final trágico. Com a intenção de imprimir mais rapidez e, principalmente, emoção à história, Shakespeare diminuiu drasticamente o período de tempo para pouco mais de quatro dias e permitiu aos amantes apenas uma noite juntos. Outra adaptação operada pelo bardo inglês foi a ênfase que deu à discórdia entre as famílias. Na época em que essa e outras peças shakespearianas foram encenadas, os teatros eram bem diferentes do que são hoje. A primeira apresentação de Romeu e Julieta foi num teatro menor dos que os atuais, em que parte do palco e da área reservada aos espectadores ficava ao ar livre. Como eram encenadas à tarde, as peças cujo enredo também se passava no período noturno tinham que contar com a habilidade do dramaturgo para criar a impressão na audiência de que era noite. Foi o que aconteceu com Romeu e Julieta: embora tochas de fogo pudessem aparecer na encenação para mostrar que era noite (como no I Ato), era a linguagem descritiva que deveria ativar a imaginação do público para que aceitasse a passagem do tempo.
2 Estilo Texto 2 No que concerne ao estilo, pode-se dividir a peça em duas partes: os dois primeiros atos seguem o estilo italiano conhecido como commedia dell arte, no qual normalmente aparecem dois amantes virtuosos, pais que os mantêm afastados e criados que fazem comentários picantes, principalmente sobre sexo; os três últimos atos concretizam o que já fora anunciado pelo coro: a tragédia. Seja o destino, sejam falhas humanas, tudo contribui para o final trágico dos heróis. Apesar do clima de tragédia que perpassa a obra, há várias situações de humor que são habilmente controladas de modo a não enfraquecer o efeito trágico. Na verdade, as cenas cômicas muitas vezes intensificam esse efeito, além de conduzir a trama, ligando, naturalmente, um evento a outro. O dramaturgo inglês combina a estrutura do enredo com as personagens, usando os efeitos humorísticos dramaticamente. A atmosfera trágica é criada principalmente através dos sonhos e pressentimentos das personagens, que fazem que a audiência sinta que os acontecimentos são guiados por forças sobrenaturais que estão além do controle humano. Shakespeare também lança mão da ironia na peça. Esse expediente pode ser percebido em algumas situações, como quando certas personagens falam e agem na ignorância do real significado daquilo que elas mesmas ou outras personagens estão dizendo, ou na maneira como alguns eventos ou atitudes das personagens resultam no oposto do que se era esperado. Finalmente, pode-se considerar Romeu e Julieta como uma peça romântica, na medida em que expõe um tipo de amor romântico (um casal apaixonado que luta pelo amor) e também pela sua própria estrutura, que inclui diferentes tipos de poesia. Há de se lembrar de que, antes de escrever Romeu e Julieta, Shakespeare tinha escrito dois longos poemas narrativos românticos, que foram bem recebidos pelo público. Estrutura Texto 3 Romeu e Julieta é dividida em cinco atos. Os dois primeiros seguem as regras de uma comédia, e os últimos seguem as convenções de uma tragédia. Além disso, há a presença do coro e as três intervenções do Príncipe Escalo, as quais ajudam na definição da estrutura da peça. O coro, nos tempos elisabetanos, era formado por uma só pessoa. De certo modo, na peça Romeu e Julieta, o coro lembra o das tragédias gregas, contando-nos o triste destino com o qual os heróis iriam se deparar. O Príncipe aparece sempre depois de um clímax (no início, depois da briga, no meio, depois das mortes de Mercúcio e Teobaldo e, no final, quando Julieta, Romeu e Páris estão mortos), tomando decisões importantes para a trama e, no último ato, revelando ser aquela a mais triste história de todas. 2
3 As cenas sucedem-se muito rapidamente, alternando trágico e cômico, cenas entre os amantes e cenas com personagens que lhes vão causar a desgraça, cenas com ações rápidas e cenas de reflexão. Shakespeare faz a mesma alternância para contrastar personagens. Assim, algumas cenas com a Ama são sucedidas por cenas com Mercúcio, o que também acontece frequentemente com Páris e Romeu. Espaço Texto 4 O enredo desenvolve-se na maior parte do tempo em Verona, Itália, no século XVI, assim como em outras histórias dos dois jovens apaixonados. Entretanto, é possível perceber uma série de paralelos entre Verona e a Londres elisabetana. Ambas as cidades eram muradas. A violência podia espalhar-se rapidamente, portanto os distúrbios civis eram punidos rigidamente. Da mesma maneira, as epidemias também se alastravam com facilidade, logo as quarentenas eram comuns nos dois locais. Outro ponto coincidente era a lei: na Londres de Shakespeare, a palavra da rainha Elisabeth era a lei suprema, do mesmo modo como acontece na peça em relação ao Príncipe Éscalo. Tempo Texto 5 Como já foi visto, uma das adaptações que o dramaturgo inglês fez em sua peça foi a drástica redução de tempo em que as ações ocorrem: de alguns meses para quase cinco dias. Ele enfatizou isso apresentando aos espectadores cinco alvoradas: de domingo de manhã, quando Romeu encontra Benvólio, até quinta pela manhã, quando Éscalo e as famílias de Romeu e de Julieta encontram os amantes e Páris mortos na tumba. Essa redução de tempo acentua a dramaticidade da obra. As coisas acontecem tão rapidamente que as personagens têm que tomar decisões apressadas, sem tempo para análises e sem direito a uma segunda chance. Linguagem Texto 6 A linguagem encontrada no poema que serviu de fonte para a peça shakespeareana era monótona e não variava de personagem para personagem. Já a linguagem que o dramaturgo emprestou a cada personagem da peça explicitava a classe social a que pertencia, o estado de espírito em que se encontrava e os sentimentos em relação àquele com quem falava. É digna de nota também a mudança de linguagem de uma mesma personagem conforme ela amadurece. O caso mais visível é o de Romeu. No geral, a linguagem empregada pelo dramaturgo é bastante poética, rica e cheia de imagens significativas, como a claridade em oposição à escuridão. Personagens 3 Texto 7
4 Há dois tipos de personagens em Romeu e Julieta: aquelas que amadurecem e operam mudanças em suas personalidades, como Romeu e Julieta, e aquelas que se mantêm constantes, agindo sempre da mesma maneira, como a Ama e Mercúcio. As personagens criadas por Shakespeare na peça quase sempre se opõem. Basta comparar Benvólio, um pacificador, e Mercúcio, sempre inflamado; o casal Capuleto, que não se dá muito bem, e o casal Montéquio, que vive tranquilamente. Destacam-se também as personagens cômicas, como é o caso da Ama e dos criados. Algumas cenas com Mercúcio também arrancam risadas do público. Temas Texto 8 Muitos dos temas abordados na peça são antitéticos, como amor vs. ódio, discórdia vs. paz, inocência vs. experiência, racionalidade vs. impetuosidade etc. Temas como o destino e a divina providência também são tratados. No texto original de Shakespeare, o prólogo adverte o público de que os jovens amantes são star-crossed, isto é, o destino deles já está traçado. A Astrologia era uma ciência popular naquela época, e muitos acreditavam que o futuro de cada um era revelado pela posição das estrelas e dos planetas. Assim, pode-se entender que o casal já estava condenado desde o princípio, independentemente de sua vontade. Com a divina providência acontece algo parecido, como se pode perceber em algumas falas de Frei Lourenço. Alguns estudiosos acreditam que um poder maior, o divino, estaria operando para pôr um fim na rixa entre as famílias. Infelizmente, a paz entre Capuletos e Montéquios é obtida através da morte de Romeu e de Julieta. O isolamento do herói é um tema comum nas tragédias. Enquanto nas comédias as personagens tendem a se unir, nas tragédias elas ficam isoladas. PARTE II Estudo da peça Romeu e Julieta, de William Shakespeare. 1. Identifique as características das seguintes personagens: a) Julieta b) Romeu c) Frei Lourenço d) Teobaldo e) Ama de Julieta f) Príncipe Éscalo 4
5 2. Discuta as semelhanças e as diferenças entre os seguintes pares de personagens: a) Benvólio e Mercúcio b) Romeu e Páris c) Mercúcio e Ama d) O casal Capuleto e o casal Montéquio 3. Na peça grega Édipo Rei, a lei aristotélica das três unidades é respeitada. Isso pode ser dito em relação à peça de Shakespeare? Justifique sua resposta. 4. Releia o texto 2 da parte I. Retire da peça cenas em que a comédia, a tragédia e a ironia fiquem claras. 5. Podemos encontrar na peça shakespeareana os elementos fundamentais da tragédia grega peripécia, reconhecimento e catástrofe? Justifique. 6. Procure na obra do bardo inglês elementos que mostrem claridade e que mostrem escuridão. Relacione esses elementos com as personagens e as cenas. 7. Encontre, nas falas das personagens, indícios de que Romeu e Julieta estavam condenados à desgraça. 8. Releia o texto 8 da parte I. Comente os temas antitéticos, exemplificando-os com cenas ou personagens. 9. Sobre o tema do isolamento, também citado no texto 8, é possível fazer um paralelo entre Édipo e Julieta? Justifique. G:\Editoração\Ped2009\Português\EM\Fichas\Ficha14-1C.doc 5
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