RECURSO EXTRAORDINÁRIO Nº / DF
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- William de Barros Rodrigues
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1 Procuradoria Geral da República Nº 6584 RJMB / pc RECURSO EXTRAORDINÁRIO Nº / DF RELATOR : Ministro LUIZ FUX RECORRENTE: Companhia Vale do Rio Santo Antônio de Minérios VALERISA RECORRIDA : União RECURSO EXTRAORDINÁRIO. CONCESSÃO DE LAVRA DE MINÉRIO E DECLARAÇÃO DE SUA CADUCIDADE. DELEGAÇÃO DE PODERES. FUNDAMENTOS INFRACONSTITUCIONAL E CONSTITUCIONAL. NÃO ADMISSÃO DO RECURSO ESPECIAL. FUNDAMENTO DE CARÁTER LEGAL AUTÔNOMO E SUFICIENTE : INCIDÊNCIA DA SÚMULA Nº 283 DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. 1. O acórdão recorrido decidiu pela legitimidade da delegação de poderes do Presidente da República ao Ministro de Estado das Minas e Energia para outorgar e declarar a caducidade de concessão de lavra com base em dois fundamentos distintos: (i) por estar respaldada nos arts. 11 e 12 do Decreto- Lei nº 200/67, que expressamente autoriza a delegação e (ii) por ter suporte no art. 81, V e parágrafo único, da CF/67, com a EC nº 1/ O fundamento infraconstitucional, autônomo e suficiente à manutenção do julgado, tornou-se definitivo ante a decretação de inexistência do recurso especial interposto por advogado sem procuração nos autos. Incidência da Súmula nº 283 do Supremo Tribunal Federal. 3. A matéria relativa à exploração de jazidas de minério foi remetida pelo art. 168, 1º, da CF/67-69 ao trato da lei, tanto que não consta entre as reservadas ao Presidente da República, senão por força de lei (Decreto-Lei nº 227/67, art. 43 e 63, 3º). A apreciação das questões constitucionais não prescindiria da prévia análise de normas infraconstitucionais, de forma a caracterizar violação meramente indireta ao texto constitucional. 4. O debate e decisão de questão constitucional relativa ao art. 168, 1º, da CF/67-69 apenas em votos vencidos não é suficiente para caracterizar o prequestionamento. Incidem as Súmulas 282 e 356 do STF. Precedentes. 5. Parecer pelo não-conhecimento do recurso. Procuradoria Geral da República SAF Sul Quadra 04 Lote 03 CEP Brasília/DF
2 Trata-se de recurso extraordinário interposto pela Companhia Vale do Rio Santo Antônio de Minérios VALERISA, com fundamento no art. 102, III, a, b e c, da CF, contra o acórdão proferido pela Primeira Seção do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (fls ) assim ementado: CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO. DELEGAÇÃO DE PODERES. DECLARAÇÃO DE CAPACIDADE DE CONCESSÃO DE EXPLORAÇÃO DE LAVRA. ATO DO MINISTRO DE ESTADO DAS MINAS E ENERGIA. LEGALIDADE. I. O Ministro de Estado das Minas e Energia, por delegação do Presidente da República, tem competência para outorgar e declarar a caducidade de concessão de exploração de lavra, nos termos do Decreto-Lei nº 200/67 e do Decreto nº , de II. Legislação que encontra respaldo no inciso V do art. 81 da Emenda Constitucional nº 1 de III. Embargos Infringentes providos. O Tribunal a quo decidiu pela legitimidade da delegação ao Ministro de Estado das Minas e Energias para, por portaria ministerial, outorgar ou declarar a caducidade de concessão de exploração de lavra de minério, ainda quando concedida por decreto presidencial, pois respaldada no Decreto-Lei nº 200/67, no Decreto nº /79 e no art. 81, V, da CF/67-EC 1/69. Os embargos de declaração opostos pela recorrente foram acolhidos para sanar erro material da contagem de votos e alterar a conclusão do julgado, decisão reformada posteriormente para restabelecer o provimento dos embargos infringentes em razão de ter sido sanado o erro com a juntada da retificação do voto do desembargador presidente (fls e ). Os demais embargos de declaração opostos pela ora recorrente foram todos rejeitados. Daí o recurso extraordinário com alegação de violação aos arts. 81, V e parágrafo único, e 168, 1º, da CF/67-EC nº 1/69, pois nula a Portaria ministerial nº 549/80, que declarou a caducidade do direito de exploração da lavra de minério com base na delegação do Decreto nº /79, vez que: (i) a delegação não tem respaldo no art. 81, V, da CF/67-EC 1/69 e (ii) a outorga e 2
3 a declaração de caducidade de concessão de exploração de lavra de minério é competência privativa do Presidente da República, nos termos do art. 168, 1º, da CF/67-69 c/c art. 43 c/c art. 63, 3º, do Código de Mineração. Recurso tempestivo. Contrarrazões à fl Juízo positivo de admissibilidade às fls Inexigível o requisito processual de admissibilidade do art. 543-A, 2º, do CPC (AI QO, Rel. Min. Sepúlveda Pertence, DJ de ). Em síntese, os fatos de interesse. O aresto recorrido decidiu pela legitimidade da delegação de poderes do Presidente da República para o Ministro de Estado das Minas e Energia para a outorga e declaração de caducidade de concessão de exploração de lavra de minério (Decreto nº /79), com base em dois fundamentos distintos: (i) por estar a delegação autorizada nos arts. 11 e 12 do Decreto-Lei nº 200/67 e (ii) por encontrar respaldo no art. 81, V e parágrafo único da CF/ Os arts. 11 e 12 do Decreto-Lei nº 200/67 autorizam expressamente a delegação de competência do Presidente da República para os Ministros de Estado para a prática de atos administrativos. O Decreto nº /69 delegou ao Ministro de Estado de Minas e Energia as competências atribuídas pelos arts. 43 e 63, 3º do Código de Mineração ao Presidente da República para a outorga e declaração de caducidade da concessão de lavra de minérios. Logo, ainda que o Código de Mineração estabeleça a competência do Presidente da República para outorgar ou declarar a caducidade de concessão de lavra (Decreto-Lei nº 227/69, arts. 43 e 63, 3º), tal fato não representa empecilho à delegação de tais competências com base nos arts. 11 e 12 do DL nº 200/67 (norma de idêntica hierarquia ao Código de Mineração), até porque tais atribuições não constam entre as competências privativas do Presidente da República previstas no art. 81 da CF/67, com a EC nº 1/69. 3
4 Tal fundamento infraconstitucional, autônomo e suficiente para a manutenção do julgado, tornou-se definitivo ante a decretação de inexistência do recurso especial interposto por advogado sem procuração nos autos (Fls ). Incide, na espécie, a Súmula 283 do Supremo Tribunal Federal. É o que se colhe das ementas dos seguintes julgados: Agravo regimental em agravo de instrumento. 2. Acórdão do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo fundado em fundamento constitucional e infraconstitucional. 3. Interposição simultânea de recurso especial e extraordinário. Recurso especial não-provido no Superior Tribunal de Justiça. Manutenção dos fundamentos infraconstitucionais. Incidência da Súmula 283 do STF. Precedentes. 4. Agravo regimental a que se nega provimento. (AI AgR, Rel. Min. Gilmar Mendes, DJe de ). RECURSO EXTRAORDINÁRIO. JUROS. TETO CONSTITUCIONAL. SÚMULA STF Nº Agravo regimental em recurso extraordinário. Aresto recorrido que limitou os juros a 12% ao ano escudado em razões de bases constitucional e infraconstitucional. Recurso especial e extraordinário interpostos simultaneamente. Prejudicado o extraordinário quando o fundamento legal remanesce definitivo, ante a inadmissão do apelo especial. Incidência da Súmula STF nº Precedentes das Turmas desta Corte. 3. Agravo regimental improvido. (RE AgR, Rel. Min. Ellen Gracie, DJ de ). Ademais, a apreciação de violação aos dispositivos constitucionais não prescindiria da prévia análise de normas infraconstitucionais, até mesmo porque a Carta de 1967, com a EC nº 1/69, remete à lei o trato da matéria (Decreto nº /79, Decreto-Lei nº 227/67 e Decreto-Lei nº 200/67). Assim, a ofensa ao texto constitucional somente se daria de maneira indireta ou reflexa, não autorizando a admissão do recurso extraordinário. Além disso, a questão constitucional relativa ao art. 168, 1º, da CF/67-69 apenas foi objeto de debate e decisão nos votos vencidos, os quais não se prestam para fins de prequestionamento (AI AgR, Rel. Min. 4
5 Dias Toffolli, DJe de ; AI AgR, Rel. Min. Ricardo Lewandowski, DJ de , inter plures ). Incide, no ponto, as Súmulas nºs 282 e 356 do Supremo Tribunal Federal. No que concerne ao recurso extraordinário interposto pela alínea b do art. 102, III, da CF, é preciso ressaltar não ter o acórdão recorrido declarado a inconstitucionalidade de tratado ou lei federal. Ademais, a decisão recorrida não é do Plenário do Tribunal a quo e tampouco se assenta em decisão deste que tenha declarado a inconstitucionalidade de lei federal ou de tratado, na forma do art. 97 da Constituição Federal. Por fim, o recurso extraordinário interposto pela alínea c do art. 102, III, da CF pressupõe que o acórdão recorrido tenha julgado válida lei ou ato de governo local em detrimento da Constituição Federal (AI AgR, Rel. Min. Marco Aurélio, DJ de ), o que não ocorreu na espécie. Diante do exposto, opina o Ministério Público Federal pelo não conhecimento do recurso extraordinário. Brasília, 10 de fevereiro de Rodrigo Janot Monteiro de Barros Subprocurador-Geral da República 5
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