FILOGENIA MOLECULAR DE ESPERMATÓFITAS
|
|
|
- Rui Davi Arruda das Neves
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 FILOGENIA MOLECULAR DE ESPERMATÓFITAS Até meados da década de 90, os dados morfológicos colocavam indubitavelmente as Gnetales como grupo vivo evolutivamente mais relacionado com as angiospermas. As análises moleculares, no entanto, continuavam contraditórias. Enquanto alguns estudos (e.g. Hasebe et al. 1992) apontavam as gimnospermas atuais como grupo monofilético, irmão das angiospermas, outros estudos moleculares, combinados ou não com morfologia (e.g. Doyle et al. 1996), corroboravam a relação da proximidade com as Gnetales, muitas vezes fortemente sustentada estatisticamente. O aparente consenso de que as Gnetales representavam o grupo irmão das angiospermas fez com que alguns estudos (e.g. Soltis et al. 1997) passassem a utilizá-lo como grupo externo na busca de padrões filogenéticos em angiospermas. As antófitas (clado composto pelas Gnetales e pelas angiospermas, mais Bennettitales e Pentoxylales), no entanto, pode ter sido apenas resultado do tipo de dados, de análise, ou do enraizamento que os autores assumiram como mais adequados. A maioria dos estudos morfológicos, assim como estudos moleculares utilizando parcimônia como critério na escolha entre as árvores alternativas, eram realizados pela escola americana e, geralmente, resultavam nas gimnospermas formando um grupo parafilético. Na Europa e Ásia, os estudos moleculares eram analisados principalmente através de distância e máxima verossimilhança (MV), e as árvores freqüentemente indicavam as gimnospermas como grupo monofilético, ou, pelo menos, não sustentavam as antófitas. Dessa maneira, pode ser que a diferença nos resultados tenha sido fruto de metodologias contrastantes e o aparente consenso de que a parcimônia fosse o critério mais apropriado para esse tipo de análise. A idéia de que os dados moleculares corroboravam as hipóteses morfológicas vieram principalmente de análises de rbcl. Entretanto, é fácil notar que o clado das angiospermas, das Gnetales, assim como das Antófitas, são constituídos por ramos longos (com muitas substituições; veja Chase et al. 1993). A problemática de ramos longos é que, nesses casos, homoplasias podem se tornar mais comuns do que as sinapomorfias. Ramos longos, causados por taxa evolutivas muito desiguais ou pelo longo tempo de divergência, podem então ser aproximados na análise, pois as chances de substituições paralelas passam a ser maiores do que substituições únicas em ramos curtos, levando à conhecida atração de ramos longos. Ramos longos são especialmente prováveis em irradiações rápidas e antigas, como parece ter sido o caso das espermatófitas e mais especificamente das angiospermas. Nesses casos, a parcimônia passa a ser inconsistente, ou seja, quanto mais dados se utiliza, mais suporte ela dará para uma hipótese equivocada. O enraizamento a partir de grupos muito distantes pode também ter influenciado a topologia apresentada na análise de rbcl, portanto. Em rbcl, existe uma desigualdade nas taxas evolutivas entre as três posições de um códon. A terceira posição, cuja mutação é geralmente sinônima, ou seja, não altera o aminoácido codificado e portanto não está sobre efeito de seleção restritiva, possui em rbcl uma taxa evolutivamente muito maior do que as primeiras e segundas posições. Para verificar possíveis desvios nos estudos de rbcl, Goremink et al. (1996) decidiram analisar também uma região não codificante. Essa região por não estar sobre forte restrição funcional supostamente possuiria taxas de mutação similares entre as três posições do códon. Eles usaram 43 seqüências de ITScp2 e ITScp3 (dois espaçadores intergênicos transcritos do cloroplasto) e notaram, por exemplo, que a taxa de transições era maior que a de transversões. Eles compararam as distâncias entre a região não codificante e codificante do DNAr e comprovaram que a taxa de mutação na região codificante é realmente menor do que na não codificante. Uma comparação entre a taxa de substiuições sinônimas também comprovou que, em rbcl, o número de substituições sinônimas é bem maior do que o de não sionônimas. Utilizando Neighbour-Join (NJ), um método de distância, nessa análise de ITScp, eles (Goremynkin et al. 1996) obtiveram as gimnospermas como grupo monofilético. As Gnetales saíram relacionadas com Pinus e a família que diverge inicialmente na evolução das angiospermas seria as Nymphaeales. Como o grande número de mutações sinônimas em rbcl, geralmente relacionadas a mudanças na terceira base tornaria essa posição saturada, eles incluíram apenas as primeiras e segundas bases na análise. Retirando a terceira base, eles removeram de 8-10% de posições não sinônimas e mantiveram 5% de sinônimas referentes às primeiras e segundas bases, o que ainda assim deveria ampliar a confiança dos resultados. Essa análise de rbcl não resolveu a relação entre as 60
2 Gráficos mostrando: a) relação entre transições e transversões em ITScp (não codificante); b) relação de mutações entre regiões codificantes (4,5S RNAr) e não codificantes em ITScp (cpits2 e cpits3); c) relação entre substituições sinônimas e não sinônimas em uma região codificante (rbcl). espermatófitas, possivelmente porque é também na terceira base que se concentra a maior parte da informação filogenética em rbcl (Källersjö et al. 1998, Ryding et al. 2002). A combinação das primeiras duas posições dos códons de rbcl com ITScp indicou que as angiospermas formam um grupo monofilético, assim como as gimnospermas, apesar do baixo suporte para essa hipótese. Esse trabalho serviu, então, para atentar para o fato de que os dados moleculares que sustentam a relação entre Gnetales e angiospermas são fracos. Consenso de 80% (50% para as gimnospermas, abaixo) obtido a partir de NJ (distância Kimura) de ITScp e 1º e 2º posições de rbcl. Os números abaixo indicam bootstrap (distânica de Kimura) e abaixo Jin & Ney com parâmtro gamma 2.0 (Goremink et al. 1996). No ano seguinte, Chaw et al. (1997) utilizaram 65 amostras de 18S RNAr representando todas as ordens de gimnospermas e as subclasses de angiospermas. Eles utilizaram as Licopodiaceae como grupo externo e analisaram com NJ (40% para transições e 60% para transversões), além de máxima parcimônia (MP). Nesse estudo, diferente do realizado por Soltis et al. (1997), foi dada maior atenção para resolver as relações entre as espermatófitas e não entre as angiospermas mais especificamente. No cladograma de NJ, as gimnospermas aparecem como grupo monofilético, tendo Ginkgo próximo das Cycadales e Gnetales como grupo irmão das coníferas, que aparecem como grupo monofilético fortemente sustentado. Dentre as angiospermas, as paleoervas teriam se diferenciado primeiramente, sendo Nymphaeales a ordem basal das angiospermas, seguida pelas Chloranthales e Piperales. Nessa topologia, as eudicotiledôneas não aparecem como grupo monofilético, mas também a alternativa não recebe sustentação através do bootstrap. No cladograma mais parcimonioso, apesar de pouco sustentada, as gimnospermas também aparecem como grupo monofilético, no entanto, Ginkgo teria divergido inicialmente, hipótese pouco sustentada, seguida das Cycadales. A relação entre Gnetales e as coníferas é bem sustentada. As monocotiledôneas aparecem como monofiléticas, mas não existe uma resolução confiável para a maioria dos ramos internos de angiospermas. Stephanovic et al. (1998), por outro lado, utilizando outra região do RNAr (28S), detectaram novamente as antófitas. A proporção de transições era muito mais alta que a de transverções e, podendo estar saturadas, foram desconsideradas na análise. Ou seja, a taxa muito alta de transições tornaria esse tipo de mutação pouco significativa filogeneticamente e poderia levar a resultados espúrios. Apesar das Gnetales 61
3 Um dos quatro cladogramas mais parcimoniosos obtidos a partir de 18S RNAr. As setas indicam clados não representados no consenso estrito; números acima dos ramos indicam comprimento dos ramos e abaixo o bootstrap (aqueles acima de 50% estão em negrito) 62
4 Relações filogenéticas entre os grandes grupos de espermatófitas obtidas em vários estudos a partir de dados morfológicos e moleculares (Doyle 1998). aparecerem como grupo irmão das angiospermas, a amostragem é pouco representativa e o clado pouco sustentado. Nessa época, aumentaram as análises combinadas de regiões dos três genomas em busca de uma alternativa que significasse a convergência de vários resultados. Bowe & DePamphilis (1997) utilizaram regiões do genoma do cloroplasto (rbcl), nuclear (18S) e mitocondrial (cox 1) e Samigullin et al. (1999) utilizaram o gene de cloroplasto rpoc1 (1º e 2º posições, apenas), ambos os estudos reafirmando as gimnospermas como grupo irmão das angiospermas. Ainda assim, as relações entre as plantas com semente continuaram controvertidas. Em 2000, Bowe et al. (2000) e Chaw et al. (2000) obtiveram resultados confiáveis para sustentar as gimnospermas, rejeitando as antófitas como grupo monofilético. Chaw et al. analisaram 35 seqüências do DNAr mitocondrial (mtssu) e nuclear (nussu) e do cloroplasto (rbcl), de acordo com MP e MV. A análise de mtssu indicou as gimnospermas como grupo irmão das angiospermas, as variações na topologia ficaram restritas internamente às angiospermas. As Gnetales aparecem relacionadas com Pinaceae (Ephedra e Welwitschia com ramos longos) e as coníferas formaram um grupo bifilético. As topologias obtidas com nussu através de MP e MV diferiram na posição de Ginkgo, formando um clado (MV) ou um grado (MP) com Cycadales. Nessa árvore, as Gnetales aparecem como grupo irmão das coníferas. Em rbcl, as Gnetales apareceram como grupo irmão das angiospermas quando utilizado parcimônia. Com MV, as Gnetales apareceram como grupo irmão das demais plantas com sementes, porém quando a taxa de mutação é ajustada, elas aparecem relacionadas com as Pinaceae, como nas análises com DNA mitocondrial. As transições na terceira posição apareceram saturadas quando 63
5 Cladogramas obtidos a partir da máxima verossimilhança (Chaw et al. 2000) de seqüências mitocondriais (à esquerda) e nucleares (à direita). Os números nos ramos indicam bootstrap com máxima verossimilhança (acima) e parcimonia (abaixo). Cladogramas obtidos a partir da máxima verossimilhança de seqüências de plastídeo (Chaw et al. 2000) com todas as posições, sem incluir correção (à esquerda), incluindo correção para as taxas de transição e transversão (no centro) e incluindo apenas as duas primeiras posições do codon (à direita). Os números nos ramos indicam bootstrap com máxima verossimilhança (acima) e parcimonia (abaixo). 64
6 comparadas com uma taxa corrigida de evolução. A exclusão das transições da terceira posição resulta em uma árvore semelhante à obtida através da taxa corrigida, i.e. com Gnetales aparecendo próximo de Pinaceae. Cientes da influência de ramos longos em análises envolvendo as espermatófitas, Bowe et al. (2000) reavaliaram as regiões dos genomas do cloroplasto (rbcl), nuclear (18S) e mitocondrial (cox 1), adicionando atpa (mitocondrial) na discussão. Árvores não enraizadas indicaram através do RASA (Relative apparent synapomorphy analysis) que a melhor posição para a raiz dividiria angiospermas e gimnospermas. Apesar de Ephedra apresentar ramos longos em cox 1, sua exclusão não alterou os resultados. A árvore resultante da análise combinada das quatro regiões coincidiu com os resultados de Chaw et al. (2000). As gimnospermas atuais formam um grupo monofilético, tendo as Cycadales divergido inicialmente, seguidas por Ginkgo. As Gnetales, grupo monofilético, aparecem incluídas nas coníferas, mais especificamente relacionadas com Pinaceae. Relação das espermatófitas baseada na máxima verossimilhança de seqüências de atpa e dos quatro genes representando os três genomas. Os números representam a sustentação usando máxima parcimônia e máxima verossimilhança com atpa (à esquerda) e com as quatro regiões (à direita). Note que a posição de Gnetum é fortemente sustentada como grupo irmão das Pinaceae (Chaw et al. 2000). De grupo irmão das angiospermas, as Gnetales passaram a ter posição indefinida. Elas estariam incluídas nas coníferas, como grupo irmão das Pinaceae, o que é fortemente sustentado por dados de DNA mitocondrial, por exemplo. Todavia, a posição de Gnetales passou a variar conforme a região analisada, ou mesmo parte de uma região. Por exemplo, enquanto psaa e psab (excluindo a terceira posição) sustentam a relação entre Gnetales e Pinaceae, uma análise com apenas a terceira base do códon dessas regiões, colocava as Gnetales como grupo irmão das demais espermatófitas. O tipo de análise (MP, NJ, MV) também influenciava os resultados, assim como a amostragem (veja Magallón & Sanderson et al para um resumo das análises em espermatófitas). Uma análise com oito regiões dos três genomas (Soltis et al. 2002) confirmou as Gnetales incluídas nas coníferas. Mas a posição de Ginkgo ficou incerta, aparecendo com Cycadales através de MP ou grupo irmão das coníferas, incluindo as Gnetales através de inferência bayesiana. A inclusão de Gnetales nas coníferas não está, todavia, completamente aceita e as diferenças morfológicas num primeiro momento rejeitariam essa hipótese. No entanto, se compararmos a divergência encontrada em Taxaceae, as Gnetales poderiam ser encaradas como coníferas altamente modificadas. Ainda assim, as coníferas são desprovidas de uma repetição invertida no cloroplasto, perda que parece ter sido fruto de um único evento. As Gnetales por sua vez possuem a repetição e sua inclusão em coníferas sugere que a repetição invertida tenha sido perdida duas vezes ou que uma nova repetição tenha aparecido em Gnetales (Raubenson & Jansen 1992). As duas possibilidades são pouco prováveis. Não estando as angiospermas relacionadas com as Gnetales, sua divergência com as demais plantas vivas passa a datar de ca. 320 m.a., a partir de quando se tem os primeiros registros de linhagens representando os grupos atuais de gimnospermas. A confirmação da dicotomia entre angiospermas e gimnospermas é, portanto, conflitante com a ausência de fósseis de angiospermas anteriores a 130 m.a. De acordo com esses resultados moleculares, as Gnetales formam um clado muito modificado e filogeneticamente pouco relacionado com as angiospermas, sendo as similaridades fruto de convergências. O uso das Gnetales como grupo externo exclusivo na investigação de padrões 65
7 Relações obtidas com genes mitocondriais (psba-psbb), incluindo apenas as primeira e segunda posições dos códons (à esquerda), a terceira (no centro) e as três (à esquerda) usando máxima parcimônia (Magállon & Sanderson 2002). Note que a posição de Gnetales é diretamente influenciada pela terceira posição. Utilizando apenas as primeiras posições dos códons, as Gnetales aparecem como grupo irmão de Pinaceae, enquanto com a terceira (ou as três posições), elas aparecem como grupo irmão das demais espermatófitas. A topologia da terceira posição usando máxima verossimilhança, no entanto, é semelhante àquela obtida a partir das primeiras posições apenas. Relação entre as espermatófitas obtidas com oito genes ( pb), representando os três genomas (rbcl, atpb, psaa, psbb plastídeo - cox1, 19S DNAr, atpa mitocondrial - 18S DNAr - nuclear) usando máxima parcimônia (acima) e máxima verossimilhança e inferência bayesiana (abaixo). Note que a posição de Gnetales em coníferas aparece em ambas as análises, mas a posição de Ginkgo, por exemplo, varia conforme a análise. 66
8 filogenéticos em angiospermas por causa de ramos longos pode implicar em resultados equivocados. O que existe entre as angiospermas e as demais plantas com semente é um ramo longo que dificulta estudos comparativos e talvez soluções para desvendar a origem e diversificação inicial das angiospermas devam ser encontradas nos fósseis. Leituras: Doyle, J.A Seed plant phylogeny and the relatioship of Gnetales. Int. J. Plant Sci. 157(6 Suppl.): S3-S39. (até p. 24, principalmente 3-10 e 21-24) & Donoghue, M.J. & Doyle, J.A Seed plant phylogeny: Demise of the anthophyte hypothesis? Curr. Biol. 10: OU Hansen, A. & 4 autores Gnetum and the angiosperms: molecular evidence that their shared morphological characters are convergent, rather than homologous. Mol. Biol. Evol. 16: & Soltis, D.E., Soltis, P.S. & Zanis, M Phylogeny of seed plants based on evidence from eight genes. Am. J. Bot. 89: Texto complementar: Magallón, S. & Sanderson, M Relationships among seed plants inferred from highly conserved genes: sorting conflicting phylogenetic signals among ancient lineages. Am. J. Bot. 89:
PAULO EDUARDO BRANDÃO, PhD DEPARTAMENTO DE MEDICINA VETERINÁRIA PREVENTIVA E SAÚDE ANIMAL FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA UNIVERSIDADE
CONCEITOS EM EPIDEMIOLOGIA E FILOGENIA MOLECULARES PAULO EDUARDO BRANDÃO, PhD DEPARTAMENTO DE MEDICINA VETERINÁRIA PREVENTIVA E SAÚDE ANIMAL FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA UNIVERSIDADE DE
FILOGENIA. Leva em consideração as relações de ancestralidade comum entre grupos de espécies, representando uma hipótese das relações evolutivas
FILOGENIA File ou Filon = tribo ou raça Genético = origem ou nascimento Definição: FILOGENIA Leva em consideração as relações de ancestralidade comum entre grupos de espécies, representando uma hipótese
Universidade Estadual do Rio Grande do Sul Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental Biologia Aplicada Aula 10
Universidade Estadual do Rio Grande do Sul Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental Biologia Aplicada Aula 10 Professor Antônio Ruas 1. Créditos: 60 2. Carga horária semanal: 4 3. Semestre: 1 4.
AS FLORES SÃO REALMENTE CONSERVADAS EVOLUTIVAMENTE? ESTUDOS DE HOMOPLASIA DE ÓRGÃOS REPRODUTIVOS E VEGETATIVOS EM ANGIOSPERMAS
AS FLORES SÃO REALMENTE CONSERVADAS EVOLUTIVAMENTE? ESTUDOS DE HOMOPLASIA DE ÓRGÃOS REPRODUTIVOS E VEGETATIVOS EM ANGIOSPERMAS Janaina Liz Araujo Decarli 1 ; Débora Clivati 2 ; Pedro Luiz Frare Júnior
INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS - DEPARTAMENTO DE BOTÂNICA - USP BIB 311 Sistemática e evolução de Espermatófitas
INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS - DEPARTAMENTO DE BOTÂNICA - USP BIB 311 Sistemática e evolução de Espermatófitas - 2016 Guia Prático 3 - GIMNOSPERMAS : PINOPHYTA E GNETOPHYTA FILOGENIA DAS ESPERMATÓFITAS I.
Aula prática 11 - Grandes grupos de Plantas Floríferas (ANGIOSPERMAS) e suas relações filogenéticas
Aula prática 11 - Grandes grupos de Plantas Floríferas (ANGIOSPERMAS) e suas relações filogenéticas - 2017 Objetivos: Conhecer aspectos da diversidade morfológica dos grandes clados de angiospermas (magnoliídeas,
Inferências evolutivas através de árvores
Universidade Federal do Paraná Departamento de Genética Setor Ciências Biológicas Inferências evolutivas através de árvores [email protected] / [email protected] Prof. Dr. Daniel Pacheco
Texto Base: Aula 10 Sistemática Filogenética
Texto Base: Aula 10 Sistemática Filogenética Sônia Lopes Escolas de classificação baseadas em princípios evolutivos Há duas escolas principais que se pautam no princípio evolutivo central de descendência
Contexto e histórico. Árvores filogenéticas. Leitura de Cladograma. Construção de cladograma
Contexto e histórico Árvores filogenéticas Leitura de Cladograma Construção de cladograma Classificação biológica A taxonomia diz respeito às regras de nomenclatura, tais como: dar nomes às espécies, gêneros
Árvores Filogenéticas. Cladogramas 06/06/2012. Nomenclaturas
Cladogramas Cladogramas - relações filogenéticas apenas entre os táxons terminais evidenciadas por sinapomorfias (as conexões são artifícios gráficos indicando uma história comum). Nunca inclui indicação
PRIMEIRAS ANGIOSPERMAS
PRIMEIRAS ANGIOSPERMAS Até o início da década de 90, os resultados moleculares não eram considerados tão relevantes. Questões metodológicas, pequena amostragem e resultados contraditórios colocavam em
Biotecnologia Bioinformática IMS029 ROTEIRO DE AULA PRÁTICA CONSTRUÇÃO DE ÁRVORES FILOGENÉTICA
Biotecnologia Bioinformática IMS029 ROTEIRO DE AULA PRÁTICA CONSTRUÇÃO DE ÁRVORES FILOGENÉTICA Introdução Vamos usar métodos para reconstrução de árvores filogenéticas e de similaridade. Usaremos o programa
GIMNOSPERMAS Auge durante o baixo e médio Mesozóico (Triássico e Jurássico 145 a 251 milhões de anos); Atualmente representadas por 820 espécies viven
GIMNOSPERMAS GIMNOSPERMAS Auge durante o baixo e médio Mesozóico (Triássico e Jurássico 145 a 251 milhões de anos); Atualmente representadas por 820 espécies viventes, em cerca de 80 gêneros. GIMNOSPERMAS
Prof. Dr. João Carlos Nordi
Prof. Dr. João Carlos Nordi Sistemas filogenéticos Base de dados Diferenças entre APG e APGII Alguns conceitos em sistemática tica filogenética Sinapomorfias das angiospermas Alguns tipos de abertura do
SISTEMÁTICA - FILOGENIAS LISTA I 10 QUESTÕES PROFESSOR: CHARLES REIS CURSO EXPOENTE
SISTEMÁTICA - FILOGENIAS LISTA I 10 QUESTÕES PROFESSOR: CHARLES REIS CURSO EXPOENTE 1. (Unicamp/2017) O cladograma abaixo representa relações evolutivas entre membros da Superfamília Hominoidea, onde se
SISTEMÁTICA FILOGENÉTICA. Aula 6: inferência filogenética Parcimônia
SISTEMÁTICA FILOGENÉTICA Aula 6: inferência filogenética Parcimônia Inferência Qual árvore é a que melhor representa a relação evolutiva entre as espécies? 2 Inferência Um exemplo em Carnivora > Dentição,
Disciplina: Específica
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Concurso Público para provimento de vagas de cargos Técnico-Administrativos Edital nº 293/2016 Resultado do julgamento dos recursos interpostos contra as questões
Princípios de Sistemática Molecular
! Ciências teóricas e sistemática biológica "! DNA, genes, código genético e mutação! Alinhamento de seqüências! Mudanças evolutivas em seqüências de nucleotídeos! Otimização em espaços contínuos e discretos!
Departamento de Biodiversidade Evolução e Meio Ambiente Universidade Federal de Ouro Preto
Departamento de Biodiversidade Evolução e Meio Ambiente Universidade Federal de Ouro Preto Prof. Dr. Roberth Fagundes [email protected] FILOGENIA EVOLUÇÃO Evolução: mudança na variabilidade biológica
DEFINIÇÕES EM EPIDEMIOLOGIA MOLECULAR E CONCEITOS BÁSICOS EM BIOLOGIA MOLECULAR
DEFINIÇÕES EM E DEFINIÇÕES EM E CONCEITOS BÁSICOS EM BIOLOGIA PARA QUE SERVE ESTA AULA 1. DEFINIÇÕES EM CONCEITUAÇÃO DE DIFERENCIAÇÃO ENTRE, TAXONOMIA E FILOGENIA 2. CONCEITOS EM BIOLOGIA APRESENTAR (REVER)
7ª Aula Prática. Filogenia Molecular
7ª Aula Prática Filogenia Molecular A ordem das aves que não voam, Struthioniformes (ratitas), é formada atualmente por 5 gêneros viventes que se dividem entre as emas distribuídas pela América do Sul,
Teoria e Prática de Sistemática Filogenética
Disciplina BOT-99 PPG-BOT-INPA Teoria e Prática de Sistemática Filogenética Alberto Vicentini [email protected] Mário Henrique Terra Araujo [email protected] Programa de Pós-Graduação em
USP - INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS - DEPARTAMENTO DE BOTÂNICA. BIB 311 Sistemática e evolução das Espermatófitas
USP - INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS - DEPARTAMENTO DE BOTÂNICA BIB 311 Sistemática e evolução das Espermatófitas - 2015 Aula Prática 2 - GIMNOSPERMAS : CYCADOPHYTA e GINKGOPHYTA 1. Analise e faça desenhos esquemáticos
Árvores Filogenéticas
Árvores Filogenéticas 1 Introdução todos os fundamentos da biologia moderna estão associados à teoria da evolução de Darwin. de aspectos de anatomia, passando por comportamento e chegando à genética, toda
Ecologia e Modelagem Ambiental para a conservação da Biodiversidade
Ecologia e Modelagem Ambiental para a conservação da Biodiversidade SISTEMÁTICA FILOGENÉTICA, BOTÂNICA E CONSERVAÇÃO 1. NOÇÕES BÁSICAS DE SISTEMÁTICA FILOGENÉTICA 2. Índice de Diversidade Filogenética
Sistemática e biogeografia
Sistemática e biogeografia Prof. Dr. Fernando Santiago dos Santos [email protected] www.fernandosantiago.com.br (13) 8822-5365 Aula 5 Análise de matrizes de dados e construção de cladogramas O cladograma
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - IB - Departamento de Botânica BIB DIVERSIDADE E EVOLUÇÃO DOS ORGANISMOS FOTOSSINTETIZANTES GABARITO
Rhyniohyta* Psilophyton* Selaginellaceae Lepidodendrales* Isoetaceae Lycopodiaceae Equisetales Calamites* Marattiales Polypodiales Ophioglossales Psilotales Plantas com lenho e sementes UNIVERSIDADE DE
Revelando os Processos de Diversificação Cariotípica em Primatas Neotropicais por FISH
Revelando os Processos de Diversificação Cariotípica em Primatas Neotropicais por FISH Edivaldo Herculano C. de Oliveira Instituto Evandro Chagas Universidade Federal do Pará REVELANDO OS PROCESSOS DE
Departamento de Biodiversidade Evolução e Meio Ambiente Universidade Federal de Ouro Preto
Departamento de Biodiversidade Evolução e Meio Ambiente Universidade Federal de Ouro Preto Prof. Dr. Roberth Fagundes [email protected] cladograma Como descobrir a filogenia de uma grupo? relações
SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS: FILOGENIA ANIMAL
SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS: FILOGENIA ANIMAL COMPOSIÇÃO DE 3 AULAS COM DURAÇÃO DE 2 HORAS (CADA) Curso Superior de Biologia, 1º semestre Cecili Mendes 1, Gabrielle Rizatto 1, Daniele dos Santos Scarcella 2.
Evolução Molecular. "Nothing in Biology Makes Sense Except in the Light of Evolution. Theodosius Dobzhansky
"Nothing in Biology Makes Sense Except in the Light of Evolution Theodosius Dobzhansky Evolução Evolução Evolução Genótipo + Ambiente = Fenótipo Parental F1 F2 Evolução Evolução = mudança (características
As plantas com sementes Parte I: Gimnospermas. SLC0622 Biologia III
As plantas com sementes Parte I: Gimnospermas SLC0622 Biologia III 2017 (gr. phanerós, aparente, visível; gamos, casamento) Apareceram há pelo menos 365 milhões de anos Fanerógama vegetal com flor órgãos
Noções básicas de sistemática e nomenclatura Botânica
Disciplina: BI62A - Biologia 2 CAMPUS LONDRINA Curso de Graduação em Engenharia Ambiental Noções básicas de sistemática e nomenclatura Botânica Profa. Dra. Patrícia C. Lobo Faria http://paginapessoal.utfpr.edu.br/patricialobo
Filogeografia e Demografia
Aula 10 Filogeografia e Demografia (princípios e ferramentas estatísticas) Filogeografia O que é? Ferramentas Aplicações Filogeografia: O que é? O campo da ciência que estuda os princípios e processos
Multicelulares Eucariontes Autótrofos
Prof. Anderson Reino Plantae é composto por organismos: Multicelulares Eucariontes Autótrofos Existem mais de 400.000 espécies conhecidas. Reino Plantae Criptógamas (possuem espóros) Fanerógamas (possuem
Alinhamento local- Utilização do BLAST
Alinhamento local- Utilização do BLAST BLAST Tipos de BLAST (blastn) Compara nucleotídeos (blastp) Compara proteínas Utiliza nucleotídeo como query, este é traduzido nos seus 6 quadros de leitura e é comparado
FILOGENIA MOLECULAR DE ESPÉCIES DO GÊNERO Chrysoperla (NEUROPTERA, CHRYSOPIDAE), UTILIZANDO OS GENES MITOCONDRIAIS COI E 16S rdna
FILOGENIA MOLECULAR DE ESPÉCIES DO GÊNERO Chrysoperla (NEUROPTERA, CHRYSOPIDAE), UTILIZANDO OS GENES MITOCONDRIAIS COI E 16S rdna MOLECULAR PHYLOGENY OF SPECIES OF THE GENUS Chrysoperla (NEUROPTERA, CHRYSOPIDAE)
alinhamento global-alinhamento múltiplo de seqüências
alinhamento global-alinhamento múltiplo de seqüências Alinhamento múltiplos de seqüências Qual a importância de se realizar alinhamentos múltiplos em oposição a alinhamentos em pares? Alinhamento múltiplos
Disciplina Evolução Módulo II. Prof. Carolina Voloch. Filogenia
Disciplina Evolução Módulo II Prof. arolina Voloch Filogenia A sistemática é a ciência que une a taxonomia, ou seja, a ciência da classificação dos organismos, com a filogenia, a ciência que traça a história
Valéria da Cunha Tavares, Ph.D. Departamento de Zoologia Universidade Federal de Minas Gerais
Complexos de dados e de ferramentas para descrever a diversidade de morcegos neotropicais Valéria da Cunha Tavares, Ph.D. Departamento de Zoologia Universidade Federal de Minas Gerais Para compreensão
FILOGENIA MOLECULAR FILOGENIA FILOGENIA. Os organismos possuem padrões. E as moléculas também
SUMÁRIO FILOGENIA MOLECULAR Daniel Macedo de Melo Jorge [email protected] Filogenia Conceitos Alinhamentos Análises e Métodos Principais programas Aplicações: Sistemática Molecular Estudo de
Nada em Biologia faz sentido senão à luz da evolução.
Marcos T. Geraldo ADAPTABILIDADE Nada em Biologia faz sentido senão à luz da evolução. Theodosius Dobzhansky (1973) 1 Processo de evolução em moléculas de DNA, RNA e proteínas Reconstrução das relações
NOÇÕES BÁSICAS DE SISTEMÁTICA FILOGENÉTICA. Licenciatura em Ciências USP/ Univesp. Sônia Godoy Bueno Carvalho Lopes Fanly Fungyi Chow Ho
NOÇÕES BÁSICAS DE 4 SISTEMÁTICA FILOGENÉTICA TÓPICO Sônia Godoy Bueno Carvalho Lopes Fanly Fungyi Chow Ho 4.1 Introdução 4.2 Escolas de classificação baseadas em princípios evolutivos 4.3 O método filogenético
Gimnospermas. Características
Gimnospermas Gimnospermas Características Foram, provavelmente as primeira plantas a terem sementes. Reprodução não depende mais diretamente da água. O embrião se desenvolve dentro de uma estrutura protetora.
BIB 124 Diversidade e evolução dos organismos fotossintetizantes IBUSP
E4 - Exercício sobre FILOGENIA de EUFILÓFITAS (EXTRA-CLASSE) - 2016 Elaborado por J.R. Pirani 1. Analise o cladograma apresentado abaixo, atentando principalmente para as hipóteses de relações entre grupos
Descreve a história da vida na Terra Investiga os processos responsáveis por essa história
Aula 1 Evolução Biologia Evolutiva x Evolução Biológica O termo Evolução biológica refere-se ao processo de modificação e surgimento das espécies na Terra Biologia Evolutiva refere-se à disciplina que
Diversidade relativa dos grandes grupos de traqueófitas ao longo do tempo geológico. Departamento de Botânica / IBUSP
Diversidade relativa dos grandes grupos de traqueófitas ao longo do tempo geológico Bresinsky et al. 2012 Irradiação das angiospermas após evolução de maior capacidade fotossintética Crisp & Cook 2012
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GENÉTICA E BIODIVERSIDADE UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE BIOLOGIA PROCESSO SELETIVO 2012.
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GENÉTICA E BIODIVERSIDADE UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE BIOLOGIA PROCESSO SELETIVO 2012.1 PPG GenBio Programa de Pós P s Graduação em Genética e Biodiversidade
Biogeografia e métodos filogenéticos
Biogeografia e métodos filogenéticos Biogeografia Estudo dos padrões de distribuição e dos processos que originaram esses padrões Estudo dos padrões de diversidade (como eles surgem e são mantidos) Hawkins
Análise Filogenética
Análise Filogenética Filogenia v v Conceito: É um ramo da Biologia o qual visa estudar as relações evolutivas entre os diferentes grupos de indivíduos existentes na terra (extintas ou não). Ancestral comum
Teoria e Prática de Sistemática Filogenética
Disciplina BOT-99 PPG-BOT-INPA Teoria e Prática de Sistemática Filogenética Alberto Vicentini [email protected] Mário Henrique Terra Araujo [email protected] Programa de Pós-Graduação em
Conceito: qualquer modificação súbita e hereditária no conjunto gênico de um organismo, que não é explicada pela recombinação da variabilidade
MUTAÇÃO Conceito: qualquer modificação súbita e hereditária no conjunto gênico de um organismo, que não é explicada pela recombinação da variabilidade genética pré-existente. Organismo mutante: é aquele
Alinhamento de seqüências
Alinhamento de seqüências Qual a importância do alinhamento de seqüências Permite estabelecer identidades entre sequências Permite a dedução de função de proteínas baseado em similaridade Permite a definição
Loconte & Stevenson 1990
SPERMATOPHYTA GIMNOSPERMAS CYCADOPHYTA GINKGOPHYTA PINOPHYTA GNETOPHYTA ANGIOSPERMAS Loconte & Stevenson 1990 CLADOSPERMAE MESOSPERMAE CYCADOPHYTA GINKGOPHYTA PINOPHYTA GNETOPHYTA ANGIOSPERMAS Loconte
GABARITO - E4 - Exercício sobre FILOGENIA de EUFILÓFITAS (EXTRA-CLASSE) Elaborado por J.R. Pirani
GABARITO - E4 - Exercício sobre FILOGENIA de EUFILÓFITAS (EXTRA-CLASSE) - 2013 Elaborado por J.R. Pirani 1. Analise o cladograma apresentado abaixo, atentando principalmente para as hipóteses de relações
APG-III S rdna rbcl atpb atp1 matr genes de 45 táxons
APG-III 2009 18S rdna rbcl atpb atp1 matr + 61 genes de 45 táxons Amborellales Nymphaeales Austrobaileyales Chloranthales Magnoliídeas APG-III 2009 Monocotiledôneas Ceratophyllales Eudicotiledôneas www.mobot.org/mobot/research/apweb
18/09/2009. Os animais diferem uns dos outros em seus modos de subsistência, em suas ações, em seus hábitos e em suas partes (Aristóteles)
Os animais diferem uns dos outros em seus modos de subsistência, em suas ações, em seus hábitos e em suas partes (Aristóteles) 1 Homologia Relação entre estruturas em indivíduos ou espécies distintos,
GIMNOSPERMAS. Do grego gimno = desnudo. sperma = semente
GIMNOSPERMAS GIMNOSPERMAS Do grego gimno = desnudo sperma = semente Gimnospermas: possuem sementes, mas não formam frutos. Suas sementes são chamadas nuas, pois não estão abrigadas no interior de frutos
Prof. Marcelo Langer. Curso de Biologia. Aula 26 Genética
Prof. Marcelo Langer Curso de Biologia Aula 26 Genética MATERIAL GENÉTICO A primeira atividade é a de orientação do DNA para formar a proteína, que será responsável pela característica genética. DNA é
RESUMOS ELABORADOS PELOS ALUNOS DO. Tema Paleontologia
RESUMOS ELABORADOS PELOS ALUNOS DO Conceitos mais importantes: Tema Paleontologia Paleontologia: é uma das ciências que estuda a evolução da vida na Terra ao longo do tempo geológico; Fóssil: são restos
Disciplina: BI62A - Biologia 2. Profa. Patrícia C. Lobo Faria.
Curso de Graduação em Engenharia Ambiental Disciplina: BI62A - Biologia 2 Profa. Patrícia C. Lobo Faria http://paginapessoal.utfpr.edu.br/patricialobo ESPERMATÓFITAS SEMENTES ESTRÓBILOS (cones) FRUTOS
Introdução Seres Vivos
A diversidade de seres vivos variou ao longo do tempo geológico em nosso planeta. Algumas linhas de pensamento acreditam que os seres vivos são imutáveis (fixismo), mas desde Darwin acredita-se que ocorrem
Professora Leonilda Brandão da Silva
COLÉGIO ESTADUAL HELENA KOLODY E.M.P. TERRA BOA - PARANÁ Professora Leonilda Brandão da Silva E-mail: [email protected] http://professoraleonilda.wordpress.com/ CAPÍTULO 12 p. 178 EVIDÊNCIAS
Disciplina: BI62A - Biologia 2. Profa. Patrícia C. Lobo Faria.
Curso de Graduação em Engenharia Ambiental Disciplina: BI62A - Biologia 2 Profa. Patrícia C. Lobo Faria http://paginapessoal.utfpr.edu.br/patricialobo ESPERMATÓFITAS SEMENTES ESTRÓBILOS (cones) FRUTOS
Disciplina de Modelos Lineares Professora Ariane Ferreira
Disciplina de Modelos Lineares 2012-2 Regressão Logística Professora Ariane Ferreira O modelo de regressão logístico é semelhante ao modelo de regressão linear. No entanto, no modelo logístico a variável
Apresentação. Introdução. Importância 18/05/2014 AULA 4 SISTEMÁTICA DAS GIMNOSPERMAE. Anna Frida Hatsue Modro REINO VEGETAL
AULA 4 SISTEMÁTICA DAS GIMNOSPERMAE Apresentação Introdução Classes das Gimnospermas Chlamydospermae Taxopsida Cycadopsida Coniferopsida Anna Frida Hatsue Modro Introdução Um grupo que teve seu apogeu
Diversidade Biológica e Filogenia
Noções básicas de sistemática filogenética4 Sônia Godoy Bueno Carvalho Lopes Fanly Fungyi Chow Ho Daniel Lahr Paula Turrini 4.1 Introdução 4.2 Escolas de classificação baseadas em princípios evolutivos
Questão 01 A figura abaixo ilustra uma célula eucariota. Analise-a e responda:
BIOLOGIA (Cada questão desta prova vale até cinco pontos) Questão 01 A figura abaixo ilustra uma célula eucariota. Analise-a e responda: 2 1 a) A estrutura indicada em 1 é formada por microtúbulos, constituintes
Genes e Genomas Eucariotos
Universidade Federal de Pelotas CDTec - Graduação em Biotecnologia Disciplina de Biologia Molecular Genes e Genomas Eucariotos Priscila M. M. de Leon Dra., Médica Veterinária Profa, PNDP Biotecnologia/UFPel
Disciplina: BI62A - Biologia 2. Profa. Patrícia C. Lobo Faria.
Curso de Graduação em Engenharia Ambiental Disciplina: BI62A - Biologia 2 Profa. Patrícia C. Lobo Faria http://paginapessoal.utfpr.edu.br/patricialobo ESPERMATÓFITAS SEMENTES ESTRÓBILOS (cones) FRUTOS
Relembrando e Reconhecendo os Principais Grupos de Plantas
Relembrando e Reconhecendo os Principais Grupos de Plantas Universidade Cruzeiro do Sul www.cruzeirodosul.edu.br Unidade - Relembrando e reconhecendo os principais grupos de plantas MATERIAL TEÓRICO Responsável
Bioinformática. João Varela Aula T7
Bioinformática C U R S O S E M B I O L O G I A, B I O Q U Í M I C A, B I O T E C N O L O G I A, C I Ê N C I A S B I O M É D I C A S E E N G E N H A R I A B I O L Ó G I C A João Varela [email protected] Aula
I Parte. Construção de cladogramas
I Parte onstrução de cladogramas carácter apomorfismos () Um exemplo Ingroup de OTUs ( ) e OTUs () () uma topologia () nenhum s homoplasias não representam a ascendência comum, e contrariam o postulado
Gimnospermas. Prof. Fernando Belan - Biologia Mais
Gimnospermas Prof. Fernando Belan - Biologia Mais Gimnospermas Independência de água na reprodução: Formação do tubo polínico (sifonogamia). Grão de imaturo. pólen: Gametófto masculino Tubo polínico: Gametófto
Aula prática 10 Diversidade das Gimnospermas
Note as folhas reduzidas e esclerificadas, tipo foliar predominante nas coníferas. Também é possível observar microstróbilos e megastróbilos na mesma planta, ou seja, é uma planta monoica. Coníferas podem
Número de genes versus número de proteínas em eucariotos
Número de genes versus número de proteínas em eucariotos Bioquímica II SQM0416 Júlia Assirati Tomie Kuriyama Victória Montenegro de Campos Resumo Introdução Características do genoma humano Como foram
DEPARTAMENTO DE ZOOLOGIA - INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS / USP PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS (ZOOLOGIA) PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
INSTRUÇÕES LEIA COM ATENÇÃO - Use apenas seu código numérico para se identificar na prova, escrevendo-o em todas as folhas de respostas. Não use seu nome ou qualquer outra forma de identificação nas provas,
Universidade Estadual de Maringá - UEM
Universidade Estadual de Maringá - UEM Disciplina: Biologia Molecular 6855 T1 e T2 Ciências Biológicas DNA forense Profa. Dra. Maria Aparecida Fernandez TIPAGEM MOLECULAR Somos parecidos no entanto com
