Árvores Filogenéticas

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Árvores Filogenéticas"

Transcrição

1 Árvores Filogenéticas 1 Introdução todos os fundamentos da biologia moderna estão associados à teoria da evolução de Darwin. de aspectos de anatomia, passando por comportamento e chegando à genética, toda a metodologia de análise requer uma apreciação das mudanças nos organismos com o tempo. é impossível analisar as relações entre seqüências de genes sem considerar, direta ou indiretamente, o modo como estas seqüências sofreram modificações ao longo do tempo. Tópico 6: Árvores Filogenéticas 1 2 Taxonomia a disponibilidade de seqüências de atributos, que descrevem parte das (não confunda com todas as!) características de organismos, nos remetem às seguintes questões: os atributos correspondentes estão devidamente alinhados (sequence alignment)? uma vez alinhadas, como estas seqüências estão relacionadas? e de um modo geral, uma vez alinhadas, como os organismos dos quais estas seqüências foram obtidas estão relacionados? o estudo dos relacionamentos entre grupos de organismos é chamada taxonomia (ou taxinomia), a qual representa um dos ramos mais antigos da biologia clássica. em outras palavras, a taxonomia envolve a classificação de objetos em grupos, é uma atividade que sempre foi exercida pelos homens de todos os tempos e foi estabelecida como um ramo científico por Carolus Linnaeus ( ). Tópico 6: Árvores Filogenéticas 2

2 Tópico 6: Árvores Filogenéticas 3 a filogenia ou história evolutiva das espécies está fundamentada em um conceito da teoria da evolução que afirma que grupos com organismos que apresentam atributos similares descendem de um ancestral comum. a sistemática filogenética é, portanto, um método de classificação taxonômica baseado na história evolutiva, tendo sido desenvolvida em 1950 por um entomologista alemão chamado Willi Hennig. as relações evolutivas são representadas na forma de árvores filogenéticas, que descrevem os relacionamentos entre as seqüências. 2.1 Metodologias para reconstrução de árvores filogenéticas há duas metodologias distintas para se obter uma árvore filogenética: métodos fenéticos ou não-baseados em modelo evolutivo: são aqueles que consideram o estado corrente das seqüências de atributos, não importando a Tópico 6: Árvores Filogenéticas 4

3 história evolutiva, ou seja, a dinâmica dos passos intermediários. A árvore que melhor explica os relacionamentos entre as seqüências de atributos é denominada fenograma. métodos cladísticos ou baseados em modelo evolutivo: são aqueles que consideram as possibilidades de resultado de um processo evolutivo, importando a dinâmica dos passos intermediários, e adotam a árvore que melhor explica os relacionamentos entre as seqüências de atributos resultantes, sempre com base em uma hipótese evolutiva. Esta hipótese evolutiva pode estar baseada em algum modelo evolutivo ou em algum critério de otimalidade. A árvore que melhor explica os relacionamentos entre as seqüências de atributos é denominada cladograma. Na árvore adotada, o comprimento dos ramos pode ser informativo (quando a hipótese está baseada em um modelo evolutivo), resultando em um filograma. Tópico 6: Árvores Filogenéticas 5 procarioto 1 procarioto 2 procarioto 3 eucarioto 1 CLADOGRAMA eucarioto 2 eucarioto 3 procarioto 1 procarioto 2 procarioto 3 FILOGRAMA eucarioto 1 eucarioto 2 eucarioto 3 Tópico 6: Árvores Filogenéticas 6

4 algoritmos computacionais baseados na metodologia fenética empregam cálculo de distância para reconstruir as árvores a partir de uma seqüência de atributos. São, portanto, enormementente influenciados pelo papel de cada atributo da seqüência. adotar o mesmo papel para cada atributo é um procedimento altamente questionável, mas muito utilizado. Ele se justifica na ausência de informação para se tomar outras atitudes. os algoritmos baseados na metodologia fenética conduzem a técnicas computacionais extremamente eficientes e com propriedades estatísticas desejáveis. a metodologia fenética supera a metodologia cladística quando os atributos presentes das seqüências são extremamente objetivos. no entanto, na presença de atributos menos objetivos, como aqueles que envolvem aspectos de morfologia, e na existência de múltiplos objetivos a serem satisfeitos, a metodologia cladística é seguramente superior. Tópico 6: Árvores Filogenéticas 7 a que corresponde cada atributo da seqüência? tamanho e forma de estruturas visíveis; presença ou ausência de alguns fatores; tipos de comportamento frente a diversas situações; seqüências de DNA; dados de expressão gênica; alguma combinação dos atributos acima; etc. estes atributos podem, portanto, assumir valores discretos ou contínuos, havendo medidas de similaridade específicas para cada caso. por exemplo, em uma seqüência de DNA, existem 4 valores possíveis para cada atributo, cada um correspondendo a um nucleotídeo. Tópico 6: Árvores Filogenéticas 8

5 2.2 DNA como unidade básica da taxonomia vantagens associadas ao uso de DNA como unidade taxonômica: o estado de cada atributo pode ser definido de forma não-ambígua; um número elevado de atributos pode ser obtido; é possível caracterizar a divergência entre seqüências não apenas em termos de distância, mas também levando-se em conta a natureza da divergência: substituição de nucleotídeos, inserções/deleções ou rearranjo de genoma. desvantagens associadas ao uso de DNA como unidade taxonômica: A B C D necessidade de aplicação de técnicas de alinhamento de seqüências; dificuldade de atribuir funcionalidade (grau de importância) a cada atributo. aat tcg ctt cta gga atc tgc cta atc ctg.....a..g..c.t t a.....a..c..c.....t t.a.....a..a..g..g..t... t.t..t t.. Tópico 6: Árvores Filogenéticas 9 supondo a capacidade de atribuir funcionalidade às seqüências, por exemplo, delimitando genes, há um entendimento intuitivo de que organismos evolutivamente mais próximos devem apresentar seqüências mais similares, enquanto que indivíduos evolutivamente mais distantes devem apresentar seqüências mais dissimilares. dado um conjunto de seqüências de bases, ou melhor ainda, um conjunto de seqüências de genes, é possível reconstruir um relacionamento evolutivo entre estas seqüências, ou genes. é possível estender esta hipótese aos organismos de onde os atributos foram extraídos? nem sempre, pois os genes não necessariamente tiveram a mesma história evolutiva que aquela apresentada pela espécie em que ele está contido. a probabilidade de se estimar uma topologia equivocada para a árvore é diretamente proporcional à correlação entre as seqüências de atributos. Tópico 6: Árvores Filogenéticas 10

6 Tópico 6: Árvores Filogenéticas A validade científica e a correção de uma árvore a aplicação de pacotes de software distintos a um conjunto de seqüência de atributos é muito provável que produza respostas distintas. alterações mínimas nos dados podem também conduzir a mudanças significativas nos resultados. supondo que os dados são confiáveis, que um algoritmo adequado foi escolhido e nenhuma outra hipótese foi violada, é possível determinar a árvore correta e demonstrar sua validade científica? a resposta é negativa, pois nenhuma resposta será suficientemente conclusiva. a taxonomia está constantemente em revisão, conforme novos dados são obtidos e ferramentas de análise mais poderosas são empregadas. Tópico 6: Árvores Filogenéticas 12

7 3 A explosão combinatória de possibilidades quantidade de árvores distintas para o caso de 3 seqüências de atributos: Tópico 6: Árvores Filogenéticas 13 quantidade de árvores distintas para o caso de 4 seqüências de atributos: Tópico 6: Árvores Filogenéticas 14

8 5 seqüências: 105 árvores candidatas 15 seqüências: árvores candidatas 20 seqüências: árvores candidatas n seqüências: ( 2n 3! ) 2 n 2 ( n 2)! a situação melhora quando se toma árvores sem raiz: ( ) 2n 5! n 3 2 ( n 3)! encontrar a melhor árvore é um problema NP-hard (DAY, 1987) 3.1 Demonstração para duas folhas (n = 2) existe apenas uma topologia possível: Tópico 6: Árvores Filogenéticas 15 a 3 a folha, ao ser inserida, pode se combinar com os outros nós de três formas diferentes: a 4 a folha, ao ser inserida, pode se combinar com os outros nós de cinco formas diferentes, e assim sucessivamente, até a enésima folha, que poderá se combinar com os demais nós de 2n 3 maneiras diferentes. Assim, a fórmula para n folhas fica: ( 2n 3) = ( 2i 3) multiplicando o numerador e o denominador da última expressão por: n i= 2 resulta n 1 i= 2 ( 2i 2) = ( 2( n 2) 2) ( 2( n 1) 2) Tópico 6: Árvores Filogenéticas 16

9 ( 2n 6) ( 2n 5) ( 2n 4) ( 2n 3) 6... ( 2n 6) ( 2n 4) dividindo todos os n 2 fatores no denominador por 2, o número de árvores pode finalmente ser apresentado na forma: ( 2n 3! ) n 2 2 ( n 2)! 4 Formalização do conceito de árvore 4.1 Representação de uma árvore com raiz uma árvore com raiz T pode ser representada por um par ordenado T = (N, f), onde: ¾ N é um conjunto de nós da árvore, sendo um deles o nó-raiz; ¾ f é uma função que associa a cada nó i N, com exceção do nó raiz, um único nó f(i), denominado antecessor imediato ou pai de i. Cada associação de Tópico 6: Árvores Filogenéticas 17 antecedência imediata entre dois nós, realizada pela função f, representa um arco da árvore; ¾ dado que um caminho (percurso pela árvore) é uma seqüência sem repetição de arcos em que o segundo nó de cada arco coincide com o primeiro nó do arco seguinte, então, para quaisquer pares de nós, existe um caminho único que leva de um destes nós ao outro. dada a árvore da figura 1, então temos: ¾ N = {A, B, C, D, E, F, G}, sendo D o nó raiz; ¾ f(a) = B; f(c) = B; f(b) = D; f(f) = E; f(g) = E; f(e) = D. f(d) não está definido, pois o nó-raiz não apresenta antecessor imediato; não é possível afirmar que f(a) = D, pois embora D seja antecessor de A, D não é antecessor imediato de A, papel que cabe ao nó B. No entanto, f(f(a)) = D; dado que um antecessor imediato é também denominado de nó-pai, todos os nós que são antecedidos por ele são denominados nós-filhos. Tópico 6: Árvores Filogenéticas 18

10 D B E A C F G Figura 1: Exemplo que árvore, sendo D o nó raiz nós-filhos que têm o mesmo nó-pai são denominados de nós-irmãos, sendo que o número de nós-irmãos associados a um dado nó-pai é denominado grau do nó-pai. os nós ligados à raiz por arcos formam sub-árvores, que têm estes nós (no caso da figura 1, são B e E) como sub-raízes. Tomando cada sub-árvore como uma nova árvore, esta também pode ser sub-dividida adotando-se o mesmo procedimento. um nó de grau zero é chamado folha ou nó terminal; Tópico 6: Árvores Filogenéticas 19 o nível de um nó é dado pela sua distância até a raiz, ou seja, pelo número de arcos que devem ser percorridos. O nível pode ser dado também pelo número de aplicações recursivas da função f. Tomando o exemplo da figura 1, dado que f(f(a)) = D, então o nó A é dito ter nível 2; a altura de uma árvore é dada pelo nível máximo das folhas daquela árvore; quando o grau de qualquer nó que não seja nó terminal é definido como sendo igual a k, então a árvore é chamada de árvore k-ária. dentre as árvores ordenadas de grau limitado destaca-se a árvore binária, onde cada nó não-terminal tem dois nós-filhos. Neste caso, dizemos que um filho corresponde à sub-árvore da direita e o outro à sub-árvore da esquerda; a caminhada por uma árvore binária é a principal operação básica. Através dela pode-se percorrer todos os nós seqüencialmente e ter acesso a um nó específico. Três formas de caminhada freqüentemente utilizadas são: Tópico 6: Árvores Filogenéticas 20

11 caminho pré-fixado: raiz sub-árvore da esquerda sub-árvore da direita. O caminho pré-fixado na árvore da figura 1 produz a seqüência D, B, A, C, E, F, G; caminho central: sub-árvore da esquerda raiz sub-árvore da direita. O caminho central na árvore da figura 1 produz a seqüência A, B, C, D, F, E, G; caminho pós-fixado: sub-árvore da esquerda sub-árvore da direita raiz. O caminho pós-fixado na árvore da figura 1 produz a seqüência A, C, B, F, G, E, D. 5 Referências bibliográficas BROWN, S.M. Molecular Phylogenetics: Computing Evolution, New York University, School of Medicine, Notas de Aula. DAY, W.H.E. Computational complexity of inferring phylogenies from dissimilarity matrices, Bull. Math. Biol, 49: , PRADO, O.G. Computação Evolutiva Empregada na Reconstrução de Árvores Filogenéticas, Dissertação de Mestrado, Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC/Unicamp), Dezembro de Tópico 6: Árvores Filogenéticas 21

PAULO EDUARDO BRANDÃO, PhD DEPARTAMENTO DE MEDICINA VETERINÁRIA PREVENTIVA E SAÚDE ANIMAL FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA UNIVERSIDADE

PAULO EDUARDO BRANDÃO, PhD DEPARTAMENTO DE MEDICINA VETERINÁRIA PREVENTIVA E SAÚDE ANIMAL FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA UNIVERSIDADE CONCEITOS EM EPIDEMIOLOGIA E FILOGENIA MOLECULARES PAULO EDUARDO BRANDÃO, PhD DEPARTAMENTO DE MEDICINA VETERINÁRIA PREVENTIVA E SAÚDE ANIMAL FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA UNIVERSIDADE DE

Leia mais

Contexto e histórico. Árvores filogenéticas. Leitura de Cladograma. Construção de cladograma

Contexto e histórico. Árvores filogenéticas. Leitura de Cladograma. Construção de cladograma Contexto e histórico Árvores filogenéticas Leitura de Cladograma Construção de cladograma Classificação biológica A taxonomia diz respeito às regras de nomenclatura, tais como: dar nomes às espécies, gêneros

Leia mais

Ecologia e Modelagem Ambiental para a conservação da Biodiversidade

Ecologia e Modelagem Ambiental para a conservação da Biodiversidade Ecologia e Modelagem Ambiental para a conservação da Biodiversidade SISTEMÁTICA FILOGENÉTICA, BOTÂNICA E CONSERVAÇÃO 1. NOÇÕES BÁSICAS DE SISTEMÁTICA FILOGENÉTICA 2. Índice de Diversidade Filogenética

Leia mais

Inferências evolutivas através de árvores

Inferências evolutivas através de árvores Universidade Federal do Paraná Departamento de Genética Setor Ciências Biológicas Inferências evolutivas através de árvores [email protected] / [email protected] Prof. Dr. Daniel Pacheco

Leia mais

SUMÁRIO. Fundamentos Árvores Binárias Árvores Binárias de Busca

SUMÁRIO. Fundamentos Árvores Binárias Árvores Binárias de Busca ÁRVORES SUMÁRIO Fundamentos Árvores Binárias Árvores Binárias de Busca 2 ÁRVORES Utilizadas em muitas aplicações Modelam uma hierarquia entre elementos árvore genealógica Diagrama hierárquico de uma organização

Leia mais

Árvores. SCC-214 Projeto de Algoritmos. Thiago A. S. Pardo. Um nó após o outro, adjacentes Sem relações hierárquicas entre os nós, em geral

Árvores. SCC-214 Projeto de Algoritmos. Thiago A. S. Pardo. Um nó após o outro, adjacentes Sem relações hierárquicas entre os nós, em geral SCC-214 Projeto de Algoritmos Thiago A. S. Pardo Listas e árvores Listas lineares Um nó após o outro, adjacentes Sem relações hierárquicas entre os nós, em geral Diversas aplicações necessitam de estruturas

Leia mais

4 C odigos de Huffman 4.1 Arvores de c odigo folhas os internos n ıvel altura Arvore bin aria arvore bin aria ordenada

4 C odigos de Huffman 4.1 Arvores de c odigo folhas os internos n ıvel altura Arvore bin aria arvore bin aria ordenada 4 Códigos de Huffman 4.1 Árvores de código Numa árvore qualquer, os nós que não têm filhos são chamados de folhas e os demais nós são chamados de nós internos. Se um nó de uma árvore é filho de outro,

Leia mais

Árvores Conceitos gerais

Árvores Conceitos gerais http://www.mysticfractal.com/ FractalImaginator.html Árvores Conceitos gerais 9/11 Nesta aula veremos conceitos e definições sobre árvores Diferentemente das estruturas de pilhas, filas e listas que são

Leia mais

FILOGENIA. Leva em consideração as relações de ancestralidade comum entre grupos de espécies, representando uma hipótese das relações evolutivas

FILOGENIA. Leva em consideração as relações de ancestralidade comum entre grupos de espécies, representando uma hipótese das relações evolutivas FILOGENIA File ou Filon = tribo ou raça Genético = origem ou nascimento Definição: FILOGENIA Leva em consideração as relações de ancestralidade comum entre grupos de espécies, representando uma hipótese

Leia mais

SISTEMÁTICA - FILOGENIAS LISTA I 10 QUESTÕES PROFESSOR: CHARLES REIS CURSO EXPOENTE

SISTEMÁTICA - FILOGENIAS LISTA I 10 QUESTÕES PROFESSOR: CHARLES REIS CURSO EXPOENTE SISTEMÁTICA - FILOGENIAS LISTA I 10 QUESTÕES PROFESSOR: CHARLES REIS CURSO EXPOENTE 1. (Unicamp/2017) O cladograma abaixo representa relações evolutivas entre membros da Superfamília Hominoidea, onde se

Leia mais

8. Árvores. Fernando Silva DCC-FCUP. Estruturas de Dados. Fernando Silva (DCC-FCUP) 8. Árvores Estruturas de Dados 1 / 38

8. Árvores. Fernando Silva DCC-FCUP. Estruturas de Dados. Fernando Silva (DCC-FCUP) 8. Árvores Estruturas de Dados 1 / 38 8. Árvores Fernando Silva DCC-FCUP Estruturas de Dados Fernando Silva (DCC-FCUP) 8. Árvores Estruturas de Dados 1 / 38 Árvores - estruturas não lineares (1) Uma lista é um exemplo de uma estrutura de dados

Leia mais

8. Árvores. Fernando Silva. Estruturas de Dados DCC-FCUP. Fernando Silva (DCC-FCUP) 8. Árvores Estruturas de Dados 1 / 38

8. Árvores. Fernando Silva. Estruturas de Dados DCC-FCUP. Fernando Silva (DCC-FCUP) 8. Árvores Estruturas de Dados 1 / 38 8. Árvores Fernando Silva DCC-FCUP Estruturas de Dados Fernando Silva (DCC-FCUP) 8. Árvores Estruturas de Dados 1 / 38 Árvores - estruturas não lineares (1) Uma lista é um exemplo de uma estrutura de dados

Leia mais

ÁRVORES E ÁRVORE BINÁRIA DE BUSCA

ÁRVORES E ÁRVORE BINÁRIA DE BUSCA ÁRVORES E ÁRVORE BINÁRIA DE BUSCA Prof. André Backes Definição 2 Diversas aplicações necessitam que se represente um conjunto de objetos e as suas relações hierárquicas Uma árvore é uma abstração matemática

Leia mais

Exercícios: Árvores. Universidade Federal de Uberlândia - UFU Faculdade de Computação - FACOM Lista de exercícios de estrutura de dados em linguagem C

Exercícios: Árvores. Universidade Federal de Uberlândia - UFU Faculdade de Computação - FACOM Lista de exercícios de estrutura de dados em linguagem C Universidade Federal de Uberlândia - UFU Faculdade de Computação - FACOM Lista de exercícios de estrutura de dados em linguagem C Exercícios: Árvores 1. Utilizando os conceitos de grafos, defina uma árvore.

Leia mais

Conceitos gerais Terminologia Forma de Representação de Árvores Árvores Binárias

Conceitos gerais Terminologia Forma de Representação de Árvores Árvores Binárias Conceitos gerais Terminologia Forma de Representação de Árvores Árvores Binárias Conceitos gerais Representação por Contiguidade Física Representação por Encadeamento Operações 2 Conceitos gerais Uma árvore

Leia mais

Algoritmos e Estrutura de Dados II. Árvore. Prof a Karina Oliveira.

Algoritmos e Estrutura de Dados II. Árvore. Prof a Karina Oliveira. Algoritmos e Estrutura de Dados II Árvore Prof a Karina Oliveira [email protected] Introdução Estruturas de dados lineares (pilha, fila) são estruturas que guardam coleções de elementos que são acessados

Leia mais

Descreve a história da vida na Terra Investiga os processos responsáveis por essa história

Descreve a história da vida na Terra Investiga os processos responsáveis por essa história Aula 1 Evolução Biologia Evolutiva x Evolução Biológica O termo Evolução biológica refere-se ao processo de modificação e surgimento das espécies na Terra Biologia Evolutiva refere-se à disciplina que

Leia mais

Universidade Estadual do Rio Grande do Sul Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental Biologia Aplicada Aula 10

Universidade Estadual do Rio Grande do Sul Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental Biologia Aplicada Aula 10 Universidade Estadual do Rio Grande do Sul Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental Biologia Aplicada Aula 10 Professor Antônio Ruas 1. Créditos: 60 2. Carga horária semanal: 4 3. Semestre: 1 4.

Leia mais

Matemática Discreta 10

Matemática Discreta 10 Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Engenharia da Computação Matemática Discreta 10 Prof. Jorge Cavalcanti [email protected] - www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti 1 Muitas

Leia mais

Noções básicas de sistemática e nomenclatura Botânica

Noções básicas de sistemática e nomenclatura Botânica Disciplina: BI62A - Biologia 2 CAMPUS LONDRINA Curso de Graduação em Engenharia Ambiental Noções básicas de sistemática e nomenclatura Botânica Profa. Dra. Patrícia C. Lobo Faria http://paginapessoal.utfpr.edu.br/patricialobo

Leia mais

Árvores. Árvores Binárias. Conceitos gerais Terminologia Forma de Representação de Árvores. Conceitos gerais Operações

Árvores. Árvores Binárias. Conceitos gerais Terminologia Forma de Representação de Árvores. Conceitos gerais Operações Árvores Conceitos gerais Terminologia Forma de Representação de Árvores Árvores Binárias Conceitos gerais Operações 2 Conceitos gerais Uma árvore é uma estrutura de dados que se caracteriza por uma relação

Leia mais

Árvores. N-árias, Binárias, Busca. Vanessa Maia Berny Mestrado em Ciência da Computação

Árvores. N-árias, Binárias, Busca. Vanessa Maia Berny Mestrado em Ciência da Computação Árvores N-árias, Binárias, Busca Vanessa Maia Berny Mestrado em Ciência da Computação Disciplina de Estrutura de Dados Prof. Dr. Luzzardi, Paulo Roberto Gomes Abril de 2008 Árvores N-árias São estruturas

Leia mais

Árvores. SCC-202 Algoritmos e Estruturas de Dados I. Lucas Antiqueira

Árvores. SCC-202 Algoritmos e Estruturas de Dados I. Lucas Antiqueira Árvores SCC-202 Algoritmos e Estruturas de Dados I Lucas Antiqueira Listas e árvores Listas lineares Um nó após o outro, adjacentes Nó sucessor e antecessor Diversas aplicações necessitam de estruturas

Leia mais

Árvores. Prof. Byron Leite Prof. Tiago Massoni Prof. Fernando Buarque. Engenharia da Computação. Poli - UPE

Árvores. Prof. Byron Leite Prof. Tiago Massoni Prof. Fernando Buarque. Engenharia da Computação. Poli - UPE Árvores Prof. Byron Leite Prof. Tiago Massoni Prof. Fernando Buarque Engenharia da Computação Poli - UPE Motivação Para entradas realmente grandes, o acesso linear de listas é proibitivo Estrutura de dados

Leia mais

BIOLOGIA Diversidade e história da vida

BIOLOGIA Diversidade e história da vida Diversidade e história da vida Módulo 13 Página 8 à 16 DIVERSIDADE = número + variedade + distribuição Atualmente: 1,7 milhões de seres vivos descritos Atualmente: 1,7 milhões de seres vivos descritos

Leia mais

Compactação de Dados. Fonte de consulta: Szwarcfiter, J.; Markezon, L. Estruturas de Dados e seus Algoritmos, 3a. ed. LTC. Seção 12.5 em diante.

Compactação de Dados. Fonte de consulta: Szwarcfiter, J.; Markezon, L. Estruturas de Dados e seus Algoritmos, 3a. ed. LTC. Seção 12.5 em diante. Compactação de Dados Fonte de consulta: Szwarcfiter, J.; Markezon, L. Estruturas de Dados e seus Algoritmos, 3a. ed. LTC. Seção 12.5 em diante. Compactação de Dados } Armazenar arquivos grandes (backup)

Leia mais

ESTRUTURA DE DADOS. Árvores, árvores binárias e percursos. Cristina Boeres

ESTRUTURA DE DADOS. Árvores, árvores binárias e percursos. Cristina Boeres ESTRUTURA DE DADOS Árvores, árvores binárias e percursos Cristina Boeres 2 Árvores! utilizada em muitas aplicações! modela uma hierarquia entre elementos árvore genealógica diagrama hierárquico de uma

Leia mais

Introdução Seres Vivos

Introdução Seres Vivos A diversidade de seres vivos variou ao longo do tempo geológico em nosso planeta. Algumas linhas de pensamento acreditam que os seres vivos são imutáveis (fixismo), mas desde Darwin acredita-se que ocorrem

Leia mais

Raiz, filho, pai, irmão, ancestral, descendente, folha.

Raiz, filho, pai, irmão, ancestral, descendente, folha. 17.1 Aula 17: Conceitos de Árvores e Árvores Binárias Raiz, ilho, pai, irmão, ancestral, descendente, olha. Nível, altura, subárvore, subárvore parcial. Árvores binárias completas, binárias cheias, estritamente

Leia mais

Texto Base: Aula 10 Sistemática Filogenética

Texto Base: Aula 10 Sistemática Filogenética Texto Base: Aula 10 Sistemática Filogenética Sônia Lopes Escolas de classificação baseadas em princípios evolutivos Há duas escolas principais que se pautam no princípio evolutivo central de descendência

Leia mais

3. Resolução de problemas por meio de busca

3. Resolução de problemas por meio de busca Inteligência Artificial - IBM1024 3. Resolução de problemas por meio de busca Prof. Renato Tinós Local: Depto. de Computação e Matemática (FFCLRP/USP) 1 Principais Tópicos 3. Resolução de problemas por

Leia mais

Classificação Zoológica. lagarto cobra crocodilo ave

Classificação Zoológica. lagarto cobra crocodilo ave Classificação Zoológica lagarto cobra crocodilo ave Tópicos da aula Conceito de classificação zoológica Histórico da classificação zoológica Termos Aplicações práticas da classificação zoológica Escolas

Leia mais

LFN-321 Microbiologia (teórica) Prof. Nelson S. Massola Jr.

LFN-321 Microbiologia (teórica) Prof. Nelson S. Massola Jr. LFN-321 Microbiologia (teórica) Prof. Nelson S. Massola Jr. Depto. Fitopatologia e Nematologia E-mail: [email protected] LFN-321 Microbiologia (Teórica) Prof. Nelson S. Massola Jr. Controle de freqüência:

Leia mais

NOÇÕES BÁSICAS DE SISTEMÁTICA FILOGENÉTICA. Licenciatura em Ciências USP/ Univesp. Sônia Godoy Bueno Carvalho Lopes Fanly Fungyi Chow Ho

NOÇÕES BÁSICAS DE SISTEMÁTICA FILOGENÉTICA. Licenciatura em Ciências USP/ Univesp. Sônia Godoy Bueno Carvalho Lopes Fanly Fungyi Chow Ho NOÇÕES BÁSICAS DE 4 SISTEMÁTICA FILOGENÉTICA TÓPICO Sônia Godoy Bueno Carvalho Lopes Fanly Fungyi Chow Ho 4.1 Introdução 4.2 Escolas de classificação baseadas em princípios evolutivos 4.3 O método filogenético

Leia mais

Análise de dados provenientes de técnicas moleculares

Análise de dados provenientes de técnicas moleculares CIIMAR Curso de formação Análise de dados provenientes de técnicas moleculares Formadores: Filipe Pereira e Filipe Lopes Manual do Curso 1 Índice Objetivo Geral do Curso... 3 Público-alvo... 3 Objetivos

Leia mais

Árvores. Thiago Martins, Fabio Gagliardi Cozman. PMR2300 / PMR3201 Escola Politécnica da Universidade de São Paulo

Árvores. Thiago Martins, Fabio Gagliardi Cozman. PMR2300 / PMR3201 Escola Politécnica da Universidade de São Paulo PMR2300 / PMR3201 Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Árvore: estrutura composta por nós e arestas entre nós. As arestas são direcionadas ( setas ) e: um nó (e apenas um) é a raiz; todo nó

Leia mais

Cap. 2 Conceitos Básicos em Teoria dos Grafos

Cap. 2 Conceitos Básicos em Teoria dos Grafos Teoria dos Grafos e Aplicações 8 Cap. 2 Conceitos Básicos em Teoria dos Grafos 2.1 Grafo É uma noção simples, abstrata e intuitiva, usada para representar a idéia de alguma espécie de relação entre os

Leia mais

ÁRVORES E ÁRVORES BINÁRIAS. Vanessa Braganholo Estruturas de Dados e Seus Algoritmos

ÁRVORES E ÁRVORES BINÁRIAS. Vanessa Braganholo Estruturas de Dados e Seus Algoritmos ÁRVORES E ÁRVORES BINÁRIAS Vanessa Braganholo Estruturas de Dados e Seus Algoritmos ÁRVORES Árvores Árvores Binárias INSTITUTO DE COMPUTAÇÃO - UFF 2 ÁRVORES Fonte de consulta: Szwarcfiter, J.; Markezon,

Leia mais

Apresentar os conceitos fundamentais da termodinâmica estatística e como aplicá-los as propriedades termodinâmicas vista até então.

Apresentar os conceitos fundamentais da termodinâmica estatística e como aplicá-los as propriedades termodinâmicas vista até então. Introdução À Termodinâmica Estatística Aula 15 Meta Apresentar os conceitos fundamentais da termodinâmica estatística e como aplicá-los as propriedades termodinâmicas vista até então. Objetivos Ao final

Leia mais

Sistemática e biogeografia

Sistemática e biogeografia Sistemática e biogeografia Prof. Dr. Fernando Santiago dos Santos [email protected] www.fernandosantiago.com.br (13) 8822-5365 Aula 3 Escolas gradista (evolutiva), fenética (numérica) e cladista (filogenética)

Leia mais

CassifiCação CladístiCa

CassifiCação CladístiCa CassifiCação CladístiCa ( SiStemática Filogenética ) Prof. Milton Taxonomia Dos Reinos Aristóteles ( 340 Ac ) Vida Animal Vida Vegetal Aérea Terrestre Aquática Carl Linée ( Lineu ) ( 1747 ) Criacionista

Leia mais

Computação Evolutiva. Computação Evolutiva. Principais Tópicos. Evolução natural. Introdução. Evolução natural

Computação Evolutiva. Computação Evolutiva. Principais Tópicos. Evolução natural. Introdução. Evolução natural Computação Evolutiva Eduardo do Valle Simões Renato Tinós ICMC - USP Principais Tópicos Introdução Evolução Natural Algoritmos Genéticos Aplicações Conclusão 1 2 Introdução Evolução natural http://www.formula-um.com/

Leia mais

DEFINIÇÕES EM EPIDEMIOLOGIA MOLECULAR E CONCEITOS BÁSICOS EM BIOLOGIA MOLECULAR

DEFINIÇÕES EM EPIDEMIOLOGIA MOLECULAR E CONCEITOS BÁSICOS EM BIOLOGIA MOLECULAR DEFINIÇÕES EM E DEFINIÇÕES EM E CONCEITOS BÁSICOS EM BIOLOGIA PARA QUE SERVE ESTA AULA 1. DEFINIÇÕES EM CONCEITUAÇÃO DE DIFERENCIAÇÃO ENTRE, TAXONOMIA E FILOGENIA 2. CONCEITOS EM BIOLOGIA APRESENTAR (REVER)

Leia mais

EEL - USP. Aula 2 Projeto do Produto, do processo e planejamento da produção. Prof. Dr. Geronimo

EEL - USP. Aula 2 Projeto do Produto, do processo e planejamento da produção. Prof. Dr. Geronimo EEL - USP Aula 2 Projeto do Produto, do processo e planejamento da produção Prof. Dr. Geronimo O processo de planejamento de instalações voltadas para a produção de montagem pode ser listado: 1. Definir

Leia mais

Algoritmos e Estruturas de Dados I

Algoritmos e Estruturas de Dados I Algoritmos e Estruturas de Dados I Aula 19: - Comparação empírica de algoritmos de ordenação - Árvores Prof. Jesús P. Mena-Chalco [email protected] 1Q-2016 1 Comparação empírica de algoritmos de

Leia mais

Disciplina Evolução Módulo II. Prof. Carolina Voloch. Filogenia

Disciplina Evolução Módulo II. Prof. Carolina Voloch. Filogenia Disciplina Evolução Módulo II Prof. arolina Voloch Filogenia A sistemática é a ciência que une a taxonomia, ou seja, a ciência da classificação dos organismos, com a filogenia, a ciência que traça a história

Leia mais

Árvores. Fabio Gagliardi Cozman. PMR2300 Escola Politécnica da Universidade de São Paulo

Árvores. Fabio Gagliardi Cozman. PMR2300 Escola Politécnica da Universidade de São Paulo PMR2300 Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Árvore: estrutura composta por nós e arestas entre nós. As arestas são direcionadas ( setas ) e: um nó (e apenas um) é a raiz; todo nó (exceto a

Leia mais

Árvores AVL. O balanceamento da árvore pode ser realizado localmente se apenas uma porção da árvore for afetada por operações de inserção ou remoção.

Árvores AVL. O balanceamento da árvore pode ser realizado localmente se apenas uma porção da árvore for afetada por operações de inserção ou remoção. Árvores Árvores AVL Os algoritmos vistos trabalham sobre a árvore toda. Se houver a necessidade de manter o balanceamento a cada inserção ou remoção, então sua eficiência fica bastante prejudicada. O balanceamento

Leia mais

Unidade VII Amostragem

Unidade VII Amostragem Unidade VII Amostragem Na última aula... Saber os motivos que levam o pesquisador a trabalhar com amostra e entender a importância da inferência. Saber identificar população, amostra e variável aleatória.

Leia mais

Estrutura de Dados Árvores Prof. Tiago Eugenio de Melo, MSc material de referência

Estrutura de Dados Árvores Prof. Tiago Eugenio de Melo, MSc material de referência Estrutura de Dados Árvores Prof. Tiago Eugenio de Melo, MSc [email protected] material de referência http://www.tiagodemelo.info/aulas 1 Roteiro Motivação Representação de árvores Definição Terminologia

Leia mais

Paleontologia. Profa. Flaviana Lima

Paleontologia. Profa. Flaviana Lima UNIVERSIDADE REGIONAL DO CARIRI URCA PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO PROGRAD Centro de Ciências Biológicas e da Saúde CCBS Departamento de Ciências Biológicas DCBio Paleontologia Profa. Flaviana Lima

Leia mais

Alinhamento de seqüências

Alinhamento de seqüências Alinhamento de seqüências Qual a importância do alinhamento de seqüências Permite estabelecer identidades entre sequências Permite a dedução de função de proteínas baseado em similaridade Permite a definição

Leia mais

INE5408 Estruturas de Dados

INE5408 Estruturas de Dados INE5408 Estruturas de Dados Introdução a Árvores - Conceitos - Árvores Binárias - Métodos e algoritmos de percurso - Métodos e algoritmos de balanceamento Introdução Árvores são estruturas de dados que

Leia mais

LFN-321 Microbiologia

LFN-321 Microbiologia LFN-321 Microbiologia (teórica) Depto. Fitopatologia e Nematologia E-mail: [email protected] LFN 321 Microbiologia teórica DATA ASSUNTO 27, 28/2 Introdução ao curso. Histórico da microbiologia. 06, 07/3

Leia mais

Estrutura de Dados. Carlos Eduardo Batista. Centro de Informática - UFPB

Estrutura de Dados. Carlos Eduardo Batista. Centro de Informática - UFPB Estrutura de Dados Carlos Eduardo Batista Centro de Informática - UFPB [email protected] Árvores (parte 3) Estruturas de Dados 2 Organização dos dados: Linear: Listas, pilhas, filas. Relação sequencial.

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ICMC SCC 202 Algoritmos e Estrutura de Dados I - 2º Semestre 2010 Profa. Sandra Maria Aluísio;

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ICMC SCC 202 Algoritmos e Estrutura de Dados I - 2º Semestre 2010 Profa. Sandra Maria Aluísio; UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ICMC SCC 202 Algoritmos e Estrutura de Dados I - 2º Semestre 2010 Profa. Sandra Maria Aluísio; e-mail: [email protected] Lista de Exercícios Árvores, Árvores Binárias, Árvores

Leia mais

Computação Evolutiva Eduardo do Valle Simões Renato Tinós ICMC - USP

Computação Evolutiva Eduardo do Valle Simões Renato Tinós ICMC - USP Computação Evolutiva Eduardo do Valle Simões Renato Tinós ICMC - USP 1 Principais Tópicos Introdução Evolução Natural Algoritmos Genéticos Aplicações Conclusão 2 Introdução http://www.formula-um.com/ Como

Leia mais

Aula 19: Percursos em árvores binárias. Percurso em pré-ordem, ordem simétrica e pós-ordem. Algoritmo para cálculo de altura uma árvore binária

Aula 19: Percursos em árvores binárias. Percurso em pré-ordem, ordem simétrica e pós-ordem. Algoritmo para cálculo de altura uma árvore binária 19.1 ula 19: Percursos em árvores binárias Percurso em pré-ordem, ordem simétrica e pós-ordem lgoritmo para cálculo de altura uma árvore binária omplexidade dos métodos 19.2 ula 19: Percursos em árvores

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO BIOLÓGICA. Taxonomia ou Sistemática. Ciência de organizar, nomear e classificar organismos dentro de um sistema de classificação.

CLASSIFICAÇÃO BIOLÓGICA. Taxonomia ou Sistemática. Ciência de organizar, nomear e classificar organismos dentro de um sistema de classificação. CLASSIFICAÇÃO BIOLÓGICA Taxonomia ou Sistemática Ciência de organizar, nomear e classificar organismos dentro de um sistema de classificação. CLASSIFICAÇÃO BIOLÓGICA Dois significados básicos: Processo

Leia mais

Técnicas Inteligência Artificial

Técnicas Inteligência Artificial Universidade do Sul de Santa Catarina Ciência da Computação Técnicas Inteligência Artificial Aula 03 Métodos de Busca Parte 1 Prof. Max Pereira Solução de Problemas como Busca Um problema pode ser considerado

Leia mais

Aprendizado de Máquina (Machine Learning)

Aprendizado de Máquina (Machine Learning) Ciência da Computação (Machine Learning) Aula 02 Representação dos dados Pré-processamento Max Pereira Tipo de Dados Os atributos usados para descrever objetos de dados podem ser de diferentes tipos: Quantitativos

Leia mais

Modelos Evolucionários e Tratamento de Incertezas

Modelos Evolucionários e Tratamento de Incertezas Ciência da Computação Modelos Evolucionários e Tratamento de Incertezas Aula 01 Computação Evolucionária Max Pereira Motivação Se há uma multiplicidade impressionante de algoritmos para solução de problemas,

Leia mais

Estruturas de Dados II

Estruturas de Dados II Estruturas de Dados II Rodrigo Porfírio da Silva Sacchi [email protected] 3410-2086 Aula 2: Árvores http://www.do.ufgd.edu.br/rodrigosacchi Árvores Definição: Árvores Uma árvore T é um conjunto

Leia mais

BIO-103 Biologia evolutiva

BIO-103 Biologia evolutiva BIO-103 Biologia evolutiva Excerto da apostila de Genética de populações para as disciplinas BIO-305 e BIO-212 (1986-2006), vários autores. EQUILÍBRIO DE HARDY-WEINBERG Um dos aspectos importantes do estudo

Leia mais

MC3305 Algoritmos e Estruturas de Dados II. Aula 06 Árvores. Prof. Jesús P. Mena-Chalco.

MC3305 Algoritmos e Estruturas de Dados II. Aula 06 Árvores. Prof. Jesús P. Mena-Chalco. MC3305 Algoritmos e Estruturas de Dados II Aula 06 Árvores Prof. Jesús P. Mena-Chalco [email protected] 2Q-2015 1 Árvores Uma árvore é uma estrutura de dados mais geral que uma lista ligada. Nessa

Leia mais

Árvores de Pesquisa. A árvore de pesquisa é uma estrutura de dados muito eficiente para armazenar informação.

Árvores de Pesquisa. A árvore de pesquisa é uma estrutura de dados muito eficiente para armazenar informação. Árvores de Pesquisa A árvore de pesquisa é uma estrutura de dados muito eficiente para armazenar informação. Particularmente adequada quando existe necessidade de considerar todos ou alguma combinação

Leia mais

ESTRUTURA DE DADOS. Arvore Binária Jose. Arvore Ternaria Direção

ESTRUTURA DE DADOS. Arvore Binária Jose. Arvore Ternaria Direção ESTRUTURA DE DADOS 1. Árvores: Uma das mais importantes classes de estruturas de dados em computação são as árvores. Aproveitando-se de sua organização hierárquica, muitas aplicações são realizadas usando-se

Leia mais

Árvores Binárias de Busca

Árvores Binárias de Busca Árvores Binárias de Busca SCC0202 - Algoritmos e Estruturas de Dados I Prof. Fernando V. Paulovich *Baseado no material do Prof. Gustavo Batista http://www.icmc.usp.br/~paulovic [email protected] Instituto

Leia mais

Resumo das aulas dos dias 4 e 11 de abril e exercícios sugeridos

Resumo das aulas dos dias 4 e 11 de abril e exercícios sugeridos MAT 1351 Cálculo para funções uma variável real I Curso noturno de Licenciatura em Matemática 1 semestre de 2016 Docente: Prof. Dr. Pierluigi Benevieri Resumo das aulas dos dias 4 e 11 de abril e exercícios

Leia mais

18/09/2009. Os animais diferem uns dos outros em seus modos de subsistência, em suas ações, em seus hábitos e em suas partes (Aristóteles)

18/09/2009. Os animais diferem uns dos outros em seus modos de subsistência, em suas ações, em seus hábitos e em suas partes (Aristóteles) Os animais diferem uns dos outros em seus modos de subsistência, em suas ações, em seus hábitos e em suas partes (Aristóteles) 1 Homologia Relação entre estruturas em indivíduos ou espécies distintos,

Leia mais

Edital de Seleção 032/2016 PROPESP/UFAM. Prova de Conhecimento. Caderno de Questões

Edital de Seleção 032/2016 PROPESP/UFAM. Prova de Conhecimento. Caderno de Questões Edital de Seleção 032/2016 PROPESP/UFAM Prova de Conhecimento Caderno de Questões CANDIDATO: INSCRIÇÃO: Assinatura conforme identidade INSTRUÇÕES PARA O CANDIDATO: Verifique o seu nome e o número da sua

Leia mais

CLASSIFICADORES ELEMENTARES

CLASSIFICADORES ELEMENTARES CLASSIFICADORES ELEMENTARES Classificação 2 Consiste em tentar discriminar em diferentes classes um conjunto de objetos com características mensuráveis Exemplo: classificação de frutas Forma, cor, sabor,

Leia mais

Estruturas de Dados. Aula 08. Árvores AVL II. Karina Mochetti

Estruturas de Dados. Aula 08. Árvores AVL II. Karina Mochetti Estruturas de Dados 2018.2 Árvore AVL Uma Árvore AVL (Adelson, Velskii e Landis) T é uma Árvore Binária de Busca Balanceada, tal que: T é vazia; T consiste de um nó raiz k e duas subárvores binárias Te

Leia mais

Árvores e Mapas. Luís Lopes. Estruturas de Dados DCC-FCUP

Árvores e Mapas. Luís Lopes. Estruturas de Dados DCC-FCUP Árvores e Mapas Luís Lopes DCC-FCUP Estruturas de Dados Estruturas não lineares Os arrays e as listas são exemplos de estruturas de dados lineares, cada elemento tem: um predecessor único (excepto o primeiro

Leia mais

Aula 2 Regressão e Correlação Linear

Aula 2 Regressão e Correlação Linear 1 ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE Aula Regressão e Correlação Linear Professor Luciano Nóbrega Regressão e Correlação Quando consideramos a observação de duas ou mais variáveis, surge um novo problema: -as

Leia mais