Procedimentos de Gestão da Qualidade Código: PGQ Gerente da Qualidade

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1 Versão: 3 Pg: 1/14 ELABORADO POR DE ACORDO NOME FUNÇÃO ASSINATURA DATA Dr. Ivo Fernandes Gerente da Qualidade 20/09/2009 Dr. Renato de Lacerda Diretor Técnico 20/09/2009 APROVADO POR Dr. Jose Carlos dos Santos Diretor Executivo 20/09/2009 HISTÓRICO DAS REVISÕES Versão Revisado por Data Assinatura Aprovado por Data Assinatura 2 Renato L. Filho 08/09/ Renato L. Filho 04/01/2016 REVALIDAÇÃO ANUAL Versão Responsável Data Versão Responsável Data 1 Ivo Fernandes 10/09/ Ivo Fernandes 08/09/ Renato L. Filho 08/09/ OBJETIVO Estabelecer procedimentos que visem à prevenção, minimização e eliminação de riscos internos e externos nas diversas atividades do laboratório, como também divulgar e estimular os colaboradores, que participam direta ou indiretamente dos processos, a prática da biossegurança no laboratório LABclim. 2.ABRANGÊNCIA Todos os setores do laboratório LABclim e serviços de transporte. 3.DEFINIÇÕES E CONCEITOS Biossegurança: é um conjunto de princípios, objetivos, procedimentos para minimizar os riscos à saúde dos trabalhadores e proteger os ambientes, tanto, interno à organização, quanto àquele direta ou indiretamente influenciado pelas operações da organização. EPI - Equipamento de proteção individual: são equipamentos de uso individual, regulamentados pelo Ministério do Trabalho e seu uso visa minimizar a exposição do colaborador aos riscos e evitar acidentes nos laboratórios; EPC - Equipamento de proteção coletiva: são equipamentos que estão à disposição de todo o grupo, sendo de uso coletivo e seu uso também visa evitar acidentes de trabalho; RSS - Resíduos de serviços de saúde; CGQ - Comitê da Garantia da Qualidade. EAS Estabelecimentos Assistências a Saúde.

2 Versão: 3 Pg: 2/14 4.EQUIPAMENTOS Principais EPI: avental ou jaleco comprido e de mangas longas, luvas descartáveis, óculos de proteção ou visores, máscara, calçados fechados; Principais EPC: capela de fluxo laminar, lava-olhos e extintor de incêndio. 5.ESTRUTURA DE PESSOAL E RESPONSABILIDADES: PESSOAL Gerente da Qualidade, Supervisor técnico, Coordenador de laboratório. Gerentes da Qualidade, Supervisor técnico, Coordenador de laboratório. C.G.Q, Gerente técnico, Supervisão técnica, Coordenador. Auxiliar de serviços gerais e pessoal limpeza Conselho e Diretores. RESPONSABILIDADES Garantir a prática e manutenção da política de biossegurança no laboratório; Oferecer treinamento e informar a importância desta política; Garantir o fornecimento dos EPC s e EPI s; Verificar o uso dos equipamentos EPI e EPC. Descarte de material pérfuro-cortante e RSS em locais apropriados; Utilizar os EPC s e EPI s; Apoiar a CGQ na manutenção da política de biossegurança. Identificar, prevenir, minimizar e eliminar os riscos. Descontaminação, higiene e limpeza das áreas. Fornecer subsídios para o desenvolvimento da política da biossegurança no laboratório; Encarregado da segurança do laboratório. 6.PROCEDIMENTO OPERACIONAL: 6.1. INTRODUÇÃO: A política da biossegurança estabelece regras que devem ser praticadas por todos os profissionais da área médico-hospitalar. Profissionais que exercem suas atividades em laboratórios estão sob o risco de desenvolver doenças por exposição a agentes infecciosos, radiações, produtos químicos, tóxicos, inflamáveis, etc., por esta razão, a elaboração de um manual de procedimentos em biossegurança se fez necessário. Este manual de procedimentos visa estabelecer ações voltadas para prevenção, minimização e eliminação de riscos. A inspeção da prática da biossegurança no laboratório deve ser diária, envolvendo não apenas o pessoal técnico como também todo aquele que compõe o seu quadro funcional. O termo contenção é usado para descrever os métodos de segurança utilizados na manipulação de materiais infecciosos em um meio laboratorial onde estão sendo manejados ou mantidos. O objetivo da contenção é reduzir ou eliminar a exposição da equipe do laboratório, de outras pessoas e do meio ambiente em geral aos agentes potencialmente perigosos. A contenção primária, a proteção da equipe do laboratório e do meio ambiente contra a exposição a agentes infecciosos, é proporcionada por uma boa técnica laboratorial e pelo uso de um equipamento de segurança adequado. O uso de vacinas pode fornecer um elevado nível de proteção pessoal. Já a contenção secundária, a proteção do meio ambiente externo ao laboratório contra a exposição aos materiais infecciosos, é proporcionada pela combinação de um projeto das instalações e das práticas operacionais. Dessa forma, os três elementos de contenção incluem a prática e a técnica laboratorial, o equipamento de segurança e o projeto de instalação. Nosso serviço esta classificado como Classe de risco 2 pois estamos expostos a agentes nativos de risco moderado, presentes na comunidade e que estão associados a patologias humanas de gravidade variável. Os perigos

3 Versão: 3 Pg: 3/14 primários em relação aos colaboradores que trabalham neste nível estão relacionados com lesões percutânea, ingestão e exposição da membrana mucosa. Na próxima seção abordaremos os métodos de contenção utilizados MÉTODOS DE CONTENÇÃO: O elemento de contenção mais importante é a adesão rígida as práticas e as técnicas laboratoriais padrões. É muito importante que os colaboradores do laboratório tenham consciência dos riscos potenciais ao qual estão expostos e que sejam treinados e estejam aptos a exercer as técnicas e práticas necessárias para o manuseio seguro dos materiais. Os mesmos devem ainda ter a consciência de que os EPI s não substituem a prática técnica segura, e que cada um deve conhecer e usar corretamente os EPI s designados para sua atividade. BARREIRAS DE CONTENÇÃO PRIMÁRIA - EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA EPI s: AVENTAL OU JALECO: tem o objetivo de prevenir a contaminação da pele e da indumentária do colaborador, podendo ser válido para visitantes e fornecedores que circulem na área técnica. Utilizar preferencialmente os de mangas longas e abaixo do joelho; LUVAS DESCARTÁVEIS: é uso obrigatório na manipulação de qualquer material biológico e com determinados produtos químicos. Devem ser apropriados para manipulação de objetos em altas ou baixas temperaturas estando disponíveis nos locais onde tais procedimentos são realizados; ÓCULOS DE PROTEÇÃO, ESCUDO OU PROTETOR FACIAL: devem ser usados em todos os procedimentos com o risco de impacto ou projeção de material biológico ou produtos químicos; MÁSCARA FACIAL: devem ser usadas sempre quando se manipula substâncias químicas com alto teor de evaporação, em áreas de alta contaminação com produtos biológicos. CALÇADOS: recomenda-se o uso de calçados fechados, proibido o uso de sandálias ou qualquer tipo de calçado aberto que deixe os dedos expostos. EPC s: CABINE DE FLUXO LAMINAR: atua como uma barreira primária para conter e dispor os agentes de riscos, tais como estudos histológicos, patológicos ou manipulação de culturas microbiológicas; devem ser usadas sempre que os procedimentos realizados tenham possibilidade de formar aerossóis ou borrifos. Este equipamento oferece níveis significativos de proteção para a equipe do laboratório e para o meio ambiente quando utilizados com as boas técnicas laboratoriais. BARREIRAS DE CONTENÇÃO SECUNDÁRIAS INSTALAÇÕES - PROJETO E CONSTRUÇÃO DAS As barreiras secundárias recomendadas dependerão do risco de transmissão dos agentes específicos. Estas devem existir com o objetivo de reduzir a contaminação potencial do meio ambiente. As barreiras secundárias adotados pelo nosso serviço são: isolamento da área de trabalho para acesso ao público (acesso limitado), disponibilidade de uma dependência especifica para descontaminação por autoclave, pias exclusivas para lavagem das mãos e janelas lacradas evitando assim a entrada de insetos.

4 Versão: 3 Pg: 4/14 AUTOCLAVE: Método de esterilização por calor úmido que destrói todos os tipos de microrganismos, inclusive os esporos de bactérias e fungos. Implica na inativação total de todos os microrganismos quanto à capacidade reprodutiva, mas não significa a destruição de todas as suas enzimas, toxinas, etc. A autoclave tem maior poder de penetração nos materiais (com exceção de óleos e pós), por isso, o calor úmido é o método aconselhado para a esterilização de instrumentos médicos reutilizáveis, materiais biológicos, etc. As autoclaves deverão funcionar a 121º C durante pelo menos 20 minutos; PIA PARA LAVAGEM DE MÃOS: deve ser feito antes e após realizações das funções fisiológicas; antes e após usar luvas descartáveis e antes de deixar o laboratório. AS MÃOS DEVEM SER LAVADAS IMEDIATAMENTE APÓS O CONTATO ACIDENTAL COM SANGUE, FLUIDOS CORPORAIS E MATERIAIS CONTAMINADOS; DISPOSITIVOS COM ÁLCOOL : Utilizados para anti-sepsia das mãos; JANELAS: se não forem lacradas, devem possuir telas; BANCADAS DE TRABALHO: deverão ser impermeáveis à água e resistentes ao calor moderado e as substâncias orgânicas, ácidos, álcalis e produtos químicos utilizados na Descontaminação das superfícies de trabalho e dos equipamentos; MÓVEIS: devem ser revestidos com um material que não seja tecido e que possa ser facilmente descontaminado; ILUMINAÇÃO: deve ser adequada para todas as atividades, evitando reflexos e luzes fortes e ofuscantes que possam impedir a visão. OUTROS EPC s UTILIZADOS PELO LABORATÓRIO: EXTINTORES DE INCÊNDIO: devem ser verificados sobre as condições de funcionamento, sendo recarregado no período correto e testado por empresa competente. LAVA OLHOS: devem estar disponíveis nos locais de trabalho, onde haja exposição a riscos biológicos ou químicos, sendo um sistema de proteção para os olhos. Sua água deve ser trocada de 3 em 3 dias e registrada em formulário próprio (FO-116-1). EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA UTILIZADOS NOS DIFERENTES SETORES TÉCNICOS Setor EPIs EPC Medida de Proteção Gerenciamento de Avental, calçado fechado, Luvas descartáveis, Lava-olhos amostras máscara facial, óculos de proteção. Urinálise Avental, calçado fechado, Luvas descartáveis, óculos de proteção. Lava-olhos Parasitologia Hematologia, Bioquímica, hormônios. Avental, calçado fechado, Luvas descartáveis, óculos de proteção. Avental, calçado fechado, Luvas descartáveis, óculos de proteção. Lava-olhos Lava-olhos Imunologia Avental, calçado fechado, Luvas descartáveis. Lava-olhos Microbiologia Avental, calçado fechado, Luvas descartáveis, óculos de proteção, máscara PFF2. Fluxo Laminar Lava-olhos

5 Versão: 3 Pg: 5/14 Lavagem Esterilização Material Higienização (Limpeza) Higienização de resíduos) e de (coleta Avental, calçado fechado, Luvas descartáveis, máscara facial. Avental, calçado fechado, Luvas descartáveis, máscara facial PFF2. Avental, calçado fechado, Luvas descartáveis, máscara facial PFF2. Lava-olhos Lava-olhos Lava-olhos OBRIGAÇÕES: Usar obrigatoriamente o EPI indicado apenas à finalidade a que se destina; Responsabilizar-se pela guarda e conservação do EPI que lhe for confiado; Comunicar qualquer alteração no EPI que o torne parcial ou totalmente danificado; Responsabilizar-se pela danificação do EPI, pelo seu uso inadequado ou fora das atividades a que se destina, bem como o seu extravio. PROIBIÇÕES: FUMAR: é proibido fumar em qualquer área dentro do laboratório, devido a riscos de incêndio e contaminação; COMIDA E BEBIDA: alimentação e bebida são proibidas nas áreas de trabalho técnico. Os refrigeradores das áreas técnicas não devem guardar alimentos e bebidas; VESTUÁRIO: os jalecos de uso obrigatório no laboratório não devem ser usados em outros ambientes tais como: refeitórios, rua, etc.; CABELO, BARBA E JÓIAS: o cabelo deve estar preso de forma a evitar contato com superfícies contaminadas e equipamentos, da mesma forma que jóias que contenham reentrâncias. Barba longa poderá oferecer os mesmos riscos; PIPETAGEM COM A BOCA: é terminantemente proibido pipetar com a boca. Existem pipetadores para todas as finalidades; Não aplicar cosméticos ou manteiga de cacau. OBJETO DE USO PESSOAL: é proibido colocar objetos de uso pessoal como blusas, celulares, medicamentos e outros sobre bancadas, ou qualquer superfície contaminada do laboratório; SAÍDAS E CORREDORES: não deve haver qualquer tipo de obstrução nas saídas e corredores; NUNCA SE DEVE BLOQUEAR O ACESSO A EXTINTORES DE INCÊNDIO, PIAS, COBERTORES DE EMERGÊNCIA OU SAÍDAS, POR NENHUM MOTIVO E POR NENHUM PERÍODO DE TEMPO; NÃO CHEIRAR PLACAS DE CULTURAS BACTERIOLÓGICAS; FLUXO DE PESSOAS: evitar o máximo o fluxo de pessoas em ambientes de atividades técnicas e não permitir a entrada de pessoas que desconheçam os riscos potenciais de exposição, crianças e animais FORMAÇÃO E DISPERSÃO DE AEROSSÓIS: Aerossóis são micropartículas sólidas ou líquidas, que podem permanecer em suspensão e plenamente viáveis por várias horas se contiverem microorganismos. A pipetagem, a centrifugação de materiais, a flambagem de alças, a lavagem de materiais, a abertura de frascos a ampolas, a manipulação de seringas, agulhas, lancetas, lâminas, lamínulas e outros assemelhados podem gerar e propagar aerossóis. E para garantir a segurança é necessário: A abertura de frascos, ampolas, tubos e garrafas de culturas requerem cuidados especiais. Envolver a parte a ser aberta com um pedaço de gaze, utilizando sempre um pedaço de gaze para cada material, prevenindo assim a contaminação cruzada. Descartando-a imediatamente em lixo apropriado;

6 Versão: 3 Pg: 6/14 A manipulação de centrífugas deve ser extremamente rigorosa: devem ser colocadas em locais que permitam que os funcionários com baixa estatura consigam inspecionar o seu interior todos os dias e colocar as caçapas corretamente; as caçapas e rotores devem ser inspecionados diariamente também em relação à corrosão e rachaduras; após o uso, ao final do trabalho, as caçapas deverão ser limpas e invertidas para escoar qualquer resíduo por ventura esteja no seu interior; é terminantemente proibido abrir a centrífuga antes da parada total ou término da operação; ocorrendo quebra de tubos durante a centrifugação, aguardar a parada e proceder de acordo com a rotina de limpeza e desinfecção estabelecidas e o manipulador deverá utilizar sempre visor ou máscara evitando assim a aspiração de possíveis aerossóis; É proibido o uso de vassouras no ambiente de trabalho sendo necessário o uso de rodo úmido evitando a suspensão de poeira e formação de aerossóis DESCARTE DE MATERIAL PÉRFURO-CORTANTE: Agulhas, lâminas de bisturi, lancetas e outros materiais pérfuro-cortantes que possam facilmente atravessar a pele, devem ser manipulados de forma extremamente cuidadosa: PROCEDIMENTOS: Material pérfuro-cortante usado deve ser colocado em um recipiente rígido, resistente à perfuração, dotado de tampa. O recipiente deverá ser facilmente reconhecido e claramente assinalado com o símbolo internacional de risco biológico. Recipientes com dispositivos que permitam retirar a agulha do suporte sem manipulá-la são preferíveis. Os recipientes deverão estar disponíveis nos setores de coleta e nas maletas de coleta. Após procedimentos, os recipientes deverão ser lacrados com fita adesiva, colocados em saco branco de lixo biológico, que também devem ser lacrados e enviados para a empresa que recolhe lixo hospitalar. Agulhas não devem ser reencapadas, entortadas, quebradas ou cortadas, a não ser que o laboratório ofereça um equipamento próprio para esta finalidade PROCESSAMENTO E DESCARTE DE RESÍDUOS: Todos os procedimentos de segregação, acondicionamento, transporte, armazenamento e disposição dos resíduos gerados nas atividades do laboratório estão descritos em detalhes no Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) do Laboratório, que foi elaborado em conformidade com a RDC 306 da Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), Resolução CONAMA 358 e com o PGRSS do LABclim. As técnicas de tratamento (descontaminação biológica com hipoclorito, esterilização por calor úmido autoclavação, etc.), bem como os equipamentos (EPIS) e materiais necessários para o manuseio dos resíduos também se encontram descritos em detalhes no PGRSS do Laboratório. OBJETIVOS: Impedir a contaminação de grande quantidade de lixo por uma pequena quantidade de material contaminante; Normatizar e implementar a classificação, a segregação, o manuseio, o acondicionamento, a coleta e o armazenamento dos resíduos sólidos; Treinar os colaboradores para a classificação do lixo na sua fonte geradora; Prevenir acidentes ocasionados pela inadequada separação e acondicionamento dos pérfurocortantes; Permitir a reciclagem dos resíduos laboratoriais não contaminados.

7 Versão: 3 Pg: 7/14 RESPONSABILIDADE: Estas normas são de responsabilidade da Coordenação do laboratório, que contará com a colaboração da CGQ, biomédicos, bioquímicos e/ou biólogos responsáveis de setor para a disseminação e monitoração destas normas. Há ainda a co-responsabilidade de todos os funcionários do laboratório, desde que devidamente instruídos. Há uma declaração de compromisso que deverá ser assinada por todos os funcionários do laboratório após lida e compreendida, que ficará arquivada. CLASSIFICAÇÃO SEGUNDO RDC 306 de 07 de dezembro de 2004: GRUPO A: risco biológico - potencialmente infectantes gerados no laboratório clínico são: Sangue e seus componentes; Bolsas coletoras e coletor auto-aderente de urina; Secreções e excreções; Outros fluidos orgânicos; Tecidos ou peças anatômicas; Descarte das reações químicas in natura resultantes das dosagens; Meios, recipientes de coleta, placas de cultura contaminadas, etc; Luvas, swab s, gaze e algodão, contaminados com material biológico. GRUPO B: risco químico - gerados no laboratório clínico: a. Substâncias químicas; b. Reagentes vencidos e sobras de reagentes; c. Termômetros; d. Resíduos das reações químicas; e. Pilhas e baterias; f. Lâmpadas fluorescentes; g. Agentes esterilizantes ou desinfectantes. GRUPO C: rejeito radioativos - gerados no laboratório clínico: (N/A) a. Reagentes contendo radionuclídeos; b. Rejeitos radioativos resultantes das dosagens por radioimunoensaio, etc. GRUPO D: comuns - gerados no laboratório clínico: embalagens plástico, frascos, papéis, copos descartáveis, revistas, papelão, canetas, papel alumínio, resíduos sanitários (papel higiênico, absorventes, papel toalha, etc.), fraldas descartáveis, luvas de limpeza, etc. GRUPO E: materiais perfuro-cortantes a. Agulhas, pipetas, ponteiras, tubo capilar, tubos de ensaio, cacos de vidro, lancetas, etc. PROCESSO DE TRATAMENTO PARA RESÍDUOS INFECTANTES: Sangue e derivados: Devem ser recolhidos por pessoal treinado e colocados em sacos plásticos; Todo o material é recolhido pela prefeitura de Jandira, através de uma empresa terceirizada, LOCAVAGEM, conforme descrito no PGRSSS.

8 Versão: 3 Pg: 8/14 Meios e placas de cultura: Devem ser acondicionados em sacos plásticos identificados como material biológico e autoclavados para descontaminação e posterior descarte. O processo de descontaminação dos materiais vindos da microbiologia é feito através do calor úmido em Autoclave. Temperatura máxima de tratamento: 121 C. Tempo de processamento: 30 minutos a 121 C. Na autoclave, os RSS são desidratados, esterilizados e compactados; apresentam consistência sólida, tornam-se inertes, antibióticos e podem ser incinerados, sem risco de contaminação. Depois de diminuída a carga bacteriana, o material tratado poderá ser lançado em rede de esgoto ou acondicionado em sacos brancos leitosos, identificados como material biológico e entregue à empresa responsável pela destinação final desse tipo de resíduo. Amostras de urina e fezes: Após sua utilização as amostras de urina e fezes devem ser descartadas no esgoto sanitário in natura. Os coletores universais com o restante das fezes e urinas devem ser descartados em saco plástico branco leitoso, identificado como material biológico, com símbolo de material infectante. Outros líquidos biológicos, secreções e excreções: Esse material deve ser submetido a uma diminuição da carga bacteriana e descartado no esgoto sanitário com fluxo de água. Luvas, swab, gaze e algodão contaminados: Esse material deve ser descartado como material biológico, identificado de acordo com as normas vigentes. Resíduos líquidos contaminados, recolhidos diretamente no equipamento: Coloca-se uma mangueira na saída do equipamento, de modo a direcionar o fluxo até um recipiente plástico ou revestido por dentro com aço inox, com capacidade de 20 litros (a depender do equipamento) este deve servir para um dia inteiro de trabalho. O recipiente deve conter hipoclorito a 10% de sua capacidade. Quando estiver cheio, o conteúdo foi descontaminado e a solução final terá concentração de 1%. Depois de diminuída a carga bacteriana, o material tratado poderá ser lançado em rede de esgoto. Resíduos líquidos contaminados para tratamento posterior: Devem ser recolhidos por pessoal treinado, usando os EPI específicos. Os resíduos permanecem 1 hora em um recipiente com hipoclorito a 10% (100mL de hipoclorito para cada litro de resíduo). O material descontaminado pode ser despejado na rede de esgoto. PROCESSO DE TRATAMENTO PARA RESÍDUOS QUÍMICOS: Visa eliminar as possíveis ações corrosivas e/ou reações de desconforto pelo contato com as substâncias químicas utilizadas. As substâncias químicas puras, como ácidos e álcalis, nocivas à saúde, são utilizadas geralmente sob a forma de soluções, o que minimiza a sua ação corrosiva. Quando necessário o descarte das soluções de hipoclorito, formol, fenol, álcool e outros, devem ser diluídos com água antes de sua destinação no esgoto sanitário. O mesmo tratamento de diluição deve ser praticado também com os reagentes vencidos ou com os restos de reagentes.

9 Versão: 3 Pg: 9/14 EQUIPAMENTOS E MATERIAIS PARA PROCESSAMENTO DOS RESÍDUOS: RESÍDUO RECIPIENTE SACO PLÁSTICO DEPÓSITO EPI Resíduos Contamintes Resíduos químicos perigosos Tipo B Resíduo comum Classe D Resíduos pérfurocortante Tipo E Lixo com tampa e saco plástico branco. Branco leitoso Lixo com saco plástico branco Depois de esterilizados Empresa especializada são colocados em - bombonas plásticas. Lixeira comum com tampa Saco preto ou cinza. Contêiner, caçamba ou Recipiente rígido com tampa podendo ser um Descarpak - lixeira. Contêiner, caçamba Jaleco, botas ou sapato fechado impermeável, luvas. Jaleco, botas ou sapatos fechados impermeável, luvas. - Jaleco, botas ou sapato fechado impermeável, luvas. 6.6 SINALIZAÇÃO DE RISCO: Os principais locais de riscos presentes no laboratório deverão estar identificados e sinalizados. Com os símbolos internacionais em etiquetas adesivas padrão, onde deverá estar informado se é inflamável, tóxico, explosivo, corrosivo, risco biológico, etc. 6.7 BOAS PRÁTICAS EM MICROBIOLOGIA Generalidades: - Toda amostra deve ser considerada potencialmente contaminada; - Não se deve colocar na bancada de trabalho do laboratório: Bolsas, Material escolar, Livros, Utensílios pessoais, Outros - É preciso retira todos os acessórios pessoais (brincos, anéis, relógios, pulseiras etc.); - Deve-se desinfetar a bancada de trabalho ao inicio e ao término de cada aula prática; - È necessário lavar as mãos após desinfetar a bancada; - Utilizar os EPIs necessários como jaleco, touca, luvas, sapato fechado, máscara cirúrgica e máscara N95 quando necessário. - O material derramado deve ser coberto com desinfetante (15 minutos) e devem-se lavar bem as mãos com água e sabão. - Todo material contaminado (pipeta, bastão, lâminas, lamínulas etc.) deve ser colocado em recipiente adequado (Becker ou provetas com desinfetante) - JAMAIS DEIXE SOBRE A BANCADA OU SOBRE A PIA LÂMINAS, PLACAS E INTRUMENTO INFECTADOS; - Os tubos de ensaio e as placas de petri com os meios de cultura, inclusive aqueles com crescimento de microrganismo SÓ PODERAM SER ABERTOS NAS PROXIMIDADES DA CHAMA DO BICO DE BULSEN. - JAMAIS COLOQUE NO BOLSO OU DEITADO NA BANCA os tubos de ensaio com culturas; - Os tubos de ensaio e as placas de petri devem ser MANIPULADOS adequadamente; - NUNCA coloque o tampão de algodão sobre a bancada; - È preciso tomar muito cuidado ao acender o bico de Bunsen, observando se não existem produtos inflamáveis nas proximidades. - As alças de repicagem devem ser aquecidas ao rubro antes e depois de serem usadas. Antes de tocar o material de cultura deve-se esperar que a alça esfrie próximo à chama; Ao final da jornada, deve-se: Limpar a bancada; Desligar e cobrir os microscópios; Fechar o bico de bunsen e a válvula de segurança Descartar as luvas e lavar as mãos antes de sair.

10 Versão: 3 Pg: 10/ Utilização do bico de Bunsen - A função do bico de bunsen é formar uma barreira contra contaminação através do calor; - Sempre que manipular algum material infectado faça com próximo do bico de bunsen acesso; - O bico possui uma regulagem que torna possível selecionar a chama ideal para o trabalho; - A chama utilizada em microbiologia é a chama azul, pois esta atinge maior temperatura e não forma fuligem; A chama apresenta três zonas: Zona neutra: zona fria (próximo ao bico) não se utiliza para a flambagem; Zona Redutora: meio da chama, boa para flambagem; Zona oxidante: extremidade da chama, boa para flambagem Área destinada aos exames de Microbiologia: -Deve ser restrita nos momento de processamento das amostras. -A luz de segurança deve estar acessa nos momentos críticos. 6.8 DESCONTAMINAÇÃO: Para a descontaminação pessoal, de equipamentos e superfícies fixas, devem-se utilizar desinfetantes eficientes e adequados, registrados no Ministério da Saúde. Não existe um desinfetante único que atenda todas as necessidades. É fundamental conhecer os diversos agentes e sua compatibilidade de uso para evitar custos excessivos e utilização inadequada. Para descontaminação de amostras biológicas na rotina dos laboratórios clínicos, recomendam-se os compostos liberadores de cloro. O mais comumente utilizado é o hipoclorito de sódio a 1,0%, e todos os materiais utilizados para realização de pesquisa de BK é utilizado hipoclorito de sódio a 2,5%. OBS: O hipoclorito é tóxico e causa irritação da pele e de olhos, se ingerido, provoca corrosão das membranas e mucosas e sua inalação causa irritação severa no trato respiratório Descontaminação de área após derramamento de material biológico ou cultura de microrganismos 1. Notifique imediatamente aos demais funcionários do setor. 2. Se houver algum risco biológico associado com a liberação do aerossol todos os funcionários devem deixar imediatamente o setor. No setor de microbiologia a área deve ser irradiada por 30 minutos com ultravioleta. 3. Os indivíduos envolvidos no acidente devem verificar suas vestimentas quanto à contaminação com o material. Caso tenha ocorrido, as medidas de descontaminação da roupa devem ser tomadas Descontaminação de pequenas áreas: (INSTRUÇÃO PARA DESCONTAMINAÇÃO) 1. Colocar os EPIs necessários. 2. Identificar a área que necessita de descontaminação. 3. Preparar os sacos para descarte de material contaminado 4. Mover-se lenta e cuidadosamente durante o tratamento da área com o descontaminante próprio (hipoclorito) evitando a formação de novos aerossóis. 5. Cobrir a área inteira com uma toalha absorvente e deixar o germicida agir por 30 minutos antes de recolher com os fragmentos grosseiros. 6. Colocar o material absorvente nos sacos para descarte e os perfuro cortantes nas caixas rígidas. 7. Remover as luvas cuidadosamente e descarta-las juntamente com o material contaminado. 8. Lavar as mãos com água e sabão e solução anti-séptica. 13. Registrar o acidente.

11 Versão: 3 Pg: 11/14 Kit de limpeza: Instrução para descontaminação por escrito e em local de fácil visualização EPIs Pá plástica Desinfetantes apropriados (dentro da validade) Toalha de papel absorvente Saco plástico para descarte de material contaminado e caixas rígidas para perfuro cortantes Documentação Acidentes na Centrífuga: 1. Deixe o aerossol baixar durante 30 minutos. 2. Coloque seus EPIs, luvas, máscara e óculos de proteção. 3- Descontamine o suporte da centrífuga com hipoclorito (água sanitária), por no mínimo 15minutos. 4- Retire os demais tubos da centrífuga e descontamine a parte interna do equipamento com uma gaze embebida em uma das soluções(hipoclorito ou álcool ) 5- Descarte os fragmentos do tubo na caixa amarela para perfuro-cortantes. 6- Comunique e registre o incidente ao responsável pelo setor para que seja providenciada uma nova amostra LIMPEZA E HIGIENE: Áreas limpas: Não deve tocar com as mãos contaminadas (enluvadas ou não), telefone, teclados, maçanetas e outros itens. Deve ser feita a descontaminação periódica dos equipamentos e superfícies consideradas LIMPAS com álcool a. Áreas contaminadas: Todas as superfícies consideradas contaminadas só poderão ser tocadas por mãos enluvadas. Todos os equipamentos, telefones, maçanetas, teclados e demais superfícies contaminados estarão marcados com uma etiqueta indicando que para tocar naquele local a pessoa deverá calçar as luvas. PLANO DE LIMPEZA E DESINFECÇÃO O QUE? QUANDO? COM O QUE? COMO? Equipamentos Após contaminação Pano ou papel umedecido Água e sabão Álcool a Remover a contaminação Fricção por 2 min. até secar Autoclave Semanal Água e sabão Banho-Maria Mensal Água e sabão Álcool a Centrífugas Diariamente Após contaminação Com material biológico Álcool a Estufa Diariamente Água e sabão Álcool a Cabine de segurança com fluxo Após o uso diariamente Água e sabão laminar Álcool a Retirar a água Manter seco entre uso Friccionar por até 2 min até secar Friccionar por 2 min. até secar (superfície interna) Friccionar por 2 min. até secar Friccionar por 2 min. até secar Filtro de ar-condicionado Mensalmente Troca do filtro Retirar o filtro Colocar o novo Freezer Mensalmente Água e sabão Transferir o conteúdo para outra geladeira. Degelar Geladeira Mensalmente Água e sabão Transferir o conteúdo para outra geladeira. Degelar Instrumental autoclavável Após cada uso Água e sabão Autoclavar a 121 C Esterilização por 20 min. Bancadas Diariamente Pano ou Papel descartável Remover

12 Versão: 3 Pg: 12/14 Após contaminação com Água e sabão matéria orgânica. Álcool a Friccionar por 2 min até secar Paredes Trimestralmente Água e sabão Pias Diariamente Sapóleo em pó Pisos Diariamente Pano ou papel descartável Remover Após contaminação com Água e sabão matéria orgânica Álcool a Friccionar por 2 min até secar 6.10 MANIPULAÇÃO E ESTOCAGEM DE SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS: Deve-se ter cuidado com a manipulação e estocagem de substâncias químicas, lendo com atenção os rótulos e as fichas de segurança. A estocagem de matéria prima deve ser feita em estantes apropriadas, bem ventilados, em temperatura ambiente. É importante observar a incompatibilidade entre as diversas substâncias. CATEGORIAS QUÍMICA E RISCOS RELACIONADOS: GRUPO QUÍMICO Ácidos Bases Cianetos e sulfetos Sólido inflamável Líquidos inflamáveis RISCO Corrosão Corrosão Envenenamento Incêndio Incêndio ACIDENTES DE TRABALHO: Acidentes de trabalho por contaminação com material biológico, objetos pérfuro-cortantes potencialmente contaminados está relacionado à não observância das normas de biossegurança. Os principais acidentes num laboratório são devidos: -Acidentes por punção percutânea com agulhas e outros instrumentos pérfuro-cortantes. -Projeção de sangue em diversos procedimentos, atingindo mucosas do colaborador. -Projeções nos olhos e contaminação de minúsculas gotículas. Procedimentos frente a acidentes: As picadas e cortes devem ser lavados com água e sabão imediatamente. Se uma salpicada atingir os olhos, enxaguar com água corrente ou soro fisiológico, mantendo os olhos bem abertos. Se contaminar a boca, sem fazer nenhum movimento de deglutição, enxaguar com água. SE VIER A ACONTECER ALGUM ACIDENTE NO LOCAL DE TRABALHO O COLABORADOR DEVERÁ COMUNICAR IMEDIATAMENTE AO GERENTE / SUPERVISOR / COORDENADOR DO SETOR QUE DEVERÁ TOMAR AS DEVIDAS PROVIDÊNCIAS ENCAMINHANDO-O A CGQ. A CGQ deverá registrar em formulário padrão todo incidente ou dano em potencial que por ventura venha a acontecer e nesta planilha deverá constar: Dados pessoais; Descrição do acidente; Investigação da causa; Medidas tomadas para prevenção de casos semelhantes; Acompanhamento do colaborador acidentado:

13 Versão: 3 Pg: 13/14 Preencher o impresso CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho) e encaminhar as 6 vias deste impresso ao Departamento de Recursos Humanos que providenciará o envio das vias para os órgãos correspondentes conforme PCMSO LABclim. PROTOCOLO FRENTE A ACIDENTE COM PÉRFURO-CORTANTE: Coletar amostras de sangue do paciente e do colaborador acidentado, em tubo seco de 10 ml. Encaminhar o colaborador para o setor de emergência do Hospital de referência, com a carta de encaminhamento informando ao médico o acidente de trabalho, quando possível o resultado do exame na amostra com a qual o colaborador tenha se acidentado (FO Registro de Acidente de Trabalho e FO Comunicado Acidente de Trabalho). Os tubos de 10 ml são encaminhados ao setor de gerenciamento de amostras para a centrifugação e direcionado a imunoquímica para realização dos marcadores de hepatite B e C e HIV (HCV e Hbc IgG). Deverá ser realizado teste rápido para HIV e o resultado reportado para o médico. O laboratório deverá fornecer um relatório com o resultado dos exames. Se o resultado for negativo, o colaborador retorna ao laboratório com o relatório, que deverá ser entregue a CGQ; se for positivo, o colaborador deverá iniciar de imediato o tratamento, cuja medicação é fornecida pelo próprio hospital, e o mesmo continua com acompanhamento médico no Hospital de referência. Independente do resultado do relatório o colaborador deverá realizar periodicamente (1 mês / 6 meses / 1ano / 2 anos) sorologia para hepatite B / C e HIV. A CGQ realizará estatísticas mensais de acidentes com perfuro cortantes PROGRAMA DE VACINAÇÃO PGQ-0038 Programa de Vacinação 6.13 LAVAGEM DAS MÃOS A principal via de transmissão de infecção dos EAS são as mãos dos profissionais que atuam nesses estabelecimentos. A adequada LAVAGEM DAS MÃOS é fundamental: Técnica: COMO PROCEDER: Abrir a torneira com a mão não dominante (para o destro, usar a mão esquerda. Para o canhoto, a direita) e molhar as mãos, sem encostar na pia ou lavatório; Ensaboar as mãos, friccionando-as por aproximadamente 15 a 30 segundos, atingindo: 1 - Palma das mãos 2 - Dorso das mãos 3 - Espaços interdigitais 4 - Polegar 5 - Articulações 6 - Unhas e extremidades, dedos. 7 - Punhos Enxaguar as mãos; Fechar a torneira com o papel É proibido o uso de acessórios como: Anéis; Pulseiras; Relógios de pulso.

14 Versão: 3 Pg: 14/14 7. REGISTROS CAT 8. DADOS N/A 9. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA RDC 306 de 07 de dezembro de Resolução n. 358 de 29 de abril de 2005 do CONAMA Manual de Integração Manuais da Qualidade 10. ANEXOS Anexo I Símbolos de biossegurança

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