1 Avaliação e Gestão do Desempenho
|
|
|
- Márcio Farias Lage
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 1 Avaliação e Gestão do Desempenho Por António Pais Avaliação do Desempenho Qualquer acto de avaliação requer um termo de comparação, com base no qual se afere o grau de concordância entre os entes em avaliação. A avaliação ocorre sempre que se determina, no termo de comparação, a amplitude da diferença entre esses entes. O termo de comparação é comum aos entes e é o que os torna comensuráveis. Ele admite a igualdade dos entes, mas sobretudo revela a diferença ou o grau de diferença entre eles. Quando no termo de comparação entre entes existe um padrão de comparação, isto é, um nível ideal, esperado ou desejado, os entes são aferidos em função da sua distância relativa a esse nível. O padrão de comparação pode ser coincidente com um determinado ente de entre os entes em consideração. Esse ente constitui, assim, a referência base no termo de comparação dos entes. Todos os entes são avaliados pelo padrão de comparação constituído pelo ente de referência. O acto de avaliação é feito pelo sujeito avaliador cujo o interesse próprio determina os entes objecto de avaliação ou avaliados, o termo e padrão de comparação. São inúmeros os domínios em que a avaliação é possível de realizar, quer os entes sejam seres humanos, outros seres ou coisas. Ela é essencial à vida prática dos seres humanos, na condução das suas actividades e projectos, quer assegurem a sua sobrevivência e desenvolvimento, quer visem a sua adaptação à vida em sociedade. Aliás, enquanto o controlo, orgânico (por homeostase) ou prático, da diferença relativamente ao padrão de comparação é característico de todos os seres vivos, a avaliação é algo especificamente humano, pois só os humanos são dotados da faculdade de julgamento; só eles têm a noção de bem e mal, que transcende o impulso de atracção ou evitamento. É o julgamento da diferença mencionada que define a noção de avaliação. Por isso, ao falarmos de avaliação temos necessariamente como sujeitos avaliadores os seres humanos, podendo ser
2 entes avaliados todas as demais coisas conscientes. São também os seres humanos que nos importa aqui, no âmbito deste livro, considerar como entes avaliados. O domínio de avaliação que visamos é o desempenho no contexto organizacional, ao nível individual, de equipa, e do todo colectivo organizacional. Para proceder a avaliação do desempenho é necessário assegurar o seu controlo, primeiro, estabelecendo o termo de comparação e, depois, fixando o padrão de desempenho considerado o desempenho esperado ou desejado com o qual possamos confrontar o seu desempenho efectivo. O bom ou mau desempenho na organização depende do grau de aproximação do desempenho real ao desejado. Na avaliação do desempenho numa organização, o termo de comparação traduz-se, normalmente, num indicador de medida do desempenho, o qual mede os resultados do desempenho. Deste modo, o padrão de desempenho define-se pelo nível esperado de resultados e a avaliação de desempenho como a apreciação da diferença detectada por comparação (controlo) dos resultados efectivos com os resultados desejados. A avaliação de desempenho consiste, assim, no julgamento decorrente do confronto dos resultados de desempenho com padrões de resultados de desempenho previamente fixados, ambos aferidos com base em indicadores de medida de desempenho comuns. Gestão do Desempenho Uma vez definido um padrão de desempenho, a organização tem de ser capaz de ter o desempenho que replique esse padrão. Cabe à gestão do desempenho fazer com que este produza os resultados que realizam o padrão do desempenho. A gestão do desempenho consiste na monitorização do desempenho, nas deliberações, e na coordenação das iniciativas levadas a cabo com o fim de
3 conduzir o desempenho da organização ao padrão de desempenho previamente estabelecido. Os desvios dos resultados face ao padrão de desempenho constituem oportunidades de aprendizagem organizacional. Até que os desvios, e, sobretudo, os que são negativos, se anulem, a gestão tem de diagnosticar o que pode condicionar a evolução desejada dos resultados. Este diagnóstico permanente faz com que a organização esteja em aprendizagem incessante prosseguindo a melhoria contínua do seu desempenho. Domínios de Avaliação e Gestão do Desempenho São vários os domínios de avaliação de desempenho numa organização. Os mais frequentes são os objectivos e as competências, se bem que também é comum avaliar, de modo independente, as atitudes e os valores de desempenho. Quando fazemos avaliação do desempenho por objectivos aferimos o desempenho confrontando os resultados obtidos com o padrão de desempenho constituído pelos resultados esperados, ambos cotejados no mesmo indicador de medida. Quando fazemos avaliação do desempenho por competências, os desempenhos são aferidos tendo por padrão de desempenho resultados esperados de competências (competências a desenvolver) com base nos quais confrontamos os resultados obtidos no exercício dessas competências (competências demonstradas), ambos aferidos no mesmo indicador de desempenho. Se admitirmos que o sistema de avaliação de desempenho visa aferir a capacidade do desempenho realizar resultados esperados, então há que avaliar e gerir igualmente o que mais contribui para o sucesso do desempenho assim determinado. Só se atingem resultados superiores se a organização tiver as competências que colocam o seu desempenho a um nível igualmente superior. Daí a necessidade de avaliar e gerir competências
4 organizacionais. Porém, a organização pode deter ou desenvolver as competências necessárias à melhoria de resultados e, ainda assim, não ter a predisposição favorável a usar essas competências de modo a produzir resultados superiores. Deste modo, surge a necessidade de avaliar e gerir as atitudes organizacionais. Mas, mesmo que existam atitudes que fomentam o desenvolvimento e exercício de competências indispensáveis à melhoria de resultados, os valores organizacionais podem dificultar esse propósito. Deter os valores organizacionais certos é condição fundamental à excelência do desempenho organizacional. Neste sentido, surge a necessidade de avaliar e gerir por competências. Ver a Figura 1 como ilustração gráfica do que acabamos de afirmar. Lógica Integrada de Domínios de Avaliação do Desempenho Resultado no momento 0 Resultado no momento 1 Desempenho Organizacional Desempenho Individual Gestão e Avaliação do Desempenho por Objectivos Gestão e Avaliação do Desempenho por Competências + Gestão e Avaliação do Desempenho por Atitudes + Gestão e Avaliação do Desempenho por Valores Figura 1 Níveis de Avaliação e Gestão do Desempenho A avaliação e gestão do desempenho podem ocorrer a diferentes níveis de uma organização. O primeiro, e que sustenta e guia os restantes, é a
5 avaliação e gestão do desempenho da organização considerada globalmente. A este nível, faz-se uma gestão geral dos principais domínios do desempenho da organização, avaliando continuamente o progresso dos resultados do desempenho nesses domínios face aos padrões de desempenho organizacional. Mas o desempenho de uma organização depende do desempenho de cada pessoa e da actuação dessa pessoa na equipa ou no grupo de trabalho que integre. É a decisão e acção aos vários níveis da estrutura de uma organização que determina o seu desempenho global. Os demais níveis de desempenho correspondem, assim, aos vários níveis de decisão e acção organizacional: decisão estratégica; decisão de gestão; decisão operacional. Estes níveis de desempenho dão origem, respectivamente, à avaliação e gestão do desempenho estratégico, de gestão e operacional. Eles devem estar alinhados por forma a garantir que o desempenho operacional contribui para o sucesso do desempenho de gestão e este, por sua via, contribui para o do desempenho estratégico. E todos estes concorrem, em cascata ascendente, para o êxito do desempenho organizacional. (ver figuras seguintes)
6 Figura 2
7 Figura 3 Processo de Avaliação e Gestão do Desempenho O processo de avaliação do desempenho da organização compreende três fases: planeamento, monitorização e avaliação final. Processo de Avaliação e Gestão do Desempenho CICLO DE GESTÃO ANUAL FASE DE PLANEAMENTO FASE DE FASE DE AVALIAÇÃO GESTÃO DO DESEMPENHO Figura 4 Na fase de planeamento definem-se os indicadores de desempenho, os padrões de desempenho que se pretendem atingir até ao fim do período de avaliação e as iniciativas a levar a cabo para realizar os padrões. Na fase de monitorização, que corresponde ao período temporal em que se verifica o desempenho efectivo na persecução dos resultados esperados, deve ser realizado o controlo dos resultados verificados ao longo deste período de forma a tomar decisões correctivas, caso se registem desvios significativos face ao esperado. É nesta fase que se pode considerar a eventual revisão de padrões de desempenho. Na última fase, a fase de avaliação, procede-se à avaliação final do desempenho obtido por via da confrontação entre os resultados efectivamente verificados e aqueles que se pretendiam alcançar e que foram estabelecidos na fase inicial.
8 Razão de Ser da Avaliação e Gestão de Desempenho Pública Para além de cumprir e fazer cumprir a legislação, as organizações públicas têm de prestar contas aos seus públicos, assumindo compromissos e dando a conhecer o grau de sucesso na sua realização. A avaliação do desempenho, com o estabelecimento de padrões de desempenho, pode dar origem a compromissos públicos, face aos quais a organização presta contas. Esses compromissos investem a organização de responsabilidades pela produção de resultados e não apenas de desenvolvimento de processos e execução de tarefas. A excelência da organização afere-se pelo nível de resultados alcançados. A avaliação do desempenho constitui outrossim um importante instrumento de transparência quer interna quer externa. Ao comunicar na organização e junto dos públicos a relação entre o compromisso e a realização, a avaliação do desempenho expõe a julgamento a justiça e ambição dos compromissos e a bondade e correcção dos comportamentos, bem como das acções organizacionais produtoras de resultados. Tudo isto com o desígnio último de satisfazer o cidadão, consumidor ou não dos serviços públicos. A gestão e avaliação de desempenho deve avaliar o passado, corrigir desvios no presente e definir acções para o futuro, ou seja, a avaliação de desempenho é uma ferramenta da gestão que corresponde a uma análise sistemática do desempenho em função das actividades que realiza, dos resultados esperados e alcançados e do seu potencial de desenvolvimento. Face aos compromissos assumidos, os desvios dos resultados obtidos constituem importantes oportunidades de aprendizagem organizacional. A insuficiência ou excesso dos resultados do desempenho conduz ao diagnóstico da situação que a justifica e às consequentes medidas de gestão do desempenho. Estas mesmas sujeitas a julgamento do seu sucesso pela avaliação do desempenho. Deste modo, a avaliação cria sistematicamente oportunidades para detectar o que corre bem e mal, o que funcionava e deixou de funcionar, o tido como certo que se revela errado. Por conseguinte,
9 configura um motor de mudança organizacional e inovação, bem como um aferidor do seu êxito. O desempenho avaliado pelos compromissos assumidos permite controlar as várias áreas de actividade da organização pelo contributo que cada uma delas tem para a sua realização. Neste sentido, é um mecanismo de coordenação das actividades da organização e de controlo do seu desempenho. As diferentes actividades convergem no seu desempenho para o da organização e o resultado produzido por esta é fruto dos resultados gerados por aquelas.
Regulamento Interno AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS COLABORADORES
Regulamento Interno AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS COLABORADORES REGULAMENTO INTERNO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS COLABORADORES NORMA I ÂMBITO E DEFINIÇÃO 1. O presente regulamento, em conformidade com
Monitorização e Avaliação do Plano de Acção do Plano de Desenvolvimento Social
Nota de Apresentação Monitorização e Avaliação do Plano de Acção do Plano de Desenvolvimento Social (Referencial) O presente documento constitui uma proposta de referencial do processo de monitorização
Manual de Apoio ao Avaliador
Página 1 / 5 MANUAL DE APOIO À GESTÃO DO DESEMPENHO INTRODUÇÃO O principal objectivo do presente manual é auxiliar o processo de Gestão do Desempenho e o preenchimento da Ficha de Avaliação esclarecendo,
Sistema Integrado de Gestão e Avaliação do Desempenho na Administração Pública Eugénia Santos
SIADAP Sistema Integrado de Gestão e Avaliação do Desempenho na Administração Pública Eugénia Santos QUADRO LEGAL Lei n.º 66-B/2007, de 28 de Dezembro Portaria n.º 1633/2007, de 31 de Dezembro OBJECTIVO
Estratégias para as Compras Públicas Sustentáveis. Paula Trindade LNEG
Estratégias para as Compras Públicas Sustentáveis Paula Trindade LNEG Conferência Compras Públicas Sustentáveis LNEG, 25 Março 2010 Muitas organizações têm experiências em compras sustentáveis! Mas sem
AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO
SECRETARIA Serviço ou Organismo NIF FICHA DE AVALIAÇÃO PARA OS DIRIGENTES DE NÍVEL INTERMÉDIO A preencher pelo avaliador Avaliador Cargo NIF Avaliado Cargo Unidade orgânica NIF Período em avaliação a 1.
PERFIL DE EXCELÊNCIA ACTIVIDADE PROFISSIONAL DO FORMADOR
PERFIL DE EXCELÊNCIA ACTIVIDADE PROFISSIONAL DO FORMADOR Junho de 2011 Para mais informação consulte o site do Projecto ROQET em www.self-assessment-in-vet.eu Organizações de excelência alcançam e preservam
Planeamento como Ferramenta para a Sustentabilidade. Paulo Teixeira
Planeamento como Ferramenta para a Sustentabilidade Paulo Teixeira Pensar Estratégicamente a Organização Há várias razões para uma organização apostar em pensarse estratégicamente mas a principal é Para
NORMAS DE APLICAÇÃO DO SIADAP 2 E 3 NA AET
NORMAS DE APLICAÇÃO DO SIADAP 2 E 3 NA AET a) Fixação do nº mínimo de objetivos por carreira: Dirigentes Intermédios (coordenadora Técnica) 4 Objetivos (um funcional, um de relacionamento e um de grau
REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO. CAPÍTULO I Disposições Comuns
REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO CAPÍTULO I Disposições Comuns SECÇÃO I Disposições gerais Artigo 1º Objecto O presente regulamento procede
2011 PLANO DE ACÇÃO ESTRATÉGICA QUADRO DE AVALIAÇÃO E RESPONSABILIZAÇÃO
2011 PLANO DE ACÇÃO ESTRATÉGICA QUADRO DE AVALIAÇÃO E RESPONSABILIZAÇÃO Área dos Recursos Humanos Não Docentes NOTA INTRODUTÓRIA O Plano de Acção Estratégica especifica o rumo de acção que o Agrupamento
REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO. CAPÍTULO I Disposições Comuns
REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO CAPÍTULO I Disposições Comuns Artigo 1º Objecto O presente regulamento interno procede à adaptação das regras
Anexo Único. Estrutura e modelo de funcionamento de Co- Governação para os Gabinetes de Apoio aos Bairros de Intervenção Prioritária
Anexo Único Estrutura e modelo de funcionamento de Co- Governação para os Gabinetes de Apoio aos Bairros de Intervenção Prioritária Artigo 1º - Definição Um GABIP é uma estrutura de iniciativa municipal,
PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DA QUALIDADE. PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a da Qualidade Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/5
PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DA QUALIDADE PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a da Qualidade Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/5 ÁREA DE ACTIVIDADE - ENQUADRAMENTO NA ORGANIZAÇÃO/EMPRESA OBJECTIVO
Plano de Intervenção Avaliadores
Plano de Intervenção Avaliadores Apresentam-se algumas especificidades do processo SIADAP 2012 visando o esclarecimento da abordagem a prosseguir pelos Avaliadores. Para obter esclarecimentos adicionais
Instrumento de Registo (Artigo 10º, ponto 1 1 e 2 do Decreto Regulamentar n.º 2/2010)
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE S. JOÃO DA PESQUEIRA Instrumento de Registo (Artigo 10º, ponto 1 1 e 2 do Decreto Regulamentar n.º 2/2010) Ficha de Registo Avaliação do Desempenho Docente do Ensino Básico e
Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo. Código de Ética e Conduta Profissional da CCDR-LVT
Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo Código de Ética e Conduta Profissional Agosto 2009 Código de Ética e Conduta Profissional Um Código de Ética e Conduta Profissional
1. Introdução Avaliação ex-ante como ponto de partida Principais objectivos Avaliação de natureza operacional 3
1. Introdução 2 2. Avaliação ex-ante como ponto de partida 2 3. Principais objectivos 3 3.1. Avaliação de natureza operacional 3 3.2. Avaliação de natureza estratégica 4 4. Implementação 4 4.1. Avaliação
A modernização das Aquisições Públicas em Cabo Verde: Legislação, processos e tecnologias
A modernização das Aquisições Públicas em Cabo Verde: Legislação, processos e tecnologias MODERNIZAÇÃO TRANSPARÊNCIA RACIONALIZAÇÃO Cristino Sanches Praia 11 de Abril de 2011 Agenda 1. Contexto da Reforma
Referencial Estratégico para Monitorização do Desenvolvimento Social de Lisboa
EAPN Portugal / Rede Europeia Anti Pobreza Observatório de Luta Contra a Pobreza na Cidade de Lisboa Referencial Estratégico para Monitorização do Desenvolvimento Social de Lisboa Documento realizado para
Avaliação do desempenho do docente -2011/2012
Avaliação do desempenho do docente -2011/2012 (Decreto-regulamentar n.º 26/2012, de 21 de Fevereiro) A avaliação do desempenho do pessoal docente visa a melhoria da qualidade do serviço educativo e das
SIADAP LEI N.º 66-B/2007 de 28 de Dezembro
Âmbito de aplicação (art.º 2.º) SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO E DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA SIADAP Âmbito genérico de aplicação: - Administração directa do Estado; - Administração
PADRÕES de DESEMPENHO DOCENTE
ESCOLA SECUNDÁRIA DO RESTELO 402679 PADRÕES de DESEMPENHO DOCENTE 2010-2011 Desp.n.º 16034-2010, ME (20 Out.) VERTENTE PROFISSIONAL, SOCIAL E ÉTICA Compromisso com a construção e o uso do conhecimento
Critérios de Mérito. Critério Sub critério Descrição e regras de avaliação Pontuação CRITÉRIOS QUALITATIVOS
Critérios de Selecção A fim de assegurar um nível mínimo de qualidade das candidaturas, os candidatos seleccionados têm de pontuar pelo menos 30 pontos nos critérios qualitativos, sob pena de exclusão.
Qualidade de Vida Urbana
Sistema de Monitorização da Qualidade de Vida Urbana Relatório de Actualização do Painel de Indicadores Estatísticos 2004 Gabinete de Estudos e Planeamento Ficha Técnica Título Sistema de Monitorização
da Avaliação do Desempenho e Alteração do Posicionamento Remuneratório
Regulamento da Avaliação do Desempenho e Alteração do Posicionamento Remuneratório Capítulo I Generalidades Artigo 1.º Objecto O presente regulamento, editado com base nos artigos 74.º-A a 74.º-C do ECDU,
Promover a competitividade e o desenvolvimento dos pequenos negócios e fomentar o empreendedorismo para fortalecer a economia nacional
Excelência na Gestão Desafio dos Pequenos Negócios INSTITUCIONAL SEBRAE MISSÃO Promover a competitividade e o desenvolvimento dos pequenos negócios e fomentar o empreendedorismo para fortalecer a economia
MISSÃO VISÃO VALORES 1/5
A Administração Central do Sistema de Saúde, I.P. (ACSS, IP) é um Instituto Público, criado em 2007, integrado na administração indireta do Estado, dotado de autonomia administrativa, financeira e patrimonial
1º Ciclo. Competências Gerais do Ensino Básico
1º Ciclo Ao longo do 1º ciclo do Ensino Básico, todos os alunos devem desenvolver as competências gerais do Ensino Básico. Competências Gerais do Ensino Básico 1. Mobilizar saberes culturais, científicos
Avaliação do Pessoal Não Docente SIADAP
Avaliação do Pessoal Não Docente SIADAP Lei n.º 66-B/2007, de 28 de Dezembro com as alterações introduzidas pela Lei n.º 66-B/2012, de 31 de dezembro Page 1 SIADAP: PERIODICIDADE: bianual Requisitos para
ELABORADO VERIFICADO APROVADO
Pág. n.º 1/5 LISTA DE ALTERAÇÕES Descrição da alteração Páginas Edição Data Definição da metodologia de registo da periodicidade de acompanhamento dos objectivos e definição da periodicidade das reuniões
FAQ. 1. Qual o âmbito de aplicação pessoal da portaria n.º 242/2011, de 21 de junho?
FAQ SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA CARREIRA ESPECIAL DE ENFERMAGEM I. Enquadramento 1. Quais os instrumentos legais aplicáveis ao SIADAP dos enfermeiros? Ao SIADAP dos enfermeiros aplicam-se os
Caracterização. Serve de base à preparação dos planos, das intervenções e do complemento de programação, nos quais está integrada.
6. AVALIAÇÃO Quadro regulamentar da avaliação do QCAIII De acordo com o Regulamento (CE) n.º 1260/1999 do Conselho, de 21 de Junho de 1999, que estabelece disposições gerais sobre os Fundos estruturais,
Gestão da Investigação, Desenvolvimento e Inovação (IDI) Requisitos de um projecto de IDI
Norma Portuguesa Gestão da Investigação, Desenvolvimento e Inovação (IDI) Requisitos de um projecto de IDI Gestion de la Recherche, Développement et Innovation (RDI) Exigences d'un project de RDI Management
RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO Professor
RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO Professor Anexo I COORDENAÇÃO DO ENSINO: NOME DO AVALIADO: CÓDIGO DO HORÁRIO: LOCAL/LOCAIS ONDE EXERCE FUNÇÕES: CARGO: Professor PERÍODO EM AVALIAÇÃO: Ano lectivo de 2009-2010
07/06/2015 Imprimir Implementação de Sistemas de Gestão Ambiental: Motivações,... Gestão Ambiental Naturlink
Naturlink Implementação de Sistemas de Gestão Ambiental: Motivações, Vantagens e Instrumentos Rita Teixeira d Azevedo A protecção do Ambiente é cada vez mais importante no dia a dia das empresas, com implicações
AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO
CENTRO SOCIAL DE SANTA CRUZ DO DOURO NIF FICHA DE AVALIAÇÃO DO PESSOAL A preencher pelo avaliador Avaliador Cargo NIF Avaliado Unidade orgânica Carreira Categoria NIF Período em avaliação 1. MISSÃO DA
INTRODUÇÃO. COMO FAZER O HACCP FUNCIONAR REALMENTE NA PRÁTICA* Sara Mortimore PREPARAÇÃO E PLANEAMENTO ETAPA 1 INTRODUÇÃO
ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE COIMBRA MESTRADO EM ENGENHARIA ALIMENTAR SEGURANÇA ALIMENTAR INTRODUÇÃO Sistema de controlo simples e lógico COMO FAZER O FUNCIONAR REALMENTE NA PRÁTICA* Sara Mortimore Ana Santos,
Principais alterações ISO 14001:2015
Principais alterações ISO 14001:2015 André Ramos Diretor de Marketing Agenda Comissão Técnica O processo de revisão da ISO 14001 Orientações para Revisão Inquérito aos utilizadores Calendário Alterações
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SÃO JOÃO DO ESTORIL Departamento 1º Ciclo
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SÃO JOÃO DO ESTORIL Departamento 1º Ciclo ELEMENTOS DE AVALIAÇÃO Serão tidos em consideração os elementos de avaliação a seguir enumerados, essenciais para o desenvolvimento do
CARTA DE QUALIDADE DA REDE DE CENTROS DE RECURSOS EM CONHECIMENTO (RCRC)
CARTA DE QUALIDADE DA REDE DE CENTROS DE RECURSOS EM CONHECIMENTO (RCRC) 1. Missão A RCRC tem por missão facilitar o acesso a informação estratégica, em vários suportes, aproximar e criar interfaces entre
AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO
MINISTÉRIO Organismo/Serviço NIF FICHA DE AVALIAÇÃO PARA O GRUPO PROFISSIONAL DO PESSOAL AUXILIAR Avaliador Cargo NIF A preencher pelo avaliador Avaliado Unidade orgânica Carreira Categoria NIF Período
Ano lectivo Comissão de Coordenação de Avaliação do Desempenho do Agrupamento de Escolas Mosteiro e Cávado.
Ano lectivo 2008-2009 Comissão de Coordenação de Avaliação do Desempenho do Agrupamento de Escolas Mosteiro e Cávado. ORIENTAÇÕES GERAIS Nº 1 1.INTRODUÇÃO O presente documento, sobre o processo de avaliação
POLÍTICA DE GESTÃO DE PESSOAS DA COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DE MINAS GERAIS CODEMIG
POLÍTICA DE GESTÃO DE PESSOAS DA COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DE MINAS GERAIS CODEMIG 1. INTRODUÇÃO E OBJETIVO 1.1. A presente Política de Gestão de Pessoas da Companhia de Desenvolvimento Econômico
PROGRAMA NACIONAL de ACREDITAÇÃO em SAÚDE (PNAS)
PROGRAMA NACIONAL de ACREDITAÇÃO em SAÚDE (PNAS) Filipa Homem Christo Departamento da Qualidade em Saúde Direcção Geral da Saúde Despacho n.º 69/2009 de 31 Agosto -Ministra da Saúde Aprova o Modelo de
AVALIAÇÃO E BOA GOVERNAÇÃO MODELOS E PRÁTICAS
AVALIAÇÃO E BOA GOVERNAÇÃO MODELOS E PRÁTICAS Aplicação do Sistema de Avaliação de Desempenho dos Serviços Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território 12.03.2010 Aplicação do Sistema de Avaliação
AVAL DESEMP - INMETRO
AVAL DESEMP - INMETRO 1 Contextualização Societal da Avaliação Globalização Competitividade global Eficiência Qualidade Inovação Redução défices orçamentais Economia Eficiência Complexidade governação
Gestão baseada no desempenho
Gestão baseada no desempenho Enquadramento conceptual do modelo em aplicação no Centro Hospitalar de Lisboa Central Daniel Ferro 7.12.2007 Modelo de Gestão do desempenho Permite: aumento da produtividade
Mapa de Pessoal 2011
Mapa de Pessoal 2011 Ocupados A ocupar Trabalhadores ausentes por motivo de: Carreira Categoria Atribuições/ Competências/ Actividades Área de Formação Académica e/ou Profissional e/ou competência específica
Planificação da bacia hidrográfica para recursos hídricos. GIRH para Organizações de Bacias Hidrográficas
Planificação da bacia hidrográfica para recursos hídricos GIRH para Organizações de Bacias Hidrográficas Objectivos de aprendizagem Valorizar a planificação da bacia hidrográfica como um processo que coordena
Avaliação do Pessoal Não Docente SIADAP
Avaliação do Pessoal Não Docente SIADAP Lei n.º 66-B/2007, de 28 de Dezembro com as alterações introduzidas pela Lei n.º 66-B/2012, de 31 de dezembro SIADAP: PERIODICIDADE: bianual Requisitos para a avaliação:
Monitorização dos sinais vitais
Monitorização dos sinais vitais a gestão de tempo potenciais problemas com a informação técnicas de melhoria na gestão de informação eliminação de burocracia Os planos devem constituir-se como uma ferramenta
7 Elaboração dos planos de acção
A elaboração dos planos de acção é um passo importante para preparar a implementação de uma estratégia para o desenvolvimento das estatísticas. A estratégia definida na ENDE precisa de ser traduzida em
REGULAMENTO DO GABINETE DE ESTUDOS E PLANEAMENTO. Artigo 1.º. Definição e Finalidade
REGULAMENTO DO GABINETE DE ESTUDOS E PLANEAMENTO O presente regulamento explicita as competências, responsabilidades e funcionamento do Gabinete de Estudos e Planeamento. Artigo 1.º Definição e Finalidade
Avaliação Externa das Escolas
INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Avaliação Externa das Escolas 2006-2009 Seminário Avaliação e Boa Governação Modelos e Práticas Lisboa - 12 de Março de 2010 Avaliar as escolas razões e percursos (1) A descentralização
Nota Metodológica. Grelha de análise e seleção de candidaturas. Tipologia de Operação: formação de docentes e outros agentes de educação e formação
Nota Metodológica Grelha de análise e seleção de candidaturas Tipologia de Operação: formação de docentes e outros agentes de educação e formação I - Fixação dos limiares nas escalas baseadas em indicadores
Conversão e optimização da exploração agro-pecuária. Aula 2
Conversão e optimização da exploração agro-pecuária Aula 2 Aula 2 Sumário: Principais conceitos associados à elaboração de projetos. Tipos de orçamentos necessários à elaboração do cash-flow do projeto:
Regulamento Interno de Funcionamento do Gabinete de Gestão e Qualidade (GGQ)
Regulamento Interno de Funcionamento do Gabinete de Gestão e Qualidade (GGQ) 1 Índice I Disposições Legais...3 Artigo 1º - Objecto e âmbito de aplicação... 3 II Modelo Organizacional... 3 Artigo 2º - Definição
Training Course MBA - METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO
MBA - METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DESCRIÇÃO Avaliação de Desempenho é uma importante ferramenta de Gestão de Pessoas que corresponde a uma análise sistemática do desempenho do profissional em
ALAIN AREAL LISBOA, 03 DE OUTUBRO 2016
ALAIN AREAL LISBOA, 03 DE OUTUBRO 2016 Enquadramento Na Europa, 60% dos acidentes de trabalho de que resultam mortos são acidentes rodoviários, incluindo os acidentes de trajecto para o trabalho. Acidentes
por uma administração pública de qualidade lisboa, 07.maio.2008
por uma administração pública de qualidade lisboa, 07.maio.2008 biblioteca municipal de santa maria da feira: certificação: a qualidade ao serviço dos utilizadores Etelvina Araújo, Rui Campos, Tânia Gonçalves
- Gestão Estratégica - Discussão
Programa de Consolidação em Aprendizagem - Gestão Estratégica - Discussão GESTÃO ESTRATÉGICA 1. BSC clássico X BSC no setor público Adequação (ou não) das perspectivas atuais contempladas no Mapa Estratégico
Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares
Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares Professora Bibliotecária: Isabel Mota 2009/2010 A Escola, a Biblioteca e a Auto-Avaliação A Biblioteca: É um recurso fundamental para o ensino e aprendizagem
PLANO DE ACÇÃO ESTRATÉGICA A - IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA
PLANO DE ACÇÃO ESTRATÉGICA A - IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA 1. Dados gerais Código DGAE: 160714 Designação: Escola-Sede: Agrupamento de Escolas de Figueira de Castelo Rodrigo Escola Secundária
PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE O MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL E O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE O MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL E O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO A Lei de Protecção de Crianças e Jovens em Perigo, lei 147/99, de 1 de Setembro, consagra um
Normas de Referência para a definição do sucesso em Educação Física
ENSINO BÁSICO 2 e 3º CICLO DISCIPLINA: EDUCAÇÃO FÍSICA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO GERAIS - 2015-2016 Normas de Referência para a definição do sucesso em Educação Física 1. AVALIAÇÃO A avaliação dos alunos
GUIÃO DE ENTREVISTA AO DIRECTOR DE DIRECÇÃO
1001 GUIÃO DE ENTREVISTA AO DIRECTOR DE DIRECÇÃO PROTOCOLO DA ENTREVISTA - Apresentação institucional. - Apresentação do objecto de estudo. - Solicitar autorização para gravar a entrevista. - Garantir
Capital Social (do qual se encontra realizado o montante de )
Identificação da empresa PARPÚBLICA - Participações Públicas (SGPS) S.A. Capital Social 2 000 000 000 (do qual se encontra realizado o montante de 986 686 031) Pessoa Colectiva nº 502 769 017 Matriculada
