USO SUSTENTÁVEL DA ÁGUA
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- Francisco Beretta Castilhos
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1 USO SUSTENTÁVEL DA ÁGUA IV SEMANA ESTADUAL DAS ÁGUAS DOCES Marcelo Mazzola Especialista em Recursos Hídricos São Luiz - Maranhão 22/03/2010
2 Uso Sustentável da Água SUMÁRIO Política Nacional de Recursos Hídricos e a ANA Principais Conceitos Conservação de Água Uso Racional Fontes Alternativas e reúso Sugestão de sites para saber mais
3 Política Nacional de Recursos Hídricos Lei 9.433/97 FUNDAMENTOS a água é um bem de domínio público a água é um recurso natural limitado, dotado de valor econômico em situações de escassez, o uso prioritário é o consumo humano e a dessedentação de animais a gestão de recursos hídricos deve sempre proporcionar o uso múltiplo das águas a bacia hidrográfica é a unidade territorial para implementação da Política OBJETIVOS assegurar à atual e às futuras gerações a necessária disponibilidade de água, em padrões de qualidade adequados aos respectivos usos a utilização racional e integrada dos recursos hídricos, incluindo o transporte aquaviário, com vistas ao desenvolvimento sustentável a prevenção e a defesa contra eventos hidrológicos críticos de origem natural ou decorrentes do uso inadequado dos recursos naturais a gestão dos recursos hídricos deve ser descentralizada e contar com a participação do poder público, dos usuários e das comunidades.
4 Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos SINGREH Conselho Governo Gestor Parlamento das Águas Escritório Técnico Nacional CNRH MMA SRHU ANA Lei 9.984/00 Estado CERH Governo Estadual Gestor Estadual Comitês de Bacia Bacia Hidrográfica Agência de Bacia
5 Agência Nacional de Água Lei 9.984/2000 Missão Implementar e coordenar a gestão compartilhada e integrada dos recursos hídricos e regular o acesso a água, promovendo o seu uso sustentável em benefício da atual e das futuras gerações. Desafios da Gestão Dimensão social Dimensão econômica Dimensão ambiental Dimensão políticoinstitucional Dimensão gerencial Dimensão tecnológica e educacional Agenda Escassez Inundação Poluição Uso racional Regulação de usos Implementação e Coordenação do SINGREH.
6 Agência Nacional de Água Lei 9.984/2000
7 Dominialidade das Águas (Constituição de 1988) Domínio Estadual Domínio Federal
8 Bacia Hidrográfica
9 CICLO HIDROGRÁFICO LIMPO Bacia Hidrográfica Fonte: USGS
10 CICLO HIDROGRÁFICO SUJO Bacia Hidrográfica Fonte: Instituto Geológico e Mineiro (2001). Água Subterrânea: Conhecer para Preservar o Futuro. Instituto Geológico e Mineiro
11 Bacia Hidrográfica CONSEGUÊNCIAS Fonte: Movimento de Amparo Ecológico Mãe Natureza. Educando sobre as águas. Em
12 Bacia Hidrográfica CONSEGUÊNCIAS Fonte: Movimento de Amparo Ecológico Mãe Natureza. Educando sobre as águas. Em
13 Bacia Hidrográfica PROCESSO DE OCUPAÇAO E IMPACTOS NO CICLO HIDROLÓGICO
14 AUMENTO DO PICO DE CHEIA Ocupação Bacia Hidrográfica Vazões período úmido período seco
15 DIMINUIÇÃO DAS VAZÕES MÉDIAS Ocupação Bacia Hidrográfica
16 DEMANDAS CONSUNTIVAS Regiões Hidrográficas Vazão para usos consuntivos (Brasil) = m 3 /s Vazão para usos consuntivos (RH Atlântico NE Ocidental) = 19,5 m 3 /s Fonte: Conjuntura/2009
17 Regiões Hidrográficas RELAÇÃO ENTRE DEMANDA E DISPONIBILIDADE HÍDRICA RH Atlântico NE Ocidental Fonte: Conjuntura/2009 RH Paraná
18 Uso Sustentável da Água CONCEITOS IMPORTANTES PARA ATUAÇÃO Gestão da Oferta (Conservação de Água e Solo) Ações voltadas para o aumento da oferta de água, tais como preservação de APP, práticas agrícolas conservacionistas, etc. Gestão Demanda (Uso Racional de Água) Ações voltadas para diminuição das pressões sobre os recursos hídricos, tais como combate as perdas e desperdício nos sistemas, adoção de equipamentos poupadores, implementação de medição individualiza nos condomínios, etc. Fontes alternativas de água Ações voltadas ao uso de fontes não convencionais de água, tais como aproveitamento de água de chuva e reúso.
19 Agenda de Uso Sustentável da Água e do Solo ÁRVORE DE PROBLEMAS
20 Agenda de Uso Sustentável da Água e do Solo ÁRVORE DE PROBLEMAS Gestão da Oferta
21 Agenda de Uso Sustentável da Água e do Solo ÁRVORE DE PROBLEMAS Gestão da Demanda
22 Agenda de Uso Sustentável de Água e Solo ORGANIZAÇÃO DAS ATIVIDADES EM 3 EIXOS: Conservação de Água e Solo Gestão da Oferta Redução do Desperdício Gestão da Demanda Apoio à Adoção de Fontes Alternativas de Água
23 Gestão da Oferta PRINCIPAIS AÇÕES Rural: Manejo conservacionistas de solos Preservação e recuperação de APP Programa Produtor de Águas Recuperação de estradas rurais Construção de barraginhas Urbana: Drenagem Urbana Sustentável
24 Gestão da Oferta
25 PRODUTOR DE ÁGUA Gestão da Oferta É um programa de controle de poluição difusa rural e tem como objetivos a redução da erosão, melhoria da qualidade de água e regularização do regime hidrológico dos rios, utilizando práticas mecânicas e vegetativas de conservação do solo. O programa é voluntário e utiliza o instrumento de pagamentos por serviços ambientais, remunerando os produtores rurais que contribuem para o abatimento da erosão e da sedimentação, e para o aumento da infiltração de água, segundo o conceito provedor-recebedor. Utiliza também a relação usuário-pagador quando o uso gera externalidades negativas.
26 PRINCÍPIOS DO PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS
27 PRINCÍPIOS DO PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS
28 PROGRAMA PRODUTOR DE ÁGUA (3 MÓDULOS) 1 RECUPERAÇÃO DE APPs 2 - MANUTENÇÃO DE ÁREAS FLORESTADAS 3 - CONSERVAÇÃO DE ÁGUA E SOLO
29 PROJETO INDIVIDUAL DA PROPRIEDADE
30 SERVIÇOS AMBIENTAIS NA BACIA HIDROGRÁFICA ÁGUA BIODIVERSIDADE - Regulação do fluxo hídrico; CLIMA -Atração de fauna silvestre; - - Manutenção Redução de da emissões qualidade; de CO2 (comparando com -Conectividade de corredores biológicos; - outros Controle usos de do erosão solo); e sedimentação; - Fixação de CO2. -Serviços culturais (recreação, turismo - Manutenção e beleza do cênica). habitat - Regulação aquático; do regime de chuvas. - Serviços culturais (recreação, turismo, valor de existência).
31 Programa Produtor de Água PASSO A PASSO PARA IMPLEMENTAÇÃO DO PROGRAMA 1- Definição da bacia 2- Identificação de potenciais agentes financiadores 3- Definição de áreas prioritárias (sub-bacias) e diagnóstico dessas áreas 4- Arranjo institucional ( formalização da UGP) 5- Lançamento do edital de seleção dos projetos 6- Projeto individual da propriedade (PIP) 7- Seleção 8- Execução 9- Vistorias 10- Pagamentos
32 Gestão da Oferta IMPACTOS DO PROCESSO DE URBANIZAÇÃO X MANEJO DE ÁGUA PLUVIAIS : Aumento do volume e velocidade de escoamento da água da chuva. Redução da recarga de aqüíferos provocada pela impermeabilização do solo, implantação de canais artificiais e canalização de cursos d água. Natureza física: Aumento de freqüência e gravidade de inundações Intensificação de processos erosivos Aumento da produção, transporte e deposição de sedimentos Fonte:
33 Gestão da Oferta IMPACTOS DO PROCESSO DE URBANIZAÇÃO X MANEJO DE ÁGUA PLUVIAIS : Natureza química e biológica Originados no lançamento de esgotos domésticos e industriais no sistema de drenagem pluvial ou diretamente nos meios receptores Poluição visual por corpos flutuantes Poluição microbiológica Impõem restrições ao uso, aumentando o custo de abastecimento. Fonte:
34 Manejo de Águas Pluviais PRINCIPAIS IMPACTOS DO PROCESSO DE URBANIZAÇÃO:
35 Manejo de Águas Pluviais OCUPAÇÃO DAS MARGENS DO RIO TIETÊ
36 PRINCIPAIS AÇÕES: Manejo de Águas Pluviais Ampliação dos espaços verdes públicos (nãoimpermeabilizados) Definição de parâmetros construtivos que privilegiem a permeabilidade dos pavimentos e das área residenciais Processos físicos de armazenamento temporário e manutenção de área de várzea Incentivos econômicos, tais como descontos no IPTU para os proprietários que preservem árvores ou área permeável em imóveis edificados
37 Gestão da Demanda PRINCIPAIS AÇÕES Conscientização da população da questão ambiental, visando mudanças de hábitos e eliminação de vícios de desperdício com foco no uso racional da água Incentivo ao desenvolvimento de novas tecnologias voltadas à redução do consumo de água Nas Instalações Residenciais e Públicas Identificação de vazamentos Uso de descargas poupadoras Uso de arejadores nas torneiras Utilização de hidrômetros individuais Captação de água da chuva Utilização de águas residuais
38 MUDANÇA DE COMPORTAMENTO Gestão da Demanda Fonte: Sabesp
39 Gestão da Demanda RESULTADOS PURA (PROGRAMA DE USO RACIONAL DA ÁGUA) CASO 1: Condomínio Jardim Cidade SP Ano de implantação: 1998 Duração: 2 meses Valor do investimento: R$ 4.000,00 Ações realizadas: pesquisa e correção de vazamentos na rede interna, reservatórios, pontos de consumo, instalações hidráulicas prediais. Consumo anterior: m 3 /mês Valor da conta: R$ ,00 Consumo após a intervenção: m 3 /mês Valor da conta: R$ ,00 Redução Mensal: R$ 3.984, m 3 /mês (28%) Retorno do Investimento: 1 mês Fonte: Sabesp e Cartilha o Uso Racional da Água no Comércio
40 Medição Individualizada Gestão da Demanda Consiste na implantação de hidrômetros individual para cada apartamento de um determinado condomínio, desta cada morador paga somente o seu consumo. Objetivos: Promover justiça social na cobrança Diminuir o consumo de energia elétrica Reduzir o índice de inadimplência Diminuir o desperdício de água Gerar satisfação aos clientes Permitir aos clientes o pagamento pelo volume real consumido
41 Gestão da Demanda MEDIÇÃO INDIVIDUALIZADA - EXEMPLOS CASO 2: Região Centro-Oeste (GOIÂNIA/GO) Redução do Consumo de Água - Período: Fevereiro á Junho (hidrometração Geral) / 2005 (hidrometração Individualizada) Variação (%) VARANDA SUL PRIVÊ BOA VISTA ÁGUA MARINHA Prédios FEV MAR ABR MAI JUN JUL MÉDIA
42 Gestão da Demanda MEDIÇÃO INDIVIDUALIZADA - EXEMPLOS CASO 2: Região Centro-Oeste (GOIÂNIA/GO) Gráfico 1 - Economia Mensal de Água (m3) - Sem a Medição Individualizada (2005) e Com a Medição Individualizada (2006) % Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Mêses
43 Fontes alternativas de água REÚSO É o processo pelo qual a água utilizada (esgoto), tratada ou não, é reutilizada para o mesmo ou outro fim. Benefícios: Redução do lançamento de efluentes em cursos d água e conseqüente melhora da qualidade das águas Maior disponibilidade de água para usos mais exigentes, como abastecimento doméstico, etc. Redução da captação de águas superficiais e subterrâneas
44 Fontes alternativas de água REÚSO Agricultura: reúso de efluente doméstico com tratamento primário para irrigação de culturas que não ofereçam risco de contaminação (pasto, cana de açúcar, grãos, pomares, etc) Urbana: irrigação de campos esportivos e parques, torres de resfriamento, descarga, lavagem de veículos, etc Fonte: Sabesp e
45 REÚSO NA AGRICULTURA Fontes alternativas de água REÚSO DE ÁGUA opção tecnológica e de gestão Fonte: SMARH-PB
46 Gestão da Demanda Reúso Águas cinzas: são aquelas provenientes do chuveiro, banheira, lavatório de banheiro e máquina de lavar roupas. São águas pobres em matéria orgânica e com baixo potencial patogênico Águas negras: são aquelas provenientes do vaso sanitário e da pia de cozinha. São águas ricas em matéria orgânica e bactérias com potencial patogênico Fonte:
47 Fontes Alternativas APROVEITAMENTO DE ÁGUA PLUVIAL Sistemas independentes Programa 1 milhão de cisternas Fonte: e
48 Para saber mais... SITES E PUBLICAÇÕES INTERESSANTES Conjuntura dos Recursos Hídricos: Biblioteca virtual ANA: Manual de conservação e reúso de água na agroindústria sucroenergética Agricultura irrigada e o uso racional da água Caminho das Águas Conservação e reúso da água em edificações Conservação e reúso de água : manual de orientações para o setor industrial Programa produtor de água : manual operativo Cartilha O Uso Racional da Água no Comércio: Informações sobre o uso racional da água:
49 OBRIGADO! Marcelo Mazzola Especialista em Recursos Hídricos Agência Nacional de Águas Superintendência de Implementação de Programas e Projetos [email protected] Fone:
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CALHA PET CONSTRUÇÃO DE CALHAS DE GARRAFA PET PARA APROVEITAMENTO DA ÁGUA DA CHUVA E REDUÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS Gustavo Zen [1] Venina Prates [2] OLAM Ciência & Tecnologia, Rio Claro, SP, Brasil ISSN:
