Saneamento Urbano II TH053
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- Madalena Chagas Lisboa
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1 Universidade Federal do Paraná Arquitetura e Urbanismo Saneamento Urbano II TH053 Reúso de Água e & Águas Pluviais Profª Heloise G. Knapik
2 Reúso de Água Opção para redução da pressão sobre os recursos hídricos Requer planejamento adequado para implantação
3 Reúso de Água Motivação para a prática do reúso: Tratamento e reutilização: Redução da poluição dos cursos d água Disponibilidade de efluentes tratados com elevado grau de qualidade Diminuição da pressão sobre os recursos hídricos: Fonte para abastecimento de água Alternativa para o atendimento da demanda de água em períodos de seca Motivação para a população conservar a água e adotar práticas de reúso!
4 Reúso de Água Classificação do reúso: Quanto à forma: Reúso planejado Reúso não planejado Reúso direto Reúso indireto Quanto à aplicação: Urbanos Industriais Agrícola Utilização de efluentes (tratados ou não) em substituição à fonte de água normalmente utilizada
5 Reúso de Água Aspetos práticos quanto ao reúso:
6 Reúso de Água Definições importantes: Água cinzas Sem resíduos de matéria orgânica Chuveiro, pia de banheiro, tanque e máquina de lavar roupas Águas negras Possui resíduos sólidos orgânicos Pia de cozinha e privada (descarga sanitária) Utilizada para reúso doméstico Esgotamento sanitário
7 Reúso de Águas Cinzas Metodologia básica O sistema predial de água de reúso, bem como o sistema de coleta de água cinza, devem ser concebidos e executados de forma independente dos demais sistemas hidráulicos da edificação
8 Reúso de Águas Cinzas Metodologia básica Definição dos pontos de coleta de águas cinzas e pontos de uso Dimensionamento do sistema de coleta e transporte das águas cinzas brutas Determinação do volume de água a ser armazenado Estabelecimento dos usos das águas cinzas tratadas Definição dos parâmetros de qualidade da água em função dos usos estabelecidos Tratamento da água Dimensionamento do sistema de distribuição de água tratada aos pontos de consumo
9 Reúso de Águas Cinzas Volume do reservatório Determinado a partir de: Características ocupacionais do edifício Vazões associadas às peças hidráulicas correspondentes (vazão de águas cinzas) Demanda de água dos aparelhos que integrarão o sistema de reúso (vazão de reúso)
10 Reúso de Águas Cinzas Sistema de tratamento Função de: Características do tipo de água cinza coletada Qualidade necessária para o efluente tratado em função do uso Sistemas mais complexos do que os necessários para águas pluviais Tratamentos físico-químicos ou biológicos
11 APROVEITAMENTO DE ÁGUAS PLUVIAIS
12 Instalações prediais de águas pluviais Sistema tradicional
13 Área de contribuição A norma NBR dá critérios para se determinar a área de contribuição em função do projeto dos telhados
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15 Utilização de águas pluviais Vantagens: Conservação dos recursos hídricos Possibilidade de coletar em diferentes superfícies impermeáveis Medida auxiliar na drenagem urbana controle de enchentes Baixo custo Fins potáveis e não potáveis
16 Utilização de águas pluviais Usos: Fins potáveis: regiões onde não existe sistema de distribuição de água potável Fins não potáveis: Descargas de vasos sanitários, lavagem de roupas e veículos, limpeza de vias, irrigação de áreas verdes, reservas de incêndio em edificações, uso ornamental, usos industriais (torres de resfriamento, lavadores de gases, etc) Depende do tratamento empregado!!!
17 Utilização de águas pluviais Processos envolvidos: Coleta Tratamento Armazenamento Qualidade final da água irá depender das atividades no entorno da área de captação, tipo de superfície de coleta, dos procedimentos de coleta utilizados, da estrutura de armazenamento e da utilização ou não de sistemas de tratamento
18 Utilização de águas pluviais Metodologia básica
19 Utilização de águas pluviais Metodologia básica Determinação da precipitação média local (mm/mês) Determinação da área de coleta Determinação do coeficiente de escoamento superficial Caracterização da qualidade da água pluvial Projeto do reservatório (ou mecanismo) de descarte Projeto do reservatório de armazenamento Identificação dos usos da água (demanda e qualidade) Estabelecimento do sistema de tratamento necessário Projeto de sistemas complementares (grades, filtros, tubulações, etc)
20 Instalações prediais de águas pluviais Bacia Coletora (telhado): Funciona como captadora da água de chuva Calhas e coletores: Reúne a água que vem do telhado.
21 Instalações prediais de águas pluviais Filtro grosseiro: Retém os resíduos sólidos, como galhos, folhas, e outras impurezas grosseiras. Filtros de areia: Retém a maior parte dos contaminantes presentes na água bruta Separador de Primeiras Águas: Abstrai a primeira chuva.
22 Instalações prediais de águas pluviais Reservatório (cisterna): Para acumular a água de chuva. O reservatório deve ser fechado para evitar entrada de sujeiras e da luz solar.
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26 Instalações prediais de águas pluviais Unidade de desinfecção: Garante a segurança sanitária de um sistema de aproveitamento de águas pluviais, podem ser empregados: cloro, ozônio ou radiação ultravioleta;
27 Instalações prediais de águas pluviais Sistema de Pressurização: Bombas e sistema de segurança e automação para envio da água estocada para caixas de alimentação. Caixas de alimentação secundária ou reservatório elevado Rede de aproveitamento: Tubulação exclusiva e independente para aproveitamento da água reservada. Não pode misturar com água de distribuição. (1) Água potável (2) Água pluvial
28 Sistemas de tratamento recomendados em função dos usos potenciais e fontes alternativas Águas cinzas Águas de drenagem: água coletada em edificações quando ocorre escavação associada às fundações ou à construção subterrânea (afloramentos)
29 Aproveitamento de águas pluviais Legislação NBR Água de Chuva Aproveitamento de coberturas em áreas urbanas para fins não potáveis ABNT NBR 5626:1998: Instalação predial de água fria; ABNT NBR 10844:1989: Instalações prediais de águas pluviais; ABNT NBR 12213:1992: Projeto de captação de água de superfície para abastecimento público; ABNT NBR 12214:1992: Projeto de sistema de bombeamento de água para abastecimento público; ABNT NBR 12217:1994: Projeto de reservatório de distribuição de água para abastecimento público.
30 Aproveitamento de águas pluviais Legislação - Curitiba Lei /03: Programa de Conservação e Uso Racional da Água nas Edificações PURAE
31 Aproveitamento de águas pluviais Legislação - Curitiba Lei /03: Programa de Conservação e Uso Racional da Água nas Edificações PURAE
32 Aproveitamento de águas pluviais Legislação - Curitiba Lei /03: Programa de Conservação e Uso Racional da Água nas Edificações PURAE Decreto 293/06: Regulamenta a Lei no /03 e dispõe sobre os critérios do uso e conservação racional da água nas edificações e dá outras providências.
33 Aproveitamento de águas pluviais Legislação - Curitiba Decreto 293/06: Regulamenta a Lei no /03 e dispõe sobre os critérios do uso e conservação racional da água nas edificações e dá outras providências. Art. 2º Para o licenciamento de construções no Município, fica obrigatória que no projeto de instalações hidráulicas seja prevista a implantação de mecanismo de captação das águas pluviais, nas coberturas das edificações, as quais deverão ser armazenadas para posterior utilização em atividades que não exijam o uso de água tratada. Art. 3º Nos edifícios de habitação coletiva cuja área total construída por unidade seja igual ou superior a 250m² (duzentos e cinqüenta metros quadrados) e nas construções de habitações unifamiliares em série e conjuntos habitacionais independentemente da área construída, além do disposto no Art. 2º deste decreto, serão também instalados hidrômetros para medição individualizada do volume de água por unidade. Art. 6º Nas edificações comerciais e industriais com área computável construída igual ou superior a 5.000m² (cinco mil metros quadrados), deverá ser previsto e executado sistema de coleta e tratamento de águas servidas de acordo com as normas vigentes, que deverão ser reutilizadas em pontos onde não se faz necessário o uso de água potável.
34 Art. 5º As cisternas e reservatórios deverão ser dimensionados para cada caso, devendo ser instalados nas próprias áreas dos imóveis, excluído as faixas de recuo predial obrigatório. 1º Nas edificações habitacionais o dimensionamento do volume necessário para a cisterna ou reservatório deverá ser calculado mediante a aplicação da seguinte fórmula: V = N x C x d x 0,25 V = Volume em litros N = Número de unidades C = Consumo diário em litros/dia, adotando-se os valores conforme tabela abaixo: Quantidade de quartos...consumo (litros/dia) 1 (um) (dois) (três) (quatro ), ou mais d = Número de dias de reserva = 2 2º Nas edificações comerciais o dimensionamento do volume necessário para a cisterna ou reservatório deverá ser calculado mediante a aplicação da seguinte fórmula: V = Ac x 0,75, V = Volume em litros Ac = Área total computável da edificação 3º Em todos os casos fica estabelecido um reservatório com volume mínimo de 500 litros.
35 Aproveitamento de águas pluviais Análise crítica sobre métodos de Cálculo
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37 COMPONENTES ECONOMIZADORES DE ÁGUA
38 Componentes economizadores de água Tipos de disponíveis Independente da ação do usuário Mudança de seu comportamento do usuário Os principais componentes economizadores são: Torneiras: Arejadores, Pulverizadores e Prolongadores Chuveiros: Registros reguladores de vazão Vasos sanitários: Válvulas de descarga com acionamento seletivo. Máquinas de lavar roupas: Sistema de economia de água
39 Componentes economizadores de água Tipos de disponíveis
40 Componentes economizadores de água Tipos de disponíveis
41 Componentes economizadores de água Tipos de disponíveis
42 Componentes economizadores de água Medição individualizada Economia de 15 a 30% no consumo de água
43 EXEMPLO CASA EFICIENTE UFSC/LABEE
44 Casa eficiente - UFSC/ Labee Economia de água potável Reuso de águas Aproveitamento de águas pluviais Componentes economizadores de água
45 Casa eficiente - UFSC/ Labee Sistema de aproveitamento de águas pluviais
46 Casa eficiente - UFSC/ Labee Sistema de aproveitamento de águas pluviais
47 Casa eficiente - UFSC/ Labee Economia com o sistema de aproveitamento de águas pluviais
48 Casa eficiente - UFSC/ Labee Sistema de reuso de aguas
49 Casa eficiente - UFSC/ Labee Tratamento por zonas de raízes
50 Casa eficiente - UFSC/ Labee Tratamento por zonas de raízes
51 Casa eficiente - UFSC/ Labee Tratamento por zonas de raízes Águas residuárias são separadas em duas vias: Efluentes de águas cinza de banho, tanque, máquina de lavar roupa e lavatório são tratados em um leito cultivado (tanque de zona de raízes ou wetland), passam por uma peneira e são então armazenados para posterior utilização na irrigação do jardim; Efluentes de vaso sanitário e pia da cozinha são tratados, em uma fossa séptica e um leito cultivado, e então encaminhados para a rede de esgotamento sanitário. Os leitos cultivados são plantados com uma espécie nativa de junco (Zizanopsis bonariensis brás) e possuem uma das camadas preenchida com cascas de ostras (resíduo local)
52 Créditos das fotos e informações /abril/cisternas-de-captacao-de-agua-da-chuva-sao-instaladas-no-campus-pato-branco Manual de Conservação e Reúso em Edificações
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