RAÇAS CAPRINAS DE IMPORTÂNCIA NO BRASIL
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- Giovana Cipriano Gabeira
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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA LABORATÓRIO DE FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO RAÇAS CAPRINAS DE IMPORTÂNCIA NO BRASIL Disciplina: Exterior e raças Prof. Mauricio van Tilburg
2 CAPRINOS O bode (Capra aegagrus hircus), macho adulto dos caprinos, é um mamífero herbívoro ruminante cavicórneo que pertence à família dos bovídeos, subfamília dos caprinos. O feminino do bode é cabra, e os animais jovens são conhecidos como cabritos. O caprino é um dos menores ruminantes domesticados. Na maioria das raças de caprinos, os dois sexos têm chifres e barba. Os chifres podem ser curvos ou em forma de espiral, mas muitos têm um lado interno afiado. O pêlo pode ser comprido ou curto, macio ou áspero, dependendo do habitat, da raça e do controle da criação. Classe: Mammalia Ordem: Artiodactyla Família: Bovidae Subfamília: Caprinae Género: Capra Espécie: C. aegragus Subspécie: C. a. hircus
3 PRODUTORAS DE LEITE
4 PARDO ALPINA
5 PARDO ALPINA Origem: Suíça. O nome sugere a origem, os Alpes europeus. A denominação correta para esta raça deveria ser "Alpina Parda" mas a população já consagrou a expressão "Pardo Alpina. A raça apresenta cabeça triangular, perfil semicôncavo ou retilíneo, orelhas eretas e curtas e porte médio.
6 PARDO ALPINA As diferenças entre a "Pardo Alpina" e a "Parda Alemã", no tocante à funcionalidade, não são bem conhecidas. Estabeleceu-se que a Pardo Alpina apresenta a face, o ventre, a parte dianteira dos membros ou sua totalidade, particularmente, na parte inferior e a linha dorsal escuros e o "colar" nos machos também, escuro. Já a "Parda Alemã" teria a face clara, com faixas evidentes dos olhos até a mandíbula, ou menores, sempre claras, o ventre claro e as extremidades dos membros claros.
7 PARDO ALPINA O peso e o perímetro torácico variam, respectivamente, de 70 kg a 90 kg e de 1,10 m a 1,20 m nos machos, de 50 Kg a 60 kg e de 0,70 m a 1,00 m nas fêmeas. A altura da cernelha é de 0,90 m a 1,00 m nos machos e de 0,70 m a 0,80 m nas fêmeas. No Brasil, a média diária de leite tem variado de 2,0 Kg a 4,0 kg para uma lactação com duração de 240 dias a 280 dias.
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11 MURCIANA
12 MURCIANA A raça é originária da Espanha. Os espanhóis têm dedicado, ao longo das últimas décadas, bastante atenção à exploração e seleção, para o aprimoramento da produção de leite. No Brasil, recentemente foi introduzido um lote desta raça por criadores do estado da Paraíba.
13 MURCIANA São animais de pêlos curtos e finos, de cor geralmente preta, podendo haver exemplares de cor castanho-escura. A cabeça é triangular, de perfil reto com frontal amplo e ligeiramente deprimido ao centro. As orelhas são de tamanho médio, eretas e muito móveis.
14 MURCIANA É um animal geralmente mocho, de porte pequeno, com peso variando nas fêmeas adultas de 45 kg a 60 kg, e nos machos adultos de 60 kg a 70 kg. A altura média da cernelha é de 0,80m nos machos adultos e de 0,70m nas fêmeas. A média de produção é de 600 kg de leite por lactação.
15 TOGGENBURG
16 TOGGENBURG Originada da Suíça, do vale do Toggemburg, mediante cruzamento inicial da cabra fulva de Saint-Gall com a branca de Saanen. É uma das mais predominantes na Suíça mas, também, é bem difundida na Inglaterra, Estados Unidos e outros países, graças à sua aptidão produtiva.
17 TOGGENBURG Apresenta pêlos longos, sendo as vezes medianos e orelhas eretas e curtas. A pelagem é de cor castanha, podendo variar de clara a cinza, marcadamente com duas faixas brancas na cabeça, que se originam próximo da inserção dos chifres indo até a boca.
18 TOGGENBURG A pelagem, em geral, é marcada por manchas brancas no interior e nas bordas nas orelhas; no focinho; na face interna dos membros e nas extremidades, isto é, dos joelhos e garrões para baixo; ainda um triângulo branco de cada lado da cauda.
19 TOGGENBURG O peso para o macho adulto varia de 60 kg a 90 kg e para a fêmea adulta de 45 kg a 65 kg. A altura na cernelha, em animais adultos, varia de 0,75 m a 0,85 m nos machos e de 0,70 m a 0,80 m nas fêmeas. No Brasil, a média diária de leite tem variado de 2,0 kg a 4,0 kg para uma lactação com duração de 255 dias a 290 dias.
20 SAANEN
21 SAANEN Também conhecida como Gessenay, é originada da Suíça, do Vale de Saanen, nos cantões de Berna e Appenzell. Raça muito explorada na Europa e Estados Unidos e em outros países por sua alta produção leiteira e persistência da lactação.
22 SAANEN É um animal de porte grande, profundo, de estrutura óssea forte e de orelhas eretas e curtas. Os pêlos são curtos, as vezes medianos, na linha dorso lombar e coxas. A pelagem é uniformemente branca sendo também, aceita a pelagem baia, bem como pigmentação de cor preta sobre a marrafa, orelhas, úbere, vulva, escroto, prepúcio e cascos.
23 SAANEN Apresenta peso médio variando entre 75 kg e 90 kg nos machos e entre 50 kg e 65 kg nas fêmeas. A altura da cernelha varia de 0,90 m a 1,10 m nos machos e de 0,70 m a 0,85 m nas fêmeas, com um perímetro torácico variando de 1,20 m a 1,25 m nos machos e de 0,80 m a 1,10 m nas fêmeas.
24 SAANEN No Brasil, a média diária de leite tem variado de 2,5 kg a 4,9 kg para uma lactação com duração de 260 dias a 305 dias.
25 RAÇAS PRODUTORAS DE CARNE
26 BOER
27 BOER Também conhecido por Africânder ou Africâner ("Branco da África do Sul") e Bode Comum da África do Sul. A Boer é uma raça indígena melhorada por muitos anos com alguma infusão de sangue dos caprinos Angorá, europeus e indianos. O nome é derivado da palavra holandesa "boer" que quer dizer fazendeiro e foi usada, provavelmente, para distinguir as cabras nativas da Angorá, que foram importadas para África do Sul durante o século 19. Os caprinos Boer atuais surgiram no início do século 20, quando rancheiros da Província de Easter Cape iniciaram a seleção para corte.
28 BOER Apresenta a pelagem branca em todo o corpo, exceto nas orelhas e na cabeça, que são de coloração vermelha, variando do claro ao escuro, com faixa branca na face. A pelagem da cauda pode ser vermelha, no entanto a coloração não deve ultrapassar além de 2,5 cm de sua base. É ainda permissível pelagem cuja coloração na cabeça e orelhas seja preta ou marrom, e com manchas de menos de 5 cm de diâmetro nas pernas, abaixo da linha do ventre.
29 BOER Os machos pesam em torno de 110 kg a 135 kg e as fêmeas entre 90 kg e 100 kg. Os registros de desempenho indicam que alguns animais, em confinamento, chegam a ganhos diários médios de cerca de 200g/dia. Entretanto, o desempenho médio é da ordem de 150 g a 170g/dia.
30 SAVANA
31 SAVANA A raça surgiu em meados de 1957 na África do Sul, a partir de acasalamentos realizados pelo criador D.S.U.Cilliers e seus filhos, de fêmeas com pelagem colorida com um reprodutor branco. O núcleo inicial expandiu-se para cerca de cem outros na própria África do Sul. Desde o início, a seleção foi dirigida para se obter animais de pelagem branca e muito resistentes aos parasitas, com eficiente produtividade em carne. O hábitat destas cabras brancas seria no campo tipo Savana, perto do rio Vaal, vivendo em condições edafoclimáticas extremamente precárias. Como resultado da seleção natural somente teriam sobrevivido os mais aptos. Por isso, se admite que o manejo sanitário da raça Savana é simples e de baixo custo.
32 SAVANA A cabeça é triangular; as orelhas são de comprimento médio a longo. A pele é flexível, grossa, totalmente pigmentada de preto e os pêlos são curtos. O Savana é um caprino de grande porte, os machos podem passar de 130 kg. As fêmeas pesam normalmente entre 60 kg e 70 kg. Os animais são compridos, de boa conformação de carcaça, lombo comprido e largo, com pernil bastante desenvolvido. Os aprumos são bem definidos com membros fortes, ligamentos robustos, bom desenvolvimento muscular e ossos, quartelas e cascos muito fortes.
33 RAÇAS DE DUPLA APTIDÃO
34 ANGLO NUBIANO
35 ANGLO NUBIANO Pertence às raças do tronco das cabras Asiáticas-Africanas, sendo originária, por volta de 1860, de cabras tipo Nubiana do vale do Alto Nilo, da região de Núbia, na atualidade Sudão. Foram obtidas por meio de cruzamentos com cabras comuns da Inglaterra predominantemente, a Zaraibi e a Chitral após intenso processo de seleção, com base na dupla aptidão isto é, leite e carne. A raça é explorada em vários países e foi introduzida no Brasil por volta de No Nordeste, a raça é bem aceita pelos produtores e difundida em todos os estados em virtude da sua adaptação as condições edafoclimáticas da zona semi-árida da região.
36 ANGLO NUBIANO São animais de pêlos curtos e finos, podendo variar de preto a branco, em todas as tonalidades, ou manchada, por vezes sem predominância de qualquer das cores. As cores castanho-escura e vermelha também são comuns. São animais robustos e de porte grande. As fêmeas pesam, em média 55 kg a 65 kg enquanto, que os machos alcançam pesos que variam de 70 kg a 95 kg e tem cerca de 0,60 m a 0,70 m de estatura nas fêmeas e de 0,70 m a 0,90 m nos machos.
37 ANGLO NUBIANO A raça, em geral, produz uma média diária de leite menor do que todas as raças Alpinas exploradas no Brasil bem como apresenta um período de lactação mais curto. O leite da cabra Anglo-nubiana é aproximadamente, 1% superior em gordura em comparação ao das raças Alpinas.
38 MOXOTÓ
39 MOXOTÓ Raça naturalizada do Nordeste brasileiro. Foi introduzida no País pelos colonizadores, é rústica e adaptada a zona semi-árida da região Nordeste. A origem do nome "Moxotó" provém do vale do Rio Moxotó, no Estado de Pernambuco, onde se concentrava a raça. Na atualidade é criada, principalmente, nos Estados da Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco e Piauí.
40 MOXOTÓ Apresenta pelagem branca, com o ventre, uma lista que se estende do bordo superior do pescoço à base da cauda, duas faixas longitudinais que se estende até a ponta do focinho e as extremidades dos membros, de coloração preta. As orelhas são pequenas e as mucosas, as unhas e o úbere, pigmentados. O peso médio das fêmeas é de cerca de 31 kg, com uma estatura média de 62 cm. Aptidão: Carne e pele.
41 CANINDÉ
42 CANINDÉ Raça naturalizada do Nordeste Brasileiro e provavelmente originária da raça Grisonne Negra, dos Alpes Suíços. Alguns afirmam que o nome é oriundo de "Calindé" que era a tanga branca, de algodão rústico, usada pelos escravos. O escravo vestia sua "calindé" da mesma maneira que essa cabra vestia a sua "calindé", alusão da parte baixa do corpo de cor branca, mantendo-se o restante de cor preta. Outros afirmam ter origem da região do Vale do Rio Canindé, no Piauí. O nome Outros afirmam ter origem da região do Vale do Rio Canindé, no Piauí. O nome consolidou-se como Canindé. Este, significa "faca pontuda", usada principalmente no Sertão Cearense ou também pode significar as pedras ou lascas rochosas que serviam para afiar lâminas ou peixeiras no sertão do Piauí.
43 CANINDÉ Apresenta a cabeça negra, com mancha baia, de tamanho variado, na região da garganta. Na face, uma faixa branca ("lágrima") estreita percorre a arcada orbitária pelo lado interno (cranial), descendo até os lacrimais, ou pouco mais. Os pêlos da parte externa da orelha são negros, mas claros na parte interna e nos bordos são claros. O focinho é negro.
44 CANINDÉ A linha branca ventral tem início na base do peito, seguindo pelas axilas, passando pela região inguinal e pelas nádegas, chegando até á base da inserção da cauda, onde os pêlos das bordas inferiores são claros. Os membros dianteiros e traseiros são negros na frente e brancos atrás, com exceção dos joelhos que são brancos, tanto na frente como atrás. Os cascos são sempre negros. E comum encontrar-se animais com pelagem preta e vermelha ao invés de preta e baia. Apresenta peso corporal médio de 35 kg a 40 kg e altura aproximada de 55 cm. São rústicas e prolíferas. Aptidão : Carne e leite.
45 RAÇA PRODUTORA DE PÊLOS
46 ANGORÁ
47 ANGORÁ Raça produtora de pêlos, denominados "mohair", de alto preço no mercado mundial. Raça conhecida desde 2400 a.c., originária de Angorá, na Anatólia, Ásia Menor, uma região de solos pobres e temperatura muito variável. Hoje é criada principalmente na Turquia, União Soviética, União Sul-Africana e Estados Unidos. No interior do Rio Grande do Sul encontram-se alguns exemplares criados de forma extensiva com alto grau de consangüinidade.
48 ANGORÁ Seu peso é de 30 a 55 kg na fêmea e 50 a 75 kg no macho. Estatura de 50 a 60 cm na fêmea e 60 a 70 cm no macho. Sua cabeça é média, cônica, alongada, fina e angulosa. O perfil é retilíneo ou subcôncavo. As orelhas são bem implantadas, largas e finas, horizontais ou levemente caídas, com o pavilhão voltado para baixo, com 20 cm de comprimento por 5 cm de largura. Os chifres são cinzentos, achatados, saindo para trás, para cima e para os lados, sempre em espiral e simétricos, sendo menores, mais finos e menos torcidos nas fêmeas, e com até 50 cm de comprimento nos machos. Pescoço curto e levantado. Sua pelagem é branca, uniforme e lustrosa, com pêlos finos, brilhantes e sedosos, com 20 a 30 cm de comprimento, cobrindo todo o corpo, com exceção do focinho e chanfro, orelhas e extremidades dos membros, que são recobertos por pelagem curta, mais sedosa, formando mechas longas e onduladas, com até 70 cm de comprimento. Apresenta topete sobre a fronte. A pele é rósea e fina e as mucosas são claras.
49 ANGORÁ A Angorá tem temperamento manso, não suporta a umidade, e é indicada para planaltos e terras onduladas em clima seco. Não é muito prolífica, mas a taxa de nascimento de 70% pode subir, com cuidado, para 100% a 120%. Os cabritos são delicados e não devem sair para o campo antes da idade de 6 semanas. São muito sensíveis às chuvas frias, mas suportam o frio seco. O leite é apenas suficiente para as crias. Não é recomendável para climas temperados e quentes. Não suporta a umidade. É indicada para planaltos e terra onduladas em clima seco. São sensíveis às chuvas, suportando, porém o frio seco.
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CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 9 Padrão FCI 218 23/06/2004 Padrão Oficial da Raça CHIHUAHUA CHIHUAHUEÑO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Classificação
CAVALIER KING CHARLES SPANIEL
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 9 Padrão FCI 136 06/04/1998 Padrão Oficial da Raça CAVALIER KING CHARLES SPANIEL CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Classificação
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 3. Padrão FCI /06/1996. Padrão Oficial da Raça
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 3 Padrão FCI 341 04/06/1996 Padrão Oficial da Raça TERRIER BRASILEIRO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Classificação
YORKSHIRE TERRIER. CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale. GRUPO 3 Padrão FCI N o 86 22/02/2012
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 3 Padrão FCI N o 86 22/02/2012 Padrão Oficial da Raça YORKSHIRE TERRIER M.Davidson, illustr. NKU Picture Library 2 CONFEDERAÇÃO
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 8. Padrão FCI /01/1999 LABRADOR RETRIEVER
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 8 Padrão FCI 122 29/01/1999 Padrão Oficial da Raça RETRIEVER DO LABRADOR LABRADOR RETRIEVER CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA. Fédération Cynologique Internationale GRUPO 2. Padrão FCI /04/2004. Padrão Ofi cial da Raça BULLDOG
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 2 Padrão FCI 149 16/04/2004 Padrão Ofi cial da Raça BULLDOG CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Filiada à Fédération Cynologique
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale. GRUPO 9 Padrão FCI N o /02/2000. Padrão Oficial da Raça
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 9 Padrão FCI N o 283 04/02/2000 Padrão Oficial da Raça COTON ON DE TULÉAR 2 CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Filiada
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CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 9 Padrão FCI 140 20/04/1998 Padrão Oficial da Raça BOSTON TERRIER CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Classificação F.C.I.:
