tipos tipos tipos Funções dos estereótipos
|
|
|
- Lorena Teresa Porto Pinheiro
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Estereó Aspectos gerais Orientações teóricas no estudo dos estereó Controvérsia rsia sobre a veracidade dos estereó Mudança a dos estereó Funções dos estereó Copyright, 2005 José Farinha Aspectos gerais Contexto Conceito muito discutido dentro da Psicologia Social; Várias dimensões na abordagem dos estereó: Cognitivo/emocional; Individual/social; Normativo/erróneo. A investigação mais recente parece indicar a evolução: Motivacional Cognitivo Social Individual Erróneo Normativo 2 1
2 Definição Palavra composta por 2 elementos de origem grega: stereos (rígido) e tupos (tipo, traço) Questões de base: Noção mais individual ou social (partilhada)? Tem que ser consensual (Hogg & Abrams 1988) Pode ser individual (Secors & Bacman 1974) MAS Qual o nível de partilha para ser estereótipo? Todos os estereó partilhados começaram numa pequena escala; Os estereó pessoais podem ser simplesmente estereó fracos (Leyens et al 1994) 3 Os estereó são mais descritivos ou avaliativos? São por natureza descritivos; Podem também ser avaliativos (Osgood et al 1957). MAS Allport (1954) estereótipo = simplístico, rígido e preconceituoso Devine (1989) distingue entre: Preconceito (controlado pela pessoa) Estereótipo (origem social) Todos os estereó são prejudiciais? 4 2
3 Relação entre estereótipo, tipo, preconceito e discriminação. Modelo dos três componentes - Cognitivo, afectivo, comportamental (Rosenberg & Hovland, 1960) : No caso de uma atitude negativa face a um grupo ou categoria social: Estereótipo: Conjunto de crenças; Preconceito: Afecto ou avaliação negativa; Discriminação: Falta de igualdade no tratamento Modelo de um componente (Fishbein & Ajzen, 1975) Estereótipo: Crença ou opinição Preconceito: Atitude negativa 5 Orientações teóricas no estudo dos estereó Orientação Sociocultural Teorias do Conflito Conflito Realista (Sherif, Campbell): o conflito de interesses entre grupos e a ameaça suposta do exogrupo estão na origem do conflito entre grupos e do etnocentrismo que por sua vez conduzem à deterioração das imagens mútuas e correspondentes estereó negativos. Identidade Social (Tajfel): a mera categorização em grpos distintos produz uma acentuação nas diferenças dos estereó, favorecendo o endogrupo e desfavorecendo o exogrupo. 6 3
4 Teorias da Aprendizagem Social Os estereó são uma resposta a determinados estímulos sociais: percepção de diferenças reais; Influência de agentes sociais. 7 Teorias da personalidade Teorias da personalidade O estereótipo é baseado na personalidade: Teoria do bode expiatório (Allport, 1954; Bettelheim e Janowitz, 1950): - assenta num processo de frustração-agressão. Ex. Preconceitos face aos Judeus na Alemanha antes da II Guerra Mundial; Teoria da personalidade autoritária: - ocupa-se mais dos preconceito que do estereótipo. 8 4
5 Orientação cognitiva Orientação dominante da actualidade; Definição de estereótipo nesta perspectiva: Estrutura cognitiva que contém o conhecimento, crenças e expectativas daquele que percebe, face a um grupo humano (Hamilton & Trolier, 1986) Logo: Os estéreó são um tipo particular de categorização social; Resultam do processamento cognitivo da informação social correlações ilusórias (sobre-estimação das vezes que dois acontecimentos ocorrem em conjunto) 9 Controvérsia rsia sobre a veracidade dos estereó O problema da exactidão está na base de muitas definições de estereótipo; tipo; Critério rio de validade: Comparação entre auto-estereótipo e hetero-estereótipo não parece ser um bom critério; Desenho da exactidão total analisar as discrepâncias entre o estereótipo e a medida de um critério pouco susceptível de enviesamento. 10 5
6 Mudança a dos estereó As varias abordagens têm insistido na persistência dos estereó; ; Três orientações: 1. Estudo da mudança do conteúdo dos estereó em relação com o passar do tempo: A. A mudança é associada a acontecimentos históricos e sociais p. ex. mudança de estereó nacionais como resultado de alianças e conflitos internacionais B. O conteúdo do estereótipo mantém-se mas diminui o grau de acordo grupal Mudança do estereótipo como resultado do contacto inter-grupal (no sentido de reduzir preconceitos e discriminação) A. mostrou só funcionar com algumas condições: a) Os membros dos dois grupos têm estatutos semelhantes; b) As características dos membros do exogrupo desconfirmam o estereótipo desse grupo; c) A situação de contacto exige ou exige a cooperação entre os membros dos dois grupos; d) A situação de contacto permite que os indivíduos se conheçam de forma pessoal; e) Existem normais sociais tanto nos grupos como na situação que favorecem o igualitarismo intergrupal. 12 6
7 3. Mudança dos processos cognitivos individuais A. Acontece quando o indivíduo é confrontado com informação que desconfirma o estereótipo; B. São necessárias algumas condições: A. Modelo da conversão (a informação desconfirmatória concentra-se nalguns indivíduos que contradizem significativamente o estereótipo); B. Modelo da contabilidade (efeito cumulativo da informação desconfirmatória); C. Modelo dos subtitpos (são formados sub dentro do estereótipo) 13 A. modelo do protótipo (a informação desconfirmatória tem que ser apresentada por indivíduos que em outros aspectos sejam prototípicos da categoria.) 14 7
8 Funções dos esteró Os estereó são uma forma de conhecimento social; Tajfel distingue dois de funções: Funções individuais: Categorização: - sistematização e simplificação dos estímulos sociais; Defesa dos valores: - as categorias sociais baseiam-se em elementos valorativos. Funções sociais: Explicar acontecimentos em grande escala; Justificação de acções cometidas ou planeadas contra o exogrupo; Diferenciação positiva a favor do endogrupo. 15 8
Empatia. Introdução aos Estudos de Língua Portuguesa II Prof. Dr. Paulo Roberto Gonçalves Segundo Aula 22 Empatia
Empatia Introdução aos Estudos de Língua Portuguesa II Prof. Dr. Paulo Roberto Gonçalves Segundo Aula 22 Empatia Introdução Embora consista em um assunto novo na Linguística, os estudos sobre empatia são
Aspectos de conteúdo. A Psicologia Social é a ciência dos fenómenos do comportamento inter-pessoal e inter-grupal
Aspectos introdutórios rios Aspectos de conteúdo Copyright, 2005 José Farinha Natureza, objecto e âmbito da Psicologia Social Natureza A Psicologia Social é a ciência dos fenómenos do comportamento inter-pessoal
Psicologia Social II. Psicologia Social I Mar-06
Psicologia Social II Atitudes (2) Formação das atitudes Funções das atitudes Copyright, 2006 José Farinha Formação das atitudes 2 linhas teóricas fundamentais na pesquisa sobre formação de atitudes LINHA
Ficha de trabalho nº7 Psicologia B Prof. António Paulo
1-Enumera alguns processos de cognição social. Alguns processos de cognição social são as impressões, as expectativas, as atitudes e as representações sociais. 2-Define impressões. As impressões traduzem-se
Processos de Grupo. Estrutura do grupo papel, estatuto e redes de comunicação grupal. do funcionamento grupal
Processos de Grupo Aspectos básicos b do grupo coesão, socialização e normas grupais Estrutura do grupo papel, estatuto e redes de comunicação grupal Efeitos do grupo facilitação social Copyright, 2006
Fases no processamento da informação Esquemas. Social
Cognição Social e pensamento social Cognição social Fases no processamento da informação Esquemas Copyright, 2005 José Farinha Cognição Social Definição: Processamento da informação social - pensamento
Ψ AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE OLIVEIRA
Ψ AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE OLIVEIRA DE FRADES PSICOLOGIA B 12º ANO 3º Teste Turmas A/B Ano lectivo 2010/2011 A prova é constituída por três grupos de itens: - O Grupo I testa objectivos de conhecimento,
2.1. Formação de impressões 2.2. Julgamento social 2.3. Atribuição causal
2. Percepção do outro 2.1. Formação de impressões 2.2. Julgamento social 2.3. Atribuição causal Licenciatura em Ciências da Comunicação 1 Para formar uma impressão : forma directa: em interacção, com observação
Processos de influência social
Processos de influência social Defição de influência social Modalidades/processos de IS Alguns estudos clássicos Sherif (1935, 1936) Asch (1955, 1956) Copyright, 2006 José Farinha Definição de influência
6. Processos cognitivos e estereótipos sociais
6. Processos cognitivos e estereótipos sociais 6.1. Representações sociais 6.2. Formação do preconceito 6.3. Preconceito, estigma e discriminação 6.4. Identidade social Licenciatura em Ciências da Comunicação
Processos de cogniçã o sociãl
Processos de cogniçã o sociãl Cognições Sociais: Refere-se ao conjunto de conhecimentos e informações sobre o Mundo Social: Grupos, Pessoas, Instituições ou comunidades. Estão na base do modo como encaramos
KURT LEVIN AS CONTRIBUIÇÕES DE KUT LEVIN A DINÂMICA DE GRUPO
KURT LEVIN AS CONTRIBUIÇÕES DE KUT LEVIN A DINÂMICA DE GRUPO HISTÓRICO Nasceu em 1890 na Prússia; Seu interesse pela psicologia aparece gradualmente(inicialmente estudou química e física e depois filosofia);
Psicologia Social 1 Cláudio V. Torres
Preconceito: Causas e Curas Psicologia Social 1 Cláudio V. Torres 1 Estereótipo, Preconceito e Discriminação Esquemas: Rede organizada de informações (estrutura cognitiva) base para as categorizações Categorização
EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO
EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 12.º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 286/89, de 29 de Agosto) PROVA 140/C/5 Págs. Duração da prova: 120 minutos 2007 2.ª FASE PROVA ESCRITA DE PSICOLOGIA 1. CRITÉRIOS
NívelContextual e Comunicação Interpessoal
NívelContextual e Comunicação Interpessoal Adaptação ao ambiente O contexto físico O contexto social COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL Design de Comunicação, 3º Ano, 1º Semestre Copyright, 2010 José Farinha, ESEC
CURSO: PEDAGOGIA EMENTAS º PERÍODO
CURSO: PEDAGOGIA EMENTAS - 2016.1 1º PERÍODO DISCIPLINA: HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO Estudo da história geral da Educação e da Pedagogia, enfatizando a educação brasileira. Políticas ao longo da história engendradas
ESCOLA BÁSICA E SECUNDARIA DE VILA FLOR DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS ÁREA DISCIPLINAR DE FILOSOFIA
ESCOLA BÁSICA E SECUNDARIA DE VILA FLOR 346184 DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS ÁREA DISCIPLINAR DE FILOSOFIA PLANIFICAÇÃO ANUAL PSICOLOGIA B 12º ANO ANO LETIVO 2017 / 2018 1 TEMA 5. PROBLEMAS
Clima e Cultura Organizacional
Clima e Cultura Organizacional Psicossociologia do Trabalho Sumário Clima Organizacional Perspectiva organizacional Perspectiva Psicológica Perspectiva Psicossocial Perspectiva Cultural Cultura Organizacional
Direção de Serviços da Região Norte AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VILA FLOR ESCOLA EB2,3/S DE VILA FLOR
Direção de Serviços da Região Norte AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VILA FLOR 151841 ESCOLA EB2,3/S DE VILA FLOR 346184 DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS ÁREA DISCIPLINAR DE FILOSOFIA PLANIFICAÇÃO ANUAL
Qualificação das Respostas Sociais
Qualificação das Respostas Sociais Instituto da Segurança Social, I.P Curso Nacional de Gestão do Serviço o de Apoio Domiciliário Santarém 30 de Novembro de 2006 1 Qualidade - Definição O QUE É QUALIDADE
A Perspectiva Ecológica do Desenvolvimento Humano de Urie Bronfenbrenner
A Perspectiva Ecológica do Desenvolvimento Humano de Urie Bronfenbrenner A Ecologia do Desenvolvimento Humano O Microsistema O Mesosistema O Exosistema O Macrosistema Copyright, 2005 José Farinha, Prof.
Informação-Prova de PSICOLOGIA B Prova º Ano de Escolaridade
ESCOLA SECUNDÁRIA DR. JOSÉ AFONSO Informação-Prova de PSICOLOGIA B Prova 340 2014 12º Ano de Escolaridade Objeto de avaliação A prova a que esta informação se refere incide nos conhecimentos e nas competências
Processos de relação entre os indivíduos e os grupos AS RELAÇÕES INTERPESSOAIS
Processos de relação entre os indivíduos e os grupos AS RELAÇÕES INTERPESSOAIS Processos de relação entre os indivíduos e os grupos Podemos pensar as interações com os outros em termos positivos (atração)
no comportamento Fenótipo Preformismo Epigénese Filogénese Ontogénese Neotenia Inacabamento Neurónio Sinapse Cérebro Áreas préfrontais
Escola Secundária Dr. José Afonsoo Informação - Prova de Equivalência à Frequência PSICOLOGIA B Prova 340/ 2016 12 º ano de escolaridade O presente documento divulga informação relativa à prova de equivalência
3. Planificação anual * Estarão disponíveis no CD_ProfASA planificações a médio e curto prazo
3. Planificação anual * Estarão disponíveis no CD_ProfASA planificações a médio e curto prazo UNIDADE 1 A entrada na vida Qual é a especificidade do ser? Tema 1 Antes de mim: A genética. O cérebro. A cultura
Psicologia da Educação
Psicologia da Educação Disciplina na Sala de Aula ANTECEDENTES HISTÓRICOS A DISCIPLINA E O MITO DA EDUCAÇÃO DO CARÁCTER DISCIPLINA: UMA PERSPECTIVA DESENVOLVIMENTISTA NÍVEIS DE DISCIPLINA Copyright, 2006
MÓDULO 4 PROCESSOS RELACIONAIS E COMPORTAMENTO PROFISSIONAL
MÓDULO 4 PROCESSOS RELACIONAIS E COMPORTAMENTO PROFISSIONAL Objetivo Geral Desenvolver competências de relacionamento interpessoal consideradas fundamentais em contexto social e profissional EU OUTROS
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA PORTARIAS DE 22 DE JUNHO DE
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA PORTARIAS DE 22 DE JUNHO DE 2012 O Presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio
UNIDADE 1 ENTRADA NA VIDA (a especificidade do ser humano)
ANO : 12º PSICOLOGIA B Curso Científico-Humanístico p.1/4 COMPETÊNCIAS A UNIDADE 1 ENTRADA NA VIDA (a humano) TEMA 1: ANTES DE MIM A genética, o cérebro e a cultura (12 aulas de 90`) ADN, genes e cromossomas.
PSICOLOGIA SOCIAL I. Psicologia Geral e Psicologia Social. De que trata a Psicologia Social? 21/08/2016
PSICOLOGIA SOCIAL I A psicologia social e seu objeto de estudo: QUESTÕES PRELIMINARES Profa. Dra. Rosana Carneiro Tavares A HISTÓRIA DA PSICOLOGIA SOCIAL ÁREAS DE ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO De que trata a Psicologia
Interação Social. conjunto de influências recíprocas que se estabelecem entre as pessoas.
Interação Social conjunto de influências recíprocas que se estabelecem entre as pessoas. Impressões Expectativas Atitudes Representações Sociais Impressões Os objetos também causam impressões quando se
influência dos grupos sociais Psicologia Social 1 Cláudio V. Torres
Processos de Grupo: A influência dos grupos sociais Psicologia Social 1 Cláudio V. Torres Definição de Grupo Grupo se refere a duas ou mais pessoas que interagem entre si de forma interdependente, no sentido
II JORNADA DE AVALIAÇÃO PSICOLÒGICA DETRAN /RS
II JORNADA DE AVALIAÇÃO PSICOLÒGICA DETRAN /RS Os limites da técnica na avaliação psicológica para fins de habilitação Adriana Sylla Pereira Santos [email protected] Os limites da técnica na avaliação
ESCOLA SECUNDÁRIA DE ALBERTO SAMPAIO Exame de Equivalência à Frequência
Disciplina: PSICOLOGIA B - FASE 2ª Ano(s) de Escolaridade: 12º ANO 2009/2010 Código: 340 Duração da Prova : 90 minutos Grupo I Este grupo é constituído por dez questões de escolha múltipla. Na sua folha
Processos de inferência social
Processos de inferência social Aspectos gerais Tipos de inferência social O processo de inferência Heurísticas Rigor na inferência social Copyright, 2005 José Farinha Aspectos gerais Definição Cada indivíduo
Nota: Este enunciado tem 6 páginas. A cotação de cada pergunta encontra- se no início de cada grupo.
PROVA PARA AVALIAÇÃO DE CAPACIDADE PARA FREQUÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR DOS MAIORES DE 23 ANOS 2014/2015 Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Licenciatura em Psicologia Componente Específica de Psicologia
Conformidade Psicologia Social 1 1
Conformidade Psicologia Social 1 1 Conformidade Conformidade: Uma mudança no comportamento devida à influência real ou imaginada de outros. Faz parte de uma grande área de estudo na Psicologia Social:
CONDICIONAMENTO OPERANTE (SKINNER)
CONDICIONAMENTO OPERANTE (SKINNER) PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM Educação Social, 1º Ano, 1º Semestre Copyright, 2015 José Farinha, ESEC-UAlg APRENDIZAGEM HUMANA 1 Autores relevantes Burrhus
A PERSPECTIVA ECOLÓGICA DO DESENVOLVIMENTO HUMANO DE URIE BRONFENBRENNER
Rede7 Mestrado em Ensino do Inglês e Francês no Ensino Básico A PERSPECTIVA ECOLÓGICA DO DESENVOLVIMENTO HUMANO DE URIE BRONFENBRENNER Aspectos gerais A Ecologia do Desenvolvimento Humano Copyright, 2010
Processos fundamentais de cognição social
Processos fundamentais de cognição social Ao processo de interpretação e de simplificação da realidade social a partir das nossas crenças, valores e saberes prévios Chamamos cognição social Se organizamos
Perspectiva Ecológica e Educação Inclusiva Fev-13
PerspectivaEcológica e Educação Inclusiva MESTRADO EM EDUCAÇÃO ESPECIAL - DOMÍNIO COGNITIVO E MOTOR Escola Superior de Educação e Comunicação, Universidade do Algarve, 2012/2013 A ECOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO
PARADIGMAS SOCIOLÓGICOS DECORREM DA FORMA DE VER A RELAÇÃO ENTRE O INDIVÍDUO E A SOCIEDADE.
PARADIGMAS SOCIOLÓGICOS DECORREM DA FORMA DE VER A RELAÇÃO ENTRE O INDIVÍDUO E A SOCIEDADE. 1. Teorias que consideram que a sociedade é uma instância que se impõe aos indivíduos sendo estes produto dessa
Acção de Formação - Sistema de Qualificação das Respostas Sociais. Instituto da Segurança Social, I.P. DDS / URS
Acção de Formação - Sistema de Qualificação das Respostas Sociais Instituto da Segurança Social, I.P. DDS / URS Acção de Formação - Sistema de Qualificação das Respostas Sociais Programa de Cooperação
P L A N I F I CA ÇÃ O ANUAL
P L A N I F I CA ÇÃ O ANUAL DEPARTAMENTO: CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS ÁREA DISCIPLINAR: 410 - FILOSOFIA DISCIPLINA: Psicologia CURSO PROFISSIONAL: Técnico de Apoio à Infância ANO: 1º - ANO LETIVO: 2017-18
A TEORIA DO CAMPO COGNITIVO DE KURT LEWIN AS TEORIAS DA APRENDIZAGEM DE JEROME BRUNER E DAVID AUSUBEL
PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM Educação Social, 1º Ano, 1º Semestre A TEORIA DO CAMPO COGNITIVO DE KURT LEWIN AS TEORIAS DA APRENDIZAGEM DE JEROME BRUNER E DAVID AUSUBEL Copyright, 2014 José
Linguagem e comunicação interpessoal
Linguagem e comunicação interpessoal Aspectos pragmáticos uso da linguagem Aspectos contextuais Significado social do sentido Elementos não verbais da comunicação COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL Design de Comunicação,
EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO. 12.º Ano de Escolaridade. (Decreto-Lei n.º 286/89, de 29 de Agosto) Duração da prova: 120 minutos 2007
EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 12.º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 286/89, de 29 de Agosto) PROVA 140/11 Págs. Duração da prova: 120 minutos 2007 2.ª FASE PROVA ESCRITA DE PSICOLOGIA VERSÃO
EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO. 12.º Ano de Escolaridade. (Decreto-Lei n.º 286/89, de 29 de Agosto) Duração da prova: 120 minutos 2007
EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 12.º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 286/89, de 29 de Agosto) PROVA 140/11 Págs. Duração da prova: 120 minutos 2007 2.ª FASE PROVA ESCRITA DE PSICOLOGIA VERSÃO
Evolução do Pensamento
Unidade IV Evolução do Pensamento Administrativo Prof. José Benedito Regina Conteúdo da disciplina EPA Parte 1 - conceitos gerais da administração Parte 2 - evolução histórica: Abordagens administrativas
Questionário de Atitudes Face à Escola (QAFE) Estudo psicométrico com crianças e jovens do Ensino Básico Português
25-27 Julho 2011 Faculdade de Psicologia Universidade de Lisboa Portugal Questionário de Atitudes Face à Escola (QAFE) Estudo psicométrico com crianças e jovens do Ensino Básico Português Nicole Rebelo,
Inclusão Educação Autodeterminação. O Currículo e a Transição para a Vida Pós-escolar. José Correia Lopes
Inclusão Educação Autodeterminação 06 de junho 2015 Auditório da Reitoria da Universidade de Coimbra O Currículo e a Transição para a Vida Pós-escolar José Correia Lopes O Currículo é a peça central da
Trabalho no novo Regime de Contrato
A importância da Segurança no Trabalho no novo Regime de Contrato de Trabalho em Funções Públicas Instituto Nacional de Administração, I.P. [email protected] RCTFP (Lei 59/2008 de 11 Setembro)
Instituto Superior Técnico
Instituto Superior Técnico Universidade Técnica de Lisboa Departamento de Engenharia Civil e Arquitectura Unidade Curricular Competências Transversais - I Revisões 1. Diga qual importância da comunicação
AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO
MINISTÉRIO Organismo/Serviço NIF FICHA DE AVALIAÇÃO PARA O GRUPO PROFISSIONAL DO PESSOAL AUXILIAR Avaliador Cargo NIF A preencher pelo avaliador Avaliado Unidade orgânica Carreira Categoria NIF Período
DESENVOLVIMENTO. Desenvolvimento Moral. MORAL Aspectos gerais o Definição de moralidade o Perspectiva psicológica da. moralidade.
PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM Educação Social, 1º Ano, 1º Semestre DESENVOLVIMENTO MORAL Aspectos gerais o Definição de moralidade o Perspectiva psicológica da moralidade o Desenvolvimento
Estudo de Validade feito por Spectrum Assessments Avaliação de Índice Comportamental
Estudo de Validade feito por Spectrum Assessments Avaliação de Índice Comportamental Insight.lideracoaching.com.br 1 Introdução A Avaliação O Índice Comportamental Spectrum Assessments foi desenvolvido
PROMOÇÃO DA SAÚDE EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES:
PROMOÇÃO DA SAÚDE EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES: AUTONOMIA E PARTICIPAÇÃO, RECURSOS E BARREIRAS NO CONTEXTO ESCOLAR Bom Celeste Simões Margarida Gaspar de Matos Tânia Gaspar Faculdade de Motricidade Humana
Cultura Organizacional
Faculdade de Psicologia Universidade de Lisboa (2015/2016) TEORIA ORGANIZACIONAL Cultura Organizacional O QUE É COMO SURGIU PARA QUE SERVE CULTURA ORGANIZACIONAL COMO SE FORMA QUE COMPOSIÇÃO Como surgiu
3.1 FUNDAMENTOS BIOLÓGICOS DA MORALIDADE: AGRESSIVIDADE E EMPATIA A ÉTICA EVOLUCIONÁRIA A PRODUÇÃO CULTURAL DA MORALIDADE
ÍNDICE AGRADECIMENTOS XV PREÂMBULO XIX INTRODUÇÃO XXIII SER MORAL É A ESSÊNCIA DA CONDIÇÃO HUMANA XXIII ESTRUTURA DA DISSERTAÇÃO XXVI PARTE I PSICOLOGIA DA MORALIDADE: REVISÃO E CRÍTICA CAPÍTULO 1. GÉNESE
PROFESSORA MARILUCIA RICIERI. Psicóloga Mestre em Educação
PROFESSORA MARILUCIA RICIERI Psicóloga Mestre em Educação METODOLOGIA CIENTÍFICA Vídeo Aula 1 Definição de Conhecimento Conhecimento Conjunto de informações que inclui crenças e valores que se modificam
ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS DAS TAIPAS CURSOS PROFISSIONAIS DE NÍVEL SECUNDÁRIO
ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS DAS TAIPAS CURSOS PROFISSIONAIS DE NÍVEL SECUNDÁRIO Planificação Psicologia 11º Ano ANO LETIVO 2014/2015 10º GRUPO B MÓDULO 5- Fatores e Processos de Aprendizagem 1. Aprendizagem
Para que serve a disciplina Crescimento e Desenvolvimento Humano?
Para que serve a disciplina Crescimento e Desenvolvimento Humano? Os organismos são formados por dois processos: Filogênese: evolução coletiva, evolução da espécie Ontogênese: evolução individual Existem
Forma de compreender e organizar a produção do conhecimento. O elemento crucial são os níveis de análise
1/12 Psicologia Social Divisão da área em níveis de análise Forma de compreender e organizar a produção do conhecimento Intraindividual Interpessoal Grupal Intergrupal O elemento crucial são os níveis
A Perspectiva Ecológica do Desenvolvimento Humano de
A Perspectiva Ecológica do Desenvolvimento Humano de Urie Bronfenbrenner A Ecologia do Desenvolvimento Humano O Microsistema O Mesosistema O Exosistema O Macrosistema Copyright, 2008 José Farinha, Prof.
Formação Geral. Caminhos para condução das respostas a respeito do Direito das meninas/jovens/mulheres:
Formação Geral O estudante deve elaborar um texto dissertativo que contemple alguns dos seguintes argumentos e exemplos possíveis: Item a: Caminhos para condução das respostas a respeito do Direito das
Nos itens 19- cabelo I, 44- união de braços e pernas I e 56- roupas III, as freqüências foram superiores às de Goodenough e inferiores às de Harris.
140 A partir da análise qualitativa desses gráficos, pode ser observado que praticamente não houve diferenças nas curvas das três amostras nos itens: 1- cabeça, 4- olhos, 11- boca, 24- dedos, 30- braços,
UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular CONSULTA PSICOLÓGICA E EXAME PSICOLÓGICO DO ADULTO E DO IDOSO Ano Lectivo 2017/2018
Programa da Unidade Curricular CONSULTA PSICOLÓGICA E EXAME PSICOLÓGICO DO ADULTO E DO IDOSO Ano Lectivo 2017/2018 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (2º Ciclo) 2. Curso Mestrado em Psicologia
Para: Psicologia B. Escolas João de Araújo Correia. Objeto da Avaliação. Caracterização da Prova. Informação - Prova de Equivalência à Frequência
Psicologia B Prova 340 2016 Tipo de Prova Escrita Secundário Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho Para: Reprografias Portal do Agrupamento Diretores de Turma Associação de Pais e Encarregados de Educação
AS TEORIAS DA APRENDIZAGEM DE JEROME BRUNER E DAVID AUSUBEL
AS TEORIAS DA APRENDIZAGEM DE JEROME BRUNER E DAVID AUSUBEL PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM Educação Social, 1º Ano, 1º Semestre Copyright, 2015 José Farinha, ESEC-UALG APRENDIZAGEM HUMANA
Lev Semenovitch Vygotsky VYGOTSKY. Vygotsky. Aprendizagem. Teoria. Vygotsky 30/04/2014
Lev Semenovitch VYGOTSKY Paula Freire 2014 Bielo-Rússia. 17 de novembro de 1896. 11 de junho de 1934. Bacharel em Direito (1918). Psicologia sóciohistórica. enfatizava o processo histórico-social e o papel
