Importação de Produtos Vegetais pelo Brasil
|
|
|
- Isaac Capistrano Leão
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Importação de Produtos Vegetais pelo Brasil Normas e Procedimentos Cósam Coutinho Departamento de Sanidade Vegetal DSV (ONPF)
2 Estrutura MAPA e DSV Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MAPA Gabinete do Ministro, Secretaria Executiva, Consultoria Jurídica e Assessoria de Gestão Estratégica Secretaria de Defesa Agropecuária - SDA + (outras Secretarias assuntos diversos) Departamento de Sanidade Vegetal DSV (ONPF) + (outros Deptos. assuntos diversos) Coordenação Geral de Proteção de Plantas - CGPP Divisão de Análise de Risco de Pragas DARP Divisão de Quarentena Vegetal DQV Divisão de Prevenção, Vigilância e Controle de Pragas - DPCP Coordenação de Fiscalização do Trânsito de Vegetais - CFTV Divisão de Certificação Fitossanitária DCF Divisão de Controle do Trânsito de Vegetais - DCTV
3 Legislação Brasileira Decreto Nº /1934 Regulamento da Defesa Sanitária Vegetal Instrução Normativa Nº 23/2004 Categorias de risco e requisitos fitossanitários Instrução Normativa Nº 6/2005 Condiciona a importação do produto ao estabelecimento de requisitos fitossanitários específicos estabelecidos por meio de Análise de Risco de Pragas (ARP) Obs.1: produto = espécie vegetal, suas partes, produtos e subprodutos Obs.2: Instrução Normativa Nº 23/2004 = IN Nº 23/2004 = IN 23/2004 = IN 23/04 Obs.3: normas disponíveis no Sistema de Consulta à Legislação (SISLEGIS) Como consultar o SISLEGIS??
4 Consulta ao SISLEGIS
5 Consulta ao SISLEGIS
6 Legislação Brasileira Quais os procedimentos para exportar um produto vegetal para o Brasil??? Passo 1 verificar qual a categoria de risco do produto, conforme estabelecido na IN 23/2004 (pode ser consultada via SISLEGIS) IN 23/2004 Categoria 0: processados não veiculam pragas de cultivos, nem de armazenamento Categoria 1: processados não veiculam pragas de cultivo, mas podem transportar pragas de armazenamento Categorias 2, 3, 4 e 5: incluem produtos semi-processados e in natura, seja para consumo direto, transformação e propagação, e outros podem veicular pragas
7 Legislação Brasileira Quais os procedimentos para exportar um produto vegetal para o Brasil??? Passo 2 verificar se o produto necessita de ARP, conforme estabelecido na IN 6/2005 IN 6/2005 Categorias 0 e 1: dispensado de ARP e de CF NÃO HÁ RESTRIÇÕES FITOSSANITÁRIAS PARA A IMPORTAÇÃO Categorias 2, 3, 4 e 5: necessário ARP para produtos que (uma ou mais opções abaixo): nunca foram importados pelo Brasil; já foram importados, porém nunca daquela origem (ou seja, novo país de origem); já foram importados, porém com outro uso proposto (ou seja, novo uso proposto); não têm registros de importação entre 12/08/1997 e 16/07/2005.
8 Legislação Brasileira Quais os procedimentos para exportar um produto vegetal para o Brasil??? Passo 2 verificar se o produto necessita de ARP, conforme estabelecido na IN 6/2005 IN 6/2005 Categorias 0 e 1: dispensado de ARP e de CF NÃO HÁ RESTRIÇÕES FITOSSANITÁRIAS PARA A IMPORTAÇÃO Categorias 2, 3, 4 e 5: necessário ARP para produtos que (uma ou mais opções abaixo): nunca foram importados pelo Brasil; já foram importados, porém nunca daquela origem (ou seja, novo país de origem); já foram importados, porém com outro uso proposto (ou seja, novo uso proposto); não têm registros de importação entre 12/08/1997 e 16/07/2005.
9 Legislação Brasileira Lista de Produtos Vegetais de Importação Autorizada (PVIA) - o que é PVIA? É uma lista mantida pelo MAPA onde aparecem todos os produtos que têm importação autorizada pelo Brasil. - como está composto o PVIA? Por dois tipos de produtos: aqueles com norma específica publicada; e aqueles sem norma específica, mas que são considerados tradicionalmente importados pelo Brasil. - o que é um produto tradicionalmente importado? É um produto que tem, pelo menos, um registro de importação entre 12/08/1997 e 16/07/2005, comprovado por apresentação de Declaração de Importação da Receita Federal do Brasil ou Autorização de Despacho do MAPA. O que é a lista de PVIA? 459 produtos, sendo que a maioria já era exportada para o Brasil muito antes de se falar em ARP 90 países
10 Legislação Brasileira Importação só com ARP --- travamento nas importações de produtos vegetais NIMF Nº 2 (1996;2007), NIMF Nº 11 (2004) === ARP NIMF Nº 1 (1995;2006) Princípio do Mínimo Impacto - Acordo SPS (1994) Princípio do Mínimo Impacto da CIPV e do SPS Produtos importados em qual período de tempo estão no PVIA? São todos os já importados pelo Brasil em sua história? Problemas e facilidades da lista de PVIA Qual o princípio do mínimo impacto? Quantos produtos podem ser importados? De quantos países? Movimentação do agronegócio no Brasil em dólares/ano Setor importante, o Brasil se preocupa e busca soluções O que é a lista de PVIA? 459 produtos, sendo que a maioria já era exportada para o Brasil muito antes de se falar em ARP 90 países
11 Legislação Brasileira Quais os procedimentos para exportar um produto vegetal para o Brasil??? Passo 2 verificar se o produto necessita de ARP, conforme estabelecido na IN 6/2005 IN 6/2005 Categorias 0 e 1: dispensado de ARP e de CF NÃO HÁ RESTRIÇÕES FITOSSANITÁRIAS PARA A IMPORTAÇÃO Categorias 2, 3, 4 e 5: necessário ARP para produtos que (uma ou mais opções abaixo): nunca foram importados pelo Brasil; já foram importados, porém nunca daquela origem (ou seja, novo país de origem); já foram importados, porém com outro uso proposto (ou seja, novo uso proposto); não têm registros de importação entre 12/08/1997 e 16/07/2005.
12 Legislação Brasileira Quais os procedimentos para exportar um produto vegetal para o Brasil??? Passo 3 Categorias 2, 3, 4 e 5 verificar se o produto consta na Lista de Produtos Vegetais com Importação Autorizada (PVIA) site do MAPA DUAS RESPOSTAS POSSÍVEIS SIM, o produto consta na Lista de PVIA e tem importação autorizada NÃO, o produto não consta na Lista de PVIA e, portanto, não tem importação autorizada Como consultar a Lista de PVIA?
13 Consulta à Lista de PVIA
14 Consulta à Lista de PVIA
15 Consulta à Lista de PVIA
16 Consulta à Lista de PVIA
17 Consulta à Lista de PVIA
18 Consulta à Lista de PVIA
19 Exemplo de produto que CONSTA na Lista de PVIA
20 Exemplos de produto que NÃO CONSTA na Lista de PVIA
21 Legislação Brasileira Quais os procedimentos para exportar um produto vegetal para o Brasil??? Passo 3 Categorias 2, 3, 4 e 5 verificar se o produto consta na Lista de Produtos Vegetais com Importação Autorizada (PVIA) site do MAPA SIM, o produto consta na Lista de PVIA e tem importação autorizada PVIA Produto com norma específica (IN ou Portaria) passou por ARP Produto sem norma específica (só Certificado Fitossanitário - CF) Comprovação de importação anterior (entre 12/08/1997 e 16/07/2005)
22 Consulta ao Sislegis
23
24
25
26
27 REGRAS VÁLIDAS PARA TODOS OS PRODUTOS DO PVIA PROCEDIMENTO Material destinado à propagação PRODUTO Outros (não destinados à propagação) com norma específica sem norma específica com norma específica sem norma específica Cumprir com norma específica, quando houver Necessita de autorização prévia para importação - - Obrigatória a apresentação de CF no ponto de ingresso Coleta de amostra para diagnóstico fitossanitário Facultado ao Fiscal
28 Legislação Brasileira Quais os procedimentos para exportar um produto vegetal para o Brasil??? Passo 3 verificar se o produto consta na Lista de Produtos Vegetais com Importação Autorizada (PVIA) site do MAPA NÃO, o produto não consta na Lista de PVIA e, portanto, não tem importação autorizada Passo 4 abertura de processo de ARP
29 Quais os procedimentos de ARP no Brasil??? IN 6/2005 Legislação Brasileira Anexo I solicitação de abertura de Processo de ARP Anexo II solicitação para encaminhamento ao Centro Colaborador (consulta pode ser feita pelo SISLEGIS)
30 Quais os procedimentos de ARP no Brasil??? IN 6/2005 Legislação Brasileira Anexo I solicitação de abertura de Processo de ARP Anexo II solicitação para encaminhamento ao Centro Colaborador (consulta pode ser feita pelo SISLEGIS) Quem pode solicitar a abertura de Processo de ARP? - Embaixadas e ONPFs estrangeiras = encaminham a solicitação para abertura de Processo de ARP diretamente ao DSV - Empresas, Instituições e Pessoas Físicas = entregam solicitação no SEDESA de sua Unidade da Federação (UF)
31 Legislação Brasileira Quais os procedimentos de ARP no Brasil??? Embaixadas ONPFs estrangeiras Empresas/Instituições Pessoas Físicas Interessado solicita DSV formaliza o Processo de ARP DSV encaminha relatório para adequação Centro Colaborador realiza Fases 1 e 2 da ARP DSV revisa relatório de ARP DSV realiza Fases 1, 2 e 3 da ARP DSV realiza Fase 3 da ARP DSV elabora Proposta de IN Continua...
32 Legislação Brasileira Quais os procedimentos de ARP no Brasil??? DSV elabora Proposta de IN DSV encaminha a proposta de IN à ONPF estrangeira & DSV encaminha notificação à WTO 60 dias ONPF estrangeira analisa a proposta de IN DSV analisa, argumenta e devolve à ONPF estrangeira N DSV Proposta foi aceita? S DSV encaminha a proposta de IN à Consultoria Jurídica do MAPA Análise Jurídica positiva? Publicação da IN no Diário Oficial da União Continua...
33 Legislação Brasileira Quais os procedimentos de ARP no Brasil??? Publicação da IN no Diário Oficial da União MAPA encaminha notificação à OMC, sobre publicação da IN DSV verifica: o produto era PVIA? S N DSV inclui o produto na Lista de PVIA DSV altera ou inclui requisitos no PVIA Produto pode ser importado cumprindo os requisitos fitossanitários publicados para: - produto vegetal - parte importada - uso proposto - país de origem Processo de ARP é arquivado
34 Legislação Brasileira O que pode motivar a revisão de uma ARP pelo Brasil? Interceptação de praga Alteração da condição fitossanitária Alteração da legislação DSV revisa relatório de ARP Nova IN é publicada no Diário Oficial da União
35 Legislação Brasileira Quais os pontos FORTES do Sistema Brasileiro de Regulamentação Fitossanitária para a? É um sistema transparente, pois: - os requisitos fitossanitários são publicados (impresso e Internet); - as informações sobre os processos de ARP e a lista de PVIA são disponibilizadas na Internet; - os requisitos são submetidos às ONPFs estrangeiras para manifestação antes da publicação; - as notificações são depositadas na OMC. Utiliza critérios técnico-científicos rigorosos Fontes de consulta são devidamente documentadas
36 Legislação Brasileira Quais os pontos FORTES do Sistema Brasileiro de Regulamentação Fitossanitária para a? Busca direcionar a inspeção dos fiscais nos pontos de ingresso e as análises fitossanitárias Disponibiliza informação para os níveis estaduais Promove parcerias com instituições de pesquisa e com o setor produtivo Terceirização dos relatórios de ARP, por meio de Centro Colaborador, o que pode contribuir para a agilização do Processo
37 Legislação Brasileira Quais os pontos FRACOS do Sistema Brasileiro de Regulamentação Fitossanitária para a? PVIAs sem ARP que ingressam no país sem requisitos fitossanitários específicos estabelecidos Regulamentações específicas para produto vegetal parte vegetal importada uso proposto país de origem Grande quantidade de produtos vegetais a serem regulamentados Demora para publicação de atos normativos, apesar da redução do tempo verificada recentemente Notificação aos Centros Colaboradores, reduzindo a velocidade dos Processos
Análise de Risco de Pragas no Brasil DARP/CQV/DSV/SDA/MAPA
Análise de Risco de Pragas no Brasil DARP/CQV/DSV/SDA/MAPA Normas Internacionais para Medidas Fitossanitárias NIMF Nº 5 (2013) Análise de Risco de Pragas - Processo de avaliação biológica ou outra evidência
IMPLEMENTAÇÃO DA IN 32/2015 TRÂNSITO INTERNACIONAL DE EMBALAGENS E SUPORTES DE MADEIRA SERVIÇO DE VIGILÂNCIA AGROPECUÁRIA PORTO DE SANTOS/SP
IMPLEMENTAÇÃO DA IN 32/2015 TRÂNSITO INTERNACIONAL DE EMBALAGENS E SUPORTES DE MADEIRA SERVIÇO DE VIGILÂNCIA AGROPECUÁRIA PORTO DE SANTOS/SP Contexto NIMF 15 NIMF (Norma Internacional de Medidas Fitossanitárias)
Normas para importação de sementes beneficiadas de pupunha.
Normas para importação de sementes beneficiadas de pupunha. Foto: http://www.projetoreca.com.br/site/?page_id=98 Cósam de Carvalho Coutinho Diretor Departamento de Sanidade Vegetal DSV/SDA/MAPA I Simpósio
INSTRUÇÃO NORMATIVA MAPA nº 32/2015
INSTRUÇÃO NORMATIVA MAPA nº 32/2015 Esta Instrução Normativa estabelece os procedimentos de fiscalização e certificação fitossanitária de embalagens, suportes ou peças de madeira, em bruto, que serão utilizadas
Manual do Usuário SISCOLE - Sistema de Cadastro de Organismos e Laboratórios Estrangeiros
Manual do Usuário SISCOLE - Sistema de Cadastro de Organismos e Laboratórios Estrangeiros MANUAL DO USUÁRIO 1. SOBRE O SISTEMA 1.1 Informações básicas Nome: SISCOLE - Sistema de Cadastro de Organismos
NIMF Nº 7 SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO PARA EXPORTAÇÕES (1997)
NIMF Nº 7 NORMAS INTERNACIONAIS PARA MEDIDAS FITOSSANITÁRIAS NIMF Nº 7 SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO PARA EXPORTAÇÕES (1997) Produzido pela Secretaria da Convenção Internacional para a Proteção dos Vegetais
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Secretaria de Defesa Agropecuária. (DOU de 24/05/2016, nº 98, Seção 1, pág.
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Secretaria de Defesa Agropecuária Portaria nº 44, de 20 de maio de 2016 (DOU de 24/05/2016, nº 98, Seção 1, pág. 3) O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA,
Departamento de Sanidade Vegetal DSV. Análise de Risco de Pragas
Departamento de Sanidade Vegetal DSV Análise de Risco de Pragas Análise de risco de pragas Organização Mundial do Comércio OMC Acordo sobre Aplicação de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias (SPS) Convenção
Que é necessário proceder a atualização dos requisitos acima indicados, tendo em conta a atual situação fitossanitária dos Estados Partes.
MERCOSUL/GMC/RES N 36/07 SUB-STANDARD 3.7.3. REQUISITOS FITOSSANITÁRIOS PARA CAPSICUM ANNUUM (PIMENTÃO) SEGUNDO PAÍS DE DESTINO E ORIGEM PARA OS ESTADOS PARTES (REVOGAÇÃO DA RES GMC Nº 91/96) TENDO EM
INSTRUÇÃO NORMATIVA N.º 005/2014 EXCLUSÃO DE TRECHOS RODOVIÁRIOS PELO SISTEMA RODOVIÁRIO ESTADUAL
SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO DA SECRETARIA DE ESTADO DE INFRAESTRUTURA E LOGÍSTICA GESTÃO DE PLANOS E PROGRAMAS DE INFRAESTRUTURA E LOGÍSTICA MODAL RODOVIÁRIO INSTRUÇÃO NORMATIVA N.º 005/2014 EXCLUSÃO DE
GUIA PRÁTICO SUPLEMENTO ESPECIAL DE PENSÃO
GUIA PRÁTICO SUPLEMENTO ESPECIAL DE PENSÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/9 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Suplemento Especial de Pensão (7017-A v4.13) PROPRIEDADE
Jornal Oficial da União Europeia
L 89/8 REGULAMENTO DE EXECUÇÃO (UE) 2016/535 DA COMISSÃO de 5 de abril de 2016 que altera o anexo II do Regulamento (UE) n. o 206/2010 no que diz respeito à entrada relativa a Singapura na lista de países
Programa Integrado de Fruta - PIF. Mauricely Franco Gestora de Acreditação CGCRE/DICOR/Sesit_Eqpep
Programa Integrado de Fruta - PIF Mauricely Franco Gestora de Acreditação CGCRE/DICOR/Sesit_Eqpep DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA PARA A PRODUÇÃO INTEGRADA DE FRUTA ABNT NBR ISO/IEC Guia 65:1997 NIT-DICOR-057
PAT PROGRAMA DE ALIMENTAÇÃO DO TRABALHADOR
PAT PROGRAMA DE ALIMENTAÇÃO DO TRABALHADOR MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO Secretaria de Inspeção do Trabalho INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 96, DE 16 DE JANEIRO DE 2012 - Dispõe sobre procedimentos para a divulgação
Procedimentos Operacionais Padronizados
Procedimentos Operacionais Padronizados POP Nº 13 HABILITAÇÃO DE MÉDICOS VETERINÁRIOS PARA EMISSÃO DE GTA Versão: 1.0 Procedimentos Operacionais Padronizados: POP Nº 13 HABILITAÇÃO DE MÉDICOS VETERINÁRIOS
Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal
Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural - CAPADR Audiência Pública para prestar esclarecimentos sobre questão de miúdos
MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL SECRETARIA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR INSTRUÇÃO Nº 13, DE 11 DE MAIO DE 2006.
Edição nº 90, Seção 01, Página 56, de 12/maio/2006 Edição nº 90, Seção 01, Página 56, de 12/maio/2006 MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL SECRETARIA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR INSTRUÇÃO Nº 13, DE 11 DE MAIO
TUTORIAL SOBRE EXPORTAÇÃO DE MATERIAL BIOLÓGICO Última Atualização: 21/08/2013.
TUTORIAL SOBRE EXPORTAÇÃO DE MATERIAL BIOLÓGICO Última Atualização: 21/08/2013. Este tutorial, desenvolvido pelo Núcleo de Inovação Tecnológica do Centro de Pesquisas René Rachou, Unidade Técnico-Científica
Gestão de Tecnologias em Saúde na Saúde Suplementar. GRUPO TÉCNICO REVISÃO DO ROL Karla Santa Cruz Coelho Fevereiro/2009
Gestão de Tecnologias em Saúde na Saúde Suplementar GRUPO TÉCNICO REVISÃO DO ROL Karla Santa Cruz Coelho Fevereiro/2009 Tecnologias em saúde: considerações iniciais O que é tecnologia em saúde? Medicamentos,
INSTRUÇÃO DE SERVIÇO Nº 009/2012/GEDSA
INSTRUÇÃO DE SERVIÇO Nº 009/2012/GEDSA Estabelece procedimentos a serem cumpridos para as propriedades que se destinarem a alojamento temporário de suínos de origem GRSC oriundos de outros Estados. - Considerando
Assessoramento Técnico e Jurídico Fiança Criminal. Descrição 0 31/08/2010 - Emissão inicial 1 01/10/2010
Pág.: 1/10 Controle de alterações Revisão Data Local da Revisão Descrição 0 31/08/2010 - Emissão inicial 1 01/10/2010 Item 6 - Alteração da indexação dos registros Despacho Registros e Ofício Alteração
Anexo 03 Normas para a realização de Estágio
Anexo 03 Normas para a realização de Estágio REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL Capítulo I DA NATUREZA Art. 1º. O Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil do Setor de Tecnologia
Elaboração do Plano de Gestão de Logística Sustentável do Senado Federal - PGLS
Elaboração do Plano de Gestão de Logística Sustentável do Senado Federal - PGLS Sustentabilidade Contexto Aumento no número de pessoas Maior quantidade de recursos explorados Produção e consumo: compras
REGULAMENTO DELEGADO (UE) N.º /.. DA COMISSÃO. de 19.9.2014
COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 19.9.2014 C(2014) 6515 final REGULAMENTO DELEGADO (UE) N.º /.. DA COMISSÃO de 19.9.2014 que completa a Diretiva 2014/17/UE do Parlamento Europeu e do Conselho no que diz respeito
Orientações Para o Preenchimento do Formulário de Inscrição Preliminar dos Projetos
Orientações Para o Preenchimento do Formulário de Inscrição Preliminar dos Projetos O presente documento tem como objetivo apresentar as diretrizes e orientar no preenchimento do formulário de inscrição
REGULAMENTAÇÃO DO SUCO E POLPA DE FRUTAS ARTESANAIS. Audiência Pública
REGULAMENTAÇÃO DO SUCO E POLPA DE FRUTAS ARTESANAIS Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados Audiência Pública Brasília, 10 de dezembro de 2013 Polpa
BOLONHA: GRANDES NÚMEROS ESTUDO 1
BOLONHA: GRANDES NÚMEROS ESTUDO 1 A concretização do Processo de Bolonha em Portugal teve início com a publicação dos Decretos- Lei n. os 42/2005, de 22 de Fevereiro, e 74/2006, de 24 de Março. Para além
CALENDÁRIO DE OBRIGAÇÕES AMBIENTAIS
CALENDÁRIO DE OBRIGAÇÕES AMBIENTAIS As empresas devem estar atentas quanto as informações que devem ser encaminhadas periodicamente aos órgãos ambientais e aos prazos para o envio destas informações, evitando
RENDA FAMÍLIA PARANAENSE
RENDA FAMÍLIA PARANAENSE O QUE É? O benefício RENDA FAMÍLIA PARANAENSE é a transferência de renda complementar às famílias do Paraná que eleva a linha da extrema pobreza para R$ 87. * PARA QUEM É? O Renda
SECRETARIA DE AQUICULTURA E PESCA
SECRETARIA DE AQUICULTURA E PESCA PORTARIA No - 2, DE 11 DE MAIO DE 2016 O SECRETÁRIO DE AQUICULTURA E PESCA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso das atribuições que lhe confere
Serviços IMPORTAÇÃO POR CONTA E ORDEM DE TERCEIROS IMPORTAÇÃO IMPORTAÇÃO POR ENCOMENDA EXPORTAÇÃO INDIRETA ASSESSORIA INTERNACIONAL E CUSTOMIZAÇÃO
Serviços IMPORTAÇÃO IMPORTAÇÃO POR CONTA E ORDEM DE TERCEIROS IMPORTAÇÃO POR ENCOMENDA EXPORTAÇÃO INDIRETA ASSESSORIA INTERNACIONAL E CUSTOMIZAÇÃO VANTAGEM COMPETITIVA NO MERCADO INTERNACIONAL Importação
ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União
ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO Nº 1, DE 13 DE JANEIRO DE 2010 Dispõe sobre os critérios
Sumário. Credenciamento... 3. Ato de Concentração... 6. Requerimento de TCC... 10
Sumário Credenciamento... 3 Ato de Concentração... 6 Requerimento de TCC... 10 Credenciamento 1. O interessado deve acessar o sítio eletrônico do Cade (www.cade.gov.br) e realizar cadastro como Usuário
BANGLADESH INTERCÂMBIO COMERCIAL DO AGRONEGÓCIO --- BANGLADESH --- Brasil: Bangladesh:
BANGLADESH Bangladesh: Capital: Daca População 1 : 158,2 milhões de habitantes PIB (2014) 2 : US$ 185,4 bilhões PIB per capita (2014) 2 : US$ 1.172 PIB por setor 3 : Agricultura: 15,1% Indústria: 26,5%
PROCESSO SELETIVO PARA PORTADORES DE DIPLOMA DE NÍVEL SUPERIOR E PARA TRANSFERÊNCIA DE OUTRA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR
PROCESSO SELETIVO PARA PORTADORES DE DIPLOMA DE NÍVEL SUPERIOR E PARA TRANSFERÊNCIA DE OUTRA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR O reitor do Centro Universitário de Brasília - UniCEUB - faz saber, mediante
GUIA DE CONSULTA RÁPIDA DE ACESSO AO INVENTÁRIO
GUIA DE CONSULTA RÁPIDA DE ACESSO AO INVENTÁRIO MÓDULO SES Versão 2009 1 Índice INTRODUÇÃO... 3 POR QUE FAZER O INVENTÁRIO?... 3 Portaria 344 de 12/05/1998... 3 INFORMAÇÕES GERAIS:... 4 COMO ACESSAR O
Associação dos Produtores Florestais do Concelho de Coruche e Limítrofes. APFCertifica. (Licença C014488)
Associação dos Produtores Florestais do Concelho de Coruche e Limítrofes APFCertifica (Licença C014488) 1. A Certificação Florestal FSC A Certificação Florestal FSC é uma garantia escrita, dada por uma
SICLOM Mapa Mensal. 1 Mapa Mensal. Versão: 2012. Manual de preenchimento do mapa mensal no SICLOM Gerencial
1 Mapa Mensal SICLOM Mapa Mensal Manual de preenchimento do mapa mensal no SICLOM Gerencial Versão: 2012 2 Mapa Mensal 3 Mapa Mensal Índice.. Introdução. 5 Como Acessar o SICLOM Gerencial. 5 Menu Geral.
Este ano será possível fazer a declaração no modo online através do e-cac Fatos Relevantes:
Este ano será possível fazer a declaração no modo online através do ecac Fatos Relevantes: 1) Caso seu interesse seja Publicar no DIÁRIO OFICIAL do MUNICÍPIO do RJ Rio de Janeiro, CLIQUE AQUI 2) Caso seu
REGISTO DE ENTIDADES NA ANPC (Portaria n.º 773/2009, de 21 de Julho e Despacho 10738/2011 de 30 de Agosto) PERGUNTAS MAIS FREQUENTES
REGISTO DE ENTIDADES NA ANPC (Portaria n.º 773/2009, de 21 de Julho e Despacho 10738/2011 de 30 de Agosto) PERGUNTAS MAIS FREQUENTES 1. Que entidades devem efetuar o registo na ANPC (Autoridade Nacional
Participação do IBAMA nos processos de autorização e licenciamento para a prática de Aquicultura em águas da União.
Participação do IBAMA nos processos de autorização e licenciamento para a prática de Aquicultura em águas da União. João Pessoa Riograndense Moreira Júnior Coordenador Geral de Autorização de Uso e Gestão
ORIENTAÇÕES SOBRE CURSOS E ATIVIDADES DE EXTENSÃO DA USP
ORIENTAÇÕES SOBRE CURSOS E ATIVIDADES DE EXTENSÃO DA USP FORMAÇÃO PROFISSIONAL Prática Programa de Residência Profissionalizante Atualização Graduação Sim Não Sim Concluída Carga horária mínima Definida
LEGISLAÇÃO SANITÁRIA FEDERAL DE LEITE E DERIVADOS
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA DEPARTAMENTO DE INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL SERVIÇO DE INSPEÇÃO DE LEITE E DERIVADOS LEGISLAÇÃO SANITÁRIA
PARECER TÉCNICO N.º 014/SCM/2013 Processo ANP Nº 48610.000959/2012-35
- 1 - PARECER TÉCNICO N.º 014/SCM/2013 Processo ANP Nº 48610.000959/2012-35 1. ASSUNTO Autorização para o Exercício da Atividade de Comercialização de Gás Natural e obtenção de Registro de Agente Vendedor
Tratamento Fitossanitário - Fumigação
1 Objetivo Este documento visa descrever os procedimentos globais para realização das operações fumigação (expurgo). 2 Abrangência O presente documento se aplica às empresas requerentes e prestadoras de
RESOLUÇÃO Nº 3211. 1º As contas de depósitos de que trata este artigo:
RESOLUÇÃO Nº 3211 Altera e consolida as normas que dispõem sobre a abertura, manutenção e movimentação de contas especiais de depósitos à vista e de depósitos de poupança. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na
MANUAL DE CONTROLES INTERNOS
1. CONTEÚDO DESTE DOCUMENTO Este documento visa estabelecer a sistemática para planejar, executar e documentar os trabalhos de auditoria, desenvolvidos por Auditores externos habilitados, abrangendo: Regulamentação
Endereço Profissional: Bairro: Cidade: UF: CEP: Fone: DADOS DA INSTITUIÇÃO 2.DADOS ORIENTADOR ENDEREÇO PROFISSIONAL
Formulário de requerimento à Secretaria de Meio Ambiente de autorização para pesquisa em Unidades de Conservação de Juiz de Fora 1. DADOS PESSOAIS DO TITULAR DA PESQUISA Nome do titular da pesquisa: O
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL DEPARTAMENTO DE AÇÕES EM SAÚDE
NOTA TÉCNICA Assunto: Leitos de Saúde Mental Integral DA HABILITAÇÃO 1. No Estado do Rio Grande do Sul, os leitos de saúde mental integral terão duas formas de habilitação: federal, quando se tratarem
Circular 017/2012 São Paulo, 09 de janeiro de 2012.
Circular 017/2012 São Paulo, 09 de janeiro de 2012. PROVEDOR(A) ADMINISTRADOR(A) CRITÉRIOS DA AUTORIZAÇÃO ESPECIAL (AE) DOS ESTABELECIMENTOS DE FARMÁCIAS DE MANIPULAÇÃO Diário oficial da União Nº 6 Seção
Oficio Circular nº 15 /2009/GAB/DIPOA Brasília, 08 de Maio de 2009. Do: Diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal DIPOA
Oficio Circular nº 15 /2009/GAB/DIPOA Brasília, 08 de Maio de 2009 Do: Diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal DIPOA Aos: Chefes de SIPAG s C/C aos Chefes de Divisão Técnica e
HOMOLOGAÇÃO DO SIMULADOR
HOMOLOGAÇÃO DO SIMULADOR a) laudo técnico de avaliação, vistoria e verificação de conformidade do protótipo, expedido por Organismo Certificador de Produto OCP, acreditado pelo INMETRO na área de veículos
Registo de Representantes Autorizados e Pessoas Responsáveis
Instrução da Euronext 2-01 Alterado em 4 de Agosto de 2014 Data de Entrada em vigor: 11 de Agosto de 2014 Assunto: Registo de Representantes Autorizados e Pessoas Responsáveis Departamento: Regulation
Informe Técnico n. 72, de 1 de agosto de 2016. Resultados do monitoramento do teor de sódio nos alimentos processados - Terceiro termo de compromisso.
Informe Técnico n. 72, de 1 de agosto de 2016 Assunto: Resultados do monitoramento do teor de sódio nos alimentos processados - Terceiro termo de compromisso. 1. Introdução Em 13 de dezembro de 2011 o
DELIBERAÇÃO CEE Nº 350, de 23 de junho de 2015
Governo do Rio de Janeiro CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO COMISSÃO PERMANENTE DE LEGISLAÇÃO E NORMAS DELIBERAÇÃO CEE Nº 350, de 23 de junho de 2015 Estabelece normas para expedição de documentos escolares
RESOLUCAO N. 003567/2008
RESOLUCAO N. 003567/2008 RESOLUCAO 3.567 --------------- Dispõe sobre a constituição e o funcionamento de sociedades de crédito ao microempreendedor e à empresa de pequeno porte. O BANCO CENTRAL DO BRASIL,
Vários tipos / níveis de controlo
António Mantas, Filipa Teixeira A CERTIFICAÇÃO DA AGRICULTURA BIOLÓGICA Madeira * Setembro de 2010 [email protected] A CERTIFICAÇÃO de um produto (ou de um processo ou de um serviço) é um meio de garantir
22 e 23/00 e RDC nº. n. 278/05
Revisão das Resoluções nº. 22 e 23/00 e RDC nº. n. 278/05 Antonia Maria de Aquino Gerência de Produtos Especiais Gerência-Geral de Alimentos Objetivo da revisão Harmonizar procedimentos de registro e dispensa
Unidade de Atendimento e Protocolo - UNIAP Listagem de Encaminhamento de Documentação em Caráter Precário Dia 28/03/2005
Unidade de Atendimento e Protocolo - UNIAP Listagem de Encaminhamento de Documentação em Caráter Precário Dia 28/03/2005 EMPRESA: GUTERRES & QUEIROZ LTDA CNPJ: 04.567.783/0001-40 PROCESSO: 25025.054244/2003-14
QUESTÕES FREQUENTES PRESCRIÇÃO DESMATERIALIZADA RECEITA SEM PAPEL. E-medicar Versão 3.0
QUESTÕES FREQUENTES PRESCRIÇÃO DESMATERIALIZADA RECEITA SEM PAPEL E-medicar Versão 3.0 JULHO 2016 CARACTERÍSTICAS DO DOCUMENTO Referência: E-MEDICAR 3.0 RECEITA SEM PAPEL Data: JULHO 2016 Versão do documento:
Compartimentação para IA e DNC na Cadeia Produtiva Avícola do Brasil
Reunião Técnica do PNSA: Sanidade avícola: Fortaleza Nacional" Compartimentação para IA e DNC na Cadeia Produtiva Avícola do Brasil Bruno Rebelo Pessamilio Ministério da Agricultura, Pecuária e Abstecimento
CHAMADA INTERNA Nº 14/2016/PROPPI
CHAMADA INTERNA Nº 14/2016/PROPPI CHAMADA INTERNA PARA CONTINUIDADE DO AFASTAMENTO INTEGRAL PARA CURSOS DE MESTRADO E DOUTORADO COM CONCESSÃO DE PROFESSOR SUBSTITUTO. EXECUÇÃO: 2016/2 ATÉ 2017/1 APRESENTAÇÃO
MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 249, de 2012.
MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS RESOLUÇÃO CNSP N o 249, de 2012. Dispõe sobre a atividade dos corretores de seguros de ramos elementares e dos corretores de seguros de vida,
A NOVA REGULAMENTAÇÃO DE ESTRUTURAS EM BETÃO ARMADO
A NOVA REGULAMENTAÇÃO DE ESTRUTURAS EM BETÃO ARMADO 18 Janeiro.2012 ESTRUTURAS EM BETÃO ARMADO INSPEÇÃO E ENSAIOS A NOVA REGULAMENTAÇÃO DE ESTRUTURAS EM BETÃO ARMADO ESTRUTURAS EM BETÃO ARMADO INSPEÇÃO
MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA A ABERTURA DE CONVÊNIOS E ACORDO DE COOPERAÇÃO
MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA A ABERTURA DE CONVÊNIOS E ACORDO DE COOPERAÇÃO Manaus/março/2014 Apresentação A Assessoria de Relações Internacionais e Interinstitucionais ARII desenvolve atividades nas áreas
REGISTRO DE ESTABELECIMENTO E DE PRODUTOS NO MAPA COM INSCRIÇÃO ESTADUAL DE PRODUTOR RURAL
REGISTRO DE ESTABELECIMENTO E DE PRODUTOS NO MAPA COM INSCRIÇÃO ESTADUAL DE PRODUTOR RURAL PRODUÇÃO E VENDA DE VINHOS, SUCO E VINAGRE ELABORADOS POR AGRICULTORES FAMILIARES Elaborado por: Renato Cougo
Nesta sequência, cumpre destacar algumas das medidas que, em relação aos diplomas anteriores, são inovadoras.
Decreto-Lei n.º 65/2007, de 14 de Março 1 Aprova o regime da formação do preço dos medicamentos sujeitos a receita médica e dos medicamentos não sujeitos a receita médica comparticipados O Estatuto do
INDICADORES DE AVALIAÇÃO E QUALIDADE DA EDUCAÇÃO SUPERIOR
CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE EDUCAÇÃO AUDIÊNCIA PÚBLICA 13/8/2015 9h30min TEMA: INDICADORES DE AVALIAÇÃO E QUALIDADE DA EDUCAÇÃO SUPERIOR Pronunciamento da ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE CENTROS UNIVERSITÁRIOS
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA PRÓ-REITORIA DE GESTÃO DE PESSOAS MANUAL DO SERVIDOR
Página de 5 PLANO DE SAÚDE - GEAP DEFINIÇÃO Ingresso: benefício que compreende a assistência médica, hospitalar, odontológica, psicológica e farmacêutica prestada pela operadora GEAP, visto que esta possui
e-cac Portal de Serviços Comunicação Eletrônica entre o Cidadão e a Receita Estadual
ATENDIMENTO RECEITA ESTADUAL e-cac Portal de Serviços Comunicação Eletrônica entre o Cidadão e a Receita Estadual Diretrizes de Atendimento Receita Estadual Aumentar transparência facilitando o acesso
GUIA PRÁTICO ATENDIMENTO AÇÃO SOCIAL
Manual de GUIA PRÁTICO ATENDIMENTO AÇÃO SOCIAL INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/7 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Atendimento Ação Social (31 A V4.07) PROPRIEDADE
PARECER Nº, DE 2012. RELATOR: Senador JORGE VIANA
PARECER Nº, DE 2012 Da COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE, DEFESA DO CONSUMIDOR E FISCALIZAÇÃO E CONTROLE, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 249, de 2011, do Senador Luiz Henrique, que cria incentivo fiscal de
Requisitos legais. Para obter mais informações, consulte o documento Homologação de tipo.
Informação geral sobre leis e regulamentos Informação geral sobre leis e regulamentos Todos os países possuem requisitos legais para veículos conduzidos em vias públicas. Na União Europeia, eles são regidos
Passo a Passo para utilização do Sistema de Registro Integrado REGIN Entidade Municipal
JUNTA COMERCIAL Sistema MANUAL de ADMINISTRADOR Registro Integrado LOCAL REGIN Passo a Passo para utilização do Sistema de Registro Integrado REGIN Entidade Municipal ENTIDADE MUNICIPAL MANUAL ADMINISTRADOR
PMESP MENOR DE IDADE FUNC PÚBLICO MILITAR DA ATIVA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO DIRETORIA DE PESSOAL DIVISÃO DE SELEÇÃO E ALISTAMENTO
NOME RG IDADE PMESP MENOR DE IDADE FUNC PÚBLICO MILITAR DA ATIVA DIRETORIA DE PESSOAL DIVISÃO DE SELEÇÃO E ALISTAMENTO EDITAL: N.º DE INSCRIÇÃO: NOME: ENDEREÇO: Nº BAIRRO: CIDADE: UF CEP: - TEL. CEL. (
Agência Nacional de Vigilância Sanitária
EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS Assunto: Emissão de Certificado de Livre Prática 1. Segundo o Regulamento Sanitário Internacional (2005) em seu Título I, Artigo 1 Definições: «libre plática» significa la autorización,
Segurança de Máquinas e Equipamentos - NR 12
Segurança de Máquinas e Equipamentos - NR 12 DESENVOLVIDO POR: Daniele Ventorim Brezinsk Engenheira de Segurança do Trabalho SESI Cachoeiro Wig Gaspari Técnico de Segurança do Trabalho SESI Cachoeiro FONTES
INFORMÁTICA PARA GESTÃO II Curso Superior de Gestão de Marketing
INFORMÁTICA PARA GESTÃO II Curso Superior de Gestão de Marketing Docente (Teóricas): Eng.º Vitor M. N. Fernandes Web: http://www.vmnf.net/ipam Mail: [email protected] Aula 10 Sumário Relacionamentos entre
TRANSPARÊNCIA E CONTROLE SOCIAL
TRANSPARÊNCIA E CONTROLE SOCIAL Julival Silva Rocha Auditor do TCEPA ESPÍRITO Rui Barbosa (O Justo e a Justiça Política) Julgamento de Jesus Cristo; O Direito daquela época já não se contentava com a mera
Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação. SiGPC Sistema de Gestão de Prestação de Contas
Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação SiGPC Sistema de Gestão de Prestação de Contas Resolução nº 02/2012 Estabelece orientações, critérios e procedimentos para a utilização obrigatória a partir
Edital nº. 01, de 13 de janeiro de 2016
Edital nº. 01, de 13 de janeiro de 2016 PROCESSO PARA SOLICITAÇÃO DE CERTIFICAÇÃO DE CONCLUSÃO DO ENSINO MÉDIO COM A UTILIZAÇÃO DOS RESULTADOS DE DESEMPENHO OBTIDOS NO EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO -
e-nota G Módulo de Guarda da Nota Fiscal eletrônica
Página1 e-nota G Módulo de Guarda da Nota Fiscal eletrônica Manual do Usuário Produzido por: Informática Educativa Página2 Índice 1. Safeweb e-nota G... 03 2. O que é XML... 04 3. Acesso e-nota G... 06
