Boas Práticas Agrícolas I
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- Salvador Pedroso de Andrade
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1 2º CICLO DE PALESTRAS SODEPAC Boas Práticas Agrícolas I Eng.º Agrónomo Evandro Fortes SODEPAC - DIGETER
2 Definição Objetivo CONTEÚDO Adequação de estradas Correcção do ph do solo Uso responsável de agroquímicos Conservação de solo e água Sementeira directa Fontes citadas
3 DEFINIÇÃO São tecnologias desenvolvidas em função das condições edafoclimáticas e de relevo para uma agricultura sustentável, de baixo impacto ambiental e socialmente inclusiva, com experiências já comprovadas, difundidas e aplicadas em locais com condições similares às do PAC.
4 OBJECTIVO O desenvolvimento sustentável da agro-pecuária nas condições tropicais e das edafo-climáticas do PAC. Minimizar os riscos de perdas de produtividades das culturas devido os eventuais pequenos cacimbos durante o período das chuvas.
5 USO RESPONSÁVEL DE AGROQUÍMICOS Produtos de grande importância para a produção agrícola comercial, porém requerem muitos cuidados no seu uso e manipulação. Usar somente quando necessário e por uma pessoa habilitada; Essencial ter a recomendação e orientação de profissional especializado; Uso de Equipamentos de Protecção Individual (EPI`s) é OBRIGATÓRIO ao manipular e aplicar; Utilizar somente produtos registados para o cultivo e a praga a controlar; Respeitar a dose recomendada Seguir as recomendações de manipulação dos produtos durante a preparação da mistura, durante a aplicação e após a aplicação
6 USO RESPONSÁVEL DE AGROQUÍMICOS TRÍPLICE LAVAGEM
7 USO RESPONSÁVEL DE AGROQUÍMICOS TRÍPLICE LAVAGEM
8 CONSERVAÇÃO DE SOLO E ÁGUA Uma das características das chuvas nos trópicos é a elevada intensidade que leva ao escorrimento superficial, quando a superfície já não tem a cobertura vegetal original, o que provoca a perda do solo, erosão e formação de ravinas.
9 CONSERVAÇÃO DE SOLO E ÁGUA TERRAÇOS: Recomendação: utilizar em terrenos com pendente maior que 2%. São curvas em nível de base larga, perpendiculares ao declive do terreno.
10 CONSERVAÇÃO DE SOLO E ÁGUA TERRAÇOS: Cria barreiras para cortar o fluxo e a velocidade da água; Retém a água das chuvas e permite a infiltração ou escoamento lento (recarga das camadas profundas do solo e do aquífero); Controlo de erosão e assoreamento de leitos de rios e albufeiras.
11 CONSERVAÇÃO DE SOLO E ÁGUA Sementeira em Nível: Protege o solo da erosão por criar barreira para o fluxo da água; São linhas de mesma altitude, utilizadas como guia para a sementeira; Actua no controlo de erosão e assoreamento corpos de água.
12 ADEQUAÇÃO DE ESTRADAS Erosão Buraco Atoleiro LOGÍSTICA DE TRANSPORTE Pista escorregadia Banco de areia CONSERVAÇÃO DO SOLO Leito rebaixado Trepidação ( costela-de-vaca ) Poeira
13 ADEQUAÇÃO DE ESTRADAS DRENAGEM EFICIENTE Abaulamento do leito (2 a 5%) da estrada para direcionar o escorrimento da água para as laterais. Construir lombadas no sentido contrário à descida da estrada: o Diminui e contém o escorrimento das águas na estrada. o Conduz a água de forma controlada para os terraços ou caixas de retenção. o Espaçamento entre uma lombada e outra deve ser o mesmo dos terraços. o Altura de 20 cm a 50 cm depois de compactada a terra (de acordo com tráfego e declividade da estrada).
14 ADEQUAÇÃO DE ESTRADAS Terraços o Devem iniciar-se nas bordas da lombada com declividade inicial de 1% a 2%. o Canal do terraço deve ser construído abaixo da lombada. Bacias ou caixas de retenção de água o São construídas nas laterais das estradas. o Interligadas com as lombadas têm a finalidade de acumular e infiltrar as águas de chuva. o Somente são construídas quando não for possível a condução das águas para os terraços.
15 ADEQUAÇÃO DE ESTRADAS Contenção e de infiltração de água da chuva. Maior vida útil da via e menor manutenção. Evita erosão e assoreamento de cursos de água. Recarga local do aquífero.
16 Práticas Recomendadas para Estradas Rurais Realocação do troço Quebra de barranco (bota dentro) Eliminação do banco de areia Eliminação dos buracos Encabeçamento de terraço com desnível Construção de terraço Construção de lombada Construção de caixa de retenção Eliminação de trepidação Eliminação de atoleiro Eliminação de pista escorregadia Construção de caixa dissipadora de energia Construção de bueiro
17 CORRECÇÃO DO ph DO SOLO A acidez é uma característica dos solos tropicais e inibe o crescimento das raízes e a absorção de nutrientes. O calcário corrige o ph do solo e melhora a solubilização dos fertilizantes. Facilita a absorção de nutrientes e aprofundamento do sistema radicular. Raízes mais profundas tornam mais eficiente a absorção de água. Aplicação deve ser recomendada por técnico capacitado.
18 SEMENTEIRA DIRECTA 30 anos de pesquisa da EMBRAPA: O sistema Plantio direto, mostrou-se ambientalmente mais sustentável; Proporciona maior conservação do solo e da água; Produtividade brasileira de soja dobrou nos últimos 40 anos; Adotado em 75% da área ocupada por lavouras anuais de grãos no Brasil.
19 SEMENTEIRA DIRECTA Tecnologia baseada em: Implantação das culturas sem reviramento do solo; Manter os restos culturais da lavoura anterior; Cobertura permanente do solo; Diversificação de culturas (Rotação de culturas).
20 SEMENTEIRA DIRECTA PRINCIPAIS BENEFÍCIOS: Proteção do solo contra erosão, evaporação e aumento da temperatura. Aumento de matéria orgânica e da micro fauna (húmus) = maior solubilização de fertilizantes Menor custo de produção, menor consumo de gasóleo e manutenção de equipamentos Redução da emissão carbono, promove o sequestro de carbono
21 SEMENTEIRA DIRECTA Plantio Direto = Sementeira Directa Arado = charrua Plantio em contorno = sementeira em nível Cerrado = savana brasileira (ambiente similar ao do PAC)
22 Fontes Citadas: o Master Plan do PAC: o Guia do Invetidor:
23 Fontes Citadas: o EMBRAPA: o DEFAGRO: /noticia/ /pesquisa-brasileira-confirma-beneficioeconomico-e-ambiental-do-sistema-plantio-direto o EMPAER:
24 2º CICLO DE PALESTRAS SODEPAC Boas Práticas Agrícolas I Muito obrigado pela atenção! Evandro Fortes [email protected] SODEPAC
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