3. QUANTIDADE DE RESÍDUOS A COLOCAR
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- João Henrique Lage Carreira
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1 3. QUANTIDADE DE RESÍDUOS A COLOCAR Em qualquer dos sistemas indicados, os resíduos são colocados à superfície em quantidades que irão variar de acordo com a capacidade de tratamento de cada sistema instalado. As espécies de minhocas utilizadas em vermicompostagem necessitam de resíduos orgânicos para poder sobreviver. Contudo, esses resíduos irão inicialmente, e conforme foi abordado, ser alvo de uma primeira decomposição por parte dos microrganismos. Tal situação no processo de tratamento é em todo semelhante ao sistema digestivo, por exemplo, do ser humano: a estrutura química dos alimentos deverá ser alterada/simplificada primeiramente na boca, através da acção dos dentes e da saliva. Só posteriormente o bolo alimentar é canalizado para o estômago onde este é processado. Na vermicompostagem ocorre o processo semelhante a simplificação inicial é realizada pelas bactérias e fungos. Só depois as minhocas colonizam os resíduos. Na Fig. 40, foram adicionadas borras de café num vermicompostor. Primeiramente as borras foram decompostas por bactérias e fungos. Só depois é que as minhocas (situadas no vermicomposto que anteriormente haviam produzido) atingem as borras e as começam a processar. Fig. 40 Colocação de borras de café no primeiro compartimento do vermicompostor. 65
2 m a n u a l p r á t i c o p a r a o p r o f e s s o r Esta decomposição (também denominada de estabilização prévia) irá ocorrer entre 3 a 10 dias, período no qual, em condições normais, as minhocas não irão colonizar os resíduos adicionados. Conforme indicado, após esse período, as minhocas irão colonizar e atingir estes resíduos. Fig. 41 Colocação de borras de café e mistura de resíduos hortícolas. As minhocas são bastante sensíveis a variações no seu habitat. Neste caso particular focaremos a atenção na quantidade de resíduos adicionados. Tomando por base o facto de uma minhoca no estado adulto ingerir por dia o equivalente a metade do seu próprio peso, é possível estimar, para uma quantidade inicial de minhocas existente no vermicompostor, vermidigestor ou canteiro, qual a quantidade de resíduos que deverá ser adicionada diária, semanalmente ou por outra unidade de tempo. Por se tratar de um sistema mais eficiente se comparado com o vermicompostor e o canteiro, o vermidigestor permitirá atingir uma densidade de minhocas superior: 10 kg/m 2 e tratar 3,5 kg/dia (Fig. 42). 66
3 Vermicompostor Canteiro 5 Vermidigestor 450 minhocas adultas (fase inicial) de tratamento inicial: 125 g/dia 1200 minhocas adultas (fase final) de tratamento futura: 300 g/dia 0,5 kg de minhocas adultas/m 2 de tratamento inicial: 0,5 kg/dia 10 kg de minhocas adultas/m 2 de tratamento futura: 10 kg/dia 1 kg de minhocas adultas/m 2 (fase inicial) de tratamento inicial: 0,35 kg/dia 10,0 kg de minhocas adultas/m 2 (fase final) de tratamento futura: 3,5 kg/dia Fig. 42 de tratamento para vários sistemas de vermicompostagem. 5 Adaptado para uma área superficial de 2 m 2 (2 m de comprimento x 1 m de largura). 67
4 m a n u a l p r á t i c o p a r a o p r o f e s s o r Fig. 43 A quantidade de resíduos a colocar deverá ser rigorosa. É importante contudo, ter em atenção de que quando forem adicionados resíduos acima da capacidade de tratamento, poderão ocorrer alguns problemas, tais como: Maus odores (devido à falta de oxigénio); Excesso de insectos (a sua presença residual é perfeitamente normal); Acumulação dos resíduos por um tempo superior ao previsto com posterior compactação dos mesmos. 4. COLOCAÇÃO DOS RESÍDUOS Naturalmente, e de forma periódica, mantendo as necessidades das minhocas reguladas, deverão ser adicionados resíduos ao sistema. A adição de resíduos deverá ser realizada em função da quantidade de minhocas existente. Conforme foi visto, uma das formas de expressar a quantidade de minhocas é através da sua densidade (kg/m 2 ). Na Fig. 44 foram adicionados aproximadamente 5 kg de resíduos, sendo que no canteiro se encontravam presentes 2 kg de minhocas. A quan- 68
5 tidade de minhocas no canteiro permitiu à FUTURAMB e aos alunos estimar que estes resíduos seriam tratados em 5 dias, altura em que novamente a mesma quantidade poderia ser adicionada. Fig. 44 Adição de resíduos à superfície do canteiro. Apresentam-se em seguida algumas regras para uma adição de resíduos mais eficaz: Adicionar os resíduos em pequenas dimensões (ver secção relacionada com a preparação dos materiais recolhidos selectivamente, nomeadamente a trituração). Adicionar os resíduos à superfície do sistema, destapando a cobertura existente. Cobrir novamente com a cobertura. Aguardar pelo tempo de decomposição dos resíduos, antes de qualquer nova colocação. 69
6 m a n u a l p r á t i c o p a r a o p r o f e s s o r Como ilustra a Fig. 45, no final do processo de adição, todos os resíduos foram cobertos, com o objectivo de impedir assim as perdas de humidade no sistema (em períodos de maior calor), e impedir condições de excesso de humidade (em períodos de intensa precipitação). Para tal, cobriram-se os resíduos primeiramente com cartão e posteriormente com rede sombra. Fig. 45 Cobertura imediata dos resíduos com cartão. Uma forma eficiente de se cobrir os resíduos passa por esta sequência: a) Cobrir os resíduos com papel e cartão; b) Cobrir o papel e cartão com plástico preto; c) Cobrir o plástico preto com rede sombra. A cobertura com plástico reduzirá em muito a frequência de rega devido aos fenómenos de condensação do valor de água libertado durante o processo de decomposição dos resíduos (para mais informações deverá ser consultado a secção referente a Problemas e Soluções). 70
7 5. EQUIPAMENTO NECESSÁRIO O Quadro 5 faz referência ao equipamento necessário durante as fases de construção (Fase I) e manutenção (Fase II) para cada um dos sistemas de tratamento disponíveis de serem instalados na escola. Caso se opte pela aquisição de um vermicompostor ou vermidigestor, não existirá necessidade em angariar material e equipamento para a fase de construção (Quadro 5). Quadro 5 Equipamento necessário para as fases de construção e manutenção. vermicompostor * canteiro de vermicompostagem vermidigestor fase i construção Contactar a FUTURAMB para fornecimento do sistema Tábuas Martelo e pregos Luvas Serra Plástico (de preferência preto) Papel e cartão Rede sombra Pás e enxadas Contactar a FUTURAMB para fornecimento do sistema fase ii manutenção Pulverizador ou regador Luvas de látex Pá e ancinho (pequenos) Resíduos Papel e cartão (ou um dos dois) Balde Faca Regador ou mangueira Luvas Pás (pequena e grande) Ancinho Resíduos Papel e cartão (ou um dos dois) Balde Faca Biotriturador Regador ou mangueira Luvas Pá (pequena) Ancinho Resíduos Papel e cartão (ou um dos dois) Balde Biotriturador Rede sombra * Optou-se por propor o vermicompostor plástico vertical por se tratar de um sistema mais eficiente e duradouro, comparativamente ao vermicompostor em madeira. 71
8 m a n u a l p r á t i c o p a r a o p r o f e s s o r FASE I CONSTRUÇÃO Tábuas Manutenção dos teores de humidade nos resíduos. Necessário à sobrevivências das minhocas. Martelo e pregos União das tábuas entre si. Luvas Exigidas especialmente na construção do canteiro. Serra Corte das tábuas segundo as dimensões necessárias. Plástico Isolamento do solo e laterais. Impede que as minhocas migrem para a camada superficial do solo, morrendo eventualmente. Esta migração pode ocorrer em caso de falta de resíduos ou de humidade. Papel e cartão Cobertura dos resíduos, devendo ser mantido húmido. Possibilita que a humidade se mantenha na superfície dos resíduos, sendo estes tratados de forma mais acelerada. Rede sombra Cobertura mais eficaz dos resíduos existentes no canteiro, evitando a infiltração da água provocada pela chuva. Pás e enxadas Criação ou redução do declive do solo (caso este se apresente acentuado). Limpeza geral do solo, como pedras ou raízes secas salientes. 72
9 FASE II MANUTENÇÃO Pulverizador, regador ou mangueira Manutenção dos teores de humidade nos resíduos. Necessário à sobrevivência das minhocas. Luvas de látex Exigidas de forma a manusear os resíduos com a máxima higiene. Para trabalhar com o vermicomposto não serão obrigatórias luvas. Pá e ancinhos (pequenos) Revolvimento e arejamento dos resíduos em caso de excesso de humidade. Resíduos Tratados e valorizados pelas minhocas. Necessários à sua sobrevivência. Papel e cartão Cobertura dos resíduos. Numa fase mais avançada do processo sugere-se a sua mistura com os resíduos de frutas ou vegetais. Contactar a FUTURAMB caso se deseje colocar em prática esta sugestão. Balde Recolha de vermicomposto para posterior aplicação. Faca Corte dos resíduos em pequenas dimensões (quando necessário) na utilização do vermicompostor. Biotriturador Trituração dos resíduos (quando necessário) na utilização do canteiro ou do vermidigestor. 73
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