Simbolismo: a linguagem da músicam
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- Maria Júlia Alencastre de Santarém
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2 Simbolismo: a linguagem da músicam Insatisfeitos com a onda de cientificismo e materialismo a que esteve submetida a sociedade industrial européia na segunda metade do século XIX, os simbolistas representam a reação da intuição contra a lógica, do subjetivismo contra a objetividade científica, do misticismo contra o materialismo, da sugestão sensorial contra a explicação racional.
3 Os simbolistas não acreditam na possibilidade de a arte e a literatura poderem fazer um retrato total da realidade. Duvidaram também das explicações positivas da ciência, que julgava poder explicar todos os fenômenos que envolvem o homem e conduzi-lo a um caminho de progresso e fartura material.
4 Assim, os simbolistas representam um grupo social que ficou à margem do cientificismo da segunda metade do século XIX e que procurou resgatar certos valores do Romantismo varridos pelo Realismo. Essa reação antimaterialista situa-se num contexto mais amplo vivido pela Europa no último quarto do século XIX, o da forte crise espiritual a que se tem chamado de decadentismo do final do século. As principais expressões do Simbolismo na Europa são os franceses Verlaine, Rimbaud e Mallarmé.
5 Características da poesia simbolista ENegação do positivismo, do cientificismo, do materialismo e das estéticas neles fundamentados, o Realismo, o Naturalismo e o Parnasianismo. ECriação poética como fruto do inconsciente, da intuição, da sugestão, do eu-profundo, da associação de idéias e imagens. Complexidade na relação eu/mundo. EEspiritualidade, misticismo, subjetivismo intenso, ocultismo, Ânsia de superação, de fuga do terreno, comunhão com os Astros, o Espírito, o Alto, a Alma, o Infinito, a Essência, O Desconhecido.
6 ETom vago, impreciso, nebuloso. Poesia hermética, ilógica, indireta, obscura, rompendo com a lógica discursiva. A poesia como mistério. ESinestesias EMusicalidade através das aliterações, assonâncias, paralelismo, refrão, onomatopéia. ELinguagem fundamentada em uma gramática psicológica : neologismos, arcaísmos, combinações vocabulares inesperadas. A metáfora como célula germinal da poesia. Palavras escolhidas pela sonoridade, pelo ritmo, pelo colorido, fazendo-se arranjos artificiais.
7 EEmprego de maiúsculas alegorizantes. EPontos de contato com o Parnasianismo preocupação formal, culto da rima, distanciamento da vida, descompromisso com as questões mundanas. EInteresse pelas zonas profundas da mente (inconsciente e subconsciente) e pela loucura. EAtração pela morte e elementos decadentes da condição humana. EPoesia metafísica.
8 Subjetivismo Simbolismo Linguagem vaga, fluida, que busca sugerir em vez de nomear Abundância de metáforas Cultivo de soneto e de outras formas de composição poética Antimaterialismo, antiracionalismo Misticismo, religiosidade Pessimismo, dor de existir Objetivismo Parnasianismo Linguagem precisa, objetiva, culta Busca do equilíbrio formal Preferência pelo soneto Materialismo, racionalismo Paganismo greco-latino Contenção dos sentimentos
9 Interesse pelas zonas profundas da mente humana e pela loucura Interesse pelo noturno, pelo mistério e pela morte Retomada de elementos da tradição romântica Racionalismo Interesse por temas universais: a natureza, o amor, objetos de arte, a poesia Retomada de elementos da tradição clássica
10 As primeiras manifestações simbolistas já eram sentidas desde o final da década de 80 do século XIX. Apesar disso, tem-se apontado como marco introdutório do movimento simbolista brasileiro a publicação, em 1893, das obras Missal (prosa) e Broquéis (poesia), de nosso maior autor simbolista:cruz e Sousa. Além de Cruz e Sousa, destacam-se, entre outros, Alphonsus de Guimaraens e Pedro Kilkerry (recentemente redescoberto pela crítica).
11 Ismália Quando Ismália enlouqueceu, Pôs-se na torre a sonhar... Viu uma lua no céu, Viu outra lua no mar. No sonho em que se perdeu, Banhou-se toda em luar... Queria subir ao céu, Queria descer ao mar...
12 E, no desvario seu, Na torre pôs-se a cantar... Estava perto do céu, Estava longe do mar... E como um anjo pendeu As asas para voar... Queria a lua do céu, Queria a lua do mar...
13 As asas que Deus lhe deu Ruflaram de par em par... Sua alma subiu ao céu, Seu corpo desceu ao mar... (Alphonsus de Guimaraens)
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