Interpretação Molecular das Equações Cinéticas
|
|
|
- Ivan Barreiro Molinari
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 apítulo Interpretação Molecular das Equações inéticas Aspectos cinéticos e termodinâmicos estão intimamente ligados à interpretação de mecanismos de reações orgânicas. resultado experimental obtido da cinética é a RDEM DE REAÇÃ. A interpretação mecanística tem como objetivo deduzir deste resultado experimental a MLEULARIDADE de um passo elementar no mecanismo da reação, ou seja, do passo limitante para a velocidade da reação (passo lento). rdem de Reação e Molecularidade A MLEULARIDADE não é necessariamente idêntica à RDEM DE REAÇÃ. RDEM DE REAÇÃ é um conceito macroscópico e expressa simplesmente o resultado da cinética. MLEULARIDADE é um conceito microscópico e relaciona-se ao número de moléculas que participam do estado de transição do passo limitante no mecanismo proposto. Porém, em primeiro instante, o resultado cinético sendo de a ordem, pode-se deduzir que duas partículas devem participar no estado de transição do passo limitante (até que se prove o contrário). A seguir alguns exemplos de reações orgânicas com diferentes ordens de reação: Reação de a rdem 5 3I 5 3 I De experimentos cinéticos pode-se obter a seguinte lei de velocidade para esta reação: V k[ 3I][ 5 ] Desta equação podemos, em primeiro instante, concluir que no passo lento da reação deve haver a participação dos dois reagentes, o que leva ao estado de transição bem conhecido, formulado abaixo. Deve-se destacar que este estado de transição não pode ser deduzido somente de dados cinéticos. utros resultados, como p.e. a estereoquímica da reação foram também levados em conta para a formulação do mecanismo S N 3
2 5 I Segundo este mecanismo, a reação ocorre em um passo, sem o envolvimento de um intermediário, e o complexo ativado (estado de transição) contém os dois reagentes. bem conhecido DIAGRAMA DE REAÇÃ desta transformação é mostrado a seguir: Da rdem de Reação (resultado experimental da cinética) queremos chegar à Molecularidade da Reação (número de reagentes participando do estado de transição, nível molecular). om isso estamos interpretando o resultado experimental. omo toda interpretação, também a nossa pode ser errada. rdem de Reação e Molecularidade não são necessariamente idênticas!!!! Um mecanismo não pode ser provado experimentalmente, mas pode ser reprovado experimentalmente, quando um fato experimental não está de acordo com o mecanismo postulado. E - 5 I I I - RDENADA DE REAÇÃ Reações de ª rdem Numa reação de primeira ordem, a velocidade de reação depende somente da concentração de um dos reagentes. om isso podemos concluir que somente um dos reagentes participa do passo limitante. omo exemplo consideramos a reação S N : ( 3 ) 3 -l + -( 3 ) 3 + l v = k[( 3 ) 3 -l] mecanismo S N Da lei cinética podemos concluir que somente o haleto de alquíla participa do passo limitante e o nucleófilo não participa do estado de transição deste passo, o que levou à formulação do conhecido mecanismo para a reação S N. REAGENTES LENT INTERMEDIÁRI RÁPID PRDUTS No diagrama de energia desta reação (a seguir) observa-se que o intermediário está num mínimo relativo de energia. Definição: Um intermediário encontra-se num mínimo relativo de energia potencial, enquanto que o estado de transição fica num máximo relativo de energia potencial (compare com a curva de energia potencial dos isômeros de rotação de alcanos). Assim sendo, o tempo de vida de um intermediário deve ser mais longo do que o de um estado de transição e o intermediário pode ser eventualmente detectado e identificado, o estado de transição, porém, não é detectável. 4
3 e n e r g i a ( 3 ) 3 -l + ( 3 ) 3 Ea l ( 3 ) 3 intermediário l - ( 3 ) l coordenada de reação Propriedades que definem exatamente o intermediário e o estado de transição: INTERMEDIÁRI ESTAD DE TRANSIÇÀ tempo de vida (t / ou ) 0 - s 0 - s (tempo de vibração) Identificação detectável não detectável! espectroscopia seqüestro AA LL GG UU MMAA SS NN SS I II DD EE RR AA ÇÇ ÕÕ EE SS PP AA RRAA ""M EE DD II I TT AA ÇÇÃÃ "": : s resultados cinéticos comprovam o mecanismo S N? Problema: água como solvente, em grande excesso, mudança de concentração? utras Indicações: Reações de 3ª rdem formação de alcenos como produtos laterais adição de base ( - ) não altera a velocidade formação de éteres em presença de álcool estereoquímica!!! EXPLIQUE!!!!!!!!!!!!!!!!!! omo exemplo de uma reação de terceira ordem vamos usar a ondensação Benzoínica. omo mostrado anteriormente, a velocidade desta reação depende da concentração do aldeído ao quadrado e da concentração do cianeto: v = k[][n-] passo elementar envolve colisão de 3 moléculas? S seria muito negativo omo se pode então explicar o resultado experimental de uma terceira ordem: G A + B rápido A B lento A B AB 5
4 esquema acima mostra que três partículas participam do T.S. do passo limitante, porém, o encontro entre estas não ocorre em um passo. Primeiramente há a associação entre duas partículas num passo rápido, e o complexo formado interage com a terceira partícula no passo lento. Mecanismo da ondensação Benzoínica: N N + N - + N N N N N () () (3) (4) + N - (5) N Qual é o passo lento no esquema mecanístico acima? No esquema acima, o passo (), a adição de cianeto ao benzaldeído não pode ser o passo lento, devido à lei cinética observada. mesmo aplica para o passo (), a transferência intra-molecular de próton. De acordo com a cinética observada, um dos passos (3) a (5) deve ser o passo lento. ada um destes passos apresenta um estado de transição envolvendo duas moléculas de benzaldeído e uma molécula de cianeto. Da cinética não podemos decidir qual é o passo lento. Vamos usar então o "bom senso químico": passo (4): transferência de próton entre hetero-átomos rápido passo (5): reverso da adição de cianeto rápido passo (3): o único que resta lento mecanismo colocado acima está de acordo com os resultados experimentais da cinética e o passo (3) deve ser a etapa lenta da seqüência. estado de transição desta etapa está exposto a seguir: #. N "Lição de casa" : onstruir o diagrama energético para toda a seqüência de condensação benzoínica com base no exposto acima. Reações de rdem Zero em um dos Reagentes omo exemplo de uma reação de rdem Zero em um dos reagentes pode-se citar a conhecida halogenação de compostos carbonílicos. Vamos ver agora o mecanismo desta reação, cuja formulação foi baseada, entre outros, nos resultados da cinética. 6
5 v = k [acetona] [ + ] Isso significa que o I não participa no passo limitante da reação I 3 I + I + + intermediário produto(s) Qual será a estrutura do intermediário? rápido lento B + 3 B I I rápido 3 + I A formação, catalisada por ácido, do intermediário I - a forma enólica do composto carbonílico - é o passo lento da reação. I participa somente num passo rápido, o qual não é "observado" na cinética. I bs : A reação "produz" um ácido e é catalisada por ácido. ou seja, produz o catalisador: reação autocatalítica; a velocidade da reação v = k[ + ][cetona] aumenta com o tempo!! importante na bioquímica. rdens de Reação não Inteiras (Quebradas) Reações de adeia Radicalares: Já conhecemos a reação de decomposição térmica de acetaldeído, como exemplo de reação com uma ordem não inteira. Vamos ver agora como isso pode ser explicado pelo mecanismo de reação: v = kobs [ 3 ]3/ 7
6 Mecanismo da Reação em adeia Radicalar: iniciação : 3 k 3 + (a) propagação : k (b) terminação : k (c) Derivação da Lei inética: om base no mecanismo acima. k 4 + (d) Equações diferenciais para cada composto: d[aldeído]/dt = - k [aldeído] - k [aldeído][ 3 ] () d[ 3 ]/dt = k [aldeído] - k 3 [ 3 ] () d[ 4 ]/dt = k [ 3 ] [aldeído] (3) d[]/dt) = d[ 4 ]/dt (4) Para "resolver" este sistema de equações diferenciais, vamos usar uma aproximação, "um truque": A Aproximação do Estado Estacionário. Aproximação do Estado Estacionário: Nesta aproximação coloca-se a concentração de um dos intermediários (I) de reação como constante ("estado estacionário") e, com isso a velocidade (d[i]/dt) não se altera, ou seja, d[i]/dt = 0. Esta condição pode ser aplicada para intermediários reativos, os quais permanecem em concentração baixa, que não muda após um período de iniciação, quando o sistema atinge o estado estacionário. Expressão para a velocidade da reação: v = d[ 4 ]/dt = k [ 3 ] [aldeído] Para obter a [ 3 ], expressa pelas concentrações dos reagentes, aplica-se a aproximação do estado estacionário para o radical metila: [ 3 ] no EE = constante d [ 3 ] /dt = 0 com isso : k [aldeído] = k 3 [ 3 ] (5) [ 3 ] = ( (k /k 3 )[aldeído] ) / (6) substituindo a eq. 6 na eq. 3, obtêm-se para a formação dos produtos: v = k [aldeído]( (k /k 3 )[aldeído] ) / v = k (k /k 3 ) / [aldeído] 3/ A constante de velocidade observada na cinética é composta das constantes dos passos elementares: k obs = k (k /k 3 ) / 8
7 Reações contendo passos laterais: Exemplos: Rearranjo Benzedínico (vide anterior) Substituição nucleofílica em haletos de alquila Em haletos terciários ocorre principalmente S N, em secundários ambos os mecanismos podem operar, e em haletos primários observa-se principalmente S N : 3 3 X 3 R 3 X 3 S N S N /S N S N v = k [RX] v = k [RX][Y-]n v = k [RX][Y-] n = 0 - om haletos secundários obtêm-se uma concorrência entre S N es N : v = k [R-X] + k [R-X][Y-] A contribuição relativa (valor de n) depende: Reações Reversíveis do substrato (estrutura, qualidade do grupo de partida, etc.) do solvente (polaridade) da natureza do nucleófilo (Y - ) - nucleofilicidade da concentração do nucleófilo [Y - ] [Y - ] v = k [R-X] [Y - ] v = k [R-X][Y - ] determinação independente dos valores de k!! X Por simplicidade muitas reações são consideradas como irreversíveis para a derivação das leis cinéticas (quando a reação inversa é muito lenta ). Porém vamos ver como a lei cinética muda quando a reação inversa é considerada: A + B k k- v = -d[a]/dt = k [A] - k - [][D] + D No início: [A] o = o ; [] = [D] = v inicial = k [A] Em equilíbrio: d[a]/dt = 0 k [A] = k - [][D] (v = v ) k / k - = [][D] / [A] = K eq portanto K eq = k / k - valor de k - pode ser determinado dos valores de k ( v inicial ) e de K eq. Princípio da "reversibilidade microscópica": mecanismo ("caminho") em uma direção de uma reação tem que ser o mesmo que na direção inversa!! om isso pode-se obter informações mecanísticas de uma reação a partir do estudo da reação inversa, exemplo: estudar o mecanismo de hidrólise de ésteres para esclarecer o mecanismo da esterificação 9
8 Reações onsecutivas Evidentemente, a maioria das reações orgânicas não ocorre em um único passo, mas em vários passos consecutivos, apesar de que os estudos cinéticos podem, em muitos casos, "observar" somente um único passo, o passo lento. Vamos ver o formalismo de uma reação unimolecular irreversível e uma reversível em dois passos. Reações onsecutivas Irreversíveis : d[a]/dt = - k [A] [A] t = [A] o e -k t () d/dt = + k [A] - k d[]/dt = k k k A B Aproximação do Estado Estacionário: Justificativa : se (i) k << k se (ii) k >> k d/dt = 0 = constante baixa, fica aproximadamente constante, alta, após início, fica aprox. constante om isso, a concentração de B fica aproximadamente constante, como pode ser visto nos gráficos mostrados abaixo para as duas situações extremas: [A] 0 [ ] A k << k k >> k [A] 0 B [ ] A B TEMP TEMP Perfil Qualitativo de oncentração para a Reação onsecutiva : B : Sendo d/dt = 0, k = k [A] e = k /k [A] Substituindo-se em: obtém-se: e com () (acima): v = d[]/dt = k v = k [A] v = k [A] o e -k t após integração obtém-se: ln [ ] [ ] t [ ] k t 0
9 Reações onsecutivas Reversíveis: onsideramos aqui o caso de um equilíbrio rápido no primeiro passo, seguido por uma reação irreversível e lenta. Uma cinética muito comum na química orgânica, por exemplo em reações catalisadas por ácido ou base: d[a]/dt = - k [A] + k - e [A] t = [A] o e -k t () d/dt = + k [A] - k - - k d[]/dt = k k k A B k - rápido lento com: d/dt = 0 (estado estacionário em B) k [A] = (k- + k ) e = ( k /(k- + k )) [A] v d[ ] d t k k [ k k A ] com: k e k- >> k : v d[ ] d t k k k [ A] k K[ A] A equação cinética acima corresponde a uma equação de ª rdem e a constante de velocidade observada na cinética corresponde a: k obs = k k /k - = k K eq Reações de Pseudo-Primeira rdem Em estudos cinéticos de reações de ordem superiores utiliza-se freqüentemente condições, nas quais estas reações exibem um comportamento cinético de aparentemente a ordem, chamado de pseudo a ordem. Numa reação de a ordem: om a equação cinética: e com >> [A] v = -d[a]/dt = k [A] om isso, a equação cinética pode ser simplificada para: = constante - a concentração de B não muda (excesso) v = k obs [A] com: k obs = k A equação cinética é de a ordem, apesar de que a reação segue uma lei de a ordem; com isso temos uma reação de pseudo a ordem. A + B omo determinar k? om k obs = k, pode-se calcular a constante direto; ou variar (deixando sempre >> [A]) e construindo um gráfico versus tempo:
10 k obs k omo já mencionado acima, este truque de deixar um dos reagentes em grande excesso (na prática no mínimo 0 vezes) para obter uma cinética mais simples é muito usado para a obtenção de constantes de velocidade. ontrole Termodinâmico e inético No controle termodinâmico, a distribuição de produtos é determinada pela estabilidade termodinâmica dos produtos. fator importante é o G 0 para a formação de cada produto. No controle cinético, a distribuição dos produtos é determinada pela energia de ativação para a formação de cada produto, o fator importante é a energia do estado de transição, o qual leva ao produto. A seguir, alguns exemplos para ilustrar o controle termodinâmico e o controle cinético: Nitração de lorobenzeno: l ko N o l l + N + km N m l kp p N d [o] dt d[] dt k[][ N ] d[m] d[ p] ko[][ N ]; km[][ N ]; dt dt k k k k o m p k [][ N ]; p Determinação das constantes de velocidade de formação de produtos:
11 (i) Determinar a cinética de formação de cada produto. (ii) Determinar a cinética de desaparecimento do reagente e a relação dos produtos. om: [o] : [m] : [p] = k o : k m : k p e a equação acima. método (ii) pode ser aplicado somente quando houver controle cinético (por que?) Verificar se há controle cinético: Determinar a distribuição de produtos em vários tempos. Se não há alteração na relação dos produtos com o tempo, tem-se controle cinético. (por que?) Reação de Friedel rafts: Tolueno com cloreto de benzila l All 3 5o + + tempo curto: tempo longo: Neste caso, a relação dos produtos muda com o tempo, o que indica um controle termodinâmico. Explique! om base nos resultados expostos acima, mostre o diagrama de energia desta reação. Sulfonação de Naftaleno Produtos: Ácido -naftilssulfônico () e ácido -naftilssulfônico () S 3 S 3 80o 60o + S 3 00 % + S 4 9 % 8 % Em baixa temperatura forma-se exclusivamente, o que indica que este é o produto cinético. A alta temperatura forma-se principalmente, o que indica este último como o produto termodinâmico. Explique estes fatos através das estabilidades relativas de e e da energia dos estados de transição que levam aos dois produtos (estruturas de ressonância). onstruir um diagrama de energia. utros exemplos: Adição eletrofílica a dienos: adição,4 vs. adição,. Adição de bromo a propeno: Eliminação de offmann vs. Eliminação de Saytzeff adição iônica vs. adição radicalar Formule as reações mencionadas acima e explique, baseado em diagramas de energia. 3
Introdução a química reacional
Introdução a química reacional Prof. leiton Diniz Barros Uma visão geral das reações orgânicas Tópicos 1. Rupturas de ligações 2. lassificação dos reagentes 3. Mecanismos de reações orgânicas 4. lassificação
EQUILÍBRIO QUÍMICO: é o estado de um sistema reacional no qual não ocorrem variações na composição do mesmo ao longo do tempo.
IV INTRODUÇÃO AO EQUILÍBRIO QUÍMICO IV.1 Definição EQUILÍBRIO QUÍMICO: é o estado de um sistema reacional no qual não ocorrem variações na composição do mesmo ao longo do tempo. Equilíbrio químico equilíbrio
4.1 SUBSTRATOS E REAGENTES
100 4.1 SUBSTRATOS E REAGENTES As moléculas orgânicas que são submetidas ao processo de transformação química recebem a denominação de substrato. A substância que age como agente transformador é denominada
O que é Cinética Química?
Cinética Química O que é Cinética Química? Ramo da físico-química que estuda a velocidade das reações; Velocidade na química: variação de uma grandeza no tempo: x v t Velocidade Considere a reação aa bb
Ar H + E A + E A. Universidade Federal Rural do Semi Árido UFERSA. 1. Reações de Substituição Eletrofílica
1. Reações de Substituição Eletrofílica Anteriormente foi discutido que compostos que apresentam insaturação sofrem reações de adição eletrofílica. No entanto, reações de substituição eletrofílica são
INTRODUÇÃO À CINETICA E TERMODINÂMICA QUÍMICA
INTRODUÇÃO À CINETICA E TERMODINÂMICA QUÍMICA Principios de Termodinâmica Termodinamica determina se um processo fisicoquímico é possível (i.e. espontaneo) Termodinamica não providencia informação sobre
Capítulo 4: Análise de Sistemas: 1ª e 2ª Leis da Termodinâmica
Capítulo 4: Análise de Sistemas: ª e ª Leis da Termodinâmica A primeira lei da termodinâmica Alguns casos particulares Primeira lei em um ciclo termodinâmico Primeira lei da termodinâmica quantidade líquida
t 1 t 2 Tempo t 1 t 2 Tempo
Concentração 01)Uma reação química atinge o equilíbrio químico quando: a) ocorre simultaneamente nos sentidos direto e inverso. b) as velocidades das reações direta e inversa são iguais. c) os reatantes
7.1 REATIVIDADE DOS ALCENOS
152 7.1 REATIVIDADE DOS ALCENOS A ressonância que acontece na ligação π de alcenos favorece a reação de adição, e permite que um reagente seja adicionado integralmente ao substrato. Neste mecanismo de
VI Olimpíada Norte - Nordeste de Química e
VI Olimpíada Norte - Nordeste de Química e Seletiva para a Olimpíada Ibero-americana de Química - 2000 Exame aplicado em 27.05.2000 Somente as questões de números 1 a 6 serão consideradas na composição
META Evidenciar um dos mecanismos mais versáteis de reação de formação de ligação C C: reação de adição nucleofílica nas condensações aldólicas
REAÇÃ DE NDENSAÇÃ ALDÓLIA - SÍNTESE DA DIBENZALAETNA META Evidenciar um dos mecanismos mais versáteis de reação de formação de ligação : reação de adição nucleofílica nas condensações aldólicas BJETIVS
LISTA DE EXERCÍCIOS REAÇÕES ORGÂNICAS
Nome: nº: Ensino: Curso Pré-Vestibular ano/série: Componente Curricular: Química Professor: Ricardo Honda Data: / / 2011 LISTA DE EXERCÍCIOS REAÇÕES ORGÂNICAS 1) (FUVEST 2010 1ª Fase) Em um experimento,
Química Orgânica II. Aminas Nomenclatura, Ocorrência Natural, Reatividade, Sínteses e Reações. Setor de Química Orgânica
Química Orgânica II Aminas Nomenclatura, Ocorrência Natural, Reatividade, Sínteses e Reações Setor de Química Orgânica 1- Conceito e Importância As aminas existem em abundância nas plantas e nos animais.
Universidade Federal de Campina Grande Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar. Reações Orgânicas
Universidade Federal de Campina Grande Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar Disciplina: Química Orgânica Reações Orgânicas 1 Introdução: Inorgânicas Reações Químicas Orgânicas Reações rápidas,
Química Orgânica Ambiental
Química Orgânica Ambiental Aula 13 Estudo das aminas Prof. Dr. Leandro Vinícius Alves Gurgel 1. Introdução As aminas são compostos que possuem pelo menos um nitrogênio orgânico em sua estrutura; Este nitrogênio
COMPOSTOS CARBONÍLICOS: ALDEÍDOS E CETONAS. Reações de Substituição alfa à Carbonila
COMPOSTOS CARBONÍLICOS: ALDEÍDOS E CETONAS Reações de Substituição alfa à Carbonila CURSO DE QUIMICA INDUSTRIAL Profa. Tânia Márcia S. Melo 2º Semestre/2014 1- Acidez dos Ha dos Aldeídos e Cetonas Hidrogênio
REAÇÕES QUÍMICAS ORGÂNICAS
REAÇÕES QUÍMICAS ORGÂNICAS REAÇÕES QUÍMICAS ORGÂNICAS Como tudo começou? REAÇÕES QUÍMICAS ORGÂNICAS BERZELIUS "Somente os seres vivos podem transformar substâncias minerais em orgânicas." (Teoria da Força
P4 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 29/06/06
P4 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 9/06/06 Nome: Nº de Matrícula: GABARITO Turma: Assinatura: Questão Valor Grau Revisão 1 a,5 a,5 a,5 4 a,5 Total 10,0 Constantes e equações: R 0,08 atm L -1 K -1 8,14 J -1
BALANÇO ENERGÉTICO NUM SISTEMA TERMODINÂMICO
BALANÇO ENERGÉTICO NUM SISTEMA TERMODINÂMICO O que se pretende Determinar experimentalmente qual dos seguintes processos é o mais eficaz para arrefecer água à temperatura ambiente: Processo A com água
Química Orgânica I. Ácidos e Bases, tipos de reações, intermediários de reações, termodinâmica e cinética de reações orgânicas.
Química Orgânica I Ácidos e Bases, tipos de reações, intermediários de reações, termodinâmica e cinética de reações orgânicas Aula 4 (Parte I) Profa. Alceni Augusta Werle Profa Tânia Márcia Sacramento
ENERGIA TOTAL DE UM CORPO
ENERGIA TOTAL DE UM CORPO A energia total de um corpo é dada pela soma da sua energia mecânica e da sua energia interna: E total E mecânica E interna A energia mecânica é dada pela soma da energia cinética
Capítulo 4: Análise de Sistemas - 1ª e 2ª Leis da Termodinâmica
Capítulo 4: Análise de Sistemas - 1ª e ª Leis da Termodinâmica A primeira lei da termodinâmica Alguns casos particulares Primeira lei em um ciclo termodinâmico Exercícios Primeira lei da termodinâmica
QUÍMICA PROFª MARCELA CARVALHO
QUÍMICA 1 PROFª MARCELA CARVALHO EQUAÇÃO QUÍMICA É a representação química simbólica e abreviada de uma reação química. 2 H2 + O2 2 H2O 2, 1 e 2 = coeficientes estequiométricos ou simplesmente coeficiente,
Calor Específico. 1. Introdução
Calor Específico 1. Introdução Nesta experiência, serão estudados os efeitos do calor sobre os corpos, e a relação entre quantidade de calor, variação da temperatura e calor específico. Vamos supor que
3º Ano do Ensino Médio. Aula nº09 Prof. Paulo Henrique
Nome: Ano: º Ano do E.M. Escola: Data: / / 3º Ano do Ensino Médio Aula nº09 Prof. Paulo Henrique Assunto: Funções do Segundo Grau 1. Conceitos básicos Definição: É uma função que segue a lei: onde, Tipos
CONCEITOS DE BRÖNSTED-LOWRY CONCEITOS DE ÁCIDOS E BASES CONCEITOS DE ARRHENIUS. Ácido: Ácido: HCN + H O H O + - Base ou hidróxido: Base: + +
Ácido: CONCEITOS DE ÁCIDOS E BASES CONCEITOS DE ARRENIUS Toda substância que em solução aquosa, sofre ionização, produzindo como cátion, apenas o íon CN O ( aq ) CN ( aq ) Na realidade, o íon, quando em
Pelo que foi exposto no teorema de Carnot, obteve-se a seguinte relação:
16. Escala Absoluta Termodinâmica Kelvin propôs uma escala de temperatura que foi baseada na máquina de Carnot. Segundo o resultado (II) na seção do ciclo de Carnot, temos que: O ponto triplo da água foi
Volumetria de Neutralização Ácido-Base
Volumetria de Neutralização Ácido-Base 1 O que é um Processo de Titulação? A Titulação é uma operação analítica utilizada em análises volumétricas com o objetivo de determinar a Concentração de soluções.
3 Reações Proibidas por Spin
3 Reações Proibidas por Spin Em reações químicas, elétrons ligantes são redistribuídos quando ligações químicas são quebradas e formadas. Quando alguns dos elétrons dos reagentes ou dos produtos são desemparelhados,
Reações de Compostos Aromáticos Aula 13
Reações de Compostos Aromáticos Aula 13 QO-427 Prof. José Augusto Substituição Eletrofílica Aromática Areno (Ar-H) é o termo genérico para um hidrocarboneto aromático O grupo arila (Ar) é derivado pela
Concurso de Seleção 2004 NÚMERO DE INSCRIÇÃO - QUÍMICA
QUÍMICA QUESTÃO 21 Muitas pessoas já ouviram falar de gás hilariante. Mas será que ele é realmente capaz de provocar o riso? Na verdade, essa substância, o óxido nitroso (N 2 O), descoberta há quase 230
3. Misturas, Substâncias Simples e Compostas e Processos de Separação de Misturas.
Conteúdo I. 1. Elementos, modelos atômicos e representações: modelos atômicos de Dalton, Tomson, Rutherford-Bohr. Elemento químico. Número atômico e número de massa. Prótons, elétrons e nêutrons. Distribuição
Reações Orgânicas. CalorouLuz
Reações Orgânicas 1- Reações de Substituição Por Radicais omo visto anteriormente, a formação de radicais é dada pela quebra homolítica de ligações. Para que esta quebra ocorra é necessário que haja o
ATIVIDADE DE ÁGUA (Aw) E REAÇÕES DE DETERIORAÇÃO
ATIVIDADE DE ÁGUA (Aw) E REAÇÕES DE DETERIORAÇÃO Água A molécula de água é triatômica e possui estrutura tetraédrica. Tem baixo peso molecular, pequeno volume e é diamagnética. Apresentaria um ângulo de
ferro bromo brometo de ferro 40g 120g 0g 12g 0g 148g 7g 40g 0g 0g x g 37g
01) (FCMSC-SP) A frase: Do nada, nada; em nada, nada pode transformar-se relaciona-se com as idéias de: a) Dalton. b) Proust. c) Boyle. d) Lavoisier. e) Gay-Lussac. 02) Acerca de uma reação química, considere
Estas aminas são bases de Lewis já que sobram elétrons no átomo de nitrogênio e como tal podem reagir com ácidos.
01. Os compostos mostrados são respectivamente amina primária, amina secundária e amina terciária. O composto III, por não apresentar ligações (pontes) de hidrogênio, é o menos solúvel em água, tornando
Experiência 07: Preparo de Solução a partir de Substâncias sólidas, Liquidas e de Solução Concentrada
1 Experiência 07: Preparo de Solução a partir de Substâncias sólidas, Liquidas e de Solução Concentrada 1. Questões de estudo - Como preparar uma solução aquosa de NaOH 0,1 M? - Como preparar uma solução
A forma geral de uma equação de estado é: p = f ( T,
Aula: 01 Temática: O Gás Ideal Em nossa primeira aula, estudaremos o estado mais simples da matéria, o gás, que é capaz de encher qualquer recipiente que o contenha. Iniciaremos por uma descrição idealizada
MECANISMOS DE CORROSÃO DE MATERIAIS METÁLICOS. APOSTILA PARA A DISCIPLINA PMT 2507 2ª. Parte
MECANISMOS DE CORROSÃO DE MATERIAIS METÁLICOS APOSTILA PARA A DISCIPLINA PMT 2507 2ª. Parte Neusa Alonso-Falleiros Mar/2008 2 Diagramas de Pourbaix A representação gráfica do potencial reversível em função
É o cálculo das quantidades de reagentes e/ou produtos das reações químicas.
Estequiometria Introdução Estequiometria É derivada da palavra grega STOICHEON (elemento) e METRON (medida) significa medida dos elementos químicos", ou ainda medir algo que não pode ser dividido. É o
PROGRAMA DE DISCIPLINA
PROGRAMA DE DISCIPLINA CAMPUS: CEUNES/SÃO MATEUS CURSO: ENGENHARIA DE PRODUÇÃO HABILITAÇÃO: OPÇÃO: DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL: DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS NATURAIS IDENTIFICAÇÃO: ANA NERY FURLAN MENDES CÓDIGO
CINEMÁTICA DO PONTO MATERIAL
1.0 Conceitos CINEMÁTICA DO PONTO MATERIAL Cinemática é a parte da Mecânica que descreve os movimentos. Ponto material é um corpo móvel cujas dimensões não interferem no estudo em questão. Trajetória é
1 a QUESTÃO: (2,0 pontos) Avaliador Revisor
1 a QUESTÃO: (2,0 pontos) Avaliador Revisor Calcule o ph de uma solução de H 2 SO 4(aq) 0,010 M a 25 o C. Considere que: K a1 = (muito grande) e, K = 1,2 x 102 a2 (pk a = 1,92) Dados: log 2 0,30 ; log
Apostila de Física 12 Leis da Termodinâmica
Apostila de Física 12 Leis da Termodinâmica 1.0 Definições Termodinâmica estuda as relações entre as quantidades de calor trocadas e os trabalhos realizados num processo físico, envolvendo um/um sistema
Lista de Exercícios Química Geral Entropia e energia livre
Lista de Exercícios Química Geral Entropia e energia livre 1. Se a reação A + B C tiver uma constante de equilíbrio maior do que 1, qual das seguintes indicações está correta? a) A reação não é espontânea.
I Curso de Férias em Fisiologia - UECE
I Curso de Férias em Fisiologia - UECE Realização: Instituto Superior de Ciências Biomédicas Mestrado Acadêmico em Ciências Biológicas Apoio: 1 FISIOLOGIA CELULAR Laboratório de Eletrofisiologia 1. POTENCIAL
ONC 2016 FÍSICA - PROGRAMA OFICIAL PARA AS PROVAS
ONC 2016 FÍSICA - PROGRAMA OFICIAL PARA AS PROVAS Os estudantes deverão conhecer e utilizar, preferencialmente, as unidades do Sistema Internacional de Unidades (SI) com seus múltiplos e submúltiplos.
I OLIMPÍADA DE QUÍMICA DO GRANDE ABC - 13/06/2015 ENSINO MÉDIO - FASE 2
I OLIMPÍADA DE QUÍMICA DO GRANDE ABC - 13/06/2015 ENSINO MÉDIO - FASE 2 INSTRUÇÕES: 1. A prova consta de 3 questões discursivas (5 pontos cada) e de 17 questões objetivas (1 ponto cada), cada uma com 4
Reações orgânicas Oxidação - Ozonólise - Oxidação branda e enérgica
Reações orgânicas Oxidação - Ozonólise - Oxidação branda e enérgica Enunciado dos exercícios de 01 a 04: Dê as equações orgânicas que representam a ozonólise em presença de água dos seguintes compostos.
Experiência 10: Estudo do equilíbrio cromato-dicromato
1 UFSC Departamento de Química Área de Educação Química QMC 5119 Introdução ao Laboratório de Química 2011/1 Prof. Marcos Aires de Brito Prof. Fábio Peres Gonçalves Prof. José Carlos Gesser Experiência
7. EQUILÍBRIO QUÍMICO
Departamento de Química Inorgânica IQ / UFRJ IQG 18 / IQG 1 7. EQUILÍBRIO QUÍMICO I. INTRODUÇÃO Quando a concentração de todos os reagentes e produtos, em um sistema fechado, não variam mais com o tempo
Profª Eleonora Slide de aula
Cinética Enzimática Profª Eleonora Slide de aula Cinética das Reações Bioquímicas As células ias dos organismos heterotróficos e dos organismos autotróficos (na ausência de luz) obtêm a energia de que
A ÁLISE TITRIMÉTRICA
A ÁLISE TITRIMÉTRICA Análise titrimétrica - O termo análise titrimétrica refere-se à análise química quantitativa feita pela determinação do volume de uma solução, cuja concentração é conhecida com exatidão,
www.professormazzei.com POLÍMEROS Folha 01 João Roberto Mazzei
01. (UFMG 2008) As proteínas são polímeros naturais formados através de ligações peptídicas que se estabelecem quando o grupo amino de um aminoácido reage com o grupo carboxila de outro. Considere a estrutura
PROCESSO DE SELEÇÃO PARA O PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM QUÍMICA DA UFS 2014.1 GABARITO
PROCESSO DE SELEÇÃO PARA O PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM QUÍMICA DA UFS 2014.1 GABARITO Questão 1) Para o composto sólido de C: 1 mol = 12 g. d = m / V = 12 g / 5,0 cm 3 = 2,4 g cm -3 Para o composto sólido
Exercícios de Equílíbrio Químico ENEM Resolução Comentada Professora Simone
Exercícios de Equílíbrio Químico ENEM Resolução Comentada Professora Simone 1. O equilíbrio químico se caracteriza por ser uma dinâmica em nível microscópico. Para se ter uma informação quantitativa da
Química Orgânica I BOM DIA!!!!
Química Orgânica I BOM DIA!!!! Química Orgânica I Professor Hamilton M. Viana Homepage: http://communities.msn.com/quimicaorganicaieii Email: [email protected] Aula 1 : Química Orgânica I Mecanismos
CAP. II RESOLUÇÃO NUMÉRICA DE EQUAÇÕES NÃO LINEARES
CAP. II RESOLUÇÃO NUMÉRICA DE EQUAÇÕES NÃO LINEARES Vamos estudar alguns métodos numéricos para resolver: Equações algébricas (polinómios) não lineares; Equações transcendentais equações que envolvem funções
Proposta de Resolução do Exame Nacional de Física e Química A 11.º ano, 2014,, 1.ª fase, versão 1
Proposta de Resolução do xame Nacional de Física e Química A 11.º ano, 01,, 1.ª fase, versão 1, 0 de junho de 01, http://de.spf.pt/moodle/ Grupo I 1. (D) O movimento da barra magnetizada, aproximação ou
Reacções de precipitação
Reacções de precipitação Ocorre uma reacção de precipitação quando se forma uma precipitado, ou seja, um sólido insolúvel que se separa da solução. Na precipitação a partir de soluções aquosas normalmente
www.professormazzei.com Reações de Substituição Folha 02 Prof.: João Roberto Mazzei (CH 3 ) 2 CHCH 3 + Br 2
www.professormazzei.com Reações de Substituição Folha 0 Prof.: João Roberto Mazzei 01 - (INTEGRADO RJ) As reações de substituição do tolueno com podem gerar diferentes produtos, dependendo das condições
Introdução à Psicrometria. Parte1
Introdução à Psicrometria Parte1 Introdução Estudo de sistemas envolvendo ar seco e água Ar seco + vapor d água (+ eventualmente condensado) Importante na análise de diversos sistemas Ar condicionado Torres
P2 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 08/10/07
P2 - PRVA DE QUÍMICA GERAL - 08/10/07 Nome: Nº de Matrícula: GABARIT Turma: Assinatura: Questão Valor Grau Revisão 1 a 2,5 2 a 2,5 3 a 2,5 4 a 2,5 Total 10,0 R = 8,314 J mol -1 K -1 = 0,0821 atm L mol
Definição de determinantes de primeira e segunda ordens. Seja A uma matriz quadrada. Representa-se o determinante de A por det(a) ou A.
Determinantes A cada matriz quadrada de números reais, pode associar-se um número real, que se designa por determinante da matriz Definição de determinantes de primeira e segunda ordens Seja A uma matriz
Exercícios Gases e Termodinâmica
Exercícios Gases e Termodinâmica 1-O gás carbônico produzido na reação de um comprimido efervescente com água foi seco e recolhido àpressão de 1 atm e temperatura de 300K, ocupando um volume de 4 L. Se
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
A tabela periódica foi desenvolvida a partir da segunda metade do século XIX e permitiu sistematizar os conhecimentos sobre as propriedades dos elementos químicos. Ao longo dos anos, diversas versões foram
ESTUDO DE UM CIRCUITO RC COMO FILTRO
Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa T6 Física Experimental I - 2007/08 ESTUDO DE UM CIRCUITO RC COMO FILTRO 1. Objectivo Estudo do funcionamento, em regime estacionário,
VOLUMETRIA DE NEUTRALIZAÇÃO
VOLUMETRIA DE NEUTRALIZAÇÃO 1 semestre 2011 Profa. Maria Auxiliadora Costa Matos Volumetria de neutralização envolve a titulação de espécies químicas ácidas com uma solução padrão alcalina (ALCALIMETRIA)
Funções orgânicas. Mestranda: Daniele Potulski Disciplina: Química da Madeira I
Funções orgânicas Mestranda: Daniele Potulski Disciplina: Química da Madeira I Aldeídos São compostos orgânicos que apresentam como radical: Podem ser representados por R COH (monoaldeído alifático) e
PROPRIEDADES COLIGATIVAS PARTE 2
PROPRIEDADES COLIGATIVAS PARTE 2 1. (Adaptado) Tendo em vista o momento em que um líquido se encontra em equilíbrio com seu vapor, leia atentamente as afirmativas abaixo: I. A evaporação e a condensação
1
Níveis de dificuldade das Questões Fácil Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Médio Difícil Resolução da Prova de Química Vestibular Verão PUCRS 2005 Prof. Emiliano Chemello www.quimica.net/emiliano
02. (UNIRIO-RJ) O trinitrotolueno, ou TNT, um explosivo muito conhecido, apresenta a seguinte fórmula:
I. Recomendações: 01. Caderno ou Bloco Móbi le. 02. Ser feita a mão e individualmente. 03. Não é necessário copiar o enunciado. 04. Não será aceito só a resposta. Tem que ter a resolução dos exercícios.
Propriedades coligativas: são propriedades que dependem da concentração de partículas (solutos) dissolvidas, mas não da natureza dessas partículas.
Química Geral Aula 2 Marcelo Propriedades coligativas: são propriedades que dependem da concentração de partículas (solutos) dissolvidas, mas não da natureza dessas partículas. Em 50 C a água pura estará
EXAME 2014. Questões Objetivas
Questões Objetivas RESPONDA AS QUESTÕES DE 1 a 30, MARCANDO UMA DAS ALTERNATIVAS DE ACORDO COM O QUE SE PEDE. Questão 01 (Peso 1) A alternativa que contém o elemento de maior raio atômico é a: A) Na B)
Capítulo VI. Teoremas de Circuitos Elétricos
apítulo VI Teoremas de ircuitos Elétricos 6.1 Introdução No presente texto serão abordados alguns teoremas de circuitos elétricos empregados freqüentemente em análises de circuitos. Esses teoremas têm
ESTUDO DE UM MOVIMENTO 519EE TEORIA
1 TEORIA 1. INTRODUÇÃO Observe a seguinte sequência de fotos: Figura 1: Exemplos de vários tipos de movimento. O que tem a ver as situações do dia a dia ilustradas na figura 1 acima com os conceitos da
P1 - PROVA DE QUÍMICA GERAL 17/04/10
P1 - PROVA DE QUÍMICA GERAL 17/04/10 Nome: GABARITO Nº de Matrícula: Turma: Assinatura: Questão Valor Grau Revisão 1 a,5 a,5 3 a,5 4 a,5 Total 10,0 Dados R 0,081 atm L mol -1 K -1 T (K) T ( C) + 73,15
Física Experimental - Mecânica - Conjunto para mecânica com painel multiuso - EQ032G.
Índice Remissivo... 4 Abertura... 6 Guarantee / Garantia... 7 Certificado de Garantia Internacional... 7 As instruções identificadas no canto superior direito da página pelos números que se iniciam pelos
Prof. Michel Sadalla Filho
MECÂNICA APLICADA Prof. Michel Sadalla Filho MOMENTO DE UMA FORÇA + EQUILÍBRIO DE UMA BARRA (No Plano XY) Referência HIBBELER, R. C. Mecânica Estática. 10 ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2005,
1 = Pontuação: Os itens A e B valem três pontos cada; o item C vale quatro pontos.
Física 0. Duas pessoas pegam simultaneamente escadas rolantes, paralelas, de mesmo comprimento l, em uma loja, sendo que uma delas desce e a outra sobe. escada que desce tem velocidade V = m/s e a que
DIAGRAMA DE FASES Clique para editar o estilo do título mestre
Introdução São diagramas que mostram regiões de estabilidade das fases, através de gráficos que representam as relações entre temperatura, pressão e composição química. Para que serve: Investigar reações
Introdução à Eletroquímica. 1. Gentil V. Corrosão. 3 edição. 2. Cotton F. A. e Wilkinson G. Basic Inorganic Chemistry, John Wiley & Son, USA, 1976.
Introdução à Eletroquímica 1. Gentil V. Corrosão. 3 edição. 2. Cotton F. A. e Wilkinson G. Basic Inorganic Chemistry, John Wiley & Son, USA, 1976. INTRODUÇÃO Eletroquímica: estuda as relações entre efeitos
2 Limites e Derivadas. Copyright Cengage Learning. Todos os direitos reservados.
2 Limites e Derivadas Copyright Cengage Learning. Todos os direitos reservados. 2.7 Derivadas e Taxas de Variação Copyright Cengage Learning. Todos os direitos reservados. Derivadas e Taxas de Variação
Proposta de Resolução do Exame Nacional de Física e Química A 11.º ano, 2015, 2.ª Fase, versão 1
Proposta de Resolução do Exame Nacional de Física e Química A 11.º ano, 2015, 2.ª Fase, versão 1, 18 de julho de 2015 Exame Final Nacional do Ensino Secundário, Prova Escrita de Física e Química A, 11.º
P1 - PROVA DE QUÍMICA GERAL 03/09/07
1 - ROVA DE QUÍMICA GERAL 03/09/07 Nome: Nº de Matrícula: Turma: Assinatura: Questão Valor Grau Revisão 1 a 2,5 2 a 2,5 3 a 2,5 4 a 2,5 Total 10,0 Dados R = 0,0821 atm L mol -1 K -1 T (K) = T ( C) + 273,15
Análise de Regressão. Notas de Aula
Análise de Regressão Notas de Aula 2 Modelos de Regressão Modelos de regressão são modelos matemáticos que relacionam o comportamento de uma variável Y com outra X. Quando a função f que relaciona duas
SISTEMAS REALIMENTADOS
SISTEMAS REALIMENTADOS Prof.: Helder Roberto de O. Rocha Engenheiro Eletricista Doutorado em Computação Sintonia de controladores PID Mais da metade dos controladores industriais em uso emprega sistemas
Equações paramétricas da Reta
39 6.Retas e Planos Equações de Retas e Planos Equações da Reta Vamos supor que uma reta r é paralela a um vetor V = a, b, c) não nulo e que passa por um ponto P = x, y, z ). Um ponto P = x, pertence a
Equilíbrio de um corpo rígido
Equilíbrio de um corpo rígido Objetivos da aula: Desenvolver as equações de equilíbrio para um corpo rígido. Introduzir o conceito do diagrama de corpo livre para um corpo rígido. Mostrar como resolver
ROLAMENTO, TORQUE E MOMENTUM ANGULAR Física Geral I (1108030) - Capítulo 08
ROLAMENTO, TORQUE E MOMENTUM ANGULAR Física Geral I (1108030) - Capítulo 08 I. Paulino* *UAF/CCT/UFCG - Brasil 2012.2 1 / 21 Sumário Rolamento Rolamento como rotação e translação combinados e como uma
5. Derivada. Definição: Se uma função f é definida em um intervalo aberto contendo x 0, então a derivada de f
5 Derivada O conceito de derivada está intimamente relacionado à taa de variação instantânea de uma função, o qual está presente no cotidiano das pessoas, através, por eemplo, da determinação da taa de
COMPORTAMENTO TÉRMICO DOS GASES
COMPORTAMENTO TÉRMICO DOS GASES 1 T.1 (CESCEM/66) Em uma transformação isobárica, o diagrama de pressão volume de um gás perfeito: a) é uma reta paralela ao eixo das pressões; b) é uma hipérbole equilátera;
Definição: Catalisadores biológicos; Longas cadeias de pequenas moléculas chamadas aminoácidos.
Enzimas baraobiologia.com Definição: Catalisadores biológicos; Longas cadeias de pequenas moléculas chamadas aminoácidos. Função: Viabilizar a atividade das células, quebrando moléculas ou juntando-as
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PIAUÍ DISCIPLINA: Laboratório de Física Professor: Experimento 1: Lei de Hooke. Modelo...
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PIAUÍ DISCIPLINA: Laboratório de Física Professor: Experimento 1: Lei de Hooke Modelo... Parnaíba/2009 Introdução Estando uma mola no seu estado relaxado
Campo Magnético Girante de Máquinas CA
Apostila 3 Disciplina de Conversão de Energia B 1. Introdução Campo Magnético Girante de Máquinas CA Nesta apostila são descritas de forma sucinta as equações e os princípios relativos ao campo magnético
MODELO 1 RESOLUÇÃO RESOLUÇÃO V1 V2 T2 330 K = V2 = V1 V1 V2 = 1,1.V1 T1 T2 T1 300 K
MODELO 1 1) Suponha que um gás ideal tenha sofrido uma transformação isobárica, na qual sua temperatura varia de 27 C para 57 C. Qual seria a porcentagem de variação que o volume do gás iria experimentar?
O cilindro deitado. Eduardo Colli
O cilindro deitado Eduardo Colli São poucas as chamadas funções elementares : potências e raízes, exponenciais, logaritmos, funções trigonométricas e suas inversas, funções trigonométricas hiperbólicas
Organic Chemistry. 4 th Edition Paula Yurkanis Bruice. Irene Lee Case Western Reserve University Cleveland, OH 2004, Prentice Hall.
Organic Chemistry 4 th Edition Paula Yurkanis Bruice Aula 5 Estereoquímica Arranjo de Átomos no Espaço Estereoquímica de Reações de Adição Irene Lee Case Western Reserve University eveland, O 2004, Prentice
CinéticaQuímicaAula 2. Profa. Claudia Braga
CinéticaQuímicaAula 2 Profa. Claudia Braga Fatores qualitativos que afetam a velocidade de uma reação química: a. A natureza química dos reagentes; b. Ahabilidadedosreagentesparaentrarememcontatoumcomooutro;
