Ficha de Língua Portuguesa
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- Luiz Gustavo Amarante da Fonseca
- 9 Há anos
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1 O Onzeneiro 1. A segunda personagem a entrar em cena é o Onzeneiro, a quem o Diabo trata por seu parente [verso 183]. 1.1 Relaciona esta forma de tratamento com a afirmação do Diabo contida nos versos 236 e Assinala a passagem que prova que a morte apanhou o Onzeneiro de surpresa. 1.3 Relaciona os versos 190 e 191 com o mito de Caronte. 1.4 Faz o levantamento das expressões irónicos usadas pelo Diabo no primeiro momento do percurso cénico do Onzeneiro. 2. O diálogo entre O Anjo e o Onzeneiro é breve. 2.1 Por que razão lhe é recusada a entrada na barca da Glória? 2.2. O que argumenta o Onzeneiro em sua defesa? 3. Tal como o Fidalgo fizera, também o Onzeneiro expressa o desejo de voltar, por momentos, à Terra. 3.1 Com que objectivo? 3.2 Que traço do seu carácter é aqui posto em evidência? 4. Já dentro da barca do Inferno, o Onzeneiro encontra-se com o Fidalgo. 4.1 Que sentimento expressa a interrogação que lhe dirige? 4.2 Como explicas a reacção intempestiva do Fidalgo? Funcionamento da língua 1. Ao longo de todo o Auto da Barca do Inferno, vais encontrar vários arcaísmos palavras ou expressões que caíram em desuso. 1.1 Relê a cena do Onzeneiro e completa o quadro que se segue, depois de o transcreveres para o teu caderno: Arcaísmos solemente leixaram i Formas actuais para não mim
2 O Parvo 1. Entra, agora, em cena Joane, o Parvo. Esta terceira personagem vai revelar-se diferente não só das duas personagens anteriores como de todas as outras que se hão-de seguir: 1.1 Interpreta a forma como ele se apresenta ao Diabo e ao Anjo. 1.2 Faz o levantamento de outras diferenças relativas, nomeadamente: aos símbolos cénicos de que se faz (ou não) acompanhar; ao percurso cénico; à argumentação de defesa (ou à sua inexistência). 2. O Diabo convida o Parvo para entrar na sua barca. Como reage Joane? 3. Tal como aconteceu com as personagens anteriores, o Parvo dirige-se à barca do Anjo. 3.1 Como procede, desta vez, o Anjo? 3.2 Que argumentos são apresentados para que Joane siga um destino diferente do das outras personagens? 4. Em lugar, de embarcar de imediato, o Parvo, vai permanecer no cais, por indicação do Anjo Espera entanto per i; [verso 134] 4.1 Tendo em conta as características desta personagem, que papel te parece que ela poderá vir a desempenhar no resto da obra? (Consulta a presença desta personagem noutras cenas) O Sapateiro 1. Que recurso expressivo encontras na primeira fala do Diabo? 2. Que estado de espírito denotam as sucessivas interrogações do Sapateiro? 1. Indica as passagens em que o Sapateiro apresenta as razões que julga que o podem salvar da barca infernal Indica as acusações que lhe são feitaspelo Anjo e pelo Diabo Indica o tipo de caracterização utilizada para descrever o Sapateiro. 4. Que lição de moral pretende Gil Vicente transmitir no dialogo entre o Diabo e o Sapateiro? 5. Justifica o uso de expressão de calão pelo Sapateiro. 1. Atenta no uso do adjectivo carregado [verso 310] e no substantivo cárrega [verso 347]. Na sua simplicidade, o Sapateiro interpreta-as no seu sentido literal: não é esso, no entanto, o sentido que o Diabo e o Anjo lhes atribuem Explicita o duplo sentido (denotativo e conotativo) daquelas palavras Explica o sentido do verso Que relação semântica existe com outra palavra ligada ao Sapateiro. 2. Retira exemplos de cómico da linguagem.
3 O Frade 1. Assinala as passagens onde estão explicitas ou implícitas as características que fazem o Frade um cortesão Explica os versos 391 e 415, tendo em conta os seus símbolos. 2. Relê o verso 383 e explica de que forma esta resposta do Frade aponta para uma generalização da crítica que Gil Vicente pretende fazer. 3. Nom ficou isso n avença [verso 404] 3.1 que contrato se referirá o Frade? 2. Que tipo de cómico é mais evidente nos versos em que o Frade ensina ao Diabo as técnicas de esgrima? 2.1. Retira do texto exemplos dos outros dois tipos de cómico. 5. Justifica o silencio do Anjo e a intervenção do Parvo [versos ]. 6. Como interpretas o facto de Florença, ao contrário do Paje da cena do Fidalgo, entrar também na barca do Inferno? A Alcoviteira 1. Esta personagem é a que carrega consigo mais objectos caracterizadores. Prova que todos eles se enquadram no campo da ilegalidade e da marginalidade. 2. Como explicas que a Alcoviteira esteja tão convencida da sua salvação? 2.1. Indica o tipo de caracterização utilizada. 3. A linguagem usada por esta quando se dirige ao Anjo, para além de fonte de cómico, tem um objectivo bem definido. Indica-o. 4. Identifica o grupo social criticado por Gil Vicente nesta frase de Brísida Vaz: a que criava as meninas / pêra os cónegos da Sé [versos ]. 5. Com que sentido são usados pela Alcoviteira os verbos converter, salvar e perder? 5.1. Explica os versos 530 e Indica o recursos estilístico nos versos 555 e 556.
4 O Judeu 1. Nesta cena a situação inverte-se: não é o Diabo que convida o Judeu a entrar, é antes este que solicita o embarque no batel do inferno. O que oferece ele em troca? 2. Porque razão se recusa o Judeu a embarcar sem o bode? 3. Que papel desempenha o Parvo nesta cena? 3.1. Que acusações são feitas ao Judeu? 4. O Diabo acaba por aceitar o Judeu mas manda-o ir a reboque. Como explicas esta situação? 5. Comenta o facto de o Judeu nem sequer se aproximar da barca da Gloria. O Corregedor e o Procurador (Os Magistrados) 1. O Corregedor e o Procurador entram separadamente primeiro, o Corregedor; depois, o Procurador. No entanto, vais analisar estas duas personagens em simultâneo Procura, no texto, elementos que permitem a opção de juntar estas duas personagens. 2. O Diabo dirige-se ao Corregedor chamando-lhe amor de perdizes Relaciona esta forma de tratamento com as falas do Diabo dos versos , e Como se justifica o Corregedor perante as acusações de suborno? 3. Quando o Procurador e o Corregedor se encontram, depois de se cumprimentarem, trocam impressões acerca da confissão Explica a posição de cada um deles em relação a este sacramento da Igreja católica. 4. As personagens tentam embarcar na barca da Glória Que acusação apresenta o Anjo para lhes recusar a entrada? 4.2. Qual o papel do Parvo, que, uma vez mais, intervêm nesta cena? 5. Regressando ao batel infernal, as personagens vão ai encontrar uma outra que já tinha embarcado Comenta o diálogo entre a Brísida e o Corregedor. 6. O cómico de linguagem assume, nesta cena, um papel relevo Justifica o uso de latim pelos representantes da justiça Comenta o uso de latim macarrónico pelo Diabo e pelo Parvo. 7. Sublinha, na passagem que analisastes, exemplo de: antítese eufemismo ironia
5 O Enforcado 1. Mal entra em cena, o Enforcado é recebido pelo Diabo, que lhe faz uma pergunta Menciona a importância da personagem referida pelo Diabo no destino final do Enforcado Aponta, resumidamente, as doutrinas de Garcia Moniz invocados pelo Enforcado e que o levaram a acreditar que não seria condenado ao Inferno. 2. Relê os versos 767 a 769 e Caracteriza o Enforcado a partir do conteúdo dos versos referidos. 3. Perante a análise que acabas de fazer, responde: quem será de facto o alvo da crítica de Gil Vicente? o Enforcado será o culpado ou a vítima? Os Quatro Cavaleiros 1. Na última cena do Auto, desfilam diante de nós quatro Cavaleiros que vêm cantando Sublinha as várias expressões que estes utilizam para se referirem à barca da Glória Transcreve os versos da cantiga onde se encontra condensada a moralidade do auto Recorda, na cena do Fidalgo, a fala do Diabo que anuncia já esta moralidade. 2. Os Cavaleiros dirigem-se directamente à barca do Paraíso Por que razão estão confiantes e seguros de que é esse o seu destino Indica a reacção do Diabo perante tal atitude Como são recebidas pelo Anjo as personagens?
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