Angústia e repetição.
|
|
|
- Herman Gama Ramalho
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 16 Pulsional Revista de Psicanálise 16 Pulsional Revista de Psicanálise, ano XIV, n o 143, Angústia e repetição. Um ensaio acerca da clínica psicanalítica* O T Leonardo Pinto de Almeida conceito psicanalítico da repetição levanta-nos questões tanto na dimensão teórica quanto na clínica. Sua problemática nos faz indagar acerca de sua natureza e sua relação com a clínica e, especialmente, com a angústia. Com isso, a presente reflexão visa pensar o lugar da angústia como operador que produz uma desarticulação na amarração ordenada, exposta no fenômeno da repetição. Palavras-chaves: Repetição, clínica, angústia, psicanálise he psychoanalytic concept of repetition brings up questions in both the theoretical and clinical dimensions, including the nature of repetition and its relationship with the clinic and, in particular, with anxiety. The present article is thus intended as a discussion on the place of anxiety as an operator that produces de-articulation in the orderly articulation found in the phenomenon of repetition. Key words: Repetition, clinic, anxiety, psychoanalysis * Texto referente à pesquisa Os afetos na teoria e na clínica psicanalítica: repensando Freud com Lacan coordenada pela Professora Doutora Vera Lúcia Besset em desenvolvimento no curso de psicologia do IP/UFRJ, com apoio do CNPq. Trabalho apresentado na XXII Jornada de Iniciação Cientifica (UFRJ-CFCH) em 2000.
2 Angústia e repetição 17 Apresente comunicação objetiva traçar algumas considerações acerca da clínica psicanalítica, focalizando o fenômeno da repetição e sua possível relação com o afeto da angústia. Tomamos como alicerce para a reflexão subseqüente três textos psicanalíticos: (1) Recordar, repetir e elaborar, texto freudiano de extrema importância que aponta as características principais da clínica proposta por Sigmund Freud; (2) Seminário 11, de Jacques Lacan, que trata da repetição como um conceito fundamental da psicanálise; e (3) O osso de uma análise, onde Jacques-Alain Miller nos apresenta a operação-redução como instrumento concernente à nossa prática. RECORDAR VERSUS REPETIR Em Recordar, repetir e elaborar, Freud nos apresenta seu trabalho clínico com extrema precisão. Ele aponta as diferenças operacionais dos dois modos de tratamento experimentados por ele, na sua prática, que proporcionaram a gênese da psicanálise: a hipnose e a clínica propriamente analítica, fundada nas associações livres. Ele salienta que, na primeira fase do seu trabalho, se utilizava da catarse, da hipnose, no tratamento psicoterápico. O modo operacional desta terapêutica se baseava na recordação e na ab-reação. Nesses tratamentos hipnóticos, o processo de recordar assumia forma muito simples. O paciente colocava-se de volta numa situação anterior, que parecia nunca confundir com a atual, e fornecia um relato dos processos mentais a ela pertencentes (Freud, 1914: 163). Podemos apontar, com esse trecho do texto freudiano de 1914, a relação intrínseca entre a prática hipnótica e a recordação, caracterizando uma reprodução como frisa Lacan, no Seminário 11 uma reprodução de uma situação anterior. Ou seja, reprodução, recordação e rememoração se apresentam aqui como sinônimos do mesmo acontecimento psíquico observado na prática hipnótica. A descoberta do fenômeno da resistência faz com que Freud repense sua clínica. Ele abandona a hipnose em favor de uma nova concepção para sua prática, fundada na regra das associações livres regra que receberá, posteriormente, o título de fundamental para o exercício da clínica psicanalítica. Em contraposição ao tratamento hipnótico e sua relação com a recordação, a técnica dita psicanalítica esta intrinsecamente ligada à repetição, pois nela... o paciente não recorda coisa alguma do que esqueceu e recalcou, mas expressa-o pela atuação ou atua-o. Ele o reproduz não como lembrança, mas como ação; repete-o, sem, naturalmente, saber que o está repetindo (Freud, 1914: 165). Vemos aí que a recordação está do lado da lembrança, daquilo que pode ser lembrado, enquanto que a repetição está do lado da atuação movida por componentes psíquicos recalcados que se atualizam na análise. Há uma ressalva que deve ser feita aqui:
3 18 Pulsional Revista de Psicanálise a resistência é o conceito que proporciona a mudança de método clínico e é ela que serve de pivô para diferenciá-los como concepções terapêuticas distintas. Quanto maior a resistência, mais extensivamente a atuação (repetição) substituirá o recordar, pois o recordar ideal do que foi esquecido, que ocorre na hipnose, corresponde a um estado no qual a resistência foi posta completamente de lado (Freud, 1914: 166). Ao apontar a relação entre a repetição, a transferência e a resistência, Freud observa alguns pontos de extrema importância: (1) há uma relação estreita entre esses três acontecimentos psíquicos; (2) quanto mais hostil se torna a transferência, menos se recorda e mais se repete; (3) a repetição é determinada pela ocorrência da resistência; (4) a repetição é uma força atual, contrapondose à recordação que marca um acontecimento bem definido do passado (Freud, 1914: ). Falando do surgimento da neurose de transferência, ele marca a importância das intervenções do analista para o advento da mudança no caminho das repetições do analisando. Para que isso ocorra com o paciente, Freud afirma que se deve superar as resistências. Mas o que quer dizer superar as resistências? Ele responde: o analista deve revelar a resistência que nunca é reconhecida pelo paciente, e familiarizá-lo com ela. (Freud, 1914: 170) Como podemos produzir essa familiarização com as resistências, se o paciente não as consegue reconhecer? Talvez pudéssemos pensar que por meio da angústia como operador de estranheza frente aos próprios componentes psíquicos manifestos na repetição, proporcionaria o movimento de (re)-familiarização das resistências, dando andamento à análise. REPETIÇÃO, UM CONCEITO FUNDAMENTAL Lacan, no Seminário 11, afirma ser a repetição um dos quatro conceitos fundamentais da psicanálise. Tanto Kaufmann quanto Fink, comentando Lacan, dizem que este conceito, sendo nomeado assim, pode gerar equívocos, pois ou foi malnomeado ou engendra um paradoxo. Tudo isso porque a repetição em questão na psicanálise demanda o novo, marcando o retorno do diferente. Comentando Recordar, repetir e elaborar, Lacan observa a relação da repetição com a rememoração, porém esta ocorre até um certo limite, o real. E é ele que retorna sem cessar ao mesmo lugar. Para Lacan, a repetição está ligada ao objeto a, que retorna como auto-idêntico. Este objeto é o elemento excluído da cadeia de significantes, porém é em torno dele que ela gira. Ele é o motor da cadeia que a faz repetir. A repetição envolve algo de que, por mais que se tente, não se consegue lembrar. O pensamento não consegue encontrá-lo: O que é isso? Isso é o que está excluído da cadeia significante, mas em torno de que cadeia gira? O analisando dá voltas e mais voltas numa tentativa de articular o que parece estar em questão, mas não con-
4 Angústia e repetição 19 segue localizá-lo, a menos que o analista aponte o caminho (Fink, s.d.: 241). Esse comentário de Fink, acerca do Seminário 11, ressalta a importância das intervenções do analista para que ocorra uma mudança na seqüência das repetições observadas na torrente discursiva que toma o analisando na prática das associações livres. No capítulo V, deste seminário, Lacan volta a comentar o texto kierkegaardiano Gjentagelsen para apontar a semelhança entre a repetição vista por este e a conceitualização de Freud. Ambos apontam a repetição sendo marcada pelo advento do novo. OPERAÇÃO-REDUÇÃO, MECANISMOS PARA A PRÁTICA ANALÍTICA Nesse ponto de nossa discussão, tomemos a explanação de Jacques-Alain Miller acerca da clínica psicanalítica encontrada em O osso de uma análise, para que melhor pensemos a relação da repetição com essa concepção de clínica. Comentando um poema de Carlos Drummond de Andrade, aquele que diz no meio do caminho tinha uma pedra, Miller aproxima esta imagem ao caminho da análise, caminho da fala, onde o obstáculo que se apresenta a todo ser falante é o pequeno a. Esta é a pedra no meio do caminho, o osso, o obstáculo. Alguém vem à análise, o acolhemos sem preconceitos, sem pressupostos, sem saber, sem memória, o esquecemos, o acolhemos no início do seu caminho de fala conosco. No entanto, ele veio porque tropeçou no seu caminho, porque há para ele um osso, uma pedra no seu caminho. Nós o convidamos a falar, e o que nos orienta em nossa escuta é que há, no caminho da sua fala, um osso. Antecipamos talvez seja a única antecipação a que possamos nos permitir que sua fala vai girar em torno desse osso, em espiral, circunscrevendo cada vez mais perto até, se posso dizer, esculpir o osso (Miller, 1998: 39). O paciente vem à análise, pois achou um obstáculo no seu caminho. Meu modo de ser, que até hoje funcionou muito bem, malogrou quando tropecei nesta pedra. Como sofro, tudo por causa de uma pedra, poderia assim escutarmos em nossa prática. Esse tropeção produziu uma inquietação, para não dizer angústia, que o impulsionou a procurar tratamento. O caminho de sua fala vai deparar-se constantemente com essa pedra, com aquilo que o faz tropeçar. A repetição está intimamente ligada a essa pedra, esse obstáculo faz com que esta se atualize na análise. Neste seminário, Miller nos apresenta o conceito de operação-redução. Este instrumento é utilizado por ele para apontar a especificação do trabalho analítico. Para apresentá-lo, ele contrapõe aquilo que chama de amplificação significante à operação-redução. A amplificação significante é caracterizada por esta fala que se amplifica, se prolifera, num dizer abundante. No diaa-dia, nossa fala é abundante, recheada de floreios, de excessos que visam produzir um dizer belo: essa é a essência da
5 20 Pulsional Revista de Psicanálise retórica. Uma conversa entre amigos numa mesa-bar exemplifica esta característica discursiva: a fala prolifera, se dissemina por inúmeros caminhos sem responsabilidade, tendo apenas a artimanha de uma estética do falar como seu instrumento. Entretanto, na nossa prática, escutamos pacientes que se utilizam, pelo menos em alguns momentos de sua análise, de certos vetores da amplificação significante (Miller, 1998: 40-44). Miller exemplifica quatro características dessas amplificações observáveis: (1) aquele paciente que quer lembrar tudo, estando sua fala a serviço da memória; (2) aquele que quer contar tudo que lhe acontece durante seu dia, estando sua fala a serviço do evento; (3) aquele que explica tudo, estando sua fala a serviço da razão; (4) aquele que possui uma fala munida de uma opacidade quase oracular, esta é fala a serviço do mistério. Esses quatro tipos malogram em seus objetivos, pois seu discurso prolifera além do que o tempo de uma sessão pode comportar. Miller observa que a psicanálise tem como modo operacional a operação-redução, pois o bem-dizer analítico visa a redução, a redução a uma questão, a redução ao osso, ao obstáculo que se encontra no meio do caminho do ser falante. É como se a psicanálise visasse um afunilamento que vai do dizer abundante ao dizer reduzido à uma questão, onde o analisando deve se encontrar implicado no trabalho de sua análise. Este modo operacional possui três mecanismos: a repetição, a convergência e a evitação. No primeiro mecanismo, a repetição, observa-se uma espécie de redução a uma constante, pois ao se utilizar da regra analítica, o sujeito é conduzido a repetir: Temos a idéia de um mesmo lugar que é ocupado por personagens diferentes (...) (Miller, 1998: 46). A convergência se dá quando observamos que o discurso do analisando tende a apontar para uma questão, um enunciado essencial (Miller, 1998: 48). Miller diz que o analisando pode ser levado por sua torrente discursiva a esse ponto de convergência, entretanto, há casos que a interpretação do analista produz esse encontro. Encontro com o significantemestre, o significante-mestre do destino do sujeito (Miller, 1998: 50). O terceiro mecanismo é o da evitação que marca aquilo que é impossível de se apresentar no discurso do analisando. (...) Em todos os casos há elementos que não aparecem, elementos cuja evitação se repete (Miller, 1998: 65). Esse trabalho de Miller nos ajudou no entendimento melhor da dinâmica clínica e sua relação com a repetição. VISLUMBRANDO UMA IDÉIA À guisa de conclusão, gostaríamos de frisar um ponto: o fenômeno da repetição caracteriza a prática analítica, em detrimento à recordação, tão essencial ao modelo de tratamento hipnótico. A repetição produz o novo, pois o que repete é o elemento excluído da cadeia, elemento que impossibilita a identificação entre
6 Angústia e repetição 21 os significantes, sendo assim o motor que impõe o movimento e a repetição à cadeia. Em nossa prática, podemos observar a constante presença da repetição. Ela se dá em atos, em atualizações, porém para que nossos pacientes se desamarrem das repetições, que se mostram como uma pedra no caminho de sua fala, é mister apontarmos a importância das marcações, intervenções, interpretações, cortes que geram no sujeito uma certa estranheza, uma certa angústia, fazendo-os ver a pedra por outro prisma. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS FINK, Bruce. A causa real da repetição. In Para ler o Seminário 11. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, s/d. FREUD, Sigmund (1914). Recordar, repetir e elaborar. E.S.B. Rio de Janeiro: Imago, v. XII. KAUFMANN, Pierre (ed.). Dicionário enciclopédico de psicanálise, o legado de Freud e Lacan. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, LACAN, Jacques. O seminário. Livro 11. Os quatro conceitos fundamentais da psicanálise. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, MILLER, Jacques-Alain. O osso de uma análise. Seminário proferido no VIII Encontro Brasileiro do Campo Freudiano e II Congresso da Escola Brasileira de Psicanálise. Bahia: Biblioteca Agente, Artigo recebido em outubro/2000 Revisão final recebida em janeiro/2001 Os 10 mais vendidos em janeiro/ o Os destinos da angústia na psicanálise freudiana Zeferino Rocha 2 o Pânico e desamparo Mario Eduardo C. Pereira 3 o Educação para o futuro Psicanálise e educação Maria Cristina Kupfer 4 o A mulher no Brasil Marisa Belém 5 o A criança e o infantil em psicanálise Silvia A. Zornig 6 o Hysteria Christopher Bollas 7 o A clínica conta histórias Lucía B. Fuks e Flávio C. Ferraz (orgs.) 8 o Como a mente humana produz idéias J. Vasconcelos 9 o Depressão Pierre Fédida 10 o A histérica entre Freud e Lacan Monique David-Menard
Carla Grazielli de Castro Cesário
RESISTÊNCIA: UM OBSTÁCULO NO CAMINHO DA PSICANÁLISE? Carla Grazielli de Castro Cesário O conceito de resistência é usado por Freud para se referir aos obstáculos que se impuseram ao tratamento psicanalítico.
CEP CENTRO DE ESTUDOS PSICANALÍTICOS
CEP CENTRO DE ESTUDOS PSICANALÍTICOS As pulsões e suas repetições. Luiz Augusto Mardegan Ciclo V - 4ª feira manhã São Paulo, maio de 2015. Neste trabalho do ciclo V apresentamos as análises de Freud sobre
PSICOLOGIA EM SAÚDE. Unidade III - Psicanálise
PSICOLOGIA EM SAÚDE Unidade III - Psicanálise 0 PSICANÁLISE Estudaremos, nesta Unidade, a Psicanálise considerada como a teoria da psicologia desenvolvida por Sigmund Freud. A Psicanálise é a teoria da
Engenharia de Software
Engenharia de Software - 2ª Lista de Exercícios - Questões Discursivas Questão 1) O que você entende por processo de software e qual a sua importância para a qualidade dos produtos de software? Qual a
AS ENTREVISTAS PRELIMINARES E O DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL EM PSICANÁLISE
AS ENTREVISTAS PRELIMINARES E O DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL EM PSICANÁLISE Francisco Frazão Sigmund Freud (1913/1996), em seus artigos sobre a técnica psicanalítica, não cessou de acentuar a importância daquilo
O AMOR ENTRE UM HOMEM E UMA MULHER - UM OLHAR PSICANALÍTICO
O AMOR ENTRE UM HOMEM E UMA MULHER - UM OLHAR PSICANALÍTICO Artigo cedido pela autora para publicação no website da Somática Educar Liria Helena M G LIttig Professora Psicanalista e psicopedagoga [email protected]
Profª Dra Rute Grossi Milani
Profª Dra Rute Grossi Milani Campo total Kurt Lewin Comportamento deriva da totalidade de fatos coexistentes, com caráter dinâmico e complexo Psicanálise casal Baranger Fatos psíquicos compreendidos através
CONTEÚDOS DE FILOSOFIA POR BIMESTRE PARA O ENSINO MÉDIO COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO
DE FILOSOFIA POR BIMESTRE PARA O ENSINO MÉDIO COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO GOVERNADOR DE PERNAMBUCO João Lyra Neto SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES Ricardo Dantas SECRETÁRIA
O amor e o feminino no século XXI
Opção Lacaniana online nova série Ano 4 Número 10 março 2013 ISSN 2177-2673 Anícia Ewerton Neste trabalho, proponho-me a falar sobre O amor e o feminino no séc. XXI do ponto de vista da psicanálise de
UM ENSAIO ENTRE FREUD E VINÍCIUS DE MORAES
UM ENSAIO ENTRE FREUD E VINÍCIUS DE MORAES Stela Victório Faustino 1 O poeta parte no eterno renovamento. Mas seu destino é fugir sempre ao homem que ele traz em si.(...) A criação na poesia, Vinícius
Seminário de Atualização Filosófica
Seminário de Atualização Filosófica Questões orientadoras sobre a interpretação do texto filosófico: problemas e conceitos Prof. Vanderlei Carbonara Para a leitura de um texto filosófico é importante observar:
Aspectos Psicológicos da Dor: Reflexões sobre a prática clínica com idosos
Aspectos Psicológicos da Dor: Reflexões sobre a prática clínica com idosos A dor Variedade de denominações da Dor: Artrite, artrose, fibromialgia, gota, dor muscular crônica, reumatismo... Cada dor vem
MEDIAÇÃO E PSICANÁLISE
MEDIAÇÃO E PSICANÁLISE Ana Lúcia Ligiero Flávia Fróis Gallo Isabela Dantas Julio Mafra Lia Amorim As propostas de soluções para os conflitos vêm, geralmente, com o mesmo discurso calcado em um ideal de
SIGMUND FREUD CARL G. JUNG
SIGMUND FREUD E CARL G. JUNG Por: Marcilene Tomaz Orientadora: Bruna Marinho Nov/2011 Sigmund Freud Freud nasceu em 1856 e faleceu em 1939. Fundador da PSICANÁLISE ou TEORIA PSICANALÍTICA. Psicanálise
A negação das interpretações. neuroses obsessivas: Não, não é isso! 1 Marcia Zucchi
Opção Lacaniana online nova série Ano 2 Número 4 Março 2011 ISSN 2177-2673 em algumas neuroses obsessivas: Não, não é isso! 1 Marcia Zucchi Chama a atenção em alguns casos de neurose obsessiva, descritos
O conceito de repetição e sua importância para a teoria psicanalítica
O conceito de repetição e sua importância para a teoria psicanalítica Leonardo Pinto de Almeida e Raul Marcel Filgueiras Atallah Leonardo Pinto de Almeida Psicólogo; mestre em psicologia pela Universidade
ACOLHIMENTO EM CLÍNICA-ESCOLA: UMA OPORTUNIDADE DE CONSTRUÇÃO DO SER PSICÓLOGO
ACOLHIMENTO EM CLÍNICA-ESCOLA: UMA OPORTUNIDADE DE CONSTRUÇÃO DO SER PSICÓLOGO Ana Paula Fernandes de Lima Juliana Predebon RESUMO O presente artigo trata da prática de acolhimento em uma clínica-escola
ÉTICA E MORAL. profa. Karine Pereira Goss
profa. Karine Pereira Goss Muitas vezes utiliza-se esses termos como sinônimos. Mas há diferenças entre eles, embora se relacionem estreitamente. MORAL é um conjunto de normas que regulam o comportamento
Boletim de Educação Matemática ISSN: 0103-636X [email protected]. Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Brasil
Boletim de Educação Matemática ISSN: 0103-636X [email protected] Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Brasil Andrade, Mirian Maria Reseña de "A Matemática na Formação do Químico Contemporâneo"
Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997
RESOLUÇÃO Nº 3-CEPE/UNICENTRO, DE 5 DE JANEIRO DE 2011. Aprova o Curso de Especialização em Educação e Diversidade, modalidade regular, a ser ministrado no Campus de Irati, da UNICENTRO. O VICE-REITOR,
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 1. QUANTO AO FORMATO 1.1 Espacejamento Papel branco, formato A4 (21 cm x 29,7 cm), impressões com tinta preta (com exceção das ilustrações) e o texto deve ser digitado no
O direito à participação juvenil
O direito à participação juvenil Quem nunca ouviu dizer que os jovens são o futuro do país? Quase todo mundo, não é verdade? Porém a afirmativa merece uma reflexão: se os jovens são o futuro do país, qual
Considerações e análise pessoal sobre o Programa Fonoaudiológico para Formação de Locutores
Considerações e análise pessoal sobre o Programa Fonoaudiológico para Formação de Locutores 111 Após a análise dos resultados do estudo aqui realizado, foi possível concluir e apresentar sugestões e modificações
DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA EMENTÁRIO DE DISCIPLINAS ATIVAS
DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA EMENTÁRIO DE DISCIPLINAS ATIVAS GFL00024 - INTRODUÇÃO À FILOSOFIA Delimitação do objeto próprio da Filosofia. Divisão da Filosofia. Caracterização dos diferentes tipos de saber.
MÉTODO CIENTÍFICO E MÉTODO DE PESQUISA
MÉTODO CIENTÍFICO E MÉTODO DE PESQUISA Características do conhecimento SENSO COMUM: a forma mais amplamente empregada Solução de problemas imediatos Linguagem genérica Não se preocupa com a validade dos
Paradigmas da Teoria da Comunicação
Paradigmas da Teoria da Comunicação 1 Semiologia O que é signo? Os signos são entidades centrais e importantes quando tratamos de qualquer linguagem de comunicação. Eles estão presentes na física, na biologia,
Algumas contribuições do Seminário 11 de Lacan para uma experiência de análise
Algumas contribuições do Seminário 11 de Lacan para uma experiência de análise Ana Elisa Maciel Resumo: A autora buscou resgatar alguns dos conceitos fundamentais da psicanálise, a partir do Seminário
Da psicoterapia à escuta psicanalítica 1
Da psicoterapia à escuta psicanalítica 1 Palavras - chave: prática psicanalítica escuta do inconsciente - espaço potencial. Magda M. Colao Resumo: O desapego da ação psicoterápica e o aprendizado da prática
Qual a relação entre sintoma e sinthoma? 1
1 Qual a relação entre sintoma e sinthoma? 1 Palavras-chave: sintoma, sinthoma, ato, último ensino. Ondina Maria Rodrigues Machado Membro aderente da EBP-Rio, Mestre em Psicanálise IPUB/UFRJ, doutoranda
A ANGÚSTIA NA CLÍNICA CONTEMPORÂNEA. Prof. Ms. VALÉRIA CODATO
A ANGÚSTIA NA CLÍNICA CONTEMPORÂNEA Prof. Ms. VALÉRIA CODATO 1 ANGÚSTIA Angst angústia ou medo; Ansiedade tradução inglesa conotação de expectativa e de agitação interna; Angústia preferível pelos franceses
RELATO DE EXPERIÊNCIA OS DOIS MUNDOS DE PLATÃO A FILOSOFIA DENTRO DA PSICOLOGIA UM ENSAIO A RESPEITO DE UM SABER
RELATO DE EXPERIÊNCIA OS DOIS MUNDOS DE PLATÃO A FILOSOFIA DENTRO DA PSICOLOGIA UM ENSAIO A RESPEITO DE UM SABER Graciella Leus Tomé Quase a meados da década de 90, e aqui estamos falando do ano de 1990,
ALFABETIZAÇÃO. Joselaine S. de Castro
ALFABETIZAÇÃO Joselaine S. de Castro Pressuposto n Preciso conhecer/compreender o fenômeno para poder intervir eficazmente nele. LINGUAGEM Quatro habilidades: Ouvir Falar Ler Escrever n Recebemos: Ouvir
PLANEJAMENTO E MODELAGEM
Apresentação 06 Introdução a Engenharia Elétrica COMO CRIAR MODELOS NA ENGENHARIA. PLANEJAMENTO E MODELAGEM Prof. Edgar Alberto de Brito Continuando os conceitos anteriores, nessa apresentação será mostrado
PROJETO DE PESQUISA FINALIDADE TEMA ESCOLHA DO PROFESSOR ORIENTADOR GUIA SEGURANÇA NA COLETA DE MATERIAIS ESPAÇO PARA FICHAMENTOS
FINALIDADE GUIA SEGURANÇA NA COLETA DE MATERIAIS ESPAÇO PARA FICHAMENTOS TEMA ESCOLHA DO PROFESSOR ORIENTADOR 1 TEMA DELIMITAÇÃO DO TEMA JUSTIFICATIVA 2 PROBLEMAS Sistemas de problematização Formato indagação
O USO DE MATERIAIS DIDÁTICOS DE MANIPULAÇÃO NO ENSINO DE TRIGONOMETRIA NO ENSINO MÉDIO
1 O USO DE MATERIAIS DIDÁTICOS DE MANIPULAÇÃO NO ENSINO DE TRIGONOMETRIA NO ENSINO MÉDIO Ayze Jammylle Batista Ferreira¹ [email protected] Leonardo Lira de Brito² [email protected] Maria José
GÊNEROS DISCURSIVOS NO ENSINO DE LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS
UFRN-CCHLA-DELET Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) Orientadora: Dra. Maria da Penha Casado Alves GÊNEROS DISCURSIVOS NO ENSINO DE LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS Bolsistas:
ENSAIO SOBRE AS FASES DA LUA
Introdução ENSAIO SOBRE AS FASES DA LUA Denis E. Peixoto NASE Brasil Compreender e explicar as fases da tem sido um dos maiores obstáculos enfrentados pelos professores de ciências tanto do Ensino Fundamental
CONTORNOS DO REAL NA PSICANÁLISE E NA ANÁLISE DO DISCURSO
CONTORNOS DO REAL NA PSICANÁLISE E NA ANÁLISE DO DISCURSO Ana Maria Carnevale Lopes 1 Inicio este recorte pela fala de um analisando de oito anos de idade. Ao entrar no consultório, ele vê sobre a mesa
A HISTÓRIA ORAL COMO MÉTODO QUALITATIVO DE PESQUISA A História Oral é uma metodologia de pesquisa qualitativa que envolve a apreensão de narrativas
A HISTÓRIA ORAL COMO MÉTODO QUALITATIVO DE PESQUISA A História Oral é uma metodologia de pesquisa qualitativa que envolve a apreensão de narrativas usando meios eletrônicos e destina-se a recolha de testemunhos,
Felicidade, por que não?
Felicidade, por que não? Sandra Viola 1 [email protected] Resumo: Este artigo aborda a questão da felicidade pela via da contingência opondo a transitoriedade do gozo à nostalgia do infinito como objeto
O APAZIGUAMENTO DA ANGÚSTIA
O analista e suas relações com a angústia O analista e suas relações com a angústia * Vera Lopes Besset RESUMO Neste trabalho propomos uma reflexão sobre as relações entre o analista e a angústia. Para
Pronomes: as pessoas do discurso
I. Introdução A. As classes de palavras 1. Substantivo 2. Adjetivo 3. Verbo 4. Advérbio 5. Pronome 6. Artigo 7. Numeral 8. Conjunção 9. Preposição 10. Interjeição B. Tipos de pronomes 1. Pronome pessoal
PESQUISA NARRATIVA: UMA METODOLOGIA PARA COMPREENDER A EXPERIÊNCIA HUMANA
- SEPesq PESQUISA NARRATIVA: UMA METODOLOGIA PARA COMPREENDER A EXPERIÊNCIA HUMANA Ana Paula Sahagoff Doutoranda em Letras, Mestre em Letras, Especialista em Gestão em Educação, Graduada em Letras UniRitter
NEUROSE OBSESSIVA Obsessões:idéias, imagens ou palavras que aparecem de repente no pensamento normal do sujeito e que este considera absurdas, ridícul
Prof. Ms. Valéria Codato 1 NEUROSE OBSESSIVA Obsessões:idéias, imagens ou palavras que aparecem de repente no pensamento normal do sujeito e que este considera absurdas, ridículas ou obscenas. Compulsões:comportamentos
2 Método. 2.1. Tipo de Pesquisa
2 Método 2.1. Tipo de Pesquisa Segundo Kotler (2000), a natureza da pesquisa pode ser classificada como exploratória, descritiva ou casual. A primeira, busca aprofundar conceitos preliminares. De acordo
Edgard Pedreira de Cerqueira Neto, PhD, PMP
Bem-vindo ao nosso trabalho inteiramente gratuito de coaching! O tema desta sessão é: O Método 5A de coaching desenvolvido por Edgard Pedreira de Cerqueira Neto Edgard Pedreira de Cerqueira Neto, PhD,
INTRODUÇÃO... 16 1. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: REVISÃO DA LITERATURA... 21
Jacqueline Andréa Furtado de Sousa 15 SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 16 Situação problema...18 Justificativa...19 Objetivos da pesquisa...19 Contexto da investigação...20 1. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: REVISÃO DA LITERATURA...
SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NA UTI: uma revisão bibliográfica.
UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO ATUALIZA ASSOCIAÇÃO CULTURAL ENFERMAGEM EM UTI ADULTO CAMILA BOMFIM SANTANA SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NA UTI: uma revisão bibliográfica. SALVADOR-BA 2012 CAMILA
ARTIGO CIENTÍFICO. Metodologia Científica. Graduação Tecnológica. Prof. Éder Clementino dos Santos. Prof. Éder Clementino dos Santos
ARTIGO CIENTÍFICO Metodologia Científica Graduação Tecnológica O conhecimento é público Uma grande descoberta científica não passa a existir apenas por força da autoridade moral ou do talento literário
MATERIAS E MÉTODOS Amostra e Instrumento A amostra foi composta por 16 professores de Dança de Salão, de ambos os sexos, sem
ANÁLISE DO PROCESSO DE ENSINO DA DANÇA DE SALÃO EM ESCOLAS DE DANÇA DE BELO HORIZONTE - MG. MARIA CECÍLIA MOURÃO IMPELLIZZERI PROF. ESP. ÉRICA DIAS DE SOUZA BORHER PROF. MS. CARLOS HENRIQUE SAMPAIO MOREIRA
Boas situações de Aprendizagens. Atividades. Livro Didático. Currículo oficial de São Paulo
Atividades Boas situações de Aprendizagens Livro Didático Currículo oficial de São Paulo LÓGICA NUMA CONCEPÇÃO QUE SE APOIA EXCLUSIVAMENTE EM CONTEÚDOS E ATIVIDADES Enfoque fragmentado, centrado na transmissão
PLANO DE ENSINO. Tal competência será desenvolvida a partir das seguintes habilidades:
PLANO DE ENSINO CURSO: Psicologia DISCIPLINA: Técnicas de Entrevista e Observação SÉRIE: 3º período TURNO: Diurno e Noturno CARGA HORÁRIA SEMANAL: 2 horas CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 40 horas PROFESSOR.:
O sintoma como poder na família e na relação terapêutica
O sintoma como poder na família e na relação terapêutica Como as histórias nasceram? Ah, as historias vieram ao mundo por que Deus se sentia só. Clarissa Pinkola Estés 1995 Solange Bluvol Este trabalho
Universidade de São Paulo. Escola de Comunicação e Artes, ECA-USP
Universidade de São Paulo Escola de Comunicação e Artes, ECA-USP Qual a USP que queremos: A USP hoje e daqui a 20 anos Estela Damato NUSP 7693618 São Paulo 2014 Introdução Pensar no futuro de uma universidade
Classificação da Pesquisa:
Classificação da Pesquisa: Do ponto de vista da sua natureza, ou seja, aquilo que compõe a substância do ser ou essência da pesquisa. Pesquisa Pura: Pesquisa Aplicada: Objetiva gerar conhecimentos novos
O QUE É A FILOSOFIA? A filosofia no Ensino Médio
O QUE É A FILOSOFIA? A filosofia no Ensino Médio Gustavo Bertoche Quando a filosofia é apresentada no ensino médio, a primeira dificuldade que os alunos têm é relativa à compreensão do que é a filosofia.
PARA PENSAR O ENSINO DE FILOSOFIA
PARA PENSAR O ENSINO DE FILOSOFIA Rosevânio de Britto Oliveira UEPB e-mail: [email protected] Prof. Dr. Valmir Pereira UEPB e-mail: [email protected] Introdução Temos consciência de que a educação
O CONCEITO DE TRANSFERÊNCIA NOS ESTUDOS SOBRE A HISTERIA (BREUER & FREUD, 1895) 1 Sidney da Silva Pereira Bissoli 2
Paidéia, 2006, 16(33), 19-23 O CONCEITO DE TRANSFERÊNCIA NOS ESTUDOS SOBRE A HISTERIA (BREUER & FREUD, 1895) 1 Sidney da Silva Pereira Bissoli 2 FASU/Associação Cultural e Educacional de Garça Resumo:
INFORMAÇÕES PRELIMINARES SOBRE O PRÉ-PROJETO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Assunto, Tema e Problema
INFORMAÇÕES PRELIMINARES SOBRE O PRÉ-PROJETO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Assunto, Tema e Problema 1 / 18 ESTRUTURA GERAL DO PRÉ-PROJETO ASSUNTO Gosto pessoal Importância Fonte de dados Meu departamento
O PIBID LETRAS PORTUGUÊS NO COLÉGIO ESTADUAL MAHATMA GANDHI: A LEITURA COMPREENSIVA E A APROXIMAÇÃO COM O TEXTO LITERÁRIO PARA O GÊNERO TEATRAL
O PIBID LETRAS PORTUGUÊS NO COLÉGIO ESTADUAL MAHATMA GANDHI: A LEITURA COMPREENSIVA E A APROXIMAÇÃO COM O TEXTO LITERÁRIO PARA O GÊNERO TEATRAL Alessandra Silvestri (Bolsista do PIBID -CAPES UNICENTRO)
Glossário de Aprendizagem Motora
Glossário de Aprendizagem Motora Prof. Dr. Luciano Basso Lacom_EEFE 1. Ação: a descrição da ação é feita com base na intenção e no objetivo que se pretende alcançar. Ela é identificada pela meta à qual
Quanto aos objetivos TIPO DE PESQUISA
TIPO DE PESQUISA Quanto aos objetivos Segundo Gil (2002), uma pesquisa, tendo em vista seus objetivos, pode ser classificada da seguinte forma: a) Pesquisa exploratória: Esta pesquisa tem como objetivo
Apresentações Orais - Dicas para melhorar -
Apresentações Orais - Dicas para melhorar - Prof. Armando Albertazzi Gonçalves Júnior Outubro de 2013 O Discurso do Rei (George VI) 2 Tópicos da Apresentação Comunicação verbal e não verbal Recursos audiovisuais
Referências Bibliográficas
98 Referências Bibliográficas ALBERTI, S. Esse Sujeito Adolescente. Rio de Janeiro: Rios Ambiciosos, 1999. APOLINÁRIO, C. Acting out e passagem ao ato: entre o ato e a enunciação. In: Revista Marraio.
A piedade nos primeiros escritos freudianos.
A piedade nos primeiros escritos freudianos. Cynthia Baldi O ponto de partida neste artigo é a hipótese de que é factível forjar uma divisão do pensamento freudiano em dois momentos diferenciados. A fronteira
Artigo Teoria da forma - Gestalt Roberta de Oliveira Chechetto [email protected]
Artigo Teoria da forma - Gestalt Roberta de Oliveira Chechetto [email protected] Colocar logo analisada aqui. Introdução Este se refere ao trabalho realizado nas aulas da matéria Teoria e Pratica da
Psicose e transferência: indicações para o tratamento
Psicose e transferência: indicações para o tratamento Palavras-chave: Psicose; Transferência; Erotomania; Psicanálise Aplicada. Márcia de Souza Mezêncio * O que é investigar em psicanálise? A prática do
A PSICANÁLISE E O ESTRESSE 1. Arlete Mourão
A PSICANÁLISE E O ESTRESSE 1 Arlete Mourão Começo por enfatizar que o termo ESTRESSE não faz parte da terminologia psicanalítica, embora freqüente muito o discurso dos analisantes, que a ele se referem
AS MARCAS DO HUMANO: AS ORIGENS DA CONSTITUIÇÃO CULTURAL DA CRIANÇA NA PERSPECTIVA DE LEV S. VIGOTSKI*
AS MARCAS DO HUMANO: AS ORIGENS DA CONSTITUIÇÃO CULTURAL DA CRIANÇA NA PERSPECTIVA DE LEV S. VIGOTSKI* Valdivina Alves Ferreira* PINO, Angel. As marcas do humano: as origens da constituição cultural da
Professor Thiago Espindula - Geografia. Características Gerais da Prova de Ciências Humanas. -Maior cobrança de conceitos técnicos;
Professor Thiago Espindula - Geografia Características Gerais da Prova de Ciências Humanas -Repetição excessiva de assuntos (agrupados em sequência): início da prova (Geografia), meio da prova (História),
Geografia População (Parte 2)
1. Estrutura Etária: Geografia População (Parte 2) A Transição Demográfica corresponde à mudança no perfil de idade dos habitantes, engloba proporções de crianças, jovens/adultos, idosos, homens e mulheres.
A ELABORAÇÃO DO CONCEITO DE TRANSFERÊNCIA A PARTIR DO ESTUDO DO CASO CLÍNICO DE DORA
A ELABORAÇÃO DO CONCEITO DE TRANSFERÊNCIA A PARTIR DO ESTUDO DO CASO CLÍNICO DE DORA Paula Julianna Chaves Pinto Laéria Bezerra Fontenele O caso Dora é, segundo Roudinesco e Plon (1998), o primeiro grande
Curso de Capacitação para Museus Módulo IV Ação Educativa 1/73
Curso de Capacitação para Museus Módulo IV Ação Educativa 1/73 Exposições 2/73 Longa duração maior tempo para pesquisar e conhecer o acervo, pensar a comunicação e as ações, desenvolver estratégias, avaliar
Responsáveis pelo projeto do Dicionário em Paris Claude Dorgeuille e Roland Chemama
Responsáveis pelo projeto do Dicionário em Paris Claude Dorgeuille e Roland Chemama Éditions de l Association Freudienne, 1994, 1995, 1996, 1998, 2004. Ágalma para a língua portuguesa, 1998, 2000 1ª edição:
O profissional da informação e o papel de educador em uma Escola Técnica de Porto Alegre-RS
Powered by TCPDF (www.tcpdf.org) O profissional da informação e o papel de educador em uma Escola Técnica de Porto Alegre-RS Luciane Berto Benedetti (GHC) - [email protected] Resumo: Relata a experiência
de professores para os desenhos de crianças, de
RESENHA Ver depois de olhar: a formação do olhar de professores para os desenhos de crianças, de Silvana de Oliveira Augusto Estela Bonci* O livro Ver depois de olhar: a formação do olhar de professores
MYRIAN VERAS BAPTISTA A INVESTIGAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL
MYRIAN VERAS BAPTISTA A INVESTIGAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL VERAS EDITORA CPIHTS São Paulo Lisboa 2006 A investigacao em SS.p65 3 2006, Myrian Veras Baptista Conselho editorial Dilsea Adeodata Bonetti Odária
Artes Visuais. Profª Ms. Alessandra Freitas Profª Ms. Gabriela Maffei Professoras das Faculdades COC. 12 e 13 de Maio
Artes Visuais Profª Ms. Alessandra Freitas Profª Ms. Gabriela Maffei Professoras das Faculdades COC 12 e 13 de Maio Temas propostos para discussão O que é Arte? A arte e a educação. O que são Artes Visuais?
PRODUÇÃO CIENTÍFICA DOS PESQUISADORES DA UEL, NA ÁREA DE AGRONOMIA: TRABALHOS PUBLICADOS EM EVENTOS DE 2004 A 2008.
PRODUÇÃO CIENTÍFICA DOS PESQUISADORES DA UEL, NA ÁREA DE AGRONOMIA: TRABALHOS PUBLICADOS EM EVENTOS DE 2004 A 2008. Karina de Oliveira Pinho (PIBIC/ UEL), Ana Esmeralda Carelli (Orientador), e-mail: [email protected]
INTERVENÇÃO PSICOSSOCIAL NA ARTICULAÇÃO ENTRE SAÚDE MENTAL E ATENÇÃO BÁSICA 1
1 INTERVENÇÃO PSICOSSOCIAL NA ARTICULAÇÃO ENTRE SAÚDE MENTAL E ATENÇÃO BÁSICA 1 Maria Lúcia M. Afonso 2 Clarisse Leão Machado 3 O tema da minha exposição é intervenção no coletivo. Buscando afinar ainda
Avaliação de impacto do Programa Escola Integrada de Belo Horizonte
Avaliação de impacto do Programa Escola Integrada de Belo Horizonte Índice Programa Escola Integrada Avaliação de impacto Amostra Pesquisa Indicadores Resultados Impactos estimados Comentários Programa
FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES
FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES Vanessa Züge UFSM [email protected] Dionéia Antunes da Silva UFSM [email protected] Leandra anversa Fioreze UFSM
GINÁSTICA E PEDAGOGIA HISTÓRICO-CRÍTICA: PRIMEIRAS APROXIMAÇÕES NA ESCOLA MARIA LUIZA COSTA E RÊGO.
GINÁSTICA E PEDAGOGIA HISTÓRICO-CRÍTICA: PRIMEIRAS APROXIMAÇÕES NA ESCOLA MARIA LUIZA COSTA E RÊGO. Autor: Renan Santos Furtado (FURTADO, Renan) UFPA [email protected] Coautores: Leandro Henrique
Texto 3: ESQUEMA, RESUMO, RESENHA e FICHAMENTO.
Texto 3: ESQUEMA, RESUMO, RESENHA e FICHAMENTO. lesquemas lfichamentos lresumos lresenhas Críticas ESQUEMAS l O esquema é um registro gráfico (bastante visual) dos pontos principais de um determinado conteúdo.
MODELO PRÉ-PROJETO TCC DIREITO 2011.2
MODELO PRÉ-PROJETO TCC DIREITO 2011.2 Margem superior 3 cm NOME DO ACADÊMICO (Times 12, sem negrito, maiúsculo, centralizado) Margem Esquerda 3 cm Margem Direita 2 cm TEMA (Times 12, em negrito, maiúsculo,
DOS BRINQUEDOS ÀS BRINCADEIRAS: REFLEXÕES SOBRE GÊNERO NA EDUCAÇÃO INFANTIL
DOS BRINQUEDOS ÀS BRINCADEIRAS: REFLEXÕES SOBRE GÊNERO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Camila de Lima Neves.(UEPB) [email protected] Margareth Maria de Melo, orientadora, UEPB, [email protected]
Acerte no discurso e dê o seu recado
Acerte no discurso e dê o seu recado Escolher as palavras certas e falar com clareza. Aprender a escutar e entender o que as outras pessoas dizem. Estar atento aos gestos, aos movimentos e às expressões
Aula3 ESTUDOS CULTURAIS E PRODUÇÃO DISCURSIVA DA NATUREZA. Marlécio Maknamara
Aula3 ESTUDOS CULTURAIS E PRODUÇÃO DISCURSIVA DA NATUREZA META Compreender, à luz dos Estudos Culturais, que a natureza não é algo exclusivamente natural. OBJETIVOS Ao fi nal desta aula, o aluno deverá:
Análise do adjetivo no livro didático
Estudo do adjetivo quanto ao gênero Viviane Izabel da Silva 1 Cristina Maria de Oliveira 2 Resumo: O presente ensaio analisa enfoques de três gramáticas da língua portuguesa em relação ao adjetivo; observa
CLÍNICA, TRANSFERÊNCIA E O DESEJO DO ANALISTA 1 CLINIC, TRANSFERENCE AND DESIRE OF THE ANALYST. Fernanda Correa 2
CLÍNICA, TRANSFERÊNCIA E O DESEJO DO ANALISTA 1 CLINIC, TRANSFERENCE AND DESIRE OF THE ANALYST Fernanda Correa 2 1 Monografia de Conclusão do Curso de Graduação em Psicologia 2 Aluna do Curso de Graduação
Melhorias de Processos segundo o PDCA Parte IV
Melhorias de Processos segundo o PDCA Parte IV por José Luis S Messias, em qualidadebrasil.com.br Introdução Em prosseguimento aos artigos escritos sobre PDCA, escrevo hoje sobre a terceira fase da etapa
O SIGNIFICADO DA PESQUISA SEGUNDO PROFESSORES FORMADORES ENS,
O SIGNIFICADO DA PESQUISA SEGUNDO PROFESSORES FORMADORES ENS, Romilda Teodora PUCPR/PUCSP [email protected] GT: Formação de Professores / n. 08 Agência Financiadora: Sem Financiamento Introdução A palavra
6 Referências bibliográficas
6 Referências bibliográficas BARROS, R. do R. O Sintoma enquanto contemporâneo. In: Latusa, n. 10. Rio de Janeiro: Escola Brasileira de Psicanálise Seção Rio, 2005, p. 17-28. COTTET, S. Estudos clínicos.
Transferência e Complexo de Édipo, na Obra de Freud: Notas sobre os Destinos da Transferência
Lara Cristina d Avila Lourenço 1 Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto 143 Resumo Este artigo comunica algumas considerações sobre o conceito de transferência, na teoria freudiana. Especial atenção
Professor pesquisador
Professor pesquisador Lucas Henrique Backes Introdução Há tempos vem se discutindo sobre a possibilidade e a necessidade de formação de um professor pesquisador. Para compreender essa discussão é imprescindível
