Plano Nacional de Educação (PNE)
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- Alexandra Gentil Avelar
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1 Plano Nacional de Educação : desafios e perspectivas para a educação brasileira Plano Nacional de Educação (PNE) National Plan of Education (NPE) Francisco Aparecido Cordão* Resumo A ideia do Plano Nacional de Educação foi inserida na Constituição Federal de 1934 inspirada nos propósitos do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova. Implícita ou explicitamente, foi retomada nos anos posteriores ao regime do Estado Novo. Está presente, enfaticamente, na Constituição Cidadã de O artigo 214 da atual Constituição da República Federativa do Brasil define as diretrizes que devem orientar os Planos Nacionais de Educação. O Conselho Nacional de Educação (CNE) debateu com a comunidade educacional sobre os dez maiores desafios da educação nacional e a Conferência Nacional de Educação (Conae) tratou do tema à luz da construção de um sistema nacional articulado de educação. O projeto de lei encaminhado pelo Executivo à apreciação do Congresso Nacional para a definição do novo Plano Nacional de Educação apresenta vinte metas claramente definidas, bem como suas estratégias de execução. Uma vez aprovado esse novo Plano, o desafio dos educadores será o de definir os Planos de Educação dos Estados, Distrito Federal e municípios, bem como orientar a concepção, execução e avaliação de projetos político-pedagógicos das instituições educacionais e planos de trabalho dos docentes orientados pelo zelo, pela aprendizagem dos alunos, em todos os níveis e modalidades de ensino. Palavras-chave: Plano Nacional de Educação; Constituição Federal; Diretrizes e Bases da Educação Nacional; metas e estratégias de execução. Abstract The idea of the National Plan of Education was inserted in the Federal Constitution of 1934 inspired by the purposes of the Manifesto of * Conselheiro da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação. Teólogo, filósofo e pedagogo. [email protected].
2 the New Education Pioneers. It was implicitly or explicitly resumed in later years after the New State regime. It is emphatically present in the Citizen Constitution of Article 214 of the current Brazilian Constitution defines the guidelines that should guide the National Plans of Education. The National Council on Education (CNE) discussed with the educational community on the ten greatest challenges of national education and the National Conference of Education (CONAE) addressed the issue in light of a joint national system of education. The bill sent by the Executive to the National Congress for the definition of the new National Plan of Education presents twenty clearly defined goals, as well as their implementation strategies. Once this new plan is approved, the challenge for educators is to define the Education Plans for States, Federal District and municipalities, as well as guide the design, implementation and evaluation of political pedagogical projects of educational institutions and teachers work plans guided by zeal and by the students learning at all levels and types of education. Keywords: National Plan of Education; Constitution; National Education Guidelines and Framework; goals and implementation strategies. Resumen La idea del Plan Nacional de Educación se insertó en la Constitución de 1934 inspirada en el propósito del Manifiesto de los Pioneros de la Educación Nueva. Implícita o explícitamente, se reanudó en los años después del régimen del Estado Nuevo. Está presente enfáticamente en la Constitución Ciudadana de El artículo 214 de la actual Constitución de la República Federativa del Brasil define las directrices que deben guiar los Planes Nacionales de Educación. El Consejo Nacional de Educación (CNE) ha discutido con la comunidad educativa acerca de los diez mayores desafíos de la educación nacional y la Conferencia Nacional de Educación (Conae) abordó la cuestión a la luz de la construcción de un sistema nacional de educación articulado. El proyecto de ley enviado por el Poder Ejecutivo al Congreso Nacional para la definición del nuevo Plan Nacional de Educación presenta veinte objetivos claramente definidos, así como sus estrategias de implementación. Una vez aprobado este nuevo plan, el desafío para los educadores es la definición de los Planes de Educación de los Estados, el Distrito Federal y los municipios, así como orientar el diseño, implementación y evaluación de proyectos político-pedagógicos de las instituciones de educación y planes de trabajo para los maestros impulsados por el celo, el aprendizaje de los alumnos, en todos los niveles y tipos de educación. Palabras clave: Plan Nacional de Educación; Constitución Federal; Directrices y Bases de la Educación Nacional; metas y estrategias de implementación. A primeira menção ao Plano Nacional de Educação (PNE) que nós encontramos em uma Constituição brasileira está no artigo 150, da Constituição Federal de 1934 curiosamente, nossa primeira c onstituição democrática, infelizmente de vida efêmera, uma vez que ela foi revoga- 12 Revista de Educação do Cogeime Ano 22 n. 42 janeiro/junho 2013
3 da pela Constituição Federal de 1937, outorgada pelo presidente Getúlio Vargas no âmbito do chamado Estado Novo. O referido artigo 150, ao definir as competências da União em relação à educação, estabelece a) fixar o plano nacional de educação, compreensivo do ensino de todos os graus e ramos, comuns e especializados; e coordenar e fiscalizar a sua execução, em todo o território do País; b) determinar as condições de reconhecimento oficial dos estabelecimentos de ensino secundário e complementar deste e dos institutos de ensino superior, exercendo sobre eles a necessária fiscalização; c) organizar e manter, nos Territórios, sistemas educativos apropriados aos mesmos; d) manter no Distrito Federal ensino secundário e complementar deste, superior e universitário; e) exercer ação supletiva, onde se faça necessária, por deficiência de iniciativa ou de recursos e estimular a obra educativa em todo o País, por meio de estudos, inquéritos, demonstrações e subvenções. fixar o plano nacional de educação, compreensivo do ensino de todos os graus e ramos, comuns e especializados Especificamente, em relação ao PNE, determina o seguinte, no parágrafo único do mesmo artigo: O Plano Nacional de Educação, constante de Lei Federal, nos termos dos artigos 5º, nº XIV, e 39, nº 8, letras a e e, só se poderá renovar em prazos determinados, e obedecerá às seguintes normas: a) ensino primário integral gratuito e de frequência obrigatória extensivo aos adultos; b) tendência à gratuidade do ensino educativo ulterior ao primário, a fim de o tornar mais acessível; c) liberdade de ensino em todos os graus e ramos, observadas as prescrições da legislação federal e da estadual; d) ensino, nos estabelecimentos particulares, ministrado no idioma pátrio, salvo o de línguas estrangeiras; e) limitação da matrícula à capacidade didática do estabelecimento e seleção por meio de provas de inteligência e aproveitamento, ou por processos objetivos apropriados à finalidade do curso; f) reconhecimento dos estabelecimentos particulares de ensino somente quando assegurarem a seus professores a estabilidade, enquanto bem servirem, e uma remuneração condigna. compete privativamente à União, traçar as diretrizes da educação nacional O artigo quinto referido pelo parágrafo único em questão definiu, em seu inciso XIV, que compete privativamente à União, traçar as diretrizes da educação nacional. Essa também era a primeira vez que uma Constituição brasileira tratava da definição de diretrizes da educação nacional. Os dispositivos citados no parágrafo único do artigo 150 Revista de Educação do Cogeime Ano 22 n. 42 janeiro/junho
4 Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, lançado ao Brasil em 1932 referem-se, respectivamente, ao exercício dos Poderes Federais e a todas as matérias de competência da União, constantes do art. 5º, ou dependentes de lei federal, por força da Constituição. A concepção e elaboração desse PNE, previstos no artigo 150 da constituição federal democrática de 1934, de acordo com seu artigo 152, era de competência primordial do Conselho Nacional de Educação (CNE). Verbis: Compete precipuamente ao Conselho Nacional de Educação, organizado na forma da lei, elaborar o plano nacional de educação para ser aprovado pelo Poder Legislativo e sugerir ao Governo as medidas que julgar necessárias para a melhor solução dos problemas educativos bem como a distribuição. a educação é direito de todos e será dada no lar e na escola. Deve inspirar-se nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana Não constitui puro acaso a primeira menção ao PNE aparecer apenas na constituição democrática de O artigo 150 da constituição federal, promulgada pela assembleia nacional constituinte, em 16 de julho de 1934, resultou, em grande parte, das teses apresentadas pelo importante Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, lançado ao Brasil em 1932, o qual motivou intensa campanha pela reorganização da educação nacional. A constituição federal, outorgada em 1937 pelo governo Getúlio Vargas, no âmbito do Estado Novo, infelizmente, não incorporou essa ideia e não faz nenhuma menção ao PNE, embora, no inciso XXIV de seu artigo 16, trate da competência privativa da União para legislar sobre as Diretrizes de Educação Nacional. Embora a constituição federal democrática de 1946 não tenha recuperado explicitamente a ideia de concepção e elaboração de um PNE, implicitamente ela o admitia, uma vez que estava subjacente em suas definições a proposta dos planos de educação, tanto assim que ela manteve, ampliando-a, a incumbência da União para a definição de diretrizes e bases da educação nacional. Essa constituição, entretanto, promoveu grande alteração no quadro da educação nacional ao estabelecer com clareza, em seu artigo 166, que a educação é direito de todos e será dada no lar e na escola. Deve inspirar- -se nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana. Esses mandamentos constitucionais possibilitaram a aprovação de nossa primeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a lei federal n o 4.024, de 20 de dezembro de 1961, a qual, parafraseando o grande educador Anísio Teixeira, mesmo tendo sido uma meia vitória, inegavelmente, foi uma grande vitória dos educadores e da educação nacional. No bojo de nossa primeira LDB, ainda em 1962, o Brasil já contou com seu primeiro PNE. Como a constituição federal de 1946 não continha a previsão explícita de uma lei do PNE, esse primeiro plano foi uma iniciativa do então Ministério da Educação e Cultura, aprovada pelo então 14 Revista de Educação do Cogeime Ano 22 n. 42 janeiro/junho 2013
5 Conselho Federal de Educação. Esse primeiro plano contemplava um conjunto de metas qualitativas e quantitativas em relação a vários níveis e modalidades de ensino a serem alcançadas em um prazo de oito anos. Posteriormente, foram estimuladas as definições de planos estaduais de educação, com efetiva participação dos respectivos conselhos estaduais de educação, e o próprio MEC acabou propondo um plano complementar de educação introduzindo importantes alterações na distribuição dos recursos federais para a educação, especialmente os dedicados à implantação dos chamados ginásios orientados para o trabalho, bem como para o desenvolvimento de programas específicos voltados para o atendimento aos analfabetos de mais de dez anos de idade. A constituição federal, outorgada pelo governo militar em 1967, em seu artigo oitavo, reafirmou a competência da União quanto à definição de diretrizes e bases da educação nacional, bem como, também, recuperou sua competência para estabelecer planos nacionais de educação e de saúde. Essa determinação quanto ao PNE foi reafirmada e ampliada pela Emenda Constitucional n o 01/1969, segundo a qual a constituição federal de 1967 foi praticamente reformulada por completo, definindo, no inciso XIV de seu artigo oitavo, a competência da União para estabelecer e executar planos nacionais de educação e de saúde, bem como planos regionais de desenvolvimento. A Constituição da República Federativa do Brasil, democraticamente promulgada em 5 de outubro de 1988, nossa c onstituição c idadã, segundo o deputado Ulisses Guimarães, então presidente da Assembleia Nacional Constituinte, mais de 50 anos após a primeira tentativa oficial de definir legalmente um PNE a longo prazo, novamente contempla essa obrigatoriedade. O artigo 211 de nossa c arta m agna define que a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão em regime de colaboração seus sistemas de ensino, e o parágrafo terceiro do mesmo artigo, na redação dada pela Emenda Constitucional n o 59/2009, define que a distribuição dos recursos públicos assegurará prioridade ao atendimento das necessidades do ensino obrigatório, no que se refere a universalização, garantia de padrão de qualidade e equidade, nos termos do plano nacional de educação. Nesse contexto das normas constitucionais de 1988, embalado pelas recomendações da reunião organizada pela Unesco, em Jomtien, na Tailândia, em 1993, o Ministério da Educação conduziu, em regime de colaboração com as demais unidades da federação, em especial os Estados, bem como com ampla participação da sociedade civil educacional, a elaboração do conhecido Plano Nacional de Educação para Todos, o qual influenciou decisivamente na definição de nosso primeiro PNE definido por lei, sob os auspícios da atual constituição federal. De acordo com o próprio relator do primeiro PNE na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, deputado Nelson Marchezan, na introdução ao refe- Este primeiro plano contemplava um conjunto de metas qualitativas e quantitativas a serem alcançadas num prazo de oito anos o Ministério da Educação conduziu, em regime de colaboração com as demais unidades da federação, bem como com ampla participação da sociedade civil educacional, a elaboração do Plano Nacional de Educação para Todos Revista de Educação do Cogeime Ano 22 n. 42 janeiro/junho
6 rido plano, sinteticamente, os principais objetivos desse primeiro PNE legalmente constituído pela lei n o , de 9 de janeiro de 2001, são: a redução das desigualdades sociais e regionais no tocante ao acesso e permanência, com sucesso, na educação pública a elevação do nível global da escolaridade da população; a melhoria da qualidade do ensino em todos os seus níveis; a redução das desigualdades sociais e regionais no tocante ao acesso e permanência, com sucesso, na educação pública; e a democratização da gestão do ensino público, obedecendo aos princípios de participação do projeto pedagógico da escola e a participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes. O artigo 214 da atual c onstituição f ederal, com a redação dada pelas inclusões promovidas pela Emenda Constitucional n o 59/2009, define que, A lei estabelecerá o plano nacional de educação, de duração decenal, com o objetivo de articular o sistema nacional de educação em regime de colaboração e definir diretrizes, objetivos, metas e estratégias de implementação para assegurar a manutenção e desenvolvimento do ensino em seus diversos níveis, etapas e modalidades por meio de ações integradas dos poderes públicos das diferentes esferas federativas que conduzam a: I erradicação do analfabetismo; II universalização do atendimento escolar; III melhoria da qualidade do ensino; IV formação para o trabalho; V promoção humanística, científica e tecnológica do País; VI estabelecimento de meta de aplicação de recursos públicos em educação como proporção do produto interno bruto. manutenção e desenvolvimento da educação, bem como remuneração condigna dos trabalhadores da educação O ato das disposições constitucionais transitórias, da Constituição Federal de 1988, com as inclusões promovidas pela Emenda Constitucional n o 53/2006, por sua vez, estabelece, na alínea c do inciso III de seu artigo 60, em relação à destinação dos recursos a que se refere o artigo 212 da Constituição Federal quanto à manutenção e desenvolvimento da educação, bem como remuneração condigna dos trabalhadores da educação, define que a lei disporá sobre os percentuais máximos de apropriação dos recursos dos Fundos pelas diversas etapas e modalidades da educação básica, observados os Artigos 208 e 214 da Constituição Federal, bem como as metas do Plano Nacional de Educação. Nosso segundo PNE nasceu no bojo de ampla participação da comunidade educacional. O próprio CNE estabeleceu como uma de suas grandes prioridades para o ano de 2009 estudar e produzir subsídios para a elaboração e definição do futuro PNE, uma vez que a l ei n o 9.131/1995, que o instituiu, confere-lhe a atribuição legal de subsidiar a elaboração e acompanhar a execução do Plano Nacional de Educação. 16 Revista de Educação do Cogeime Ano 22 n. 42 janeiro/junho 2013
7 Esse estudo inicial do CNE foi tornado público pela portaria CNE/CP n o 10, de 6 de agosto de 2009, e serviu de base para orientar inúmeras audiências públicas nacionais realizadas tanto pelo CNE quanto pelas c omissões de e ducação e c ultura da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, no âmbito do programa intitulado o legislativo e a sociedade construindo juntos o novo Plano Nacional de Educação. Posteriormente, no período de 29 de março a 1 o de abril de 2010, foi realizada, em Brasília, a Conferência Nacional de Educação (CONAE), que teve como tema central Construindo o Sistema Nacional Articulado de Educação: o Plano Nacional de Educação, Diretrizes e Estratégias de Ação. O documento final da Conae, que contou com ampla mobilização e participação da sociedade civil educacional, assume como princípio básico que a educação é direito de todos e dever do Estado, tal como está definido em nossa Constituição Federal. De acordo com o CNE, essa é a concepção de educação que deve dar sustentação ao novo PNE, isto é, o entendimento de que a educação é direito inalienável de todos os cidadãos, alicerçada na ética e nos valores da solidariedade, liberdade, justiça social e sustentabilidade, cuja finalidade é o pleno desenvolvimento de cidadãos críticos e compromissados com a transformação social. Da mesma maneira, deve garantir as condições necessárias à aprendizagem de todos, o que deverá resultar, inexoravelmente, em progressivos avanços escolares e na conclusão de todo o processo educacional, sem abstenções, reprovações ou evasões, garantindo inclusão, diversidade, igualdade, participação e ética. Nesse contexto, o CNE levou para suas audiências públicas nacionais, bem como para as audiências públicas realizadas sob os auspícios das c omissões de e ducação e c ultura do Congresso Nacional, uma síntese das diversas demandas que o CNE decidiu configurar como sendo os dez maiores desafios da educação nacional: 1. Extinguir o analfabetismo, inclusive o analfabetismo funcional, do cenário nacional; 2. Universalizar o atendimento público, gratuito, obrigatório e de qualidade da Pré-escola, do Ensino Fundamental de nove anos e Ensino Médio, além de ampliar significativamente esse atendimento nas creches; 3. Democratizar e expandir a oferta da e ducação s uperior, sobretudo da educação pública, sem descurar dos parâmetros de qualidade acadêmica; 4. Expandir a educação profissional de modo a atender às demandas produtivas e sociais locais, regionais e nacionais, em consonância com o desenvolvimento sustentável e com a inclusão social; 5. Garantir oportunidades, respeito e atenção educacional às demandas específicas de estudantes com deficiência; jovens e CONAE -2010: A Educação é Direito de Todos e Dever do Estado, tal como está definido em nossa Constituição Federal garantir as condições necessárias à aprendizagem de todos Revista de Educação do Cogeime Ano 22 n. 42 janeiro/junho
8 Ampliar o investimento em educação pública em relação ao PIB, de forma a atingir 10% do PIB até 2014 Plano Nacional de Educação (PNE) para vigorar pelos próximos dez anos, portanto, até as comemorações do bicentenário de nossa Independência adultos defasados na relação idade-escolaridade; indígenas; afrodescendentes; quilombolas e povos do campo; 6. Implantar a escola de tempo integral na educação básica, com projeto político-pedagógico que melhore a prática educativa, com reflexos na qualidade da aprendizagem e da convivência social; 7. Implantar o Sistema Nacional de Educação integrando, por meio da gestão democrática, os planos de educação dos diversos entes federados e das instituições de ensino, em regime de colaboração entre a União, Estados, Distrito Federal e municípios, regulamentando o artigo 211 da Constituição Federal; 8. Ampliar o investimento em educação pública em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), de forma a atingir 10% do PIB até 2014; 9. Estabelecer padrões de qualidade para cada etapa e modalidade da educação, com definição dos insumos necessários à qualidade do ensino, delineando o custo-aluno-qualidade como parâmetro para seu financiamento; 10. Valorizar os profissionais da educação, garantindo formação inicial e continuada, além de salário e carreira compatíveis com sua importância social e com os dos profissionais de outras carreiras equivalentes. No ano de 2010, um novo documento passou a sinalizar importantes demandas sociais na área de educação, que é o Relatório Final da Conae. Nele, foram sistematizadas inúmeras contribuições apresentadas em diversas conferências municipais, intermunicipais e estaduais de educação realizadas no ano de 2009 e início de Após essa ampla mobilização da comunidade educacional, o p rojeto de l ei que cria o segundo PNE para vigorar pelos próximos dez anos, portanto, até às comemorações do bicentenário de nossa Independência, foi enviado pelo governo federal ao Congresso Nacional em 15 de dezembro de O projeto de lei n o 8035/2010 desse novo PNE apresenta dez diretrizes objetivamente definidas e 20 metas, seguidas de suas estratégias específicas de concretização. Tanto as metas quanto as estratégias premiam iniciativas específicas para todos os níveis, modalidades e etapas educacionais. Na Câmara dos Deputados, o projeto de lei n o 8035/2010 foi encaminhado para análise de uma Comissão Especial destinada a proferir parecer, a qual, após longo e acalorado debate, em 13 de junho de 2012, aprovou o Parecer apresentado pelo relator deputado Angelo Vanhoni, nos termos de seu projeto substitutivo, salvo os destaques que foram aprovados apenas em 26 de junho de Apenas em 16 de outubro de 2012, o parecer e seu projeto substitutivo, já aprovados pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados, são também aprovados na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da referida câmara. Finalmente, em 25 de outubro de 2012, é encaminhado pela mesa diretora da Câmara dos Deputados, por meio do Ofício n o 1928/2012, o projeto 18 Revista de Educação do Cogeime Ano 22 n. 42 janeiro/junho 2013
9 de lei do PNE aprovado pela Câmara dos Deputados à apreciação do Senado Federal. O projeto de lei aprovado pela Câmara dos Deputados prevê que a vigência do novo plano seja de dez anos, conforme previsto no artigo 214 da Constituição Federal, mas contados a partir da aprovação da lei pelo Congresso Nacional. Concordo com o p rojeto de l ei aprovado, entretanto, formulo os melhores votos para que tenha sua tramitação concluída e possa ser aprovado ainda no corrente ano para vigência até o ano do bicentenário de nossa Independência. As diretrizes definidas pelo artigo segundo da nova l ei do PNE são as seguintes: I Erradicação do analfabetismo; II Universalização do atendimento escolar; III Superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da igualdade racial, regional, de gênero e de orientação sexual; IV Melhoria da qualidade da educação; V Formação para o trabalho e para a cidadania; VI Promoção do princípio da gestão democrática da educação pública; VII Promoção humanística, científica, cultural e tecnológica do País; VIII Estabelecimento de meta de aplicação de recursos públicos em educação como proporção do produto interno bruto, que assegure atendimento às necessidades de expansão, com padrão de qualidade e equidade; IX Valorização dos (das) profissionais da educação; X Promoção dos princípios do respeito aos direitos humanos, à diversidade e à sustentabilidade socioambiental. O artigo terceiro do projeto de lei define que as metas previstas no anexo da lei deverão ser cumpridas no prazo de vigência desse novo PNE, desde que não haja prazo inferior definido para o cumprimento de metas e estratégias específicas. Já o artigo quarto define que essas metas deverão ter como referência a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD, o censo demográfico e os censos nacionais da educação básica e superior mais atualizados, disponíveis na data da publicação da lei, sendo que o Poder Público buscará ampliar o escopo das pesquisas com fins estatísticos de forma a incluir informação detalhada sobre o perfil das populações de quatro a dezessete anos com deficiência. De acordo com o artigo quinto do projeto de lei, a execução do PNE e o cumprimento de suas metas serão objeto de monitoramento contínuo e de avaliações periódicas, realizados pelas seguintes instâncias: I Ministério da Educação MEC; II Comissões de Educação da Câmara dos Deputados e do Senado Federal; III Conselho Nacional de Educação CNE. O projeto de lei aprovado pela Câmara dos Deputados prevê que a vigência do novo plano seja de dez anos a execução do PNE e o cumprimento de suas metas serão objeto de monitoramento contínuo e de avaliações periódicas Revista de Educação do Cogeime Ano 22 n. 42 janeiro/junho
10 analisar e propor políticas públicas para assegurar a implementação das estratégias e o cumprimento das metas De acordo com parágrafo primeiro do mesmo artigo, compete, ainda, às instâncias referidas no caput: I divulgar os resultados do monitoramento e avaliações nos respectivos sítios institucionais da internet; II analisar e propor políticas públicas para assegurar a implementação das estratégias e o cumprimento das metas; III analisar e propor a revisão do percentual de investimento público em educação. O parágrafo segundo do mesmo artigo define que, a cada dois anos, ao longo do período de vigência do PNE, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) divulgará estudos voltados para o aferimento do cumprimento das metas. O parágrafo terceiro do referido artigo define que a meta progressiva do investimento público em educação será avaliada no quarto ano de vigência do PNE e poderá ser ampliada por meio de lei, para atender às necessidades financeiras do cumprimento das demais metas. Já o parágrafo quarto desse artigo define que serão utilizados cinquenta por cento dos recursos do pré-sal, incluídos os royalties, diretamente em educação para que ao final de dez anos de vigência do PNE seja atingido o percentual de dez por cento do Produto Interno Bruto para o investimento em educação pública. Este é um dos dispositivos que já está sendo alterado no Congresso Nacional. De acordo com o artigo sexto do projeto de lei e seus parágrafos e incisos, A União deverá promover a realização de pelo menos duas conferências nacionais de educação até o final do decênio, precedidas de conferências municipais e estaduais A União deverá promover a realização de pelo menos duas conferências nacionais de educação até o final do decênio, precedidas de conferências municipais e estaduais, articuladas e coordenadas pelo Fórum Nacional de Educação, instituído nesta Lei, no âmbito do Ministério da Educação. 1 o O Fórum Nacional de Educação, além da atribuição referida no caput: I acompanhará a execução do PNE e o cumprimento de suas metas; II promoverá a articulação das Conferências Nacionais com as conferências regionais, estaduais e municipais que as precederem. 2 o As conferências nacionais de educação realizar-se-ão com intervalo de até quatro anos entre elas, com o objetivo de avaliar a execução do PNE e subsidiar a elaboração do plano nacional de educação para o decênio subsequente. Já o artigo sétimo e seus parágrafos preveem que, A consecução das metas deste PNE e a implementação das estratégias deverão ser realizadas em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios. 20 Revista de Educação do Cogeime Ano 22 n. 42 janeiro/junho 2013
11 1 o Caberá aos gestores federais, estaduais, municipais e do Distrito Federal a adoção das medidas governamentais necessárias ao atingimento das metas previstas neste Plano Nacional de Educação. 2 o As estratégias definidas no Anexo desta Lei não elidem a adoção de medidas adicionais em âmbito local ou de instrumentos jurídicos que formalizem a cooperação entre os entes federados, podendo ser complementadas por mecanismos nacionais e locais de coordenação e colaboração recíproca. 3 o Os sistemas de ensino dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios deverão prever mecanismos para o acompanhamento local da consecução das metas deste PNE e dos planos previstos no art. 8 o. 4 o Haverá regime de colaboração específico para a implementação de modalidades de educação escolar que necessitem considerar territórios etnicoeducacionais e a utilização de estratégias que levem em conta as identidades e especificidades socioculturais e linguísticas de cada comunidade envolvida, assegurada a consulta prévia e informada a essa comunidade. 5 o Será criada uma instância permanente de negociação e cooperação entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios. 6 o O fortalecimento do regime de colaboração entre os Municípios dar-se-á inclusive mediante a adoção de arranjos de desenvolvimento da educação. utilização de estratégias que levem em conta as identidades e especificidades socioculturais e linguísticas de cada comunidade envolvida De acordo com o artigo oitavo e seus parágrafos, Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios deverão elaborar seus correspondentes planos de educação, ou adequar os planos já aprovados em lei, em consonância com as diretrizes, metas e estratégias previstas neste PNE, no prazo de um ano contado da publicação desta Lei. 1 o Os entes federados deverão estabelecer em seus respectivos planos de educação estratégias que: I assegurem a articulação das políticas educacionais com as demais políticas sociais, particularmente as culturais; II considerem as necessidades específicas, das populações do campo e das comunidades indígenas e quilombolas, asseguradas a equidade educacional e a diversidade cultural. III garantam o atendimento das necessidades específicas na educação especial, assegurado o sistema educacional inclusivo em todos os níveis, etapas e modalidades. 2 o Os processos de elaboração e adequação dos planos de educação dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, de que trata o assegurem a articulação das políticas educacionais com as demais políticas sociais, particularmente as culturais Revista de Educação do Cogeime Ano 22 n. 42 janeiro/junho
12 assegurar a consignação de dotações orçamentárias compatíveis com as diretrizes, metas e estratégias deste PNE e com os respectivos planos de educação, a fim de viabilizar sua plena execução caput deste artigo, serão realizados com a ampla participação da sociedade, assegurando-se o envolvimento das comunidades escolares, trabalhadores (as) da educação, estudantes, pesquisadores (as), gestores (as) e organizações da sociedade civil. O artigo nono prevê que os Estados, o Distrito Federal e os Municípios deverão aprovar leis específicas para os seus sistemas de ensino, disciplinando a gestão democrática da educação pública em seus respectivos âmbitos de atuação no prazo de um ano contado da publicação desta Lei. De acordo com o artigo décimo, o plano plurianual, as diretrizes orçamentárias e os orçamentos anuais da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios deverão ser formulados de maneira a assegurar a consignação de dotações orçamentárias compatíveis com as diretrizes, metas e estratégias deste PNE e com os respectivos planos de educação, a fim de viabilizar sua plena execução. Segundo o artigo 11 e seus parágrafos e incisos, elaboração e a divulgação de índices para avaliação da qualidade, como o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica IDEB O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica, coordenado pela União, em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, constituirá fonte básica de informação para a avaliação da qualidade da educação básica e para orientação das políticas públicas necessárias. 1 o O sistema de avaliação a que se refere o caput produzirá, no máximo a cada dois anos: I indicadores de rendimento escolar, referentes ao desempenho dos (as) estudantes apurado em exames nacionais de avaliação, com participação de pelo menos oitenta por cento dos (as) alunos (as) de cada ano escolar periodicamente avaliado em cada escola, e aos dados pertinentes apurados pelo censo escolar da educação básica; como o perfil do alunado e do corpo dos (as) profissionais da educação, as relações entre dimensão do corpo docente, do corpo técnico e do corpo discente, a infraestrutura das escolas, os recursos pedagógicos disponíveis e os processos da gestão, entre outras relevantes. 2 o A elaboração e a divulgação de índices para avaliação da qualidade, como o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica IDEB, que agreguem os indicadores mencionados no inciso I do 1º, não elidem a obrigatoriedade de divulgação, em separado, de cada um deles. 3 o Os indicadores mencionados no 1 o serão estimados por etapa, unidade escolar, rede escolar, unidade da Federação e em nível agregado nacional, sendo que: 22 Revista de Educação do Cogeime Ano 22 n. 42 janeiro/junho 2013
13 I a divulgação dos resultados individuais dos (as) alunos (as) e dos indicadores calculados para cada turma de alunos (as) ficará restrita à comunidade da respectiva unidade escolar e à gestão da rede escolar; II os resultados referentes aos demais níveis de agregação serão públicos e receberão ampla divulgação, com as necessárias informações que permitam sua correta interpretação pelos segmentos diretamente interessados e pela sociedade. 4 o Cabe ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP a elaboração e cálculo dos indicadores referidos no 1 o e do IDEB. 5 o A avaliação de desempenho dos (as) estudantes em exames, referida no inciso I do 1 o, poderá ser diretamente realizada pela União ou, mediante acordo de cooperação, pelos Estados e pelo Distrito Federal, em seus respectivos sistemas de ensino e de seus Municípios, caso mantenham sistemas próprios de avaliação do rendimento escolar, assegurada à compatibilidade metodológica entre esses sistemas e o nacional, especialmente no que se refere às escalas de proficiência e calendário de aplicação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP O artigo 12 prevê que, Até o final do primeiro semestre do nono ano de vigência deste Plano Nacional de Educação, o Poder Executivo encaminhará ao Congresso Nacional, sem prejuízo das prerrogativas deste Poder, Projeto de Lei referente ao Plano Nacional de Educação, a vigorar no período subsequente ao final da vigência deste PNE, que incluirá diagnóstico, diretrizes, metas e estratégias para o decênio subsequente. Já o artigo 13 prevê que o poder público deverá instituir, em Lei específica, contados dois anos da publicação desta Lei, o Sistema Nacional de Educação, responsável pela articulação entre os sistemas de ensino, em regime de colaboração, para efetivação das diretrizes, metas e estratégias do Plano Nacional de Educação. O Projeto de Lei do novo PNE apresenta, anexo, um documento com 20 metas e respectivas estratégias. Estão arroladas, a seguir, apenas as 20 metas. Suas estratégias estão sendo amplamente disponibilizadas em diversos arquivos eletrônicos mantidos pelos poderes Executivo e Legislativo. As 20 metas que estão sendo consagradas no novo PNE são as seguintes: Meta 1: universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para crianças de 4 a 5 anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil em creches de forma a atender, no mínimo, 50% das crianças de até 3 anos até o final da vigência desse PNE; (...) articulação entre os sistemas de ensino, em regime de colaboração, para efetivação das diretrizes, metas e estratégias do Plano Nacional de Educação Revista de Educação do Cogeime Ano 22 n. 42 janeiro/junho
14 alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do terceiro ano do ensino fundamental Meta 2: universalizar o ensino fundamental de nove anos para toda a população de 6 a 14 anos e garantir que, pelo menos, 95% dos alunos concluam essa etapa na idade recomendada, até o último ano de vigência desse PNE; Meta 3: universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos e elevar, até o final do período de vigência desse PNE, a taxa líquida de matrículas no ensino médio para 85%; Meta 4: universalizar, para a população de 4 a 17 anos, o atendimento escolar aos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, preferencialmente na rede regular de ensino, garantindo o atendimento educacional especializado em salas de recursos multifuncionais, classes, escolas ou serviços especializados, públicos ou comunitários, nas formas complementar e suplementar, em escolas ou serviços especializados, públicos ou conveniados; Meta 5: alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do terceiro ano do ensino fundamental; Meta 6: oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 20% e 25% dos (as) alunos (as) da educação básica; Meta 7: fomentar a qualidade da educação básica em todas etapas e modalidades, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem, de modo a atingir as seguintes médias nacionais para o Ideb: Ideb 1 o 3 o 5 o 7 o 10 o ano ano ano ano ano Anos iniciais do ensino fundamental 4,9 5,2 5,5 5,7 6,0 Anos finais do ensino fundamental 4,4 4,7 5,0 5,2 5,5 Ensino médio 3,9 4,3 4,7 5,0 5,2 oferecer, no mínimo, 25% das matrículas de educação de jovens e adultos na forma integrada à educação profissional, nos ensinos fundamental e médio Meta 8: elevar a escolaridade média da população de 18 a 29 anos, de modo a alcançar, no mínimo, 12 anos de estudo no último ano, para as populações do campo, da região de menor escolaridade no país e dos 25% mais pobres, e igualar a escolaridade média entre negros e não negros declarados à Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); Meta 9: elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais para 93,5%, até 2015, e, até o final da vigência desse PNE, erradicar o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional; Meta 10: oferecer, no mínimo, 25% das matrículas de educação de jovens e adultos na forma integrada à educação profissional, nos ensinos fundamental e médio; 24 Revista de Educação do Cogeime Ano 22 n. 42 janeiro/junho 2013
15 Meta 11: triplicar as matrículas da educação profissional técnica de nível médio assegurando a qualidade da oferta e, pelo menos, 50% da expansão no segmento público; Meta 12: elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% e a taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos, assegurada a qualidade da oferta e expansão para, pelo menos, 40% das novas matrículas, no segmento público; Meta 13: elevar a qualidade da educação superior pela ampliação da proporção de mestres e doutores do corpo docente em efetivo exercício no conjunto do sistema de educação superior para 75%, sendo, do total, no mínimo, 35% de doutores; Meta 14: elevar gradualmente o número de matrículas na pós- -graduação stricto sensu, de modo a atingir a titulação anual de 60 mil mestres e 25 mil doutores; Meta 15: garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os municípios, no prazo de um ano de vigência desse PNE, política nacional de formação e valorização de profissionais da educação, assegurado que todos os professores e as professoras de educação básica possuam formação específica de nível superior, obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam; Meta 16: formar em nível de pós-graduação 50% de professores da educação básica, até o último ano de vigência desse PNE, e garantir a todos os profissionais de educação básica formação continuada em sua área de atuação considerando-se necessidades, demandas e contextualizações dos sistemas de ensino; Meta 17: valorizar os (as) profissionais do magistério das redes públicas da educação básica a fim de equiparar o rendimento médio dos (as) demais profissionais com escolaridade equivalente, até o final do sexto ano da vigência desse PNE; Meta 18: assegurar, no prazo de dois anos, a existência de planos de carreira para os (as) profissionais da educação básica e superior pública de todos os sistemas de ensino e, para o plano de carreira de profissionais da educação básica pública, tomar como referência o piso salarial nacional profissional, definido em lei federal, nos termos do artigo 206, VIII, da Constituição Federal; Meta 19: assegurar condições, no prazo de dois anos, para a efetivação da gestão democrática da educação, associada a critérios técnicos de mérito e desempenho e à consulta pública à comunidade escolar, no âmbito de escolas públicas, prevendo recursos e apoio técnico da União para tanto; Meta 20: ampliar o investimento público em educação pública de forma a atingir, no mínimo, o patamar de 7% do PIB do país no quinto ano de vigência dessa lei e, no mínimo, o equivalente a 10% do PIB ao final do decênio. elevar a qualidade da educação superior pela ampliação da proporção de mestres e doutores do corpo docente valorizar os (as) profissionais do magistério das redes públicas da educação básica a fim de equiparar o rendimento médio dos (as) demais profissionais com escolaridade equivalente Revista de Educação do Cogeime Ano 22 n. 42 janeiro/junho
16 (...) pelo bem do Brasil e de seus cidadãos no concerto internacional em sua busca por um desenvolvimento sustentável solidário e justo A grande vantagem que o novo PNE em debate no Congresso Nacional leva em relação ao primeiro plano pós-ldb atual é exatamente essa definição de 20 metas e respectivas estratégias de execução claramente definidas e em condições de serem objetivamente avaliadas e continuamente acompanhadas pela sociedade civil educacional. O cumprimento dessas metas colocará o Brasil em uma posição relativamente confortável no cenário internacional em matéria de educação, saldando grande parte de sua tradicional dívida social histórica para com seu povo e colocando a nação em condições de festejar condignamente seu bicentenário da Independência, no ano de O novo PNE, fruto de amplo debate nacional, é, tal como foi apresentado pelo Executivo e está sendo apreciado pelo Legislativo brasileiro, parafraseando Ruy Barbosa na apresentação de seu plano de reformulação da Instrução Pública à Câmara de Deputados do Império Brasileiro, uma verdadeira cruzada nacional contra a ignorância popular, mãe de todas as servilidades. Uma vez aprovado esse PNE por parte do Congresso Nacional e sua lei devidamente sancionada pela presidenta da República, cabe aos educadores batalhar pela sua fiel execução, como uma questão de honra e de brio profissional, pelo bem do Brasil e de seus cidadãos no concerto internacional, em sua busca por um desenvolvimento sustentável solidário e justo. Esse desafio que se apresenta a todos os educadores brasileiros em sua ação educacional cidadã deverá resultar, brevemente, em adequados planos estaduais, distrital ou municipais de educação, bem como respectivos projetos político-pedagógicos de estabelecimentos de ensino, de todos os níveis e modalidades de educação. Esses planos educacionais desenvolvidos nos níveis da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios deverão orientar, com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, definida pela lei n o 9.394/1996 e normas complementares posteriores, incluindo as diretrizes curriculares nacionais definidas pelo CNE, os planos de trabalho de cada docente e as trilhas de aprendizagem dos alunos, razão primeira de todo o arcabouço legislativo definido a partir da Constituição de 1988, pois é a carta magna que define o projeto de nação do Brasil. Referências BRASIL. Constituição (1934). Constituição da República dos Estados Unidos do Brasil. Promulgada em 16 de julho de Rio de Janeiro, BRASIL. Constituição (1946). Constituição dos Estados Unidos do Brasil. Promulgada em 18 de setembro de Rio de Janeiro, BRASIL. Constituição (1967). Constituição da República Federativa do Brasil. Diário Oficial da União, Brasília, 20 out Revista de Educação do Cogeime Ano 22 n. 42 janeiro/junho 2013
17 BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Promulgada em 5 de outubro de Brasília, BRASIL. Lei de 4024, de 20 de dezembro de Fixa as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Diário Oficial da União, Brasília, 28 dez BRASIL. Lei de 9131, de 24 de novembro de Altera dispositivos da Lei n o 4.024, de 20 de dezembro de 1961 e dá outras providências. Diário Oficial da União. Brasília, 28 de dez BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei n o 9.394/1996, de 20 de dezembro de Diário Oficial da União, Brasília, p , 23 dez. de Legislação Federal. BRASIL. Lei de , de 9 de janeiro de Aprova o Plano Nacional de Educação e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 10 jan *Artigo recebido em 19 de março de Revista de Educação do Cogeime Ano 22 n. 42 janeiro/junho
VI - promoção do princípio da gestão democrática da educação pública; VII - promoção humanística, científica, cultural e tecnológica do País;
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