Procedimento Operacional Padrão

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1 Procedimento Operacional Padrão POP/UNIDADE DE REABILITAÇÃO/008/2015 Posicionamento Terapêutico no Paciente Neonatal e Pediátrico Versão 1.0 UNIDADE DE REABILITAÇÃO

2 Procedimento Operacional Padrão POP/UNIDADE DE REABILITAÇÃO/008/2015 Posicionamento Terapêutico no Paciente Neonatal e Pediátrico Versão 1.0

3 2015, Ebserh. Todos os direitos reservados Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares Ebserh Material produzido pela Unidade de Reabilitação do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro / Ebserh Permitida à reprodução parcial ou total, desde que indicada a fonte e sem fins comerciais. Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares Ministério da Educação POP: Posicionamento Terapêutico no Paciente Neonatal e Pediátrico Unidade de Reabilitação do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro Uberaba: EBSERH Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, p. Palavras-chaves: 1 POP; 2 Posicionamento terapêutico; 3 Técnicas

4 HOSPITAL DE CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO ADMINISTRADO PELA EMPRESA BRASILEIRA DE SERVIÇOS HOSPITALARES (EBSERH) Avenida Getúlio Guaritá, nº 130 Bairro Abadia CEP: Uberaba-MG Telefone: (034) Sítio: ALOIZIO MERCANDANTE OLIVA Ministro de Estado da Educação NEWTON LIMA NETO Presidente da Ebserh LUIZ ANTÔNIO PERTILI RODRIGUES DE RESENDE Superintendente do HC-UFTM AUGUSTO CÉSAR HOYLER Gerente Administrativo do HC-UFTM DALMO CORREIA FILHO Gerente de Ensino e Pesquisa do HC-UFTM DANIEL FERREIRA DA CUNHA Gerente de Atenção à Saúde do HC-UFTM/ JUVERSON ALVES TERRA JUNIOR Chefe do Setor de Apoio Terapêutico do HC-UFTM RENATA DE MELO BATISTA Chefe da Unidade de Reabilitação do HC-UFTM EXPEDIENTE Unidade de Reabilitação do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro Produção

5 HISTÓRICO DE REVISÕES Data Versão Descrição Gestor do POP Autor/responsável por alterações 20/08/ Trata da padronização do posicionamento terapêutico no paciente neonatal e Renata de Melo Batista Lucas Boaventura de Matos

6 SUMÁRIO OBJETIVO GLOSSÁRIO APLICAÇÃO I. INFORMAÇÕES GERAIS Introdução Objetivos do posicionamento terapêutico Objetivos da fisioterapia em relação ao posicionamento terapêutico II. DESCRIÇÃO DAS TAREFAS Indicações Contra-indicações Conduta Fisioterapêutica Materiais Recomendações III. ADEQUAÇÃO POSTURAL AS NECESSIDADES DOS RECÉM-NASCIDOS Posição Supino ou Dorsal Recomendações Posição Prona ou Ventral Recomendações Contra-indicações Posição Lateral Recomendações REFERENCIAL TEÓRICO Versão 1.0 Página 5 de 13

7 OBJETIVO Padronizar os posicionamentos terapêuticos entre os membros da equipe interdisciplinar para assistência ao paciente neonatal e. GLOSSÁRIO RN - Recém-nascido DF - Distrito Federal Ebserh - Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares Ed. - Edifício OMS - Organização Mundial de Saúde p. - Página POP - Protocolo Operacional Padrão RNPT Recém-nascido pré-termo UTI - Unidade de Terapia Intensiva APLICAÇÃO UTI Neonatal e Pediátrica Enfermaria de Pediatria Berçário Pronto-socorro Infantil I. INFORMAÇÕES GERAIS INTRODUÇÃO A cada ano que passa há um aumento da sobrevida de prematuros cada vez menores e mais imaturos o que impõe o questionamento quanto à qualidade de vida futura dessas crianças. Essa preocupação tem sido amplamente estudada entre os profissionais e pesquisadores atuantes na área neonatal e pediátrica, repercutindo na necessidade de alterações de algumas práticas de Versão 1.0 Página 6 de 13

8 cuidados para a promoção do desenvolvimento do recém-nascido (RN). Dentre tais práticas em especial as diárias, destaca-se o posicionamento adequado. O posicionamento é um tipo de intervenção não invasiva, faz parte dos cuidados do desenvolvimento do paciente e promove simetria, equilíbrio muscular e movimento. Um dos primeiros desafios enfrentados pelo RN é a necessidade de lidar com a organização de sua postura no ambiente extra-uterino. A adoção de uma postura adequada evita suporte de peso na mesma área, por longos períodos, protegendo assim a frágil pele do RN. As posições devem ser modificadas frequentemente a fim de proporcionar diferentes sensações de peso, gravitacionais e de informações sobre a tensão de diferentes grupos musculares. A troca de decúbito a cada duas horas previne úlceras nas saliências ósseas e atelectasias. O posicionamento adequado e as trocas de decúbitos periódicas nos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) apresentam os seguintes benefícios: Melhora da função pulmonar; Otimização da oxigenação; Melhora da relação ventilação/perfusão; Redução do trabalho respiratório; Diminuição do trabalho cardíaco; Prevenção e resolução de atelectasias; Prevenção da pneumonia nosocomial ( decúbito elevado 30 e 45); Desenvolvimento neurossensorial e psicomotor; Prevenção de encurtamento e deformidades; Diminuição de incidência de úlceras de pressão. OBJETIVOS DO POSICIONAMENTO TERAPÊUTICO Promover a regulação do estado neurocomportamental e autorregulação; Proporcionar suporte postural e de movimento; Facilitar a participação do RN nas experiências sensório-motoras normais; Otimizar o desenvolvimento musculoesquelético e o alinhamento biomecânico. Versão 1.0 Página 7 de 13

9 OBJETIVOS DA FISIOTERAPIA EM RELAÇÃO AO POSIONAMENTO TERAPÊUTICO Promover a contenção e a adaptação ao ambiente extra-uterino; Desenvolver a flexão para obter um padrão postural e de movimento semelhante a do RN a termo saudável; Otimizar a estabilidade fisiológica e a organização neurocomportamental; Facilitar a colocação das mãos na linha média; Manter o alinhamento articular; Prevenir as assimetrias posturais e o desenvolvimento de padrões posturais anormais; Estimular a exploração visual do ambiente (com a cabeça na linha média); Facilitar o desenvolvimento do controle da cabeça; Auxiliar o movimento antigravitacional; Encorajar o desenvolvimento das habilidades motoras e reflexas e do tônus postural; Promover a interação familiar. II. DESCRIÇÃO DAS TAREFAS INDICAÇÕES RNs pré-termo extremo, pré-termo e a termo; Sem restrições de peso; RNs entubados, com o uso de ventilação mecânica não invasiva ou em respiração espontânea. CONTRAINDICAÇÕES: Avaliar as restrições relacionadas à posição adotada para o RN. (vide conduta) Versão 1.0 Página 8 de 13

10 CONDUTA FISIOTERAPÊUTICA MATERIAIS: Rolo transversal (coxim): confeccionado com 3 compressas que serão dobradas e envolvidas com uma malha tubular e posicionado na região cervical e torácica, observar a importância do posicionamento da cabeça que deverá manter em posição neutra, sem flexão excessiva do pescoço ou hiperextensão. Rolo ou ninho em forma de U: confeccionado com 12 compressas ou mais dependendo do tamanho da criança, que serão colocadas em forma de X formando duas camadas de 6 compressas que serão dobradas realizando um rolo e envolvidas com malha tubular. Ficar atento ao tamanho da criança onde o rolo não deve ser menor que a mesma. Posicionar o rolo envolvendo todo o RN onde o mesmo deve contê-lo, não podendo restringi-lo os movimentos espontâneos. Cavalinho: confeccionado com 3 compressas onde serão dobradas e envolvidas com uma malha tubular, posicionado desde a cabeça até o final do quadril (sem ultrapassá-lo). O mesmo deve elevar o tórax para facilitar a dinâmica do diafragma. Este procedimento deve ser adotado quando a criança for posicionada em prono (ventral). Colchão de algodão: confeccionado com algodão envolvido com uma malha de touca. Posicionar embaixo da criança. O procedimento deve ser adotado em RNs prematuros extremos, evitando lesões de peles. Rastelo: posicionar o rastelo onde o circuito do respirador deve permanecer centralizado evitando sobrepeso sobre a criança. O procedimento deve ser adotado toda vez que estiver com intubação orotraqueal. Observações: O rolo, cavalinho e o colchão de algodão deverão ser trocados a cada 7 dias pelo técnico de enfermagem e/ou fisioterapeuta, ou quando os mesmos apresentarem sujidades a qualquer momento. RECOMENDAÇÕES Acomodar o rolo transversal (coxim) na região torococervical do RN; Versão 1.0 Página 9 de 13

11 O fisioterapeuta e a equipe de enfermagem serão responsáveis pela confecção do rolo ou ninho em forma de U, para acomodação do RN. O posicionamento poderá ser realizado ao longo do dia, não devendo exceder o tempo limite de 3 horas em cada posição, salvo indicação médica para exceder o tempo limite. III. ADEQUAÇÃO POSTURAL ÀS NECESSIDADES DOS RNs POSIÇÃO SUPINA OU DORSAL RECOMENDAÇÕES: Manter a cabeça na linha média; Dar suporte na região dos ombros (coxim), prevenindo sua retração; Colocar rolinhos embaixo das pernas para promover a flexão de quadril e pernas; Colocar rolo em forma de U (ninho), apoiando todo o RN e mantendo-o em contenção. Versão 1.0 Página 10 de 13

12 Observação: É a única alternativa no pós-operatório de cirurgias abdominais e torácicas, onfalocele, gastrosquise, hérnia diafragmática, atresia de esôfago e outras malformações congênitas. POSIÇÃO PRONA OU VENTRAL: RECOMENDAÇÕES: Utilizar coxins em forma de rolo (cavalinho) para elevar o tórax e facilitar a dinâmica diafragmática. O inicio do coxin se da a partir da região cervical até a região final do quadril. Manter a cabeça lateralizada e alinhada com o tronco; Posicionar os membros superiores e inferiores em flexão (evitar abdução e rotação externa); Manter as mãos próximas a face do RN, facilitando o acesso mão-boca. CONTRAINDICAÇÃO Versão 1.0 Página 11 de 13

13 RNs com quadro de distensão abdominal grave, pós-operatório imediato de cirurgias abdominais ou cardíacas, presença de cateter umbilical, primeiras 72 horas de vida do RN prétermo (RNPT) extremo e as primeiras 24 horas pós-surfactante. POSICAO LATERAL RECOMENDAÇÕES Inserir um rolo posterior atrás da cabeça, tronco e das coxas; Manter os membros superiores e inferiores levemente flexionados e na linha média; Manter a cabeça totalmente lateralizada e alinhada ao tronco; Manter ombros alinhados e paralelos a pelve; Versão 1.0 Página 12 de 13

14 Alternar os lados periodicamente no intuito de evitar alterações posturais. REFERENCIAIS TEÓRICOS Nicolau, C.M, et al. Programa de Atualização em Fisioterapia Pediátrica e Neonatal: Cardiorrespiratória e Terapia Intensiva (PROFISIO).Ed Artmed/Panamericana, Porto Alegre, Revista Brasileira Terapia Intensiva. n.24, volume 2, p , Revista Fisioterapia Brasil. n. 5, volume 11, p , setembro/outubro, Sarmento. G.J.V. et al. Fisioterapia respiratória em pediatria e neonatologia. Ed. Manole, São Paulo, Johnston, C; Zanetti, N.M. Fisioterapia pediátrica hospitalar. Ed Atheneu, São Paulo, Cabral LA, Schettino RC, Pompeu LP. Estratégias favorecedoras do desenvolvimento neuropsicomotor de recém-nascidos pré-termo: da UTI ao ambulatório de seguimento. In: Associação Brasileira de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva; Martins JA, Nicolau CM, Andrade LB, organizadores. PROFISIO Programa de Atualização em Fisioterapia Pediátrica e Neonatal: Cardiorrespiratória e Terapia Intensiva: Ciclo 4. Porto Alegre: Artmed Panamericana; p (Sistema de Educação Continuada a Distância, v. 1). Versão 1.0 Página 13 de 13

15 EMPRESA BRASILEIRA DE SERVIÇOS HOSPITALARES EBSERH HOSPITAL DE CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO Avenida Getúlio Guaritá, 130 Bairro Abadia CEP: Uberaba-MG Telefone: (34) Sítio:

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